Muita gente que em Xerém morava saiu de Xerém.
Xerém já foi um local bom para se viver.
Tem quem não quer ou procura não sair de casa.
Esse tipo de situação não tem nem como ter ajuda da Polícia por motivos presumidos ou sabidos.
Em uma situação fui roubada dentro de casa e não consegui registrar a queixa na 61 Delegacia de Xerém. O caso foi referente ao serviço de Internet a cabo. Uma vizinha disse para eu entrar no gatonet, mas o serviço não funcionava para mim no fim de semana e eles não queriam resolver, só na segunda-feira. Os 2 menores que instalaram o serviço foram os únicos que entraram no meu quarto e presenciaram eu abrindo a bolsa e a carteira para pagá-los. Assim que mandei cancelar o serviço, entraram no meu quarto e levaram meu dinheiro e notebook.
A Polícia não quis abrir investigação e Registro. Um dos menores sumiu da localidade logo após o roubo e depois retornou. O outro menor morreu acidentado.
Há crimes cometidos por milícia de forma covarde sem qualquer chance de Defesa da vítima.
Sob a prática da localidade de milicianos jogarem cachorros em pessoas andando sem coleira e proteção na boca dos cães e após ser atacada por 3 vezes a Polícia informou que nada faria só se eu fosse machucada pelos cães e comprovasse com fotos e dados dos donos de cães como se não houvesse câmeras na localidade e não soubessem.
Louvado seja o Senhor Jesus Cristo para sempre.
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quarta-feira, 28 de novembro de 2018
Milicianos em Xerém infelizmente Xerém está um horror. Não tem como ter ajuda da Polícia por motivos presumidos ou sabidos.
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domingo, 20 de agosto de 2017
O episódio com Theo Lima mostra que muitas famílias não imaginam que o preconceito com pessoas transexuais é tão forte até ocorrer com alguém da própria casa ou próximo.
http://www.nlucon.com/2017/06/homem-trans-de-23-anos-e-espancado-por.html
Theo Lima, um homem trans de 23 anos, faz pouco tempo, foi espancado por 7 homens após sair de um Clube em Campinas, São Paulo. Os homens deixaram ele nu em plena rua. Era um crime de transfobia. Eles falavam para ele que ele queria ser macho, mas que ele era uma menininha. Eles deram murros e chutes. Tiraram o blinder dele e fizeram piadinhas. Chovia e com a violência, Theo Lima desmaiou e só acordou quase meio-dia sem camisa. Foi horrível.
Os agressores de Theo não tinham sido identificados pela Polícia. A Família de Theo ficou chocada porque não imaginava que o preconceito fosse tão forte com pessoas transexuais até ocorrer na própria casa. A mãe declarou "a gente só consegue entender a dimensão disso quando alguém que está ao nosso lado passa por isso".
Após o episódio Theo teve depressão e tentou suicídio. Foi internado em Hospital psiquiátrico para não tirar a própria vida. Tinha pesadelos e tomava remédios para poder dormir. Tinha medo de sair na rua.
Desde criança, Theo andava sem camisa, vestia roupas do irmão. A mãe não entendia, mas agora percebe que ele sempre foi assim desde pequeno. Aos 22 anos, começou com hormônios. Ele contou que a transfobia é constante, tendo que explicar e inventar histórias ao ser constantemente questionado. Ele disse que um desses casos foi com uma mulher cis que em um Posto de gasolina falava para ele que ele não era homem, foi abraçar ele e depois que conseguiu sentir a faixa e o peito disse: Tá vendo? Você não é homem. Ele divulgou na internet uma vaquinha para realizar a mamoplastia (retirada dos seios e masculinização do peitoral) mas só tinha conseguido 1 por cento do valor. A mãe dele espera que ele consiga o valor e realize o desejo: "É o que ele precisa. Trabalho como manicure.". Todos torcem para que Theo consiga superar as marcas do preconceito e também que consiga realizar a cirurgia.
https://faizakhalida.blogspot.com.br/2017/08/o-episodio-com-theo-lima-mostra-que.html
http://www.nlucon.com/2017/06/homem-trans-de-23-anos-e-espancado-por.html
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Motorista se recusou a atender travestis, carro foi danificado. É um Caso que pode ser analisado e comentado por muitos pontos de vista, mas é lamentável perceber que através da violência parte da população vulnerável está buscando reparação da violência que sofrem. Há pessoas como transgêneros esperando há 7 anos ou mais na Justiça uma resposta para casos como o preconceito que sofreram, até hoje não tiveram nenhuma resposta do Judiciário. Muitas estão fazendo Justiça com as próprias mãos e ao seu "jeito" e infelizmente assim estão tendo uma "reparação" que desejam.
http://midianews.com.br/policia/apos-suposta-recusa-travestis-danificam-carro-do-uber-veja/304156
Um motorista apontado por ter se recusado por preconceito a conduzir travestis durante o seu serviço do UBBER também ficou muito abalado após ver o seu carro danificado.
Um vídeo mostra as travestis falando para supostos "investigadores" que o motorista havia recusado a transportá-las por elas serem veados, por elas serem travestis e dizendo que o motorista era um lixo. Tanto a violência como o preconceito são logicamente reprováveis de qualquer meio e forma, isso é óbvio e nem precisa ser comentado ou falado, mas o fato objeto deste texto é que muitas pessoas supostamente não estão acreditando na Polícia e na Justiça e estão fazendo Justiça resolvendo as violências que sofrem no dia a dia por seus próprios meios. As travestis ao darem a batida no carro falaram é para você aprender.
As travestis deram uma paulada no carro do UBBER que teria negado atendimento a elas. Outro fato a destacar foi que o motorista não quis ir até a Delegacia prestar queixa.
É um Caso que pode ser analisado e comentado por muitos pontos de vista, mas é lamentável perceber que através da violência parte da população vulnerável está buscando reparação da violência que sofrem. Há pessoas como transgêneros esperando há 7 anos ou mais na Justiça uma resposta para casos como o preconceito que sofreram, até hoje não tiveram nenhuma resposta do Judiciário. Enquanto as que acreditam na Justiça da Sociedade estão 5 anos ou mais nas filas das cirurgias do SUS e esperando Decisões Judiciais, muitas estão fazendo Justiça com as próprias mãos e ao seu "jeito" e infelizmente assim estão tendo uma "reparação imediata" que desejam.
https://faizakhalida.blogspot.com.br/2017/08/motorista-se-recusou-atender-travestis.html
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quarta-feira, 16 de agosto de 2017
Andrei Apolonio, estudante de artes da UFF, de 23 anos denunciou homofobia na Delegacia de Polícia. “Eu entrei em um lugar para fazer um Boletim de Ocorrência sem nenhum arranhão e sai aos cacos e sem o registro", disse Andrei
"Hey amigxs, hoje faz uma semana q fui torturado dentro de uma delegacia por um policial.
Não consigo achar palavras para descrever tamanha violência sofrida. Fui torturado e humilhado por um policial em serviço dentro de um estabelecimento q deveria proteger a população. A todo momento o agressor citava palavras LGBTfóbicas e dizia o quanto nós LGBTs utilizamos de privilégios para conseguirmos o q queremos há qlqr hora, no meu caso eu ser gay e querer fazer um registro de ocorrência de madrugada seria uma prova desses privilégios. Nessa madrugada do dia 13 vivenciei o q seria a pior noite da minha vida, fui na intenção de registrar um furto de celular e sai com o rosto quase desfigurado e sem três dentes tudo por conta das agressões causadas por um policial. O que começou como lições de morais de como saber se comportar como um "homem" de verdade acabou virando tortura em cárcere privado. Fui discriminado pela forma de me vestir, de andar, falar e por cursar artes, curso qual só caberia mesmo um gay querer fazer. Após debater com o policial sobre essa perspectiva fui taxado como deboxado oq desencadeou o início das agressões físicas, levando tapas na cara e orelha. Cheguei a fugir da delegacia por medo mas não consegui passar do estacionamento sendo agarrado e conduzido de volta para a parte interior da delegacia. Esse ato de fuga enfureceu ainda mais o policial q acabou potencializando as agressões com socos na cara me tirando 3 dentes. Após esse fato eles perceberam o tamanho da gravidade, acabei sendo conduzido para um hospital junto ao agressor, nesse hospital me negaram ate o direito de conversar com a médica q me atendeu. Fui liberado logo após e foi onde resolvi procurar ajuda e denunciar tais violências. Sinto que não fui violentado por eu ser apenas eu mas sim por também ser um LGBT e por ser um LGBT sei que essas barbáries não podem mais acontecer, já tive amigos que tiveram suas vidas arrancadas por conta da homofobia, não foi o meu caso já que estou vivo e podendo contar um pouco dq aconteceu, FUI AMEAÇADO DE MORTE PELO POLICIAL e temo por isso mas não posso aceitar q mais ninguém passe pelo q passei.
Denuncie qlqr violência sofrida!!"
http://www.jb.com.br/rio/noticias/2017/07/14/estudante-da-uff-denuncia-agressao-de-policial-por-lgbtfobia/
http://www.jb.com.br/rio/noticias/2017/07/28/andrei-se-diz-encorajado-apos-ato-em-sua-defesa-e-contra-a-homofobia-em-niteroi/
Homofobia dentro da Delegacia de Polícia. Espancamento por ser homossexual.
Andrei Apolonio, estudante de artes da UFF, de 23 anos denunciou homofobia na Delegacia de Polícia.
Ele contou que comemorava o fim do primeiro período na Universidade com amigos. Ao voltar para casa adormeceu no ônibus e quando acordou percebeu que seu celular havia sido furtado. Por isso ele foi até a Delegacia para fazer o Registro de Ocorrência. Lá na Delegacia de Polícia ele foi agredido pelo policial que estava fazendo o plantão. As violências que ele sofreu na Delegacia de Polícia foram verbais e físicas.
O estudante contou que ele foi arrastado para dentro da Delegacia ao mesmo tempo em que era humilhado por sua orientação sexual. Após ele tentar fugir,ele novamente foi agredido fisicamente e perdeu 3 (três) dentes. O fato estarrecedor é que o estudante entrou sem nenhum arranhão para registrar uma ocorrência e saiu de lá sem conseguir fazer o Registro e aos cacos. O estudante ainda relatou que houve ameaça de morte caso ele denunciasse o ocorrido, que da mesma forma que foi feito aquilo com ele, podia ser passado um pente nele.
O estudante relatou que vivia o melhor momento de sua vida até acontecer isso e ele deseja fazer Justiça, mas sabe que para que isso acontecesse ele vai depender de outros policiais. Essa experiência foi um trauma que Andrei viveu. O programa Rio sem Homofobia relatou que mais de 700 lgbts procuraram atendimento no Centro de Cidadania LGBT Leste da Região, seriam 1 caso registrado por dia. No Brasil é praticamente um assassinato lgbt por dia.
Benny Briolly, assessora parlamentar e transsexual, contou que lida diariamente com essas estatísticas e disse que o caso do Andrei mostra que um agente do estado que deveria dar segurança, registrar e combater o crime se torna um agente do crime e agressor.
O Secretário de Direitos Humanos Átila Nunes determinou todo o suporte do Estado para o estudante Andrei. O próprio secretário Átila nunes fez declaração a imprensa condenando a Lgbtfobia e em favor de investigação e punição ao responsável. O jovem seria recebido pelo superintendente Fabiano Abreu.
Andrei recebeu apoio não apenas do órgão do Governo do Estado do Rio de Janeiro de Direitos Humanos, um ato em sua defesa foi realizado em Niterói. Um documento de repúdio foi assinado por vários movimentos de lutas contra a Lgbtfobia, violência e opressão promovida pelo próprio Estado. A Defensoria Pública do estado do Rio de Janeiro pediu a Corregedoria de Polícia afastamento e suspensão do porte de arma do policial apontado como o agressor de Andei. O documento foi entregue também ao Ministério Público.
A Coordenadora do Núcleo de Defesa dos Direitos Homoafetivos e Diversidade Sexual (Nudiversis) Lívia Cassares relatou em entrevista que eles recebem muitas denúncias de violência institucional, preconceitos, discriminações que são praticados por agentes do próprio Estado que é responsável por proteger a cidadania. O Nudiversis presta apoio jurídico técnico multiprofissional e acolhimento nas violações em diversos âmbitos incluindo família, instituições públicas e saúde, estando a disposição da população para remediar esses problemas.
https://faizakhalida.blogspot.com.br/2017/08/andrei-apolonio-estudante-de-artes-da.html
http://www.jb.com.br/rio/noticias/2017/07/14/estudante-da-uff-denuncia-agressao-de-policial-por-lgbtfobia/
http://www.jb.com.br/rio/noticias/2017/07/28/andrei-se-diz-encorajado-apos-ato-em-sua-defesa-e-contra-a-homofobia-em-niteroi/
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Homem trans espancado e encontrado em poça de sangue contraiu pneumonia em Hospital Público de Duque de Caxias. 2 braços quebrados, ficou apenas com 2 dentes da boca e teve traumatismo craniano. Foi encontrado na poça de sengue com convulsões, e pela Família uma semana depois. Durante atos de transfobia, ele ouvia coisas como "se você é homem, vai apanhar como homem".
http://dentrodomeio.com.br/2017/08/14/homem-trans-respira-com-aparelhos/
O homem trans que foi espancado está internado na UTI do Hospital de Saracuruna em Duque de Caxias no Rio de Janeiro na altura da Rodovia Washington Luís . Ele foi encontrado pela família uma semana depois de ter sido espancado. Os seus dois braços foram quebrados. Ele ficou com apenas dois dentes da boca e teve traumatismo craniano. A irmã dele contou ao G1 que ele foi encontrado em uma poça de sangue caído com convulsões devido a um traumatismo craniano. Ele precisou ser reanimado pelo Corpo de Bombeiros. No Hospital em Duque de Caxias, o homem trans contraiu pneumonia. Não foi a primeira vez que o homem trans foi agredido segundo a irmã dele. Durante os atos de transfobia, ele ouvia coisas como "se você é homem, vai apanhar como homem".
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segunda-feira, 14 de agosto de 2017
Bárbara Gomes, a travesti que teve a casa incendiada, disse que os criminosos bárbaros covardes agiram por transfobia.
A travesti Bárbara Gomes, 33 anos, acredita que foi sua casa foi incendiada por transfobia, pelo preconceito por ela ser travesti.
Ela já havia sofrido várias ameaças para sair do local, mas ela não tem inimigos. Havia sim pessoas preconceituosas que discriminavam transexuais, como exemplo, relatou o caso de um ex-presidente do Bairro que havia falado que faria um abaixo-assinado para tirá-la uma vez que eles não queriam viados naquela localidade.
Quando a Bárbara chegou em casa, ela viu a casa e os seus pertences tomados pelo fogo. Os homens que invadiram a casa dela ainda furtaram vários pertences como o motor da sua geladeira. Ela relatou que ao passar por esse episódio de transfobia sentiu desespero, sentiu choque, estresse, pânico, paralisia, choro, não sabia se desmaiava.
A ATRATO diate de tamanha crueldade transfóbica está pleiteando um aluguel social junto a Secretaria de Ação Social para Bárbara Gomes, travesti, e também está fazendo campanha para doações de roupas, alimentos e materiais de limpeza para ela. Bárbara está na casa de familiares.
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http://www.nlucon.com/2017/08/travesti-que-teve-casa-indenciada-diz.html
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Travesti sofreu violência dentro da sua própria casa. Uma hipótese levantada é que Charliane respondia insultos na rua quando a constrangiam pela sua identidade quando ela andava na comunidade João paulo II. Ela não tem antecedentes criminais.
Pelo menos dois homens entraram na residência onde uma travesti morava para tentar assassiná-la no Ceará. Os familiares da vítima teriam entrado em luta corporal com os suspeitos. Informações do 26º Distrito Policial. Uma hipótese levantada é que Charliane respondia insultos na rua quando a constrangiam pela sua identidade quando ela andava na comunidade João Paulo II. Ela não tem antecedentes criminais.
Este é pelo menos o sexto caso de violência contra travestis no Ceará que pôde vir a público em 2017.
Transexuais assassinados no Ceará
31/7 – Gaby Sousa, 21 anos – Assassinada a tiros em Maracanaú
2/7 – Rayane, 35 anos. Assassinada com 15 tiros em Horizonte
2/ 7 – Larissa. Assassinada com 5 tiros no Vicente Pinzón
25/6 – Salomé Bracho, 25 anos. Assassinada a tiros por dois homens em São Luís do Curu
15/6 – Julhão Petruk, 20 anos. Homem trans assassinado com tiros no rosto no bairro Autran Nunes
15/5 – Ketlin, 31 anos. Encontrada morta a facadas em Juazeiro do Norte
9/5 – Jennifer Holanda. Assassinada a tiros em Itaitinga
27/4 – Pinha Priscila. Assassinada por espancamento no Conjunto José Walter
12/4 – Hérika Izidoro. Morreu dois meses depois de ser espancada e atirada de um viaduto na avenida José Bastos.
15/2 – Dandara dos Santos, 42 anos. Assassinada após espancamento no bairro Bom Jardim
30/1 – Paola Oliveira, 30 anos. Encontrada morta em Russas, com marcas de espancamento.
http://cnews.com.br/cnews/noticias/115678/travesti_e_baleada_durante_atentado_em_fortaleza
http://aranews.com.br/portal/index.php/regional/1094-travesti-vitima-de-tentativa-de-assassinato-na-sabiaguaba
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domingo, 13 de agosto de 2017
Nicole é mais uma mulher transexual demitida depois de denunciar discriminação no trabalho A discriminação teria ocorrido (a confirmar) no âmbito da empresa Bio Mundo. Uma funcionária vendedora no Shopping Gilberto Salomão no Lago Sul do Distrito Federal, de 23 anos, que é transexual, foi demitida depois que ela denunciou inclusive para a direção do seu trabalho-empresa discriminação, agressão física e agressão moral por um funcionário da empresa. Novo Mundo seria uma empresa de produtos naturais (a confirmar) (61)3248-1972/3248-7472 lojabiomundo@gmail.com
Nicole é mais uma mulher transexual demitida depois de denunciar discriminação no trabalho
http://g1.globo.com/distrito-federal/noticia/funcionaria-transexual-e-demitida-apos-denunciar-agressao-e-discriminacao-no-df.ghtml
https://faizakhalida.blogspot.com.br/2017/08/nicole-e-mais-uma-mulher-transexual.html
G1
http://g1.globo.com/distrito-federal/noticia/funcionaria-transexual-e-demitida-apos-denunciar-agressao-e-discriminacao-no-df.ghtml
http://g1.globo.com/distrito-federal/noticia/funcionaria-transexual-e-demitida-apos-denunciar-agressao-e-discriminacao-no-df.ghtml
A discriminação teria ocorrido (a confirmar) no âmbito da empresa Bio Mundo que seria de produtos naturais (a confirmar)
(61)3248-1972/3248-7472
lojabiomundo@gmail.com
https://www.lojabiomundo.com.br/nossas-lojas-1
Uma funcionária vendedora no Shopping Gilberto Salomão no Lago Sul do Distrito Federal, de 23 anos, que é transexual, foi demitida depois que ela denunciou inclusive para a direção do seu trabalho-empresa discriminação, agressão física e agressão moral por um funcionário da empresa.
Nicolle está em transição de gênero do masculino para o feminino, mas assim que ela chegou na empresa já foi alertada por outra funcionária que teria que tomar cuidado com esse rapaz porque ele ter preconceito e ser machista. Isso se concretizou desde o seu início na empresa, nos primeiros momentos, a transexual Nicolle já ouvia piadinhas e risos na cara. Ela deixava passar porque precisava do emprego para pagar a sua Faculdade. Esse rapaz dentro da empresa falou que o pai da transexual Nicolle tinha que bater nela até ela virar homem, que dessa forma ela estaria agora como um homem. Em seus procedimentos no atendimento ao cliente, ela já recebeu chutes de colega de trabalho e chorava no banheiro da empresa Bio Mundo. Nicole contou o ocorrido para a gerência da loja e para a central da empresa Bio Mundo. Nicole sempre buscou ajuda da empresa e nunca encontrou ajuda.
No setor de psicologia da Faculdade em que Nicole estuda, ela foi orientada que procurasse o Conselho de Direitos Humanos do DF, que convocou o dono da empresa para uma Conciliação, mas o proprietário não compareceu a reunião marcada na sexta-feira 11. Em vez disso mandou um advogado. Nesta Reunião Conciliatória o presidente do Conselho Michel Platini disse que seria proposto que o dono da empresa recontratasse a transexual Nicole e fizesse uma oficina de capacitação aos colaboradores ensinando como tratar a clientela LGBT e lgbts funcionários.
Como não houve o acordo, a denúncia será encaminhada para a Delegacia de Repressão aos Crimes por Discriminação e Orientação Sexual onde a empresa será responsabilizada. Infelizmente isso já devia ser feito desde o primeiro episódio de preconceito na empresa. Tudo começa com pequenos crimes de discriminação e de identidade de gênero, piadinhas, desrespeitos e ao passar do tempo as consequências podem se tornam mais graves.
https://faizakhalida.blogspot.com.br/2017/08/nicole-e-mais-uma-mulher-transexual.html
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domingo, 6 de agosto de 2017
Ex-militar assassino de mulher transexual foi condenado a 40 anos de prisão nos Estados Unidos. "119 perfurações por todo o corpo da mulher trans Dee Whigham até que cortou a garganta dela"
Assassino de mulher transexual foi condenado a 40 anos de prisão nos Estados Unidos
"119 facadas"
O ex-militar Dwanya Hickerson matou brutalmente a mulher transexual Dee Whigham a facadas nos Estados Unidos. Ela tinha apenas 25 anos. O caso chamou atenção da mídia internacional.
Após se conhecerem na internet e trocarem mensagens por dois meses, eles marcaram o primeiro encontro. Eles foram para cama e, pouco depois, ela contou para o ex-militar que é uma mulher transexual. O rapaz se revoltou e a matou. Em sua revolta, ele pegou uma faca e desferiu vários golpes no rosto, no corpo, até que cortou a garganta dela. O resultado dessa fúria assassina foram 119 perfurações por todo o corpo de Dee Whigham. Após a violência, ele a deixou no banheiro para morrer.
Durante o julgamento, o rapaz declarou que “apenas perdeu a cabeça” e que “nem se lembra dos detalhes da noite que passou com a mulher transexual”. A mulher trans Dee Whigham havia acabado de concluir a faculdade de enfermagem, era considerada uma excelente enfermeira, amada por seus pacientes. A prima dela, Raquel Cooley, declarou que sua prima não merecia isso, pois "Ela era uma trabalhadora e de bom coração que estava apenas começando a sua vida.
O crime aconteceu há um ano e o julgamento do caso ocorreu no fim de julho de 2017. O tribunal do Mississípi condenou o ex-militar Dwanya Hickerson a 40 anos de prisão, sem direito a liberdade condicional, por homicídio em segundo grau.
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http://www.nlucon.com/2017/08/ex-militar-que-matou-mulher-transexual.html
Ex-militar que matou mulher transexual a facadas é condenado a 40 anos de prisão nos EUA
POR NLUCON
Cada vez fica mais evidente que crimes transfóbicos são crimes de feminicídio – isto é, crime contra o gênero feminino. Um caso que chama atenção da mídia internacional desde 2016 é o evolvendo o brutal assassinato da enfermeira trans Dee Whigham, de 25 anos, por seu ex-parceiro, no Mississipi, EUA.
Dee e o ex-militar Dwanya Hickerson se conheceram pela internet e trocavam mensagens há dois meses quando marcaram o primeiro encontro. Eles foram para cama e, pouco depois, Dee teria contado que é uma mulher transexual. O rapaz se revoltou e a matou.
No crime, ele pegou uma facada e desferiu vários golpes no rosto, no corpo, até que cortou a garganta da vítima. Os policiais contaram 119 perfurações por todo o corpo. Após a violência, ele a deixou no banheiro para morrer.
Durante o julgamento, o rapaz chegou a ser questionado sobre o motivo que o levou a matar Dee, mas ele declarou que “apenas perdeu a cabeça” e que “nem se lembra dos detalhes da noite”. Uma estratégia para que o fator preconceito não fosse acrescentado na sentença.
Dee tinha 25 anos e havia acabado de concluir a faculdade de enfermagem. A CEO da Forrest Health, Evan Dillary declarou que ela será sempre lembrada como uma excelente enfermeira, amada por seus pacientes.
A prima Raquel Cooley lamentou o trágico fim: "Ela era uma trabalhadora e de bom coração que estava apenas começando a sua vida. Não merecia isso".
Embora o crime tenha acontecido há um ano, o julgamento do caso ocorreu somente no fim de julho de 2017. Sendo assim, o tribunal do Mississípi condenou Dwanya a 40 anos de prisão, sem direito a liberdade condicional, por homicídio em segundo grau.
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Mara Michele, técnica em Desenvolvilmento Infantil (TDI) concursada vem sofrendo constrangimentos e discriminação por sua identidade de gênero em seu ambiente trabalho no Centro de Educação Infantil Vovó Teresinha por parte da direção (gestão da escola) e por uma funcionária da escola que é pastora de uma igreja onde os pais de um aluno de cinco anos frequenta. Ela é pastora na igreja dos pais da criança, e não respeita a identidade de gênero dela, se recusando a chamar ela pelo seu nome social”, O abalo gerado nela pelos vários constrangimentos vivenciados fez com que a técnica concursada fosse buscar alguma ajuda da Defensoria Pública que cobra uma atitude real da Secretária Municipal de Educação de Alto Paraguai Sandra Real contra essa violação de direitos humanos e constitucionais.
http://sintep2.org.br/sintep/exibir.php?exibir=1&id_l=4942
Mara Michele, técnica em Desenvolvilmento Infantil (TDI) concursada vem sofrendo constrangimentos e discriminação por sua identidade de gênero em seu ambiente trabalho no Centro de Educação Infantil Vovó Teresinha por parte da direção (gestão da escola) e por uma funcionária da escola que é pastora de uma igreja onde os pais de um aluno de cinco anos frequenta. Ela é pastora na igreja dos pais da criança, e não respeita a identidade de gênero dela, se recusando a chamar ela pelo seu nome social”, O abalo gerado nela pelos vários constrangimentos vivenciados fez com que a técnica concursada fosse buscar alguma ajuda da Defensoria Pública que cobra uma atitude real da Secretária Municipal de Educação de Alto Paraguai Sandra Real contra essa violação de direitos humanos e constitucionais.
Educadora denuncia discriminação de gênero em escola.
O Sindicato dos Trabalhadores no Ensino Público de Mato Grosso (Sintep/MT), cobra esclarecimentos da Secretaria Municipal de Educação de Alto Paraguai e da direção do Centro de Educação Infantil Vovó Nezinha, no município, sobre suposto ato discriminatório no exercício profissional, contra a técnica em Desenvolvimento Infantil (TDI), socialmente identificada como Maria Michelle Ferreira de Almeida.
Maria Michelle é o nome social de José Maria Ferreira de Almeida. A técnica atua há três anos na escola, após tomar posse no Concurso Municipal. Há alguns meses ela passou a sofrer discriminação por sua identidade de gênero, por parte da direção do Centro de Educação, tendo inclusive recebido uma “orientação” para que não frequentasse a escola no período fora da jornada de trabalho.
Segundo ela, a motivação da gestão para os atos teria partido da reação de uma criança de cinco anos, que frequenta o Centro Infantil no contraturno de sua jornada. “Por vezes cobrimos uma colega de outro período, e criança me vê na escola”, disse. Porém o preconceito tem sido evidenciado também por uma funcionária. “Ela é pastora na igreja dos pais da criança, e não respeita a minha identidade de gênero, se recusando a me chamar pelo meu nome social”, relata. Pelos vários constrangimentos vivenciados a técnica foi buscar reparação na Defensoria Pública e tem recebido apoio de movimentos LGBT’s de vários estados brasileiros.
O Sintep/MT, como entidade de defesa dos direitos dos/as trabalhadores/as da educação pública, e atuante na questão dos direitos humanos, condena qualquer ato de preconceito e cobra do governo municipal, em específico da secretária de educação, Sandra Carvalho, assim como da direção do Centro Educacional, um posicionamento sobre atitude inconstitucional.
“Defendemos a escola humanizadora, pública, democrática, laica e socialmente referenciada. Por esse motivo, repudiamos quaisquer formas de discriminação, seja por credo, etnia, gênero, condição social ou outro”, destaca a vice presidente do Sindicato, Jocilene Barboza.
O ocorrido no Centro Educacional Vovó Nezinha fere o artigo 5ª da Constituição Federal quando discrimina pela identidade de gênero ou orientação sexual. E mais, contradiz a Resolução CNE nº 2/2012 que estabelece as diretrizes para a educação em direitos humanos e a Parecer nº 010/2009 do Conselho Estadual de Educação (CEE-MT) que reconhece o nome social.
Assessoria/Sintep-MT
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quarta-feira, 2 de agosto de 2017
A trans Mary Montilla, de 26 anos, foi perseguida por dois indivíduos após sair de um bar, e assassinada com golpes de faca no pescoço. A arma usada no crime foi encontrada ainda próximo ao corpo.
Mary Montilla era muito conhecida na região
Mary Montilla era conhecida na região
(Crédito: Reprodução / Redes Sociais)
A travesti de 26 anos Mary Montilla foi assassinada durante a madrugada desta quarta-feira (02), na Rua Francisco Ferreira Barbosa no bairro de São Cristóvão, município de Palmeira dos Índios, Agreste de Alagoas. Segundo informações colhidas no local, o crime ocorreu nas imediações dos transmissores de uma rádio local.
“Mary Montilla” foi perseguida após sair de um bar por dois indivíduos, que a assassinaram com golpes de faca no pescoço. A arma usada no crime foi encontrada próximo ao corpo.
Mary residia na Vila João XXIII e era muito conhecida na região. Este é o 12º caso de lgbt morto de forma violenta em Alagoas, só em 2017.
Militares do 10º BPM registraram a ocorrência. Em seguida, IML e peritos do Instituto de Criminalística foram acionados para realizar os primeiros levantamentos.
Fonte: Com Estadão Alagoas
NOTÍCIA MUITO TRISTE
O PSOL MACEIÓ PEDIU QUE EU PUBLICASSE ESTA NOTA NO MEU FACE:
Infelizmente, na madrugada de hoje, 2 de agosto de 2017, mais um homicídio atingiu o movimento LGBTQ. Desta vez, o crime ocorreu no município de Palmeira dos Índios, que, assim como todos os outros, continua perigoso, violento e preconceituoso para todos aqueles que estejam fora dos padrões conservadores.
A trans Mary Tilla, de 26 anos, foi perseguida por dois indivíduos após sair de um bar, e assassinada com golpes de faca no pescoço. A arma usada no crime foi encontrada ainda próximo ao corpo.
Em menos de três meses, três trans e travestis foram mortas. Em um país onde ninguém respeita as orientações sexuais e identidades de gênero, QUEREMOS SER LIVRES!
_SETORIAL LGBTQ - PSOL Maceió_
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domingo, 30 de julho de 2017
A travesti Jéssica Dime de apenas 23 anos está em um monte de aparelho, com a cara inchada, toda enfaixada do pescoço para baixo e corre risco de morrer. Jéssica teve o corpo incendiado. A queimadura afetou as costas e, por isso, ela pode pegar pneumonia. Está isolada no CTI, segundo a irmã contou muito abalada. Contou que sempre escuta notícias como transfobia, preconceito e violência de gênero em jornal, mas nunca acreditou que iria acontecer isso com eles. A mãe precisou ser medicada.
Jéssica teve ferimentos em quase todo o corpo
A travesti Jéssica Dime de 23 anos entrou no hotel Alcântara em São Gonçalo, Rio de Janeiro acompanhada de um homem para realizar um programa. Hóspedes preocupados com as chamas no quarto onde Jéssica estava acionaram a polícia que encontraram ela caída no chão, com sinais de esganadura e o corpo parcialmente queimado. Ela permanece internada em grave estado no Hospital Estadual Alberto Torres. A mãe ao visitar Jéssica no Hospital precisou ser amparada. A irmã da vítima, Joyce Pereira, relatou ao Jornal Extra que foi um choque para a mãe ver a filha com aquele monte de aparelho, com a cara inchada, toda enfaixada do pescoço para baixo. Foi um choque porque a família está acostumada a ver ela toda alegre. A irmã da vítima contou que sempre escuta notícias como transfobia, preconceito e violência de gênero em jornal, mas nunca acreditou que iria acontecer isso com eles.
Segundo Joyce, irmã da travesti Jéssica Dime, as testemunhas relataram que o homem saiu para comprar bebida e voltou para o hotel. Jéssica estava vestida quando teve o corpo incendiado. No quarto, a televisão e a parede teriam ficado danificados, não a cama. O suspeito fugiu e trancou a porta, na qual a vítima bateu com força para pedir socorro.
Disse Joyce:
— Como um cara sai do hotel, volta e não tem identificação dele? Vamos orar para a gente ter força nesse momento. Deus está no comando — frisou a irmã.
Joyce ainda contou que a mãe precisou ser medicada e ela está muito abalada com o estado da sua irmã e sabe que ela corre risco de morrer. A queimadura afetou as costas e, por isso, ela pode pegar pneumonia. Está isolada no CTI, queimou muito, só não pegou no rosto — relatou a irmã de Jéssica Dime.
O coletivo Grupo Liberdade/Santa Diversidade acompanha as investigações. O grupo quer a tranferência do caso da 74ª DP (Alcântara) para a Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher (Deam). Há uma convicção que isso tem fundo de crime de ódio motivado por transfobia segundo O coletivo Liberdade/Diversidade. Eles querem a transferência do caso para a Deam porque a delegacia de Alcântara está lotada e é um caso de violência de gênero — explicou o fundador do grupo, Wells Castilhos.
EXTRA
https://extra.globo.com/casos-de-policia/policia-investiga-ataque-travesti-que-teve-corpo-queimado-no-rio-21646184.html
Polícia investiga ataque a travesti que teve o corpo queimado, no Rio
Uma travesti de 23 anos sofreu uma tentativa de homicídio e teve parte do corpo queimada em um hotel de Alcântara, em São Gonçalo, na Região Metropolitana do Rio. Jéssica Dime entrou no estabelecimento acompanhada de um homem, ainda não identificado, para realizar um programa, na madrugada de sexta-feira. Hóspedes preocupados com as chamas no quarto acionaram a polícia, que encontrou a jovem caída no chão. Jéssica permanece internada em estado grave no Hospital Estadual Alberto Torres.
— Havia sinais de tentativa de esganadura, e o corpo estava parcialmente queimado. Já estamos verificando os funcionários que trabalharam naquela noite para ouvi-los já na segunda-feira. Principalmente, queremos ouvir a Jéssica, que está no hospital — destacou a delegada Carla Tavares, titular da 74ª DP (Alcântara).
Irmã da vítima, Joyce Pereira contou que a família soube do ataque por colegas de Jéssica. Naquele momento, porém, não imaginavam a dimensão dos ferimentos. A jovem nunca havia relatado qualquer ameaça à família. Na visita do hospital, porém, a mãe dela precisou ser amparada.
— Foi um choque na hora de ver. Só pode entrar um de cada vez. Minha mãe pensou que era uma pequena queimadura, como a gente queima em casa. Quando ela viu (a Jéssica), com aquele monte de aparelho, sedada, com a cara inchada, toda enfaixada do pescoço para baixo... Foi um choque porque estamos acostumados a ver ela toda alegre. Eu achei que era exagero da minha mãe, mas não. A gente sempre escuta a notícia em jornal, sabe que o risco corre, mas nunca acredita que vai acontecer com a gente — explicou Joyce.
Segundo Joyce, testemunhas relataram que o homem saiu para comprar bebida e voltou para o hotel. Jéssica estava vestida quando teve o corpo incendiado. No quarto, a televisão e a parede teriam ficado danificados, não a cama. O suspeito fugiu e trancou a porta, na qual a vítima bateu com força para pedir socorro.
— Como um cara sai do hotel, volta e não tem identificação dele? Vamos orar para a gente ter força nesse momento. Deus está no comando — frisou a irmã.
'Crime de ódio'
A mãe de Jessica precisou ser medicada ao saber do crime. A irmã estava tão abalada que nem conseguiu prestar atenção às informações sobre o estado de saúde da irmã. Sabe apenas que Jéssica ainda corre risco de morrer, mas que a pouca idade e a saúde forte devem contribuir para a recuperação.
— Ele falou que as primeiras horas eram decisivas, que ela é nova e é forte, então pode sair bem dessa. A queimadura afetou as costas e, por isso, ela pode pegar pneumonia. Está isolada no CTI, queimou muito, só não pegou no rosto — relatou a irmã.
O coletivo Grupo Liberdade/Santa Diversidade acompanha as investigações e presta suporte à família. A ideia é solicitar a tranferência do caso da 74ª DP (Alcântara) para a Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher (Deam).
— Isso tem fundo de crime de ódio motivado por transfobia. Quando a polícia foi acionada, o criminoso já tinha saído. Vamos tentar transferir o caso para a Deam porque a delegacia de Alcântara está lotada e é um caso de violência de gênero — explicou o fundador do grupo, Wells Castilhos.
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sábado, 22 de julho de 2017
Vicky Spears foi covardemente assassinada em Diadema SP com 7 tiros. Mais uma vítima transexual. QUEM A HOMOTRANSFOBIA MATOU HOJE? REPÚDIO A INTOLERÂNCIA, AO ÓDIO, AO DESRESPEITO E A VIOLÊNCIA DESUMANA A PESSOAS TRANSEXUAIS
VICKY SPEARS FOI ASSASSINADA
COVARDEMENTE COM 7 TIROS
http://redetransbrasil.org/assassinatos.html
QUEM A HOMOTRANSFOBIA MATOU HOJE?
Vicky Spears - tiros - Diadema - SP03/07/2017
MARAVILHOSA, LINDA E VÍTIMA DA VIOLÊNCIA
REPÚDIO A INTOLERÂNCIA, AO ÓDIO, AO DESRESPEITO E A VIOLÊNCIA DESUMANA A PESSOAS TRANSEXUAIS
Vicky Spears foi mais uma vítima transexual assassinada com vários tiros.
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quarta-feira, 12 de julho de 2017
Eduardo Bolsonaro é visto como MACHISTA. Teria pedido a ex namorada para ficar CALADA após ser abusada pelo colega de partido político mesmo machucada psicologicamente. O relacionamento amoroso com Eduardo Bolsonaro teria sido com abusos, traições e grosserias em 3 anos e 8 meses. Até hoje Eduardo Bolsonaro continuaria desrespeitando e menosprezando o próximo como um moleque. Apesar de todo o machismo, Eduardo Bolsonaro não teria pegada.
PRAGMATISMO POLÍTICO
Aparentemente enciumado, o deputado Eduardo Bolsonaro tem pedido a terceiros que fiquem de olho na ‘ex’ . A ex-namorada em questão é Patrícia Lélis, uma jovem que já denunciou o pastor Marco Feliciano (PSC), correligionário de Eduardo, por tentativa de estupro.
Na época das denúncias, toda a alta cúpula do PSC se mobilizou para abafar o caso e criminalizar a jovem. Patrícia chegou a receber propostas financeiras de líderes políticos e religiosos para permanecer em silêncio.
Ciúmes, dor de cotovelo, machismo?
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