Mostrando postagens com marcador assédios morais. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador assédios morais. Mostrar todas as postagens

sábado, 2 de julho de 2011

FALTA EDUCAÇÃO. TRAVESTIS E TRANSEXUAIS PRECONCEITOS ABSURDOS NAS ESCOLAS. BOA PARTE SE AFASTA DA ESCOLA AOS 13 ANOS. A ESCOLA É LUGAR DE EXCLUSÃO.


Sem discriminação

JORNAL EXTRA

Travestis e Transexuais USAM NOME SOCIAL MASCULINOS nas escolas .
Elas não são chamadas pelo nome social, nem em documentos escolares.
Não se esclarece o tema da homofobia e a questão de gênero.
A discriminação chega a impedir ainda o uso de roupas e acessórios.

A Educação e o acesso à informação não são garantidas para as travestis e as transexuais. O preconceito no colégio tem muito ainda para diminuir : - A escola, que deveria ser um espaço de inclusão, acaba sendo um lugar de exclusão. Boa parte das travestis abandonam a escola por volta dos 13 anos em razão da discriminação. O prejulgamento se transforma em discriminação. E compromete a qualidade de vida dessas pessoas.

Louvado seja Nosso Senhor Jesus Cristo para sempre.

sexta-feira, 1 de julho de 2011

DISCRIMINAÇÃO : Estudantes homossexuais são vítimas de homofobia no alojamento da UFRJ, no campus do Fundão. "Eu já sou obrigado a conviver com um viado morando em frente, e ainda colam coisas de viado na minha porta!". - Ele diz para eu tomar cuidado, pois os oito caras mais fortes do alojamento estão do lado dele. Chego a ficar sem forças. Fui atingido na minha moral. E já aconteceu algo parecido com o estudante de Letras Delano de Souza. Segundo ele, em abril, o aluno de Matemática Thiago José da Silva Barbosa de Paula tentou arrombar a porta do seu quarto e entrou aos berros de "Viado filho da puta, eu vou te matar!", devido a um problema em seu ar-condicionado. De início, ele me tratava bem, mas, quando ficou sabendo que eu era gay, falou que não era obrigado a ter amizade com viado. Desde esse dia, passou a me perseguir. Mesmo com o processo, ele continua me perseguindo, me intimidando e acuando. Não quero ganhar dinheiro dele. Só quero distância. Representante discente no CEG, a estudante de Serviço Social Deise Pimenta já ouviu outras histórias de violência no alojamento : Um menino gay bateu por engano na porta de outro, que lhe quebrou o braço. As pichações estão na parede até hoje, mas Vera Lucia Aguiar, diretora do alojamento há 18 anos, diz desconhecer qualquer caso de homofobia no local. Rosélia Magalhães, diretora substituta da Divisão de Assistência Estudantil (DAE) ... isso acontece todos os dias dentro e fora da faculdade

O GLOBO



E já aconteceu algo parecido com o estudante de Letras Delano de Souza. Segundo ele, em abril, o aluno de Matemática Thiago José da Silva Barbosa de Paula tentou arrombar a porta do seu quarto e entrou aos berros de "Viado filho da puta, eu vou te matar!", devido a um problema em seu ar-condicionado. Delano prestou queixa na 37ª DP (Ilha do Governador), os dois foram chamados para uma audiência de conciliação, mas não houve entendimento.

-  . Uma vez, me deu um tapa, mas os seguranças impediram a briga - conta Delano. - Não aceitei a conciliação por medo de ele fazer alguma coisa pelas minhas costas. Mesmo com o processo, ele continua me perseguindo, me intimidando e acuando. Não quero ganhar dinheiro dele. Só quero distância.




Ela se refere ao tempo em que a ala masculina era dividida em Caverna do Dragão, onde ficavam os homofóbicos, e Castelo de Cristal, parte que abrigava os homossexuais. As pichações estão na parede até hoje, mas Vera Lucia Aguiar, diretora do alojamento há 18 anos, diz desconhecer qualquer caso de homofobia no local.

Responsável pela seleção, permanência, renovação e saída dos moradores do alojamento, ela afirma que seria preciso que o caso chegasse a instâncias superiores na universidade para que houvesse alguma punição. Belkiss Valdman, pró-reitora de graduação, explica que precisa de um documento formal que aponte os acusados para abrir uma sindicância e apurar o ato:

sábado, 2 de julho de 2005

SUBPROCURADOR-GERAL "VOCÊ É UM CARA MORTO ! " "VOU BOTAR VOCÊS PRA RUA ! "

REDE GLOBO
JORNAL NACIONAL


Subprocurador-geral do DF xinga e ameaça policiais

Ele foi preso depois de se envolver em acidente e fugir.

Flagrante de desacato à autoridade, em Brasília. Um subprocurador geral do governo do Distrito Federal foi preso esta madrugada. Xingou e fez ameaças sem saber que estava sendo filmado pelo celular de um dos policiais. Segundo testemunhas, o subprocurador geral do governo do Distrito Federal, José Luciano Arantes, bateu no carro que estava na frente e fugiu. A vítima – uma mulher, foi atrás. Só conseguiu falar com o subprocurador quando ele parou na porta de casa. “Desci do meu veículo e bati no vidro dele. E falei: ‘Desce daí e vamos conversar’”, conta Silvana Negrão Santos. Segundo Silvana, a tentativa de conversa não deu certo e acabou em briga. A policia foi chamada. Pediu que José Luciano Arantes fizesse o teste do bafômetro. Ele se recusou. A ordem de prisão foi dada e gravada pelos policiais.

Policial: Você está preso. Eu sou um cabo da Polícia Militar. José Luciano Arantes: Você é um cabo de... 

Policial: Eu sou o quê? Algemado, dentro do camburão, José Luciano xinga os policiais. 

José Luciano Arantes: Eu sou advogado. Vou botar vocês pra rua!

E na delegacia, faz ameaças. 

José Luciano Arantes: Você passou perto da minha casa, você é um cara morto! O delegado diz que o subprocurador vai responder por seis delitos, entre eles desacato a autoridade e lesão corporal e pode pegar até dois anos de prisão. “O exame clinico não afere a quantidade de alcoolemia no sangue, mas os sintomas estavam presentes. Foi atestada a embriaguez por meio de exame clínico”, afirma o delegado-adjunto Daniel Malvazzo. O subprocurador assinou um termo se comprometendo a comparecer à Justiça quando for chamado, e foi liberado sem precisar pagar fiança. A produção do Jornal Nacional tentou entrar em contato com o subprocurador, mas ele não foi encontrado.

Louvado seja Nosso Senhor Jesus Cristo para sempre.