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sexta-feira, 9 de dezembro de 2016

ALEXANDRE GARCIA VIROU REFERÊNCIA DA DIREITA CONTRA A TRANSEXUALIDADE.



Jornalista Alexandre Garcia aparece em vídeo divulgado no Youtube pela Porta Direita contra a transexualidade.

O jornalista Alexandre Garcia falou o que todos já sabem sobre o órgão genital com que pessoas neurodiscordantes de gênero  nascem.

O vídeo de Alexandre Garcia não explica a transexualidade, não apresenta o depoimento de uma pessoa transexual passando a sua vivência dessa manifestação humana.

Até como abordagem histórica ou jornalística, o vídeo do jornalista Alexandre Garcia sofreu críticas. Para quem deseja encontrar um caminho para discriminar os diferentes, o vídeo do jornalista Alexandre Garcia pode ter sua utilidade. Neste vídeo, o jornalista Alexandre Garcia não abordou o respeito que deve ser dado a todas as pessoas independente do órgão genital ou rótulos impostos socialmente.

Louvado seja Nosso Senhor Jesus Cristo para sempre.

quarta-feira, 16 de novembro de 2016

Atitude da coordenação do Colégio Elite da unidade Campo Grande II ao aluno gay está repercutindo no facebook. Ela pediu que o jovem mantivesse uma distância segura de outro amigo que também é homossexual. Ele foi convocado a participar de uma reunião onde o motivo foi a reclamação de que ele estava beijando um amigo na frente da escola. A mãe do aluno recebeu ligação dizendo que ela tinha que conversar com o filho sobre a opção sexual dele e contou que depois disso começaram as perseguições. Ele foi também acusado pela escola de ter xingado o pai de um aluno quando sequer estava no local do suposto xingamento. O ALUNO CONTOU QUE SENTE A REALIDADE DE COMO A SEXUALIDADE É TRATADA EM MUITOS COLÉGIOS.

http://oglobo.globo.com/sociedade/jovem-acusa-coordenacao-de-escola-por-atitude-homofobica-20474854

Um jovem gay de 15 anos denunciou uma escola particular da Zona Oeste do Rio de Janeiro. Bruno Oliveira relatou que a coordenação da unidade Campo Grande II do Colégio Elite pediu que ele mantivesse uma distância segura de outro amigo que também é homossexual.

O estudante contou que começou a ser repreendido pela escola no ano passado após dar um selinho no colega quando ambos foram levados para a coordenação:
"Era fim do ano letivo, estava todo mundo já mais tranquilo com o término das atividades escolares. Nós sentamos no meio da sala de estudos. Tinha mais gente por lá, inclusive um casal hétero logo atrás de nós se beijando. Eu e esse meu amigo demos um selinho. Um selinho, repito. Apareceu uma funcionária da escola e levou a gente para a coordenação. Disse que a gente não podia fazer aquilo".

Após o caso, o aluno contou que a escola passou a vigiá-lo e diante da aproximação com outro estudante do mesmo sexo acabava parando na diretoria. 

"Mês passado eu estava na porta da escola com uma amiga e outro amigo chegou. Nos cumprimentamos com um abraço, sentamos em roda e ficamos conversando. Uma funcionária da coordenação foi lá na roda chamar eu e esse amigo para ir na sala dela. Chegamos lá e a diretora foi convocada a participar da reunião. O motivo era que alguns pais estavam reclamando que a gente estava se beijando na frente da escola. A gente tinha dado um abraço."

_A gente sai de casa para estudar e chega no lugar e sofre isso. Pintei o cabelo de rosa, mas com tudo isso perdi a vontade e queria até mudar de cor. Depois que pintei o cabelo tudo ficou pior,  me sinto bastante perseguido. Chegou no limite.

Bruno contou que foi acusado pela escola de ter xingado o pai de um aluno. A mãe de Bruno contou que Bruno sequer estava na porta do colégio quando o xingamento teria ocorrido.

Mãe de Bruno, Maria Emília de Oliveira contou que ano passado ligaram para ela dizendo que o Bruno tinha beijado um amigo na escola e eu perguntei: Qual é o problema? Disseram que eu tinha que conversar com ele para  saber sobre a sexualidade dele, sobre a opção sexual, usaram esse termo. Passou um ano e começaram as perseguições - diz Maria Emília.

A atitude da escola em relação ao aluno que é gay está repercutindo no facebook.
 
Louvado seja O Senhor Jesus Cristo

sábado, 2 de julho de 2016

Presidente Michel Temer não quer direitos LGBTs em seu governo de SALVAÇÃO NACIONAL. Ele não quis receber LGBTs várias vezes. DIA 08/07/2016 Michel Temer recebeu pastores evangélicos e prometeu rever DIREITOS DE TRANSGÊNEROS, TRAVESTIS, TRANSEXUAIS, HOMOSSEXUAIS, GAYS E LÉSBICAS NA EDUCAÇÃO E NAS POLÍTICAS PÚBLICAS. 48 ENTIDADES LGBTs TENTARAM DESDE MAIO MARCAR ENCONTRO COM O PRESIDENTE MICHEL TEMER EM VÃO. NEM MESMO A CARTA ELABORADA PELOS LGBTs FOI RECEBIDA. NEM TODOS SÃO IGUAIS PERANTE OS CRITÉRIOS DE SEREM RECEBIDOS PELO PRESIDENTE. Advogados, Representantes da OAB, Gestores, Jornalistas, Escritores, Desembargador, Médicos, Psicanalista, Mães, Museólogo,Palestrantes, Conselheiros, Ativistas, Psicólogos, Coordenadores, Presidentes de Associações e ONGs foram rejeitados pelo Presidente Michel Temer. TRATAMENTO DISCRIMINATÓRIO. Presidente Michel Temer fez questão de abrir espaço na sua agenda para receber o pastor Silas Malafaia.

Reunião dia 08/07/2016
PRESIDENTE MICHEL TEMER PROMETEU A PASTORES EVANGÉLICOS REVER DIREITOS DE GÊNERO NA EDUCAÇÃO E NAS POLÍTICAS PÚBLICAS
  FOTO DE DIVULGAÇÃO DA REUNIÃO DO PRESIDENTE MICHEL TEMER COM 33 PASTORES PARA POR FIM AOS DIREITOS HUMANOS DE TRANGÊNEROS E LGBTs NA EDUCAÇÃO

Temer prometeu aos "Pastores" que vai analisar combate aos direitos humanos de travestis, transexuais e transgêneros

Michel Temer se comprometeu em reunião com 33 pastores evangélicos no PALÁCIO DO PLANALTO a analisar o combate aos direitos LGBTS de travestis, transexuais, transgêneros, homossexuais, lésbicas e bissexuais nas políticas públicas e no Ministério da Educação. Os pastores da Confederação do Conselho de Pastores (Concepab) foram liderados pelo bispo Robson Rodovalho da Sara Nossa Terra.



PRESIDENTE MICHEL TEMER ABRIU ESPAÇO NA SUA AGENDA PARA RECEBER SILAS MALAFAIA E OUTROS PASTORES EVANGÉLICOS MAS TEVE TRATAMENTO DIFERENTE COM LGBTS QUE FORAM DESPREZADOS várias vezes.
 

Thiago Coacci (BRASIL POST)

Jornal Opção


Mais uma vez, Temer não recebe comitiva LGBT
Em maio desse ano, um grupo de ativistas LGBT se reuniu para tentar dialogar com o governo interino de Michel Temer.

O grupo foi composto por representantes de setoriais LGBT de partidos como o PPS e o PSDB, o Grupo de Advogados pela Diversidade Sexual e de Gênero (GADVS), integrantes das comissões de diversidade sexual da OAB, ativistas de diversas ONG LGBT do país e diversas outras pessoas interessadas.

Preocupados com os direitos e políticas LGBT no Brasil e numa tentativa de criar diálogo, escreveram uma carta ao presidente interino, na qual pediam que ele se comprometesse com a manutenção das políticas e direitos LGBT atuais e que fosse além, ampliando o que já existe. A carta pedia, por exemplo, que o presidente apoiasse projetos de Lei como a Lei de Identidade de Gênero (PL 5002/2013), de autoria do Jean Wyllys (PSOL-RJ) e Erika Kokay (PT-DF).

Desde maio o grupo tenta agendar uma reunião com Temer, sem nenhum sucesso. Alguns membros do grupo tentaram o diálogo por diversas frentes. Eliseu Neto, coordenador nacional do PPS diversidade e um dos autores da carta, juntamente a representantes do Diversidade Tucana (setorial LGBT do PSDB), chegaram se reunir com o Ministro da Justiça Alexandre de Moraes, quando discutiram a iniciativa, Eliseu também articulou com Senador Cristovam Buarque (PPS-DF) para que Temer os recebessem. O grupo ainda se reuniu com a vice-procuradora geral da república, Deborah Duprat, com quem discutiram vários assuntos, dentre eles a carta e o desejo de entregá-la para o interino. No entanto, os esforços não se mostraram suficientes e Michel Temer sequer demonstra interesse em receber a comitiva, o que dirá de assinar a carta e se comprometer com os direitos LGBT.

Leia abaixo a íntegra da carta:
Brasília, 22 de Junho de 2016
Exmo. Sr. Presidente Interino Michel Miguel Elias Temer Lulia

Considerando o Art. 5º da Constituição Federal de 1988, para o qual

"Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo- -se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade", bem como todos os seus incisos;
    

Considerando que apesar

I)    de desde a promulgação do Código Penal Imperial por D. Pedro I no ano de 1830, haver sido eliminada qualquer referência a práticas hoje conhecidas como homossexualidade / bissexualidade / travestilidade / transexualidade no Direito Penal;

II)    da Lei Orgânica do Distrito Federal e as Constituições dos Estados do Mato Grosso, Santa Catarina, Sergipe, Alagoas e Pará,  explicitamente proibirem a discriminação contra as orientações sexuais;

III)    de algumas Leis Municipais e Estaduais administrativamente punirem a LGBTfobia (ódio contra lésbicas, gays, bissexuais, travestis, mulheres transexuais e homens trans), em especial a Lei 10.948/2001 do Estado de São Paulo, que pune administrativamente toda e qualquer ofensa em razão da orientação sexual e da identidade de gênero, regulamentada através da Secretaria da Justiça e da Defesa da Cidadania do Estado de São Paulo tendo o atual ministro da Justiça e Cidadania como secretário.;
IV)    da inclusão de casais homoafetivos na Lei Maria da Penha, sendo esta a primeira Lei Federal a dar a devida relevância ao tema, além da  recente conquista nos Estados de São Paulo (com o hoje Ministro da Justiça Alexandre de Morais exercendo a função de Secretário da Segurança Pública do Estado de São Paulo) e o Estado do Rio de Janeiro , onde os Boletins De Ocorrência passaram a contar com a possibilidade da identificação de ataques LGBTfóbicos em campos específicos, bem como o respeito ao Nome Social utilizados por Travestis, Mulheres Transexuais e Homens Trans;
 V)    do Decreto Presidencial N. 8727 de 29 de Abril de 2016 de Dilma Rousseff, que dispõe sobre o uso do nome social e o reconhecimento da identidade de gênero de travestis,  mulheres transexuais e homens trans no âmbito da administração pública federal direta, autárquica e fundacional;
VI)    da criação da Politica LGBT no SUS no ano de 2008 e com a expansão dos serviços no ano de 2011 através da PORTARIA Nº 2.836, DE 1º DE DEZEMBRO DE 2011,
VII)    da abertura de diálogo  desde o governo Fernando Henrique Cardoso, na pessoa do então Ministro José Gregori, com a população LGBT e que se intensificou com governos posteriores;
VIII)    de alguns avanços nos Direitos Civis de LGBT, tais como:

a)    a decisão no ano de 2011 do Supremo Tribunal Federal que equiparou as uniões homoafetivas às uniões heterossexuais em seus iguais direitos e deveres, corroborando o pensamento de Vossa Excelência que como Professor e Advogado Constitucionalista e enquanto Presidente da Câmara dos Deputados, já defendeu este direito em diversas oportunidades em sua história pública e política e, tendo também, criado a primeira Delegacia da Mulher no ano de 1985 e defendido a inclusão da Diversidade nas discussões de nossa Carta Magna ao fim do regime ditatorial que sofremos por anos;
b)    os inúmeros ganhos e causas judicializadas no que concerne a adoção de crianças por casais homoafetivos e que tem sido o Poder Judiciário o norteador do reconhecimento dos Direitos Civis da população LGBT por ter respaldo em nossa Carta Magna e ante a omissão escandalosa do Legislativo;
c)    por fim e não exaustivamente,  a proibição de cartórios negarem o registro de uniões homoafetivas;


 Mas infelizmente:
Considerando o avanço do Fundamentalismo Religioso, que repele e combate toda e qualquer conquista de diretos pela População LGBT e que coloca em risco a segurança e a vida de milhares de brasileiras e brasileiros diariamente, através de suas campanhas agressivas e mentirosas no Legislativo e na mídia;

Considerando que a Lei 7716/1989 protege diversos grupos sociais, sendo atualmente nossa Lei Geral Antidiscriminatória, e que portanto ela deve TAMBÉM INCLUIR  a criminalização da discriminação por orientação sexual e por identidade de gênero junto à de cor, etnia, procedência nacional e religião e, por obrigatória isonomia com a proteção penal já conferida a outros grupos e por ser o conceito de racismo já considerado social e não meramente genético, após as conclusões do Projeto Genoma, como decidido pelo STF no HC 82.424/RS pelo qual racismo é toda ideologia e conduta que pregue a inferioridade de uns relativamente a outros, conceito este no qual a LGBTfobia se enquadra;

Considerando que por conta da exclusão e vulnerabilidade social imposta às travestis, mulheres transexuais e homens trans, 90% das travestis e transexuais estão fora do mercado de trabalho, sobrevivendo do mercado do sexo, sendo vítimas de tráfico internacional de pessoas para exploração sexual e com 30% a mais de exposição às doenças sexualmente transmissíveis do que a população em geral;
Considerando que 80% da população de travestis, mulheres transexuais e homens trans estão fora dos serviços de saúde disponibilizados pelo SUS, por conta da falta de capacitação e humanização do serviço no que tange o respeito ao Nome Social, especificidades médicas no que diz respeito ao processo transexualizador (feminino e masculino) e falta de acolhimento às demandas sociais inerentes a esta população;

Considerando que as LGBT ainda são discriminadas em serviços de saúde, sendo proibidas de doar sangue e sendo tratadas como promíscuas pela Portaria que regula a Doação de Sangue no Brasil, claramente inconstitucional que fere o Art. 5 da Carta Magna e totalmente fora dos padrões internacionais de saúde, perpetuando a imagem da promiscuidade relacionada às LGBT, excluindo nossa comunidade do convívio médico/social através de legislação atentadora aos Direitos Humanos;

Considerando o crescente número de mortes por LGBTfobia no país nos últimos anos (2012, 2013, 2014 e 2015: 338, 314, 331, 319 mortes, respectivamente) e para 2016 já em 116 assassinatos e tendo tal nefasta contabilização de assassinatos por crime de ódio LGBTfóbico de forma  subcontabilizada, sendo notoriamente o número muito maior;

Considerando o aumento dos índices de infecção por HIV em LGBT, por conta do corte de programas de prevenção, sucateamento do Programa Nacional de DST/AIDS que já foi considerado o melhor programa de aids do mundo, bem como, vetos à peças publicitárias e outras atividades contra a LGBTfobia por conta do avanço fundamentalista religioso no legislativo;
Considerando o aumento das agressões físicas nas escolas, tendo como vítimas não somente LGBT, mas filhos naturais, adotivos e socioafetivos de famílias LGBT, fato que se agravou após veto do "Programa Escola Sem Homofobia" de forma autoritária e sem diálogo com a Sociedade Civil Organizada.
           
CONSTATAMOS que até o momento, apesar de aspectos importantes terem sido alcançados, ainda é pouco, em se tratando da constitucionalmente prevista DIGNIDADE e igualdade de direitos para a população LGBT, no que solicitamos que o Excelentíssimo Presidente da República em Exercício se faça efetivamente solidário às demandas urgentes de nossa comunidade,

oferecendo garantias de que as Políticas Públicas para LGBT permanecerão e serão ampliadas, consideradas as demandas apresentadas durante a III Conferência Nacional sobre Políticas Públicas e Direitos Humanos para a População LGBT, realizada de 24 a 27 de Abril deste ano em Brasilia/DF,
através do cumprimento das metas determinadas pelo Programa Plurianual 2016-2019,
com uma permanente e intensa colaboração da Sociedade Civil Organizada e seu neófito governo, no sentido de estreitarmos laços fraternos, 

apoiando aprovação do PL 5002/2013 de Identidade de Gênero,
apoiando a aprovação do Casamento Civil Igualitário,
apoiando a Equiparação da LGBTfobia ao Racismo,
apoiando o enfrentamento da discriminação LGBTfóbica nas escolas; 

ampliando serviços de saúde capacitados e humanizados para a população de Travestis, Mulheres Transexuais e Homens Trans, bem como o acompanhamento pós-cirurgico de redesignização sexual para o processo transexualizador (feminino e masculino), completamente inexistente nos serviços de saúde; e sobretudo, buscando  soluções rápidas com metas de curto, médio e longo prazo em busca do respeito, segurança, saúde,  integridade físico-moral-intelectual, bem como a proteção ao nosso mais valioso bem, A VIDA.
Por melhores dias, onde não haja LGBTfobia 
Subscrevemos,
 
1. ABRAFH - Associação Brasileira de Famílias Homoafetivas
2. ABRAT - Associação Brasileira de Transgêneros
3. AMOR/BR - Associação Nacional de Mulheres Organizadas Redesignadas Brasileiras
4. ARATRAMA - Articulação Amazônica dos Povos e Comunidades Tradicionais de Terreiro de Matriz Africana
5. Comissão Especial da Diversidade Sexual do Conselho Federal da OAB
6. Comitê Desportivo LGBT do Brasil
7. GADvS - Grupo de Advogados pela Diversidade Sexual e de Gênero
8. IBDFAM - Instituto Brasileiro de Direito de Família
9. Associação de Desenvolvimento Sócio Cultural Toy Badé - AM
10. ATUAM - Associação dos Terreiros de Umbanda do Amazonas
11. Comissão de Direito Homoafetivo e Gênero da OAB/SC
12. Comissão da Diversidade Sexual e Combate à Homofobia da OAB/SP
13. Comissão da Diversidade Sexual da OAB/MG
14. Comissão Especial da Diversidade Sexual da OAB/PB
15. Comissão da Diversidade Sexual e Combate à Intolerância da OAB/RN
16. Fórum Paulista LIVRE LGBT
17. FPTT -  Fórum Paulista de Travestis e Transexuais
18. Libertos Comunicação Saúde e Cidadania - MG
19. MGM - Movimento Gay de Minas
20. Sindicato dos Psicólogos do Estado do Amazonas
21. APOGLBT-SP - Associação da Parada do Orgulho LGBT de São Paulo
22. Associação Rio-Pretense de Travestis, Transexuais e Simpatizantes - São José do Rio Preto/SP 

23. ATTO - Associação das Transexuais e Travestis de Osasco/SP 

24. CAD - Comissão de Atenção à Diversidade Sexual de Osasco/SP
25. Associação Nossa Senhora da Conceição do Zumbi - Manaus/AM
26. Associação Nossa Senhora da Conceição do Mindú - Manaus/AM
27. Comissão de Direito Homoafetivo da OAB Nova Friburgo - RJ
28. Comissão da Diversidade Sexual e de Gênero da OAB - Francisco Beltrão/PR 

29. Comissão da Diversidade Sexual e de Gênero da OAB - Jabaquara/SP 

30. Comissão da Diversidade Sexual da OAB Mogi das Cruzes/SP
31. Comissão da Diversidade Sexual e Direito Homoafetivo da OAB Santos/SP
32. Comissão Jovem LGBT de Barueri/SP
33. Conselho Municipal de Atenção à Diversidade Sexual de Ribeirão Preto/SP 

34. Conselho Municipal De Participação e Desenvolvimento Comunidade Negra de Peruíbe - Peruíbe/SP
35. FMTTSP -  Fórum Municipal de Travestis e Transexuais de São Paulo 

36. Instituto Cultural Afro Mutalembê - Manaus/AM
37. ONG ASGATTAS-RP - Associação de Transexuais, Travestis e Transgêneros - Ribeirão Preto/SP
38. ONG Primavera - Sertãozinho/SP
39. Ponto de Cultura Tambor de Mina: História Memória e Tradição - Manaus/AM
40. Diversidade Tucana - Núcleo LGBT do Partido da Social Democracia Brasileira
41. PPS Diversidade - Núcleo LGBT do Partido Popular Socialista
42. PV Diversidade - Núcleo LGBT do Partido Verde




Pessoas Físicas:
1. Agripino Magalhães -  Ativista e Militante LGBT
2. Alberto Jorge Rodrigues da Silva - Hòunnón Hèvíòssòssi, Psicólogo, Sacerdote Afro e Coordenador Geral da ARATRAMA
3. Alexandre Vidal Porto - Escritor e diplomata, mestre em direito (Harvard). Serviu na missão na ONU e no Chile, EUA, México e Japão e colunista do jornal "Folha de São Paulo".
4. Ana Lucia Lodi - Diretora de Relações Institucionais da ABRAFH - Associação Brasileira de Famílias Homoafetivas,
5. Andre Gomes Juquinha - Presidente do Diversidade Tucana SP.
6. Andre Pomba Cagni - Fundador da OSCIP Dynamite e Ex-Conselheiro Municipal LGBT de São Paulo
7. André Santos - Diversidade Tucana- PI
8. Angela Lopes - ativista, transfeminista, articuladora da Campanha Nacional "Sou Trans e Quero Dignidade e Respeito" e ex-coordenadora de Políticas para LGBT do Município de São Carlos.
9. Artur Siciliano - Diversidade Tucana - RJ
10. Beatriz de Almeida Souza - Diversidade Tucana PA
11. Bruna Lorrane de Andrade -Bacharel em Direito e Administradora em Gestão Pública, Presidente da Comissão Municipal de Direitos Humanos de Belém do Pará, Vice Presidente do FONGES LGBT e Diretora Estadual do Partido Solidariedade Pará 

12. Cibele Lines Moura - Advogada, Presidente da Comissão da Diversidade Sexual e Gênero da OAB Peruíbe/SP
13. Davi Godoy - Museólogo pela UPM , Pesquisador de Mercado, Militante LGBT e Membro do Fórum Paulista Livre LGBT
14. Denilson Costa - Ex-Coordenador de Políticas Públicas para Diversidade Sexual de Barueri/SP, membro do Diversidade Tucana do Estado de São Paulo, colaborador do Projeto Transempregos, membro da Comissão de Atenção à Diversidade Sexual de Osasco e Região, membro da Comissão da Diversidade Sexual e Combate à Homotransfobia da 117ª Subseção da OAB Barueri e 56ª Subseção da OAB Osasco - SP  e Comissão Regional de Políticas Públicas para Mulheres da Região Oeste/SP
15. Dennis Ramos -  Gestor de Políticas LGBT - Prefeitura de Osasco/SP
16. Eduardo Michels - Advogado, Website "Quem a Homotransfobia Matou Hoje?"
17. Eliseu Neto - Psicanalista, Coordenador Nacional do PPS Diversidade, membro do Comitê LGBT Carioca e membro do Comitê Estadual de Educação (ALERJ)
18. Elizabete de Souza Siqueira - Advogada,  Presidente da Comissão de Direito Homoafetivo da OAB Nova Friburgo/RJ
19. Erico Santos - Comitê Desportivo LGBT do Brasil
20. Fernando Quaresma - Presidente da Associação da Parada do Orgulho GLBT de São Paulo - APOGLBT
21. Gabriel Fernando S Souza - Comissão de Atenção à Diversidade Sexual (CAD); Associação das Transexuais e Travestis de Osasco (ATTO); Centro de Apoio e Inclusão Social de Travestis e Transexuais (CAIS); Família Stronger SP
22. Helena Cristina Ferreira de Miranda,- Conselho Municipal De Participação e Desenvolvimento Comunidade Negra de Peruíbe (cadeira LGBT)
23. Hosilene Lubachwski - Diversidade Tucana MS
24. Josyane Pinto de Mello - Grupo União Arco Íris - São Caetano do Sul/SP
25. Juliana Vieira Lobato - Advogada Presidente da Comissão de Diversidade Sexual da OAB/MG e membro do Instituto Brasileiro de Direito de Família e do Instituto dos Advogados de MG
26. Justo Favaretto Neto - Diretor da ONG Primavera e membro da Comissão da Diversidade Sexual da Subseção de Sertãozinho/SP
27. Lorys Verônica Ciccone - Grupo LGBT Somos - Presidente Prudente/SP
28. Lucas Barroso - Diversidade Tucana - PE
29. Luciano Palhano - Coordenador Nacional do IBRAT - Instituto Brasileiro de Transmasculinidade
30. Luiz Fernando Prado Uchoa - Membro do Núcleo Político da Família Stronger e articulista do site Pau Pra Qualquer Obra
31. Luiz Mott - Fundador do GGB - Grupo Gay da Bahia e Decano do Movimento Homossexual Brasileiro 

32. Marcelo Martins Ximenez Gallego - Advogado, Presidente da Comissão da Diversidade Sexual e de Gênero da OAB- Seção Jabaquara/SP
33. Márcio Battanoli - Secretário Adjunto da Livre Orientação Sexual - SMDH - Porto Alegre/RS
34. Marcos Fernandes - Diversidade Tucana Nacional
35. Margareth da Silva Hernandes -Advogada,  Presidente da Comissão de Direito Homoafetivo e Gênero da OAB/SC
36. Maria de Fátima Brandão Vasconcelos - Advogada, Médica Anestesiologista e graduanda em Nutrição - Brasília/DF
37. Maria José Godoy de Barros - Mãe de LGBT
38. Mariah Agatha Jeremias De Souza Lima - (Agatha Lima) Militante Transexual, Tesoureira da ONG ASGATTAS-RP de Ribeirão Preto/SP, Coordenadora do FPTT -  Fórum Paulista de Travestis e Transexuais, Presidenta e Fundadora da AMOR-BR  - Associação de Mulheres Organizadas Redesignadas Brasileiras, Palestrante das causas de Direitos Humanos com enfoque em Direitos LGBT e em Cirurgias de Redesignação Sexual Pré e Pós Cirúrgicas
39. Mario Vicente da Silva Filho - Advogado, Comissão Especial da  Diversidade Sexual OAB/PB
40. Matheus Artioli Firmino - Advogado Médico de Família e Comunidade - Joinville/SC
41. Melissa Barbieri - Advogada, Comissão da Diversidade Sexual da OAB - Francisco Beltrão/PR
42. Míriam Martinho - Jornalista, editora do site Um Outro Olhar e decana do movimento LGBT
43. Newton Teixeira Carvalho - Desembargador do Tribunal de Justiça de Minas Gerais
44. Nicolle Mahier - FPTT -  Fórum Paulista de Travestis e Transexuais e Presidente do FMTTSP -  Fórum Municipal de Travestis e Transexuais de São Paulo
45. Osmar Rezende - Fundador da ONG Libertos Comunicação, Saúde e Cidadania e decano do movimento homossexual mineiro.
46. Patricia Gorisch - Advogada,  Presidente da Comissão Nacional de Direito Homoafetivo do IBDFAM
47. Paulo Roberto Iotti Vecchiatti - Advogado, Diretor-Presidente do GADvS - Grupo de Advogados Pela Diversidade Sexual e de Gênero
48. Pedro Chequer - Médico Sanitarista, Co-Fundador do Programa Nacional de Aids e por duas vezes diretor , representante do UNAIDS na Rússia e Coordenador do UNAIDS na Argentina (para o Cone Sul), Moçambique e Brasil (1987-2013)
49. Rachel Silveira - Conselheira Estadual dos Direitos da População LGBT de São Paulo pelo segmento de Travestis; Ativista e Militante Independente
50. Rodrigo da Cunha Pereira - Advogado, IBDFAM - Instituto Brasileiro de Direito de Família
51. Rodrigo da Silva Cavalheiro - Presidente da ONG Primavera - Sertãozinho/SP
52. Rogerio Koscheck - Presidente da ABRAFH - Associação Brasileira de Famílias Homoafetivas
53. Rosangela da Silveira Toledo Novaes - Advogada, Secretária da Comissão Especial da Diversidade Sexual do CF/OAB
54. Valdirene dos Santos - Coordenadora do Centro de Referência LGBT de Campinas/SP 

55. Victor Comeira - Advogado,  GADvS - Grupo de Advogados Pela Diversidade Sexual e de Gênero 

56. Wagner Tronolone - Empresário, Jornalista, Secretário de Articulação Política do Diversidade Tucana/SP 

57. Walter Silva  - Ativista gay independente - Belém da Paraíba/PB 

58. Wellington Cristiano Martins - Psicólogo, CRP: 06/131342 - Campinas/SP

Banheiros transgêneros. As travestis e as mulheres transgênero são abusadas desde a infância, xingadas nas ruas, alvos da violência policial, escorraçadas pela sociedade e assassinadas por psicopatas. A questão dos banheiros vai além dos direitos civis, porque afeta a saúde. Por interferir com funções fisiológicas essenciais, dificultar o acesso a eles aumenta o risco de infecções urinárias, renais, obstipação crônica, hemorroidas e impede a hidratação adequada de quem evita beber água para conter a necessidade de urinar. Repressão social e leis restritivas exibem o lado perverso de sociedades que consideram as pessoas "trans" depravadas, indesejáveis nas escolas, no trabalho e no convívio social. Na prática, justificam a violência diária cometida contra elas. Discriminação, agressões verbais, sexuais e físicas e a dificuldade de acesso aos serviços de saúde causam problemas que vão muito além do direito de usar banheiros: ansiedade, estresse pós-traumático, prostituição, doenças sexualmente transmissíveis, abuso de drogas, depressão e taxas altas de suicídio. A ESTUPIDEZ AGRESSIVA DA SOCIEDADE CAUSA MUITO SOFRIMENTO A TRANSGÊNEROS, TRAVESTIS, TRANSEXUAIS E TODOS OS QUE NÃO SE ENQUADRAM NOS MODELOS CULTURAIS PREVISTOS NO BINÁRIO MASCULINO-FEMININO.

DRAUZIO VARELLA ( FOLHA DE S. PAULO / UOL )
http://www1.folha.uol.com.br/colunas/drauziovarella/2016/06/1785298-banheiros-transgeneros.shtml

Volta e meia surgem notícias de que uma travesti criou caso para ter acesso ao banheiro feminino, contra a revolta dos circunstantes.

Isso não acontece apenas aqui. Países em que o nível educacional da população é mais elevado convivem com o mesmo problema.

Nos Estados Unidos, Estados como a Carolina do Norte aprovaram leis para exigir que os usuários de banheiros públicos se dirijam às áreas femininas ou masculinas, em obediência ao sexo que lhes foi atribuído ao nascer.

Com o argumento de que essas leis contrariam a legislação federal que rege os direitos civis, a administração Obama abriu processo contra a Carolina do Norte. O presidente foi mais longe: assinou um documento no qual ressalta a obrigação legal das escolas públicas em garantir a estudantes transgênero o direito de usar o banheiro que corresponda às identidades de gênero individuais. Onze Estados entraram na Justiça contra essa medida.

Os defensores de leis restritivas argumentam que são destinadas a proteger as mulheres, de eventuais ataques por parte de homens disfarçados com roupas femininas. Outros, colocam as travestis entre os predadores sexuais, os pedófilos e outras categorias moralmente condenáveis.

Essa gente faz questão de esquecer que as travestis e as mulheres transgênero são abusadas desde a infância, xingadas nas ruas, alvos da violência policial, escorraçadas pela sociedade e assassinadas por psicopatas.

O ultimo número do "The New England Journal of Medicine", a revista de maior circulação entre os médicos, traz uma discussão sobre o tema.

A questão dos banheiros vai além dos direitos civis, porque afeta a saúde. Por interferir com funções fisiológicas essenciais, dificultar o acesso a eles aumenta o risco de infecções urinárias, renais, obstipação crônica, hemorroidas e impede a hidratação adequada de quem evita beber água para conter a necessidade de urinar.

Repressão social e leis restritivas exibem o lado perverso de sociedades que consideram as pessoas "trans" depravadas, indesejáveis nas escolas, no trabalho e no convívio social. Na prática, justificam a violência diária cometida contra elas.

Transgêneros são mulheres e homens com identidade de gênero em discordância com o sexo da certidão de nascimento, escolhido pela aparência dos genitais externos. Os autores do artigo estimam que 700 mil americanos adultos pertençam a essa categoria. Se nossos números forem semelhantes, haveria perto de 500 mil entre nós.

Discriminação, agressões verbais, sexuais e físicas e a dificuldade de acesso aos serviços de saúde causam problemas que vão muito além do direito de usar banheiros: ansiedade, estresse pós-traumático, prostituição, doenças sexualmente transmissíveis, abuso de drogas, depressão e taxas altas de suicídio.

Nós, médicos, não temos preparo para lidar com esses transtornos, nem com as questões clínicas, cirúrgicas e hormonais que afligem essas pessoas. O que entendemos da administração de hormônios femininos para quem nasceu com genitais masculinos ou vice-versa? Quantos cirurgiões estão habilitados a realizar cirurgias de readequação dos genitais?

Embora existam protocolos internacionais para o atendimento de transgêneros, quantos médicos sabem da existência deles? Quantos estão preparados para orientar familiares assustados e adolescentes confusos com a identidade sexual?

Aliados ao nosso despreparo, o preconceito, a discriminação e a má vontade dos profissionais intimidam e afastam mulheres e homens "trans" dos serviços de saúde, dificultam diagnósticos precoces e o acompanhamento de doenças crônicas.

Em pleno século 21, é ignorância inaceitável considerar distúrbios mentais, transtornos de personalidade ou falta de vergonha as expressões de gênero que não se enquadram no comportamento da maioria. Quem escolheria a transexualidade se encontrasse alternativa?

Quando formos mais civilizados, ser transgênero será considerado simples manifestação da diversidade humana, como ser destro ou canhoto. Até lá, a estupidez agressiva da sociedade causará muito sofrimento aos que não se enquadram nos modelos culturais previstos no binário masculino-feminino.

domingo, 12 de junho de 2016

TRANSEXUAIS, TRAVESTIS E TRANSGÊNEROS FALAM SOBRE OS CONSTRANGIMENTOS, PRECONCEITOS, DESRESPEITOS, DESLEGITIMAÇÕES, MARGINALIZAÇÕES E TRANSFOBIAS NAS UNIVERSIDADES PÚBLICAS, PARTICULARES E ESCOLAS. PROFESSORES CONTINUAM DESPREPARADOS.




VIOLÊNCIA, MARGINALIZAÇÃO E DESEMPREGO

A aluna Karol Castro do TransPondo o Enem tem o sonho é fazer Farmácia e largar as ruas, pois infelizmente não dão emprego no mercado formal de trabalho para as transexuais, travestis e transgêneros de um modo geral e por isso ela tira sustento da rua como profissional do sexo.

Ontem na triagem dos documentos, ela ainda disse que queria tirar carteira de trabalho, pois não aguenta mais ficar na rua.

Essa noite ela foi agredida por 5 homens, levou várias pauladas e e ainda teve 14 pontos na mão direita.

As pessoas trans querem justiça, querem direitos iguais, querem  emprego e cidadania.

segunda-feira, 6 de junho de 2016

PRECONCEITO. Estudante QUE SE SENTIA MULHER AINDA EM UM CORPO DE HOMEM, não binário sofreu agressão física através de chutes por 2 homens e mais uma galera e teve a perna fraturada. "Todo dia que eu saio na rua é isso. Gente olhando, gente que passa de carro e grita, gente que aponta, gente que ri da minha cara". O Brasil é o país que mais mata travestis e transexuais no mundo. Entre janeiro de 2008 e abril de 2016, foram reportados 2115 assassinatos de pessoas trans e de gênero não binário em todo o mundo. A região mais violenta é a América Latina, com 78% dos crimes (1654 casos). O Brasil está na liderança, com 845 mortes. Os dados de 2015 indicam que 318 pessoas foram assassinadas no Brasil por homofobia e transfobia no ano passado: um crime a cada 27 horas. Desse total, 52% são gays, 37% são travestis, 16% são lésbicas, 10% são bissexuais, além de 7% de heterossexuais confundidos com gays. De acordo com o GGB, travestis e transexuais são as que correm mais riscos de sofrerem um ataque violento. “A intolerância com transexuais, travestis e transgêneros é bem maior porque existe essa questão da não aceitação social, da não aceitação do sujeito homem com gênero feminino”. Essa transformação [do transexual], não só do corpo, mas também psicólgica, e socialmente falando, essa transformação agride. E o fato de a homofobia não ser considerada crime no Brasil contribui para manter na sombra essa violação. Para Ítalo, as ameaças ocorrem diariamente.


http://noticias.r7.com/sao-paulo/estudante-transexual-e-agredida-e-tem-a-perna-quebrada-durante-virada-cultural-no-interior-de-sp-06062016
R7 NOTÍCIAS
 Estudante que se sentia mulher em um corpo ainda de homem sofre agressão e tem a perna quebrada durante Virada Cultural no interior de SP

Caso aconteceu em Presidente Prudente; polícia dificilmente irá identificar os agressores


 “Se você continuar me olhando, eu vou dar dois tiros na sua cara”.

Assim começou o ataque contra Italo Costacurta Rodrigues, de 23 anos, ESTUDANTE, na madrugada de 22 de maio quando se manifestava de forma feminina. Por sofrer agressão física através de chutes por pelo menos dois homens, sua perna foi fraturada.

A agressão aconteceu em Presidente Prudente (560 km a oeste de São Paulo), no Parque do Povo, durante a Virada Cultural Paulista.

— Eu estava conversando numa roda de amigos quando passou um cara do nosso lado. Ele falou que eu estava olhando pra ele e que, se eu não parasse de olhar, ele ía dar dois tiros na minha cara. [Falou] que eu estava na quebrada dele e que era fácil ele dar dois tiros e sair andando. Um amigo dele viu [o que estava] acontecendo e veio para cima dando bicuda em mim.

Ítalo se reconhece como não binário, ou seja, não se reconhece como nem homem nem como mulher  também afirmando “fluir entre os dois gêneros” e, como se identifica mais com o feminino, costuma usar maquiagem e roupas de mulher.

Após receber os primeiros chutes, Ítalo caiu no chão. A agressão continuou pelos dois homens e por “mais uma galera”. Um conhecido entrou na confusão e ajudou Ítalo sair dali.

Ítalo correu para uma tenda de música eletrônica, onde havia mais gente, mas teve de fugir novamente porque os agressores passaram a inciar uma perseguição com pedaços de pau.

Ítalo só conseguiu se proteger quando chegou a uma lanchonete, onde os funcionários ligaram para o resgate e chamaram a polícia. Após passar pela Santa Casa do município, exames revelaram a fratura na perna.

Três dias depois Ítalo prestou queixa na polícia, mas dificilmente os agressores serão identificados, admite o delegado Marcelo Quevedo, coordenador do CPJ (Central de Polícia Judiciária) de Prudente.

— Conversei com o investigador que está à frente do caso. Ele esteve com a vítima duas vezes, mas não temos nada com relação à autoria. É uma investigação que a gente depende principalmente da vítima, porque o local é desprovido de câmeras. E foi um dia que aqui na cidade tinha gente da região toda por causa do evento cultural, o que também dificulta o estabelecimento da autoria. Mas principalmente a gente depende da vítima reconhecer, porque é um crime que não temos um vestígio técnico.

Estudante do primeiro ano de Geografia na Unesp (Universidade Estadual Paulista) de Presidente Prudente, Italo faz parte de um coletivo, o K-iá, que faz apresentações artísticas na rua e em escolas da região.

O ataque ocorreu enquanto participava de uma intervenção com bambolês e pintura facial. Segundo Italo, o fato de se sentir mulher em um corpo ainda de homem foi o motivo da agressão.

— Preconceito. É um absurdo falar que vai matar uma pessoa só porque ela está te olhando.

As investigações, contudo, não consideram essa hipótese. Questionado sobre a frequência de agressões contra transexuais, travestis e gays na cidade, o delegado disse que “nem sabia que o menino é gay”.

— Vi aqui no histórico que fala alguma coisa que ele teria sido ofendido como 'bichinha', mas eu não tinha essa informação que ele é ou não. Mas não é comum não [a violência contra LGBTs na cidade]. A gente não tem tido [denúncias], graças a Deus. Não sei nem se é em razão disso que ele foi agredido. Foi?

Homofobia, crime invisível

O Brasil carece de informações oficiais sobre a violência contra a população LGBT. A Secretaria de Segurança Pública de São Paulo, por exemplo, não sabe informar quantos gays, travestis, lésbicas e transexuais são violentados no Estado, porque os dados não existem.

O governo estadual já lançou por duas vezes uma proposta para identificar a orientação sexual e a identidade de gênero nos boletins de ocorrência. A ideia, no entanto, ainda não saiu do papel.

“O governo do Estado de São Paulo em muitas coisas é só um governo de discurso. Ele não implementou essa medida, e [sem isso] não tem como apontar as medidas necessárias pra enfrentar a discriminação transfóbica”, diz o advogado Dimitri Sales, presidente do Instituto Latino-Americano de Direitos Humanos.

— Não há um efetivo compromisso de enfrentamento [da homofobia]. O segundo problema é que o Estado não prepara os agentes para ter conhecimento da matéria e poder tomar as medidas necessárias. A vítima é sempre posta em questionamento, duvidada. Tem o próprio preconceito. O próprio policial falou que não sabia que [Italo] era gay, mas é na verdade um transexual, e aí tem uma diferença muito grande.

Em 2011, a SDH (Secretaria de Direitos Humanos) — atualmente vinculada ao Ministério da Justiça — passou a compilar dados a partir do Disque 100, que vem se tornando o principal canal de denúncias relacionadas a violações homofóbicas no País.

De acordo com o mais recente relatório — publicado em fevereiro deste ano, mas referente a 2013 —, a denúncia mais comum é a violência psicológica (40,1%), seguida por discriminação (36,4%) e violência física (14,4%). Além do Disque 100, a SDH utilizou no documento informações das ouvidorias do SUS e da SPM (Secretaria de Políticas para as Mulheres).

Dentre as agressões físicas, que configura a mais evidente violação de direitos humanos, metade (52,5%) são lesões corporais, como no caso de Ítalo. Depois aparecem maus tratos (36,6%), tentativas de homicídio (4,1%) e homicídios (3,8%).

O Brasil é o país que mais mata travestis e transexuais no mundo, segundo o monitoramento (TMM - Trans Murder Monitoring) realizado pela organização não governamental Transgender Europe (TGEU), rede europeia de organizações que apoiam os direitos da população transgênero.

[Travestis e transexuais são as que correm mais riscos de sofrerem ataque violento]

Entre janeiro de 2008 e abril de 2016, foram reportados 2115 assassinatos de  pessoas trans e de gênero não binário em todo o mundo. A região mais violenta é a América Latina, com 78% dos crimes (1654 casos). O Brasil está na liderança, com 845 mortes.

Quem faz esse tipo de levantamento no Brasil é o GGB (Grupo Gay da Bahia), a partir de informações coletadas na imprensa e recebidas de outras organizações espalhadas pelo País.

Os dados de 2015 indicam que 318 pessoas foram assassinadas no Brasil por homofobia e transfobia no ano passado: um crime a cada 27 horas.

Desse total, 52% são gays, 37% são travestis, 16% são lésbicas, 10% são bissexuais, além de 7% de heterossexuais confundidos com gays.

De acordo com o GGB, travestis e transexuais são as que correm mais riscos de sofrerem um ataque violento.

“A intolerância com transexuais, travestis e transgêneros é bem maior porque existe essa questão da não aceitação social, da não aceitação do sujeito homem com gênero feminino”, afirma Sérgio Noronha, colaborador do GGB e membro do Comitê LGBT da Prefeitura de Salvador.

— Essa transformação [do transexual], não só do corpo, mas também psicólgica, e socialmente falando, essa transformação agride.

E o fato de a homofobia não ser considerada crime no Brasil contribui para manter na sombra essa violação, afirma o advogado Dimitri Sales.

— Não há um instrumento dizendo que essa conduta é crime, como é crime o racismo e a violência doméstica. A homofobia e transfobia não são crimes, e isso faz com que o País não se comprometa com o enfrentamento a essa discriminação.

Para Ítalo, as ameaças ocorrem diariamente.

— Todo dia que eu saio na rua é isso. Gente olhando, gente que passa de carro e grita, gente que aponta, gente que ri da minha cara.

"Ela afirma que se sentiu privada “por muitos anos” de ser quem é, mas que sua postura mudou".

— Só fui descobrir essa questão do não binário há dois anos. Aí que eu fui ver que era possível. Então, se for pra me bater, vai me bater, porque eu não vou parar de ser eu pra sair na rua.

"Depois de pensar um pouco, no entanto, ela admite que às vezes, quando não está disposta para aturar o preconceito, deixa de sair na rua como é".

sábado, 1 de outubro de 2005

O Jornal O DIA informava na sua reportagem em primeiro de outubro de 2005 que eu havia começado a tomar hormônios em 2002 e a fazer procedimentos como o laser, que eu enfrentava um processo transexualizador e que eu necessitava inclusive da adequação burocrática e administrativa. O jornal O DIA também informava que eu fazia acompanhamento com psicólogos e tomava remédios como calmantes e antidepressivos por determinação médica.


Em novembro de 2005 o jornal O DIA publicou uma reportagem sobre mim. A reportagem informava que eu havia começado a tomar hormônios 3 anos antes.

A decisão de fazer uso dos hormônios diariamente desde 2002, de me submeter a procedimentos sucessivos como o laser e de  adotar oficialmente uma identidade feminina deveu-se a minha condição de transexualidade.



As dificuldades da transição como a aceitação da condição de gênero, do sexo cerebral feminino persistiam nesse momento mesmo após a cirurgia de redesignação sexual em dezembro de 2004. Conforme informado no jornal O DIA o meu nome social ainda não era mudado no diário da escola e na ficha funcional. Oficialmente ainda era o nome de homem e o sexo masculino mesmo contra determinação judicial proferida há meses.




Para o jornal O DIA a minha mãe - que percebia na época que eu já sofri muito, sofria até hoje e não merecia (sic jornal extra) - disse que estaria comigo até o pé da cruz. Ela comparou a minha situação com o martírio, ao fardo de carregar uma cruz, sentença social, rótulos, estereótipos, preconceitos, discriminações, constrangimentos e realidades de sofrimento.






A busca incessante pelo respeito também passava pela luta de ter uma documentação pessoal retificada. O imenso esforço em conseguir os novos documentos era proporcional ao constrangimento vivido e sentido.



"_Ela já sofreu muito, sofre até hoje e não merece". (Jornal Extra 2008)
O jornalista Helvio Lessa esteve na minha casa e na escola municipal Jorge Ayres de Lima acompanhando um dia do meu trabalho como professora concursada da rede municipal de Belford Roxo. Na véspera, eu havia anunciado ao diretor da escola, José Carlos Neto Filho, que iria para a escola dar aulas definitivamente usando um vestido mesmo com a proibição dele nove meses depois de eu ter sido submetida a uma cirurgia de adequação sexual popularmente chamada de "mudança de sexo" e dois meses após a decisão judicial retificando o meu nome e o meu sexo com nova certidão de nascimento. Eu era proibida pelo diretor Neto também de usar vestido na escola. Mas, inexplicavelmente, perante a presença da reportagem do jornal O DIA na escola, o diretor que se mostrava intolerante quanto ao uso da roupa feminina nada comentou sobre o fato e hipocritamente mostrou-se favorável a situação.

José Carlos Neto Filho (mat. 11/05236) - Diretor e professor de história

Também inexplicavelmente o diretor Neto que proibia o uso do meu aparelho portátil de som em sala de aula foi pessoalmente nesse dia levar o aparelho de som para mim enquanto eu estava  lecionando na sala com a presença do jornalista e do fotógrafo do JORNAL O DIA. Posteriormente, o diretor Neto insistiu e me persuadiu a parar de guardar o meu aparelho portátil na casa de pessoas da localidade e a deixá-lo no armário da escola municipal Jorge Ayres de Lima. Logo a seguir, os meus 2 aparelhos de som portáteis que eu usava para lecionar foram "roubados" ao mesmo tempo nas 2 escolas municipais da rede  de Belford Roxo. Ao contrário do que acontecia comigo com a elaboração sistemática de registros, relatos e  ocorrências, nenhum registro foi elaborado sobre o roubo dos meus 2 aparelhos de som.

FOTO: Escola Municipal Jorge Ayres de Lima

No processo 04/0003977 de 23/10/2006 eu relatei que esse diretor já me fez passar por inúmeros constrangimentos sempre usando brincadeiras ridículas perante as pessoas debochando da minha sexualidade que não diz respeito a ele, me proibiu até onde pôde de eu assinar o meu nome Faiza Khálida no ponto da escola, me proibia de trabalhar usando saia ou vestido e ficava debochando da foto em meus assentos funcionais que se encontrava na SEMED (Secretaria Municipal de Educação de Belford Roxo). Eu declarei no processo 04/0003977/06 que eu precisava ser respeitada em meus direitos como pessoa e como funcionária pública.








Uma das muitas zombarias do diretor Neto na escola comigo era sobre a minha cirurgia transexual, ele dizia que eu tinha um buraco nas pernas. Outra, era a descrição detalhada do meu rosto na foto que se encontrava na secretaria municipal de educação de Belford Roxo. Imitação de trejeitos estereotipados, gracejos,  piadinhas, risos, bullying e ridicularizações sobre orientação sexual e identidade de gênero transtornavam o meu estado psicológico.





Quando eu cheguei na Escola Municipal Jorge Ayres de Lima, eu trabalhava em situação de regência humilhante. Eu era anunciada na unidade escolar da rede de educação de Belford Roxo como o professor tapa-buraco, que não tinha diário nem poderia reprovar. Tinha de entrar e sair das turmas sem hora certa, mal começando ou cortando o assunto, colocando em descrédito tudo o que eu fazia. Eu tinha de dar aulas para crianças do antigo nível "primário" em que eu não tinha especialização. Tinha de dar aulas de matemática, estudos sociais, ciências também sem ter formação e em desvio de função. Também tinha de dar aulas de história que deveriam ser dadas pelo posterior diretor da escola municipal Jorge Ayres de Lima José Carlos Neto Filho (matrícula 11/05236). Permanecia 6 tempos de aula na pior turma da escola em que todos os professores faltavam quando a carga horária da minha disciplina era de apenas 2 tempos SEMANAIS. Era como se eu desse 3 semanas de aulas em um único dia. Eu surtava na sala de aula. 




A funcionária da secretaria de educação de Belford Roxo Maria Ivani Daher Oliveira Mattos (mat. 46990)  me informou que a secretária de educação Maíses Rangel Suhett não gostou de eu ter relatado que eu passava transfobia e homofobia, e declarado que precisava ser respeitada como funcionária pública neste processo administrativo 04/003997 em 2006, e me comunicou que eu deveria pedir o arquivamento do processo para que eu pudesse receber o meu pagamento.


FOTO: Funcionária da secretaria de educação de Belford Roxo Maria Ivani Daher Oliveira Mattos (mat. 46960)


FOTO: Maíses Rangel Suhett
Secretária municipal de educação




A matéria do Jornal O DIA também informava que para eu enfrentar a mudança radical eu fazia uso de calmantes e antidepressivos que diminuíam o meu reflexo e também fazia tratamento psicológico. Esses fatos faziam que eu não dirigisse embora tivesse a carteira de motorista.


O presidente da Associação Triângulo Rosa de Nova Iguaçu informou ao jornal que na época ainda precisava ser colocado e aprovado o projeto no Congresso Nacional para que todos os transexuais tivessem direito a financiamento pelo SUS a fim de que pudessem fazer tratamento até com fornecimento de hormônios.

As cirurgias e os procedimentos que eu me submeti foram feitos com meus recursos próprios provenientes do que eu havia juntado ao longo dos anos de trabalho. Não houve reembolso, ajuda ou financiamento do governo.


A minha condição enquanto educadora, profissional, cidadã, pessoa, ser humano em relação a história de transição de gênero, condição de transexualidade e em processo transexualizador inclusive no trabalho foi exposta e era do conhecimento público inclusive da procuradoria do município e da secretaria municipal de educação de Belford Roxo. Também foi exposto publicamente o uso contínuo de hormônio e medicação psicotrópica como calmantes e antidepressivos que eu fazia por determinação médica.

"Meu nome de homem foi uma agressão imposta"
"Eu só quero ter paz no trabalho. Quando vou conseguir viver sem a fofoquinha, o comentário maldoso em torno de mim?" (Faiza Khálida, 35 anos, professora, Jornal Extra 2008)


"Eu só quero ter paz no trabalho" (Faiza Khálida, Jornal Extra 2008)


(Professora Faiza Khálida Fagundes Coutinho - Prefeitura Municipal de Belford Roxo, matrículas 5508 e 14725, Identidade 09089680-4, CPF 024114147-81)

Bendito é o preciosíssimo sangue do Senhor Jesus
Jesus é o caminho
Louvado o Senhor Jesus Cristo para sempre.




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23-  Não condene alguém com transtorno bipolar com sintomas psicóticos no mundo do trabalho. É o que eu posso ensinar às pessoas para que o mundo seja um pouco melhor  diante do quadro em que eu vivi no meu emprego de professora concursada e efetiva da Prefeitura Municipal de Belford Roxo.









25- Fui demitida nas 2 matrículas da Prefeitura de Belford Roxo.





26- Defesa dos inquéritos disciplinares e administrativos referentes a professora em processo transexualizador Faiza Khálida (NUDIVERSIS - Núcleo de Defesa da Diversidade Sexual e dos Direitos Homoafetivos da Defensoria Pública do Estado do Rio de Janeiro).


27- Praticamente todos na Prefeitura Municipal de Belford Roxo sabiam que eu lutava contra um preconceito que impactava a minha saúde psicológica e mental. A administração Pública de Belford Roxo se fez de cega.O PIOR CEGO É AQUELE QUE NÃO QUER VER.


28- Psicólogo do programa Rio Sem Homofobia esteve na Procuradoria de Belford Roxo explicando o meu adoecimento, nem assim houve reconhecimento, avaliação ou consideração  do meu quadro de doença descritos em laudos médicos e psicológicos.


29- Extravio de ofício e processo na Secretaria de Educação referente a professora em processo transexualizador Faiza Khálida.


30- Processo Judicial número 0004742-25.2012.8.19.0008 se encontra na segunda Vara Cível de Belford Roxo desde 02/03/2012.



31- A violência de gênero, o assédio moral, a desvalorização do magistério e o constrangimento no trabalho em Belford Roxo são realidades. O Brasil é o país que mais mata travestis e transexuais no mundo. Tudo isso também leva a Educação Municipal de Belford Roxo para o último lugar no Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (IDEB) na Baixada Fluminense.



32-  Esclarecendo a minha incapacidade laborativa e social no meu trabalho de professora da Prefeitura de Belford Roxo.

 A explicitação do assédio moral
  • Gestos, condutas abusivas e constrangedoras
  • Humilhar, inferiorizar, amedrontar, menosprezar ou desprezar 
  • Ironizar, difamar, ridicularizar ou desprezar
  • Ser indiferente a presença da outra
  • Estigmatizar os adoecidos pelo e para o trabalho.
  • Colocar os adoecidos pelo trabalho em situações vexatórias.
  • Falar baixinho acerca da pessoa, olhar e não ver ou ignorar sua presença, rir daquela que apresenta dificuldades.
  • Tratamento com ironia, menosprezo, difamação.
  • Piada jocosa relacionada ao sexo e a orientação sexual.
  • Expor publicamente algo íntimo da vítima.
  • Críticas maldosas a respeito do seu trabalho.
  • Claro objetivo de prejudicar a vítima.

  • Piada jocosa relacionada ao sexo e a orientação sexual (CONDUTA DE ASSÉDIO MORAL DETECTADA)