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domingo, 20 de agosto de 2017

Motorista se recusou a atender travestis, carro foi danificado. É um Caso que pode ser analisado e comentado por muitos pontos de vista, mas é lamentável perceber que através da violência parte da população vulnerável está buscando reparação da violência que sofrem. Há pessoas como transgêneros esperando há 7 anos ou mais na Justiça uma resposta para casos como o preconceito que sofreram, até hoje não tiveram nenhuma resposta do Judiciário. Muitas estão fazendo Justiça com as próprias mãos e ao seu "jeito" e infelizmente assim estão tendo uma "reparação" que desejam.


http://midianews.com.br/policia/apos-suposta-recusa-travestis-danificam-carro-do-uber-veja/304156

Um motorista apontado por ter se recusado por preconceito a conduzir travestis durante o seu serviço do UBBER também  ficou muito abalado após ver o seu carro danificado.

Um vídeo mostra as travestis falando para supostos "investigadores" que o motorista havia recusado a transportá-las por elas serem veados, por elas serem travestis e dizendo que o motorista era um lixo. Tanto a violência como o preconceito são logicamente reprováveis de qualquer meio e forma, isso é óbvio e nem precisa ser comentado ou falado, mas o fato objeto deste texto é que muitas pessoas supostamente não estão acreditando na Polícia e na Justiça e estão fazendo Justiça resolvendo as violências que sofrem no dia a dia por seus próprios meios. As travestis ao darem a batida no carro falaram é para você aprender.

As travestis deram uma paulada no carro do UBBER que teria negado atendimento a elas. Outro fato a destacar foi que o motorista não quis ir até a Delegacia prestar queixa.

É um Caso que pode ser analisado e comentado por muitos pontos de vista, mas é lamentável perceber que através da violência parte da população vulnerável está buscando reparação da violência que sofrem. Há pessoas como transgêneros esperando há 7 anos ou mais na Justiça uma resposta para casos como o preconceito que sofreram, até hoje não tiveram nenhuma resposta do Judiciário. Enquanto as que acreditam na Justiça da Sociedade estão 5 anos ou mais nas filas das cirurgias do SUS e esperando Decisões Judiciais, muitas estão fazendo Justiça com as próprias mãos e ao seu "jeito" e infelizmente assim estão tendo uma "reparação imediata" que desejam.


https://faizakhalida.blogspot.com.br/2017/08/motorista-se-recusou-atender-travestis.html
Louvado O Senhor Jesus Cristo para sempre.

sábado, 19 de agosto de 2017

Costureira morreu porque não tinha sangue no Hospital na Baixada Fluminense. O médico disse que ela melhoraria e receberia alta depois que o sangue chegasse. Quando o sangue chegou ela já tinha morrido. Hospital teria feito declaração falsa do Horário da Morte da costureira para que o crime ficasse impune como outros cometidos com pobres e desfavorecidos. Criancinhas agora ficaram sem mãe.



Em São João de Meriti, na Baixada Fluminense do Rio de Janeiro, após 2 dias de dar à luz a gêmeos na Associação de Caridade de Hospital São João de Meriti, a costureira Andressa Alvarenga Mateus Amorim, de 27 anos morreu porque ela precisava de sangue e não havia na unidade de saúde.

A costureira começou a passar mal na quinta-feira depois do parto. Foi ficando com os lábios brancos, não conseguia nem se levantar para comer. Ficou todo o tempo no soro. Às 17 horas o médico que fez a operação disse que havia solicitado sangue para o Hemorio, que a costureira iria melhorar assim que a bolsa de sangue chegasse e no dia seguinte a costureira teria alta, mas ela morreu no braço do pai das crianças, Douglas Pinho Gonçalves, de 27 anos.

Douglas contou que o sangue só chegou às 23 horas e 2 horas antes, Andressa teve vômitos e depois começou a ter convulsões. Levaram ela para a mesa de cirurgia, mas não teve tempo. Quando o sangue chegou ela já tinha morrido. O corpo dela morto foi visto às 23 horas, mas o Hospital teria declarado falsamente que ela morreu depois da meia-noite para que a culpa pela morte da costureira Andressa fique impune com os demais casos de omissões e injustiças a pessoas pobres e desfavorecidas.

A família pagou R$ 2 mil e 500 reais pelo parto mesmo com a Unidade de Saúde sendo Filantrópica e conveniada com o SUS. A tia e a mãe da costureira fizeram o pagamento em dinheiro. A Prefeitura de São João de Meriti disse que o Hospital de Caridade é uma Instituição Filantrópica conveniada ao SUS.



Louvado O Senhor Jesus Cristo para sempre.

domingo, 16 de julho de 2017

Moro inocentou mulher de Cunha com assinaturas dela na conta propina e condena Lula por documento sem assinatura. A JUSTIÇA DE UM JUIZ MAÇOM. Depois de condenar Lula por papel rasurado sem assinatura, o Juiz Maçom Sérgio Moro absolveu Cláudia Cruz mulher de Cunha mesmo com todas as provas e movimentações na conta propina que ela mesma movimentou. O JUIZ MAÇOM TEM CORAÇÃO GENEROSO OU É IMPLACÁVEL A DEPENDER DO INTERESSE MAÇÔNICO.

https://falandoverdades.com.br/2017/07/13/moro-inocentou-mulher-de-cunha-com-assinaturas-dela-na-conta-propina-e-condena-lula-por-documento-sem-assinatura/
A MAÇONARIA JULGA COM DIFERENÇA PESSOAS
Uma verdadeira farsa representa o juiz de Curitiba Sérgio Moro é constatado por site FALANDO VERDADE após verificar OS DOIS PESOS DUAS MEDIDAS do Judiciário brasileiro ligado a MAÇONARIA.
JUIZ MAÇOM FAZ CONSPIRAÇÃO COM A JUSTIÇA

Depois de condenar Lula por papel rasurado sem assinatura, o Juiz Maçom Sérgio Moro absolveu Cláudia Cruz mulher de Cunha mesmo com todas provas e movimentações na conta propina que ela mesma movimentou.
A JUSTIÇA DA MAÇONARIA NÃO É JUSTA
é a injustiça
A assinatura da jornalista Cláudia Cordeiro Cruz, mulher de Eduardo Cunha (PMDB-RJ), aparece na ficha de abertura da conta Kopek, aberta no braço suíço do banco Merryl Lynch (atualmente Julius Bär). No documento, consta que a ficha foi assinada em 20 de janeiro de 2008, no Rio, e entregue a uma representante da instituição.
A MAÇONARIA É O CÂNCER NO JUDICIÁRIO

ASSINATURA DE CLAUDIA CRUZ
Assinatura de Claudia Cruz, mulher de cunha, em ficha de abertura de conta



PERÍCIA DO MINISTÉRIO PÚBLICO CONFIRMOU ASSINATURA
Segundo um relatório de perícia do Ministério Público Federal, a assinatura da ficha do Merryl Lynch coincide com a do passaporte da jornalista. A Kopek foi aberta em fevereiro de 2008 e foi usada para pagamentos de despesas pessoais da família de Eduardo Cunha, segundo a Procuradoria. Entre as quais cursos na Inglaterra e na Espanha e aulas de tênis nos Estados Unidos.


JUIZ MORO IGNOROU PROVA CONFIRMADA POR  PERÍCIA EM NOME DO INTERESSE MAÇÔNICO

No dossiê bancário enviado pelo Julius Bär, anexado ao inquérito, também há documentos de Danielle Dytz da Cunha, filha do primeiro casamento do deputado. Ela aparece porque recebeu um cartão de crédito vinculado à Kopek.

A Kopek recebeu cerca de US$ 1 milhão de uma das contas atribuídas a Cunha por onde, segundo os investigadores, circulou dinheiro pago ao deputado a título de “comissão” pelo lobista João Henriques, que intermediou a venda de um campo de petróleo à Petrobras no Benin (África Ocidental)

Louvado O Senhor Jesus Cristo para sempre

quinta-feira, 29 de junho de 2017

Ministro do TSE Admar Gonzaga - BASTANTE AGRESSIVO - PRESSÃO PSICOLÓGICA NA ESPOSA - Agressão no rosto da mulher XINGAMENTO A MULHER. QUEM JULGA QUEM? MACHISMO NO TRIBUNAL SUPERIOR. A polícia registrou que o olho dela apresentava lesões de inchaço e rouxidão. Ela foi à delegacia para prestar queixa e pedir proteção. Além de relatar os xingamentos e as agressões físicas, a esposa de Admar Gonzaga disse que sofre pressão psicológica, por ser dona de casa e depender financeiramente do ministro e que o marido é “bastante agressivo”. a filha de Elida, Érica Matos, também prestou depoimento à polícia, acompanhando a mãe. Ela contou que ouviu gritos de Admar, que é seu padrasto. Afirmou que ouviu xingamentos durante a briga e disse que o padrasto é ciumento e que usa o status para "subjugar" a mãe

http://g1.globo.com/politica/noticia/mulher-de-ministro-do-tse-disse-a-policia-que-foi-xingada-e-agredida-no-rosto.ghtml
G1

Mulher de ministro do TSE disse à polícia que foi xingada e agredida no rosto


Esposa de Admar Gonzaga disse na delegacia que foi empurrada e que ele atirou enxaguante bucal contra ela. 




Em depoimento à polícia, a mulher do ministro do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) Admar Gonzaga, Elida Souza Matos, contou que foi xingada e agredida no rosto durante uma discussão que tiveram em casa, na madrugada do último dia 23.

Naquela data, ela foi à delegacia para prestar queixa e pedir proteção após uma briga e disse que Gonzaga atirou enxaguante bucal em seu rosto e depois a empurrou com a mão. A polícia registrou que o olho dela apresentava lesões de inchaço e rouxidão.

Além de relatar os xingamentos e as agressões físicas, a esposa de Admar Gonzaga disse que sofre pressão psicológica, por ser dona de casa e depender financeiramente do ministro e que, por isso, se sente “subjugada” e que o marido é “bastante agressivo”.

Como o ministro tem foro privilegiado, o caso chegou ao Supremo Tribunal Federal (STF). Sorteado relator, o ministro Celso de Mello mandou a Procuradoria Geral da República (PGR) se manifestar sobre o episódio, lembrando que investigação sobre o crime de lesão corporal não pode ser extinta mesmo com a retirada da queixa, de acordo com a Lei Maria da Penha.

No mesmo dia da discussão, a filha de Elida, Érica Matos, também prestou depoimento à polícia, acompanhando a mãe. Ela contou que não presenciou agressões físicas, mas ouviu gritos de Admar, que é seu padrasto. Afirmou que ouviu xingamentos durante a briga e disse que o padrasto é ciumento e que usa o status para "subjugar" a mãe.

Louvado O Senhor Jesus Cristo para sempre.

quarta-feira, 7 de setembro de 2016

MINISTÉRIO PÚBLICO DE FORMOSA/GO TERIA DECLARADO QUE UMA CRIANÇA MANDAR UM BEIJO PRA TRAVESTI É EROTIZAÇÃO E DISSE QUE SE O VÍDEO EM QUE UMA CRIANÇA APARECE MANDANDO BEIJO PARA TRAVESTIS NÃO FOR RETIRADO EM 48 HORAS ADOTARÁ MEDIDAS JUDICIAIS E DE RESPONSABILIZAÇÃO. "ATITUDE DISFARÇADAMENTE PRECONCEITUOSA DO MINISTÉRIO PÚBLICO PORQUE NÃO TINHA NADA ERÓTICO NO VÍDEO. TRANSFOBIA INSTITUCIONALIZADA DE UM ÓRGÃO PÚBLICO. OS CONSERVADORES PRECONCEITUOSOS SEMPRE RELACIONAM A TRANSEXUALIDADE COM A EROTIZAÇÃO E A PORNOGRAFIA. ATITUDE DE MARGINALIZAÇÃO E SILENCIAMENTO DO MINISTÉRIO PÚBLICO. A LUTA CONTRA A LGTBFOBIA É LUTAR TAMBÉM CONTRA AS INJUSTIÇAS DO ESTADO. O VÍDEO NÃO TEM QUALQUER CONOTAÇÃO SEXUAL, EROTIZAÇÃO DO MENOR OU EXPÕE O MENOR A SITUAÇÃO DEGRADANTE. VER O FATO DE MANDAR BEIJO PARA TRAVESTIS COMO SE MANDA BEIJO PARA A MAMÃE OU PARA ENTES QUERIDOS COMO ALGO ERRADO SÓ PODE SER VISTO COMO ALGO DISCRIMINATÓRIO. É NECESSÁRIO QUE PAREMOS DE OLHAR COM CONOTAÇÃO ERÓTICA OU SEXUAL TODAS AS VEZES QUE A HOMOSSEXUALIDADE OU A TRANSEXUALIDADE FOREM TRATADAS. NÃO SE PODE CALAR DIANTE DO PRECONCEITO. CRIANÇAS PODEM CONVIVER COM TRANSEXUAIS, TRAVESTIS E TRANSGÊNEROS. CRIANÇAS PODEM DIZER QUE QUEREM UM MUNDO SEM PRECONCEITO".




A Promotoria de Justiça de Formosa/GO após uma denúncia anônima recomendou que o vídeo "Um beijo pras Travestis" fosse retirado da internet e da page do grupo alegando que o menor que participa do vídeo foi exposto a situação de erotização e teve, por isso, sua imagem e integridade violada.

Ocorre que o vídeo em questão não possui nenhuma abordagem erótica, nem mesmo sexual. O vídeo manifesta apoio para travestis, transexuais e transgêneros. A comunidade forense deveria também apoiar essas pessoas nas suas lutas contra os preconceitos sociais que associam transexuais com promiscuidade, abominações e outros estereótipos.

Ocorre também que é importante se educar as crianças a respeito do respeito e o amor ao próximo, principalmente aos grupos mais perseguidos e discriminados como as pessoas trans. É necessário haver a construção de uma sociedade igualitária em direitos, que respeite também os direitos das minorias e a elas também sejam oferecidas as oportunidades. Por isso, foi considerado inaceitável que um órgão do Estado tenha agido nessa direção.


ATITUDE DISFARÇADAMENTE PRECONCEITUOSA DO MINISTÉRIO PÚBLICO PORQUE NÃO TINHA NADA ERÓTICO NO  VÍDEO

Paula Ribeiro
Paula Ribeiro Que absuuuurdo! Não tinha nada de erótico no vídeo. Preconceito disfarçado de "preocupação com a criança".


 TRANSFOBIA INSTITUCIONALIZADA DE UM ÓRGÃO PÚBLICO

Larissa Silva Nascimento
Larissa Silva Nascimento Trata-se claramente de um caso de TRANSFOBIA e opressão institucionalizada por um órgão público! Atitude absurda! #maisrespeitoporfavor

OS CONSERVADORES PRECONCEITUOSOS SEMPRE RELACIONAM  A TRANSEXUALIDADE COM A EROTIZAÇÃO E A PORNOGRAFIA


Michele Ferreira
Michele Ferreira O problema é que os conservadores sempre veem a transexualidade com erotização, e de forma ponográfica É típico do preconceito ! Mas vamos desconstruir ! #nãopassarão !



Carlos Araújo compartilhou a sua publicação.
1 h ·
Com certeza esse membro do ministério público é um conservador e fundamentalista religioso
Exibir anexo

ATITUDE DE MARGINALIZAÇÃO E SILENCIAMENTO DO MINISTÉRIO PÚBLICO
Dedeh Ramona Flowers
Dedeh Ramona Flowers A resposta foi linda,vey!
Até quando vão marginalizar e tentar silenciar?
Falar q uma criança mandando beijo pras travestis é erotização foi a formar mais absurda de expor a intolerância deles.



A LUTA CONTRA A LGTBFOBIA É LUTAR TAMBÉM CONTRA AS INJUSTIÇAS DO ESTADO

Paulo Reis
Paulo Reis Todo apoio e solidariedade ao EmpoderA Coletiva. A luta contra a LGBTfobia, é também a luta contra as injustiças do estado que tem função de atacar os setores oprimidos e explorados da sociedade.


ATITUDE PRECONCEITUOSA DO MINISTÉRIO PÚBLICO DE GOIÁS
Vejam o absurdo que o Ministério Público de Formosa/GO fez com o Empodera ColetivA por conta de um vídeo divulgado no dia da visibilidade trans que tinha como objetivo dar apoio e visibilidade as travestis e transexuais. O MP de Formosa de forma altamente preconceituosa e transfóbica associa a discussão de gênero e sexualidade à promiscuidade reproduzindo a transfobia que cujo o vídeo pretendia combater. Flávio Stonewall Carlos Daniel Gomes Toni Silvia Ferraro Jéssica Milaré



ÓRGÃOS PÚBLICOS QUE DEVERIAM PROPAGAR A IGUALDADE SÃO OS PRIMEIROS A REPRIMIR E PROPAGAR PRECONCEITOS


Os órgãos públicos que deveriam propagar o direito a igualdade, são os primeiros a reprimir e propagar pré-conceitos... lamentável...


MAIS UM CASO DE REPRESSÃO DO ESTADO LIGADO A TRANSFOBIA
Todo nosso seu apoio ao Empodera Coletiva, assim como a mãe e filho em questão, que apesar da pressão sofrida se mostrou forte para denunciar mais um caso de repressão do Estado diretamente interligado a TRANSFOBIA.
Infelizmente é comum vê a comunidade LGBT tendo sua imagem associada a erotização e marginalização de seus corpos, enquanto isso a violência contra travestis e transexuais só aumenta, o Brasil é o país que mais mata LGBT's no mundo!
Não vamos nos calar, vamos continuar denunciando casos de transfobia, homofobia, lesbofobia, bifobia e qualquer tipo de opressão sobre a comunidade LGBT, nem o Estado, nem o governo, nem a Polícia, nem a igreja, nem Bolsonaro ou Feliciano! Ninguém vai nos calar!
E para terminar...

#UmBeijoPrasTravesti




PESSOAS JULGAM COM ÓDIO NO CORAÇÃO

Natacha Moura
Natacha Moura É muito ódio no coração das pessoas... :(


O VÍDEO
No dia 29 de janeiro, dia nacional da visibilidade de travestis e transexuais, o Empodera Coletiva fez um pequeno vídeo para mostrar respeito e amor a esse grupo vítima da marginalização e da exclusão social. É o seguimento LGBT que mais sofre violência e, para muitos, o que mais carece de políticas públicas.




"O VÍDEO NÃO TEM QUALQUER CONOTAÇÃO SEXUAL, EROTIZAÇÃO DO MENOR OU EXPÕE O MENOR A SITUAÇÃO DEGRADANTE"






"VER O FATO DE MANDAR BEIJO PARA TRAVESTIS COMO SE MANDA BEIJO PARA A MAMÃE OU PARA ENTES QUERIDOS COMO ALGO ERRADO SÓ PODE SER VISTO COMO ALGO DISCRIMINATÓRIO"

"É NECESSÁRIO QUE PAREMOS DE OLHAR COM CONOTAÇÃO ERÓTICA OU SEXUAL TODAS AS VEZES QUE A HOMOSSEXUALIDADE OU A TRANSEXUALIDADE FOREM TRATADAS"



"NÃO SE PODE CALAR DIANTE DO PRECONCEITO. CRIANÇAS PODEM CONVIVER COM TRANSEXUAIS, TRAVESTIS E TRANSGÊNEROS. CRIANÇAS PODEM DIZER QUE QUEREM UM MUNDO SEM PRECONCEITO".


Louvado seja O Senhor Jesus Cristo para sempre.

quarta-feira, 9 de novembro de 2005

Procurador José Domingos Lucena (Presidente da CPIA - Comissão Permanente de Inquérito Administrativo) - mat. 11/20972 - arquiva o processo PROVIDÊNCIAS POR DISCRIMINAÇÃO a professora Faiza Khálida número 04/02743/03 em 31 de outubro de 2005.






ESTADO DO RIO DE JANEIRO
Prefeitura Municipal de Belford Roxo

Protocolo: 04/002743/03
Requerente: Xxxxxx FAGUNDES COUTINHO
Assunto: PROVIDÊNCIAS POR DISCRIMINAÇÃO
Data: 07/10/2003

EXCELENTÍSSIMO SENHOR PREFEITO DO MUNICÍPIO DE BELFORD ROXO

Xxxxxx  FAGUNDES COUTINHO,
Admissão: 02/03/95,
Matrícula: 5508 e 14725,
Cargo: PROFESSORX Língua Inglesa,
Regime: ESTATUTÁRIO,
Secretaria: SEMED,
Identidade: 09089680-4,
CPF: 024114147-81

Vem requerer a Vossa Excelência que se digne a conceder:

Providências pela discriminação por orientação sexual que sofri na Escola Municipal São Bento em cumprimento a lei estadual número 3406/00 do Estado do RJ.

Belford Roxo, 07 de outubro de 2003.





Folha número 8
NA FOLHA 08 DOS AUTOS DO PROCESSO ADMINISTRATIVO 04/2743/03  CONSTA O FORMULÁRIO DE REFERÊNCIA DO CENTRO PSIQUIÁTRICO DO RIO DE JANEIRO de 10/07/2003 INFORMANDO O MEU TRANSTORNO PSIQUIÁTRICO E O MEU ADOECIMENTO NO ESTADO DE SAÚDE MENTAL.






SERVIÇO PÚBLICO ESTADUAL
SECRETARIA DE ESTADO DE SAÚDE
SUBSECRETARIA DE SAÚDE
SUPERINTENDÊNCIA DE SAÚDE
CENTRO PSIQUIÁTRICO RIO DE JANEIRO

Rio de Janeiro, 10/07/2003

FORMULÁRIO DE REFERÊNCIA

Encaminhamos Xxxxxx Fagundes Coutinho
Ao CAPS / LESLIE
Rua/Av. Marechal Deodoro, 147 Centro Bairro 25 de Agosto

Observação: Ambulatório de Psiquiatria

     X Srx Xxxxxx de 30 anos, foi atendidx em nossa emergência e foi orientadx pelo médico a iniciar tratamento c/ atendimento regular no ambulatório.
     Queixa-se muita cefaleia, insônia, muito agressivx, chora c/ facilidade, vontade de se matar, tristeza.
     Solicitamos atendimento em consulta p/ x mesmo que reside na área abrangente deste serviço.
Fizemos contato por tel. X paciente foi agendado p/ Dia 17/7/03 às 13:00hs c/ Dra Rosângela.
     Grata
Assistente Social 

CENTRO PSIQUIÁTRICO RIO DE JANEIRO
Pça. Coronel Assunção s/n Saúde Rio de Janeiro/RJ
CEP: 20220-480 Tel: 2516-5504 Fax: 2516-9451
CNPJ: 42.498.7170022-80


Folha 09
NA FOLHA 09 DO PROCESSO ADMINISTRATIVO 04/2743/03 A DOUTORA PSIQUIATRA E HOMEOPATA ROSÂNGELA RIBEIRO DA SILVA (CRM 5256514-3) DO CENTRO DE ATENÇÃO PSICOSSOCIAL LESLIE SANFORD CHAVIN SOLICITA TRATAMENTO PSIQUIÁTRICO PARA MIM EM 17/07/2003.



 

Folha 3



Assédio Moral, Discriminação, Relatório Criminoso, Danos Morais.
Sofrimentos
Fui proibida desde setembro de 2002 de me aproximar a 100 metros da Escola Municipal São Bento, pois eu perderia o meu emprego e a minha vida se assim o fizesse e nunca mais arrumaria mais emprego em lugar nenhum.
Situações constrangedoras
Fiquei proibida de trabalhar, fiquei em casa por 2 meses sem saber o que seria da minha vida e sem poder retornar para a escola onde trabalhei 8 anos.
Fiquei perturbada, fragilizada, desorientada, com os nervos pronto pra explodir, paranoica, em depressão com as pessoas que ficavam me chamando de Xxxxxxxxx debochando da minha sexualidade.




Folha 4



Era desrespeitada no exercício da minha função, dava aulas sendo chamada de viado, discriminada, me jogavam terra.
Simulação e mentira de que eu não entreguei o planejamento. Ameaça. Coação. Má-fé. Assassinato.
A Sra. professora Leila Bonine se empenhava em me prejudicar aproveitando-se do meu estado de transtorno e fragilidade e a assinarem o tal relatório me incriminando, pois EU ERA HOMOSSEXUAL, A IGREJA CATÓLICA CONDENA O HOMOSSEXUALISMO. ELA ERA MUITO CATÓLICA E EU DEVERIA SER CONDENADA.
A senhora professora Leila Bonine procurava alunos da escola para induzir que os mesmo relatassem afirmações que incriminasse a minha conduta na sala de aula.
Os alunos realizaram manifestação na Escola, na SEMED e ao vereador local pedindo o meu retorno a Escola e que me aceitassem, pois tornaram a minha situação de fragilidade pessoal e emocional, com má-fé, em motivo para eu perder o emprego.

FOTO: PROFESSORA CATÓLICA LEILA BONINE

Folha 17




Procurador Municipal e Presidente da Comissão Permanente de Inquérito Administrativo José Domingos Lucena (mat: 11/20.972) diz no processo em 24/10/2005 que a professora Leila Bonine deve ser convidada a ler a Lei Antidiscriminatória do Estado do Rio de Janeiro 3.406/02 do governador Anthony Garotinho de 15 de maio de 2000 que estabelece penalidades aos estabelecimentos e agentes do poder público que discriminem pessoas em razão de sua orientação sexual e dá outras providências.





Folha 05
 



O relatório criminoso discriminatório da diretora Vera Lúcia Castelar de 2002 sobre meu desempenho técnico usado para me excluir foi assinado apenas por 2 pessoas que não exerciam na Escola funções de nível superior. Só assinaram isso porque foi uma ordem da ex-diretora Vera Lucia Castelar. Esqueceu-se de mencionar no relatório a opinião dos alunos, pais, pessoas da comunidade, professores e da orientadora educacional Eliane que elogiou a minha forma de trabalhar no Conselho de Classe.


Folha 17




Procurador José Domingos Lucena (Presidente da CPIA - Comissão Permanente de Inquérito Administrativo) - mat. 11/20972 - arquiva o processo PROVIDÊNCIAS POR DISCRIMINAÇÃO a professora Faiza Khálida número 04/02743/03 em 31 de outubro de 2005.
1- OS PRIMEIROS TRATAMENTOS PSICOLÓGICOS APÓS VIVÊNCIAS TRAUMÁTICAS NO TRABALHO e INÍCIO DO USO DE MEDICAMENTOS PSICOTRÓPICOS CONTÍNUOS EM 2003 PARA CONSEGUIR TRABALHAR. 









4- Secretaria de Educação e Procuradoria Municipal de Belford Roxo me puniram por escrever nos diários de classe que tinha fortes dores de cabeça na escola e que a escola para mim era um lugar de traumas emocionais e profissionais.



5- Havia descaso com meu estado psicológico e mental.



6- Procuradores de Belford Roxo não levavam em conta meu estado mental.




7- A perturbação mental começou em 2002 quando fui ameaçada de ruína e morte pela subsecretária de educação de Belford Roxo após anos sofrendo homofobia em escola municipal.



8- Nova ameaça de morte em escola em 2007 piorou meu quadro psicológico e mental.




9- Roubo dos meus 2 aparelhos portáteis que eu utilizava para dar aulas contribuiu para meu estado de abatimento, desânimo, desmotivação e depressão.



10- Relatório técnico sobre meu desempenho em 2002 me trouxe danos  profissionais e pessoais.



11- Primeira parte - sobre danos gerados pelo relatório técnico de 2002.



12- Segunda parte - sobre danos gerados por relatório técnico de 2002.




13- Mais um evento traumático comigo ficou impune devido ao meu estado de abatimento, apatia e inércia. Eu fui retirada à força de dentro do banheiro feminino da Prefeitura e jogada no chão da escada por aproximadamente 8 guardas-municipais a mando do subsecretário Paulo Allevato.



14- Funcionários públicos municipais de Belford Roxo desrespeitavam a identidade de gênero de transgêneros, travestis e transexuais.



15- Procurador de Belford Roxo LORIVAL ALMEIDA DE OLIVEIRA mentiu dizendo que eu havia recebido cópia de processo para ter como me defender. Na ESCOLA MUNICIPAL JORGE AYRES DE LIMA não me deram cópia de nada e de nenhum processo. Não me deixaram ler o processo ou tirar cópia dele. 



16- Orientadora se mobilizava para me tirar de escola municipal de Belford Roxo e me prejudicava, exclusão e isolamento.



17- Em 2009, o subsecretário municipal de Educação de Belford Roxo Miguel de Sousa Ramiro que prometeu mandar a minha frequência pelo período coberto pelo LAUDO MÉDICO PSIQUIÁTRICO, 2 semanas depois disse para mim que havia esquecido de tudo inclusive do MEU LAUDO MÉDICO mediante a pressão do supervisor educacional, consultor e assessor jurídico Jorge Silva (mat. 54368). OFÍCIOS REFERENTES A MIM FORAM EXTRAVIADOS NA SEMED (secretaria municipal de educação de Belford Roxo).



18- A PREFEITURA MUNICIPAL DE BELFORD ROXO, A PROCURADORIA MUNICIPAL E A SECRETARIA DE EDUCAÇÃO NUNCA ADMITIAM EM PUNIÇÃO, OCORRÊNCIA, RELATOS, RELATÓRIOS, PROCEDIMENTOS ADMINISTRATIVOS E INQUÉRITOS, INCLUSIVE OS QUE ME DEMITIRAM DEFINITIVAMENTE DO FUNCIONALISMO PÚBLICO MUNICIPAL, QUE EU ATRAVESSAVA TANTO UM PROCESSO BIOQUÍMICO DIÁRIO QUE AFETAVA  TODA A MINHA MENTE E TODO O MEU CORPO COMO TAMBÉM  ATRAVESSAVA UMA REALIDADE QUE ME CAUSAVA SOFRIMENTO.



19- O RELATÓRIO SOBRE O II CONSELHO DE CLASSE DE 2007 NA ESCOLA MUNICIPAL JORGE AYRES DE LIMA FEITO PELA ORIENTADORA PEDAGÓGICA CONCEIÇÃO COM O OBJETIVO discriminatório DE ME PREJUDICAR.



20- 2002 foi o ano em que pela primeira vez eu senti que havia ficado doente por causa do trabalho.



21- Procuradora de Belford Roxo DÉBORA FERNANDES CORDEIRO PINTO (matrícula 80/28.585) também ligada a igreja evangélica recusou por 2 vezes o meu pedido de readmissão. FOI CURTA E GROSSA. NÃO COMENTOU SOBRE O LAUDO MÉDICO APRESENTADO. NÃO SE INTERESSOU EM AVERIGUAR O QUADRO PSIQUIÁTRICO. NÃO FEZ REFERÊNCIA AOS PROBLEMAS SOCIAIS E AO PRECONCEITO NO TRABALHO. IGNOROU TUDO SIMPLESMENTE.


22-  Não condene alguém com transtorno bipolar com sintomas psicóticos no mundo do trabalho. É o que eu posso ensinar às pessoas para que o mundo seja um pouco melhor  diante do quadro em que eu vivi no meu emprego de professora concursada e efetiva da Prefeitura Municipal de Belford Roxo.



23- Em 1/10/2005 o Jornal O DIA informava na sua reportagem que eu havia começado a tomar hormônios em 2002 e a fazer procedimentos como o laser, que eu enfrentava um processo transexualizador e que eu necessitava inclusive da adequação burocrática e administrativa. O jornal O DIA também informava que eu fazia acompanhamento com psicólogos e tomava remédios como calmantes e antidepressivos por determinação médica.




(Professora Faiza Khálida Fagundes Coutinho - Prefeitura Municipal de Belford Roxo, matrículas 5508 e 14725, Identidade 09089680-4, CPF 024114147-81)


Ninguém precisa ser gay para lutar contra a homofobia 

Jesus é o caminho
 
Louvado o Senhor Jesus Cristo para sempre.