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sábado, 1 de dezembro de 2018

Família denunciou barbaridades que Homem transexual sofreu em Duque de Caxias na Baixada Fluminense do Rio de Janeiro


Os escarnecedores riam do rapaz enquanto ele gemia de dor no Hospital e a Família implorava por remédio para dor. A Família também era desrespeitada. Eles riam da Família também no Hospital. O médico  vudu dava laudo atestado falso para que a família não tivesse seu direito atendido.

A maioria das pessoas que passam por essas covardias permanecem em silêncio segundo relatos.



O Hospital proibiu o acesso ao Prontuário dele a representante da Família.






terça-feira, 22 de agosto de 2017

A trans Dianna teria sido assassinada em local próximo a cidade de Limoeiro em Pernambuco. Heymily Maynard do grupo NATRAPE de Recife teria recebido a informação. A mídia não teria noticiado ainda o assassinato.


A trans Dianna Della Vega teria sido assassinada em local próximo a cidade de Limoeiro em Pernambuco. Heymily Maynard do grupo NATRAPE de Recife teria recebido a informação. A mídia não teria noticiado ainda o assassinato. Ela seria cabeleireira e promotora de eventos.

https://faizakhalida.blogspot.com.br/2017/08/a-trans-dianna-teria-sido-assassinada.html

Louvado O Senhor Jesus Cristo para sempre.







segunda-feira, 21 de agosto de 2017

Victor Hugo Vilas Boas lutou desde 2016 pelo respeito ao seu nome social na Faculdade de Direito Ruy Barbosa em Salvador, Bahia.

http://www.nlucon.com/2017/08/apos-denuncia-aluno-trans-tem-nome.html

Victor Hugo Vilas Boas é um homem trans. Há um mês ele fez uma denúncia publicamente pra que a Faculdade onde ele estuda respeitasse o seu nome social. Várias pessoas e veículos de comunicação deram visibilidade ao caso dele, incluindo o Portal G1 da Globo, e com a pressão e indignação dessa repercussão o nome dele foi finalmente alterado na lista de chamada, na biblioteca e nas áreas de atendimento aos alunos. Foi um passo importante para que ele fosse finalmente respeitado. A manchete do G1 dizia: "Estudante transexual acusa Faculdade de Salvador de transfobia. Não vou me calar" Ele vem lutando pelo respeito ao seu nome social na Faculdade desde 2016 quando precisava expor a sua vida e intimidade na Faculdade perante os coordenadores e explicá-los o que é ser um homem trans e como é o tratamento. Em fevereiro, a Defensoria Pública do Estado do Rio de Janeiro solicitou respeito ao seu nome social, mas nada era feito, mesmo com  a citação da lei número 8.727 de 2 de abril de 2016 no documento da Defensoria Pública. Quando o caso dele foi parar na mídia com a exposição do constrangimento, a Faculdade emitiu uma nota dizendo que o nome social dele aparecia no sistema, e a Faculdade garantiu que respeitava o nome social de alunos e professores, mas isso era mentira e conversa fiada. Victor fez um vídeo demonstrando que o nome social dele não estava sendo respeitado em nenhum espaço da Faculdade. A Faculdade apostou na mentira e não foi possível Vitor resolver o problema através do respeito. Victor precisou se expor, passar a focar na questão do respeito a ele dentro da Faculdade e dedicar o tempo precioso de estudo acadêmico para que finalmente agora a Faculdade passasse a respeitá-lo respeitando o seu nome social. Torcemos para que Victor possa focar apenas nos estudos acadêmicos sem esses entraves e lamentáveis dificuldades.

https://faizakhalida.blogspot.com.br/2017/08/victor-hugo-vilas-boas-lutou-desde-2016.html

http://www.nlucon.com/2017/08/apos-denuncia-aluno-trans-tem-nome.html

http://g1.globo.com/bahia/noticia/estudante-acusa-faculdade-de-salvador-de-transfobia-nao-vou-me-calar.ghtml



Louvado O Senhor Jesus Cristo para sempre.

domingo, 20 de agosto de 2017

O episódio com Theo Lima mostra que muitas famílias não imaginam que o preconceito com pessoas transexuais é tão forte até ocorrer com alguém da própria casa ou próximo.


http://www.nlucon.com/2017/06/homem-trans-de-23-anos-e-espancado-por.html

Theo Lima, um homem trans de 23 anos, faz pouco tempo, foi espancado por 7  homens após sair de um Clube em Campinas, São Paulo. Os homens deixaram ele nu em plena rua. Era um crime de transfobia. Eles falavam para ele que ele queria ser macho, mas que ele era uma menininha. Eles deram murros e chutes. Tiraram o blinder dele e fizeram piadinhas. Chovia e com a violência, Theo Lima desmaiou e só acordou quase meio-dia sem camisa. Foi horrível.

Os agressores de Theo não tinham sido identificados pela Polícia. A Família de Theo ficou chocada porque não imaginava que o preconceito fosse tão forte com pessoas transexuais até ocorrer na própria casa. A mãe declarou "a gente só consegue entender a dimensão disso quando alguém que está ao nosso lado passa por isso".

Após o episódio Theo teve depressão e tentou suicídio. Foi internado em Hospital psiquiátrico para não tirar a própria vida. Tinha pesadelos e tomava remédios para poder dormir. Tinha medo de sair na rua.

Desde criança, Theo andava sem camisa, vestia roupas do irmão. A mãe não entendia, mas agora percebe que ele sempre foi assim desde pequeno. Aos 22 anos, começou com hormônios. Ele contou que a transfobia é constante, tendo que explicar e inventar histórias ao ser constantemente questionado. Ele disse que um desses casos foi com uma mulher cis que em um Posto de gasolina falava para ele que ele não era homem, foi abraçar ele e depois que conseguiu sentir a faixa e o peito disse: Tá vendo? Você não é homem. Ele divulgou na internet uma vaquinha para realizar a mamoplastia (retirada dos seios e masculinização do peitoral) mas só tinha conseguido 1 por cento do valor. A mãe dele espera que ele consiga o valor e realize o desejo: "É o que ele precisa. Trabalho como manicure.". Todos torcem para que Theo consiga superar as marcas do preconceito e também que consiga realizar a cirurgia.

https://faizakhalida.blogspot.com.br/2017/08/o-episodio-com-theo-lima-mostra-que.html

http://www.nlucon.com/2017/06/homem-trans-de-23-anos-e-espancado-por.html

Louvado O Senhor Jesus Cristo para sempre.

quinta-feira, 17 de agosto de 2017

Preconceito de Policiais em Evento LGBT. Insultos a casais gays e assédios a casais lésbicas. Ativista teve óculos quebrados e porrada no celular. Recusa de ajuda e socorro médico: "Isso é mais um viadinho drogado, disse a Polícia". Vítima teve 2 paradas respiratórias e espumava pela boca. Repressão Policial massiva para dispersar lgbts presentes na Parada Lgbt de Contagem em Minas Gerais, uso de cassetetes, spray de pimenta, destruição de celulares e ofensas de policiais sem motivo aparente. "A Polícia fazia intervenções com violência e agressões verbais depreciativas da orientação sexual e da identidade de gênero, era claramente lgbtfobia policial


Relatos de participantes denunciam repressão policial para “dispersar” presentes e até a recusa de socorro médico a LGBT. Um Policial disse segundo relatos: "Nós não vamos ajudar não. Isso é mais um viadinho drogado". Houve dezenas de declarações sobre a atuação preconceituosa de POLICIAIS realizada em Minas Gerais.

Em um relato, um jovem passava mal próximo a um ponto de ônibus e a sua primeira atitude foi pedir socorro a uma viatura da Polícia. Os Policiais negaram a ajuda. O jovem espumou pela boca, as pessoas ao redor entravam em pânico, a vítima teve duas paradas respiratórias e só foi levada ao Hospital por outra viatura por interferência de uma mulher policial que teve compaixão e defendeu o socorro.

As atitudes preconceituosas de Policiais durante o Evento LGBT foram denunciadas também pelo ativista Gleyk Silveira. Ele afirmou que por mais de 10(dez) vezes viu policiais insultarem casais gays e assediar casais de lésbicas. Gleyk que é vice-presidente da UNA LGBT teve o seu celular e os seus óculos quebrados por um cassetete de madeira enquanto filmava uma dessas agressões físicas para tentar ter provas a fim de denunciar o preconceito de policiais no Evento LGBT. "Um dos Policiais deu uma porrada no meu celular e quebrou os meus óculos".

A repressão policial massiva começou as 19:30. Anderson Cunha Santos, presidente da ONG Cellos Contagem, confirmou as denúncias e as violências excessivas da Polícia. Os participantes da Parada LGBT relataram o uso de cassetetes, spray de pimenta, destruição de celulares e ofensas de policiais sem motivo aparente. Anderson Cunha Santos disse que é preocupante o preconceito policial. "A Polícia fazia intervenções com violência e agressões verbais depreciativas da orientação sexual e da identidade de gênero, era claramente lgbtfobia policial, disse com indignação. Anderson garante que houve diversas reuniões com órgãos públicos, PMs, Polícia, Prefeitura, com ciência de todos dos horários, percursos, locais e trânsito. E tinha acordo firmado para a garantia da segurança do público LGBT presente.

A Polícia Militar não havia se posicionado em resposta.


Raffaella Dotta - Joana Tavares
https://www.brasildefato.com.br/2017/08/07/em-contagem-mg-pm-trata-parada-lgbt-com-ofensas-homofobicas-e-violencia/

Preconceito de Policiais em Evento LGBT.  Insultos a casais gays e assédios a casais lésbicas. Ativista teve óculos quebrados e porrada no celular. Recusa de ajuda e socorro médico: "Isso é mais um viadinho drogado, disse a Polícia". Vítima teve 2 paradas respiratórias e espumava pela boca.  Repressão Policial massiva para dispersar lgbts presentes em Parada Lgbt de Contagem em Minas Gerais, uso de cassetetes, spray de pimenta, destruição de celulares e ofensas de policiais sem motivo aparente.  "A Polícia fazia intervenções com violência e agressões verbais depreciativas da orientação sexual e da identidade de gênero, era claramente lgbtfobia policial

Relatos de participantes da Parada LGBT de Contagem, em Minas Gerais, denunciaram preconceito policial.

Louvado O Senhor Jesus Cristo para sempre.

quarta-feira, 16 de agosto de 2017

Homem trans espancado e encontrado em poça de sangue contraiu pneumonia em Hospital Público de Duque de Caxias. 2 braços quebrados, ficou apenas com 2 dentes da boca e teve traumatismo craniano. Foi encontrado na poça de sengue com convulsões, e pela Família uma semana depois. Durante atos de transfobia, ele ouvia coisas como "se você é homem, vai apanhar como homem".

http://dentrodomeio.com.br/2017/08/14/homem-trans-respira-com-aparelhos/

O homem trans que foi espancado está internado na UTI do Hospital de Saracuruna em Duque de Caxias no Rio de Janeiro na altura da Rodovia Washington Luís . Ele foi encontrado pela família uma semana depois de ter sido espancado. Os seus dois braços foram quebrados. Ele ficou com apenas dois dentes da boca e teve traumatismo craniano. A irmã dele contou ao G1 que ele foi encontrado em uma poça de sangue caído com convulsões devido a um traumatismo craniano. Ele precisou ser reanimado pelo Corpo de Bombeiros. No Hospital em Duque de Caxias, o homem trans contraiu pneumonia. Não foi a primeira vez que o homem trans foi agredido segundo a irmã dele. Durante os atos de transfobia, ele ouvia coisas como "se você é homem, vai apanhar como homem".

Louvado O Senhor Jesus Cristo para sempre.

Louvado O Senhor Jesus Cristo para sempre.

segunda-feira, 14 de agosto de 2017

Bárbara Gomes, a travesti que teve a casa incendiada, disse que os criminosos bárbaros covardes agiram por transfobia.


A travesti Bárbara Gomes, 33 anos, acredita que foi sua casa foi incendiada por transfobia, pelo preconceito por ela ser travesti.

Ela já havia sofrido várias ameaças para sair do local, mas ela não tem inimigos. Havia sim pessoas preconceituosas que discriminavam transexuais, como exemplo, relatou o caso de um ex-presidente do Bairro que havia falado que faria um abaixo-assinado para tirá-la uma vez que eles não queriam viados naquela localidade.

Quando a Bárbara chegou em casa, ela viu a casa e os seus pertences tomados pelo fogo. Os homens que invadiram a casa dela ainda furtaram vários pertences como o motor da sua geladeira. Ela relatou que ao passar por esse episódio de transfobia sentiu desespero, sentiu choque, estresse, pânico, paralisia, choro, não sabia se desmaiava.

A ATRATO diate de tamanha crueldade transfóbica está pleiteando um aluguel social junto a Secretaria de Ação Social para Bárbara Gomes, travesti, e também está fazendo campanha para doações de roupas, alimentos e materiais de limpeza para ela. Bárbara está na casa de familiares.

Louvado O Senhor Jesus Cristo para sempre.

http://www.nlucon.com/2017/08/travesti-que-teve-casa-indenciada-diz.html

Travesti sofreu violência dentro da sua própria casa. Uma hipótese levantada é que Charliane respondia insultos na rua quando a constrangiam pela sua identidade quando ela andava na comunidade João paulo II. Ela não tem antecedentes criminais.


Pelo menos dois homens entraram na residência onde uma travesti morava para tentar assassiná-la no Ceará. Os familiares da vítima teriam entrado em luta corporal com os suspeitos. Informações do 26º Distrito Policial. Uma hipótese levantada é que Charliane respondia insultos na rua quando a constrangiam pela sua identidade quando ela andava na comunidade João Paulo II. Ela não tem antecedentes criminais.

Este é pelo menos o sexto caso de violência contra travestis no Ceará que pôde vir a público em 2017. 



Transexuais assassinados no Ceará

31/7 – Gaby Sousa, 21 anos – Assassinada a tiros em Maracanaú

2/7 – Rayane, 35 anos. Assassinada com 15 tiros em Horizonte

2/ 7 – Larissa. Assassinada com 5 tiros no Vicente Pinzón

25/6 – Salomé Bracho, 25 anos. Assassinada a tiros por dois homens em São Luís do Curu

15/6 – Julhão Petruk, 20 anos. Homem trans assassinado com tiros no rosto no bairro Autran Nunes

15/5 – Ketlin, 31 anos. Encontrada morta a facadas em Juazeiro do Norte

9/5 – Jennifer Holanda. Assassinada a tiros em Itaitinga

27/4 – Pinha Priscila. Assassinada por espancamento no Conjunto José Walter

12/4 – Hérika Izidoro. Morreu dois meses depois de ser espancada e atirada de um viaduto na avenida José Bastos.

15/2 – Dandara dos Santos, 42 anos. Assassinada após espancamento no bairro Bom Jardim

30/1 – Paola Oliveira, 30 anos. Encontrada morta em Russas, com marcas de espancamento.


http://cnews.com.br/cnews/noticias/115678/travesti_e_baleada_durante_atentado_em_fortaleza

http://aranews.com.br/portal/index.php/regional/1094-travesti-vitima-de-tentativa-de-assassinato-na-sabiaguaba

Louvado seja O Senhor Jesus Cristo para sempre.

domingo, 13 de agosto de 2017

Nicole é mais uma mulher transexual demitida depois de denunciar discriminação no trabalho A discriminação teria ocorrido (a confirmar) no âmbito da empresa Bio Mundo. Uma funcionária vendedora no Shopping Gilberto Salomão no Lago Sul do Distrito Federal, de 23 anos, que é transexual, foi demitida depois que ela denunciou inclusive para a direção do seu trabalho-empresa discriminação, agressão física e agressão moral por um funcionário da empresa. Novo Mundo seria uma empresa de produtos naturais (a confirmar) (61)3248-1972/3248-7472 lojabiomundo@gmail.com

Nicole é mais uma mulher transexual demitida depois de denunciar discriminação no trabalho
http://g1.globo.com/distrito-federal/noticia/funcionaria-transexual-e-demitida-apos-denunciar-agressao-e-discriminacao-no-df.ghtml
A discriminação teria ocorrido (a confirmar) no âmbito da empresa Bio Mundo que seria de produtos naturais (a confirmar)
(61)3248-1972/3248-7472
lojabiomundo@gmail.com
https://www.lojabiomundo.com.br/nossas-lojas-1
Uma funcionária vendedora no Shopping Gilberto Salomão no Lago Sul do Distrito Federal, de 23 anos, que é transexual, foi demitida depois que ela denunciou inclusive para a direção do seu trabalho-empresa discriminação, agressão física e agressão moral por um funcionário da empresa.

Nicolle está em transição de gênero do masculino para o feminino, mas assim que ela chegou na empresa já foi alertada por outra funcionária que teria que tomar cuidado com esse rapaz porque ele ter preconceito e ser machista. Isso se concretizou desde o seu início na empresa, nos primeiros momentos, a transexual Nicolle já ouvia piadinhas e risos na cara. Ela deixava passar porque precisava do emprego para pagar a sua Faculdade. Esse rapaz dentro da empresa falou que o pai da transexual Nicolle tinha que bater nela até ela virar homem, que dessa forma ela estaria agora como um homem. Em seus procedimentos no atendimento ao cliente, ela já recebeu chutes de colega de trabalho e chorava no banheiro da empresa Bio Mundo. Nicole contou o ocorrido para a gerência da loja e para a central da empresa Bio Mundo. Nicole sempre buscou ajuda da empresa e nunca encontrou ajuda.

No setor de psicologia da Faculdade em que Nicole estuda, ela foi orientada que procurasse o Conselho de Direitos Humanos do DF, que convocou o dono da empresa para uma Conciliação, mas o proprietário não compareceu a reunião marcada na sexta-feira 11. Em vez disso mandou um advogado. Nesta Reunião Conciliatória o presidente do Conselho Michel Platini disse que seria proposto que o dono da empresa recontratasse a transexual Nicole e fizesse uma oficina de capacitação aos colaboradores ensinando como tratar a clientela LGBT e lgbts funcionários.

Como não houve o acordo, a denúncia será encaminhada para a Delegacia de Repressão aos Crimes por Discriminação e Orientação Sexual onde a empresa será responsabilizada. Infelizmente isso já devia ser feito desde o primeiro episódio de preconceito na empresa. Tudo começa com pequenos crimes de discriminação e de identidade de gênero, piadinhas, desrespeitos e ao passar do tempo as consequências podem se tornam mais graves.

https://faizakhalida.blogspot.com.br/2017/08/nicole-e-mais-uma-mulher-transexual.html

G1
http://g1.globo.com/distrito-federal/noticia/funcionaria-transexual-e-demitida-apos-denunciar-agressao-e-discriminacao-no-df.ghtml

 Louvado O Senhor Jesus Cristo para sempre.

segunda-feira, 7 de agosto de 2017

A transexual Bruna Laclose foi morta a facadas por um homem dominado com espírito ruim segundo o próprio assassino.

http://www.diariopopular.com.br/index.php?n_sistema=3056&id_noticia=MTI2MjA3&id_area=Ng==&chave=4d2cd1956964201
https://homofobiamata.wordpress.com/2017/08/06/bruna-laclose-facadas-rs-pinheiro-machado/

Um homem matou a transexual Bruna Laclose a facadas no início da manhã deste domingo em Pinheiro Machado. Minutos depois, ele ainda esfaqueou uma outra vítima, que foi encaminhada ao Pronto-Socorro de Pelotas e está fora de perigo. O criminoso disse à polícia que estava "possuído por um espírito ruim".

O crime ocorreu na madrugada deste domingo 06/07/2017 em Pinheiro Machado, na Região da Campanha. O homem segundo ele mesmo endemoniado ou possuído pelo mal discutiu com Bruna em frente a uma Boate na Rua Protásio Alves por volta das 6 horas. Ela foi esfaqueada, não resistiu aos ferimentos e morreu no local.

A Brigada Militar encontrou o homem 2 horas após os esfaqueamentos, próximo a Rua Tiradentes, enquanto ele tentava fugir. Ele estava com 2 facas sujas de sangue e confessou o crime justificando aos policiais os ataques dizendo que estava possuído. Ele foi preso em flagrante e encaminhado ao Presídio Regional de Bagé.

Louvado seja O Senhor Jesus Cristo para sempre.

domingo, 6 de agosto de 2017

Ex-militar assassino de mulher transexual foi condenado a 40 anos de prisão nos Estados Unidos. "119 perfurações por todo o corpo da mulher trans Dee Whigham até que cortou a garganta dela"

Assassino de mulher transexual foi condenado a 40 anos de prisão nos Estados Unidos
"119 facadas"

O ex-militar Dwanya Hickerson matou brutalmente a mulher transexual Dee Whigham a facadas nos Estados Unidos. Ela tinha apenas 25 anos. O caso chamou atenção da mídia internacional.

Após se conhecerem na internet e trocarem mensagens por dois meses, eles marcaram o primeiro encontro. Eles foram para cama e, pouco depois, ela contou para o ex-militar que é uma mulher transexual. O rapaz se revoltou e a matou. Em sua revolta, ele pegou uma faca e desferiu vários golpes no rosto, no corpo, até que cortou a garganta dela. O resultado dessa fúria assassina foram  119 perfurações por todo o corpo de Dee Whigham. Após a violência, ele a deixou no banheiro para morrer.

Durante o julgamento, o rapaz declarou que “apenas perdeu a cabeça” e que “nem se lembra dos detalhes da noite que passou com a mulher transexual”. A mulher trans Dee Whigham havia acabado de concluir a faculdade de enfermagem, era considerada uma excelente enfermeira, amada por seus pacientes. A prima dela, Raquel Cooley, declarou que sua prima não merecia isso, pois  "Ela era uma trabalhadora e de bom coração que estava apenas começando a sua vida.

O crime aconteceu há um ano e o julgamento do caso ocorreu no fim de julho de 2017. O tribunal do Mississípi condenou o ex-militar Dwanya Hickerson a 40 anos de prisão, sem direito a liberdade condicional, por homicídio em segundo grau.

Louvado O Senhor Jesus Cristo para sempre.



http://www.nlucon.com/2017/08/ex-militar-que-matou-mulher-transexual.html

Ex-militar que matou mulher transexual a facadas é condenado a 40 anos de prisão nos EUA

POR NLUCON

Cada vez fica mais evidente que crimes transfóbicos são crimes de feminicídio – isto é, crime contra o gênero feminino. Um caso que chama atenção da mídia internacional desde 2016 é o evolvendo o brutal assassinato da enfermeira trans Dee Whigham, de 25 anos, por seu ex-parceiro, no Mississipi, EUA.

Dee e o ex-militar Dwanya Hickerson se conheceram pela internet e trocavam mensagens há dois meses quando marcaram o primeiro encontro. Eles foram para cama e, pouco depois, Dee teria contado que é uma mulher transexual. O rapaz se revoltou e a matou.

No crime, ele pegou uma facada e desferiu vários golpes no rosto, no corpo, até que cortou a garganta da vítima. Os policiais contaram 119 perfurações por todo o corpo. Após a violência, ele a deixou no banheiro para morrer.

Durante o julgamento, o rapaz chegou a ser questionado sobre o motivo que o levou a matar Dee, mas ele declarou que “apenas perdeu a cabeça” e que “nem se lembra dos detalhes da noite”. Uma estratégia para que o fator preconceito não fosse acrescentado na sentença.
Dee tinha 25 anos e havia acabado de concluir a faculdade de enfermagem. A CEO da Forrest Health, Evan Dillary declarou que ela será sempre lembrada como uma excelente enfermeira, amada por seus pacientes.

A prima Raquel Cooley lamentou o trágico fim: "Ela era uma trabalhadora e de bom coração que estava apenas começando a sua vida. Não merecia isso".

Embora o crime tenha acontecido há um ano, o julgamento do caso ocorreu somente no fim de julho de 2017. Sendo assim, o  tribunal do Mississípi condenou Dwanya a 40 anos de prisão, sem direito a liberdade condicional, por homicídio em segundo grau.

Louvado O Senhor Jesus Cristo para sempre.

Mara Michele, técnica em Desenvolvilmento Infantil (TDI) concursada vem sofrendo constrangimentos e discriminação por sua identidade de gênero em seu ambiente trabalho no Centro de Educação Infantil Vovó Teresinha por parte da direção (gestão da escola) e por uma funcionária da escola que é pastora de uma igreja onde os pais de um aluno de cinco anos frequenta. Ela é pastora na igreja dos pais da criança, e não respeita a identidade de gênero dela, se recusando a chamar ela pelo seu nome social”, O abalo gerado nela pelos vários constrangimentos vivenciados fez com que a técnica concursada fosse buscar alguma ajuda da Defensoria Pública que cobra uma atitude real da Secretária Municipal de Educação de Alto Paraguai Sandra Real contra essa violação de direitos humanos e constitucionais.


http://sintep2.org.br/sintep/exibir.php?exibir=1&id_l=4942

Mara Michele, técnica em Desenvolvilmento Infantil (TDI) concursada vem sofrendo constrangimentos e discriminação por sua identidade de gênero em seu ambiente trabalho no Centro de Educação Infantil Vovó Teresinha por parte da direção (gestão da escola) e por uma funcionária da escola que é pastora de uma igreja onde os pais de um aluno de cinco anos frequenta. Ela é pastora na igreja dos pais da criança, e não respeita a identidade de gênero dela, se recusando a chamar ela pelo seu nome social”, O abalo gerado nela pelos vários constrangimentos vivenciados fez com que a técnica concursada fosse  buscar alguma ajuda da Defensoria Pública que cobra uma atitude real da Secretária Municipal de Educação de Alto Paraguai Sandra Real contra essa violação de direitos humanos e constitucionais.


Educadora denuncia discriminação de gênero em escola.


O Sindicato dos Trabalhadores no Ensino Público de Mato Grosso (Sintep/MT), cobra esclarecimentos da Secretaria Municipal de Educação de Alto Paraguai e da direção do Centro de Educação Infantil Vovó Nezinha, no município, sobre suposto ato discriminatório no exercício profissional, contra a técnica em Desenvolvimento Infantil (TDI), socialmente identificada como Maria Michelle Ferreira de Almeida.

Maria Michelle é o nome social de José Maria Ferreira de Almeida. A técnica atua há três anos na escola, após tomar posse no Concurso Municipal. Há alguns meses ela passou a sofrer discriminação por sua identidade de gênero, por parte da direção do Centro de Educação, tendo inclusive recebido uma “orientação” para que não frequentasse a escola no período fora da jornada de trabalho.

Segundo ela, a motivação da gestão para os atos teria partido da reação de uma criança de cinco anos, que frequenta o Centro Infantil no contraturno de sua jornada. “Por vezes cobrimos uma colega de outro período, e criança me vê na escola”, disse. Porém o preconceito tem sido evidenciado também por uma funcionária. “Ela é pastora na igreja dos pais da criança, e não respeita a minha identidade de gênero, se recusando a me chamar pelo meu nome social”, relata. Pelos vários constrangimentos vivenciados a técnica foi buscar reparação na Defensoria Pública e tem recebido apoio de movimentos LGBT’s de vários estados brasileiros.

O Sintep/MT, como entidade de defesa dos direitos dos/as trabalhadores/as da educação pública, e atuante na questão dos direitos humanos, condena qualquer ato de preconceito e cobra do governo municipal, em específico da secretária de educação, Sandra Carvalho, assim como da direção do Centro Educacional, um posicionamento sobre atitude inconstitucional.

“Defendemos a escola humanizadora, pública, democrática, laica e socialmente referenciada. Por esse motivo, repudiamos quaisquer formas de discriminação, seja por credo, etnia, gênero, condição social ou outro”, destaca a vice presidente do Sindicato, Jocilene Barboza.

O ocorrido no Centro Educacional Vovó Nezinha fere o artigo 5ª da Constituição Federal quando discrimina pela identidade de gênero ou orientação sexual. E mais, contradiz a Resolução CNE nº 2/2012 que estabelece as diretrizes para a educação em direitos humanos e a Parecer nº 010/2009 do Conselho Estadual de Educação (CEE-MT) que reconhece o nome social.

Assessoria/Sintep-MT

VER TAMBÉM 
O PRECONCEITO SISTEMÁTICO COM TRANSEXUAIS NO MERCADO DE TRABALHO EDUCAÇÃO PÚBLICA E PARTICULAR

Louvado O Senhor Jesus Cristo para sempre.

sábado, 5 de agosto de 2017

Homem trans Wendy Augustos sofreu constrangimento e desrespeito em barbearia. A barbearia se recusou a atender esse jovem homem trans em Teresina.


http://g1.globo.com/pi/piaui/pitv-2edicao/videos/t/edicoes/v/barbearia-se-recusa-a-atender-jovem-trans-em-teresina/6048670/

Wendy Augustos, homem trans, procurou uma barbearia para cortar o cabelo e o que parecia tão simples virou constrangimento e desrespeito. Ele sempre se sentiu homem e encontrou resistência em um simples corte de cabelo, aconteceu com ele há 2 semanas. Wendy Augustos em entrevista disse que se eles se propõem a cortar o cabelo de homens, eles precisam estar cientes que não existem apenas os homens cis, mas também existem os homens trans e ele estava sendo excluído. Wendy não quis levar o caso para a Justiça porque também no Brasil não existe uma Lei para combater a LGBTFOBIA, mas outros dispositivos legais deveriam ser usados tanto para combater o que Wendy sofreu como para punir o salão que o constrangeu e o expôs ao ridículo. Tudo é uma questão de RESPEITO.
Louvado O Senhor Jesus Cristo para sempre.

sexta-feira, 4 de agosto de 2017

A TRAVESTI CHARLIANE SILVA BARRETO FOI MORTA. GGB NÃO TEM DÚVIDA QUE É UM CASO DE TRANFOBIA. A travesti Charlene era uma pessoa sossegada e respeitava a todos. Quando chegou de Portugal fez a reforma da casa da mãe onde ela também morava. Na rua em que morava no São Caetano era muito querida. Alguém de Itabuna denunciou que Itabuna está horrível para "gays e trans" já teriam matado 13 Lgbts em 2017: Edy, Val val, Dandara, Samarone, A que queimaram na Kennedy, A do Sarinha, Flavia, Rogerio no São Lourenço, Tairone e mais os nomes esquecidos. MUITO CHOCANTE, UMA PESSOA LINDA, QUERIDA, AJUDAVA A MÃE, FOI VÍTIMA DA VIOLÊNCIA.

A travesti Charliane residia atualmente com a mãe, no bairro São Caetano e não tinha passagem pela Polícia. 
A travesti Charlene era uma pessoa sossegada e respeitava a todos. Quando chegou de Portugal fez a reforma da casa da mãe onde ela também morava. Na rua em que morava no São Caetano era muito querida.


Alguém de Itabuna denunciou que Itabuna está horrível para "gays e trans" já teriam matado 13 Lgbts em 2017: Edy, Val val, Dandara, Samarone, A que queimaram na Kennedy, A do Sarinha, Flavia, Rogerio no São Lourenço, Tairone e mais os nomes esquecidos.

https://homofobiamata.wordpress.com/2017/08/02/charliane-silva-barreto-25-anos-tiros-dhpp-ba-itabuna/

MUITO CHOCANTE, UMA PESSOA LINDA, QUERIDA, AJUDAVA A MÃE, FOI VÍTIMA DA VIOLÊNCIA

A travesti Charliane foi encontrada morta em um terreno às margens da BR-101, no km-507, trecho da cidade de Itabuna, que fica no sul da Bahia. Ela aparentava ter idade de 25 anos. O Departamento de Polícia Técnica (DPT) informou que ela foi encontrada com marcas de tiros na região da cabeça.

Por: Marcelo Cerqueira

GGB NÃO TEM DÚVIDA QUE É UM CASO DE TRANFOBIA

“… O GGB não tem dúvida que um caso de transfobia e a leitura da cena do crime indica isso. Local mal iluminado, ela vestindo blusa manga comprida, e calcinha que cobria totalmente as partes intimas, indicando que não foi tirada, ou mesmo que ela não se excitou.

Entretanto, a peruca jogada ao lado do corpo, indica que foi arrancada da cabeça da vítima por outra pessoa. O tiro na região da orelha pode significar que ela foi obrigada a fazer, sexo oral, por exemplo e após a realização do ato, o psicopata executou a vítima.

O corpo indica que tombou suavemente, os pés estou em posição normal, os braços não revelam que houve uma resistência ou mesmo luta, sugere que foi uma surpresa. A posição com que caiu ao chão sugere que ela estava ajoelhada…”



Charliane tinha uma perfuração de bala na cabeça, logo atrás da orelha e ao lado dela foi encontrada uma peruca. 




































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Louvado O Senhor Jesus Cristo para sempre.