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quinta-feira, 17 de agosto de 2017

Preconceito de Policiais em Evento LGBT. Insultos a casais gays e assédios a casais lésbicas. Ativista teve óculos quebrados e porrada no celular. Recusa de ajuda e socorro médico: "Isso é mais um viadinho drogado, disse a Polícia". Vítima teve 2 paradas respiratórias e espumava pela boca. Repressão Policial massiva para dispersar lgbts presentes na Parada Lgbt de Contagem em Minas Gerais, uso de cassetetes, spray de pimenta, destruição de celulares e ofensas de policiais sem motivo aparente. "A Polícia fazia intervenções com violência e agressões verbais depreciativas da orientação sexual e da identidade de gênero, era claramente lgbtfobia policial


Relatos de participantes denunciam repressão policial para “dispersar” presentes e até a recusa de socorro médico a LGBT. Um Policial disse segundo relatos: "Nós não vamos ajudar não. Isso é mais um viadinho drogado". Houve dezenas de declarações sobre a atuação preconceituosa de POLICIAIS realizada em Minas Gerais.

Em um relato, um jovem passava mal próximo a um ponto de ônibus e a sua primeira atitude foi pedir socorro a uma viatura da Polícia. Os Policiais negaram a ajuda. O jovem espumou pela boca, as pessoas ao redor entravam em pânico, a vítima teve duas paradas respiratórias e só foi levada ao Hospital por outra viatura por interferência de uma mulher policial que teve compaixão e defendeu o socorro.

As atitudes preconceituosas de Policiais durante o Evento LGBT foram denunciadas também pelo ativista Gleyk Silveira. Ele afirmou que por mais de 10(dez) vezes viu policiais insultarem casais gays e assediar casais de lésbicas. Gleyk que é vice-presidente da UNA LGBT teve o seu celular e os seus óculos quebrados por um cassetete de madeira enquanto filmava uma dessas agressões físicas para tentar ter provas a fim de denunciar o preconceito de policiais no Evento LGBT. "Um dos Policiais deu uma porrada no meu celular e quebrou os meus óculos".

A repressão policial massiva começou as 19:30. Anderson Cunha Santos, presidente da ONG Cellos Contagem, confirmou as denúncias e as violências excessivas da Polícia. Os participantes da Parada LGBT relataram o uso de cassetetes, spray de pimenta, destruição de celulares e ofensas de policiais sem motivo aparente. Anderson Cunha Santos disse que é preocupante o preconceito policial. "A Polícia fazia intervenções com violência e agressões verbais depreciativas da orientação sexual e da identidade de gênero, era claramente lgbtfobia policial, disse com indignação. Anderson garante que houve diversas reuniões com órgãos públicos, PMs, Polícia, Prefeitura, com ciência de todos dos horários, percursos, locais e trânsito. E tinha acordo firmado para a garantia da segurança do público LGBT presente.

A Polícia Militar não havia se posicionado em resposta.


Raffaella Dotta - Joana Tavares
https://www.brasildefato.com.br/2017/08/07/em-contagem-mg-pm-trata-parada-lgbt-com-ofensas-homofobicas-e-violencia/

Preconceito de Policiais em Evento LGBT.  Insultos a casais gays e assédios a casais lésbicas. Ativista teve óculos quebrados e porrada no celular. Recusa de ajuda e socorro médico: "Isso é mais um viadinho drogado, disse a Polícia". Vítima teve 2 paradas respiratórias e espumava pela boca.  Repressão Policial massiva para dispersar lgbts presentes em Parada Lgbt de Contagem em Minas Gerais, uso de cassetetes, spray de pimenta, destruição de celulares e ofensas de policiais sem motivo aparente.  "A Polícia fazia intervenções com violência e agressões verbais depreciativas da orientação sexual e da identidade de gênero, era claramente lgbtfobia policial

Relatos de participantes da Parada LGBT de Contagem, em Minas Gerais, denunciaram preconceito policial.

Louvado O Senhor Jesus Cristo para sempre.

quarta-feira, 16 de agosto de 2017

Andrei Apolonio, estudante de artes da UFF, de 23 anos denunciou homofobia na Delegacia de Polícia. “Eu entrei em um lugar para fazer um Boletim de Ocorrência sem nenhum arranhão e sai aos cacos e sem o registro", disse Andrei

"Hey amigxs, hoje faz uma semana q fui torturado dentro de uma delegacia por um policial.
Não consigo achar palavras para descrever tamanha violência sofrida. Fui torturado e humilhado por um policial em serviço dentro de um estabelecimento q deveria proteger a população. A todo momento o agressor citava palavras LGBTfóbicas e dizia o quanto nós LGBTs utilizamos de privilégios para conseguirmos o q queremos há qlqr hora, no meu caso eu ser gay e querer fazer um registro de ocorrência de madrugada seria uma prova desses privilégios. Nessa madrugada do dia 13 vivenciei o q seria a pior noite da minha vida, fui na intenção de registrar um furto de celular e sai com o rosto quase desfigurado e sem três dentes tudo por conta das agressões causadas por um policial. O que começou como lições de morais de como saber se comportar como um "homem" de verdade acabou virando tortura em cárcere privado. Fui discriminado pela forma de me vestir, de andar, falar e por cursar artes, curso qual só caberia mesmo um gay querer fazer. Após debater com o policial sobre essa perspectiva fui taxado como deboxado oq desencadeou o início das agressões físicas, levando tapas na cara e orelha. Cheguei a fugir da delegacia por medo mas não consegui passar do estacionamento​ sendo agarrado e conduzido de volta para a parte interior da delegacia. Esse ato de fuga enfureceu ainda mais o policial q acabou potencializando as agressões com socos na cara me tirando 3 dentes. Após esse fato eles perceberam o tamanho da gravidade, acabei sendo conduzido para um hospital junto ao agressor, nesse hospital me negaram ate o direito de conversar com a médica q me atendeu. Fui liberado logo após e foi onde resolvi procurar ajuda e denunciar tais violências. Sinto que não fui violentado por eu ser apenas eu mas sim por também ser um LGBT e por ser um LGBT sei que essas barbáries não podem mais acontecer, já tive amigos que tiveram suas vidas arrancadas por conta da homofobia, não foi o meu caso já que estou vivo e podendo contar um pouco dq aconteceu, FUI AMEAÇADO DE MORTE PELO POLICIAL e temo por isso mas não posso aceitar q mais ninguém passe pelo q passei. 
Denuncie qlqr violência sofrida!!"

http://www.jb.com.br/rio/noticias/2017/07/14/estudante-da-uff-denuncia-agressao-de-policial-por-lgbtfobia/

http://www.jb.com.br/rio/noticias/2017/07/28/andrei-se-diz-encorajado-apos-ato-em-sua-defesa-e-contra-a-homofobia-em-niteroi/

Homofobia dentro da Delegacia de Polícia. Espancamento por ser homossexual.
Andrei Apolonio, estudante de artes da UFF, de 23 anos denunciou homofobia na Delegacia de Polícia.
Ele contou que comemorava o fim do primeiro período na Universidade com amigos. Ao voltar para casa adormeceu no ônibus e quando acordou percebeu que seu celular havia sido furtado. Por isso ele foi até a Delegacia para fazer o Registro de Ocorrência. Lá na Delegacia de Polícia ele foi agredido pelo policial que estava fazendo o plantão. As violências que ele sofreu na Delegacia de Polícia foram verbais e físicas.
O estudante contou que ele foi arrastado para dentro da Delegacia ao mesmo tempo em que era humilhado por sua orientação sexual. Após ele tentar fugir,ele novamente foi agredido fisicamente e perdeu 3 (três) dentes. O fato estarrecedor é que o estudante entrou sem nenhum arranhão para registrar uma ocorrência e saiu de lá sem conseguir fazer o Registro e aos cacos. O estudante ainda relatou que houve ameaça de morte caso ele denunciasse o ocorrido, que da mesma forma que foi feito aquilo com ele, podia ser passado um pente nele.
O estudante relatou que vivia o melhor momento de sua vida até acontecer isso e ele deseja fazer Justiça, mas sabe que para que isso acontecesse ele vai depender de outros policiais. Essa experiência foi um trauma que Andrei viveu. O programa Rio sem Homofobia relatou que mais de 700 lgbts procuraram atendimento no Centro de Cidadania LGBT Leste da Região, seriam 1 caso registrado por dia. No Brasil é praticamente um assassinato lgbt por dia.
Benny Briolly, assessora parlamentar e transsexual, contou que lida diariamente com essas estatísticas e disse que o caso do Andrei mostra que um agente do estado que deveria dar segurança, registrar e combater o crime se torna  um agente do crime e agressor.
O Secretário de Direitos Humanos Átila Nunes determinou todo o suporte do Estado para o estudante Andrei. O próprio secretário Átila nunes fez declaração a imprensa condenando a Lgbtfobia e em favor de investigação e punição ao responsável. O jovem seria recebido pelo superintendente Fabiano Abreu.
Andrei recebeu apoio não apenas do órgão do Governo do Estado do Rio de Janeiro de Direitos Humanos,  um ato em sua defesa foi realizado em Niterói. Um documento de repúdio foi assinado por vários movimentos de lutas contra a Lgbtfobia, violência e opressão promovida pelo próprio Estado. A Defensoria Pública do estado do Rio de Janeiro pediu a Corregedoria de Polícia afastamento e suspensão do porte de arma do policial apontado como o agressor de Andei. O documento foi entregue também ao Ministério Público.
A Coordenadora do Núcleo de Defesa dos Direitos Homoafetivos e Diversidade Sexual (Nudiversis) Lívia Cassares relatou em entrevista que eles recebem muitas denúncias de violência institucional, preconceitos, discriminações que são praticados por agentes do próprio Estado que é responsável por proteger a cidadania. O Nudiversis presta apoio jurídico técnico multiprofissional e acolhimento nas violações em diversos âmbitos incluindo família, instituições públicas e saúde, estando a disposição da população para remediar esses problemas.

https://faizakhalida.blogspot.com.br/2017/08/andrei-apolonio-estudante-de-artes-da.html

http://www.jb.com.br/rio/noticias/2017/07/14/estudante-da-uff-denuncia-agressao-de-policial-por-lgbtfobia/

http://www.jb.com.br/rio/noticias/2017/07/28/andrei-se-diz-encorajado-apos-ato-em-sua-defesa-e-contra-a-homofobia-em-niteroi/

Louvado O Senhor Jesus Cristo para sempre.

terça-feira, 15 de agosto de 2017

Discriminação na Festa de Formatura. Depois do beijo selinho, casal gay recebeu copada de bebida, pai da Formanda disse que aquele lugar não era para eles, O psicólogo um foi agarrado, arrastado e jogado no chão: "Deram uns tapas em mim, chutaram minhas pernas e me chamaram de veado".


http://www.poa24horas.com.br/um-casal-gay-faz-denuncia-de-homofobia-em-festa-de-formatura-de-porto-alegre/

Discriminação na Festa de Formatura

Depois do beijo selinho, casal gay recebeu copada de bebida. Pai da Formanda disse que aquele lugar não era para eles. O psicólogo foi agarrado, arrastado e jogado no chão: "Deram uns tapas em mim, chutaram minhas pernas e me chamaram de veado".

Festa de Formatura virou caso de Polícia. Marcos Vinicio Beccon, 53 anos, e Raul Weiss, 22 anos, foram vítimas de discriminação em uma Festa de Formatura do dia 04, sexta-feira, na Associação Leopoldina Juvenil, em Porto Alegre, no Bairro Moinhos de Vento.

O casal gay foi convidado para a Festa Comemorativa de Formatura porque Raul era colega de uma Formanda de Direito da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul. O próprio psicólogo Vinicio Beccon denunciou que as agressões começaram depois de um beijo entre eles no meio do salão perto do bar: "Foi um pequeno beijo, foi um selinho". "Quando chegamos era só alegria, as pessoas dançando, não tinha nenhum problema". "Depois do nosso beijo, uns 3,4 homens passaram pela gente e jogaram bebida de um copo grande. Eu me molhei inteiro".

Vinicio, indignado com a hostilidade, pediu ao pai da formanda que tomasse alguma providência, mas o pai da Formanda disse para eles que não houve nada demais e que era para eles pegarem as coisas deles e irem embora da Festa porque aquele lugar ali não era para eles. O psicólogo Vinicio falou,então, para o pai da Formanda, que como ele havia sido convidado pela filha dele, que ele ía avisar a ela antes de sair, mas ele foi agarrado pelo terno, arrastado para um canto e jogado no chão: "Deram uns tapas em mim, chutaram minhas pernas e me chamaram de veado".

Raul, o namorado de Vinicio era ameaçado e não conseguiu por isso chegar perto para ajudar o companheiro. O casal foi expulso do local e ninguém do Clube teve a coragem de emitir uma única opinião sobre o preconceito homofóbico ocorrido. Depois, o Presidente da Associação Leopoldina Juvenil procurou se distanciar do ocorrido destacando que só tomou conhecimento pela internet. E, ainda mais tarde, deu a declaração que nunca irá compactuar com o preconceito.


Vinicio e Raul registraram ocorrência policial e fizeram Corpo de Delito, mas o caso, como todos sabem, não está sob a responsabilidade de uma Delegacia Especializada em Crimes de Preconceito e Ódio. O casal gay não deseja que isso se torne mais um caso de impunidade e injustiça, por isso decidiram que vão entrar na Justiça contra esse preconceito, contra essa discriminação que sofreram na Festa. A Festa para o Casala gay deveria ser a celebração da alegria, mas com o preconceito, tornou-se um local de humilhação.

https://faizakhalida.blogspot.com.br/2017/08/discriminacao-na-festa-de-formatura.html
http://noticias.band.uol.com.br/cidades/rs/noticia/100000870332/casal-gay-denuncia-homofobia-em-festa-de-formatura-na-capital.html

"HOMOFOBIA. Primeira vez em em 53 anos que senti que senti na pele, literalmente,, 6 da manha e choro e espero e espero a hora para ir ao instituto medico legal. isto mesmo. vc nao leu errado.Como? Na rua? NAO. No Leopoldina juvenil, na formatura da amiga de meu namora , vitoria BEIS. L á pela tantas, em seu impulso juvenil e paixão ( lindo ele), me beijou no bar ntre tantos casais heteros. levamos uma chuva de bebida de bebida na cabeça, na roupa. confesso, juro, que estava tão bom e a amiga tão querida, e por acaso, filha de uma amiga de amiga minha ( sim, sou muito mais velho que meu namorado, o que chamava atenção), que demorei a dar muita atençao ao banho e somente chamei o pai da formanda e pedi ao mesmo que verificasse quem fez e solicitasse que fosse embora ou ao fizesse mais. ele pediu para nos irmos embora!!! eu disse que entao iria avisar a formanda. alguns minutos depois fui arrastado, levado ao chao, derrubado, levei chutes, tapas, humilhado,chamado de viado e só nao foi pior porque a mae da formanda apareceu e, acho eu, mandou parar.. sai dali como se fosse um zero. ninguem me ajudou, a nao ser meu namorado. e sua familia que logo apareceu. policia!! Este é o Brasil que que aparece por qui. me sinto humilhado, sofrido. e meu celular fi arrancado. estou sem celular"

https://www.facebook.com/vini.beccon/posts/10203650639662802

Louvado seja O Senhor Jesus Cristo para sempre.

segunda-feira, 14 de agosto de 2017

Bárbara Gomes, a travesti que teve a casa incendiada, disse que os criminosos bárbaros covardes agiram por transfobia.


A travesti Bárbara Gomes, 33 anos, acredita que foi sua casa foi incendiada por transfobia, pelo preconceito por ela ser travesti.

Ela já havia sofrido várias ameaças para sair do local, mas ela não tem inimigos. Havia sim pessoas preconceituosas que discriminavam transexuais, como exemplo, relatou o caso de um ex-presidente do Bairro que havia falado que faria um abaixo-assinado para tirá-la uma vez que eles não queriam viados naquela localidade.

Quando a Bárbara chegou em casa, ela viu a casa e os seus pertences tomados pelo fogo. Os homens que invadiram a casa dela ainda furtaram vários pertences como o motor da sua geladeira. Ela relatou que ao passar por esse episódio de transfobia sentiu desespero, sentiu choque, estresse, pânico, paralisia, choro, não sabia se desmaiava.

A ATRATO diate de tamanha crueldade transfóbica está pleiteando um aluguel social junto a Secretaria de Ação Social para Bárbara Gomes, travesti, e também está fazendo campanha para doações de roupas, alimentos e materiais de limpeza para ela. Bárbara está na casa de familiares.

Louvado O Senhor Jesus Cristo para sempre.

http://www.nlucon.com/2017/08/travesti-que-teve-casa-indenciada-diz.html

Travesti sofreu violência dentro da sua própria casa. Uma hipótese levantada é que Charliane respondia insultos na rua quando a constrangiam pela sua identidade quando ela andava na comunidade João paulo II. Ela não tem antecedentes criminais.


Pelo menos dois homens entraram na residência onde uma travesti morava para tentar assassiná-la no Ceará. Os familiares da vítima teriam entrado em luta corporal com os suspeitos. Informações do 26º Distrito Policial. Uma hipótese levantada é que Charliane respondia insultos na rua quando a constrangiam pela sua identidade quando ela andava na comunidade João Paulo II. Ela não tem antecedentes criminais.

Este é pelo menos o sexto caso de violência contra travestis no Ceará que pôde vir a público em 2017. 



Transexuais assassinados no Ceará

31/7 – Gaby Sousa, 21 anos – Assassinada a tiros em Maracanaú

2/7 – Rayane, 35 anos. Assassinada com 15 tiros em Horizonte

2/ 7 – Larissa. Assassinada com 5 tiros no Vicente Pinzón

25/6 – Salomé Bracho, 25 anos. Assassinada a tiros por dois homens em São Luís do Curu

15/6 – Julhão Petruk, 20 anos. Homem trans assassinado com tiros no rosto no bairro Autran Nunes

15/5 – Ketlin, 31 anos. Encontrada morta a facadas em Juazeiro do Norte

9/5 – Jennifer Holanda. Assassinada a tiros em Itaitinga

27/4 – Pinha Priscila. Assassinada por espancamento no Conjunto José Walter

12/4 – Hérika Izidoro. Morreu dois meses depois de ser espancada e atirada de um viaduto na avenida José Bastos.

15/2 – Dandara dos Santos, 42 anos. Assassinada após espancamento no bairro Bom Jardim

30/1 – Paola Oliveira, 30 anos. Encontrada morta em Russas, com marcas de espancamento.


http://cnews.com.br/cnews/noticias/115678/travesti_e_baleada_durante_atentado_em_fortaleza

http://aranews.com.br/portal/index.php/regional/1094-travesti-vitima-de-tentativa-de-assassinato-na-sabiaguaba

Louvado seja O Senhor Jesus Cristo para sempre.

segunda-feira, 7 de agosto de 2017

A transexual Bruna Laclose foi morta a facadas por um homem dominado com espírito ruim segundo o próprio assassino.

http://www.diariopopular.com.br/index.php?n_sistema=3056&id_noticia=MTI2MjA3&id_area=Ng==&chave=4d2cd1956964201
https://homofobiamata.wordpress.com/2017/08/06/bruna-laclose-facadas-rs-pinheiro-machado/

Um homem matou a transexual Bruna Laclose a facadas no início da manhã deste domingo em Pinheiro Machado. Minutos depois, ele ainda esfaqueou uma outra vítima, que foi encaminhada ao Pronto-Socorro de Pelotas e está fora de perigo. O criminoso disse à polícia que estava "possuído por um espírito ruim".

O crime ocorreu na madrugada deste domingo 06/07/2017 em Pinheiro Machado, na Região da Campanha. O homem segundo ele mesmo endemoniado ou possuído pelo mal discutiu com Bruna em frente a uma Boate na Rua Protásio Alves por volta das 6 horas. Ela foi esfaqueada, não resistiu aos ferimentos e morreu no local.

A Brigada Militar encontrou o homem 2 horas após os esfaqueamentos, próximo a Rua Tiradentes, enquanto ele tentava fugir. Ele estava com 2 facas sujas de sangue e confessou o crime justificando aos policiais os ataques dizendo que estava possuído. Ele foi preso em flagrante e encaminhado ao Presídio Regional de Bagé.

Louvado seja O Senhor Jesus Cristo para sempre.

sábado, 5 de agosto de 2017

Homem trans Wendy Augustos sofreu constrangimento e desrespeito em barbearia. A barbearia se recusou a atender esse jovem homem trans em Teresina.


http://g1.globo.com/pi/piaui/pitv-2edicao/videos/t/edicoes/v/barbearia-se-recusa-a-atender-jovem-trans-em-teresina/6048670/

Wendy Augustos, homem trans, procurou uma barbearia para cortar o cabelo e o que parecia tão simples virou constrangimento e desrespeito. Ele sempre se sentiu homem e encontrou resistência em um simples corte de cabelo, aconteceu com ele há 2 semanas. Wendy Augustos em entrevista disse que se eles se propõem a cortar o cabelo de homens, eles precisam estar cientes que não existem apenas os homens cis, mas também existem os homens trans e ele estava sendo excluído. Wendy não quis levar o caso para a Justiça porque também no Brasil não existe uma Lei para combater a LGBTFOBIA, mas outros dispositivos legais deveriam ser usados tanto para combater o que Wendy sofreu como para punir o salão que o constrangeu e o expôs ao ridículo. Tudo é uma questão de RESPEITO.
Louvado O Senhor Jesus Cristo para sempre.

quinta-feira, 6 de julho de 2017

Homem trans Lucas Gabriel sofreu agressão transfóbica dentro de ônibus em Fortaleza no Ceará

Em Fortaleza Homem trans sofre transfobia em ônibus
Lucas Gabriel Mello de 23 anos sofreu agressão por 2 homens dentro de um ônibus em Fortaleza no Ceará.

Dentro do ônibus, os 2 homens falavam a ele que mulher que quer ser homem deveria morrer. Um dos rapazes puxou sua mochila e o outro rapaz apertou o seu braço entre as coisas horríveis que lhe falavam, e antes de eles descerem do ônibus, lhe deram um tapa.

Como Lucas Gabriel não conhecia os agressores, a única motivação para a violência sofrida foi a transfobia, o preconceito com relação a sua identidade de gênero.

Lucas fez o Boletim de Ocorrência na Delegacia, mas lamenta não existir uma Lei que criminalize a transfobia, a LGBTfobia. Lucas relatou a um jornalista que na primeira vez se calou, mas dessa vez decidiu não se calar e não abaixar a cabeça para não estar coparticipando com o ato preconceituoso e  com a intolerância.

Louvado O Senhor Jesus Cristo para sempre.

quarta-feira, 28 de junho de 2017

Morreu na manhã desta quarta-feira (28/06/2017) a travesti “Carla”, que foi espancada e esfaqueada na noite do último domingo (26) no bairro do Clima Bom. Com este já são nove crimes cometidos contra LGBTs em Alagoas este ano. E são 85 casos de pessoas TRANS assassinadas em 2017. Carla foi espancada e esfaqueada na noite do último domingo após sair de um bar na companhia de amigos. Segundo a polícia, ela foi cercada por quatro homens. Além de ser espancada, ela foi esfaqueada e encaminhada em estado grave ao Hospital Geral do Estado (HGE). A transfobia não está descartada. Carla morava com uma companheira em Joaquim Gomes.

Carla foi surrada e esfaqueada na periferia de Maceió

http://www.cadaminuto.com.br/noticia/306093/2017/06/28/morre-travesti-espancada-no-clima-bom-caso-e-a-19-morte-de-lgbt-em-alagoas-este-ano
Vanessa Siqueira (CADA MINUTO)


Morre travesti espancada no Clima Bom; caso é a nona morte de LGBT em Alagoas este ano
Conselho Municipal de LGBT pede que caso seja investigado como homicídio

Morreu na manhã desta quarta-feira (28/06/2017) a travesti “Carla”, que foi espancada e esfaqueada na noite do último domingo (26) no bairro do Clima Bom. O Conselho Conselho Municipal de Direitos de Cidadania LGBT registrou queixa contra o crime e pediu providências para que o caso seja investigado. Com este já são nove crimes cometidos contra LGBTs em Alagoas este ano.


A morte de Carla acontece justamente no dia que celebra o Orgulho LGBTI (lésbicas, gays, bissexuais, travestis, transexuais e pessoas intersex) em todo o mundo. Em vários locais grupos se mobilizam para conscientizar e também para cobrar direitos aos LGBTI.


Segundo o Conselho Municipal LGBT, no Brasil já foram registrados 70 casos de assassinatos de travestis e transexuais. Em Alagoas chega a nove o número de mortes contra homossexuais, transexuais e travestis.

Em Maceió uma faixa protestando contra a LGBTfobia foi fixada no elevado do Cepa, no bairro do Farol.



O caso

Carla foi espancada e esfaqueada na noite do último domingo após sair de um bar na companhia de amigos. Segundo a polícia, ela foi cercada por quatro homens. Além de ser espancada, ela foi esfaqueada e encaminhada em estado grave ao Hospital Geral do Estado (HGE).


Ela passou por uma cirurgia, mas não resistiu e faleceu hoje. Ainda não há informações sobre as causas do crime, mas a transfobia não está descartada. Carla morava com uma companheira em Joaquim Gomes e a família aguarda o corpo ser liberado pelo Instituto Médico Legal para realizar o sepultamento.



http://www.alagoas24horas.com.br/1071256/travesti-esfaqueada-em-maceio-e-identificada-e-segue-em-estado-grave/

http://www.alagoas24horas.com.br/1071052/travesti-e-surrada-e-esfaqueada-na-periferia-de-maceio/

http://www.tribunahoje.com/noticia/214414/policia/2017/06/28/travesti-espancada-e-esfaqueada-no-clima-bom-morre-no-hge.html

http://www.jaenoticia.com.br/noticia/43209/Travesti-e-brutalmente-espancada-e-esfaqueada-em-AL

http://www.tnh1.com.br/noticias/noticias-detalhe/maceio/travesti-esfaqueada-no-clima-bom-morre-no-hge-no-dia-do-orgulho-lgbt/?cHash=c7e9d05c7513ad44b226bbd4bc321211

Louvado O Senhor Jesus Cristo para sempre

domingo, 4 de junho de 2017

Jovem muito pacato e querido no seu bairro menos pelos intolerantes foi encontrado morto degolado após ser violentado com possível espancamento e perfurações a facadas. O crime causou revolta entre artistas e foi difícil para a mãe fazer o reconhecimento do filho. Jovem lindo gay cheio de sonhos teve vida ceifada com brutalidade. Amanhã poderá ser com qualquer outra pessoa. Compartilhem. O preconceito e a impunidade não podem vencer.

Blog do Luis Cardoso e outros

Executado com requintes de crueldade
ao ir para a escola
Vítima do preconceito da sociedade, Lucas tinha apenas
 17 anos
Vítima de homofobia jovem é estuprado e assassinado em São Luís

Um jovem foi encontrado morto nesta quinta-feira 01/06/2017 nas proximidades da UPA do Araçagy que fica localizada na região metropolitana de São Luís. O corpo tinha sinais de perfurações, de espancamento e o pescoço foi degolado.

Cesar Boaes, diretor e ator da comédia
 Pão Com Ovo
"Mais uma vítima de HOMOFOBIA
mimimi é o teu preconceito"

Lucas Carvalho tinha apenas 17 anos, era um jovem pacato e querido no seu bairro, menos pelos intolerantes que não aceitavam sua condição social. Por isso, segundo informações correntes quando ele estava indo para a escola, foi violentado por um grupo, assassinado a facadas e deixado numa trilha entre a Divineia e Araçagy. O crime causou revolta, inclusive entre artistas locais e foi muito difícil para a mãe fazer o reconhecimento do filho.


Jovem lindo gay cheio de sonhos teve vida ceifada com brutalidade.
Amanhã poderá ser com qualquer outra pessoa.

Compartilhem. O preconceito e a impunidade não podem vencer.

https://www.google.com.br/search?q=lucas+carvalho+homofobia&source=lnms&tbm=isch&sa=X&ved=0ahUKEwiRv73s9qLUAhWOPpAKHcx9AWMQ_AUIBygC&biw=1366&bih=662


https://blogdoromeriocarvalho.blogspot.com/2017/06/vitima-de-homofobia-jovem-e-estuprado-e.html


https://luiscardoso.com.br/politica/2017/06/vitima-de-homofobia-jovem-e-estuprado-e-assassinado-em-sao-luis/


https://blogdoromeriocarvalho.blogspot.com/2017/06/vitima-de-homofobia-jovem-e-estuprado-e.html

https://www.google.com.br/imgres?imgurl=http%3A%2F%2Fwww.parauapebasaquiagora.com%2Fwp-content%2Fuploads%2F2017%2F06%2FFB_IMG_1496435955648-462x430.jpg&imgrefurl=http%3A%2F%2Fwww.parauapebasaquiagora.com%2Fvitima-de-homofobia-jovem-e-estuprado-e-assassinado-em-sao-luis%2F&docid=2S8Ms5PMYWkmOM&tbnid=pvlOpCwr_rk7zM%3A&vet=10ahUKEwjK_5P89qLUAhWBFJAKHUfBAAAQMwgqKAMwAw..i&w=462&h=430&itg=1&bih=662&biw=1366&q=lucas%20carvalho%20homofobia&ved=0ahUKEwjK_5P89qLUAhWBFJAKHUfBAAAQMwgqKAMwAw&iact=mrc&uact=8


http://www.parauapebasaquiagora.com/vitima-de-homofobia-jovem-e-estuprado-e-assassinado-em-sao-luis/

Louvado seja O Senhor Jesus Cristo para sempre.

terça-feira, 23 de maio de 2017

PUNIÇÃO BRUTAL 83 chibatadas e prisão - Homens são açoitados em público na Indonésia por terem feito sexo gay

https://noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/bbc/2017/05/23/homens-sao-acoitados-em-publico-na-indonesia-por-terem-feito-sexo-gay.htm
Homens são açoitados em público na Indonésia por terem feito sexo gay
Os dois homens foram flagrados juntos na cama por uma patrulha do bairro. Em um palco montado um homem traja uma vestimenta branca enquanto reza, mas se trata de uma punição brutal.
Homens se revezaram para aplicar dezenas de golpes com vara. O motivo? Houve o flagrante de um homem fazendo sexo com outro homem. Eles estavam dentro de casa e no quarto. A patrulha de bairro invadiu a casa e o quarto para pegá-los na cama. Uma multidão compareceu para assistir com celulares prontos para registrar tudo. "Com mais força!", gritaram.
Na segunda 141 homens foram presos em uma sauna gay. Os homens de 20 e 23 anos receberam 83 chibatadas após ficarem presos por 2 meses. Um deles estava concluindo a Faculdade de Medicina e agora foi expulso pela Faculdade.
A repórter da BBC se encontrou com um deles antes da punição e o descreveu como aterrorizado, pálido e tendo vermelhidão pela pele. A repórter não pôde conversar com ele com privacidade e sentiu intimidação.
Louvado O Senhor Jesus Cristo para sempre.

sexta-feira, 21 de abril de 2017

Transexual Samily Guimarães de 24 anos é executada com vários tiros em Belford Roxo. IMAGEM FORTE, CHOCANTE.

Transexual é executada com vários tiros em Belford Roxo

 Reportagem Roberto; Diniz desta sexta- (21)
http://jornaldestaquebaixada.blogspot.com.br/2017/04/transexual-e-executada-com-varios-tiros.html

BELFORD ROXO - A transexual Samily Guimarães de 24 anos, foi assassinada com vários tiros na Avenida Atlântica as margens do Rio Botas, em Belford Roxo, na Baixada Fluminense, no início da madrugada desta sexta-feira (21). A execução aconteceu por volta das 23h30, próximo ao bairro Xavantes.
A jovem Samily Guimarães levou tiros na cabeça e no peito na Avenida Atlântica  Nenhum pertence da vítima foi levado. Ela teria sido atingida por ocupantes de um carro que dispararam tiros quando Samily caminhava pelo local. 

Outros crimes que tiveram pessoas LGBTI (Lésbicas, gays, bissexuais, transgêneros e intersexuais) como vítimas parecidos têm acontecido na Baixada Fluminense.
44 travestis e transexuais foram assassinadas por intolerância no Brasil em 2017.

Louvado O Senhor Jesus Cristo para sempre.