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quarta-feira, 16 de agosto de 2017

Andrei Apolonio, estudante de artes da UFF, de 23 anos denunciou homofobia na Delegacia de Polícia. “Eu entrei em um lugar para fazer um Boletim de Ocorrência sem nenhum arranhão e sai aos cacos e sem o registro", disse Andrei

"Hey amigxs, hoje faz uma semana q fui torturado dentro de uma delegacia por um policial.
Não consigo achar palavras para descrever tamanha violência sofrida. Fui torturado e humilhado por um policial em serviço dentro de um estabelecimento q deveria proteger a população. A todo momento o agressor citava palavras LGBTfóbicas e dizia o quanto nós LGBTs utilizamos de privilégios para conseguirmos o q queremos há qlqr hora, no meu caso eu ser gay e querer fazer um registro de ocorrência de madrugada seria uma prova desses privilégios. Nessa madrugada do dia 13 vivenciei o q seria a pior noite da minha vida, fui na intenção de registrar um furto de celular e sai com o rosto quase desfigurado e sem três dentes tudo por conta das agressões causadas por um policial. O que começou como lições de morais de como saber se comportar como um "homem" de verdade acabou virando tortura em cárcere privado. Fui discriminado pela forma de me vestir, de andar, falar e por cursar artes, curso qual só caberia mesmo um gay querer fazer. Após debater com o policial sobre essa perspectiva fui taxado como deboxado oq desencadeou o início das agressões físicas, levando tapas na cara e orelha. Cheguei a fugir da delegacia por medo mas não consegui passar do estacionamento​ sendo agarrado e conduzido de volta para a parte interior da delegacia. Esse ato de fuga enfureceu ainda mais o policial q acabou potencializando as agressões com socos na cara me tirando 3 dentes. Após esse fato eles perceberam o tamanho da gravidade, acabei sendo conduzido para um hospital junto ao agressor, nesse hospital me negaram ate o direito de conversar com a médica q me atendeu. Fui liberado logo após e foi onde resolvi procurar ajuda e denunciar tais violências. Sinto que não fui violentado por eu ser apenas eu mas sim por também ser um LGBT e por ser um LGBT sei que essas barbáries não podem mais acontecer, já tive amigos que tiveram suas vidas arrancadas por conta da homofobia, não foi o meu caso já que estou vivo e podendo contar um pouco dq aconteceu, FUI AMEAÇADO DE MORTE PELO POLICIAL e temo por isso mas não posso aceitar q mais ninguém passe pelo q passei. 
Denuncie qlqr violência sofrida!!"

http://www.jb.com.br/rio/noticias/2017/07/14/estudante-da-uff-denuncia-agressao-de-policial-por-lgbtfobia/

http://www.jb.com.br/rio/noticias/2017/07/28/andrei-se-diz-encorajado-apos-ato-em-sua-defesa-e-contra-a-homofobia-em-niteroi/

Homofobia dentro da Delegacia de Polícia. Espancamento por ser homossexual.
Andrei Apolonio, estudante de artes da UFF, de 23 anos denunciou homofobia na Delegacia de Polícia.
Ele contou que comemorava o fim do primeiro período na Universidade com amigos. Ao voltar para casa adormeceu no ônibus e quando acordou percebeu que seu celular havia sido furtado. Por isso ele foi até a Delegacia para fazer o Registro de Ocorrência. Lá na Delegacia de Polícia ele foi agredido pelo policial que estava fazendo o plantão. As violências que ele sofreu na Delegacia de Polícia foram verbais e físicas.
O estudante contou que ele foi arrastado para dentro da Delegacia ao mesmo tempo em que era humilhado por sua orientação sexual. Após ele tentar fugir,ele novamente foi agredido fisicamente e perdeu 3 (três) dentes. O fato estarrecedor é que o estudante entrou sem nenhum arranhão para registrar uma ocorrência e saiu de lá sem conseguir fazer o Registro e aos cacos. O estudante ainda relatou que houve ameaça de morte caso ele denunciasse o ocorrido, que da mesma forma que foi feito aquilo com ele, podia ser passado um pente nele.
O estudante relatou que vivia o melhor momento de sua vida até acontecer isso e ele deseja fazer Justiça, mas sabe que para que isso acontecesse ele vai depender de outros policiais. Essa experiência foi um trauma que Andrei viveu. O programa Rio sem Homofobia relatou que mais de 700 lgbts procuraram atendimento no Centro de Cidadania LGBT Leste da Região, seriam 1 caso registrado por dia. No Brasil é praticamente um assassinato lgbt por dia.
Benny Briolly, assessora parlamentar e transsexual, contou que lida diariamente com essas estatísticas e disse que o caso do Andrei mostra que um agente do estado que deveria dar segurança, registrar e combater o crime se torna  um agente do crime e agressor.
O Secretário de Direitos Humanos Átila Nunes determinou todo o suporte do Estado para o estudante Andrei. O próprio secretário Átila nunes fez declaração a imprensa condenando a Lgbtfobia e em favor de investigação e punição ao responsável. O jovem seria recebido pelo superintendente Fabiano Abreu.
Andrei recebeu apoio não apenas do órgão do Governo do Estado do Rio de Janeiro de Direitos Humanos,  um ato em sua defesa foi realizado em Niterói. Um documento de repúdio foi assinado por vários movimentos de lutas contra a Lgbtfobia, violência e opressão promovida pelo próprio Estado. A Defensoria Pública do estado do Rio de Janeiro pediu a Corregedoria de Polícia afastamento e suspensão do porte de arma do policial apontado como o agressor de Andei. O documento foi entregue também ao Ministério Público.
A Coordenadora do Núcleo de Defesa dos Direitos Homoafetivos e Diversidade Sexual (Nudiversis) Lívia Cassares relatou em entrevista que eles recebem muitas denúncias de violência institucional, preconceitos, discriminações que são praticados por agentes do próprio Estado que é responsável por proteger a cidadania. O Nudiversis presta apoio jurídico técnico multiprofissional e acolhimento nas violações em diversos âmbitos incluindo família, instituições públicas e saúde, estando a disposição da população para remediar esses problemas.

https://faizakhalida.blogspot.com.br/2017/08/andrei-apolonio-estudante-de-artes-da.html

http://www.jb.com.br/rio/noticias/2017/07/14/estudante-da-uff-denuncia-agressao-de-policial-por-lgbtfobia/

http://www.jb.com.br/rio/noticias/2017/07/28/andrei-se-diz-encorajado-apos-ato-em-sua-defesa-e-contra-a-homofobia-em-niteroi/

Louvado O Senhor Jesus Cristo para sempre.

segunda-feira, 14 de agosto de 2017

Travesti sofreu violência dentro da sua própria casa. Uma hipótese levantada é que Charliane respondia insultos na rua quando a constrangiam pela sua identidade quando ela andava na comunidade João paulo II. Ela não tem antecedentes criminais.


Pelo menos dois homens entraram na residência onde uma travesti morava para tentar assassiná-la no Ceará. Os familiares da vítima teriam entrado em luta corporal com os suspeitos. Informações do 26º Distrito Policial. Uma hipótese levantada é que Charliane respondia insultos na rua quando a constrangiam pela sua identidade quando ela andava na comunidade João Paulo II. Ela não tem antecedentes criminais.

Este é pelo menos o sexto caso de violência contra travestis no Ceará que pôde vir a público em 2017. 



Transexuais assassinados no Ceará

31/7 – Gaby Sousa, 21 anos – Assassinada a tiros em Maracanaú

2/7 – Rayane, 35 anos. Assassinada com 15 tiros em Horizonte

2/ 7 – Larissa. Assassinada com 5 tiros no Vicente Pinzón

25/6 – Salomé Bracho, 25 anos. Assassinada a tiros por dois homens em São Luís do Curu

15/6 – Julhão Petruk, 20 anos. Homem trans assassinado com tiros no rosto no bairro Autran Nunes

15/5 – Ketlin, 31 anos. Encontrada morta a facadas em Juazeiro do Norte

9/5 – Jennifer Holanda. Assassinada a tiros em Itaitinga

27/4 – Pinha Priscila. Assassinada por espancamento no Conjunto José Walter

12/4 – Hérika Izidoro. Morreu dois meses depois de ser espancada e atirada de um viaduto na avenida José Bastos.

15/2 – Dandara dos Santos, 42 anos. Assassinada após espancamento no bairro Bom Jardim

30/1 – Paola Oliveira, 30 anos. Encontrada morta em Russas, com marcas de espancamento.


http://cnews.com.br/cnews/noticias/115678/travesti_e_baleada_durante_atentado_em_fortaleza

http://aranews.com.br/portal/index.php/regional/1094-travesti-vitima-de-tentativa-de-assassinato-na-sabiaguaba

Louvado seja O Senhor Jesus Cristo para sempre.

terça-feira, 1 de agosto de 2017

Constrangimento homofóbico no palco durante show da banda Forró de Qualidade. FORRÓ DE QUALIDADE VIADO PALHA E HOMOFOBIA?

Um jovem sofreu constrangimento depois de ser chamado ao palco durante show da banda Forró de Qualidade em Morada Nova no interior do Ceará. Devido ao sofrimento que ele passou, no dia seguinte ele registrou queixa contra a banda Forró de Qualidade por homofobia e agressão. Em uma das imagens é possível ver o vacalista da banda, identificado como Alesson Porto, segurando na cintura do fã no meio do show e simulando movimentos sexuais por trás dele. Para fugir das investidas do cantor, o jovem tenta se esquivar, andando pelo palco.

No vídeo ainda é possível ouvir o vocalista gritar com o jovem: “Ô, viado palha. Isso que dá chamar viado. Sai daqui, viado!”, o jovem é arrastado para fora, e chega a levar um chute de outro integrante da banda.




Louvado seja O Senhor Jesus Cristo para sempre.

https://extra.globo.com/casos-de-policia/jovem-presta-queixa-contra-banda-de-forro-por-homofobia-agressao-em-show-video-21654860.html

EXTRA
https://extra.globo.com/casos-de-policia/jovem-presta-queixa-contra-banda-de-forro-por-homofobia-agressao-em-show-video-21654860.html

Jovem presta queixa contra banda de forró por homofobia e agressão em show; vídeo

Vídeos que circulam pelas redes sociais mostram uma grande confusão durante um show da banda Forró de Qualidade, em Morada Nova, no interior do Ceará. Nas imagens, é possível ver um jovem sofrendo constrangimento e até mesmo agressões físicas depois de ser chamado ao palco pelo grupo

No dia seguinte ao show, o jovem registrou queixa contra a banda por homofobia e agressão, de acordo com o delegado de Morada Nova, Luciano Berreto. Segundo ele, a equipe da unidade está investigando o caso, ocorrido no último dia 26 de julho.

- A vítima foi encaminhada para fazer corpo de delito. Vamos analisar as imagens com calma para dar seguimento à investigação - conta o delegado, que não revela o nome da vítima.

Em uma das imagens, é possível ver o vocalista da banda, Alesson Porto, segurando na cintura do fã, no meio do show, e simulando movimentos sexuais por trás dele. Para fugir das investidas do cantor, o jovem tenta se esquivar, andando pelo palco.

No vídeo ainda é possível ouvir o vocalista gritar com o jovem: “Ô, viado palha. Isso que dá chamar viado. Sai daqui, viado!”, o jovem é arrastado para fora, e chega a levar um chute de outro integrante da banda.

Segundo o assessor jurídico da banda, Leonardo Feitosa Arrais, os vídeos que circulam nas redes sociais "não condizem com a realidade dos fatos", pois são trechos editados para prejudicar a imagem do grupo.

- A banda destaca que a verdade virá à tona quando as investigações forem concluídas. O rapaz vitimizou para ferir a imagem do grupo - explica o assessor.

Louvado O Senhor Jesus Cristo para sempre.

domingo, 30 de julho de 2017

A travesti Jéssica Dime de apenas 23 anos está em um monte de aparelho, com a cara inchada, toda enfaixada do pescoço para baixo e corre risco de morrer. Jéssica teve o corpo incendiado. A queimadura afetou as costas e, por isso, ela pode pegar pneumonia. Está isolada no CTI, segundo a irmã contou muito abalada. Contou que sempre escuta notícias como transfobia, preconceito e violência de gênero em jornal, mas nunca acreditou que iria acontecer isso com eles. A mãe precisou ser medicada.

Jéssica teve ferimentos em quase todo o corpo

A travesti Jéssica Dime de 23 anos entrou no hotel Alcântara em São Gonçalo, Rio de Janeiro acompanhada de um homem para realizar um programa. Hóspedes preocupados com as chamas no quarto onde Jéssica estava acionaram a polícia que encontraram ela caída no chão, com sinais de esganadura e o corpo parcialmente queimado. Ela permanece internada em grave estado no Hospital Estadual Alberto Torres. A mãe ao visitar Jéssica no Hospital precisou ser amparada. A irmã da vítima, Joyce Pereira, relatou ao Jornal Extra que foi um choque para a mãe ver a filha com aquele monte de aparelho, com a cara inchada, toda enfaixada do pescoço para baixo. Foi um choque porque a família está acostumada a ver ela toda alegre. A irmã da vítima contou que sempre escuta notícias como  transfobia, preconceito e violência de gênero em jornal, mas nunca acreditou que iria acontecer isso com eles.


Segundo Joyce, irmã da travesti Jéssica Dime, as testemunhas relataram que o homem saiu para comprar bebida e voltou para o hotel. Jéssica estava vestida quando teve o corpo incendiado. No quarto, a televisão e a parede teriam ficado danificados, não a cama. O suspeito fugiu e trancou a porta, na qual a vítima bateu com força para pedir socorro.


Disse Joyce:
— Como um cara sai do hotel, volta e não tem identificação dele? Vamos orar para a gente ter força nesse momento. Deus está no comando — frisou a irmã.


Joyce ainda contou que a mãe precisou ser medicada e ela está muito abalada com o estado da sua irmã e sabe que ela corre risco de morrer. A queimadura afetou as costas e, por isso, ela pode pegar pneumonia. Está isolada no CTI, queimou muito, só não pegou no rosto — relatou a irmã de Jéssica Dime.

O coletivo Grupo Liberdade/Santa Diversidade acompanha as investigações. O grupo quer a tranferência do caso da 74ª DP (Alcântara) para a Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher (Deam). Há uma convicção que isso tem fundo de crime de ódio motivado por transfobia segundo O coletivo Liberdade/Diversidade. Eles querem a transferência do caso para a Deam porque a delegacia de Alcântara está lotada e é um caso de violência de gênero — explicou o fundador do grupo, Wells Castilhos.




EXTRA
https://extra.globo.com/casos-de-policia/policia-investiga-ataque-travesti-que-teve-corpo-queimado-no-rio-21646184.html

Polícia investiga ataque a travesti que teve o corpo queimado, no Rio


Uma travesti de 23 anos sofreu uma tentativa de homicídio e teve parte do corpo queimada em um hotel de Alcântara, em São Gonçalo, na Região Metropolitana do Rio. Jéssica Dime entrou no estabelecimento acompanhada de um homem, ainda não identificado, para realizar um programa, na madrugada de sexta-feira. Hóspedes preocupados com as chamas no quarto acionaram a polícia, que encontrou a jovem caída no chão. Jéssica permanece internada em estado grave no Hospital Estadual Alberto Torres.

— Havia sinais de tentativa de esganadura, e o corpo estava parcialmente queimado. Já estamos verificando os funcionários que trabalharam naquela noite para ouvi-los já na segunda-feira. Principalmente, queremos ouvir a Jéssica, que está no hospital — destacou a delegada Carla Tavares, titular da 74ª DP (Alcântara).

Irmã da vítima, Joyce Pereira contou que a família soube do ataque por colegas de Jéssica. Naquele momento, porém, não imaginavam a dimensão dos ferimentos. A jovem nunca havia relatado qualquer ameaça à família. Na visita do hospital, porém, a mãe dela precisou ser amparada.

— Foi um choque na hora de ver. Só pode entrar um de cada vez. Minha mãe pensou que era uma pequena queimadura, como a gente queima em casa. Quando ela viu (a Jéssica), com aquele monte de aparelho, sedada, com a cara inchada, toda enfaixada do pescoço para baixo... Foi um choque porque estamos acostumados a ver ela toda alegre. Eu achei que era exagero da minha mãe, mas não. A gente sempre escuta a notícia em jornal, sabe que o risco corre, mas nunca acredita que vai acontecer com a gente — explicou Joyce.

Segundo Joyce, testemunhas relataram que o homem saiu para comprar bebida e voltou para o hotel. Jéssica estava vestida quando teve o corpo incendiado. No quarto, a televisão e a parede teriam ficado danificados, não a cama. O suspeito fugiu e trancou a porta, na qual a vítima bateu com força para pedir socorro.

— Como um cara sai do hotel, volta e não tem identificação dele? Vamos orar para a gente ter força nesse momento. Deus está no comando — frisou a irmã.

'Crime de ódio'

A mãe de Jessica precisou ser medicada ao saber do crime. A irmã estava tão abalada que nem conseguiu prestar atenção às informações sobre o estado de saúde da irmã. Sabe apenas que Jéssica ainda corre risco de morrer, mas que a pouca idade e a saúde forte devem contribuir para a recuperação.

— Ele falou que as primeiras horas eram decisivas, que ela é nova e é forte, então pode sair bem dessa. A queimadura afetou as costas e, por isso, ela pode pegar pneumonia. Está isolada no CTI, queimou muito, só não pegou no rosto — relatou a irmã.

O coletivo Grupo Liberdade/Santa Diversidade acompanha as investigações e presta suporte à família. A ideia é solicitar a tranferência do caso da 74ª DP (Alcântara) para a Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher (Deam).

— Isso tem fundo de crime de ódio motivado por transfobia. Quando a polícia foi acionada, o criminoso já tinha saído. Vamos tentar transferir o caso para a Deam porque a delegacia de Alcântara está lotada e é um caso de violência de gênero — explicou o fundador do grupo, Wells Castilhos.

Louvado O Senhor Jesus Cristo para sempre.

quinta-feira, 6 de julho de 2017

Homem trans Lucas Gabriel sofreu agressão transfóbica dentro de ônibus em Fortaleza no Ceará

Em Fortaleza Homem trans sofre transfobia em ônibus
Lucas Gabriel Mello de 23 anos sofreu agressão por 2 homens dentro de um ônibus em Fortaleza no Ceará.

Dentro do ônibus, os 2 homens falavam a ele que mulher que quer ser homem deveria morrer. Um dos rapazes puxou sua mochila e o outro rapaz apertou o seu braço entre as coisas horríveis que lhe falavam, e antes de eles descerem do ônibus, lhe deram um tapa.

Como Lucas Gabriel não conhecia os agressores, a única motivação para a violência sofrida foi a transfobia, o preconceito com relação a sua identidade de gênero.

Lucas fez o Boletim de Ocorrência na Delegacia, mas lamenta não existir uma Lei que criminalize a transfobia, a LGBTfobia. Lucas relatou a um jornalista que na primeira vez se calou, mas dessa vez decidiu não se calar e não abaixar a cabeça para não estar coparticipando com o ato preconceituoso e  com a intolerância.

Louvado O Senhor Jesus Cristo para sempre.

domingo, 2 de julho de 2017

BAILE MEDICINA UFRJ E RIO UNIVERSITÁRIO COM PABLLO VITTAR NO CLUBE MONTE LÍBANO. (AV. BORGES DE MEDEIROS, 701 - LEBLON) - A MAIOR CHOPADA LGBTFÓBICA - Uma noite inesquecível de desrespeito a Diversidade - Luciana tomou um soco na cara de um segurança de Pablo Vitar (que se dizia segurança de Pablo Vitar). Indianara Sophia levou um soco também. Era uma Festa Inclusiva da Diversidade. Jobson Camargo foi arrastado pela Festa e tomou chutes na altura dos peitos. Maria Eduarda Aguiar ficou em cárcere privado sendo constrangida ilegalmente. A Organização da Festa que havia lhes garantido segurança, permaneceu passiva perante as agressões odiosas ocorridas pelos seguranças no estilo Idade Média. A PM foi omissa e não fez o reconhecimento dos agressores demonstrando poco caso com o sofrimento dos LGBTs. Os seguranças da Pabllo Vittar são agressores de mulheres e travestis e agiram com ódio. EVENTO TINHA FOCO DE REPRESENTATIVIDADE PARA LGBTS RELACIONADO A semana do ORGULHO LGBT. VISÃO MACHISTA DE MÉDICOS DA UFRJ. A Drag Pabllo Vittar apagou ou mandou apagar todos os comentários que questionaram a agressão que pessoas T sofreram em um dos seus shows no Rio de Janeiro. ABUSOS, EXCESSOS, AGRESSÃO PRECONCEITUOSA DE SEGURANÇAS. ESSA É A FORMA QUE SE RESOLVE: ESPANCAMENTO. NADA NOVO DEBAIXO DA TRANSFOBIA. Esse povo só está preocupado com uma coisa: DINHEIRO NO BOLSO. Travestis e transexuais que morram

Maria Eduarda Aguiar: Só quem sofreu a violência é que sabe. A Pablo Vitar viu elas apanharem porque não interviu? Ou prestou solidariedade? Grande ativista essa drag.

Maria Eduarda Aguiar só quem sofreu a violencia é que sabe. A pablo vitar viu elas apanharem pq não interviu? ou prestou solidariedade? grande ativista essa drag

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alguns segundos atrás

Maria Eduarda Aguiar: Eu estava lá e sofri constrangimento ilegal desses jagunços

Maria Eduarda Aguiar eu estava la e sofri constrangimento ilegal desses jagunços


Laura Molinari: Meu irmão foi nessa festa ontem, voltou com a camisa suja de sangue ... disse que estavam batendo muito nos gays e nas trans. Surreal, que ódio.


Laura Molinari Meu irmão foi nessa festa ontem, voltou com a camisa suja de sangue, não sabia o que tinha acontecido, mas disse que tavam batendo muito nos gays e nas trans. Surreal, que ódio

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MOVIMENTO LGBT
PREOCUPAÇÃO COM IMAGEM DE PESSOAS
ENQUANTO OS QUE LUTAM TOMAM "PORRADA"

Leona Barros: "Estou nem aí para a imagem dele, estou mais preocupada com meus colegas de lutas que foram agredidos".

Leona Barros To nem ai para a imagem dele, to mais preocupada com meus colegas de lutas que foram agredidos.

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Erika Hilton: A Drag Pabllo Vittar apagou ou mandou apagar todos os comentários que questionaram a agressão que pessoas T sofreram em um dos seus shows no Rio de Janeiro. 

Eu estou perplexa que a Drag Pablo apaga, ou manda apagar, todos os comentários qiw questiona a agressão que algumas pessoas T sofreram em um dos seus shows no Rio de Janeiro.
Uma dessas pessoas T era a grande amiga e companheira de luta Indianara Sophia.
Indianara tentou subir ao palco como representante da casa Nem, uma casa de resistência e luta que fortalece e é construída pelas travestis e mulheres transexuais.
Nós esperamos que O Pablo se posicione e inclusive procure essas pessoas agredidas. Pq basta de violência e ódio contra nossas irmãs e irmãos T!

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"Ocorreram agressões a LGBTs no show da Pabllo Vittar
Preocupação maior com a imagem da artista do que
com a agressão que as trans e Lgbts sofreram"


Luc Sampaio É sério que vocês estão mais preocupados com a imagem da Pablo Vittar do que com a agressão absurda que o coletivo sofreu????? 
Eu tenho desgosto dessa militância.

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Vitor Silva: HOMENS AGREDIRAM MULHERES TRANS FORTEMENTE EM EVENTO COM FOCO LGBT


Vitor Silva com Ceds Rio e outras 9 pessoas.
o evento nesta sexta, A MAIOR do BAILE - Medicina UFRJ | Pabllo Vittar & Mc TH & Delano
Pois equipe de segurança de Pabllo PV repreenderam agressivamente Indianara Siqueira que foi convidada pela turma de Medicina, para ser representatividade de LGBTIQS
Pois Equipe de segurança contratada pela produtora e seguranças de Pabllo Vittar agrediram Luciana Vasconcelos e Indianara Siqueira, Rhariane Maia, Lucas Pinheiro, Vitor Silva. seguranças reprimiu Indianara que foi comprimentar Pabllo Vittar, e informada que não podia ter acesso e foi retirada jogada das escadas por seguranças, grades foram lançadas encima. Pois Pabllo Vittar que sentiu que estava rolando grande tumulto nos bastidores e parou de cantar e perguntou em microfone o que estava acontecendo pois a produção Silêncio a pergunta de Pabllo Vittar e prosseguiu o show
Rhariane Maia foi jogada no chão por seguranças do evento, Luciana Vasconcelos foi cercada por seguranças, Indianara e Vitor foram jogadas da escada para fora. Pois a equipe do Rio Universitário foi acionada no momento se manifestou acusando
Luciana Vasconcellos começou com agressões. Pois sim na hora de defesa, mais começaram pela parte que iam usar para auto-defesa que eles criaram para eles. Pois Luciana estava sendo agredida por mais de dez seguranças, Luciana Vasconcellos no momento so lhe restou se defender de uma equipe de seguranças transfóbicas, que agrediram e lançaram escada a baixo também
Uma equipe de segurança MX, poucas mulheres de seguranças. As poucas que estavam presente foram repreendidas por homens que foram encima de mulheres trans e Agrediram fortemente. Pois equipe de produção de Pabllo Vittar já foi acionada e não se manifestou , Pois um evento que foi criado com foco de representatividade para pessoas LGBTIQS pela semana do orgulho LGBTIQ, foi LGBTIQfobico por seguranças contratados pela produtora Rio Universitárioempresa Sunset e Seguranças de Pabllo PV. Vamos expor e resolvermos isso Urgentemente.



Adam Lee Meio hipocrita da parte desta pessoa
Na hora do fervo saiu de fino
Depois vem falar de bandeira

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Yone Lindgren Imagina se não fossem convidades...nossa população nem tem + cm aceitar convites...conheço tds as pessoas do Coletivo Casa Nem ,são pessoas q só querem o direito de viver e ser feliz!

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Leleco: "Tá que tá esse Pabllo Larga o público aqui de Campo Grande e vai embora no meio do show e agora isso. Vai cair rápido".
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Leleco Dco Tá q tá esse Pablo hem? 

Primeiro larga o público aqui de campo grande esperando e vai embora no meio do show.

Agora isso ?

Vai cair mais rápido q taty quebra barraco
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Daniela Andrade: DEMORA EM SE PRONUNCIAR
RAPAZ CIS BRANCO JUSTIFICA VIOLÊNCIAS PORQUE MULHER TRANS NÃO DEIXAVA NINGUÉM ASSISTIR O SHOW BATENDO OS BRAÇOS NOS DEMAIS. ESSA É A FORMA QUE SE RESOLVE: ESPANCAMENTO. NADA NOVO DEBAIXO DA TRANSFOBIA


    Quando será que Pablo Vittar irá se pronunciar sobre o fato dos seus seguranças terem agredido mulheres transexuais e travestis no show que fez no RJ, Monte Líbano?
    As agressões se deram assim que Indianara Alves Siqueira tentou subir ao palco representando a Casa Nem.
    E no post do rapaz denunciando essas violências, um homem cis branco JUSTIFICANDO a violência que uma mulher trans sofreu, pois, segundo o relato dele, essa mulher trans não deixava ninguém assistir o show batendo os braços nos demais.
    Então, a forma que se resolve isso é espancando essa mulher trans?
    Nada novo debaixo do sol da transfobia que possui sempre a desculpa perfeita para justificar agressão e violência contra travestis e transexuais.
    Esse povo só está preocupado com uma coisa: DINHEIRO NO BOLSO, TRAVESTIS E TRANSEXUAIS QUE MORRAM.

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Daniela Andrade: Esse povo só está preocupado com uma coisa: DINHEIRO NO BOLSO. Travestis e transexuais que morram

BAILE MEDICINA UFRJ E RIO UNIVERSITÁRIO COM PABLLO VITTAR NO CLUBE MONTE LÍBANO
(AV. BORGES DE MEDEIROS, 701 - LEBLON)




Amanda Marques Peres Isso e um absurdo tipico comportamento tranfobico e abusivo e a casa tem responsabilidade nisso!

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há cerca de um minuto

VISÃO MACHISTA DE MÉDICOS  DA UFRJ


Schulner Martins Haviam me convidado pra esse evento meses atrás e quando vi do que se tratava eu recusei na hora. Evento de Medicina da UFRJ (machistas) com MC TH (machista), open bar (bando de hetero bêbado) e no preço que estava (pra segregar a entrada à playboyzada), realmente não ia prestar pôr a Pabllo junto. Eram muitos ingredientes opressores para um evento só. Se eu soubesse que era pra esse open bar que vcs iriam eu teria avisado.

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Kellvin de Andrade Eu odeio esse lugar! Eu e meu namorado já fomos agredidos pelos seguranças de lá também e a PM disse que seria melhor nem registrar queixa!

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Kellvin de Andrade Duda, preciso falar contigo sobre isso. Eu, Yago e Daipassamos pela mesmíssima coisa em 2015, na madrugada do dia da Consciência Negra! Os seguranças nos agrediram fisicamente, nos encurralaram e a PM nos disse que seria muito melhor para nós não registrar queixa alguma! Eu odeio o Monte Líbano, que é mais uma representação de um espaço elitista que vende cultura popular e não permite que a própria massa acesse.

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Silvia Knoller E saber que festas de médicos da UFRJ é notoriamente machista, como muitos falaram aqui é triste demais. Médicos deveriam ter outra visão do mundo.

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ABUSOS, EXCESSOS, AGRESSÃO PRECONCEITUOSA DE SEGURANÇAS

Sabrina Ramos Agora entendi, os seguranças abusaram e cometeram excessos contra as pessoas e se prevaleceram porquê eram LGBTS. As vítimas precisam se unir e processar os organizadores do evento por agressão homofóbica.

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Rafaela Dutra Que absurdo. Num show da Ana Carolina que eu fui tb 9 despreparo dos seguranças era perceptível até com pessoas com deficiência física. SEGURANÇA PÉSSIMA. Só a alta burguesia tem vez nessa porcaria de lugar. 
Outro lugar tão ruim quanto para LGBTI é o 
BARRA MUSIC, funcionários xingaram, riram da gente, o gerente me fez aguardar a noite TD e não me atendeu, fui registrar o caso na delegacia da Taquara e não quiseram registrar como homofobia, registraram como injúria. Enfim, acho que até a juíza compraram pq eu tinha testemunhas e provas que não acabavam mais, mas ninguém pediu para ver e chamar ninguém. Enfim, me ofereceram diante da juíza um camarote para 10 pessoas em qualquer evento deles. (Assinando a culpa, pq quem não fez nada não tem que pagar nada). E acreditem se quiser, eu perdi o processo! MONTE LÍBANO E BARRA MUSIC PÉSSIMOS PARA A POPULAÇÃO LGBTI.

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Yago Reis Lemba Nji Existem lugares que não tenho nenhuma vontade de ir, principalmente em lugares que gente rica e branca domina. 

Essa galera vive rodeada de sistemas de proteção ao dinheiro e aos status, eles chamam isso de segurança particular, uma triste face atuali
zada do capitão do mato. E é claro, a PM não é diferente. Estam sempre prontos pra proteger a propriedade e os valores racistas e patriarcais, o problema é que eles fazem isso por dinheiro. 

Assim, o salário deles é mais valioso do que nossas vidas. Por isso que eles nos tratam dessa forma. 

No fim das contas, mais perverso do que os capitães do Mato, são os patrões dessa casa de shows. Devem dizer "não é essa a intenção da casa", mas o desrespeito se mantém. 

Sinto muito pelo o que aconteceu, Maria Eduarda Aguiar. Conta conosco para o que precisa.

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A MAIOR CHOPADA LGBTFÓBICA
Uma noite inesquecível de desrespeito a Diversidade



Andréa Brazil Daiverson Machado Ela Viu que algo estava acontecendo SIM. Daí tanta cobrança! Como Disse...o discurso de Homofobia só é dramático quando contado por ela? Não...não aceitamos,já era pra ter se posicionado NO PALCO!

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Daiverson Machado Se ela viu a violência e não fez nada, aí não tem como defender. Aí já muda totalmente a história. A gente sabe como os artistas são blindados, a Pablo tem feito muito sucesso. Acho muito bom ver o espaço que uma drag acabou tendo no meio desse universo da música pop. Eu logo pensei que talvez ela não tivesse visto a situação de violência.

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Ronald Pereira Então o Pablo faz um show num lugar onde o viadeiro todo apanha e não se manifesta? Tipo pára o show como os artistas fazem em casos como este? Ele não viu o tumulto? Sei, me explica melhor que porque por enquanto as "desculpas" estão fracas.

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há ± 1 hora




Diego Bernardini bem feito...isso que dá idolatrar um viado que se acha melhor que os outros...o resultado é isso...infelizmente é dai pra pior, já vi amigos trans apanhando de outros trans e por motivo algum, só pelo simples fato de não serem reconhecidos, pq preferem correr por outro viés a ajudar...querem confusão...o resultado é isso...uma travesti safada que se acha alguma coisa, mas é uma bicha aos olhos de todos e se acha a Madonna...burros são os que vão lá, achando que será um evento glamouroso...

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Andréa Brazil ELE QUANTO "Pseudo Celebridade" pode COBRAR e DEVE SIM,pq quando era um "Anônimo" conta pra todes o Relato do Pratinho de Sopa quente na cara chorando!!!! magine se ele usar a FORÇA que tem pra reverter esse quadro,junto a seus ACESSORES?? Tem que ser...Ver mais

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Andréa Brazil ELE QUANTO "Pseudo Celebridade" pode COBRAR e DEVE SIM,pq quando era um "Anônimo" conta pra todes o Relato do Pratinho de Sopa quente na cara chorando!!!! magine se ele usar a FORÇA que tem pra reverter esse quadro,junto a seus ACESSORES?? Tem que ser Cobrado SIMMMMMM...pois pra Crescer fez discurso de que sofreu HOMOFOBIA! Como assim "Ter Cuidado"???? Solidariedade na Causa não foi feito pra animais irracionais!" Pessoas Apanharam FORTEMENTE de Segurança despreparado,alguém tem que RESPONDER...Senão a Nós INTERESSADOS, por ele que é a CELEBRIDADE! Assim Vemos se vale a Pena Cultuar Pablo Vittar!

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Andréa Brazil Anny Marckes Nosso Apelo (inclusive já fui na pagina dele) é que ELE EXIJA uma RESPOSTA ...e até agora NADA....Vamos torcer pro desdobramento ser SOLIDÁRIO,pq se Cair no esquecimento,ELE não merecerá a Legião de seguidores LGBTS que tem!

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Andréa Brazil NADA...Já fui na Página dele...fiz coment cobrando um posicionamento e NADA AINDA!

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Andréa Brazil Anny Marckes Sim,exatamente o que estou Fazendo aqui...esclarecendo o pq é OBRIGAÇÃO DELE UM POSICIONAMENTO E PRESTAÇÃO DE APOIO ÀS VITIMAS DESSES BRUTAMONTES!

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Andréa Brazil Anny Marckes Estamos Cobrando....inclusive dele! ELE quem dá o Veredito,afinal...ele é a celebridade que levou um prato de sopa quente na cara ,não é? Imagina os que tomaram Socos na FACE,chutes e empurrões?

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Andréa Brazil Anny Marckes Imagina as que MORREM diariamente por estar se divertindo...um prato de sopa quente se torna discursinho VITIMISTA se ele Não se Posicionar! #Apenas!

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Andréa Brazil Mas não Justifica ainda não ter se Posicionado! Quando era Anônimo ,conta historinha de prato de sopa quente na cara,fica mais bonito agora defender as Irmãs LGBTs que iam subir ao Palco à convite dele, e segurança Troglodita AGREDIU fortemente a todes!que se aproximaram #NãoPassarão!

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Anna Lima é pq é assim né, todo mundo agora quer glamourizar trans e tal mas ngm liga realmente pras travestis. endeusam drags e trans glamourosas da música e da mídia e se esquecem das travestis que estão nas ruas em milhões. querem falar de causa trans só pra "lacrar" ou pra ganhar dinheiro mas na hora do vamo ver n tão nem aí. ainda mais Pablo que adora falar sobre a questões trans sendo q ele msm já assumiu não ser trans. viados no fim são homens e só se protegem entre eles mesmos. travestis só serve pra lacrar. nada de novo sob a misoginia e transfobia de Pablo Vittar.

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Luciana tomou um soco na cara de um segurança de Pablo Vitar (que se dizia segurança de Pablo Vitar). Indianara Sophia levou um soco também. Era uma Festa Inclusiva da Diversidade. Jobson Camargo foi arrastado pela Festa e tomou chutes na altura dos peitos. Maria Eduarda Aguiar ficou em cárcere privado sendo constrangida ilegalmente. A Organização da Festa que havia lhes garantido segurança, permaneceu passiva perante as agressões odiosas ocorridas pelos seguranças no estilo Idade Média. A PM foi omissa e não fez o reconhecimento dos agressores demonstrando pouco caso com o sofrimento dos LGBTs. Os seguranças da Pabllo Vittar são agressores de mulheres e travestis e agiram com ódio. EVENTO TINHA FOCO DE REPRESENTATIVIDADE PARA LGBTS RELACIONADO A semana do ORGULHO LGBT.




Robson Junior Um abuso...Um absurdo ...Puro ódio !! Pessoas despreparadas !!

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Leona Barros Absurdo! To passada com isso! Espero que melhorem tanto físico como psicológico, toda força a vcs, espero que o Pablo se posicione.

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JOBSON CAMARGO 
(Ativista, Partido Verde, negro e homossexual)

Jobson Camargo esteve durante toda a madrugada no hospital e na delegacia assistido e apoiado pela amiga e advogada Maria Eduarda Aguiar.

O Coletivo Casa Nem foi convidado para a Festa Chopada dos Estudantes de Medicina da UFRJ onde foram muito bem recebidos por um dos organizadores da Festa sendo colocados em um camarote VIP. Eram Jobson Camargo, Tertuliana Lustosa, Luana Vasconcellos, Micaela, Leona, Duda, Vitor Silva e Lucas Pinheiro.

Lá no Camarote eles se divertiam e a diversão ficou ainda maior com a chegada da Indianara Sophia, Rhariane Maia e Barbara Lapela. Ao começar do show de Pabllo  Vittar eles desceram para ver a possibilidade da Indianara Siqueira, que é vereadora suplente, subir ao palco representando o Coletivo que era convidado de honra da tal Festa.

Um dos seguranças de Pablo Vittar (se dizia ser segurança de Pablo Vitar) deferiu um soco na cara da Luciana quando ela apoiou na grade. Ela não era uma mulher cis, não era branca e não era de classe média, e ela tomou um soco do agressor na cara. A Indianara vendo tal comportamento agressivo não se conteve e foi defender a amiga, e levou um soco também. Jobson Camargo, que é conhecido por ser uma pessoa de paz e diplomacia, não se conteve ao ver a cena e defendeu as 2 mulheres que estavam sendo agredidas covardemente em uma Festa Inclusiva da Diversidade.


Um dos seguranças da Festa chegou por trás e saiu arrastando Jobson Camargo festa a fora numa espécie de mata leão e escadaria abaixo, sendo jogado no lado de fora com chutes na altura dos peitos. As outras pessoas foram colocadas para fora da Festa também começando o Festival das Agressões de praticamente todos os seguranças da Festa. Quando Jobson Camargo foi tentar retirar um que estava no chão, o segurança pisava no dedo dele e dizia que só iria parar quando ele saísse de lá.

A Polícia Militar nada fez sendo considerado transfóbico esse comportamento policial. Na Delegacia  foi dito que para prestar queixa só com o número do documento do Hospital chamado BAM. Mesmo dolorido, com arranhões e hematomas, Jobson Camargo retornou para a Delegacia prestando queixa. A seguir foi para casa dormir após ter feito exames e medicado, e acordando com dores.





MARIA EDUARDA AGUIAR
 (Advogada, trans, defensora LGBT, feminista)

Maria Eduarda Aguiar escreveu que o episódio ocorrido no Clube Monte Líbano foi odioso. Eles curtiam a Festa já que a organização havia lhes garantido que seria seguro para eles. Por isso eles ficaram extremamente revoltados com as agressões ocorridas pelos seguranças que pareciam como carrascos da Idade Média em total LGBTfobia contra eles, e sob os olhares passivos da Organização do Evento. Ela correu para ajudar os amigos, mas foi barrada de sair, ficando em cárcere privado e constrangida ilegalmente. Ela só conseguiu sair da Festa porque ligou para o 190. Os PMs foram omissos e não fizeram o reconhecimento dos agressores. As Instituições do Estado do Rio de Janeiro fizeram pouco caso para o sofrimento dos LGBTs.





INDIANARA ALVES SIQUEIRA
 (Ativista trans)

Indianara escreveu que eles só queriam se divertir na Festa em que foram convidados, mas acabaram sendo agredidos covardemente. Ela está com o rosto dolorido, a cabeça doendo dos socos, os dedos machucados, a perna machucada. Indianara acordou vendo a sua roupa rasgada, sem o celular, sem a sua bolsa e graças a uma mulher que pagou o uber, ela conseguiu chegar ao centro para pegar um ônibus até sua casa.





TERTULIANA LUSTOSA
 (História da Arte, UFRJ)

Tertuliana Lustosa escreveu que os seguranças da Pabllo Vittar fizeram com que travestis e pessoas negras convidadas para o evento saíssem desmoralizadas do ambiente universitário e agredidas desnecessariamente. Ela conta que devido ao pânico que sentia na situação preferiu não se meter, mas acabou correndo e caindo no meio da confusão. Os seguranças da Pabllo Vittar são agressores de mulheres e travestis e agiram com ódio.






LUCIANA VASCONCELOS
 (Gerente de projetos)

Luciana Vasconcelos escreveu que eles apanharam muito de seguranças porque são trans e pessoas negras. Agora ela está na cama devido a violência sofrida e transfobia.






RHARIANE MAIA

Rhariane Maia publicou foto com o resultado do Show de ontem da Pabllo Vittar. Ela está cheia de dor, com as costas arranhadas e o dedo da mão mordido.

https://www.facebook.com/juventudepvrj/photos/a.840477596020793.1073741828.840018646066688/1307585579309990/?type=3&theater
JUVENTUDE PARTIDO VERDE  RJ

A JPV DA CAPITAL DO Rio de Janeiro repudia os fatos ocorridos durante a Choppada dos estudantes de Medicina da UFRJ:

Nosso jovem integrante verde Jobson Camargo relatou em sua rede social o tratamento vexatório que ele e seus acompanhantes sofreram, dos quais tinham a Vereadora Suplente Indianara Siqueira e integrantes do coletivo Casa Nem. Somos contrários a qualquer tipo de violência como solução, essa agressão fere nossa juventude, essa Agressão fere o orgulho e a luta das minorias que sempre são agredidas e colocadas como culpadas por uma sociedade conservadora e violenta!

O Jobson e o Coletivo Casa Nem, infelizmente viraram estatística nesse grande e violento mundo que odeia os Trans, Lésbicas, gays, bi, entre outros. Com enorme consternação receber essa notícia e agradecer que nenhuma pessoa do grupo atacados primeiramente pelos seguranças que ficavam no palco e posteriormente os seguranças do evento estivessem hoje sendo velados, pois esse tipo de crime é mais comum que muitas pessoas possam imaginar.

A JPV DIZ NÃO AO ÓDIO!
A JPV DIZ NÃO AO LGBTFOBIA!


Louvado O Senhor Jesus Cristo para sempre.