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segunda-feira, 31 de julho de 2017

Bárbara Ayres mulher trans e assessora parlamentar - sofrimento e constrangimento com tratamento de Hospital público

https://davidmirandario.com.br/2017/07/assessora-trans-tem-direitos-rasgados-em-hospital-municipal-do-rio/

Bárbara Ayres, assessora parlamentar e mulher trans contou a tristeza e sofrimento com o desprezo pelo seu direito ao tratamento digno no Hospital Municipal Barata Ribeiro que fica na zona oeste do Rio de Janeiro.

Bárbara foi fazer um exame de ressonância magnética em seus seios que havia sido marcado há 15 meses. Após esperar por 4 horas além do marcado para ser atendida, o exame foi remarcado para terça. Na terça, o pior não foi a fila enorme de costume, foi ser identificada pelo gênero masculino com o nome que gera nela constrangimento. Não adiantou ela ter preenchido a ficha que exige ser chamada pelo nome social. Seu cartão de atendimento foi feito com nome que a constrange também e ela foi chamada em voz alta com esse nome. No SISREG dela tem pedido com nome social. Bárbara acabou ficando abalada com o tratamento e gritou com a atendente para ter tratamento digno. Seu psicológico fica muito abalado com isso porque ela mesma teve o mesmo problema na Clínica da Família em 2015. Na época, ela denunciou o caso, mas não teve retorno. Existe decreto, portaria, promessa de se resolver os sofrimentos de pessoas trans na rede pública de saúde, mas casos como este mostram que o desrespeito existe na rede pública de saúde.

Louvado O Senhor Jesus Cristo para sempre.

quinta-feira, 29 de dezembro de 2016

PRECONCEITO NO CLUBE DE ESCOTEIRO. Garoto de 8 anos transgênero é expulso de clube de escoteiro por sua identidade.





EXTRA

Garoto de 8 anos transgênero é expulso de clube de escoteiro por sua identidade.

Joe Maldonado, um garoto transgênero de oito anos, entrou para um clube de escotismo em outubro, em New Jersey, nos Estados Unidos,e foi convidado a se retirar um  mês depois. As informações são do jornal "The Record".

A mãe de Joe, Kristie Maldonado, disse que o menino havia manifestado a identidade de gênero como masculino há cerca de um ano e que não teve problemas na escola de Joe e nem com a família, mas a organização do clube de escoteiros achou melhor expulsar o garoto.

"Estou mais bravo do que triste, na verdade. Minha identidade é como menino. Se eu fosse eles, deixaria qualquer pessoa do mundo entrar, é o certo a ser feito", desabafou o garoto.

A mãe de Joe levou o caso para o conselho dos escoteiros, mas não teve sucesso. À imprensa, o executivo Eric Chamberlin se recusou a comentar o caso. O porta-voz dos "Escoteiros da América", Effie Delimarkos disse através de uma nota "Nenhum jovem pode ser expulso de nenhum de nossos programas mas transgêneros são uma questão à parte".

Louvado O Senhor Jesus Cristo para sempre.

quinta-feira, 8 de setembro de 2016

PÚBLICO DA ABERTURA DA PARALIMPÍADA REJEITOU O PRESIDENTE MICHEL TEMER. Michel Temer foi vaiado pelo Maracanã LOTADO em espetáculo transmitido para todo o mundo. Gritos de FORA TEMER foram entoados pelo público. Até mesmo o presidente do comitê olímpico brasileiro teve de interromper o seu discurso por 1 MINUTO por causa da VAIA que foi grande juntamente com os gritos de FORA TEMER após ele dizer que agradecia o GOVERNO. O volume das vaias foi tão grande a ponto de contribuir para que a frase dita por Michel Temer declarando aberta a Paralimpíada não fosse ouvida. O PRESIDENTE DAS VAIAS. Veja os vídeos no final.

Michel Temer foi muito vaiado durante cerimônia da abertura da Paralimpíada
http://g1.globo.com/rio-de-janeiro/paralimpiadas/noticia/2016/09/michel-temer-e-vaiado-e-aplaudido-na-abertura-da-paralimpiada-no-maracana.html

CONSTRANGEDOR
O Presidente Michel Temer ouviu os gritos de FORA TEMER no Maracanã lotado em espetáculo transmitido para todo o mundo.


O presidente Michel Temer foi bastante vaiado na noite desta quarta-feira durante a cerimônia de abertura da Paralimpíada do Rio, no Maracanã. Temer estava ao lado da mulher, Marcela Temer. Uma falha no microfone e o volume das vaias contribuíram para que a frase de Michel Temer declarando aberta a Paralimpíada não fosse ouvida perfeitamente. Ouviu-se apenas o presidente falando "Rio 2016".

Momentos antes, o presidente do comitê brasileiro, Carlos Arthur Nuzman, teve que interromper o discurso por cerca de um minuto. Após dizer: "Agradeço a parceria dos governos federal, estadual e municipal, unidos com a Rio 2016 para a realização destes jogos", iniciou-se uma grande vaia, seguida por gritos de "Brasil, Brasil" e de "Fora, Temer".
 
Temer já havia sido alvo de vaias no mesmo estádio no dia 5 de agosto, na abertura dos Jogos Olímpicos.

Mais cedo, mesmo antes do início do evento, gritos de de “Fora, Temer” foram entoados pelo público. Pelo menos uma faixa com a inscrição estava na arquibancada. 

Pela manhã, durante o desfile de 7 de Setembro, em Brasília, o presidente já havia sofrido com a reação negativa do público, que o vaiou e gritou “Fora, Temer”.











Louvado seja o Senhor Jesus Cristo para sempre.

sábado, 2 de julho de 2016

Banheiros transgêneros. As travestis e as mulheres transgênero são abusadas desde a infância, xingadas nas ruas, alvos da violência policial, escorraçadas pela sociedade e assassinadas por psicopatas. A questão dos banheiros vai além dos direitos civis, porque afeta a saúde. Por interferir com funções fisiológicas essenciais, dificultar o acesso a eles aumenta o risco de infecções urinárias, renais, obstipação crônica, hemorroidas e impede a hidratação adequada de quem evita beber água para conter a necessidade de urinar. Repressão social e leis restritivas exibem o lado perverso de sociedades que consideram as pessoas "trans" depravadas, indesejáveis nas escolas, no trabalho e no convívio social. Na prática, justificam a violência diária cometida contra elas. Discriminação, agressões verbais, sexuais e físicas e a dificuldade de acesso aos serviços de saúde causam problemas que vão muito além do direito de usar banheiros: ansiedade, estresse pós-traumático, prostituição, doenças sexualmente transmissíveis, abuso de drogas, depressão e taxas altas de suicídio. A ESTUPIDEZ AGRESSIVA DA SOCIEDADE CAUSA MUITO SOFRIMENTO A TRANSGÊNEROS, TRAVESTIS, TRANSEXUAIS E TODOS OS QUE NÃO SE ENQUADRAM NOS MODELOS CULTURAIS PREVISTOS NO BINÁRIO MASCULINO-FEMININO.

DRAUZIO VARELLA ( FOLHA DE S. PAULO / UOL )
http://www1.folha.uol.com.br/colunas/drauziovarella/2016/06/1785298-banheiros-transgeneros.shtml

Volta e meia surgem notícias de que uma travesti criou caso para ter acesso ao banheiro feminino, contra a revolta dos circunstantes.

Isso não acontece apenas aqui. Países em que o nível educacional da população é mais elevado convivem com o mesmo problema.

Nos Estados Unidos, Estados como a Carolina do Norte aprovaram leis para exigir que os usuários de banheiros públicos se dirijam às áreas femininas ou masculinas, em obediência ao sexo que lhes foi atribuído ao nascer.

Com o argumento de que essas leis contrariam a legislação federal que rege os direitos civis, a administração Obama abriu processo contra a Carolina do Norte. O presidente foi mais longe: assinou um documento no qual ressalta a obrigação legal das escolas públicas em garantir a estudantes transgênero o direito de usar o banheiro que corresponda às identidades de gênero individuais. Onze Estados entraram na Justiça contra essa medida.

Os defensores de leis restritivas argumentam que são destinadas a proteger as mulheres, de eventuais ataques por parte de homens disfarçados com roupas femininas. Outros, colocam as travestis entre os predadores sexuais, os pedófilos e outras categorias moralmente condenáveis.

Essa gente faz questão de esquecer que as travestis e as mulheres transgênero são abusadas desde a infância, xingadas nas ruas, alvos da violência policial, escorraçadas pela sociedade e assassinadas por psicopatas.

O ultimo número do "The New England Journal of Medicine", a revista de maior circulação entre os médicos, traz uma discussão sobre o tema.

A questão dos banheiros vai além dos direitos civis, porque afeta a saúde. Por interferir com funções fisiológicas essenciais, dificultar o acesso a eles aumenta o risco de infecções urinárias, renais, obstipação crônica, hemorroidas e impede a hidratação adequada de quem evita beber água para conter a necessidade de urinar.

Repressão social e leis restritivas exibem o lado perverso de sociedades que consideram as pessoas "trans" depravadas, indesejáveis nas escolas, no trabalho e no convívio social. Na prática, justificam a violência diária cometida contra elas.

Transgêneros são mulheres e homens com identidade de gênero em discordância com o sexo da certidão de nascimento, escolhido pela aparência dos genitais externos. Os autores do artigo estimam que 700 mil americanos adultos pertençam a essa categoria. Se nossos números forem semelhantes, haveria perto de 500 mil entre nós.

Discriminação, agressões verbais, sexuais e físicas e a dificuldade de acesso aos serviços de saúde causam problemas que vão muito além do direito de usar banheiros: ansiedade, estresse pós-traumático, prostituição, doenças sexualmente transmissíveis, abuso de drogas, depressão e taxas altas de suicídio.

Nós, médicos, não temos preparo para lidar com esses transtornos, nem com as questões clínicas, cirúrgicas e hormonais que afligem essas pessoas. O que entendemos da administração de hormônios femininos para quem nasceu com genitais masculinos ou vice-versa? Quantos cirurgiões estão habilitados a realizar cirurgias de readequação dos genitais?

Embora existam protocolos internacionais para o atendimento de transgêneros, quantos médicos sabem da existência deles? Quantos estão preparados para orientar familiares assustados e adolescentes confusos com a identidade sexual?

Aliados ao nosso despreparo, o preconceito, a discriminação e a má vontade dos profissionais intimidam e afastam mulheres e homens "trans" dos serviços de saúde, dificultam diagnósticos precoces e o acompanhamento de doenças crônicas.

Em pleno século 21, é ignorância inaceitável considerar distúrbios mentais, transtornos de personalidade ou falta de vergonha as expressões de gênero que não se enquadram no comportamento da maioria. Quem escolheria a transexualidade se encontrasse alternativa?

Quando formos mais civilizados, ser transgênero será considerado simples manifestação da diversidade humana, como ser destro ou canhoto. Até lá, a estupidez agressiva da sociedade causará muito sofrimento aos que não se enquadram nos modelos culturais previstos no binário masculino-feminino.

quarta-feira, 9 de março de 2016

Supervisor da novela do horário nobre fez questão de falar que odeia história de BICHA e tem ORGULHO dos netos e bisnetos porque são tudo macho pra cacete.

http://extra.globo.com/tv-e-lazer/telinha/odeio-historia-de-bicha-diz-benedito-ruy-barbosa-18832714.html
JORNAL EXTRA
Benedito Ruy Barbosa, supervisor de “Velho Chico” falou na festa da novela: “Odeio história de bicha. Pode existir, pode aceitar, mas não pode transformar isso em aula para as crianças. Tenho dez netos, quatro bisnetos e tenho um puta orgulho porque são tudo macho pra cacete”. Ele disse isso para o desconforto de Edmara, sua filha, que escreve a novela com Bruno Luperi, um dos netos do autor. Constrangida, Edmara pedia para o pai parar de falar e ele insistia: "Deixa eu falar, ué. É a minha opinião".

Ele ainda falou sapatona: " ... A mulher que é sapatona é perfeita, a que não é sapatona não é legal. É assim que estamos vivendo", disse.

Louvado seja Nosso Senhor Jesus Cristo para sempre.

segunda-feira, 25 de janeiro de 2016

Valeryah Rodrigues sofreu transfobia na Basílica Nossa Senhora do Rosário da Igreja Católica em São Paulo com o Padre "Frasuar" e o grupo religioso denominado ARAUTOS DO EVANGELHO. É HORRÍVEL PASSAR HUMILHAÇÃO EM IGREJA. Em vez de praticar o acolhimento fizeram tudo ao contrário. QUEM CONHECE A PALAVRA DE DEUS NÃO DEVERIA JULGAR. Uma pessoa extremamente alegre saiu da Igreja se sentindo um lixo. Ela procurou um local onde pensava ser de Deus, onde não sofresse o mal que se acredita ser fruto do diabo. Tem muita gente ruim, falsos profetas, falsos religiosos também nas igrejas. Dizem que combatem Lúcifer, mas agem igual. Os religiosos gostam de falar muito na ideologia de gênero, mas não admitem a cultura do preconceito que existe no Brasil e especialmente vindo de igrejas. Nessa semana se celebra o DIA DA VISIBILIDADE TRANS. O número de transexuais mortas sucessivamente nesse ano se aproxima de 50. Os religiosos não enxergam essa CULTURA DA MORTE. PREFEREM RELATIVIZAR ESSAS MORTES DE TRANSEXUAIS PARA FUGIREM DE SUAS RESPONSABILIDADES SOCIAIS.





estava até sem palavras de tão constrangida que fui#igrejanaoelugardetransfobia
Publicado por Valeryah Rodriguez em Domingo, 24 de janeiro de 2016


Faltou Deus dentro da Igreja Católica. Padre não teve compaixão. Abriu a boca para representar um deus que fez acepção de pessoas. É um mau pastor.

Havia 2 capas que deveriam ser usadas na igreja. Deram a ela a capa masculina. Após ela pedir educadamente a capa feminina na igreja para que ela pudesse usar a veste adequada, ela teve que se apresentar ao padre "Fransuar".

O PADRE IMPEDIU A ENTRADA DA VALERYAH NA IGREJA E QUIS QUE ELA VESTISSE A VESTE MASCULINA. 

O PADRE DISSE QUE ELA NÃO PODIA ENTRAR NA IGREJA E QUE MARCASSE PARA IR NA IGREJA OUTRO DIA COM AS PESSOAS ENTRANDO E SAINDO DA IGREJA ALI MESMO NAQUELE INSTANTE.

As pessoas ficaram olhando para ela que se sentia como se estivesse sendo colocada como uma impura. Nessa situação a pessoa transexual fica sem chão, tem um sofrimento grande, se sente humilhada, FICA ENVERGONHADA PERANTE AS PESSOAS NESSA SITUAÇÃO.

OS ARAUTOS DO EVANGELHO SE MOSTRARAM SER EXTREMAMENTE PRECONCEITUOSOS.

Ela procurou um local onde pensava ser de Deus, onde não sofresse o mal que se acredita ser fruto do diabo. Tem muita gente ruim, falsos profetas, falsos religiosos também nas igrejas. Dizem que combatem Lúcifer, mas agem igual.

Deveria haver respeito aos fieis que auxiliam a Igreja através de suas ofertas.


NA BASÍLICA NOSSA SENHORA DO ROSÁRIO MULHERES TRANSEXUAIS TEM QUE USAR VESTE DE HOMEM

A Igreja fica na Rua Avaí, 430 - Parque Santa Inês , Caieiras , SP



A CULTURA DO PRECONCEITO VINDO DE IGREJAS


Os religiosos gostam de falar muito na ideologia de gênero, mas não admitem a cultura do preconceito que existe no Brasil e especialmente vindo de igrejas.


CULTURA DA MORTE DE TRANSEXUAIS

Nessa semana se celebra o DIA DA VISIBILIDADE TRANS. O número de transexuais mortas sucessivamente nesse ano se aproxima de 50. Os religiosos não enxergam essa CULTURA DA MORTE. PREFEREM RELATIVIZAR ESSAS MORTES DE TRANSEXUAIS PARA FUGIREM DE SUAS RESPONSABILIDADES SOCIAIS.


Louvado seja Nosso Senhor Jesus Cristo para sempre.

quarta-feira, 11 de novembro de 2015

A professora transexual Thalia foi avisada pela Vice-diretora da Escola Municipal Mateus Viana em Caiacó, onde ela trabalha, de que a Secretária Municipal de Educação marcou uma reunião com ela para tratar sobretudo do beijo que a professora deu em seu namorado.

A professora Thalia Agnys publicou em seu Facebook uma foto beijando o seu namorado em um dia de feriado,  no dia 2 de novembro, em Natal.
No dia 5 de novembro a professora Thalia Agnys, que é uma mulher TRANSEXUAL, foi informada pela vice-diretora onde ela trabalha, na Escola Municipal Mateus Viana que funciona no Bairro João XXXIII,  de que a Secretária Municipal de Educação marcou uma reunião com ela , na segunda-feira seguinte, dois dias úteis depois, para tratar, sobretudo do beijo que a professora deu em seu namorado e postou no Facebook. O outro assunto seria o tratamento que a professora dispensaria aos seus alunos.

Esta Reunião aconteceu na segunda-feira, dia 09/11/2015, no Centro Administrativo. Estiveram nesta reunião além da professora Thalia e uma amiga, a  Sra. Secretária de Educação, 3 Pedagogas, a diretora e a vice-diretora da escola.

Esse evento causou um enorme desgaste emocional à professora transgênera que luta diariamente para ser quem ela é.

O beijo da professora não aconteceu na escola, não foi em sala de aula ou em seu trabalho. Não há nada demais na demonstração de carinho da professora.

A professora não infringiu nenhuma lei ao postar essa foto em seu Facebook porque beijar não é crime. Não há crime em demonstrar carinho e afeto em público.  As pessoas precisam se conscientizar de que não é um crime uma mulher transexual beijar o seu namorado. Que ninguém deve ter vergonha, nem medo de ser o que se é.

Em um mundo tão carente de afeição, amar parece , nesse caso ser um crime. Uma transexual é gente. Pode amar e ser amada sem medo de ser feliz.

Uma foto no Facebook em que uma professora demonstra amor por intermédio de um beijo não deveria escandalizar uma cidade ou ninguém desta cidade. Talvez o que deveria escandalizar a cidade ou alguém desta cidade fosse a situação que a Educação vem sendo tratada, com escolas sem condições de trabalho. O escândalo é o preconceito, a hipocrisia, a intolerância e o ódio.

Dizem que a cidade de Caiacó é muito avançada, mas ela precisa deixar de ser preconceituosa com a comunidade LGBT.

Esse episódio terminou em protesto nas ruas de Caicó e chamou a atenção da sociedade, da imprensa.
Em entrevista para a radialista Suerda Medeiros, na Rádio Caiacó AM, em 10/11/2015, a professora Thalia contou que no caso dela há a discriminação, sempre há o olhar diferente na relação professor-aluno por alguns.


ASSÉDIO MORAL E TRANSFOBIA DA DIREÇÃO DA ESCOLA
Márcia Araújo é de Caiacó e faz parte do Coletivo ReExistências. Ela contou que a professora Thalia Agnys foi vítima de assédio moral e transfobia por parte da direção da escola.


DÁVILA MEDEIROS , EX-PROFESSORA TRANSEXUAL, TAMBÉM FOI VÍTIMA DA TRANSFOBIA

A ex-professora Dávila Medeiros também já foi vítima da transfobia. Ela trabalhou cinco anos na Educação e ela tem plena consciência de que foi tirada da Educação desde os instantes em que ela começou a usar roupas femininas. Segundo a ex-professora Dávila Medeiros a sociedade condena e julga  tanto as transexuais que trabalham como professora , como as transexuais que trabalham como stripper ou na prostituição.


MAYTE PRADOCAMPOS TEVE QUE ABRIR MÃO DO SEU GRANDE SONHO

Mayte Pradocampos  também já foi professora. Quando ela lecionava, o grande problema era com os pais das crianças que não admitiam que os filhos deles a chamassem de professora. Ela ficou muito triste nessa fase de sua vida porque ser professora era o seu grande sonho. Ela teve que abrir mão de lecionar e buscar outra atividade para viver.



A PRÁTICA SISTEMÁTICA E TRANSFÓBICA DO PRECONCEITO CONTRA PROFESSORAS TRANSEXUAIS. Luíza Coppieters, Camila Godoi, Vitória Bacon, Laysa Carolina Machado, Sangita, Nicolly Bueno, "Natiely", Dávila Medeiros, Mayte Pradocampos, Herbe de Sousa, Thalia Agnys e Faiza Khálida foram algumas dessas professoras 

quarta-feira, 7 de outubro de 2015

Eros Biondini luta para impedir que transexuais usem o banheiro

EROS BIONDINE LUTA PARA IMPEDIR QUE TRANSEXUAIS USEM OS BANHEIROS
O deputado Eros Biondini (PTB-MG) é o líder da Bancada Católica. Ele se considera defensor da família, já julgando as famílias que são discriminadas e mal vistas pela sociedade. Ele se diz cristão, achando que a mensagem de Jesus foi julgar e condenar quem é homem, quem é mulher e classificar famílias.
O deputado Eros Biodini luta e pressiona para que as pessoas transexuais sofram constrangimentos nas escolas e sejam obrigadas a serem chamadas pelos nomes que lhes causem sofrimentos. Ele se diz da Renovação Carismática Católica, mas faz o mal aos seus semelhantes. Praticamente ele luta contra todos os direitos das pessoas transexuais. É um demônio na vida destas pessoas. Quem sabe um dia o Espírito Santo mostre a ele o que se passa na vida e nas famílias destas pessoas e ele abra o seu coração para amar e lutar pelos excluídos da sociedade, fazendo assim a vontade de Deus.
http://erosbiondini.com/noticias/index_ver.php?cd_novidades=603
Eros Biondini tem travado uma "guerra" para que sejam desrespeitados os direitos de pessoas trans e travestis previstos na Constituição Brasileira.
As travestis têm os destinos traçados quando são oprimidas nas escolas, nem são aceitas socialmente. Aline Marques só conseguiu voltar a escola mais de 20 anos depois através de um programa para travestis, antes a situação dela era de invisibilidade. "Nós enfrentamos muitos preconceitos, por isso a maioria de nós se encontra na prostituição". O lugar da travesti não deveria ser na esquina.
 
"Amo estudar. Pensei que nunca mais voltaria a estudar. Enfrentamos todos os dias o PRECONCEITO do olhar, do gesto, da palavra. As travestis são exploradas até para morar numa quitinete. Nós merecemos vencer também. Não olhe essa casca, isso aqui a terra se leva. Mas nós somos um ser humano."



REGISTRO DE OCORRÊNCIA DE PRECONCEITO de médica evangélica EM HOSPITAL na Cidade de Dores do Campo (30/09/2015). A médica chamou a transexual de abominação.
A transexual W. T. foi no Hospital da Cidade, pois ela precisa fazer uma cirurgia. A médica que atendeu ela é evangélica e a humilhou. A médica disse que Deus abomina ela porque Deus abomina às transexuais. A médica também disse que Deus criou o homem e a mulher. A transexual tem uma cirurgia para ser feita e não sabe mais o que fazer.


HOMOFÓBICO DISSE PARA A ARTISTA DRAG ÉRIKA VOGUE QUE ELA VAI MORRER E A CHAMOU DE VIADÃO
https://www.facebook.com/erikavogueofficial/photos/pcb.1006279216101185/1006279136101193/?type=3&theater
https://www.facebook.com/erikavogueofficial/photos/pcb.1006279216101185/1006279196101187/?type=3&theater
https://www.facebook.com/erikavogueofficial/posts/1006279216101185
A artista Érika Vogue foi ameaçada por um homofóbico.
Cláudio Batista Domingues mandou para ela a seguinte mensagem: "Você vai morrer viadão de merda. Sou homofóbico assumido e minha missão é perseguir gente imunda como você e seus amigos gays".
https://www.facebook.com/photo.php?fbid=1680868378817481&set=a.1389763894594599.1073741825.100006830051678&type=3&theater
https://www.facebook.com/claudinho.domingues.5?ref=ts&fref=ts&hc_location=ufi
http://www.portalodia.com/noticias/piaui/quero-que-deixem-minha-filha-ter-seu%C2%A0lugar,-diz-mae-de-crianca-trans-248468.html
"Quero que deixem minha filha ter seu lugar", diz mãe de criança TRANS (27/09/2015)
Ela corre pela casa como não tem tempo a perder. Thaís é uma criança feliz. Em casa com a mãe, irmãs, avós e tias, ela é radiante de alegria e sabe que pode ser quem é. Mas, da porta pra fora, as barreiras são maiores do que ainda é capaz de entender. Thaís aos 5 anos é uma criança transexual que, desde os primeiro anos, não se reconhece no gênero masculino com o qual nasceu. Para a mãe, após travar batalhas individuais e sociais, agora o maior desejo é  fazer com que as pessoas respeitem e aceitem sua filha, que deixem ela ter seu lugar no mundo.

O que a sociedade tem dificuldade de entender, não foi fácil nem mesmo para Eduarda, que após ser mãe de 2 filhas, 1 de 14, outra de 7 anos, o nascimento de Thaís veio para provar que o amor é capaz de aceitar o que era até então desconhecido. "Eu busquei orientação e informação, mas não foi fácil. Muita gente julga que eu sou uma mãe permissiva, que, por isso, isto acontece, mas as pessoas não entendem que a Thaís sempre foi assim. Desde os 2 anos dizia que era menina e até maltratava muito o seu órgão genital, ela não queria.

Aos 3 anos, já não queria mais roupas masculinas, e ser tratada como ele. O nome escolhido por qual atende foi escolhido por ela mesma, após inúmeros pedidos para que não fosse tratada como menino. Foi quando Eduarda decidiu de estar ao lado da filha e escutar os julgamentos tortos da sociedade.

A verdade é que todo mundo percebia que ela era diferente, gostava de brincar com as coisas das irmãs, que era delicada, mas ninguém aceitava. Mas no ano passado decidi deixar minha filha ser quem ela é, e vi a própria felicidade dela de poder vestir as próprias roupas de menina.

É uma coisa complicada para os outros, porque eles acham que uma criança não tem entendimento para escolher o que ela quer ser. Que a criança não tem que querer. Mas isso não funciona assim. Na escola, têm os funcionários que não entendem, os pais dos coleguinhas que não entendem. As pessoas não sabem lidar. Nem todo mundo está disposto a conversar. Existe muitas festinhas, aniversários , que minha filha não é convidada a ir.

Apesar do apoio da mãe a família paterna é ausente. Logo após saber a decisão da mãe em aceitar que a filha se vestisse como menina, e assumisse seu desejo de ser tratada como tal, o pai da criança e a família cortaram os vínculos de relacionamento. A família paterna ainda chegou a abrir um processo de maus tratos no Conselho Tutelar por conta da aceitação da mãe.

A ação não foi pra frente, pois ficou claro aos conselheiros, após entrevistas e investigações, não se tratar de abusos ou maus tratos. Saí do Conselho Tutelar com eles me dizendo que se eu soubesse de outros casos de crianças transexuais que estivessem sendo perseguidas, que eu indicasse, pois isso é homofobia.

Não vou cansar de deixar ela ter seu lugar no mundo, porque ela virou uma criança invisível. Ninguém chama ela para passear, para brincar. Minha filha parou de existir enquanto criança e virou só a transexual. Eu sei que é complicado para as pessoas entenderem, mas quando se tem amor, a gente faz um esforço. Quero que ela se desenvolva com todo o potencial que tem e que seja feliz como ela é. As lágrimas caem dos olhos de Eduarda quando ela fala a sobre a incansável luta pelo bem-estar da filha.

LOUVADO SEJA NOSSO SENHOR JESUS CRISTO
PARA SEMPRE SEJA LOUVADO

sexta-feira, 1 de julho de 2011

DISCRIMINAÇÃO : Estudantes homossexuais são vítimas de homofobia no alojamento da UFRJ, no campus do Fundão. "Eu já sou obrigado a conviver com um viado morando em frente, e ainda colam coisas de viado na minha porta!". - Ele diz para eu tomar cuidado, pois os oito caras mais fortes do alojamento estão do lado dele. Chego a ficar sem forças. Fui atingido na minha moral. E já aconteceu algo parecido com o estudante de Letras Delano de Souza. Segundo ele, em abril, o aluno de Matemática Thiago José da Silva Barbosa de Paula tentou arrombar a porta do seu quarto e entrou aos berros de "Viado filho da puta, eu vou te matar!", devido a um problema em seu ar-condicionado. De início, ele me tratava bem, mas, quando ficou sabendo que eu era gay, falou que não era obrigado a ter amizade com viado. Desde esse dia, passou a me perseguir. Mesmo com o processo, ele continua me perseguindo, me intimidando e acuando. Não quero ganhar dinheiro dele. Só quero distância. Representante discente no CEG, a estudante de Serviço Social Deise Pimenta já ouviu outras histórias de violência no alojamento : Um menino gay bateu por engano na porta de outro, que lhe quebrou o braço. As pichações estão na parede até hoje, mas Vera Lucia Aguiar, diretora do alojamento há 18 anos, diz desconhecer qualquer caso de homofobia no local. Rosélia Magalhães, diretora substituta da Divisão de Assistência Estudantil (DAE) ... isso acontece todos os dias dentro e fora da faculdade

O GLOBO



E já aconteceu algo parecido com o estudante de Letras Delano de Souza. Segundo ele, em abril, o aluno de Matemática Thiago José da Silva Barbosa de Paula tentou arrombar a porta do seu quarto e entrou aos berros de "Viado filho da puta, eu vou te matar!", devido a um problema em seu ar-condicionado. Delano prestou queixa na 37ª DP (Ilha do Governador), os dois foram chamados para uma audiência de conciliação, mas não houve entendimento.

-  . Uma vez, me deu um tapa, mas os seguranças impediram a briga - conta Delano. - Não aceitei a conciliação por medo de ele fazer alguma coisa pelas minhas costas. Mesmo com o processo, ele continua me perseguindo, me intimidando e acuando. Não quero ganhar dinheiro dele. Só quero distância.




Ela se refere ao tempo em que a ala masculina era dividida em Caverna do Dragão, onde ficavam os homofóbicos, e Castelo de Cristal, parte que abrigava os homossexuais. As pichações estão na parede até hoje, mas Vera Lucia Aguiar, diretora do alojamento há 18 anos, diz desconhecer qualquer caso de homofobia no local.

Responsável pela seleção, permanência, renovação e saída dos moradores do alojamento, ela afirma que seria preciso que o caso chegasse a instâncias superiores na universidade para que houvesse alguma punição. Belkiss Valdman, pró-reitora de graduação, explica que precisa de um documento formal que aponte os acusados para abrir uma sindicância e apurar o ato:

terça-feira, 23 de dezembro de 2008

OS PROBLEMAS OCASIONADOS PELO RELATÓRIO TÉCNICO DISCRIMINATÓRIO DA DIRETORA VERA LUCIA CASTELAR (mat. 53165) SOBRE o DESEMPENHO TÉCNICO da professora em processo transexualizador Faiza Khálida EM SETEMBRO DE 2002 e o procedimento administrativo discriminatório decorrente QUE NUNCA FORAM RESOLVIDOS. "Parte 1". As síndromes depressivas diagnosticadas por médicos psiquiatras, a tristeza, a falta de prazer nas atividades, o choro fácil, a irritabilidade, a impaciência, a insônia, a ansiedade, as cefaleias frequentes, a vontade de se matar E AS DIFICULDADES PARA CUMPRIR AS TAREFAS NO TRABALHO NÃO FORAM RELATADOS. EU ERA UMA FUNCIONÁRIA PÚBLICA MUNICIPAL DE BELFORD ROXO AVALIADA POR RELATÓRIO TÉCNICO FORA DA REALIDADE QUE EU VIVIA E SENTIA. (professora Faiza Khálida)

"Consequências do Preconceito

Quem pratica o preconceito pode até achar essa palavra comum e não se importar com o que ela pode causar a quem o sofre.


A maioria das vítimas tentam suicídio, se escondem, se calam, vivem num mundo de transtorno, causando uma deterioração a saúde física e mental".





Quando eu comecei a trabalhar em Belford Roxo dando aulas na Escola Municipal São Bento no início do ano em 1995 após ser aprovada no concurso público do município, era muito difícil trabalhar, eu não conseguia nem mesmo circular pela escola devido as manifestações de hostilidade com relação a minha sexualidade. Era um ambiente extremamente hostil comigo porque as pessoas me consideravam homossexual e se manifestavam com preconceito. Eu ouvia inclusive durante as aulas ofensas por parte dos alunos da escola, eu recebia apelido, dava aulas sendo chamada de viado conforme informei à administração pública municipal em processos de 2003. Era alvo de chacotas não apenas dos alunos, outros profissionais da escola riam de mim, me chamavam por apelido, debochavam, ridicularizavam, compactuavam e faziam parte daquela realidade. Por muitos anos eu conseguia heroicamente enfrentar essa situação, mas chegou um momento em que o meu estado mental foi sendo fragilizado apresentando sintomas depressivos, principalmente no período após eu começar a ser tratada mal  pela diretora Vera Lúcia Castelar (mat. 53165) da Escola Municipal São Bento ostensivamente. Eu era todos os dias chamada à sala da direção. Nada estava bom com o meu trabalho. Tudo o que eu fazia era considerado um lixo. As exigências e as responsabilidades eram muitas. Eu tinha que refazer o ponto equivocadamente todos os dias em que a diretora se encontrava na escola. Ela se recusava a entender até que a coordenadora do turno da noite Iranildes havia trocado o meu dia da terça-feira para a sexta-feira para que houvesse aluno na escola nesse dia à noite já que antes a escola ficava vazia porque eles, os alunos, preferiam ficar "curtindo" na praça do Wona.  Eu era acusada dia a dia de ser uma péssima profissional pela diretora Vera Lúcia. A diretora me culpava até do preconceito que eu sofria na escola e, por fim, com o apoio da Subsecretária de Educação Rosângela Maria Gonçalves de Oliveira não  aceitou mais a minha presença na escola municipal São Bento onde eu trabalhava por quase 8 anos.

 FOTO: diretora municipal de Belford Roxo
Vera Lúcia Castelar

Eu trabalhava em sala de aula com pessoas entrando dentro da escola me jogando coisas. Muitas pessoas jogavam coisas para me acertar pelo lado de fora da escola. Muitas entravam dentro da escola para me agredir: me jogavam pedras, lama, cocô ... banho de terra conforme relatei em processos administrativos de 2003 arquivados pela Procuradoria Municipal de Belford Roxo. Quando a diretora entrava na sala de aula e via essa situação humilhante acontecendo, ela parava de falar, virava as costas e ía embora como se nada estivesse acontecendo. Quando eu pedia um posicionamento da diretora Vera, ela me dizia que aquilo acontecia por causa do meu jeito de ser. Aquilo parecia ser normal para a direção ou aquilo era exatamente o que a direção desejava que ocorresse.

 Escola Municipal São Bento
em Belford Roxo


Uma equipe de aproximadamente 8 supervisores da Secretaria Municipal de Educação de Belford Roxo (SEMED) chegou a determinar que fossem colocadas proteções de madeira nos buracos das paredes em sala de aula da Escola Municipal São Bento devido a essas situações de constrangimento que ocorriam. Pena que isso só foi feito depois que eu fui obrigada, chantageada e coagida a sair desta escola.

Síndrome depressiva e depressão bipolar

PARTE DO PROCESSO DE 2003 escrito à mão COM ASSINATURA E MATRÍCULAS MUNICIPAIS
"... MINHA TRISTEZA CADA DIA MAIS AUMENTA. Peço a Prefeitura que custeie para mim um tratamento Psicológico e Psiquiátrico pois sei que não me encontro mais, depois de tudo isso, no meu senso normal e em condições de desempenhar minhas funções equilibradamente. Inúmeras as vezes em que chorei e que passo meus dias lembrando e relembrando esses tristes episódios que não consigo mais tirá-los da minha cabeça sentindo um vazio muito grande que não sei explicar. Por Jesus Cristo preciso de ajuda médica".

Xxxxxx Fagundes Coutinho
Professorx de língua inglesa
5508 e 14725




Eu também informei a Prefeitura Municipal de Belford Roxo através de processos administrativos em 2003 que eu não me encontrava bem de saúde, tinha problemas, fazia uso de remédios para doença mental, precisava de ajuda psiquiátrica e psicológica, tudo isso de forma escrita, muito confusa e muito abatida. Mostrei nesses processos administrativos inclusive o relato do atendimento da emergência do Centro Psiquiátrico do Rio de Janeiro realizado em mim em 2003. Neste relato, o médico, que me atendeu na urgência, manifestava a necessidade de tratamento, acompanhamento psiquiátrico e a presença de doença mental.

EMERGÊNCIA NO CENTRO PSIQUIÁTRICO DO RIO DE JANEIRO - 10/07/2003





A doença mental informada e o relato médico informados nesses processos foram sempre ignorados pela Procuradoria Municipal de Belford Roxo e a Secretaria Municipal de Educação.



NECESSIDADE DE TRATAMENTO PSIQUIÁTRICO 17/07/2003




Mesmo anos depois, cada fato do presente em um determinado momento no meu trabalho de professora em  Belford Roxo estava ligado na minha mente a cada fato do passado realizado durante o meu trabalho profissional no município. Era como se as duas realidades fossem uma coisa só, as situações se repetiam.



Violencia Psicológica - Sequelas - Falta de disposição para realizar tarefas / Medo de enfrentar desafios / Raiva alimentada por si próprio / Tentativa de suicídio / Descrença em seu desempenho pessoal / Depressão permanente
 


Quando a subsecretária de educação Rosângela Maria Gonçalves de Oliveira me disse que eu iria morrer em 2002, eu acreditava que iria tomar um tiro, assim como eu passei a acreditar que eu estava marcada para ser executada a tiro quando a orientadora pedagógica Conceição (Maria da Conceição da Silva Pereira) me disse que eu tomaria um tiro dentro da sala dela na Escola Municipal Jorge Ayres de Lima em 2007.

 FOTO: orientadora pedagógica Conceição


A partir do instante em que a orientadora Conceição me falou que eu ía morrer em 2007, eu não conseguia mais me dedicar adequadamente, planejar aulas, dar aulas, pensar mais no futuro. Eu acreditava que eu era uma mártir, que eu era uma pessoa que já estava no fim da minha vida. Eu acreditava que o fim da minha vida já havia sido determinado e que eu nada poderia fazer quanto a isso. A minha realidade passou a ser outra diante dessa sentença de morte.

DECLARAÇÃO MÉDICA
20/08/2007 - A Sra Faiza Khálida apresentava tristeza, falta de prazer nas atividades, choro fácil, irritabilidade, impaciência com os alunos (era professora), insônia, ansiedade, cefaleias frequentes E DIFICULDADES PARA CUMPRIR SUAS TAREFAS NO TRABALHO
(Isabela Vieira - Médica - CRM 52 68631-0)




Muita coisa aconteceu depois disso na minha mente e no meu psicológico a partir daquele fato em 2007.


IEDE

Usuária Faiza Khálida Fagundes Coutinho - "a pressão social e o constrangimento sofridos fizeram com que apresentasse sintomas de depressão, relatados pela psiquiatra no prontuário da usuária, e este fato a fez deixar de comparecer ao trabalho".




Em um dia em 2002 que eu estava diante da subsecretária de educação Rosângela Maria Gonçalves de Oliveira na Secretaria Municipal de Educação de Belford Roxo e ela me disse que poria um fim na minha vida, eu vi a manifestação plena do mal  em um ser humano.

A Subsecretária de Educação Rosângela Maria mostrava que me odiava, que deseja o pior para mim. Ela fez o que pôde para que eu eu trabalhasse no lugar mais longe da minha residência, onde eu enfrentaria maior dificuldade para chegar à escola e consequentemente fosse mais difícil a realização do meu trabalho. Esse lugar era Nova Aurora.

A Subsecretária de Educação Rosângela Maria Gonçalves de Oliveira fez questão de me dizer que a partir daquele instante em 2002 eu teria de ser perfeita para continuar a ser professora porque se eu cometesse qualquer errinho que fosse, ela teria o motivo que desejava para que eu perdesse o meu emprego, fosse demitida e além disso, nunca mais arrumasse emprego em lugar nenhum. Ela queria me ver arruinada para sempre.

FOTO:
 subsecretária de Educação de Belford Roxo
Rosângela Maria Gonçalves de Oliveira


Após a ameaça de morte e ruína completa da Subsecretária de Educação Rosângela Maria Gonçalves de Oliveira, eu não morri fisicamente, morria psicologicamente, mas um professor da Escola Municipal São Bento que tornou público o que a Subsecretária de Educação Rosângela Maria e a diretora da escola Vera Lúcia Castelar (mat. 53165) faziam comigo naquela época, inclusive a ameaça de morte, e também através de reuniões na escola e abaixo-assinado contra o preconceito, foi assassinado com tiros.



Quando esse professor, que era homossexual, foi assassinado, eu fui informada de que eu não deveria ir ao enterro dele, pois eu poderia ser assassinada também se fosse.

A Subsecretária de Educação Rosângela Maria não conseguindo me enviar para o lugar que ela dizia ser o fim do mundo para mim, me colocou em uma matrícula na Escola Municipal Jorge Ayres de Lima, onde havia o caso de outro professor que era homossexual, que penava, surtava e foi assassinado.





Chegando na Escola Municipal Jorge Ayres de Lima, eu trabalhava em situação de regência humilhante. Era anunciada na unidade escolar da rede de educação de Belford Roxo como o professor tapa-buraco, que não tinha diário nem poderia reprovar. Tinha de entrar e sair das turmas sem hora certa, mal começando ou cortando o assunto, colocando em descrédito tudo o que eu fazia. Eu tinha de dar aulas para crianças do antigo nível "primário" em que eu não tinha especialização. Tinha de dar aulas de matemática, estudos sociais, ciências também sem ter formação e em desvio de função. Também tinha de dar aulas de história que deveriam ser dadas pelo posterior diretor da escola municipal Jorge Ayres de Lima José Carlos Neto Filho (matrícula 11/05236). Permanecia 6 tempos de aula na pior turma da escola em que todos os professores faltavam quando a carga horária da minha disciplina era de apenas 2 tempos SEMANAIS. Era como se eu desse 3 semanas de aulas em um único dia. Eu surtava na sala de aula.


A Secretária de Educação seguinte Maíses Rangel Suhett pôs um fim a processos administrativos onde eu pedia justiça pelo preconceito que eu passei, que teve como "pano de fundo" um relatório mentiroso e discriminatório elaborado pela diretora da escola Vera Lúcia Castelar (mat. 53165). A Secretária de Educação Maíses disse que o relatório técnico havia sumido dentro da Secretaria Municipal de Educação em Belford Roxo, logo, segundo ela, o relatório técnico da diretora Vera Castelar de 2002 era inexistente, consequentemente nada seria feito; e disse também  que eu era um homossexual estigmatizado. Foi a segunda vez que documentos sobre mim foram extraviados ou desapareceram no âmbito da secretaria municipal de educação de Belford Roxo. O meu planejamento que eu havia entregado na Escola Municipal São Bento juntamente com a professora Rosemar, de ciências, nas mãos da orientadora pedagógica Fátima já havia sumido na escola municipal São Bento, sendo registrado falsamente como inexistente no relatório técnico discriminatório da diretora Vera de 2002. A própria professora Rosemar de Ciências, muito indignada na época, indagou a orientadora pedagógica Fátima, na escola, por que ela fez essa sacanagem comigo confirmando a mentira no relatório técnico da diretora Vera de que eu não havia entregado o planejamento, se ela mesma imprimiu o planejamento para mim e viu eu o entregando juntamente com ela em mão à orientadora Fátima. Em 2009, ofício sobre mim também foi extraviado na secretaria municipal de educação de Belford Roxo.

http://faizakhalida.blogspot.com.br/2009/05/extavio-de-oficios-e-processos-na.html

 FOTO: Secretária Municipal de Educação de Belford Roxo
Maíses Rangel Suhett

Para dizer que os problemas ocasionados pelo relatório mentiroso e discriminatório haviam sido resolvidos, a Secretária Municipal de Educação Maíses Rangel Suhett justificou que eu era homossexual. A Secretária de Educação Maíses afirmou erradamente a minha realidade. A minha realidade era feminina e transexual. Eu me encontrava realizando alterações bioquímicas e hormonais no meu organismo em processo transexualizador. Já havia inclusive passado mais de 7 meses que eu havia me submetido a uma cirurgia de adequação sexual chamada pelo procurador Municipal de Belford Roxo Clarindo Manoel de Moraes como mudança de sexo no processo administrativo 04/1746/03.




Também para justificar os problemas ocasionados a mim por este relatório técnico, a secretária de educação Maíses disse que eu sentia o estigma da homossexualidade. A secretária de educação Maíses justificou erradamente a minha realidade em processos administrativos. Na realidade eu não tinha as minhas condições emocionais, psicológicas e mentais inclusive para exercer a minha atividade profissional precisando de tratamento psiquiátrico e psicológico desde 2002.



17/07/2003
 - DIAGNÓSTICO SINDRÔMICO - SÍNDROME DEPRESSIVA
 (Rosângela Ribeiro da Silva
 - CRM 52 56514-3)





PARTE DO PROCESSO 04/2743/03
 de 07 de outubro de 2003 escrito à mão COM ASSINATURA E MATRÍCULAS MUNICIPAIS (FOLHA 04)
"Era desrespeitadx no exercício da minha função, dava aulas sendo chamadx de viado, discriminadx, me jogavam terra".





PARTE DO PROCESSO 04/001497/03
 de 04 de junho de 2003 escrito à mão COM ASSINATURA E MATRÍCULAS MUNICIPAIS (página 03)
"Tem muita gente que tem ódio de homossexual e o preconceito é muito grande nas escolas. É um ambiente doentio. Eu sendo professorx não aguentei. Fui humilhadx muitas vezes. Me disseram que eu teria de ser perfeitx se quisesse continuar a ser professorx".



OUTRA PARTE DO PROCESSO 04/2743/03
 de 07 de outubro de 2003 escrito à mão COM ASSINATURA E MATRÍCULAS MUNICIPAIS (FOLHA 03)
"Fiquei perturbadx, fragilizadx, desorientadx, com os nervos pronto pra explodir, paranoicx, em depressão com as pessoas que ficavam debochando da minha sexualidade".





Folha 03 PROCESSO 04/002061/03




 
7 meses após a minha cirurgia de correção sexual e tendo uma vagina, a secretária de Educação Maíses  Rangel Suhett dizia em processo em julho de 2005 que eu era o professor homossexual demonstrando total desconhecimento, total equívoco ou total desrespeito a minha identidade de gênero, ao meu sofrimento e a minha aflição  de ser tratada no trabalho no gênero masculino.

"QUANDO A DIFERENÇA NÃO PRODUZ UMA DIFERENÇA NO OLHAR A EXCLUSÃO DA ESCOLA DÁ LUGAR À EXCLUSÃO NA ESCOLA".

A Secretária de educação de Belford Roxo Maíses Rangel Suhett disse em processos que eu havia comparecido na secretaria de educação e havia dito que os problemas ocasionados a mim pelo relatório técnico da diretora Vera Lúcia Castelar de 2002 foram resolvidos com a minha transferência para uma outra unidade escolar. Ela mentiu. Eu não falei isso. Eu fui obrigada, chantageada, ameaçada e coagida pela subsecretária de educação Rosângela Maria Gonçalves de Oliveira a nunca mais pisar na Escola Municipal São Bento onde eu dava aulas por mais de 7 anos, tendo 2 matrículas, caso contrário esse relatório técnico seria usado para acabar com a minha vida. Esses problemas e esses traumas ocasionados pelo relatório técnico  discriminatório e os procedimentos administrativos discriminatórios decorrentes deste relatório técnico nunca foram resolvidos. A decisão de me excluir daquela escola municipal de Belford Roxo foi da Subsecretária de Educação Rosângela Maria Gonçalves de Oliveira e da diretora da escola Vera Lúcia Castelar contra a minha vontade e contra a vontade daqueles que denunciavam o preconceito até na forma documental de abaixo-assinado entregue na secretaria municipal de educação de Belford Roxo. Os problemas ocasionados pelo relatório técnico da diretora Vera Castelar sobre o meu desempenho em 2002 nunca foram reconhecidos pela Secretaria de Educação e pela Procuradoria Municipal de Belford Roxo.




Em dezembro de 2006, a secretária de educação de Belford Roxo Maíses Rangel Suhett não gostou de eu ter relatado que eu passava transfobia na Escola Municipal Jorge Ayres de Lima e declarado que precisava ser respeitada como funcionária pública no processo administrativo 04/003997/06. Ela mandou que eu pedisse o arquivamento do processo para que eu pudesse receber o meu pagamento.









Quase cinco anos depois eu fui novamente ameaçada de morte, desta vez pela orientadora pedagógica Conceição
na Escola Municipal Jorge Ayres de Lima que me disse que eu tomaria um tiro, depois disso nada foi como antes.

Escola Municipal Jorge Ayres de Lima
em Belford Roxo
 
Muita coisa aconteceu depois disso na minha mente e no meu psicológico, muita coisa era realmente real, muita coisa era irreal e sobrenatural.



 
Essas experiências me tiraram completamente dessa realidade que me ocorria e que eu já não conseguia suportar. A minha mente não tinha mecanismos para enfrentar essa situação apresentando inclusive depressão, comportamento delirante persecutório e sintomas psicóticos observando piora de quadro psiquiátrico e agravamento dos sintomas durante meu período laboral no quadro de servidora pública da Prefeitura Municipal de Belford Roxo com posterior diagnóstico de Transtorno Bipolar.




(Faiza Khálida Fagundes Coutinho - Prefeitura Municipal de Belford Roxo, matrículas 5508 e 14725, Identidade 09089680-4, CPF 024114147-81)

Bendito é o preciosíssimo sangue do Senhor Jesus Cristo.

Jesus é o caminho.

Louvado seja o Senhor Jesus Cristo para sempre.




PARA LER OS DEPOIMENTOS CLICAR ABAIXO:

1- Em 2002 eu passei a ter depressão E DEPOIS A FAZER USO DE REMÉDIOS PSICOTRÓPICOS PARA TRABALHAR após ser ameaçada de morte pela subsecretária municipal de Educação de Belford Roxo e impedida de chegar a 100 metros da escola municipal em que eu sofria preconceito.






2- Relatório técnico usado para me ameaçar e tratar com discriminação elaborado pela diretora da escola municipal em que eu lecionava por quase 8 anos sumiu e foi anunciado como se não tivesse existido.


3- Em 2007 fui ameaçada de morte novamente em meu trabalho de professora da rede educacional de Belford Roxo pela orientadora pedagógica que me dizia que eu não poderia ser professora da escola municipal por ser transexual.


4- Em processo administrativo de 2003 eu pedi para que a Prefeitura Municipal de Belford Roxo custeasse um tratamento Psicológico e Psiquiátrico para mim alegando que eu não me encontrava mais depois de tudo que havia passado no serviço público da rede de educação em condições de desempenhar minhas funções equilibradamente, mas eu não fui atendida. No mesmo parágrafo do processo de 2003 arquivado pela Procuradoria do Município, eu registrei " que inúmeras vezes me encontrava chorando e relembrando esses tristes episódios no trabalho que não conseguia mais tirá-los da minha cabeça sentindo um vazio muito grande e outros sintomas psiquiátricos que não conseguia explicar pedindo em nome do Senhor Jesus Cristo ajuda médica ".


5- Em 1/10/2005 o Jornal O DIA informava na sua reportagem que eu havia começado a tomar hormônios em 2002 e a fazer procedimentos como o laser, que eu enfrentava um processo transexualizador e que eu necessitava inclusive da adequação burocrática e administrativa. O jornal O DIA também informava que eu fazia acompanhamento com psicólogos e tomava remédios como calmantes e antidepressivos por determinação médica. 


6- O PROCESSO ADMINISTRATIVO DA PREFEITURA MUNICIPAL DE BELFORD ROXO NÚMERO 04/002743/03 - Assunto: PROVIDÊNCIAS POR DISCRIMINAÇÃO - Data: 07/10/2003 - Era desrespeitada no exercício da minha função, dava aulas sendo chamada de viado, discriminada, me jogavam terra. Fiquei perturbada, fragilizada, desorientada, com os nervos pronto pra explodir, paranoica, EM DEPRESSÃO com as pessoas que ficavam me chamando de Xxxxxxxxx debochando da minha sexualidade.












7 - Processo Administrativo 04/001497/03 - Data 04/06/2003 - HOMOFOBIA - " Tem muita gente que tem ódio de homossexual e o preconceito é muito grande nas escolas. É um ambiente doentio. Eu sendo professora não aguentei. Fui humilhada muitas vezes. Me disseram que eu teria de ser perfeita se quisesse continuar a ser professora ".








8- Folha 03 do Processo 04/002061/03 - Diretora Vera e orientadora pedagógica Fátima da Escola Municipal São Bento sacanearam a professora Faiza Khálida mentindo em relatório técnico de 2002 dizendo que ela não entregou o planejamento.








9- Procurador de Belford Roxo da Comissão de Inquérito Administrativo Disciplinar se negava tomar conhecimento de que eu passava preconceito, constrangimento, ameaça e não conseguia mais trabalhar. Disse que tinha mais o que fazer. Outro procurador mentiu dizendo que eu recebi cópia de processo. 


10- Os meus 2 aparelhos portáteis que eu utilizava para dar aulas sumiram nas 2 escolas municipais de Belford Roxo ao mesmo tempo. 


11- Meu quadro de adoecimento psíquico e mental era ignorado em relatórios técnicos e avaliações sobre mim na Secretaria de Educação e Procuradoria Municipal de Belford Roxo.


12- Secretaria de Educação e Procuradoria Municipal de Belford Roxo abafavam o problema da discriminação.


13- A minha presença em escolas era condenada e julgada por pessoas religiosas e interpretações bíblicas.



14- Em maio de 2008 a médica psiquiátrica verificou que dificilmente haveria SOLUÇÃO do meu QUADRO DE DEPRESSÃO porque NÃO HAVIA RESOLUÇÃO DOS PROBLEMAS SOCIAIS referentes ao meu trabalho que me estressavam.


15- Procurador de Belford Roxo LORIVAL ALMEIDA DE OLIVEIRA mentiu dizendo que eu havia recebido cópia de processo para ter como me defender. Na ESCOLA MUNICIPAL JORGE AYRES DE LIMA não me deram cópia de nada e de nenhum processo. Não me deixaram ler o processo ou tirar cópia dele. 


16- Orientadora se mobilizava para me tirar de escola municipal de Belford Roxo e me prejudicava. Vivência da exclusão e do isolamento.


17- Funcionários públicos municipais de Belford Roxo desrespeitavam a identidade de gênero de transgêneros, travestis e transexuais.


















18- Mais um evento traumático comigo ficou impune devido ao meu estado de abatimento, apatia e inércia. Eu fui retirada à força de dentro do banheiro feminino da Prefeitura e jogada no chão da escada por aproximadamente 8 guardas-municipais a mando do subsecretário Paulo Allevato.















20- Em 2009, o subsecretário municipal de Educação de Belford Roxo Miguel de Sousa Ramiro que prometeu mandar a minha frequência pelo período coberto pelo LAUDO MÉDICO PSIQUIÁTRICO, 2 semanas depois disse para mim que havia esquecido de tudo inclusive do MEU LAUDO MÉDICO mediante a pressão do supervisor educacional, consultor e assessor jurídico Jorge Silva (mat. 54368). OFÍCIOS REFERENTES A MIM FORAM EXTRAVIADOS NA SEMED (secretaria municipal de educação de Belford Roxo).


21- A PREFEITURA MUNICIPAL DE BELFORD ROXO, A PROCURADORIA MUNICIPAL E A SECRETARIA DE EDUCAÇÃO NUNCA ADMITIAM EM PUNIÇÃO, OCORRÊNCIA, RELATOS, RELATÓRIOS, PROCEDIMENTOS ADMINISTRATIVOS E INQUÉRITOS, INCLUSIVE OS QUE ME DEMITIRAM DEFINITIVAMENTE DO FUNCIONALISMO PÚBLICO MUNICIPAL, QUE EU ATRAVESSAVA TANTO UM PROCESSO BIOQUÍMICO DIÁRIO QUE AFETAVA  TODA A MINHA MENTE E TODO O MEU CORPO COMO TAMBÉM  ATRAVESSAVA UMA REALIDADE QUE ME CAUSAVA SOFRIMENTO.




22- O RELATÓRIO SOBRE O II CONSELHO DE CLASSE DE 2007 NA ESCOLA MUNICIPAL JORGE AYRES DE LIMA FEITO PELA ORIENTADORA PEDAGÓGICA CONCEIÇÃO COM O OBJETIVO discriminatório DE ME PREJUDICAR.


23- Procuradora de Belford Roxo DÉBORA FERNANDES CORDEIRO PINTO (matrícula 80/28.585) também ligada a igreja evangélica recusou por 2 vezes o meu pedido de readmissão. FOI CURTA E GROSSA. NÃO COMENTOU SOBRE O LAUDO MÉDICO APRESENTADO. NÃO SE INTERESSOU EM AVERIGUAR O QUADRO PSIQUIÁTRICO. NÃO FEZ REFERÊNCIA AOS PROBLEMAS SOCIAIS E AO PRECONCEITO NO TRABALHO. IGNOROU TUDO SIMPLESMENTE.


24-  Não condene alguém com transtorno bipolar com sintomas psicóticos no mundo do trabalho. É o que eu posso ensinar às pessoas para que o mundo seja um pouco melhor  diante do quadro em que eu vivi no meu emprego de professora concursada e efetiva da Prefeitura Municipal de Belford Roxo.
  

25- Demissão em 2010 referente ao período de adoecimento psíquico mental.





26- Defesa dos inquéritos disciplinares e administrativos referentes a professora em processo transexualizador Faiza Khálida (NUDIVERSIS - Núcleo de Defesa da Diversidade Sexual e dos Direitos Homoafetivos da Defensoria Pública do Estado do Rio de Janeiro).


27- Praticamente todos na Prefeitura Municipal de Belford Roxo sabiam que eu lutava contra um preconceito que impactava a minha saúde psicológica e mental. A administração Pública de Belford Roxo se fez de cega.O PIOR CEGO É AQUELE QUE NÃO QUER VER.




28- Psicólogo do programa Rio Sem Homofobia esteve na Procuradoria de Belford Roxo explicando o meu adoecimento, nem assim houve reconhecimento, avaliação ou consideração  do meu quadro de doença descritos em laudos médicos e psicológicos.


29- Extravio de ofício e processo na Secretaria de Educação referente a professora em processo transexualizador Faiza Khálida.


30- Processo Judicial número 0004742-25.2012.8.19.0008 se encontra na segunda Vara Cível de Belford Roxo desde 02/03/2012.



31- A violência de gênero, o assédio moral, a desvalorização do magistério e o constrangimento no trabalho em Belford Roxo são realidades. O Brasil é o país que mais mata travestis e transexuais no mundo. Tudo isso também leva a Educação Municipal de Belford Roxo para o último lugar no Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (IDEB) na Baixada Fluminense.



32- Esclarecendo a minha incapacidade laborativa e social no meu trabalho de professora da Prefeitura de Belford Roxo.

É preciso combater o
 ASSÉDIO MORAL
 na Administração Pública
ASSÉDIO não
DENUNCIE O ASSÉDIO MORAL
CALAR-SE DIANTE DE UMA INJUSTIÇA NÃO É SER DA PAZ. É SER OMISSO.
Não fique calado diante da homofobia

Ninguém precisa ser trans para lutar contra a transfobia

Discriminação é gol contra !

Louvado o Senhor Jesus Cristo para sempre.