Mostrando postagens com marcador humilhação. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador humilhação. Mostrar todas as postagens

sábado, 29 de julho de 2017

AMANDA CASTRO SOFREU OFENSAS E FOI OBRIGADA A TIRAR A ROUPA NA FRENTE DOS MILITARES. NA DELEGACIA O AGENTE SE NEGOU A REGISTRAR O FATO POR FALTA DE PROVAS E TESTEMUNHAS. UM DOS PMs DISSE: 'Então você é menina? Me passa a identidade'. Amanda conta que passou a ser tratada pelo gênero masculino e que um dos PMs virou para o outro e disse: "Ele me falou que é menina, mas tem pau. Se tem pau é macho". Foi ordenado a ela a baixar as calças e mostrar os peitos. Eles riam e debochavam dela segundo o relato de Amanda sentindo-se muito abalada. PARA A TRANSEXUAIS QUE ACREDITAM QUE NUNCA PASSARÃO POR TRANSFOBIA. A TRANSFOBIA MESMO EM UMA SIMPLES ABORDAGEM É TERRÍVEL E CAUSA ABALO E SENSAÇÃO DE HUMILHAÇÃO. E NEM TUDO OU NADA MUITAS VEZES É REGISTRADO EM DELEGACIA.

EXTRA
https://extra.globo.com/casos-de-policia/mulher-transexual-denuncia-conduta-transfobica-de-pms-fui-humilhada-21643472.html
Mulher transexual denuncia conduta transfóbica de PMs: 'Fui humilhada'
Passavam das 20h30, quando a assistente administrativa Amanda Castro, de 27 anos, que é estagiária da Prefeitura do Rio e transexual, sofreu uma das piores humilhações da sua vida. Ela acusa um grupo de policiais militares de transfobia, durante uma abordagem em um ponto de ônibus, na altura da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), na Avenida Brasil. O caso aconteceu, na última quarta-feira, e depois de sofrer ofensas e ser obrigada a tirar a roupa na frente dos militares, ela não conseguiu encontrar apoio na 37ª DP (Ilha do Governador), onde o agente se negou a registrar o fato por "falta de provas e testemunhas".
— Nunca passei por uma cena tão absurda de constrangimento, quanto essa. Estava no ponto de ônibus ao lado de uma senhora, quando uma viatura da Polícia Militar parou. Os PMs ficaram por uns 5 minutos dentro do carro me olhando. Achei estranho, mas como eu não devia nada, permaneci esperando o meu ônibus. Mas, logo depois, um dos pms saiu do carro e já veio em minha direção mandando que eu desse a bolsa para ele revistar. Perguntei o motivo e ele disse de forma grosseira que eu tinha que abrir e pronto e que era o trabalho dele — conta a Amanda.

Ainda segundo a vítima, a história ganhou contornos ainda pior depois que os outros dois PMs saíram da viatura se aproximaram dela. E em tom de deboche perguntaram o motivo dela estar nervosa:

— Falei que não estava entendendo o motivo da abordagem, já que existia uma outra senhora no ponto e só eu que fui abordada. Como eles não acharam nada em minha bolsa, um deles disse que teria que revistar o meu corpo. Eu falei então que eles precisariam chamar uma policial mulher, porque sou transexual e estou resguardada por lei. Mas foi nesse momento, que as ofensas cresceram. Um deles disse: 'Então você é menina? Me passa a identidade'. Expliquei que já tinha alterado a certidão de nascimento, mas que não havia conseguido ainda tirar a identidade, porque o Detran estava em greve.

Amanda conta que passou a ser tratada pelo gênero masculino e que um dos PMs virou para o outro e disse: "Ele me falou que é menina, mas tem pau. Se tem pau é macho".

— O policial virou para mim e falou que ele não era igual aos PMs de UPP não e que com ele as coisas eram diferentes. Foi então que ele me ordenou a baixar as calças e mostrar os peitos. Eles riam e debochavam de mim. Eu respirei fundo e disse que sabia dos meus direitos e que eles estavam apenas querendo me humilhar. Depois de 10 minutos, eles entraram na viatura e foram embora – relembra.

Muito abalada, a vítima conta que foi para a casa de um amigo na Ilha do Governador e que ele a encorajou para que ela registrasse o caso:

— Cheguei na 37ª DP (Ilha do Governador) já na madrugada de quinta-feira. E o agente disse que não iria registrar, porque eu não tinha provas e testemunhas. E me mandou procurar a Polícia Militar.

Amanda diz que conseguiu amparo com Coordenadoria Especial da Diversidade Sexual (CEDS-RIO), órgão da Prefeitura do Rio.


Louvado O Senhor Jesus Cristo para sempre.

terça-feira, 23 de maio de 2017

PUNIÇÃO BRUTAL 83 chibatadas e prisão - Homens são açoitados em público na Indonésia por terem feito sexo gay

https://noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/bbc/2017/05/23/homens-sao-acoitados-em-publico-na-indonesia-por-terem-feito-sexo-gay.htm
Homens são açoitados em público na Indonésia por terem feito sexo gay
Os dois homens foram flagrados juntos na cama por uma patrulha do bairro. Em um palco montado um homem traja uma vestimenta branca enquanto reza, mas se trata de uma punição brutal.
Homens se revezaram para aplicar dezenas de golpes com vara. O motivo? Houve o flagrante de um homem fazendo sexo com outro homem. Eles estavam dentro de casa e no quarto. A patrulha de bairro invadiu a casa e o quarto para pegá-los na cama. Uma multidão compareceu para assistir com celulares prontos para registrar tudo. "Com mais força!", gritaram.
Na segunda 141 homens foram presos em uma sauna gay. Os homens de 20 e 23 anos receberam 83 chibatadas após ficarem presos por 2 meses. Um deles estava concluindo a Faculdade de Medicina e agora foi expulso pela Faculdade.
A repórter da BBC se encontrou com um deles antes da punição e o descreveu como aterrorizado, pálido e tendo vermelhidão pela pele. A repórter não pôde conversar com ele com privacidade e sentiu intimidação.
Louvado O Senhor Jesus Cristo para sempre.

segunda-feira, 25 de janeiro de 2016

Valeryah Rodrigues sofreu transfobia na Basílica Nossa Senhora do Rosário da Igreja Católica em São Paulo com o Padre "Frasuar" e o grupo religioso denominado ARAUTOS DO EVANGELHO. É HORRÍVEL PASSAR HUMILHAÇÃO EM IGREJA. Em vez de praticar o acolhimento fizeram tudo ao contrário. QUEM CONHECE A PALAVRA DE DEUS NÃO DEVERIA JULGAR. Uma pessoa extremamente alegre saiu da Igreja se sentindo um lixo. Ela procurou um local onde pensava ser de Deus, onde não sofresse o mal que se acredita ser fruto do diabo. Tem muita gente ruim, falsos profetas, falsos religiosos também nas igrejas. Dizem que combatem Lúcifer, mas agem igual. Os religiosos gostam de falar muito na ideologia de gênero, mas não admitem a cultura do preconceito que existe no Brasil e especialmente vindo de igrejas. Nessa semana se celebra o DIA DA VISIBILIDADE TRANS. O número de transexuais mortas sucessivamente nesse ano se aproxima de 50. Os religiosos não enxergam essa CULTURA DA MORTE. PREFEREM RELATIVIZAR ESSAS MORTES DE TRANSEXUAIS PARA FUGIREM DE SUAS RESPONSABILIDADES SOCIAIS.





estava até sem palavras de tão constrangida que fui#igrejanaoelugardetransfobia
Publicado por Valeryah Rodriguez em Domingo, 24 de janeiro de 2016


Faltou Deus dentro da Igreja Católica. Padre não teve compaixão. Abriu a boca para representar um deus que fez acepção de pessoas. É um mau pastor.

Havia 2 capas que deveriam ser usadas na igreja. Deram a ela a capa masculina. Após ela pedir educadamente a capa feminina na igreja para que ela pudesse usar a veste adequada, ela teve que se apresentar ao padre "Fransuar".

O PADRE IMPEDIU A ENTRADA DA VALERYAH NA IGREJA E QUIS QUE ELA VESTISSE A VESTE MASCULINA. 

O PADRE DISSE QUE ELA NÃO PODIA ENTRAR NA IGREJA E QUE MARCASSE PARA IR NA IGREJA OUTRO DIA COM AS PESSOAS ENTRANDO E SAINDO DA IGREJA ALI MESMO NAQUELE INSTANTE.

As pessoas ficaram olhando para ela que se sentia como se estivesse sendo colocada como uma impura. Nessa situação a pessoa transexual fica sem chão, tem um sofrimento grande, se sente humilhada, FICA ENVERGONHADA PERANTE AS PESSOAS NESSA SITUAÇÃO.

OS ARAUTOS DO EVANGELHO SE MOSTRARAM SER EXTREMAMENTE PRECONCEITUOSOS.

Ela procurou um local onde pensava ser de Deus, onde não sofresse o mal que se acredita ser fruto do diabo. Tem muita gente ruim, falsos profetas, falsos religiosos também nas igrejas. Dizem que combatem Lúcifer, mas agem igual.

Deveria haver respeito aos fieis que auxiliam a Igreja através de suas ofertas.


NA BASÍLICA NOSSA SENHORA DO ROSÁRIO MULHERES TRANSEXUAIS TEM QUE USAR VESTE DE HOMEM

A Igreja fica na Rua Avaí, 430 - Parque Santa Inês , Caieiras , SP



A CULTURA DO PRECONCEITO VINDO DE IGREJAS


Os religiosos gostam de falar muito na ideologia de gênero, mas não admitem a cultura do preconceito que existe no Brasil e especialmente vindo de igrejas.


CULTURA DA MORTE DE TRANSEXUAIS

Nessa semana se celebra o DIA DA VISIBILIDADE TRANS. O número de transexuais mortas sucessivamente nesse ano se aproxima de 50. Os religiosos não enxergam essa CULTURA DA MORTE. PREFEREM RELATIVIZAR ESSAS MORTES DE TRANSEXUAIS PARA FUGIREM DE SUAS RESPONSABILIDADES SOCIAIS.


Louvado seja Nosso Senhor Jesus Cristo para sempre.

segunda-feira, 5 de outubro de 2015

Padre Francisco de Assis agrediu, humilhou e jogou água em uma mulher durante o batizado.




Padre Francisco agrediu e ofendeu uma fiel durante um Batizado

O Padre Francisco de Assis, da Catedral de São José, na cidade mineira de Ituiutaba, agrediu, humilhou e jogou a água do batismo no rosto de Dona Milena Silvéria durante a celebração de um batizado.

O padre perdeu o controle apenas porque Milena falava em tom alto dentro da Igreja e partiu para cima da fiel, dando-lhe socos na cabeça, mesmo sabendo que ela tem problemas mentais.

Provavelmente ele não foi tão complacente com a mulher porque sabe que ela não pode pagar o dízimo como todos os outros frequentadores da igreja.

A história foi mostrada no Jornal Nacional.

http://opeixededarwin.blogspot.com.br/2010/06/padre-esmurra-uma-fiel-durante-um.html
http://alertabonfim.blogspot.com.br/2014/11/voceviu-padre-perde-o-controle-e-agride.html
http://gulp.com.br/palhaco-e-voce-idiota/

sábado, 18 de dezembro de 2004

Tem muita gente que tem ódio de homossexual e o preconceito é muito grande nas escolas. É um ambiente doentio. Eu sendo professora não aguentei. Fui humilhada muitas vezes. Me disseram que eu teria de ser perfeita se quisesse continuar a ser professora. PROCESSO 04/001497/03 DE 04 DE JUNHO DE 2003 - Página 03. (Professora Faiza Khálida)





Prefeitura Municipal de Belford Roxo
Protocolo: 04/001497/03
Requerente: Xxxxxx Fagundes Coutinho
Assunto: HOMOFOBIA
Data: 04/06/2003
Unidade: Escola Municipal São Bento
 


PARTE DO PROCESSO 04/001497/03
 de 04 de junho de 2003 escrito à mão COM ASSINATURA E MATRÍCULAS MUNICIPAIS
PROCESSO 04/001497/03 Página 03
"Tem muita gente que tem ódio de homossexual e o preconceito é muito grande nas escolas. É um ambiente doentio. Eu sendo professorx não aguentei. Fui humilhadx muitas vezes". Me disseram que eu teria de ser perfeitx se quisesse continuar a ser professorx".
Professorx Xxxxxx Fagundes Coutinho
Professorx de Língua Inglesa
Matrícula 5508 e 14725 

DIAGNÓSTICO
TRANSTORNO BIPOLAR E TRANSTORNO DE IDENTIDADE DE GÊNERO
CID 10: F.31 + F64.0


FAIZA KHÁLIDA É PORTADORA DE TRANSTORNO DE IDENTIDADE DE GÊNERO E DE TRANSTORNO BIPOLAR, QUADRO DE INSTABILIDADE DE HUMOR DEFLAGRADO APÓS VIVENCIAR HUMILHAÇÃO E CONSTRANGIMENTO NO AMBIENTE DE TRABALHO, SENDO O TRABALHO UM FATOR AGRAVANTE PARA A PATOLOGIA APRESENTADA, MANTEM INCAPACIDADE LABORATIVA.



FAIZA KHÁLIDA APÓS SOFRER DIVERSAS E DOCUMENTADAS SITUAÇÕES DE CONSTRANGIMENTOS EM SEU AMBIENTE DE TRABALHO TEVE QUADRO DEPRESSIVO COM PIORA DOS SINTOMAS PROGRESSIVAMENTE LEVANDO AO SEU AFASTAMENTO DE FUNÇÕES EM 2008 POR INCAPACIDADE LABORAL.


NO CONTEXTO SOCIAL, O ENFRENTAMENTO COM AS ATITUDES, GESTOS E PALAVRAS PRECONCEITUOSAS E DISCRIMINATÓRIAS ATINGIRAM UM GRAU DE INSUPORTABILIDADE E GRADATIVAMENTE, SEM RECURSOS INTERNOS, FAIZA KHÁLIDA FOI ADOECENDO PSIQUICAMENTE.
O PRENOME MASCULINO DE FAIZA KHÁLIDA SEMPRE LHE CAUSOU MUITO CONSTRANGIMENTO, SOBRETUDO APÓS A OPERAÇÃO DE REVERSÃO SEXUAL. SEU PRENOME CAUSA CONSTANTE RIDICULARIZAÇÃO, SENDO FONTE DE RISOS, CHACOTAS E DISCRIMINAÇÃO.


DEVIDO A INTENSIFICAÇÃO DE TRANSTORNOS DE ORDEM PSICOLÓGICA, NO ANO DE 2008, A USUÁRIA FAIZA KHÁLIDA FALTOU SUCESSIVAMENTE. A USUÁRIA FAIZA KHÁLIDA DESDE MAIO DE 2008 SE ENCONTRAVA SOB OS CUIDADOS DA DRA. MÉDICA PSIQUIATRA.


A SUA ESPECIAL CONSIÇÃO DE TRANSEXUAL LHE TRAZIA INÚMEROS DISSABORES AOS QUAIS NÃO LHE ERA DADO SUPORTAR, INJÚRIA,  AGRURA E CONSTRANGIMENTO ILEGAL SOFRIDOS. FAIZA KHÁLIDA PASSOU A APRESENTAR DEPRESSÃO, COMPORTAMENTO DELIRANTE PERSECUTÓRIO E SINTOMAS PSICÓTICOS.


GOVERNO DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO
SECRETARIA DE ESTADO DE SAÚDE
A PRESSÃO SOCIAL E O CONSTRANGIMENTO SOFRIDOS FIZERAM COM QUE FAIZA KHÁLIDA APRESENTASSE SINTOMAS DE DEPRESSÃO RELATADOS PELA PSIQUIATRIA NO PRONTUÁRIO DA USUÁRIA E ESTE FATO A FEZ DEIXAR DE COMPARECER AO TRABALHO.

(Professora Faiza Khálida Fagundes Coutinho - Prefeitura Municipal de Belford Roxo, matrículas 5508 e 14725, Identidade 09089680-4, CPF 024114147-81)


Homofobia
As marcas dessa violência não podem ser encobertas

CLICAR PARA ACESSAR OS LINKS: 

1- O PROCESSO ADMINISTRATIVO DA PREFEITURA MUNICIPAL DE BELFORD ROXO NÚMERO 04/002743/03 - Assunto: PROVIDÊNCIAS POR DISCRIMINAÇÃO - Data: 07/10/2003 - Era desrespeitada no exercício da minha função, dava aulas sendo chamada de viado, discriminada, me jogavam terra. Fiquei perturbada, fragilizada, desorientada, com os nervos pronto pra explodir, paranoica, EM DEPRESSÃO com as pessoas que ficavam me chamando de Xxxxxxxxx debochando da minha sexualidade.











2- OS PRIMEIROS TRATAMENTOS PSICOLÓGICOS APÓS VIVÊNCIAS TRAUMÁTICAS NO TRABALHO e INÍCIO DO USO DE MEDICAMENTOS PSICOTRÓPICOS CONTÍNUOS EM 2003 PARA CONSEGUIR TRABALHAR. 




















































































































26- Em 1/10/2005 o Jornal O DIA informava na sua reportagem que eu havia começado a tomar hormônios em 2002 e a fazer procedimentos como o laser, que eu enfrentava um processo transexualizador e que eu necessitava inclusive da adequação burocrática e administrativa. O jornal O DIA também informava que eu fazia acompanhamento com psicólogos e tomava remédios como calmantes e antidepressivos por determinação médica.


27- DEMITIDA DO SERVIÇO PÚBLICO MUNICIPAL NAS 2 MATRÍCULAS EM 2010.



28- Defesa dos inquéritos disciplinares e administrativos referentes a professora em processo transexualizador Faiza Khálida (NUDIVERSIS - Núcleo de Defesa da Diversidade Sexual e dos Direitos Homoafetivos da Defensoria Pública do Estado do Rio de Janeiro).


29- Praticamente todos na Prefeitura Municipal de Belford Roxo sabiam que eu lutava contra um preconceito que impactava a minha saúde psicológica e mental. A administração Pública de Belford Roxo se fez de cega.O PIOR CEGO É AQUELE QUE NÃO QUER VER.


30- Psicólogo do programa Rio Sem Homofobia esteve na Procuradoria de Belford Roxo explicando o meu adoecimento, nem assim houve reconhecimento, avaliação ou consideração  do meu quadro de doença descritos em laudos médicos e psicológicos.


31- Extravio de ofício e processo na Secretaria de Educação referente a professora em processo transexualizador Faiza Khálida.


32- Processo Judicial número 0004742-25.2012.8.19.0008 se encontra na segunda Vara Cível de Belford Roxo desde 02/03/2012.



33- A violência de gênero, o assédio moral, a desvalorização do magistério e o constrangimento no trabalho em Belford Roxo são realidades. O Brasil é o país que mais mata travestis e transexuais no mundo. Tudo isso também leva a Educação Municipal de Belford Roxo para o último lugar no Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (IDEB) na Baixada Fluminense.


 A pior violência é o preconceito

Louvado seja o Senhor Jesus Cristo para sempre.

Jesus é o caminho.