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terça-feira, 22 de agosto de 2017

A trans Dianna teria sido assassinada em local próximo a cidade de Limoeiro em Pernambuco. Heymily Maynard do grupo NATRAPE de Recife teria recebido a informação. A mídia não teria noticiado ainda o assassinato.


A trans Dianna Della Vega teria sido assassinada em local próximo a cidade de Limoeiro em Pernambuco. Heymily Maynard do grupo NATRAPE de Recife teria recebido a informação. A mídia não teria noticiado ainda o assassinato. Ela seria cabeleireira e promotora de eventos.

https://faizakhalida.blogspot.com.br/2017/08/a-trans-dianna-teria-sido-assassinada.html

Louvado O Senhor Jesus Cristo para sempre.







domingo, 20 de agosto de 2017

Garoto de 14 anos vítima de homofobia no ponto de ônibus perto do Colégio teria de reconstruir a face, seguia internado. Agressores homofóbicos foram identificados pela Polícia mas não tinham sido presos. Os dois agressores estudavam no mesmo colégio. INSTITUTO DE EDUCAÇÃO DE MARINGÁ (IEEM)

Um adolescente de 14 anos foi espancado em Maringá em um ponto de ônibus próximo ao Colégio em que estuda por homofobia. O garoto teria que reconstruir a face através de cirurgia. Ele ficou internado no Hospital Universitário (HU) e já havia sido vítima de agressão homofóbica, mas a mãe amenizou o ocorrido com o seu filho dizendo que apenas foram xingamento e empurrão.

O Conselho Tutelar ficou de notificar o Colégio do menino vítima de homofobia porque os dois agressores homofóbicos estudavam nesse Colégio e foram identificados pela Polícia, mas mesmo assim ninguém tinha sido preso.

O Conselheiro tutelar Carlos Bonfim contou que a vítima estava sendo perseguida há tempos por aluno da escola que fazia ameaças constantes. A direção da escola já havia sido  informada da situação e já havia sido orientada a fazer Registros de Ocorrências, mas a Escola nega que tenha sido informada de agressões e perseguições sofridas pela vítima na escola já que as Ocorrências pedidas pela mãe e pelo Conselho Tutelar não foram feitas.

O aluno que perseguia a vítima na escola se juntou a outro rapaz e fora da escola aguardaram a vítima. Os dois agressores empurravam o estudante e após derrubá-lo, desferiram vários pontapés.  Não se sabe o motivo de a Escola não ter tomado providências.


PESQUISA CONSTATOU PRECONCEITO E BULLYING NA ESCOLA
A pesquisa Juventudes na Escola, Sentido e Buscas foi realizada em vários estados do Brasil. A lgbtfobia, incluindo homofobia e transfobia, é um dos principais preconceitos sofridos na Escola. A socióloga Miriam Abramovay explicou que esse número de lgbbtfobia na Escola é tão alto quanto na primeira pesquisa em 2004. Mais de 8 mil estudantes entre 15 e 29 anos foram ouvidos. Muitos não queriam ter colegas travestis, homossexuais, transexuais e transgêneros como colegas na escola. Foi constatada em pesquisa rejeição que esses grupos sofrem no ambiente escolar. Isso tende a se agravar porque a homofobia não é tipificada como crime de ódio e projetos de Lei que possam combater a homofobia e a transfobia inclusive na Educação e na Escola são distorcidos por grupos religiosos no Congresso Nacional onde essas Leis deveriam ser feitas.

https://faizakhalida.blogspot.com.br/2017/08/garoto-de-14-anos-vitima-de-homofobia.html

http://www.nos2.co/2017/08/garoto-espancado-por-homofobia-tera-de-fazer-cirurgia-de-reconstrucao-facial/

http://dentrodomeio.com.br/2017/08/11/adolescente-de-14-anos-homofobia/

http://maringa.odiario.com/policia/2017/08/adolescente-e-agredido-em-maringa-conselho-suspeita-de-homofobia/2399623/

http://www.enjoymaringa.com.br/noticias/detalhe_noticia/846/jovem-de-14-anos-foi-espancado-em-maringa-e-fara-cirurgia-de-reconstrucao-de-face.html

Louvado O Senhor Jesus Cristo para sempre.

quinta-feira, 17 de agosto de 2017

Preconceito de Policiais em Evento LGBT. Insultos a casais gays e assédios a casais lésbicas. Ativista teve óculos quebrados e porrada no celular. Recusa de ajuda e socorro médico: "Isso é mais um viadinho drogado, disse a Polícia". Vítima teve 2 paradas respiratórias e espumava pela boca. Repressão Policial massiva para dispersar lgbts presentes na Parada Lgbt de Contagem em Minas Gerais, uso de cassetetes, spray de pimenta, destruição de celulares e ofensas de policiais sem motivo aparente. "A Polícia fazia intervenções com violência e agressões verbais depreciativas da orientação sexual e da identidade de gênero, era claramente lgbtfobia policial


Relatos de participantes denunciam repressão policial para “dispersar” presentes e até a recusa de socorro médico a LGBT. Um Policial disse segundo relatos: "Nós não vamos ajudar não. Isso é mais um viadinho drogado". Houve dezenas de declarações sobre a atuação preconceituosa de POLICIAIS realizada em Minas Gerais.

Em um relato, um jovem passava mal próximo a um ponto de ônibus e a sua primeira atitude foi pedir socorro a uma viatura da Polícia. Os Policiais negaram a ajuda. O jovem espumou pela boca, as pessoas ao redor entravam em pânico, a vítima teve duas paradas respiratórias e só foi levada ao Hospital por outra viatura por interferência de uma mulher policial que teve compaixão e defendeu o socorro.

As atitudes preconceituosas de Policiais durante o Evento LGBT foram denunciadas também pelo ativista Gleyk Silveira. Ele afirmou que por mais de 10(dez) vezes viu policiais insultarem casais gays e assediar casais de lésbicas. Gleyk que é vice-presidente da UNA LGBT teve o seu celular e os seus óculos quebrados por um cassetete de madeira enquanto filmava uma dessas agressões físicas para tentar ter provas a fim de denunciar o preconceito de policiais no Evento LGBT. "Um dos Policiais deu uma porrada no meu celular e quebrou os meus óculos".

A repressão policial massiva começou as 19:30. Anderson Cunha Santos, presidente da ONG Cellos Contagem, confirmou as denúncias e as violências excessivas da Polícia. Os participantes da Parada LGBT relataram o uso de cassetetes, spray de pimenta, destruição de celulares e ofensas de policiais sem motivo aparente. Anderson Cunha Santos disse que é preocupante o preconceito policial. "A Polícia fazia intervenções com violência e agressões verbais depreciativas da orientação sexual e da identidade de gênero, era claramente lgbtfobia policial, disse com indignação. Anderson garante que houve diversas reuniões com órgãos públicos, PMs, Polícia, Prefeitura, com ciência de todos dos horários, percursos, locais e trânsito. E tinha acordo firmado para a garantia da segurança do público LGBT presente.

A Polícia Militar não havia se posicionado em resposta.


Raffaella Dotta - Joana Tavares
https://www.brasildefato.com.br/2017/08/07/em-contagem-mg-pm-trata-parada-lgbt-com-ofensas-homofobicas-e-violencia/

Preconceito de Policiais em Evento LGBT.  Insultos a casais gays e assédios a casais lésbicas. Ativista teve óculos quebrados e porrada no celular. Recusa de ajuda e socorro médico: "Isso é mais um viadinho drogado, disse a Polícia". Vítima teve 2 paradas respiratórias e espumava pela boca.  Repressão Policial massiva para dispersar lgbts presentes em Parada Lgbt de Contagem em Minas Gerais, uso de cassetetes, spray de pimenta, destruição de celulares e ofensas de policiais sem motivo aparente.  "A Polícia fazia intervenções com violência e agressões verbais depreciativas da orientação sexual e da identidade de gênero, era claramente lgbtfobia policial

Relatos de participantes da Parada LGBT de Contagem, em Minas Gerais, denunciaram preconceito policial.

Louvado O Senhor Jesus Cristo para sempre.

quarta-feira, 16 de agosto de 2017

Andrei Apolonio, estudante de artes da UFF, de 23 anos denunciou homofobia na Delegacia de Polícia. “Eu entrei em um lugar para fazer um Boletim de Ocorrência sem nenhum arranhão e sai aos cacos e sem o registro", disse Andrei

"Hey amigxs, hoje faz uma semana q fui torturado dentro de uma delegacia por um policial.
Não consigo achar palavras para descrever tamanha violência sofrida. Fui torturado e humilhado por um policial em serviço dentro de um estabelecimento q deveria proteger a população. A todo momento o agressor citava palavras LGBTfóbicas e dizia o quanto nós LGBTs utilizamos de privilégios para conseguirmos o q queremos há qlqr hora, no meu caso eu ser gay e querer fazer um registro de ocorrência de madrugada seria uma prova desses privilégios. Nessa madrugada do dia 13 vivenciei o q seria a pior noite da minha vida, fui na intenção de registrar um furto de celular e sai com o rosto quase desfigurado e sem três dentes tudo por conta das agressões causadas por um policial. O que começou como lições de morais de como saber se comportar como um "homem" de verdade acabou virando tortura em cárcere privado. Fui discriminado pela forma de me vestir, de andar, falar e por cursar artes, curso qual só caberia mesmo um gay querer fazer. Após debater com o policial sobre essa perspectiva fui taxado como deboxado oq desencadeou o início das agressões físicas, levando tapas na cara e orelha. Cheguei a fugir da delegacia por medo mas não consegui passar do estacionamento​ sendo agarrado e conduzido de volta para a parte interior da delegacia. Esse ato de fuga enfureceu ainda mais o policial q acabou potencializando as agressões com socos na cara me tirando 3 dentes. Após esse fato eles perceberam o tamanho da gravidade, acabei sendo conduzido para um hospital junto ao agressor, nesse hospital me negaram ate o direito de conversar com a médica q me atendeu. Fui liberado logo após e foi onde resolvi procurar ajuda e denunciar tais violências. Sinto que não fui violentado por eu ser apenas eu mas sim por também ser um LGBT e por ser um LGBT sei que essas barbáries não podem mais acontecer, já tive amigos que tiveram suas vidas arrancadas por conta da homofobia, não foi o meu caso já que estou vivo e podendo contar um pouco dq aconteceu, FUI AMEAÇADO DE MORTE PELO POLICIAL e temo por isso mas não posso aceitar q mais ninguém passe pelo q passei. 
Denuncie qlqr violência sofrida!!"

http://www.jb.com.br/rio/noticias/2017/07/14/estudante-da-uff-denuncia-agressao-de-policial-por-lgbtfobia/

http://www.jb.com.br/rio/noticias/2017/07/28/andrei-se-diz-encorajado-apos-ato-em-sua-defesa-e-contra-a-homofobia-em-niteroi/

Homofobia dentro da Delegacia de Polícia. Espancamento por ser homossexual.
Andrei Apolonio, estudante de artes da UFF, de 23 anos denunciou homofobia na Delegacia de Polícia.
Ele contou que comemorava o fim do primeiro período na Universidade com amigos. Ao voltar para casa adormeceu no ônibus e quando acordou percebeu que seu celular havia sido furtado. Por isso ele foi até a Delegacia para fazer o Registro de Ocorrência. Lá na Delegacia de Polícia ele foi agredido pelo policial que estava fazendo o plantão. As violências que ele sofreu na Delegacia de Polícia foram verbais e físicas.
O estudante contou que ele foi arrastado para dentro da Delegacia ao mesmo tempo em que era humilhado por sua orientação sexual. Após ele tentar fugir,ele novamente foi agredido fisicamente e perdeu 3 (três) dentes. O fato estarrecedor é que o estudante entrou sem nenhum arranhão para registrar uma ocorrência e saiu de lá sem conseguir fazer o Registro e aos cacos. O estudante ainda relatou que houve ameaça de morte caso ele denunciasse o ocorrido, que da mesma forma que foi feito aquilo com ele, podia ser passado um pente nele.
O estudante relatou que vivia o melhor momento de sua vida até acontecer isso e ele deseja fazer Justiça, mas sabe que para que isso acontecesse ele vai depender de outros policiais. Essa experiência foi um trauma que Andrei viveu. O programa Rio sem Homofobia relatou que mais de 700 lgbts procuraram atendimento no Centro de Cidadania LGBT Leste da Região, seriam 1 caso registrado por dia. No Brasil é praticamente um assassinato lgbt por dia.
Benny Briolly, assessora parlamentar e transsexual, contou que lida diariamente com essas estatísticas e disse que o caso do Andrei mostra que um agente do estado que deveria dar segurança, registrar e combater o crime se torna  um agente do crime e agressor.
O Secretário de Direitos Humanos Átila Nunes determinou todo o suporte do Estado para o estudante Andrei. O próprio secretário Átila nunes fez declaração a imprensa condenando a Lgbtfobia e em favor de investigação e punição ao responsável. O jovem seria recebido pelo superintendente Fabiano Abreu.
Andrei recebeu apoio não apenas do órgão do Governo do Estado do Rio de Janeiro de Direitos Humanos,  um ato em sua defesa foi realizado em Niterói. Um documento de repúdio foi assinado por vários movimentos de lutas contra a Lgbtfobia, violência e opressão promovida pelo próprio Estado. A Defensoria Pública do estado do Rio de Janeiro pediu a Corregedoria de Polícia afastamento e suspensão do porte de arma do policial apontado como o agressor de Andei. O documento foi entregue também ao Ministério Público.
A Coordenadora do Núcleo de Defesa dos Direitos Homoafetivos e Diversidade Sexual (Nudiversis) Lívia Cassares relatou em entrevista que eles recebem muitas denúncias de violência institucional, preconceitos, discriminações que são praticados por agentes do próprio Estado que é responsável por proteger a cidadania. O Nudiversis presta apoio jurídico técnico multiprofissional e acolhimento nas violações em diversos âmbitos incluindo família, instituições públicas e saúde, estando a disposição da população para remediar esses problemas.

https://faizakhalida.blogspot.com.br/2017/08/andrei-apolonio-estudante-de-artes-da.html

http://www.jb.com.br/rio/noticias/2017/07/14/estudante-da-uff-denuncia-agressao-de-policial-por-lgbtfobia/

http://www.jb.com.br/rio/noticias/2017/07/28/andrei-se-diz-encorajado-apos-ato-em-sua-defesa-e-contra-a-homofobia-em-niteroi/

Louvado O Senhor Jesus Cristo para sempre.

terça-feira, 15 de agosto de 2017

Discriminação na Festa de Formatura. Depois do beijo selinho, casal gay recebeu copada de bebida, pai da Formanda disse que aquele lugar não era para eles, O psicólogo um foi agarrado, arrastado e jogado no chão: "Deram uns tapas em mim, chutaram minhas pernas e me chamaram de veado".


http://www.poa24horas.com.br/um-casal-gay-faz-denuncia-de-homofobia-em-festa-de-formatura-de-porto-alegre/

Discriminação na Festa de Formatura

Depois do beijo selinho, casal gay recebeu copada de bebida. Pai da Formanda disse que aquele lugar não era para eles. O psicólogo foi agarrado, arrastado e jogado no chão: "Deram uns tapas em mim, chutaram minhas pernas e me chamaram de veado".

Festa de Formatura virou caso de Polícia. Marcos Vinicio Beccon, 53 anos, e Raul Weiss, 22 anos, foram vítimas de discriminação em uma Festa de Formatura do dia 04, sexta-feira, na Associação Leopoldina Juvenil, em Porto Alegre, no Bairro Moinhos de Vento.

O casal gay foi convidado para a Festa Comemorativa de Formatura porque Raul era colega de uma Formanda de Direito da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul. O próprio psicólogo Vinicio Beccon denunciou que as agressões começaram depois de um beijo entre eles no meio do salão perto do bar: "Foi um pequeno beijo, foi um selinho". "Quando chegamos era só alegria, as pessoas dançando, não tinha nenhum problema". "Depois do nosso beijo, uns 3,4 homens passaram pela gente e jogaram bebida de um copo grande. Eu me molhei inteiro".

Vinicio, indignado com a hostilidade, pediu ao pai da formanda que tomasse alguma providência, mas o pai da Formanda disse para eles que não houve nada demais e que era para eles pegarem as coisas deles e irem embora da Festa porque aquele lugar ali não era para eles. O psicólogo Vinicio falou,então, para o pai da Formanda, que como ele havia sido convidado pela filha dele, que ele ía avisar a ela antes de sair, mas ele foi agarrado pelo terno, arrastado para um canto e jogado no chão: "Deram uns tapas em mim, chutaram minhas pernas e me chamaram de veado".

Raul, o namorado de Vinicio era ameaçado e não conseguiu por isso chegar perto para ajudar o companheiro. O casal foi expulso do local e ninguém do Clube teve a coragem de emitir uma única opinião sobre o preconceito homofóbico ocorrido. Depois, o Presidente da Associação Leopoldina Juvenil procurou se distanciar do ocorrido destacando que só tomou conhecimento pela internet. E, ainda mais tarde, deu a declaração que nunca irá compactuar com o preconceito.


Vinicio e Raul registraram ocorrência policial e fizeram Corpo de Delito, mas o caso, como todos sabem, não está sob a responsabilidade de uma Delegacia Especializada em Crimes de Preconceito e Ódio. O casal gay não deseja que isso se torne mais um caso de impunidade e injustiça, por isso decidiram que vão entrar na Justiça contra esse preconceito, contra essa discriminação que sofreram na Festa. A Festa para o Casala gay deveria ser a celebração da alegria, mas com o preconceito, tornou-se um local de humilhação.

https://faizakhalida.blogspot.com.br/2017/08/discriminacao-na-festa-de-formatura.html
http://noticias.band.uol.com.br/cidades/rs/noticia/100000870332/casal-gay-denuncia-homofobia-em-festa-de-formatura-na-capital.html

"HOMOFOBIA. Primeira vez em em 53 anos que senti que senti na pele, literalmente,, 6 da manha e choro e espero e espero a hora para ir ao instituto medico legal. isto mesmo. vc nao leu errado.Como? Na rua? NAO. No Leopoldina juvenil, na formatura da amiga de meu namora , vitoria BEIS. L á pela tantas, em seu impulso juvenil e paixão ( lindo ele), me beijou no bar ntre tantos casais heteros. levamos uma chuva de bebida de bebida na cabeça, na roupa. confesso, juro, que estava tão bom e a amiga tão querida, e por acaso, filha de uma amiga de amiga minha ( sim, sou muito mais velho que meu namorado, o que chamava atenção), que demorei a dar muita atençao ao banho e somente chamei o pai da formanda e pedi ao mesmo que verificasse quem fez e solicitasse que fosse embora ou ao fizesse mais. ele pediu para nos irmos embora!!! eu disse que entao iria avisar a formanda. alguns minutos depois fui arrastado, levado ao chao, derrubado, levei chutes, tapas, humilhado,chamado de viado e só nao foi pior porque a mae da formanda apareceu e, acho eu, mandou parar.. sai dali como se fosse um zero. ninguem me ajudou, a nao ser meu namorado. e sua familia que logo apareceu. policia!! Este é o Brasil que que aparece por qui. me sinto humilhado, sofrido. e meu celular fi arrancado. estou sem celular"

https://www.facebook.com/vini.beccon/posts/10203650639662802

Louvado seja O Senhor Jesus Cristo para sempre.

terça-feira, 8 de agosto de 2017

Pastor foi assassinado pelo seu parceiro homoafetivo. O pastor era bispo da Primeira Igreja Quadrangular de Vitória.

https://homofobiamata.wordpress.com/2017/08/07/ericsson-roza-soares-pastor-36-anos-facadas-dhpp-es-vila-velha/

O pastor Ericsson Roza Soares foi assassinado a facadas dentro do apartamento em que morava pelo parceiro de 21 anos pedreiro com que teria relação homoafetiva mesmo sendo dependente químico. O pastor Ericsson ajudava financeiramente o seu parceiro homoafetivo que o assassinou pagando o aluguel dele e o tratamento para que ele se livrasse das drogas.

O corpo do pastor foi encontrada na suíte do apartamento. A faca usada pelo assassino foi deixada em cima da mesa. Provavelmente houve luta corporal pois a casa estava revirada com objetos quebrados.


ERICSSON ROZA SOARES / PASTOR – 36 ANOS / FACADAS / DHPP / ES, VILA VELHA
"Alegre e brincalhão são as características que definiam o pastor Ericsson"
O pastor Ericsson Roza Soares morava no apartamento em que foi assassinado a facadas,  na madrugada desta segunda-feira (7/08/2017), na Praia da Costa, Vila Velha. O pastor era bispo da Primeira Igreja Quadrangular de Vitória.
O pintor Lourival Pacheco, que frequenta a igreja há 13 anos, disse que o pastor ajudava a pessoa que o matou e que o religioso não tinha inimizades. "Era tudo para nós. Nosso pastor, nosso amigo, nosso querido", falou Lourival.
Em depoimento informal, o suspeito disse que mantinha uma relação homoafetiva com o pastor e que, ele decidiu acabar com a relação devido à atividade de Ericsson como pastor.
Segundo o agressor, a vítima não teria aceitado o fim do relacionamento e uma discussão foi iniciada. Durante a briga, o ajudante de pedreiro acabou matando o pastor.
http://g1.globo.com/espirito-santo/noticia/pastor-e-morto-a-facadas-em-apartamento-na-praia-da-costa-e-pedreiro-confessa-crime-no-es.ghtml

Louvado O Senhor Jesus Cristo para sempre.

terça-feira, 1 de agosto de 2017

Constrangimento homofóbico no palco durante show da banda Forró de Qualidade. FORRÓ DE QUALIDADE VIADO PALHA E HOMOFOBIA?

Um jovem sofreu constrangimento depois de ser chamado ao palco durante show da banda Forró de Qualidade em Morada Nova no interior do Ceará. Devido ao sofrimento que ele passou, no dia seguinte ele registrou queixa contra a banda Forró de Qualidade por homofobia e agressão. Em uma das imagens é possível ver o vacalista da banda, identificado como Alesson Porto, segurando na cintura do fã no meio do show e simulando movimentos sexuais por trás dele. Para fugir das investidas do cantor, o jovem tenta se esquivar, andando pelo palco.

No vídeo ainda é possível ouvir o vocalista gritar com o jovem: “Ô, viado palha. Isso que dá chamar viado. Sai daqui, viado!”, o jovem é arrastado para fora, e chega a levar um chute de outro integrante da banda.




Louvado seja O Senhor Jesus Cristo para sempre.

https://extra.globo.com/casos-de-policia/jovem-presta-queixa-contra-banda-de-forro-por-homofobia-agressao-em-show-video-21654860.html

EXTRA
https://extra.globo.com/casos-de-policia/jovem-presta-queixa-contra-banda-de-forro-por-homofobia-agressao-em-show-video-21654860.html

Jovem presta queixa contra banda de forró por homofobia e agressão em show; vídeo

Vídeos que circulam pelas redes sociais mostram uma grande confusão durante um show da banda Forró de Qualidade, em Morada Nova, no interior do Ceará. Nas imagens, é possível ver um jovem sofrendo constrangimento e até mesmo agressões físicas depois de ser chamado ao palco pelo grupo

No dia seguinte ao show, o jovem registrou queixa contra a banda por homofobia e agressão, de acordo com o delegado de Morada Nova, Luciano Berreto. Segundo ele, a equipe da unidade está investigando o caso, ocorrido no último dia 26 de julho.

- A vítima foi encaminhada para fazer corpo de delito. Vamos analisar as imagens com calma para dar seguimento à investigação - conta o delegado, que não revela o nome da vítima.

Em uma das imagens, é possível ver o vocalista da banda, Alesson Porto, segurando na cintura do fã, no meio do show, e simulando movimentos sexuais por trás dele. Para fugir das investidas do cantor, o jovem tenta se esquivar, andando pelo palco.

No vídeo ainda é possível ouvir o vocalista gritar com o jovem: “Ô, viado palha. Isso que dá chamar viado. Sai daqui, viado!”, o jovem é arrastado para fora, e chega a levar um chute de outro integrante da banda.

Segundo o assessor jurídico da banda, Leonardo Feitosa Arrais, os vídeos que circulam nas redes sociais "não condizem com a realidade dos fatos", pois são trechos editados para prejudicar a imagem do grupo.

- A banda destaca que a verdade virá à tona quando as investigações forem concluídas. O rapaz vitimizou para ferir a imagem do grupo - explica o assessor.

Louvado O Senhor Jesus Cristo para sempre.

sexta-feira, 21 de julho de 2017

Matou por não gostar de homossexual confessou o policial que matou a travesti Ana Sofia. (CRIME DE TRANSFOBIA). Vítima recebeu tiros quando se aproximou de sargento reformado da PM enquanto ele bebia. A TRAVESTI MORTA PELO POLICIAL TINHA APENAS 16 ANOS. "MATEI POR NÃO GOSTAR DE HOMOSSEXUAL". O sargento foi claríssimo ao afirmar que veio ao mundo para acabar com os homossexuais e, por isso, matou Ana Sofia.

http://g1.globo.com/google/amp/g1.globo.com/pb/paraiba/noticia/policial-suspeito-de-matar-travesti-na-pb-confessou-que-matou-por-nao-gostar-de-homossexual-diz-policia-civil.ghtml
G1
https://homofobiamata.wordpress.com/2017/07/08/nao-identificada-16-anos-tiros-pb-joao-pessoa/
http://tvcorreio.com.br/correio-manha/video/pm-reformado-e-preso-suspeito-de-matar-travesti/

O sargento foi claríssimo ao afirmar que veio ao mundo para acabar com os homossexuais e, por isso, matou Ana Sofia.
CRIME DE TRANSFOBIA
Matou por não gostar de homossexual confessou o policial que matou a travesti
Ana Sophia
O policial que morava no mesmo bairro da vítima tem um histórico de agressão a homossexuais e trans e respondia em liberdade a um crime praticado há dois anos. 


Os amigos da travesti assassinada relataram que o policial assassino foi preso há cerca de 2 anos quando agrediu uma travesti dentro de um hotel após confundi-la com uma mulher cis. Em conversas de rede social, amigas da vítima também se referiram ao assassino como um senhor racista.




Vítima recebeu tiros quando se aproximou de sargento reformado da PM enquanto ele bebia


A TRAVESTI MORTA PELO POLICIAL TINHA APENAS 16 ANOS
O sargento reformado da Polícia Militar da Paraíba foi preso por matar uma travesti adolescente de apenas 16 anos. O crime transfóbico ocorreu na cidade de João Pessoa e o policial foi preso na cidade de Teixeira, no Sertão paraibano. O policial confessou o crime na delegacia e disse que “matou por não gostar de homossexual” segundo informou a Polícia Civil.


O assassinato aconteceu em uma praça do bairro Funcionários II, em João Pessoa. O sargento reformado da PM estava bebendo quando a adolescente travesti se aproximou dele de acordo com informações da Polícia Civil. O sargento levantou da mesa, sacou a arma e atirou várias vezes contra a vítima adolescente e travesti, que morreu ainda no local conforme a polícia informou.

Depois de cometer o crime, o sargento assassino da travesti adolescente  fugiu da cidade, mas ele foi preso na casa de um parente na cidade de Teixeira, após o recebimento de uma denúncia anônima de acordo com a Polícia Civil. O policial  assassino transfóbico tentou fugir, mas como o local estava cercado ele se entregou.

"MATEI POR NÃO GOSTAR DE HOMOSSEXUAL"
Depois de ser preso no Sertão pelo delegado Reinaldo Nóbrega, o policial assassino foi levado até a Central de Polícia de João Pessoa, no Geisel, para prestar depoimento. Na delegacia, segundo a Polícia Civil, ele confessou o crime e alegou que foi motivado “por não gostar de homossexual”.

Por ser policial militar, o sargento foi encaminhado para o 1º Batalhão da Polícia Militar, no Centro de João Pessoa, e, seria apresentado ao juiz na audiência de custódia.

Segundo relatos, a adolescente militava contra a homofobia e a transfobia, e o sargento já possui um histórico de agressão a homossexuais e travestis.

http://www.diamanteonline.com.br/noticia/policial/2017/07/12/policial-suspeito-de-matar-travesti-confessa-que-matou-por-nao-gostar-de-homossexual/11294.html

http://pheeno.com.br/2017/07/policial-suspeito-de-matar-travesti-na-pb-confessa-que-matou-por-nao-gostar-de-homossexual/

http://expressopb.com/2017/07/travesti-e-assassinada-a-tiros-em-jp-e-suspeito-e-ex-sargento-da-pm-conhecido-por-agredir-homossexuais/

http://www.pbhoje.com.br/noticias/31336/vim-ao-mundo-para-exterminar-homossexuais-disse-policial-ao-ser-preso-por-matar-travesti-em-joao-pessoa.html

http://tvcorreio.com.br/correio-manha/video/pm-reformado-e-preso-suspeito-de-matar-travesti/


CRIME DE ÓDIO

Ao ser preso por matar a travesti em João Pessoa o policial disse “Vim ao mundo para exterminar homossexuais” segundo noticiou o site PB HOJE. 

O sargento reformado da Polícia Militar da Paraíba, Antônio Rêgo Sobrinho, mostrou toda a sua homofobia e transfobia – a sua aversão a homossexuais e trans – ao ser preso pela Polícia Civil como sendo o autor do assassinato da travesti Ana Sofia, 16 anos, no sábado (8), em uma praça no bairro Funcionários II, em João Pessoa. O policial confessou que matou a trans e disse em depoimento que veio ao mundo para exterminar os homossexuais.

Ao participar ao vivo no programa Cidade Alerta Paraíba, TV Correio/ Record TV, o delegado Reinaldo Nóbrega, titular da Delegacia de Homicídios de João Pessoa, explicou com detalhes o crime, que foi elucidado pela especializada.

“De fato, foi um crime de conotação homofóbica, mas nesse caso é transfóbica por se tratar de uma travesti. O sargento foi claríssimo ao afirmar que veio ao mundo para acabar com os homossexuais e, por isso, matou Ana Sofia. O policial já tem um histórico de agressão a homossexuais tendo em vista que ele respondia em liberdade a um crime praticado há dois anos. O suspeito morava no mesmo bairro da vítima”, disse o delegado.

O sargento foi preso na cidade de Teixeira, no Sertão do estado, na casa de parentes após investigações da Homicídios de João Pessoa. Reinaldo Nóbrega disse ainda que o policial tentou fugir, mas como o local estava cercado o  suspeito se entregou.

O policial foi levado para a sede o 1º BPM onde está à disposição da justiça. O sargento Antônio Rego vai responder por homicídio qualificado.

Louvado O Senhor Jesus Cristo para sempre.



Policial suspeito de matar travesti na PB confessa que 'matou por não gostar de homossexual', diz Polícia Civil


Vítima foi ferida a tiros quando se aproximou de sargento reformado da PM, enquanto ele bebia.



Um sargento reformado da Polícia Militar da Paraíba foi preso suspeito de matar uma adolescente travesti de 16 anos. O crime ocorreu na cidade de João Pessoa, no último sábado (8), e o policial foi preso nesta terça-feira (11), na cidade de Teixeira, no Sertão paraibano. O policial teria confessado o crime, na delegacia, e dito que “matou por não gostar de homossexual”, segundo informou a Polícia Civil.


Um sargento reformado da Polícia Militar da Paraíba foi preso suspeito de matar uma adolescente travesti de 16 anos. O crime ocorreu na cidade de João Pessoa, no último sábado (8), e o policial foi preso nesta terça-feira (11), na cidade de Teixeira, no Sertão paraibano. O policial teria confessado o crime, na delegacia, e dito que “matou por não gostar de homossexual”, segundo informou a Polícia Civil.


O assassinato aconteceu em uma praça do bairro Funcionários II, em João Pessoa. De acordo com informações da Polícia Civil, o sargento reformado da PM estava bebendo, quando a adolescente travesti se aproximou dele. O sargento teria levantado da mesa, sacado a arma e atirado várias vezes contra a vítima, que morreu ainda no local, conforme informou a polícia.

Ainda de acordo com a Polícia Civil, depois de cometer o crime, o suspeito teria fugido da cidade. O sargento foi preso na casa de um parente na cidade de Teixeira, após o órgão receber uma denúncia anônima.

Depois de ser preso no Sertão pelo delegado Reinaldo Nóbrega, o policial foi levado até a Central de Polícia de João Pessoa, no Geisel, para prestar depoimento. Na delegacia, segundo a Polícia Civil, ele confessou o crime e alegou que foi motivado “por não gostar de homossexual”.

Por ser policial militar, o sargento foi encaminhado para o 1º Batalhão da Polícia Militar, no Centro de João Pessoa, e, nesta quarta-feira (12), será apresentado ao juiz na audiência de custódia.

quarta-feira, 19 de julho de 2017

Akio Willy Costa Cruz cabeleireiro e homossexual teve olhos, genitália e vísceras arrancadas em Ananindeua. Imagens muito fortes. CRIME BÁRBARO. PARTES DO CORPO FORAM ARRANCADAS À FACA. CRIME COM REQUINTES DE CRUELDADE

http://www.diarioonline.com.br/noticias/policia/noticia-434219-.html
CRIME COM REQUINTES DE CRUELDADE
Cabeleireiro teve olhos, genitália e vísceras arrancadas em Ananindeua
https://predadorblogspot.blogspot.com.br/2017/07/imagem-forte-cabeleireiro-e-assassinado.html
CRIME BÁRBARO
PARTES DO CORPO FORAM ARRANCADAS À FACA
Por volta de 4h desta terça-feira (18), Akio Willy Costa Cruz, 35 anos, foi morto por Marcelo José Souza Sacramento, 18 anos, e um adolescente de 16 anos. O crime ocorreu em um kitnet na rua Júlio Cordeiro, centro de Ananindeua, Região Metropolitana de Belém.
Segundo a Polícia Civil, os dois passaram a noite com a vítima. Após ingerir bebidas alcoólicas com a vítima, o mataram e arrancaram suas vísceras, olhos e genitália.
Após ser acionada, uma equipe da Polícia Militar saiu em diligência e conseguiu capturar os dois suspeitos. O adolescente foi encaminhado para a Divisão de Atendimento ao Adolescente (DATA), enquanto Marcelo foi levado para a Divisão de Homicídios, onde segue para procedimentos legais. De acordo com informações da Polícia Civil, eles confessaram o crime.

(Foto: divulgação/Polícia Civil)
https://homofobiamata.wordpress.com/
Louvado O senhor Jesus Cristo para sempre.