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segunda-feira, 21 de agosto de 2017

Victor Hugo Vilas Boas lutou desde 2016 pelo respeito ao seu nome social na Faculdade de Direito Ruy Barbosa em Salvador, Bahia.

http://www.nlucon.com/2017/08/apos-denuncia-aluno-trans-tem-nome.html

Victor Hugo Vilas Boas é um homem trans. Há um mês ele fez uma denúncia publicamente pra que a Faculdade onde ele estuda respeitasse o seu nome social. Várias pessoas e veículos de comunicação deram visibilidade ao caso dele, incluindo o Portal G1 da Globo, e com a pressão e indignação dessa repercussão o nome dele foi finalmente alterado na lista de chamada, na biblioteca e nas áreas de atendimento aos alunos. Foi um passo importante para que ele fosse finalmente respeitado. A manchete do G1 dizia: "Estudante transexual acusa Faculdade de Salvador de transfobia. Não vou me calar" Ele vem lutando pelo respeito ao seu nome social na Faculdade desde 2016 quando precisava expor a sua vida e intimidade na Faculdade perante os coordenadores e explicá-los o que é ser um homem trans e como é o tratamento. Em fevereiro, a Defensoria Pública do Estado do Rio de Janeiro solicitou respeito ao seu nome social, mas nada era feito, mesmo com  a citação da lei número 8.727 de 2 de abril de 2016 no documento da Defensoria Pública. Quando o caso dele foi parar na mídia com a exposição do constrangimento, a Faculdade emitiu uma nota dizendo que o nome social dele aparecia no sistema, e a Faculdade garantiu que respeitava o nome social de alunos e professores, mas isso era mentira e conversa fiada. Victor fez um vídeo demonstrando que o nome social dele não estava sendo respeitado em nenhum espaço da Faculdade. A Faculdade apostou na mentira e não foi possível Vitor resolver o problema através do respeito. Victor precisou se expor, passar a focar na questão do respeito a ele dentro da Faculdade e dedicar o tempo precioso de estudo acadêmico para que finalmente agora a Faculdade passasse a respeitá-lo respeitando o seu nome social. Torcemos para que Victor possa focar apenas nos estudos acadêmicos sem esses entraves e lamentáveis dificuldades.

https://faizakhalida.blogspot.com.br/2017/08/victor-hugo-vilas-boas-lutou-desde-2016.html

http://www.nlucon.com/2017/08/apos-denuncia-aluno-trans-tem-nome.html

http://g1.globo.com/bahia/noticia/estudante-acusa-faculdade-de-salvador-de-transfobia-nao-vou-me-calar.ghtml



Louvado O Senhor Jesus Cristo para sempre.

quarta-feira, 16 de agosto de 2017

Homem trans espancado e encontrado em poça de sangue contraiu pneumonia em Hospital Público de Duque de Caxias. 2 braços quebrados, ficou apenas com 2 dentes da boca e teve traumatismo craniano. Foi encontrado na poça de sengue com convulsões, e pela Família uma semana depois. Durante atos de transfobia, ele ouvia coisas como "se você é homem, vai apanhar como homem".

http://dentrodomeio.com.br/2017/08/14/homem-trans-respira-com-aparelhos/

O homem trans que foi espancado está internado na UTI do Hospital de Saracuruna em Duque de Caxias no Rio de Janeiro na altura da Rodovia Washington Luís . Ele foi encontrado pela família uma semana depois de ter sido espancado. Os seus dois braços foram quebrados. Ele ficou com apenas dois dentes da boca e teve traumatismo craniano. A irmã dele contou ao G1 que ele foi encontrado em uma poça de sangue caído com convulsões devido a um traumatismo craniano. Ele precisou ser reanimado pelo Corpo de Bombeiros. No Hospital em Duque de Caxias, o homem trans contraiu pneumonia. Não foi a primeira vez que o homem trans foi agredido segundo a irmã dele. Durante os atos de transfobia, ele ouvia coisas como "se você é homem, vai apanhar como homem".

Louvado O Senhor Jesus Cristo para sempre.

Louvado O Senhor Jesus Cristo para sempre.

domingo, 6 de agosto de 2017

Mara Michele, técnica em Desenvolvilmento Infantil (TDI) concursada vem sofrendo constrangimentos e discriminação por sua identidade de gênero em seu ambiente trabalho no Centro de Educação Infantil Vovó Teresinha por parte da direção (gestão da escola) e por uma funcionária da escola que é pastora de uma igreja onde os pais de um aluno de cinco anos frequenta. Ela é pastora na igreja dos pais da criança, e não respeita a identidade de gênero dela, se recusando a chamar ela pelo seu nome social”, O abalo gerado nela pelos vários constrangimentos vivenciados fez com que a técnica concursada fosse buscar alguma ajuda da Defensoria Pública que cobra uma atitude real da Secretária Municipal de Educação de Alto Paraguai Sandra Real contra essa violação de direitos humanos e constitucionais.


http://sintep2.org.br/sintep/exibir.php?exibir=1&id_l=4942

Mara Michele, técnica em Desenvolvilmento Infantil (TDI) concursada vem sofrendo constrangimentos e discriminação por sua identidade de gênero em seu ambiente trabalho no Centro de Educação Infantil Vovó Teresinha por parte da direção (gestão da escola) e por uma funcionária da escola que é pastora de uma igreja onde os pais de um aluno de cinco anos frequenta. Ela é pastora na igreja dos pais da criança, e não respeita a identidade de gênero dela, se recusando a chamar ela pelo seu nome social”, O abalo gerado nela pelos vários constrangimentos vivenciados fez com que a técnica concursada fosse  buscar alguma ajuda da Defensoria Pública que cobra uma atitude real da Secretária Municipal de Educação de Alto Paraguai Sandra Real contra essa violação de direitos humanos e constitucionais.


Educadora denuncia discriminação de gênero em escola.


O Sindicato dos Trabalhadores no Ensino Público de Mato Grosso (Sintep/MT), cobra esclarecimentos da Secretaria Municipal de Educação de Alto Paraguai e da direção do Centro de Educação Infantil Vovó Nezinha, no município, sobre suposto ato discriminatório no exercício profissional, contra a técnica em Desenvolvimento Infantil (TDI), socialmente identificada como Maria Michelle Ferreira de Almeida.

Maria Michelle é o nome social de José Maria Ferreira de Almeida. A técnica atua há três anos na escola, após tomar posse no Concurso Municipal. Há alguns meses ela passou a sofrer discriminação por sua identidade de gênero, por parte da direção do Centro de Educação, tendo inclusive recebido uma “orientação” para que não frequentasse a escola no período fora da jornada de trabalho.

Segundo ela, a motivação da gestão para os atos teria partido da reação de uma criança de cinco anos, que frequenta o Centro Infantil no contraturno de sua jornada. “Por vezes cobrimos uma colega de outro período, e criança me vê na escola”, disse. Porém o preconceito tem sido evidenciado também por uma funcionária. “Ela é pastora na igreja dos pais da criança, e não respeita a minha identidade de gênero, se recusando a me chamar pelo meu nome social”, relata. Pelos vários constrangimentos vivenciados a técnica foi buscar reparação na Defensoria Pública e tem recebido apoio de movimentos LGBT’s de vários estados brasileiros.

O Sintep/MT, como entidade de defesa dos direitos dos/as trabalhadores/as da educação pública, e atuante na questão dos direitos humanos, condena qualquer ato de preconceito e cobra do governo municipal, em específico da secretária de educação, Sandra Carvalho, assim como da direção do Centro Educacional, um posicionamento sobre atitude inconstitucional.

“Defendemos a escola humanizadora, pública, democrática, laica e socialmente referenciada. Por esse motivo, repudiamos quaisquer formas de discriminação, seja por credo, etnia, gênero, condição social ou outro”, destaca a vice presidente do Sindicato, Jocilene Barboza.

O ocorrido no Centro Educacional Vovó Nezinha fere o artigo 5ª da Constituição Federal quando discrimina pela identidade de gênero ou orientação sexual. E mais, contradiz a Resolução CNE nº 2/2012 que estabelece as diretrizes para a educação em direitos humanos e a Parecer nº 010/2009 do Conselho Estadual de Educação (CEE-MT) que reconhece o nome social.

Assessoria/Sintep-MT

VER TAMBÉM 
O PRECONCEITO SISTEMÁTICO COM TRANSEXUAIS NO MERCADO DE TRABALHO EDUCAÇÃO PÚBLICA E PARTICULAR

Louvado O Senhor Jesus Cristo para sempre.

segunda-feira, 31 de julho de 2017

Bárbara Ayres mulher trans e assessora parlamentar - sofrimento e constrangimento com tratamento de Hospital público

https://davidmirandario.com.br/2017/07/assessora-trans-tem-direitos-rasgados-em-hospital-municipal-do-rio/

Bárbara Ayres, assessora parlamentar e mulher trans contou a tristeza e sofrimento com o desprezo pelo seu direito ao tratamento digno no Hospital Municipal Barata Ribeiro que fica na zona oeste do Rio de Janeiro.

Bárbara foi fazer um exame de ressonância magnética em seus seios que havia sido marcado há 15 meses. Após esperar por 4 horas além do marcado para ser atendida, o exame foi remarcado para terça. Na terça, o pior não foi a fila enorme de costume, foi ser identificada pelo gênero masculino com o nome que gera nela constrangimento. Não adiantou ela ter preenchido a ficha que exige ser chamada pelo nome social. Seu cartão de atendimento foi feito com nome que a constrange também e ela foi chamada em voz alta com esse nome. No SISREG dela tem pedido com nome social. Bárbara acabou ficando abalada com o tratamento e gritou com a atendente para ter tratamento digno. Seu psicológico fica muito abalado com isso porque ela mesma teve o mesmo problema na Clínica da Família em 2015. Na época, ela denunciou o caso, mas não teve retorno. Existe decreto, portaria, promessa de se resolver os sofrimentos de pessoas trans na rede pública de saúde, mas casos como este mostram que o desrespeito existe na rede pública de saúde.

Louvado O Senhor Jesus Cristo para sempre.

quarta-feira, 26 de julho de 2017

Étory Luis Gonzaga - Transexual sofre preconceito no serviço público. A TRANSFOBIA INSTITUCIONAL DO SERVIÇO PÚBLICO AINDA EXISTE EMBORA O MESMO ESTADO GASTE UM GRANDE INVESTIMENTO CONTRA A TRANSFOBIA



O servidor público Étory Luis Gonzaga, um homem transexual, relatou publicamente sofrer preconceito no meio em que trabalha e pelos colegas de serviço.


Antes de ele fazer a transição de gênero, ele já trabalhava na Escola Dr. Cesário Coimbra e já sofria com a direção por causa do seu jeito de ser e de suas tatuagens inclusive. Após ele se "assumir" trans começando o tratamento hormonal, eles diziam que aceitaram o nome Étory mas no Livro constava o nome que lhe causava constrangimento. Esse nome foi retificado judicialmente em maio, a certidão de nascimento e o RG foram entregues, mas ficaram lhe enrolando e mesmo após decisão judicial lhe informaram que deveria assinar com nome antigo. As pessoas e o serviço público geram dificuldades, desconfortos e sofrimentos ao servidor público transexual. Étory não se sente bem sendo identificado como mulher e assinando o seu nome como mulher inclusive porque essa questão da identidade lhe faz muito mal e lhe impõe sofrimento desumano e desnecessário.


Em reportagem do G1, Étory relatou o sofrimento de continuar a ser chamado pelo pronome feminino durante meses e sem ter o nome alterado nos documentos oficiais. As pessoas fingem não tomar conhecimento que uma pessoa trans está sofrendo com esse constrangimento no serviço público. É um situação psicológica e mental constrangedora.


Étory Luis Gonzaga  presta os seus serviços na Escola Estadual Doutor Cesário Coimbra desde 2014. Foi aprovado em concurso público. Tomou posse em 2013. E ele realizou a sua transição de gênero no serviço público. A Justiça reconheceu o seu direito a substituição do seu nome no trabalho, mas a transfobia é também institucional, ou seja, o próprio sistema não reconhece muitas vezes o sofrimento que este impõe as pessoas trans quando lhe fazem ser identificadas no gênero que tanto lutaram para que não fossem assim identificadas e registradas.


Essas atitudes no seu serviço público com relação ao seu jeito de ser fazem mal. Também faz mal ver os seus documentos no trabalho lhe identificando com o gênero e o nome que até a Justiça reconheceu que são danosos. Os próprios colegas de trabalho do setor administrativo e de gestão o colocavam em situações vexatórias. Há um prazer aparente nessas pessoas com o sofrimento alheio manifestada em ações e omissões. Como exemplo o caso do vice-diretor que conscientemente falava assim "Vai lá e fala com aquela mocinha A Étory". Ninguém tem preconceito no serviço público não porque o preconceito não existe de fato, mas porque o preconceito é velado e quem sente o sofrimento é a pessoa transexual. Étory denunciou a discriminação a Diretoria de Ensino de Pirassununga (SP) mas a situação nunca foi resolvida. Étory também realizou denúncia escrita à mão de próprio punho formalmente a Secretaria de Educação do Estado de São Paulo.


Diante de todas as questões que envolviam a transfobia institucional velada, em janeiro de 2017 Gonzaga pediu afastamento por depressão, mas o atestado foi indeferido e começaram os problemas para receber o seu salário.

A transexualidade no serviço público
Advogada tenta garantir direitos de homem trans em várias instâncias

Em abril de 2017 uma reunião entre o servidor público Étory foi agendada em Araras, mas os representantes da diretoria não compareceram. Posteriormente eles fizeram um convite para que ele fosse em Pirassununga mas sem financiar os gastos da viagem.

A Diretoria fechou o processo para a Secretaria da Educação sobre Étory dando todas as notas dele abaixo da média em avaliação. Em momento delicado de sua vida, o jovem transexual Étory também move um processo judicial para cirurgia de retirada de útero e mamas. Ele tem os laudos psiquiátricos e psicológicos, mas o plano alega que o procedimento é estético para não cobrir o gasto com os procedimentos.

Étory relatou que sente muitas dores e corre risco de desenvolver um câncer. São várias as justificativas para a mastectomia, e o plano não autoriza o procedimento. O plano de saúde também não aceitava o nome social. O Juíz deu decisão a favor de Étory concedendo indenização de danos morais e a obrigação de fazer os procedimentos cirúrgicos em 60 dias com multa diária de R$ 5 mil, mas a Unimed foi recorrer da decisão.

Aparentemente o Estado informa respeitar a inclusão e a diversidade, mas as questões de transfobia, ainda que veladas, permanecem gerando desconforto, dor, constrangimento e sofrimento a transexuais.

http://g1.globo.com/sp/sao-carlos-regiao/noticia/servidor-publico-transexual-alega-ter-sido-vitima-de-transfobia-em-escola-de-sp.ghtml?utm_source=facebook&utm_medium=share-bar-desktop&utm_campaign=share-bar

Louvado O Senhor Jesus Cristo para sempre.

domingo, 9 de julho de 2017

Nicholas Domingues - Homem trans que se suicidou em Juiz de Fora escreveu: "Como se não bastasse todo o sentimento em relação ao corpo, temos que aguentar a opressão e enfrentar diariamente os olhares esquisitos no banheiro, temos que aguentar nossos nomes desrespeitados e a falta de oportunidades no mercado de trabalho e uma junção disso tudo mata muito"

Homem trans que se suicidou em Juiz de Fora escreveu: "Como se não bastasse todo o sentimento em relação ao corpo, temos que aguentar a opressão e enfrentar diariamente os olhares esquisitos no banheiro, temos que aguentar nossos nomes desrespeitados e a falta de oportunidades no mercado de trabalho e uma junção disso tudo mata muito"

DADOS SÃO ALARMANTES

66,4% dos homens trans brasileiros pensaram em suicídio, 41,5% já tentaram pelo menos uma vez e 28,2% tiveram duas tentativas. A população em geral, tem o índice de 3% de uma tentativa de suicídio. Apesar desses dados alarmantes não há nenhuma campanha nacional ou políticas públicas que abordem com sensibilidade e eficácia o suicídio de pessoas trans ou LGB. Tampouco campanhas ou ações que visam efetivamente limar as opressões, violações e violências que levam essas pessoas ao suicídio. Ou seja, o Brasil tem a expectativa de vida de 35 anos de uma pessoa trans, continua sendo o país que mais mata essa população e não há nada que sugira que essa situação mude


O preconceito, o fundamentalismo e a invisibilidade continuam matando a população trans de diversas formas. O suicídio é mais uma delas.



Homem trans que se suicidou em Juiz de Fora

Após passar anos lutando contra a transfobia e a opressão, na quarta-feira (05) Nicholas Domingues  cometeu suicídio. Nicholas era um jovem homem trans, estudante de Ciências Humanas da Universidade Federal de Juiz de Fora e militante da União Juventude Comunista (UJC Brasil). Era natural de São José dos Campos, gostava de gatos e tinha um cabelo colorido na capa do Facebook.

O jovem trans brasileiro Nicholas apesar de passar anos lutando contra a transfobia, se sensibilizava com a opressão vivida por outras pessoas trans ou grupos marginalizados. Em um recente relato, publicado no dia 7 de junho em seu Faceboook, Nicholas falou sobre as várias opressões que pessoas sofrem no decorrer da vida. Ele apontou que 144 pessoas trans foram assassinadas em 2016, que 90% das travestis e transexuais se prostituem e que 66% dos homens trans já pensaram em cometer suicídio em algum momento da vida. “Claramente, existe um grande problema”.


NICHOLAS FALOU SOBRE A OPRESSÃO

“Atualmente, o Brasil é o país que mais mata travestis e transexuais no mundo. Essa frase, que quando escutada pela primeira vez assusta porque ‘Nossa, eu nunca ouvi falar sobre morte de pessoas trans’. Mas é claro que nunca ouviu, você nunca ouviu falar sobre pessoas trans. Afinal, quem não existe, não trabalha, não ama, não vive e não morre. E para muitos, pessoas trans não existem e se existem, não devem existir, porque é errado , simplesmente por ser, nada mais”, escreveu.

Nicholas também chegou a falar sobre suicídio, dizendo que pensamentos suicidas fazem parte do cotidiano da pessoa que não se identifica com o gênero imposto ao nascer.

"Porque como se não bastasse todo o sentimento em relação ao corpo, temos que aguentar a opressão e enfrentar diariamente os olhares esquisitos no banheiro, temos que aguentar nossos nomes desrespeitados e a falta de oportunidades no mercado de trabalho e uma junção disso tudo, meu querido, mata. E mata muito", lamentou.


https://faizakhalida.blogspot.com.br/2017/07/nicholas-domingues-homem-trans-que-se.html

NLUCON
http://www.nlucon.com/2017/07/jovem-trans-suicidio-e-reabre-transfobia-nicholas.html


https://homofobiamata.wordpress.com/2017/07/05/nicholas-domingues-estudante-suicidio-mg-juiz-de-fora/

SUICÍDIO

A pesquisa “Homens trans no Brasil: as políticas públicas e a luta pela afirmação de suas identidades”, feita pela faculdade de psicologia Mauricio de Nassau, aponta que 66,4% dos homens trans brasileiros pensaram em suicídio, que 41,5% já tentaram pelo menos uma vez e 28,2% tiveram duas tentativas. A população em geral, tem o índice de 3% de uma tentativa de suicídio, informa o CVV.

Dados internacionais da National Gay and Lesbian Task Force apontam que 41% das pessoas trans já tentaram suicídio nos EUA, contra 1,2% da população cisgênero (aquela que se identifica com o gênero designado no nascimento. Uma pesquisa do Instituto Williams de Los Angeles publicada em 2014 estimou que 40% das pessoas trans já tentou cometer suicídio.

Já uma pesquisa da Universidade de Columbia nos Estados informa que o índice de suicídio é 5 vezes mais frequente entre LGBT.

Apesar dos dados alarmantes não há nenhuma campanha nacional ou políticas públicas que abordem com sensibilidade e eficácia o suicídio de pessoas trans ou LGB. Tampouco campanhas ou ações que visam efetivamente limar as opressões, violações e violências que levam essas pessoas ao suicídio. Ou seja, o Brasil tem a expectativa de vida de 35 anos de uma pessoa trans, continua sendo o país que mais mata essa população e não há nada que sugira que essa situação mude.

No texto, Nicholas frisou que é "importante perceber o problema, porque não está certo do jeito que está". O preconceito, o fundamentalismo e a invisibilidade continuam matando a população trans de diversas formas. O suicídio é mais uma delas.

Louvado O Senhor Jesus Cristo para sempre.

segunda-feira, 1 de agosto de 2016

TRATAMENTO DISCRIMINATÓRIO NA SANTA CASA EM SOROCABA COM A TRANSEXUAL NATASHA FIORELLY CLOSE. TRANSEXUAIS CHAMARAM O HOSPITAL DE LUGAR MALDITO.

Natasha Fiorelly Close após ser submetida a uma cirurgia, estando aberta com risco de pegar infecção, sangrando, com dores, tontura, precisando de ajuda e com o soro que havia escapado da sua veia pingando no chão permaneceu por mais de 3 horas em cima da maca sendo constrangida, humilhada por um profissional da saúde enfermeiro na Santa Casa em Sorocaba. O desrespeito e o tratamento discriminatório também ocorreu com a sua identidade e nome social porque a todo momento foi chamada pelo nome masculino e permaneceu na ala masculina.

A atitude do enfermeiro com a paciente gritando, esbravejando e a deixando naquelas condições foi sem motivo justo e inaceitável porque neste dia o hospital estava calmo.
 
Vivemos em um país em que muitas pessoas são tratadas dessa  forma na área da saúde.  O enfermeiro ainda incentivou que a paciente Natasha Fiorelly Close recém operada fosse embora do hospital.

Há relato de outra pessoa trans que também sofreu nesse hospital estando internada e que também o chamou de lugar maldito.

domingo, 1 de novembro de 2015

Olavo de Carvalho chamou Roberta Close de TRAVECO.

Olavo de Carvalho chamou Roberta Close de TRAVECO em vídeo.

O vídeo foi publicado em 3 de maio de 2013 no YouTube BR.
https://www.youtube.com/watch?v=_uQ0j0G4s-0

"Em Cuba , se tem um traveco na rua, pega o traveco, joga na cadeia e nunca mais ...  some com o traveco porra".

"Eu não sou besta de chegar pra um traveco e dizer "Seja homem meu filho" Não vai pegar. Então, chego lá pra Roberta Close e digo Seja homem meu filho porra ... Então você pode explicar do ponto de vista religioso: Você está levando uma vida de pecado. Eu sei que não é fácil parar com isso. Que talvez você nunca mais consiga parar e talvez a gente vá ter que aguentar você assim mesmo, mas não é por isso que eu quero que você morra, que um garoto de programa te coma e depois te mate. Então vamos proteger os caras ... Eu já fui em briga de rua pra defender um traveco que os caras estavam batendo"

LOUVADO SEJA NOSSO SENHOR JESUS CRISTO
PARA SEMPRE SEJA LOUVADO

segunda-feira, 26 de outubro de 2015

A MULHER TRANSEXUAL LARA LINCOLN FOI TRATADA COMO ATRAÇÃO DE CIRCO NA PROVA DO ENEM. A TODO MOMENTO ELA FOI TRATADA NO MASCULINO. Outra mulher transexual, Tifany Stacy, também foi tratada a todo tempo pelo nome masculino e teve negado o seu direito ao uso do banheiro feminino.

O DIA (Felipe Martins)
http://blogs.odia.ig.com.br/lgbt/2015/10/25/estudante-transexual-denuncia-desrespeito-ao-nome-social-no-enem-chamaram-de-nome-ficticio/

"Atração de circo". Assim a estudante transexual Lara Lincoln, 29 anos, descreveu como se sentiu ao fazer a prova do Enem neste sábado, 24/10/2015 no CIEP Ercília Antônia da Silva, em Santa Cruz da Serra, Duque de Caxias.

A confusão começou quando ela assinou a lista de presença com o nome social e não com o nome que a constrange. Lara contou que a partir disso, começou um festival de situações constrangedoras com ações transfóbicas por parte dos fiscais de exame.

Ela relatou que em nenhum momento, antes da prova, os fiscais de prova alertaram que deveria ser o nome do registro na identidade a ser assinado na folha de inscritos. E, para piorar a situação, a situação começou quando a prova já havia se iniciado.

"Uma das fiscais da prova veio até a minha mesa 3 vezes com a prova em andamento. Primeiro, ela queria que eu assinasse a folha de presença do dia seguinte. Na última vez, ela disse: "MEU FILHO, você tem que assinar como no seu documento. NOME FICTÍCIO não pode. Fui exposta com esse absurdo. Uma atração de circo. Todos olhando pra mim", desabafou.

A estudante ainda não tomou posse dos seus documentos novos. (ela conseguiu na Justiça o direito ao uso do nome social nos documentos de identificação).

O embaraço foi ficando ainda maior porque Lara conseguia ouvir o que os fiscais conversavam entre eles. 

Ela contou que a todo momento era tratada no masculino. "Teve um momento que uma das fiscais chamou a coordenadora e disse: Temos um problema. Esse rapaz assinou a prova com o nome de Lara, mas a identidade está o nome de fulano", relatou. A estudante contou que a coordenadora deu continuidade ao desrespeito à identidade de gênero iniciada pelos fiscais. "Ela respondeu também me tratando no masculino: "Mas se o nome dele está como fulano na identidade, ele tem que assinar com o nome dele".

Indignada, ela teme que o epsódio tenha tirado a concentração para fazer a prova com tranquilidade e obter um resultado melhor no ENEM.

A estudante Lara Lincoln garantiu que realizou todo o processo de autorização para uso do nome social nos documentos do exame do ENEM.

A organização do exame não se manifestou sobre os problemas apontados pelas estudantes transexuais com os fiscais de prova.

A MULHER TRANS TIFANY STACY  TAMBÉM SOFREU CONSTRANGIMENTOS
A estudante Tifany Stacy contou que teve negado seu direito ao uso do nome social nos documentos do exame sem uma justificativa. "Eu mandei todos os documentos pela organização, preenchi o formulário, enviei a foto, tudo dentro do prazo. Recebi por e-mail apenas a resposta de que meu pedido foi negado, sem nenhuma explicação".

A estudante Tifany Stacy contou que teve negado também o direito ao uso do banheiro feminino. "Mesmo com o banheiro vazio, fui orientada pela fiscal a usar o banheiro para deficientes físicos". Isso foi uma violência.

"Tenho cabelo na cintura, prótese de 400 mililitros nos seios, 113 centímetros de bumbum e nenhum pelo no rosto. Vou ter que aumentar minha silhueta para ser reconhecida como mulher trans? Perguntei para a coordenadora se eu tenho alguma deficiência", relatou no sábado, pensando se teria de passar pelos mesmos problemas no domingo. "Amanhã (domingo) estarei aqui de novo, vou passar pelos mesmos problemas, frequentar banheiro de deficiente, ser tratado como ele e ainda vou ouvir chacotas?", questionou.

Na sala de provas, em uma Universidade na Zona Norte do Rio de Janeiro, ela foi tratada também o tempo todo pelo nome masculino, mesmo argumentando com os fiscais. "Lembrei a eles que existe uma portaria que me dá direito ao uso do nome social (um decreto assinado pelo então ministro da Educação, Fernando Haddad, assegura o direito ao nome social na administração pública direta e indireta), mas nem assim adiantou.

A organização não se manisfestou sobre os problemas apontados pelas estudantes com os fiscais de prova.

EXTRA
http://extra.globo.com/noticias/educacao/transexuais-relatam-discriminacao-durante-primeiro-dia-do-enem-17874492.html

quinta-feira, 17 de setembro de 2015

RIO SEM PRECONCEITO - Preconceitos e Desrespeitos no III Prêmio "Rio sem preconceito" da COORDENADORIA ESPECIAL DA DIVERSIDADE SEXUAL da Prefeitura do Rio de Janeiro / CEDS-RIO no Teatro Oi Casa Grande no Leblon na noite de 15/09/2015. Tatá Werneck, personalidade no Prêmio e cantora da música TRAVESTI DE FOGO, revoltou toda a comunidade Trans e internaltas. As professoras TRANS Camila Godoi e Luiza Coppieters DEMITIDAS DAS ESCOLAS APÓS ASSUMIREM suas TRANSGENERIDADES não foram lembradas, nem a perseguição da IGREJA CATÓLICA e de EVANGÉLICAS contra o "gênero" na EDUCAÇÃO em seus Planos Municipais e Nacional. Nenhuma MC TRANS do funk, modelo TRANS, humorista TRANS, empresária TRANS ou vlogger Trans foi lembrada na Premiação, nem a TRANSEXUAL Viviany Belebony CRUCIFICADA na Parada LGBT 2015. Foi comentado que, FORA DA FACHADA, NO REAL, a Coordenadoria e o Coordenador militante ativista LGBT Carlos Tufvesson são alheios a TRANSFOBIA. E quando, é apenas para um SELETO GRUPO. Foi comentado que Carlos Tufvesson, sua CEDS e seu RIO SEM PRECONCEITO TEM PRECONCEITO COM GAY AFEMINADA e TRAVESTI POBRE , PRETA.


https://www.facebook.com/photo.php?fbid=714792101984208&set=a.117232538406837.19012.100003602734561&type=1
O Homem Trans João Nery fez observações sobre o prêmio RIO SEM PRECONCEITO.

Havia poucos Homens Trans e travestis numa plateia repleta de gays e héteros.

De início passaram manchetes dOs travestis mortos. Todas as mulheres travestis foram tratadas pela imprensa no MASCULINO. Ninguém se manifestou sobre essa falta de respeito pela forma desapropriada de se referir as travestis.
http://www.purepeople.com.br/midia/thammy-miranda-tambem-ganhou-destaque_m1044897   (Foto)
O único trans homenageado foi o Thammy, que infelizmente não compareceu. Para receber o prêmio surgiu no palco uma moça cis loira, que se referiu ao premiado no FEMININO e confessou a sua dificuldade em vê-lo como HOMEM. 

Além disso, confessa que sofre preconceito por ser loira e ser confundida como burra, e ainda menciona que tem seus direitos civis ameaçados. Foi a única premiada que falou da discriminação nas escolas porque as escolas não são inclusivas, mas referiu-se apenas aos "(de)ficientes"; em nenhum momento lembrando o calvário das pessoas trans, travestis e transexuais nas escolas; e ainda agora com essa perseguição da IGREJA CATÓLICA e de EVANGÉLICAS contra o gênero na EDUCAÇÃO e em seus PLANOS MUNICIPAIS e NACIONAL . E após a demissão de 2 professoras transgêneras de escolas após manifestarem suas transgeneridades.

Em nenhum momento a palavra TRANSFOBIA foi mencionada, nem pelos apresentadores, nem pelos premiados.

As performances, embora ótimas, foram de gays e de um andrógino; nenhuma de TRANS, TRAVESTI ou DRAG para parodiar mais subversivamente o gênero.

... Finalmente, são homenageados os atletas paraolímpicos. Em vez de estarem preferencialmente sentados na primeira fileira como os demais premiados, descem a escadaria do teatro, de muletas, como se estivessem na última fileira. Ficou-se sem entender.

A palavra respeito, que foi tantas vezes anunciada, se esvaiu.

(Luiz Fernando Prado Uchoa): "O que esperar de uma Coordenadoria alheia a transfobia".

(Indiana Sophia Fenix): "Carlos Tufvesson, sua CEDS e seu RIO SEM PRECONCEITO QUE TEM PENCAS DE PRECONCEITO E TRANSFOBIA COM BI HOMEM, GAY AFEMINADA PRETA POBRE E TRAVECA ..."

MAIS UMA TRANFOBIA DA TATÁ WERNECK : "UM AMIGO METADE TRAVECO"

http://on.ig.com.br/som/2015-09-17/banda-de-tata-werneck-lanca-musica-transfobica-e-gera-revolta-nas-redes-sociais.html


Personalidade em III RIO SEM PRECONCEITO revolta comunidade TRANS  com música transfóbica
http://pheeno.com.br/2015/09/liderada-por-tata-werneck-banda-renatinho-lanca-musica-transfobica-e-revolta-internautas/
"As vezes tenho medo de travesti. Rosto feminino e masculino ao mesmo tempo", canta a atriz e comediante Tatá Werneck na música Travesti de Fogo. Apesar do tom humorístico, a música se mostra TRANSFÓBICA!

A letra ainda diz que travestis carregam navalhas na bolsa e "matam pessoas mil". Nas redes sociais, internautas contestaram a canção. "O mundo precisa de música tão escrota pra reforçar a transfobia", ironizou um seguidor no Facebook. Outra fã disse que achou a letra pejorativa.

LIDERADA POR TATÁ WERNECK, BANDA RENATINHO LANÇA MÚSICA TRANSFÓBICA



TATÁ WERNECK NO PRÊMIO CONTRA O PRECONCEITO DA PREFEITURA DO RIO DE JANEIRO REVOLTOU A COMUNIDADE TRANS E INTERNALTAS

(Walerya Araujo): "Ela ainda participou do evento Rio Sem Preconceito essa semana. Hipocrisia pura".

(Jorge Antonio): " "ELE usa saia e EU CONCORDO".  Cê não tem que concordar com nada não, só vive sua vidinha. Muito tiro no pé Nossa."
(Daniela Andrade): "Que repugnância que estou dessa Tatá Werneck e sua banda.

Quase coloquei meu estômago pra fora lendo o lixo de desculpa que os parasitas da banda escreveram.

Agem como se o tal humor fosse isento de viéis ideológico, agem como se estivessem fazendo humor inteligente. Quando é que vão ridicularizar os assassinos das travestis e mulheres transexuais no mundo, isso sim seria um serviço.

Mas sabem que todos riem de travesti, o riso é fácil, então vamos ficar apenas nesse raso preconceito e ignorância mesmo.
Quer dizer pessoas trans e travestis apontam transfobia e ELES QUE NÃO SOFREM TRANSFOBIA decidem que não houve transfobia na transfobia que estão propagando.

Viva o Brasil assassino de travestis e transexuais, o Brasil que só nos quer quando estamos sendo tratadas  como deboche, doentes mentais, seres exóticos, sem humanidade.

Ainda que mintam descaradamente o oposto, afinal é só humor né? Transfobia é arte".

(Eli Ruan Pereira): "Você foi totalmente infeliz e transfóbica com a música TRAVESTI DE FOGO, você faz a citação que tem medo? medo do quê? você é uma pessoa ignorante, vamos lá! Você violou o Direito de Igualdade, o Direito à vida, Direito da Dignidade da Pessoa Humana, Democracia e Estado Laico, utilizando de um mecanismo "artístico" para realizar a sua transfobia e marginalizando a imagem das travestis e ressalto aos transexuais e tranSgêneros. Você vai falar eu tenho direito de expressão, te respondo seu direito de expressão não é uma ferramenta para que você possa realizar seus atos de ódio, intolerância, preconceito e discriminações, música? cadê a música? o que eu ouvi foi uma tempestade de transfobia com um barulho ... Para a sua informação no Estado de São Paulo temos a Lei 10.948/01 que dispõe sobre a penalidade a prática de discriminação em razão de orientação sexual e identidade de gênero. Prazer, sou um Homem Transexual, quero respeito, assim como você eu sou um cidadão que paga impostos e não vou aceitar discriminações".

(Bruna Marx):" ... é claro que iria usar o sofrimento de pessoas oprimidas historicamente como trampolim para se alavancar na mídia. Estigmatizando e marginalizando ainda mais essas pessoas no país que mais mata Travestis e Transexuais do mundo!
Mais uma prova de como as pessoas se sentem confortáveis para perpetuar seus preconceitos quando não há leis que nos amparem e que os punam!!! Transfobia nossa de cada dia ... "
(Danielle Sabatinni): "Tatá Werneck, obrigada pelo desserviço, por ajudar a Transfobia no Brasil, onde mais se mata Travestis e Transexuais no mundo!"
Dedicado a Tata Werneck, e a fantástica letra da música "Traveti de Fogo", dedico também a todas as outras formas de preconceito. E outra vez repito; Basta de aceitar e ouvir pitacos de pessoas que não entendem nada do assunto. Amorrrrr... Quer criticar? Quer julgar? Vai conhecer de perto, vai sentir na pele o que é ser... Chega de pessoas mal informadas falando o que quer... BASTA. Não aceitar é seu problema, Respeitar é seu dever, e meu direito.Danielle Marques #travesti #transexual #semnavalhanabolsa #semcaradehomem #ficadica #vaiestudarsuaprofissao #naocantanao
Posted by Danielle Marques on Terça, 22 de setembro de 2015
(Danielle Marques): "... a Tatá Werneck, e a ... letra da música "Travesti de Fogo", dedico também a todas as outras formas de preconceito. E outra vez repito; Basta de aceitar e ouvir pitacos de pessoas que não entendem nada do assunto. Amor, quer criticar? Quer julgar? Vai conhecer de perto, vai sentir na pele o que é ser ... Chega de pessoas mal informadas falando o que quer. BASTA. Não aceitar é seu problema. Respeitar é seu dever, e meu direito.
https://www.facebook.com/danielle.marques.1694/videos/10153618187594710/

BANDA EXCLUIU COMENTÁRIOS DE TRANS NO PEDIDO DE DESCULPAS E BLOQUEOU TRANS PARA NÃO COMENTAREM

(Luanna Araujo): "Gente eu estou Passada. Eu fiz um Comentário Babado no Post do Pedido de Desculpas da Banda na Página Oficial, e excluíram o meu comentário e me bloquearam para que eu não possa mais comentar!"


(Daniella Saturno Saturno): "Sou travesti, sou formada. Não sou marginal, não tenho família, tenho uma vida. Achei um absurdo este vídeo; luto todos os dias para isto não acontecer e vocês chegam com uma música acabando com a população T. Acho isto uma falta de respeito às travestis de bem que estão fazendo suas vidas trabalhando honestamente todos os dias por uma sociedade melhor. Lamentável!"



"Só ajudou a TRANSFOBIA nos enxergar parabéns! Se este foi o intuito conseguiram e parabens a Tatá Werneck que mais uma vez nos mostrou a sua transfobia quando VOCÊ fala abertamente no palco com suas supostas brincadeiras a palavra TRAVECO palavra que nós da comunidade TTS tanto odiamos. Se ponha no nosso lugar e veja se VOCÊ  iria gostar de ser chamada de piranha ou coisa pior na rua, então não queira para os outros o que VOCÊ não desejaria para você própria".


(Steffany Faria): "Por acaso VOCÊS já pensaram que por causa desta suposta música VOCÊS contribuíram para as pessoas na rua se acharem no direito de nos chamarem de VIADO E TRAVECOS MARGINAIS ? Vocês tem noção do que é passar na rua e as pessoas nos olhando como se fôssemos BICHOS. De onde vocês tiram essa ideia absurda de que TODA TRAVESTI ANDA ARMADA COM NAVALHA? Isso não é transfobia? O que seria humor se nós fizéssemos alguma música falando que toda banda de rock não presta, que é uma bosta e que a TATÁ WERNECK é uma  péssima atriz criando em cima de um palco com todos aplaudindo; será que vocês iriam gostar, achar bonito tal coisa? Vocês sabiam que por causa deste projeto de música nesta hora e neste momento deve ter alguma travesti sendo humilhada e agredida na rua, tudo por tal do tão falado humor de vocês? Eu como sendo uma travesti e moderar um dos maiores grupos do FACEBOOK O MUNDO T-GIRL, me senti "repugnada" com tal coisa e venho em nome DE TODAS DO GRUPO mostrar meu REPÚDIO a esta música que só ajudou a TRANSFOBIA  a nos enxergar".

(Cavallo André): "... criminaliza e generaliza todas as travestis. Mandou muito mal ... Ela passou de todos os limites! Fala que tem medo de travesti! Que travesti mata e anda com navalha na bolsa! NESSE NÍVEL!".

(Kamilla Alves): "Meu único desgosto é saber que na atualidade as travestis não andam com gillete na boca dando espaço pra imbecis como esse projeto nos fazendo chacota".

(Indianara Sophia Fenix): "Tranfóbica e reforça estigmas sobre travestis ..."

(Rose Annie MacFergus): "O pior de transfóbicos é serem transfóbicos e sempre dizerem que não são ou que isso não existe".

(Ro MacFergus): "Já não gostava dessa pessoa por causa de inúmeros vídeos em que trata mulheres trans como "TRAVECOS" ... já discuti com essa pessoa e sei que tudo que ela fala é só mentiras ... pega o seu pedido de desculpras e enfie no seu ... ... "

(Rose A. Macfergus - Rô ): "Lixo podre e fedido ... transfobia nojenta".

(Bruno Luiz Gordo Ribeiro) : "Tatá, ficou bem bosta e preconceituoso ..."

(No face da banda): "É muito fácil fazer piada com opressão dos outros, esse humor é sujo e tosco"

(Joga Emi): "Que vergonha ... até eu que tenho 11 ANOS não sou tão ignorante! Transfobia reinou nessa msc. QUE VERGONHA!"

(W. C. Gonzales): "Como tem gente que valoriza pessoas assim é visível ... as piadinhas que ela faz de duplo sentido de conotação sexual".

(Dany Fontana): "... É por essas coisas e esse humor idiota que sofremos bullying na rua".

(Samantha Pereira):"Não aguentei ouvir nem 5 segundos, é repugnante".

(Stela Silva): "Não sou travesti, mas para sentir indignação não preciso ser. Nojo e repulsa eu também senti. Sou mulher, lésbica e humana e isso basta para imaginar, somente imaginar o que as travestis sentiram ao ver esse clipe de extremo mal gosto".

(Vivian Machado): "A Tatá Werneck inúmeras vezes ridicularizou as travestis no programa do Multishow. Ela se refere no masculino, marginaliza as trans, transmite preconceito puro".

(Magna Stone): "Eu fiquei extremamente decepcionada com essa atitude dela e não é a primeira vez que ela faz isso".

(Gabriella Gabii): "Já percebi que ela era transfóbica desde aquele programa dela ... no multishow!"

(Daniele Pallotino): "Transfóbico! Chato! Ruim! Nem pra humor e nem pra música essa porcaria  de ... serve. Que decepção com a Tatá ..."
(CanaID): "... Estigmatizam ainda mais pessoas que já são extremamente desumanizadas pela sociedade. Elas não assassinam, e sim são assassinadas. Parabéns pela mediocridade e desserviço".

(Alexandre Duarte Leite):"Realmente muito preconceituoso ..."

(Tainá Lopes): "Não consegui ver até o final. Uma merda de voz, música e letra. Vergonha alheia. Desserviço político"

(Émerson Santos): "Que horror. Lamentável. Transfobia mata".

(Victoria Sa): "Não é a primeira vez que vejo essa menina soltar transfobia ..."

(Pastora): "Eu entrei pensando ah deve ser mais um mimimi, mas não a letra é realmente desnecessária. Poderia evitar essa".

(Jonathan Felipe): "Vergonha Tatá ...Vergonha ..."

(Gustavo Gomes) "tão ruim quanto ..."



Tatá werneck travesty também é gente.
Desabafo sobre a Polemica respondida hoje da Tata werneck com as travestis... Certa ou errada essa é minha opinião e meu direito de resposta ! DEMOCRACIA
Posted by Mc Trans on Domingo, 20 de setembro de 2015




(Elza Montenegro):"Que cagada gente".

(Giselle Salomão Baronne): "Sou TRANSEXUAL, não tem porque você ter medo de mim, pois AJUDO pessoas mil. E na minha bolsa não tem navalha, tem DOIS DIPLOMAS e muita maquiagem. Essa última é para eu ser mais linda do que já sou. Pode admirar minha beleza FEMININA, POIS É ... SOU transexual sim. E estou aqui, mas às vezes tenho medo da ignorância. Mas ela não me impedirá de ser quem eu sou. TRANSEXUAL, MULHER, CIDADÃ, PROFISSIONAL E UMA PESSOA BOA. Um beijo de ombro para a ignorância. By Marcia Beatrice".

(Maicon Novais): " humor marcado de preconceito".

(Daniel Franco de Oliveira): "Putz cara ... que música sem noção e preconceituosa".

(Ariadna Alvin): "... Primeiro crime da Tatá: Transfobia. Segundo crime: ser sem graça pra cacete ..."

(Diana Lemos): "A merda já foi jogada no ventilador!"

(Peito): " ... deve ser porque ficou conhecida agora né ... Vai raciocinar ..."

(Nosly Bento): "Devia gastar seu tempo melhorando ..., não disseminando preconceitos! ..."

(Emerson): "Talvez a existência dela seja desnecessária".

(Aislan Lima): "passando pra negativar esse lixo transfóbico!".

(Victória Barros):"Que horror. Aproveitando pra deixar meu dislike. Transfobia não passará".

(Guilherme Cavalcante):"Credo, que desnecessário! Nem engraçado é!"

(Baby Miku): "Gente CIS pra falar de travesti é a pior coisa que existe. Quando é transfóbica então pqp".

(Dayvison Lopes): "Porque ter medo de travesti? Não curti essa música, amo Tatá mais dessa vez não tem como te defender amiga. Sério!"

(Chriss Wolf): "Ridículo! Em pleno século 21 e ainda tem CIS que faz piadinha dessas! Já basta essa ..., agora piorou. Trans e Travestis já sofrem transfobia e ódio o tempo todo, ainda faz uma música horrível dessas! VERGONHA!"

(Daniele Goulart): "Transfobia a gente vê por aqui".

(Dai Moreira): " ... Ela foi preconceituosa sim".

(Fabio Bernal): "Uma pessoa como ela que está a frente de um veículo de comunicação tem que saber se expressar, não sair falando asneiras cantando ... essa distinta atriz não só com nota de esclarecimento vai se retratar ..."

(May Marques): " as pessoas acham que só por serem artistas tem o direito de denegrir ... e depois ficar tudo bem quando pedem desculpas ...".

(Camila Araujo):"Ela merece um processo ... se mexer no bolso dela, aí ela vai aprender ... falta de respeito".

(Jaqueline Haack): "Ela foi infeliz, nossa que música rídula essa, eu não ando com faca, assim como muitas, só queremos viver em paz e com dignidade".

(Ísis Masson): "Também sou travesti e me senti muito ofendida".

(Maria Fortunato):"... Só quem passa preconceito sabe o quanto isso dói na alma ..."

(Thiago Rafael): "Sinceramente ela foi tão infeliz com essa "letra musical" ..."

(Rúben Sylva Lourenço): "Em Portugal, essa ... era processada".

(Romagaga): "Tendo ou não a intenção de ofender, mas ofendeu! ... é muito fácil ... dizerem que não foi a intenção ... foi preconceito sim e temos que nos impor ... sou transexual e não aceito isso".

(Júlio Cartez): "Transfóbicos"

(Lucas Schneider): "... A Tatá Werneck faz um humor totalmente deturpante ... Por que com travesti todo humor é permissível? Por que travesti tem de ser motivo de chacota? ... Hipócritas são aqueles que acham normal um humor negro fazer alusão às transexuais como se quisessem defender esta classe".

(João Felipa): "... Se não teve a intenção por que colocou a palavra travesti? Utilizasse outro termo. Se ela sabe de tudo isso que ocorre no Brasil e no mundo pensasse antes".

(Danilo Alves): "Um lixo desnecessário".

(Betty Hoyos): "... os humoristas envolvidos ... mas uma vez conseguiram provar que babaquice é e sempre será a zona de conforto de vocês ... essa letra é péssima, esse tipo de "humor" é péssimo e eu não entendo em como  em todo o processo de criação dessa monstruosidade não teve um que pensou "gente, talvez isso seja ofensivo demais ... talvez dê merda , não vamos fazer não, minha decepção não tem medida".

(Daenerys Targaryen): "... tenho medo de gente que cria uma bosta de letra dessas".

(Theodoro CT):"Não se deve ter medo de travestis! Nem se deve ter esse preconceito, medonha e ignorante porque o preconceito sim, assassina pessoas mil! Tenho nojo dessa música ..."

(Mariana Rocha): "Galera, não é questão de levar tudo a sério ou não, fazer humor com minorias e se aproveitando do sofrimento de pessoas que sofrem demais em um país onde mais acontecem mortes de travestis no mundo inteiro não tem graça. É desumana uma música assim, é desumano achar humor na dor e no sofrimento do outro e se aproveitar disso, é desumano dizer que não tem nada demais em fazer tudo isso. As travestis não agem como a música diz, matando mil, pelo contrário, as pessoas matam travestis mil todos os dias. O Brasil é líder em mortes de travestis diante de um ranking mundial".

(Magô Tonhon): " ... letra infeliz ... um lixo de produto musical ... rir do oprimido é facílimo".

(Márcia Monks): "Preconceituosa! ... Nojo! Estou muito decepcionada por ela ser transfóbica! Esse tipo de piadinha sem graça mata travestis todos os dias!"

(Shadow Triomphe); " ... Me senti horrível ouvindo isso ... Musicalmente é feio, politicamente também. Mas foda-se né? Isso aqui é tudo humor. Não."

(Jarderson Barbosa):" Lixo total".

(Paulo Felipe): "Vergonha alheia de dividir o mesmo planeta com esses cinco ..."

(Mijorra): "Que merda, hein?"

(Armando Januário): "Valeu pela música transfóbica, Tatá Werneck. Definindo sua musiqueta em uma só palavra: LIXO!"

(Vitor Prates): "Uma música dessa no país que mais mata travestis e transexuais no mundo é uma vergonha. Nojo de vocês!"

(Luísa Motta): "Que música mais escrota, nunca fiquei tão decepcionada . Por que realmente precisamos de mais músicas transfóbicas ..."

(Rafael Felipe Augusto Horta): "Que música mais nojenta altamente transfóbica"

(Bruno): " ... essa música extremamente transfóbica ..."

(Rafael Santos): "Que música é essa?! Pretendia ser engraçada mas não foi ... falar dessa forma de travestis já discriminadas, promove ainda mais o preconceito ..."

(JR Fisher): "... Que letra imbecil ..."

(danteUP OP): "Que horrível. Transfóbico e mal feito".

(Helena Barros): "Tá feio, tá escroto".

(Fernanda Silveira): "PORCARIA".

(Elton Souza): "Nojo".

(Leandro Alves): " ... assim não tem como te defender".

(Anderson Nakassawa Pires): "... Não entende nada sobre humor e muito menos respeito".

(Nina Ricci): "Só uma coisa a dizer: que vergonha dessas pessoas que compuseram e estão compondo essa música ridícula e transfóbica! muita vergonha".

(Ketelyn Ramos): "... Isso se chama apologia ao crime Sra Tatá!"

(Guilherme Almendra): "Tatá, total Baixa! Transfobia ... Humor não é sinal de Preconceito".

(Felipe Sousa): "que música lixo..."

(João Carlos): "Que coisa ridícula ...".

(Rafael S. Calsaverine): "Eu tenho medo é de pseudo humorista que usa preconceito como escada".

(Gustavo Schnurr): " ... fazer parte de uma música tão agressiva e transfóbica ...".

(Chichi Luna Montalbetti): "Cara, sério que vocês não tiveram senso crítico quando fizeram a letra? que porcaria transfóbica!".

(Samuel Santos): "... quantas pessoas trans são humilhadas, expulsas de casa, impedidas de usar banheiros, impedidas de conseguir trabalhos convencionais, impedidas de frequentarem escolas e faculdades e são assassinadas todos os dias no Brasil que é o país onde mais mata travestis e transexuais no mundo?! Vocês ao menos tem ideia do quanto essa música pode reforçar ainda mais os preconceitos que essas pessoas são forçadas a conviver todos os dias?! ... não fariam um lixo desses. Transfobia mata e vocês são ... nojo".

(Daniel Gonçalves): "Música muito desnecessária".

(Thinai Gonçalves): "... humor pejorativo só faz um grande desfavor à sociedade".

(Letícia Navarro): "No vídeo podemos ver 5 pessoas CIS, heteros, brancas e privilegiadas por natureza mais uma vez promovendo um trabalho preconceituoso e que pode ser considerado um desserviço. Vocês poderiam ter um pouqinho menos de ignorância e se tocar que travestis e transexuais já sofrem o bastante, afinal, já vivemos no país que lidera os números de ataques e mortes dessa minoria. Antes de escrever uma música dizendo que tem medo de alguma minoria, pense se VOCÊ não é quem realmente oferece perigo. São pessoas com esse pensamento que oferecem um real perigo a sociedade. ... tá feio, estão pagando mico ...".

(Lunna Barreto Gomes): "Tatá ... AC/ Tatá Werneck. Troféu pela música: Travesti de fogo"

(Gabriel Felix): " ... sem falar do teor preconceituoso da letra".

(Meire Seixas): " É fácil falar mesmo ... fazer humor, falar merda pra caralho, só vejo isso falando com os oprimidos, sempre é assim, piada com preto, com gay, ... com favelado não tem graça".

(Fabi Marques): "MÚSICA RIDÍCULA. Sou TRAVESTI. (TRANSEXUAL). Estudo, trabalho. Não tenho navalha na bolsa".

(Stanley Kings): "As vezes tenho medo de TRANSFOBIA. Isso sim mata pessoas mil. E não só com navalha, com pedrada, com socos e chutes, com tiros e com mil coisas que a imaginação doente do ser humano pode pensar ...".

(Stanley Kings): "Não me põe no meio de todo mundo não. Só gente escrota tem medo de travesti".

(Eli Ruan Pereira): "Nossa, totalmente transfóbica, preconceituosa e ainda marginaliza as travestis, esquece que todos os dias travestis, transexuais, trangêneros são brutalmente mortos por conta da discriminação, apenas esse lixo e essa atriz que caiu muito em meu conceito utilizando este veículo para multiplicar o ódio e a intolerância e ainda tem a cara de pau de pedir desculpas, claro né Tatá, não é você que corre risco de vida devido a intolerância e o preconceito".

(Lee Stardar): "O que "mata pessoas mil" são discursos transfóbicos como esse! Triste isso".

(Júlio Policarpo): "Que horror! Um lixo! Se divertir com a desgraça do outro é desumano, absurdo e abominável, mais ainda quando se é um profissional que pratica tal ato ... é tanta coisa a se falar que tou até seem ânimo pra digitar, apenas ratifico que isso é um lixo de humor e que pessoas morrem por causa de lixos como esse.
Feliz vai ser o dia em que as pessoas se comoverem com a dor dos outros e que se utilizarão de suas funções e posicionamentos para denunciar todo e qualquer tipo de injúria, intolerância, desrespeito e violência para com outro ser".

(Sabryna Doll):"Cara de homem tem ela".

(Aldair Onofre): " a música também diz que as travestis têm "navalhas" na bolsa e matam pessoas; que eu saiba são pessoas que as matam".

(Monique Moon): "Não tenho nem estômago pra dar view pra esse lixo no youtube".

(Johann Abdon Barcelos Cabral): "além da transfobia explícita ... valeu pelo desserviço aí explícito Tatá".

(Paula Costa): "Se as pessoas soubessem o quanto corta como uma facada quando alguém nos trata assim, pensariam muito bem antes de nos ferir. Falta bom senso, falta respeito, e principalmente leis para isso ter um fim, mas como isso em nosso país não funciona na maioria das vezes, é continuar nos unindo para que ao menos não cresça isso em nosso convívio".

(Karina Melo): "Sempre achei essa mulher ..., desde quando li uma matéria quando ela falava que era vegetariana e depois foi vista comendo carne ... essa quer tá na mídia a qualquer custo, seja mentindo ou oprimindo ..."

(Renato Chagas): "Mas a desculpinha esfarrapada é: agora não pode falar nada ... não queridinha Tatá . É uma questão de ser escroto mesmo; e o pior ... uma falta de respeito extrema!"

(Tadeu Nascimento): " ... quero ver eles fazerem humor com Político poderoso, é fácil com quem tá na merda, com quem raramente vence na vida por causa de um sistema monstro desse".

(Tadeu Nascimento): "... Cheio das manas travestis morrendo por aí, era só essa que faltava".

(Tadeu Nascimento): "Não reconheceram p... nenhuma. Fui banido de lá".

(Tadeu Nascimento): "A letra não é complexa ... É CHOCANTE".

(Ricardo Wagner): "Só o absurdo de dizer que todas andam com navalhas, já se percebe o nível ... Esse tipo de "artista" não tem o meu ..."

(Ricardo Wagner): "Vão continuar cantando essa "música" ... "

(Ricardo Wagner): "É sempre assim: fazem as cagadas e depois vem com a cara mais lisa pedir desculpas. Deviam pensar antes".

(Rochelle Garcia Nunes): "Essa moça só se complica cada dia mais. Tá sem graça e com essa ela se ferrou. Fez uma referência criminosa na música".

(Sara Livia Priscila Cristiane Fenix): "... tenho nojo ... sinto nojo ..."

(Marcelinho): "   "As vezes tenho medo de travesti" . Então vá a um/uma psiquiatra se resolver ... queridinha".

(Mario Pimenta): "nossa que vexame"

(Michely Correa): "Extremo mau gosto. Desnecessária".

(Marcus Andrade): " ... Na minha percepção subjetiva aqui tem 90% de transfobia ..."

(Carollyne Lacerda): "Tatá, assim não tem como te defender amiga".

(Marília Gabriela): "Letra de péssimo gosto ..."

(Arce Correia): "Navalha na lábia e na carne alheia é fácil de usar. Saber o quanto dói a carne sangrando só quem sabe sente! ..."

(Andressa Piovani): "Que música é essa gente! Que nojo! Essa mulher ...! ...! Não sabia da existência dessa música. Se é que se pode chamar de música".

(Cris Cabana Cabana): " ... se é que se pode chamar isso de música ... francamente ... Ela tocou em 2012 na MTV, não me diga que ela repetiu esse feito em outro lugar? Achei o vídeo ela deveria ter tirado isso do ar".

(Claudia Lara): "... chega de nos usarem para comédia, para circos, a ignorância é uma doença e essa com certeza precisa se tratar".

(Carlos Berg): "... Como diz a letra de magnífica Rita Lee e Zélia Duncan "Só quem já morreu na fogueira sabe o que é ser carvão! Quem não sofre preconceito na pele acha tudo muito engraçado".

(Charles Lacerda): "... Essa música tem que ser queimada ... NÃO A TRANSFOBIA ..."

(Rafaela Rezende): "... um ser que não entende nada do que somos ... As pessoas precisam mesmo parar com essas agreções e dizer que isso é humor. Já chega!"

(Laura Adami): "Infelizmente vivemos em um mundo em que as pessoas julgam "o diferente", mas se esquecem que na verdade são todos iguais. Todos têm direito de gostar ou não, mas o respeito é essencial ..."

(Eduarda Laru): "É muito fácil pedir desculpas hoje! Primeiro tripudiamos e depois ainda nos chamam de burra que não entendemos o sentido da música. Ai por favor!"

(Iyá Oyá Balé Ngin `Ngan): "Fez uma música NOJENTA depois vem pedir desculpa , me poupe!"

(Claudete Moraes): "Sem comentários quer aparecer e não sabe, pendure uma jaca e uma melancia que funciona".

(Marta): "... Para permanecer no Globo tá quase vendendo a alma pro diabo".

(Luy Rodrigues): "Pesado! Putz! Ficou feio! Muito ofensivo e desnecessário ... Rotular não vale".

(Úrsula Guimaraes): "Que lixo. Não mascare transfobia com papinho de que era pra ser engraçado".

(Breno Pagliacci): " .. uma letra transfóbica e cafajeste dessa".

(Joana Leoncio): " a "música" é uma bosta transfóbica".

(Marcos Bastos Miranda): "Ridicularizando e criminalizando as travestis, reforçando a transfobia, deixando à margem da sociedade essas mulheres que já são marginalizadas por muitos ..."

(Deusina Lopes): "Estranha essa opção falando de travesti ter cara masculina e feminina, canivete nos bolsos, medos, etc, é pejorativa a abordagem ..."

(Raiza Silva): "Pra que isso? Bela bosta!"

(Ale San): "Reforçar o preconceito ..."

(Mariel Fernandes): "BEM desnecessário!"

(Valéria Borges): "Essa bandinha TRANSFÓBICA merece ser relegada ao fracasso. Tou cansada desses pseudo artistas que só sabem produzir desserviços aos grupos OPRIMIDOS".

(Vivi Sampaio): " ... Eu relamente não entendo esse tipo de comportamento. ... Respeito é bom e todo mundo gosta".

(Larissa Benjamin): "Que bosta de música".

(Arthur Souza): "Ela sempre fez isso. Só que antes não era música. Era programa de humor".

(Adriane Garcia): " ... já teve outras manifestações de GLBTfobias da parte dela e isso aí só comprova que muita gente precisa desconstruir seus preconceitos. É absurdo!"

(Andrea De Aguiar Vogado): " meu repúdio MASTER pra ela".

(Emy Ly): "Essa gente acha que ser comediante dá carta branca pra disseminar discursos de ódio".

(Janaina Souza): "não tem graça e não desculpo".

(Pablo Almeida): "... Fazer humor assim é fácil ..."

(Liana Alice): "... escracham seres marginalizados ... num clipe com os caras rindo das piadas de letra preconceituosa".

(Amauri Lins): "Discurso de ódio não tem graça nenhuma. Transfobia não é piada!".

(Ruano Berenguel)"Humor que sacaneio minoria não é engraçado, é maldoso".

(Juliana T. Gomes): "Humor que mata, humor que fere, humor que faz apologia ao preconceito ...". "Privilegiado é assim mesmo, pouco se importa pro sofrimento alheio".

(Bezerra Eduardo): "Onde está o humor em ser trans no Brasil?"

(Ailton Dias): "É tudo muito ruim. Um conjunto de feiuras".

(Juliana Juju): "Ridículo isso"

(Tatiana Rocha): "Fico indignada ..."

(Ricardo Wagner): "... vou ali dar a descarga".

(Washington Cozac): "Vomitei".

(Aline Petrine): "Vomitei".

(Vinicius Lopes): "Que bosta!"

(Tatyani Rodrigues): "Que bosta, cara".

(Nayane Barros): "Que lixo".

(Catarina Margarizo): "Que merda!"

(Adamo Almeida): "Essa só mexendo no bolso"

(Jéssica Leonardo): "E aí? Vão continuar promovendo essa "música"?"

(Alan Rodrigues): "... esse foi um fora sem precedentes".

A TRANSFOBIA É UM CRIME E ALGO ABOMINÁVEL
Tatá Werneck foi fortemente criticada por causa da música "Travesti de fogo" que ela cantou e divulgou em projeto musical, a letra foi fortemente criticada nas redes sociais. O Brasil é o país que mais mata travestis no mundo. Diz-se que a média de vida não chega aos 30 anos. É uma população extremamente vulnerável, que sofre preconceito, discriminação e falta de políticas públicas. As situações de violência física e emocional a que elas estão submetidas são inúmeras. As pessoas não tem os seus direitos respeitados.

APRESENTAÇÃO EM 29/11/2012
https://www.youtube.com/watch?v=19DkfbjhMsc



(Rodrigo Farias): "Desde 2012 ela cantava essa música na MTV e eu já achava um absurdo".

(Fabiana Brantes): "Essa música nem é nova, vi ela cantar uma vez na MTV, morreu pra mim aí".

(Fabiana Brantes): "Ela reclamou que não leram a música até o final. Eu li e WTF?"

A Banda fez show em julho de 2015 no Parque do Ibirapuera em São Paulo. A música existe desde 2012.

CLIPE COM A MÚSICA TRANSFÓBICA
https://www.youtube.com/watch?t=9&v=By1rO-NRadE

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https://www.facebook.com/photo.php?fbid=714792101984208&set=a.117232538406837.19012.100003602734561&type=1


OUTRAS OPINIÕES

"Só restou lamentar em Evento de Tal Proporção tamanha falta de conhecimento ou respeito".

"Tratou-se de Prêmio contra a Homofobia mesmo porque a Transfobia foi o que mais rolou".


COORDENADORIA ESPECIAL DA DIVERSIDADE SEXUAL da Prefeitura do Rio/ CEDS-RIO

Comentou-se que, fora da fachada, no real, a Coordenadoria é alheia a TRANSFOBIA.