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quinta-feira, 4 de agosto de 2016

JORNALISTA EVANGÉLICA QUE DEFENDE BANDEIRA CONSERVADORA DECLAROU À POLÍCIA QUE O DEPUTADO E PASTOR MARCO FELICIANO que é casado e pai de 3 filhos TENTOU ABUSÁ-LA SEXUALMENTE. "Ele tentou levantar meu vestido e tirar minha blusa. Como eu não deixei, ele me deu um soco na boca e um chute na perna. Ela só conseguiu escapar porque uma vizinha ouviu seus gritos e tocou a campainha para saber se estava tudo bem". O presidente nacional do PSC Pastor Everaldo tentou comprar o silêncio dela. Em uma reunião o Pastor Everaldo deu para ela uma sacola de mercado cheia de dinheiro para que ela ficasse quieta e a ameaçou de morte. Depois, ela passou a ser assediada e monitorada pelo chefe de gabinete do pastor e deputado Marco Feliciano, Talmo Bauer. Talmo Bauer pegou a senha do facebok e do whatsapp dela e passou a mandar mensagem como se fosse ela no nome dela negando as acusações e rasgando elogios ao deputado e pastor Feliciano. A jornalista assediada por Marco Feliciano está com medo recebendo dezenas de ligações do chefe de gabinete do Pastor Marco Feliciano, Talmo Bauer. SEGUNDO DEPOIMENTO DE PATRÍCIA LÉLIS DE 22 ANOS PARA A CORREGEDORIA DA POLÍCIA CIVIL O CHEFE DE GABINETE DO PASTOR MARCO FELICIANO COM UMA ARMA NA CINTURA DISSE PARA ELA QUE SE ELA NÃO VOLTASSE ATRÁS NAS DENÚNCIAS SOBRE O DEPUTADO FELICIANO PODERÁ OCORRER UM MAL MAIOR COM ELA A FAMÍLIA. - TENTATIVA DE ESTUPRO, CÁRCERE PRIVADO, ABUSO, LESÃO CORPORAL. 3 CATORAS GOSPELS CONTARAM AO CAIO FAIO O QUE O PASTOR MARCO FELICIANO FAZ COM AS MENININAS POR AÍ. FOI REVELADO CASO QUE O PASTOR MARCO FELICIANO TEM COM DIVERSAS MOÇAS (safado, comedor de meninas).

http://g1.globo.com/distrito-federal/noticia/2016/08/estudante-vai-ao-senado-para-fazer-denuncias-contra-feliciano.html

"EU NÃO FUI A PRIMEIRA MULHER, MAS EU FUI A ÚNICA QUE DENUNCIOU ATÉ AGORA. NINGUÉM TEVE A CORAGEM DE DENUNCIAR. O HOMEM É DONO DE IGREJAS, DEPUTADO, TEM FORO PRIVILEGIADO, TEM DINHEIRO, TEM MUITOS FIÉIS AO LADO DELE".

TENTATIVA DE ESTUPRO
CÁRCERE PRIVADO
ABUSO
LESÃO CORPORAL

"GRAVEI 2 VÍDEOS DEFENDENDO MARCO FELICIANO À BASE DE AMEAÇA: FAZ O VÍDEO PORQUE SE NÃO VOCÊ VAI MORRER, SABEMOS ONDE VOCÊ MORA E CONHECEMOS SUA FAMÍLIA. E AO MESMO TEMPO QUANTO VOCÊ QUER PARA ESQUECER ESSE ASSUNTO, PARA ESSE ASSUNTO MORRER".


"UMA DAS MENINAS JÁ ME FALOU QUE TEVE PROBLEMAS COM ELE".
 
http://epocanegocios.globo.com/Brasil/noticia/2016/08/epoca-negocios-mulher-acusa-feliciano-de-assedio-sexual-chefe-de-gabinete-e-preso.html

PASTOR EVERALDO AMEAÇOU A VÍTIMA DE MORTE

Marco Feliciano disse a Patrícia Lelis que se ela fosse amante dele, ela receberia um cargo alto no PSC e 15 mil de salário. Com a boca e perna roxas, ela foi ao partido PSC denunciar o assédio e a agressão do Pastor Marco Feliciano, mas eles já sabiam do que se tratava. O Pastor Everaldo ofereceu o dinheiro para ela ficar calada e a ameaçou dizendo conhecer a família dela. Ela recebeu outra ameaça dizendo que poderia acontecer algo a mãe dela.


15 MIL REAIS DE SALÁRIO, CARGO PARA SER AMANTE, AGRESSÃO, ASSÉDIO, COAÇÃO E AMEAÇA DE MORTE : "Um mal maior pode acontecer com você"


PROVA
PASTOR MARCO FELICIANO É TARADO SEXUAL QUE ASSEDIA MULHERES ?


A CONVERSA PESSOAL NO APARTAMENTO - MARCO FELICIANO TRANCOU A PORTA DO APARTAMENTO E FEZ PROPOSTA PARA TRABALHAR NO PARTIDO COM SALÁRIO ALTO DE 15 MIL MAS SE ACEITASSE TERIA QUE SER AMANTE DELE. A CÂMARA INTEIRA COMENTA QUE O DEPUTADO MARCO FELICIANO TEM OUTROS CASOS. DEU UM SOCO NA BOCA E UM CHUTE FORTE NA PERNA.

A jornalista Patrícia Lelis que é evangélica da mesma igreja do Pastor Marco Feliciano e conhecida militante do PSC jovem por realizar vídeos defendendo bandeiras conservadoras, prestou depoimento à Polícia Civil de São Paulo fornecendo detalhes de como o Pastor e deputado Marco Feliciano (PSC-SP) a atraiu para seu apartamento funcional. Era 15 de junho. "Ele falou que tinha uma reunião do PSC jovem, mas quando cheguei la só estava ele", disse.

A jornalista declarou que em seguida o parlamentar Marco Feliciano tentou abusá-la sexualmente. "Ele tentou levantar meu vestido e tirar minha blusa. Como eu não deixei, ele me deu um soco na boca e um chute na perna", disse. Chegou a ser arrastada pelos cabelos. Ela contou que só conseguiu escapar porque uma vizinha ouviu seus gritos e tocou a campainha para saber se estava tudo bem. Acompanhada da mãe e de uma advogada, ela também acusou dois outros políticos importantes do PSC.

Patrícia relatou que em 16 de junho, um dia depois de ter sido agredida por Feliciano, procurou ajuda no partido, mas em resposta ouviu uma proposta para receber dinheiro em troca de seu silêncio. A proposta foi feita pelo presidente nacional do PSC, Pastor Everaldo em uma reunião na qual estava também presente o deputado Gilberto Nascimento. "Pastor Everaldo me deu uma sacola de mercado cheia de dinheiro e disse que era para eu ficar quieta", disse. O Pastor Everaldo também a ameaçou de morte. Patrícia contou que após relatar o caso no PSC passou a ser perseguida dentro do partido. Patrícia conta que foi procurada pelo chefe de gabinete de Feliciano, Talma Bauer. Os dois se encontraram em um café. A conversa foi gravada por ela. O arquivo foi encaminhado por ela a dois amigos, com a orientação de que deveria ser divulgado na internet caso acontecesse alguma coisa com ela. No sábado passado, Patrícia saiu de Brasília e foi para São Paulo. Assim que chegou na capital paulista, ela diz que continuou sendo assediada por Bauer.

O chefe de gabinete do Pastor Marco Feliciano Talmo Bauer a forçou a gravar dois vídeos em que negava as agressões e rasgava elogios a Feliciano. Os vídeos foram publicados na internet nesta semana. "Ele também pegou a senha do meu Facebook e do Whatsapp e passou a mandar mensagens em meu nome". Ao estranhar a postura da jovem nas redes, os amigos divulgaram, na quarta-feira passada, o áudio. Na conversa, Bauer oferece ajuda a ela e a aconselha a "deixar tudo para lá", disse. Patrícia foi contactada pelo jornal O Estado de S. Paulo nesta quarta, 3. Por telefone, reafirmou o que havia dito no vídeo, que não havia sido agredida por Feliciano. Ao conversar pessoalmente, no entanto, confirmou ter sido agredida.


"Eu estava com medo porque estou sendo monitorada", disse. Durante a conversa com a reportagem, Patrícia recebeu dezenas de ligações de Bauer. Patrícia procurou a polícia e contou sua história".


Em relação a Bauer ela denunciou o crime de coação por tê-la pressionado a fazer a gravação que inocentaria Feliciano. Segundo depoimento da jovem à Corregedoria da Polícia Civil, Bauer a procurou diversas vezes através de coação e ameaça para que ela fizesse uma gravação que inocentasse o deputado. Na sexta, Patrícia Lélis, de 22 anos, foi ao 3° Distrito Policial e registrou um Boletim de Ocorrência em que relata que se sentiu ameaçada por Talma. A jovem disse que, com uma arma na cintura, ele teria dito que se ela não voltasse atrás nas denúncias sobre o deputado Feliciano, poderia ocorrer um "mal maior" com ela.


  
























3 CATORAS GOSPELS CONTARAM AO  CAIO FAIO O QUE O PASTOR MARCO FELICIANO FAZ COM AS MENININAS POR AÍ. FOI REVELADO CASO QUE O PASTOR MARCO FELICIANO TEM COM DIVERSAS MOÇAS (safado, comedor de meninas).




CAIO FÁBIO DISSE QUE MARCO FELICIANO É UM CAPETA DIABÓLICO



segunda-feira, 1 de agosto de 2016

PRECONCEITO, MACHISMO, RACISMO, DESRESPEITO AOS IDOSOS, ASSÉDIO, HOMOFOBIA E TRANSFOBIA DE MC BIEL REVOLTA INTERNALTAS. MC BIEL DIZ QUE ESTUPRARIA ANGÉLICA, FALA MAL DE FÁTIMA BERNARDES, LUCIANO HUCK, SABRINA SATO, XUXA EM POSTS COM XINGAMENTOS A ARTISTAS E CONTEÚDOS RACISTAS. MC BIEL CHAMOU DANIELA ALBUQUERQUE DE FILHA DA PUTA. REPÓRTER FALOU DE ASSÉDIO DO CANTOR BIEL EM ENTREVISTA E REGISTROU NA DELEGACIA. DIAS DEPOIS A REPÓRTER FOI DEMITIDA. NÃO APRENDEU NADA COM A DENÚNCIA DE ASSÉDIO SEXUAL: O ABSURDO QUE ELE FALOU PARA A REPÓRTER OFENDIDA MC BIEL TRANSFORMOU EM MÚSICA E CANTOU NA FESTA COM NEGO DO BOREL. CONSTRANGER UMA MULHER É CRIME. OS HOMENS PRECISAM PARAR DE SE COMPORTAR COMO TROGLODITAS CONSTRANGENDO MULHERES. MC BIEL SE ENVOLVEU EM ACIDENTE DE TRÂNSITO, FOI EMBORA E NÃO PRESTOU SOCORRO.




 QUAL É A GRAÇA?
https://twitter.com/hashtag/Errar%C3%89HumanoPersistir%C3%89Biel?src=hash
http://entretenimento.r7.com/blogs/odair-braz-jr/criticas/tweets-mostram-que-biel-sempre-foi-um-cara-da-pior-especie-02-08-2016/
 http://entretenimento.r7.com/blogs/keila-jimenez/2016/08/02/biel-faz-comentarios-racistas-e-xinga-artistas-em-post-antigos-no-twitter/
http://www.brasilpost.com.br/2016/08/02/tuites-do-biel-preconceituosos_n_11302828.html
http://diariogaucho.clicrbs.com.br/rs/entretenimento/noticia/2016/08/usuarios-do-twitter-resgatam-mensagens-de-biel-criticando-apresentadores-de-programas-dos-quais-ja-participou-7111826.html

COMENTÁRIOS RACISTAS

NEGROS FEDIDOS



"ELA É PRETA"



"... pretas são pra dias ruins ... e ... brancas são pra dias bons"




Ele disse que as negras são feias ?




MC BIEL DIZ QUE MULHER NÃO MERECE RESPEITO


TEM QUE BATER NA MULHER




NOJO DE TRAVESTIS


PIADINHA HOMOFÓBICA DO MC BIEL?


MC BIEL CHAMOU DANIELA ALBUQUERQUE DE FILHA DA PUTA


"DEVIA CAIR DO PALCO E SER ESTUPRADA"


DESRESPEITO AOS IDOSOS
"NÃO DAR LUGAR PARA IDOSOS NO ÔNIBUS. ELES COÇAM O RABO O DIA INTEIRO".


MC BIEL DETONOU FÁTIMA BERNARDES DEPOIS FOI LÁ CANTAR
FALSIDADE?





MC BIEL DIZ QUE MULHER NÃO MERECE RESPEITO





MC BIEL: "TE ESTUPRO ANGÉLICA"




MC BIEL CHAMOU  LUCIANO HUCK DE OTÁRIO


MC BIEL CHAMA SABRINA SATO DE MUITO FEIA



MENSAGEM DE MC BIEL SOBRE ADELE
UMA CARREIRA DE UM CANTOR DEVE SER BASEADA EM TANQUINHO ABDOMINAL OU PELO TALENTO?


MC BIEL: ODEIO A XUXA

" Filme com boquete Xuxa só para boqueteiros "




MC Biel fala que ver programa Silvio Santos é decadência
Falsidade ?



MC Biel fala de bosta no Faustão
Falsidade?


DEPOIS DE ASSÉDIO E INJÚRIA A JORNALISTA GIULIA PEREIRA, EM FESTA MC BIEL CANTA A FRASE QUE DISSE PARA A REPÓRTER GERANDO NOVAMENTE REVOLTA
 "tá gostosinha, te quebro no meio"

https://www.youtube.com/watch?v=aNdWa4JrH3A


O ABSURDO QUE ELE FALOU PARA A REPÓRTER OFENDIDA MC BIEL TRANSFORMOU EM MÚSICA E CANTOU NA FESTA COM NEGO DO BOREL.

https://www.youtube.com/watch?v=YCBuY8rwPvc


CONSTRANGER UMA MULHER É CRIME. OS HOMENS PRECISAM PARAR DE SE COMPORTAR COMO TROGLODITAS CONSTRANGENDO MULHERES.
https://www.youtube.com/watch?v=KZy6icn5jgE

Reporter fala de assédio de MC Biel e demissão após o fato

"Não interessa. Se eu te pego te quebro no meio"
https://www.youtube.com/watch?v=5j6La7T3XR4


MC BIEL ESTÁ ERRADO. A REPÓRTER NÃO ESTAVA LÁ PARA SER DESRESPEITADA. ESTAVA TRABALHANDO. TRANSFORMAR A VÍTIMA EM RÉ É COVARDIA.
https://www.youtube.com/watch?v=FRdSkC1kYDM



MC BIEL SE ENVOLVEU EM ACIDENTE DE TRÂNSITO. FOI EMBORA E NÃO PRESTOU SOCORRO
O cantor se envolveu em um acidente de trânsito em 7/6/2016 na cidade de Lorena, no interior de São Paulo. O carro de Biel teria, de acordo com a denúncia, fechado a moto da vítima. A motociclista teria caído ao tentar se desviar do veículo.

No depoimento prestado no começo da tarde desta quarta-feira (8), Biel admitiu que estava ao volante na hora do acidente. O cantor teria ido embora sem prestar socorro.

quarta-feira, 11 de novembro de 2015

A professora transexual Thalia foi avisada pela Vice-diretora da Escola Municipal Mateus Viana em Caiacó, onde ela trabalha, de que a Secretária Municipal de Educação marcou uma reunião com ela para tratar sobretudo do beijo que a professora deu em seu namorado.

A professora Thalia Agnys publicou em seu Facebook uma foto beijando o seu namorado em um dia de feriado,  no dia 2 de novembro, em Natal.
No dia 5 de novembro a professora Thalia Agnys, que é uma mulher TRANSEXUAL, foi informada pela vice-diretora onde ela trabalha, na Escola Municipal Mateus Viana que funciona no Bairro João XXXIII,  de que a Secretária Municipal de Educação marcou uma reunião com ela , na segunda-feira seguinte, dois dias úteis depois, para tratar, sobretudo do beijo que a professora deu em seu namorado e postou no Facebook. O outro assunto seria o tratamento que a professora dispensaria aos seus alunos.

Esta Reunião aconteceu na segunda-feira, dia 09/11/2015, no Centro Administrativo. Estiveram nesta reunião além da professora Thalia e uma amiga, a  Sra. Secretária de Educação, 3 Pedagogas, a diretora e a vice-diretora da escola.

Esse evento causou um enorme desgaste emocional à professora transgênera que luta diariamente para ser quem ela é.

O beijo da professora não aconteceu na escola, não foi em sala de aula ou em seu trabalho. Não há nada demais na demonstração de carinho da professora.

A professora não infringiu nenhuma lei ao postar essa foto em seu Facebook porque beijar não é crime. Não há crime em demonstrar carinho e afeto em público.  As pessoas precisam se conscientizar de que não é um crime uma mulher transexual beijar o seu namorado. Que ninguém deve ter vergonha, nem medo de ser o que se é.

Em um mundo tão carente de afeição, amar parece , nesse caso ser um crime. Uma transexual é gente. Pode amar e ser amada sem medo de ser feliz.

Uma foto no Facebook em que uma professora demonstra amor por intermédio de um beijo não deveria escandalizar uma cidade ou ninguém desta cidade. Talvez o que deveria escandalizar a cidade ou alguém desta cidade fosse a situação que a Educação vem sendo tratada, com escolas sem condições de trabalho. O escândalo é o preconceito, a hipocrisia, a intolerância e o ódio.

Dizem que a cidade de Caiacó é muito avançada, mas ela precisa deixar de ser preconceituosa com a comunidade LGBT.

Esse episódio terminou em protesto nas ruas de Caicó e chamou a atenção da sociedade, da imprensa.
Em entrevista para a radialista Suerda Medeiros, na Rádio Caiacó AM, em 10/11/2015, a professora Thalia contou que no caso dela há a discriminação, sempre há o olhar diferente na relação professor-aluno por alguns.


ASSÉDIO MORAL E TRANSFOBIA DA DIREÇÃO DA ESCOLA
Márcia Araújo é de Caiacó e faz parte do Coletivo ReExistências. Ela contou que a professora Thalia Agnys foi vítima de assédio moral e transfobia por parte da direção da escola.


DÁVILA MEDEIROS , EX-PROFESSORA TRANSEXUAL, TAMBÉM FOI VÍTIMA DA TRANSFOBIA

A ex-professora Dávila Medeiros também já foi vítima da transfobia. Ela trabalhou cinco anos na Educação e ela tem plena consciência de que foi tirada da Educação desde os instantes em que ela começou a usar roupas femininas. Segundo a ex-professora Dávila Medeiros a sociedade condena e julga  tanto as transexuais que trabalham como professora , como as transexuais que trabalham como stripper ou na prostituição.


MAYTE PRADOCAMPOS TEVE QUE ABRIR MÃO DO SEU GRANDE SONHO

Mayte Pradocampos  também já foi professora. Quando ela lecionava, o grande problema era com os pais das crianças que não admitiam que os filhos deles a chamassem de professora. Ela ficou muito triste nessa fase de sua vida porque ser professora era o seu grande sonho. Ela teve que abrir mão de lecionar e buscar outra atividade para viver.



A PRÁTICA SISTEMÁTICA E TRANSFÓBICA DO PRECONCEITO CONTRA PROFESSORAS TRANSEXUAIS. Luíza Coppieters, Camila Godoi, Vitória Bacon, Laysa Carolina Machado, Sangita, Nicolly Bueno, "Natiely", Dávila Medeiros, Mayte Pradocampos, Herbe de Sousa, Thalia Agnys e Faiza Khálida foram algumas dessas professoras 

sábado, 10 de outubro de 2015

Bispos do Sínodo da Família não querem respeito à identidade de gênero, nem ao casamento homossexual.

http://brasil.estadao.com.br/noticias/geral,bispos-catolicos-criticam-ideologia-de-genero-no-sinodo-da-familia,1777391


09/10/2015 ESTADÃO
Os Bispos católicos que estão reunidos no Sínodo da Família se manifestaram contra as pessoas transgêneras e os homossexuais.

Segundo os Bispos , a convivência com essas pessoas dentro das escolas e das famílias, vivendo às suas vidas normalmente, sendo realizadas e felizes como seres humanos normais, que eles realmente são, é uma ameça a doutrina que os Bispos pregam, que considera ser uma família apenas a família tradicional; que considera ser um casamento, apenas o casamento tradicional, e que não aceita um ambiente escolar , onde as pessoas sejam educadas a respeitar a identidade de gênero e a orientação sexual das pessoas.


Os Bispos católicos se referem ao respeito à identidade de gênero como uma ideologia que deve ser combatida pela igreja na sociedade,  nominando-a como "ideologia de gênero".


Os Bispos também se referem ao casamento entre pessoas homossexuais como uma agressão a Família, porque para eles os homossexuais que constituem famílias e as pessoas transgêneras são criaturas desordenadas e aberrações da natureza.


Para os Bispos católicos a Família deve ter um modelo que seja conforme a doutrina da Igreja Católica, se constituindo entre um homem e uma mulher.

Os gays, homossexuais, lésbicas ficam discriminados na sociedade pela doutrina da Igreja Católica proibidos de constituírem família e condenados a castidade obrigatória. 

O Documento Final deste Sínodo será votado no dia 24/10/2015.

terça-feira, 23 de dezembro de 2008

OS PROBLEMAS OCASIONADOS PELO RELATÓRIO TÉCNICO DISCRIMINATÓRIO DA DIRETORA VERA LUCIA CASTELAR (mat. 53165) SOBRE o DESEMPENHO TÉCNICO da professora em processo transexualizador Faiza Khálida EM SETEMBRO DE 2002 e o procedimento administrativo discriminatório decorrente QUE NUNCA FORAM RESOLVIDOS. "Parte 1". As síndromes depressivas diagnosticadas por médicos psiquiatras, a tristeza, a falta de prazer nas atividades, o choro fácil, a irritabilidade, a impaciência, a insônia, a ansiedade, as cefaleias frequentes, a vontade de se matar E AS DIFICULDADES PARA CUMPRIR AS TAREFAS NO TRABALHO NÃO FORAM RELATADOS. EU ERA UMA FUNCIONÁRIA PÚBLICA MUNICIPAL DE BELFORD ROXO AVALIADA POR RELATÓRIO TÉCNICO FORA DA REALIDADE QUE EU VIVIA E SENTIA. (professora Faiza Khálida)

"Consequências do Preconceito

Quem pratica o preconceito pode até achar essa palavra comum e não se importar com o que ela pode causar a quem o sofre.


A maioria das vítimas tentam suicídio, se escondem, se calam, vivem num mundo de transtorno, causando uma deterioração a saúde física e mental".





Quando eu comecei a trabalhar em Belford Roxo dando aulas na Escola Municipal São Bento no início do ano em 1995 após ser aprovada no concurso público do município, era muito difícil trabalhar, eu não conseguia nem mesmo circular pela escola devido as manifestações de hostilidade com relação a minha sexualidade. Era um ambiente extremamente hostil comigo porque as pessoas me consideravam homossexual e se manifestavam com preconceito. Eu ouvia inclusive durante as aulas ofensas por parte dos alunos da escola, eu recebia apelido, dava aulas sendo chamada de viado conforme informei à administração pública municipal em processos de 2003. Era alvo de chacotas não apenas dos alunos, outros profissionais da escola riam de mim, me chamavam por apelido, debochavam, ridicularizavam, compactuavam e faziam parte daquela realidade. Por muitos anos eu conseguia heroicamente enfrentar essa situação, mas chegou um momento em que o meu estado mental foi sendo fragilizado apresentando sintomas depressivos, principalmente no período após eu começar a ser tratada mal  pela diretora Vera Lúcia Castelar (mat. 53165) da Escola Municipal São Bento ostensivamente. Eu era todos os dias chamada à sala da direção. Nada estava bom com o meu trabalho. Tudo o que eu fazia era considerado um lixo. As exigências e as responsabilidades eram muitas. Eu tinha que refazer o ponto equivocadamente todos os dias em que a diretora se encontrava na escola. Ela se recusava a entender até que a coordenadora do turno da noite Iranildes havia trocado o meu dia da terça-feira para a sexta-feira para que houvesse aluno na escola nesse dia à noite já que antes a escola ficava vazia porque eles, os alunos, preferiam ficar "curtindo" na praça do Wona.  Eu era acusada dia a dia de ser uma péssima profissional pela diretora Vera Lúcia. A diretora me culpava até do preconceito que eu sofria na escola e, por fim, com o apoio da Subsecretária de Educação Rosângela Maria Gonçalves de Oliveira não  aceitou mais a minha presença na escola municipal São Bento onde eu trabalhava por quase 8 anos.

 FOTO: diretora municipal de Belford Roxo
Vera Lúcia Castelar

Eu trabalhava em sala de aula com pessoas entrando dentro da escola me jogando coisas. Muitas pessoas jogavam coisas para me acertar pelo lado de fora da escola. Muitas entravam dentro da escola para me agredir: me jogavam pedras, lama, cocô ... banho de terra conforme relatei em processos administrativos de 2003 arquivados pela Procuradoria Municipal de Belford Roxo. Quando a diretora entrava na sala de aula e via essa situação humilhante acontecendo, ela parava de falar, virava as costas e ía embora como se nada estivesse acontecendo. Quando eu pedia um posicionamento da diretora Vera, ela me dizia que aquilo acontecia por causa do meu jeito de ser. Aquilo parecia ser normal para a direção ou aquilo era exatamente o que a direção desejava que ocorresse.

 Escola Municipal São Bento
em Belford Roxo


Uma equipe de aproximadamente 8 supervisores da Secretaria Municipal de Educação de Belford Roxo (SEMED) chegou a determinar que fossem colocadas proteções de madeira nos buracos das paredes em sala de aula da Escola Municipal São Bento devido a essas situações de constrangimento que ocorriam. Pena que isso só foi feito depois que eu fui obrigada, chantageada e coagida a sair desta escola.

Síndrome depressiva e depressão bipolar

PARTE DO PROCESSO DE 2003 escrito à mão COM ASSINATURA E MATRÍCULAS MUNICIPAIS
"... MINHA TRISTEZA CADA DIA MAIS AUMENTA. Peço a Prefeitura que custeie para mim um tratamento Psicológico e Psiquiátrico pois sei que não me encontro mais, depois de tudo isso, no meu senso normal e em condições de desempenhar minhas funções equilibradamente. Inúmeras as vezes em que chorei e que passo meus dias lembrando e relembrando esses tristes episódios que não consigo mais tirá-los da minha cabeça sentindo um vazio muito grande que não sei explicar. Por Jesus Cristo preciso de ajuda médica".

Xxxxxx Fagundes Coutinho
Professorx de língua inglesa
5508 e 14725




Eu também informei a Prefeitura Municipal de Belford Roxo através de processos administrativos em 2003 que eu não me encontrava bem de saúde, tinha problemas, fazia uso de remédios para doença mental, precisava de ajuda psiquiátrica e psicológica, tudo isso de forma escrita, muito confusa e muito abatida. Mostrei nesses processos administrativos inclusive o relato do atendimento da emergência do Centro Psiquiátrico do Rio de Janeiro realizado em mim em 2003. Neste relato, o médico, que me atendeu na urgência, manifestava a necessidade de tratamento, acompanhamento psiquiátrico e a presença de doença mental.

EMERGÊNCIA NO CENTRO PSIQUIÁTRICO DO RIO DE JANEIRO - 10/07/2003





A doença mental informada e o relato médico informados nesses processos foram sempre ignorados pela Procuradoria Municipal de Belford Roxo e a Secretaria Municipal de Educação.



NECESSIDADE DE TRATAMENTO PSIQUIÁTRICO 17/07/2003




Mesmo anos depois, cada fato do presente em um determinado momento no meu trabalho de professora em  Belford Roxo estava ligado na minha mente a cada fato do passado realizado durante o meu trabalho profissional no município. Era como se as duas realidades fossem uma coisa só, as situações se repetiam.



Violencia Psicológica - Sequelas - Falta de disposição para realizar tarefas / Medo de enfrentar desafios / Raiva alimentada por si próprio / Tentativa de suicídio / Descrença em seu desempenho pessoal / Depressão permanente
 


Quando a subsecretária de educação Rosângela Maria Gonçalves de Oliveira me disse que eu iria morrer em 2002, eu acreditava que iria tomar um tiro, assim como eu passei a acreditar que eu estava marcada para ser executada a tiro quando a orientadora pedagógica Conceição (Maria da Conceição da Silva Pereira) me disse que eu tomaria um tiro dentro da sala dela na Escola Municipal Jorge Ayres de Lima em 2007.

 FOTO: orientadora pedagógica Conceição


A partir do instante em que a orientadora Conceição me falou que eu ía morrer em 2007, eu não conseguia mais me dedicar adequadamente, planejar aulas, dar aulas, pensar mais no futuro. Eu acreditava que eu era uma mártir, que eu era uma pessoa que já estava no fim da minha vida. Eu acreditava que o fim da minha vida já havia sido determinado e que eu nada poderia fazer quanto a isso. A minha realidade passou a ser outra diante dessa sentença de morte.

DECLARAÇÃO MÉDICA
20/08/2007 - A Sra Faiza Khálida apresentava tristeza, falta de prazer nas atividades, choro fácil, irritabilidade, impaciência com os alunos (era professora), insônia, ansiedade, cefaleias frequentes E DIFICULDADES PARA CUMPRIR SUAS TAREFAS NO TRABALHO
(Isabela Vieira - Médica - CRM 52 68631-0)




Muita coisa aconteceu depois disso na minha mente e no meu psicológico a partir daquele fato em 2007.


IEDE

Usuária Faiza Khálida Fagundes Coutinho - "a pressão social e o constrangimento sofridos fizeram com que apresentasse sintomas de depressão, relatados pela psiquiatra no prontuário da usuária, e este fato a fez deixar de comparecer ao trabalho".




Em um dia em 2002 que eu estava diante da subsecretária de educação Rosângela Maria Gonçalves de Oliveira na Secretaria Municipal de Educação de Belford Roxo e ela me disse que poria um fim na minha vida, eu vi a manifestação plena do mal  em um ser humano.

A Subsecretária de Educação Rosângela Maria mostrava que me odiava, que deseja o pior para mim. Ela fez o que pôde para que eu eu trabalhasse no lugar mais longe da minha residência, onde eu enfrentaria maior dificuldade para chegar à escola e consequentemente fosse mais difícil a realização do meu trabalho. Esse lugar era Nova Aurora.

A Subsecretária de Educação Rosângela Maria Gonçalves de Oliveira fez questão de me dizer que a partir daquele instante em 2002 eu teria de ser perfeita para continuar a ser professora porque se eu cometesse qualquer errinho que fosse, ela teria o motivo que desejava para que eu perdesse o meu emprego, fosse demitida e além disso, nunca mais arrumasse emprego em lugar nenhum. Ela queria me ver arruinada para sempre.

FOTO:
 subsecretária de Educação de Belford Roxo
Rosângela Maria Gonçalves de Oliveira


Após a ameaça de morte e ruína completa da Subsecretária de Educação Rosângela Maria Gonçalves de Oliveira, eu não morri fisicamente, morria psicologicamente, mas um professor da Escola Municipal São Bento que tornou público o que a Subsecretária de Educação Rosângela Maria e a diretora da escola Vera Lúcia Castelar (mat. 53165) faziam comigo naquela época, inclusive a ameaça de morte, e também através de reuniões na escola e abaixo-assinado contra o preconceito, foi assassinado com tiros.



Quando esse professor, que era homossexual, foi assassinado, eu fui informada de que eu não deveria ir ao enterro dele, pois eu poderia ser assassinada também se fosse.

A Subsecretária de Educação Rosângela Maria não conseguindo me enviar para o lugar que ela dizia ser o fim do mundo para mim, me colocou em uma matrícula na Escola Municipal Jorge Ayres de Lima, onde havia o caso de outro professor que era homossexual, que penava, surtava e foi assassinado.





Chegando na Escola Municipal Jorge Ayres de Lima, eu trabalhava em situação de regência humilhante. Era anunciada na unidade escolar da rede de educação de Belford Roxo como o professor tapa-buraco, que não tinha diário nem poderia reprovar. Tinha de entrar e sair das turmas sem hora certa, mal começando ou cortando o assunto, colocando em descrédito tudo o que eu fazia. Eu tinha de dar aulas para crianças do antigo nível "primário" em que eu não tinha especialização. Tinha de dar aulas de matemática, estudos sociais, ciências também sem ter formação e em desvio de função. Também tinha de dar aulas de história que deveriam ser dadas pelo posterior diretor da escola municipal Jorge Ayres de Lima José Carlos Neto Filho (matrícula 11/05236). Permanecia 6 tempos de aula na pior turma da escola em que todos os professores faltavam quando a carga horária da minha disciplina era de apenas 2 tempos SEMANAIS. Era como se eu desse 3 semanas de aulas em um único dia. Eu surtava na sala de aula.


A Secretária de Educação seguinte Maíses Rangel Suhett pôs um fim a processos administrativos onde eu pedia justiça pelo preconceito que eu passei, que teve como "pano de fundo" um relatório mentiroso e discriminatório elaborado pela diretora da escola Vera Lúcia Castelar (mat. 53165). A Secretária de Educação Maíses disse que o relatório técnico havia sumido dentro da Secretaria Municipal de Educação em Belford Roxo, logo, segundo ela, o relatório técnico da diretora Vera Castelar de 2002 era inexistente, consequentemente nada seria feito; e disse também  que eu era um homossexual estigmatizado. Foi a segunda vez que documentos sobre mim foram extraviados ou desapareceram no âmbito da secretaria municipal de educação de Belford Roxo. O meu planejamento que eu havia entregado na Escola Municipal São Bento juntamente com a professora Rosemar, de ciências, nas mãos da orientadora pedagógica Fátima já havia sumido na escola municipal São Bento, sendo registrado falsamente como inexistente no relatório técnico discriminatório da diretora Vera de 2002. A própria professora Rosemar de Ciências, muito indignada na época, indagou a orientadora pedagógica Fátima, na escola, por que ela fez essa sacanagem comigo confirmando a mentira no relatório técnico da diretora Vera de que eu não havia entregado o planejamento, se ela mesma imprimiu o planejamento para mim e viu eu o entregando juntamente com ela em mão à orientadora Fátima. Em 2009, ofício sobre mim também foi extraviado na secretaria municipal de educação de Belford Roxo.

http://faizakhalida.blogspot.com.br/2009/05/extavio-de-oficios-e-processos-na.html

 FOTO: Secretária Municipal de Educação de Belford Roxo
Maíses Rangel Suhett

Para dizer que os problemas ocasionados pelo relatório mentiroso e discriminatório haviam sido resolvidos, a Secretária Municipal de Educação Maíses Rangel Suhett justificou que eu era homossexual. A Secretária de Educação Maíses afirmou erradamente a minha realidade. A minha realidade era feminina e transexual. Eu me encontrava realizando alterações bioquímicas e hormonais no meu organismo em processo transexualizador. Já havia inclusive passado mais de 7 meses que eu havia me submetido a uma cirurgia de adequação sexual chamada pelo procurador Municipal de Belford Roxo Clarindo Manoel de Moraes como mudança de sexo no processo administrativo 04/1746/03.




Também para justificar os problemas ocasionados a mim por este relatório técnico, a secretária de educação Maíses disse que eu sentia o estigma da homossexualidade. A secretária de educação Maíses justificou erradamente a minha realidade em processos administrativos. Na realidade eu não tinha as minhas condições emocionais, psicológicas e mentais inclusive para exercer a minha atividade profissional precisando de tratamento psiquiátrico e psicológico desde 2002.



17/07/2003
 - DIAGNÓSTICO SINDRÔMICO - SÍNDROME DEPRESSIVA
 (Rosângela Ribeiro da Silva
 - CRM 52 56514-3)





PARTE DO PROCESSO 04/2743/03
 de 07 de outubro de 2003 escrito à mão COM ASSINATURA E MATRÍCULAS MUNICIPAIS (FOLHA 04)
"Era desrespeitadx no exercício da minha função, dava aulas sendo chamadx de viado, discriminadx, me jogavam terra".





PARTE DO PROCESSO 04/001497/03
 de 04 de junho de 2003 escrito à mão COM ASSINATURA E MATRÍCULAS MUNICIPAIS (página 03)
"Tem muita gente que tem ódio de homossexual e o preconceito é muito grande nas escolas. É um ambiente doentio. Eu sendo professorx não aguentei. Fui humilhadx muitas vezes. Me disseram que eu teria de ser perfeitx se quisesse continuar a ser professorx".



OUTRA PARTE DO PROCESSO 04/2743/03
 de 07 de outubro de 2003 escrito à mão COM ASSINATURA E MATRÍCULAS MUNICIPAIS (FOLHA 03)
"Fiquei perturbadx, fragilizadx, desorientadx, com os nervos pronto pra explodir, paranoicx, em depressão com as pessoas que ficavam debochando da minha sexualidade".





Folha 03 PROCESSO 04/002061/03




 
7 meses após a minha cirurgia de correção sexual e tendo uma vagina, a secretária de Educação Maíses  Rangel Suhett dizia em processo em julho de 2005 que eu era o professor homossexual demonstrando total desconhecimento, total equívoco ou total desrespeito a minha identidade de gênero, ao meu sofrimento e a minha aflição  de ser tratada no trabalho no gênero masculino.

"QUANDO A DIFERENÇA NÃO PRODUZ UMA DIFERENÇA NO OLHAR A EXCLUSÃO DA ESCOLA DÁ LUGAR À EXCLUSÃO NA ESCOLA".

A Secretária de educação de Belford Roxo Maíses Rangel Suhett disse em processos que eu havia comparecido na secretaria de educação e havia dito que os problemas ocasionados a mim pelo relatório técnico da diretora Vera Lúcia Castelar de 2002 foram resolvidos com a minha transferência para uma outra unidade escolar. Ela mentiu. Eu não falei isso. Eu fui obrigada, chantageada, ameaçada e coagida pela subsecretária de educação Rosângela Maria Gonçalves de Oliveira a nunca mais pisar na Escola Municipal São Bento onde eu dava aulas por mais de 7 anos, tendo 2 matrículas, caso contrário esse relatório técnico seria usado para acabar com a minha vida. Esses problemas e esses traumas ocasionados pelo relatório técnico  discriminatório e os procedimentos administrativos discriminatórios decorrentes deste relatório técnico nunca foram resolvidos. A decisão de me excluir daquela escola municipal de Belford Roxo foi da Subsecretária de Educação Rosângela Maria Gonçalves de Oliveira e da diretora da escola Vera Lúcia Castelar contra a minha vontade e contra a vontade daqueles que denunciavam o preconceito até na forma documental de abaixo-assinado entregue na secretaria municipal de educação de Belford Roxo. Os problemas ocasionados pelo relatório técnico da diretora Vera Castelar sobre o meu desempenho em 2002 nunca foram reconhecidos pela Secretaria de Educação e pela Procuradoria Municipal de Belford Roxo.




Em dezembro de 2006, a secretária de educação de Belford Roxo Maíses Rangel Suhett não gostou de eu ter relatado que eu passava transfobia na Escola Municipal Jorge Ayres de Lima e declarado que precisava ser respeitada como funcionária pública no processo administrativo 04/003997/06. Ela mandou que eu pedisse o arquivamento do processo para que eu pudesse receber o meu pagamento.









Quase cinco anos depois eu fui novamente ameaçada de morte, desta vez pela orientadora pedagógica Conceição
na Escola Municipal Jorge Ayres de Lima que me disse que eu tomaria um tiro, depois disso nada foi como antes.

Escola Municipal Jorge Ayres de Lima
em Belford Roxo
 
Muita coisa aconteceu depois disso na minha mente e no meu psicológico, muita coisa era realmente real, muita coisa era irreal e sobrenatural.



 
Essas experiências me tiraram completamente dessa realidade que me ocorria e que eu já não conseguia suportar. A minha mente não tinha mecanismos para enfrentar essa situação apresentando inclusive depressão, comportamento delirante persecutório e sintomas psicóticos observando piora de quadro psiquiátrico e agravamento dos sintomas durante meu período laboral no quadro de servidora pública da Prefeitura Municipal de Belford Roxo com posterior diagnóstico de Transtorno Bipolar.




(Faiza Khálida Fagundes Coutinho - Prefeitura Municipal de Belford Roxo, matrículas 5508 e 14725, Identidade 09089680-4, CPF 024114147-81)

Bendito é o preciosíssimo sangue do Senhor Jesus Cristo.

Jesus é o caminho.

Louvado seja o Senhor Jesus Cristo para sempre.




PARA LER OS DEPOIMENTOS CLICAR ABAIXO:

1- Em 2002 eu passei a ter depressão E DEPOIS A FAZER USO DE REMÉDIOS PSICOTRÓPICOS PARA TRABALHAR após ser ameaçada de morte pela subsecretária municipal de Educação de Belford Roxo e impedida de chegar a 100 metros da escola municipal em que eu sofria preconceito.






2- Relatório técnico usado para me ameaçar e tratar com discriminação elaborado pela diretora da escola municipal em que eu lecionava por quase 8 anos sumiu e foi anunciado como se não tivesse existido.


3- Em 2007 fui ameaçada de morte novamente em meu trabalho de professora da rede educacional de Belford Roxo pela orientadora pedagógica que me dizia que eu não poderia ser professora da escola municipal por ser transexual.


4- Em processo administrativo de 2003 eu pedi para que a Prefeitura Municipal de Belford Roxo custeasse um tratamento Psicológico e Psiquiátrico para mim alegando que eu não me encontrava mais depois de tudo que havia passado no serviço público da rede de educação em condições de desempenhar minhas funções equilibradamente, mas eu não fui atendida. No mesmo parágrafo do processo de 2003 arquivado pela Procuradoria do Município, eu registrei " que inúmeras vezes me encontrava chorando e relembrando esses tristes episódios no trabalho que não conseguia mais tirá-los da minha cabeça sentindo um vazio muito grande e outros sintomas psiquiátricos que não conseguia explicar pedindo em nome do Senhor Jesus Cristo ajuda médica ".


5- Em 1/10/2005 o Jornal O DIA informava na sua reportagem que eu havia começado a tomar hormônios em 2002 e a fazer procedimentos como o laser, que eu enfrentava um processo transexualizador e que eu necessitava inclusive da adequação burocrática e administrativa. O jornal O DIA também informava que eu fazia acompanhamento com psicólogos e tomava remédios como calmantes e antidepressivos por determinação médica. 


6- O PROCESSO ADMINISTRATIVO DA PREFEITURA MUNICIPAL DE BELFORD ROXO NÚMERO 04/002743/03 - Assunto: PROVIDÊNCIAS POR DISCRIMINAÇÃO - Data: 07/10/2003 - Era desrespeitada no exercício da minha função, dava aulas sendo chamada de viado, discriminada, me jogavam terra. Fiquei perturbada, fragilizada, desorientada, com os nervos pronto pra explodir, paranoica, EM DEPRESSÃO com as pessoas que ficavam me chamando de Xxxxxxxxx debochando da minha sexualidade.












7 - Processo Administrativo 04/001497/03 - Data 04/06/2003 - HOMOFOBIA - " Tem muita gente que tem ódio de homossexual e o preconceito é muito grande nas escolas. É um ambiente doentio. Eu sendo professora não aguentei. Fui humilhada muitas vezes. Me disseram que eu teria de ser perfeita se quisesse continuar a ser professora ".








8- Folha 03 do Processo 04/002061/03 - Diretora Vera e orientadora pedagógica Fátima da Escola Municipal São Bento sacanearam a professora Faiza Khálida mentindo em relatório técnico de 2002 dizendo que ela não entregou o planejamento.








9- Procurador de Belford Roxo da Comissão de Inquérito Administrativo Disciplinar se negava tomar conhecimento de que eu passava preconceito, constrangimento, ameaça e não conseguia mais trabalhar. Disse que tinha mais o que fazer. Outro procurador mentiu dizendo que eu recebi cópia de processo. 


10- Os meus 2 aparelhos portáteis que eu utilizava para dar aulas sumiram nas 2 escolas municipais de Belford Roxo ao mesmo tempo. 


11- Meu quadro de adoecimento psíquico e mental era ignorado em relatórios técnicos e avaliações sobre mim na Secretaria de Educação e Procuradoria Municipal de Belford Roxo.


12- Secretaria de Educação e Procuradoria Municipal de Belford Roxo abafavam o problema da discriminação.


13- A minha presença em escolas era condenada e julgada por pessoas religiosas e interpretações bíblicas.



14- Em maio de 2008 a médica psiquiátrica verificou que dificilmente haveria SOLUÇÃO do meu QUADRO DE DEPRESSÃO porque NÃO HAVIA RESOLUÇÃO DOS PROBLEMAS SOCIAIS referentes ao meu trabalho que me estressavam.


15- Procurador de Belford Roxo LORIVAL ALMEIDA DE OLIVEIRA mentiu dizendo que eu havia recebido cópia de processo para ter como me defender. Na ESCOLA MUNICIPAL JORGE AYRES DE LIMA não me deram cópia de nada e de nenhum processo. Não me deixaram ler o processo ou tirar cópia dele. 


16- Orientadora se mobilizava para me tirar de escola municipal de Belford Roxo e me prejudicava. Vivência da exclusão e do isolamento.


17- Funcionários públicos municipais de Belford Roxo desrespeitavam a identidade de gênero de transgêneros, travestis e transexuais.


















18- Mais um evento traumático comigo ficou impune devido ao meu estado de abatimento, apatia e inércia. Eu fui retirada à força de dentro do banheiro feminino da Prefeitura e jogada no chão da escada por aproximadamente 8 guardas-municipais a mando do subsecretário Paulo Allevato.















20- Em 2009, o subsecretário municipal de Educação de Belford Roxo Miguel de Sousa Ramiro que prometeu mandar a minha frequência pelo período coberto pelo LAUDO MÉDICO PSIQUIÁTRICO, 2 semanas depois disse para mim que havia esquecido de tudo inclusive do MEU LAUDO MÉDICO mediante a pressão do supervisor educacional, consultor e assessor jurídico Jorge Silva (mat. 54368). OFÍCIOS REFERENTES A MIM FORAM EXTRAVIADOS NA SEMED (secretaria municipal de educação de Belford Roxo).


21- A PREFEITURA MUNICIPAL DE BELFORD ROXO, A PROCURADORIA MUNICIPAL E A SECRETARIA DE EDUCAÇÃO NUNCA ADMITIAM EM PUNIÇÃO, OCORRÊNCIA, RELATOS, RELATÓRIOS, PROCEDIMENTOS ADMINISTRATIVOS E INQUÉRITOS, INCLUSIVE OS QUE ME DEMITIRAM DEFINITIVAMENTE DO FUNCIONALISMO PÚBLICO MUNICIPAL, QUE EU ATRAVESSAVA TANTO UM PROCESSO BIOQUÍMICO DIÁRIO QUE AFETAVA  TODA A MINHA MENTE E TODO O MEU CORPO COMO TAMBÉM  ATRAVESSAVA UMA REALIDADE QUE ME CAUSAVA SOFRIMENTO.




22- O RELATÓRIO SOBRE O II CONSELHO DE CLASSE DE 2007 NA ESCOLA MUNICIPAL JORGE AYRES DE LIMA FEITO PELA ORIENTADORA PEDAGÓGICA CONCEIÇÃO COM O OBJETIVO discriminatório DE ME PREJUDICAR.


23- Procuradora de Belford Roxo DÉBORA FERNANDES CORDEIRO PINTO (matrícula 80/28.585) também ligada a igreja evangélica recusou por 2 vezes o meu pedido de readmissão. FOI CURTA E GROSSA. NÃO COMENTOU SOBRE O LAUDO MÉDICO APRESENTADO. NÃO SE INTERESSOU EM AVERIGUAR O QUADRO PSIQUIÁTRICO. NÃO FEZ REFERÊNCIA AOS PROBLEMAS SOCIAIS E AO PRECONCEITO NO TRABALHO. IGNOROU TUDO SIMPLESMENTE.


24-  Não condene alguém com transtorno bipolar com sintomas psicóticos no mundo do trabalho. É o que eu posso ensinar às pessoas para que o mundo seja um pouco melhor  diante do quadro em que eu vivi no meu emprego de professora concursada e efetiva da Prefeitura Municipal de Belford Roxo.
  

25- Demissão em 2010 referente ao período de adoecimento psíquico mental.





26- Defesa dos inquéritos disciplinares e administrativos referentes a professora em processo transexualizador Faiza Khálida (NUDIVERSIS - Núcleo de Defesa da Diversidade Sexual e dos Direitos Homoafetivos da Defensoria Pública do Estado do Rio de Janeiro).


27- Praticamente todos na Prefeitura Municipal de Belford Roxo sabiam que eu lutava contra um preconceito que impactava a minha saúde psicológica e mental. A administração Pública de Belford Roxo se fez de cega.O PIOR CEGO É AQUELE QUE NÃO QUER VER.




28- Psicólogo do programa Rio Sem Homofobia esteve na Procuradoria de Belford Roxo explicando o meu adoecimento, nem assim houve reconhecimento, avaliação ou consideração  do meu quadro de doença descritos em laudos médicos e psicológicos.


29- Extravio de ofício e processo na Secretaria de Educação referente a professora em processo transexualizador Faiza Khálida.


30- Processo Judicial número 0004742-25.2012.8.19.0008 se encontra na segunda Vara Cível de Belford Roxo desde 02/03/2012.



31- A violência de gênero, o assédio moral, a desvalorização do magistério e o constrangimento no trabalho em Belford Roxo são realidades. O Brasil é o país que mais mata travestis e transexuais no mundo. Tudo isso também leva a Educação Municipal de Belford Roxo para o último lugar no Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (IDEB) na Baixada Fluminense.



32- Esclarecendo a minha incapacidade laborativa e social no meu trabalho de professora da Prefeitura de Belford Roxo.

É preciso combater o
 ASSÉDIO MORAL
 na Administração Pública
ASSÉDIO não
DENUNCIE O ASSÉDIO MORAL
CALAR-SE DIANTE DE UMA INJUSTIÇA NÃO É SER DA PAZ. É SER OMISSO.
Não fique calado diante da homofobia

Ninguém precisa ser trans para lutar contra a transfobia

Discriminação é gol contra !

Louvado o Senhor Jesus Cristo para sempre.