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sábado, 1 de dezembro de 2018

Família denunciou barbaridades que Homem transexual sofreu em Duque de Caxias na Baixada Fluminense do Rio de Janeiro


Os escarnecedores riam do rapaz enquanto ele gemia de dor no Hospital e a Família implorava por remédio para dor. A Família também era desrespeitada. Eles riam da Família também no Hospital. O médico  vudu dava laudo atestado falso para que a família não tivesse seu direito atendido.

A maioria das pessoas que passam por essas covardias permanecem em silêncio segundo relatos.



O Hospital proibiu o acesso ao Prontuário dele a representante da Família.






segunda-feira, 21 de agosto de 2017

Victor Hugo Vilas Boas lutou desde 2016 pelo respeito ao seu nome social na Faculdade de Direito Ruy Barbosa em Salvador, Bahia.

http://www.nlucon.com/2017/08/apos-denuncia-aluno-trans-tem-nome.html

Victor Hugo Vilas Boas é um homem trans. Há um mês ele fez uma denúncia publicamente pra que a Faculdade onde ele estuda respeitasse o seu nome social. Várias pessoas e veículos de comunicação deram visibilidade ao caso dele, incluindo o Portal G1 da Globo, e com a pressão e indignação dessa repercussão o nome dele foi finalmente alterado na lista de chamada, na biblioteca e nas áreas de atendimento aos alunos. Foi um passo importante para que ele fosse finalmente respeitado. A manchete do G1 dizia: "Estudante transexual acusa Faculdade de Salvador de transfobia. Não vou me calar" Ele vem lutando pelo respeito ao seu nome social na Faculdade desde 2016 quando precisava expor a sua vida e intimidade na Faculdade perante os coordenadores e explicá-los o que é ser um homem trans e como é o tratamento. Em fevereiro, a Defensoria Pública do Estado do Rio de Janeiro solicitou respeito ao seu nome social, mas nada era feito, mesmo com  a citação da lei número 8.727 de 2 de abril de 2016 no documento da Defensoria Pública. Quando o caso dele foi parar na mídia com a exposição do constrangimento, a Faculdade emitiu uma nota dizendo que o nome social dele aparecia no sistema, e a Faculdade garantiu que respeitava o nome social de alunos e professores, mas isso era mentira e conversa fiada. Victor fez um vídeo demonstrando que o nome social dele não estava sendo respeitado em nenhum espaço da Faculdade. A Faculdade apostou na mentira e não foi possível Vitor resolver o problema através do respeito. Victor precisou se expor, passar a focar na questão do respeito a ele dentro da Faculdade e dedicar o tempo precioso de estudo acadêmico para que finalmente agora a Faculdade passasse a respeitá-lo respeitando o seu nome social. Torcemos para que Victor possa focar apenas nos estudos acadêmicos sem esses entraves e lamentáveis dificuldades.

https://faizakhalida.blogspot.com.br/2017/08/victor-hugo-vilas-boas-lutou-desde-2016.html

http://www.nlucon.com/2017/08/apos-denuncia-aluno-trans-tem-nome.html

http://g1.globo.com/bahia/noticia/estudante-acusa-faculdade-de-salvador-de-transfobia-nao-vou-me-calar.ghtml



Louvado O Senhor Jesus Cristo para sempre.

quarta-feira, 16 de agosto de 2017

Homem trans espancado e encontrado em poça de sangue contraiu pneumonia em Hospital Público de Duque de Caxias. 2 braços quebrados, ficou apenas com 2 dentes da boca e teve traumatismo craniano. Foi encontrado na poça de sengue com convulsões, e pela Família uma semana depois. Durante atos de transfobia, ele ouvia coisas como "se você é homem, vai apanhar como homem".

http://dentrodomeio.com.br/2017/08/14/homem-trans-respira-com-aparelhos/

O homem trans que foi espancado está internado na UTI do Hospital de Saracuruna em Duque de Caxias no Rio de Janeiro na altura da Rodovia Washington Luís . Ele foi encontrado pela família uma semana depois de ter sido espancado. Os seus dois braços foram quebrados. Ele ficou com apenas dois dentes da boca e teve traumatismo craniano. A irmã dele contou ao G1 que ele foi encontrado em uma poça de sangue caído com convulsões devido a um traumatismo craniano. Ele precisou ser reanimado pelo Corpo de Bombeiros. No Hospital em Duque de Caxias, o homem trans contraiu pneumonia. Não foi a primeira vez que o homem trans foi agredido segundo a irmã dele. Durante os atos de transfobia, ele ouvia coisas como "se você é homem, vai apanhar como homem".

Louvado O Senhor Jesus Cristo para sempre.

Louvado O Senhor Jesus Cristo para sempre.

sábado, 5 de agosto de 2017

Homem trans Wendy Augustos sofreu constrangimento e desrespeito em barbearia. A barbearia se recusou a atender esse jovem homem trans em Teresina.


http://g1.globo.com/pi/piaui/pitv-2edicao/videos/t/edicoes/v/barbearia-se-recusa-a-atender-jovem-trans-em-teresina/6048670/

Wendy Augustos, homem trans, procurou uma barbearia para cortar o cabelo e o que parecia tão simples virou constrangimento e desrespeito. Ele sempre se sentiu homem e encontrou resistência em um simples corte de cabelo, aconteceu com ele há 2 semanas. Wendy Augustos em entrevista disse que se eles se propõem a cortar o cabelo de homens, eles precisam estar cientes que não existem apenas os homens cis, mas também existem os homens trans e ele estava sendo excluído. Wendy não quis levar o caso para a Justiça porque também no Brasil não existe uma Lei para combater a LGBTFOBIA, mas outros dispositivos legais deveriam ser usados tanto para combater o que Wendy sofreu como para punir o salão que o constrangeu e o expôs ao ridículo. Tudo é uma questão de RESPEITO.
Louvado O Senhor Jesus Cristo para sempre.

quinta-feira, 6 de julho de 2017

Homem trans Lucas Gabriel sofreu agressão transfóbica dentro de ônibus em Fortaleza no Ceará

Em Fortaleza Homem trans sofre transfobia em ônibus
Lucas Gabriel Mello de 23 anos sofreu agressão por 2 homens dentro de um ônibus em Fortaleza no Ceará.

Dentro do ônibus, os 2 homens falavam a ele que mulher que quer ser homem deveria morrer. Um dos rapazes puxou sua mochila e o outro rapaz apertou o seu braço entre as coisas horríveis que lhe falavam, e antes de eles descerem do ônibus, lhe deram um tapa.

Como Lucas Gabriel não conhecia os agressores, a única motivação para a violência sofrida foi a transfobia, o preconceito com relação a sua identidade de gênero.

Lucas fez o Boletim de Ocorrência na Delegacia, mas lamenta não existir uma Lei que criminalize a transfobia, a LGBTfobia. Lucas relatou a um jornalista que na primeira vez se calou, mas dessa vez decidiu não se calar e não abaixar a cabeça para não estar coparticipando com o ato preconceituoso e  com a intolerância.

Louvado O Senhor Jesus Cristo para sempre.