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quinta-feira, 17 de agosto de 2017

Preconceito de Policiais em Evento LGBT. Insultos a casais gays e assédios a casais lésbicas. Ativista teve óculos quebrados e porrada no celular. Recusa de ajuda e socorro médico: "Isso é mais um viadinho drogado, disse a Polícia". Vítima teve 2 paradas respiratórias e espumava pela boca. Repressão Policial massiva para dispersar lgbts presentes na Parada Lgbt de Contagem em Minas Gerais, uso de cassetetes, spray de pimenta, destruição de celulares e ofensas de policiais sem motivo aparente. "A Polícia fazia intervenções com violência e agressões verbais depreciativas da orientação sexual e da identidade de gênero, era claramente lgbtfobia policial


Relatos de participantes denunciam repressão policial para “dispersar” presentes e até a recusa de socorro médico a LGBT. Um Policial disse segundo relatos: "Nós não vamos ajudar não. Isso é mais um viadinho drogado". Houve dezenas de declarações sobre a atuação preconceituosa de POLICIAIS realizada em Minas Gerais.

Em um relato, um jovem passava mal próximo a um ponto de ônibus e a sua primeira atitude foi pedir socorro a uma viatura da Polícia. Os Policiais negaram a ajuda. O jovem espumou pela boca, as pessoas ao redor entravam em pânico, a vítima teve duas paradas respiratórias e só foi levada ao Hospital por outra viatura por interferência de uma mulher policial que teve compaixão e defendeu o socorro.

As atitudes preconceituosas de Policiais durante o Evento LGBT foram denunciadas também pelo ativista Gleyk Silveira. Ele afirmou que por mais de 10(dez) vezes viu policiais insultarem casais gays e assediar casais de lésbicas. Gleyk que é vice-presidente da UNA LGBT teve o seu celular e os seus óculos quebrados por um cassetete de madeira enquanto filmava uma dessas agressões físicas para tentar ter provas a fim de denunciar o preconceito de policiais no Evento LGBT. "Um dos Policiais deu uma porrada no meu celular e quebrou os meus óculos".

A repressão policial massiva começou as 19:30. Anderson Cunha Santos, presidente da ONG Cellos Contagem, confirmou as denúncias e as violências excessivas da Polícia. Os participantes da Parada LGBT relataram o uso de cassetetes, spray de pimenta, destruição de celulares e ofensas de policiais sem motivo aparente. Anderson Cunha Santos disse que é preocupante o preconceito policial. "A Polícia fazia intervenções com violência e agressões verbais depreciativas da orientação sexual e da identidade de gênero, era claramente lgbtfobia policial, disse com indignação. Anderson garante que houve diversas reuniões com órgãos públicos, PMs, Polícia, Prefeitura, com ciência de todos dos horários, percursos, locais e trânsito. E tinha acordo firmado para a garantia da segurança do público LGBT presente.

A Polícia Militar não havia se posicionado em resposta.


Raffaella Dotta - Joana Tavares
https://www.brasildefato.com.br/2017/08/07/em-contagem-mg-pm-trata-parada-lgbt-com-ofensas-homofobicas-e-violencia/

Preconceito de Policiais em Evento LGBT.  Insultos a casais gays e assédios a casais lésbicas. Ativista teve óculos quebrados e porrada no celular. Recusa de ajuda e socorro médico: "Isso é mais um viadinho drogado, disse a Polícia". Vítima teve 2 paradas respiratórias e espumava pela boca.  Repressão Policial massiva para dispersar lgbts presentes em Parada Lgbt de Contagem em Minas Gerais, uso de cassetetes, spray de pimenta, destruição de celulares e ofensas de policiais sem motivo aparente.  "A Polícia fazia intervenções com violência e agressões verbais depreciativas da orientação sexual e da identidade de gênero, era claramente lgbtfobia policial

Relatos de participantes da Parada LGBT de Contagem, em Minas Gerais, denunciaram preconceito policial.

Louvado O Senhor Jesus Cristo para sempre.

quarta-feira, 16 de agosto de 2017

Andrei Apolonio, estudante de artes da UFF, de 23 anos denunciou homofobia na Delegacia de Polícia. “Eu entrei em um lugar para fazer um Boletim de Ocorrência sem nenhum arranhão e sai aos cacos e sem o registro", disse Andrei

"Hey amigxs, hoje faz uma semana q fui torturado dentro de uma delegacia por um policial.
Não consigo achar palavras para descrever tamanha violência sofrida. Fui torturado e humilhado por um policial em serviço dentro de um estabelecimento q deveria proteger a população. A todo momento o agressor citava palavras LGBTfóbicas e dizia o quanto nós LGBTs utilizamos de privilégios para conseguirmos o q queremos há qlqr hora, no meu caso eu ser gay e querer fazer um registro de ocorrência de madrugada seria uma prova desses privilégios. Nessa madrugada do dia 13 vivenciei o q seria a pior noite da minha vida, fui na intenção de registrar um furto de celular e sai com o rosto quase desfigurado e sem três dentes tudo por conta das agressões causadas por um policial. O que começou como lições de morais de como saber se comportar como um "homem" de verdade acabou virando tortura em cárcere privado. Fui discriminado pela forma de me vestir, de andar, falar e por cursar artes, curso qual só caberia mesmo um gay querer fazer. Após debater com o policial sobre essa perspectiva fui taxado como deboxado oq desencadeou o início das agressões físicas, levando tapas na cara e orelha. Cheguei a fugir da delegacia por medo mas não consegui passar do estacionamento​ sendo agarrado e conduzido de volta para a parte interior da delegacia. Esse ato de fuga enfureceu ainda mais o policial q acabou potencializando as agressões com socos na cara me tirando 3 dentes. Após esse fato eles perceberam o tamanho da gravidade, acabei sendo conduzido para um hospital junto ao agressor, nesse hospital me negaram ate o direito de conversar com a médica q me atendeu. Fui liberado logo após e foi onde resolvi procurar ajuda e denunciar tais violências. Sinto que não fui violentado por eu ser apenas eu mas sim por também ser um LGBT e por ser um LGBT sei que essas barbáries não podem mais acontecer, já tive amigos que tiveram suas vidas arrancadas por conta da homofobia, não foi o meu caso já que estou vivo e podendo contar um pouco dq aconteceu, FUI AMEAÇADO DE MORTE PELO POLICIAL e temo por isso mas não posso aceitar q mais ninguém passe pelo q passei. 
Denuncie qlqr violência sofrida!!"

http://www.jb.com.br/rio/noticias/2017/07/14/estudante-da-uff-denuncia-agressao-de-policial-por-lgbtfobia/

http://www.jb.com.br/rio/noticias/2017/07/28/andrei-se-diz-encorajado-apos-ato-em-sua-defesa-e-contra-a-homofobia-em-niteroi/

Homofobia dentro da Delegacia de Polícia. Espancamento por ser homossexual.
Andrei Apolonio, estudante de artes da UFF, de 23 anos denunciou homofobia na Delegacia de Polícia.
Ele contou que comemorava o fim do primeiro período na Universidade com amigos. Ao voltar para casa adormeceu no ônibus e quando acordou percebeu que seu celular havia sido furtado. Por isso ele foi até a Delegacia para fazer o Registro de Ocorrência. Lá na Delegacia de Polícia ele foi agredido pelo policial que estava fazendo o plantão. As violências que ele sofreu na Delegacia de Polícia foram verbais e físicas.
O estudante contou que ele foi arrastado para dentro da Delegacia ao mesmo tempo em que era humilhado por sua orientação sexual. Após ele tentar fugir,ele novamente foi agredido fisicamente e perdeu 3 (três) dentes. O fato estarrecedor é que o estudante entrou sem nenhum arranhão para registrar uma ocorrência e saiu de lá sem conseguir fazer o Registro e aos cacos. O estudante ainda relatou que houve ameaça de morte caso ele denunciasse o ocorrido, que da mesma forma que foi feito aquilo com ele, podia ser passado um pente nele.
O estudante relatou que vivia o melhor momento de sua vida até acontecer isso e ele deseja fazer Justiça, mas sabe que para que isso acontecesse ele vai depender de outros policiais. Essa experiência foi um trauma que Andrei viveu. O programa Rio sem Homofobia relatou que mais de 700 lgbts procuraram atendimento no Centro de Cidadania LGBT Leste da Região, seriam 1 caso registrado por dia. No Brasil é praticamente um assassinato lgbt por dia.
Benny Briolly, assessora parlamentar e transsexual, contou que lida diariamente com essas estatísticas e disse que o caso do Andrei mostra que um agente do estado que deveria dar segurança, registrar e combater o crime se torna  um agente do crime e agressor.
O Secretário de Direitos Humanos Átila Nunes determinou todo o suporte do Estado para o estudante Andrei. O próprio secretário Átila nunes fez declaração a imprensa condenando a Lgbtfobia e em favor de investigação e punição ao responsável. O jovem seria recebido pelo superintendente Fabiano Abreu.
Andrei recebeu apoio não apenas do órgão do Governo do Estado do Rio de Janeiro de Direitos Humanos,  um ato em sua defesa foi realizado em Niterói. Um documento de repúdio foi assinado por vários movimentos de lutas contra a Lgbtfobia, violência e opressão promovida pelo próprio Estado. A Defensoria Pública do estado do Rio de Janeiro pediu a Corregedoria de Polícia afastamento e suspensão do porte de arma do policial apontado como o agressor de Andei. O documento foi entregue também ao Ministério Público.
A Coordenadora do Núcleo de Defesa dos Direitos Homoafetivos e Diversidade Sexual (Nudiversis) Lívia Cassares relatou em entrevista que eles recebem muitas denúncias de violência institucional, preconceitos, discriminações que são praticados por agentes do próprio Estado que é responsável por proteger a cidadania. O Nudiversis presta apoio jurídico técnico multiprofissional e acolhimento nas violações em diversos âmbitos incluindo família, instituições públicas e saúde, estando a disposição da população para remediar esses problemas.

https://faizakhalida.blogspot.com.br/2017/08/andrei-apolonio-estudante-de-artes-da.html

http://www.jb.com.br/rio/noticias/2017/07/14/estudante-da-uff-denuncia-agressao-de-policial-por-lgbtfobia/

http://www.jb.com.br/rio/noticias/2017/07/28/andrei-se-diz-encorajado-apos-ato-em-sua-defesa-e-contra-a-homofobia-em-niteroi/

Louvado O Senhor Jesus Cristo para sempre.

segunda-feira, 7 de agosto de 2017

Meu nome é Faiza Khálida Fagundes Coutinho e eu sou Corredora de Rua. Na data de hoje, 07/08/2017 eu já tinha ído a Praça da Pedreira como de costume quando retornei na Vila um grupo de estudantes me avisaram sussurrando que eu seria atacada por um cachorro e tossiam para mim. Mais a frente havia uma menina com namorado me olhando. Quando cheguei perto a menina soltou o cachorro da corrente e jogou em mim em minha direção levemente. O cachorro pit bull branco veio para me matar em fúria e cravou meu dedo da mão. A menina não mandava o cachorro parar de me atacar. Algo me fez soltar do cachorro e algo fez a menina ir próximo de mim quando eu empurrei ela para o cachorro dela. Aí sim, ela mandou o cachorro parar e ela prendeu novamente o cachorro na corrente. O meu dedo apenas foi ferido por obra e graça de Nosso Senhor Jesus Cristo. Deixei o registro escrito a mão na Delegacia 61 de Xerém com o Sr. Mirus no horário de 12:48 desta segunda-feira, assinado com número da identidade e cpf. DENÚNCIA DE BAIRRO DELEGACIA ONLINE POLÍCIA CIVIL. Comunicado Pré-registro Nº: 0592017/319691-07. OUTRA OCORRÊNCIA FEITA DELEGACIA DE XERÉM 61 061-01213/2017 NÚMERO DO BAM DA EMERGÊNCIA DO POSTO DE SAÚDE DE XERÉM 51.150. Encontrei LEI Nº 3205, DE 09 DE ABRIL DE 1999. Diz que é proibido pitbull na rua e próximo de escola como foi o caso. Estudantes passaram na rua. É permitido se maior de 18 anos e com enforcador ou focinheira. Tenho dúvidas se era de menor e não tinha enforcador focinheira. O proprietário do cão e o condutor são os responsáveis pelos danos e respondem as sanções penais e legais. É obrigatório o animal estar registrado, vacinado e esterilizado. Qualquer pessoa pode requisitar força policial em descumprimento de qualquer dessas exigências. As sanções são multa, apreensão do animal, reparação e compensação dos danos. Em caso de reincidência se acumulam. 08/08/2017. De madrugada estava no posto de saúde e tomei a primeira dose da vacina antitetânica. Estive na Delegacia de manhã, à tarde fui fazer Corpo de Delito lá no centro de Duque de Caxias e depois fui até o Hospital Infantil tomar a primeira dose da vacina antirrábica. Terei de tomar mais 3 doses. A próxima será no Hospital Infantil na próxima sexta-feira lá no centro de Duque de Caxias. Só de viagem e caminhada vai 1 hora e mais a espera do ônibus. TRANSTORNO, MAS ESTOU DE PÉ. TRATAMENTO DE BICHO Posto de saúde de Xerém não tem o soro antirrábico, manda para Hospital Infantil para tomar soro que manda para o Hospital Moacyr do Carmo que manda para o Lourenço Jorge na Barra da Tijuca para tomar soro, mas o Hospital Infantil manda voltar para o Hospital Moacyr do Carmo novamente. Esse vai para cá e vai para lá para tomar soro é tratamento de bicho que a rede municipal de saúde de Duque de Caxias faz ou é falta de organização, descaso ou incompetência. Outro transtorno no atendimento da rede municipal de saúde de Duque de Caxias é o tratamento "ele foi mordido por um cão", "ele isso", "ele aquilo". Deixei claro na rede pública municipal de Duque de Caxias e bem explicadinho que caso o profissional se recuse a me chamar de "ela" (no feminino), que o profissional ao me atender use outros pronomes e tratamentos neutros como "a pessoa", mas não use o pronome "ele", me tratando no masculino porque o tratamento desses atendimentos me causam mal-estar. Eu deixei claro no Hospital Infantil que tenho direito de ser atendida com dignidade por profissionais que não tenham problemas em me tratar adequadamente no gênero feminino, os outros não precisam serem punidos, mas também não precisam me atender se for para ferir suas opiniões, se forem contrários a determinações do Ministério da Saúde, ou se for para me gerar constrangimentos e mal-estar em atendimento de saúde pública. No posto de saúde de Xerém a Enfeira Juliana Leite Silva se responsabilizou por escrito em me recusar a me dar a cópia do BAM 51.150 o que nunca ocorreu antes na história da Polícia pericial em Duque de Caxias. A Polícia já solicitou que a funcionária Juliana Leite Silva tenha bons préstimos no seu serviço em relação a mim e me forneça a cópia do BAM 51.150 já que é meu direito assegurado. Segui em frente, fui adiante e Depois de falatórios desnecessários no atendimento do Hospital Infantil em 11/08/2017 na Vacinação, tomei a segunda dose da vacina antirrábica. Eu já estava vacinada a não me abater com esses atendimentos após conversar na véspera em consulta PROVIDENCIAL com o psicólogo do programa RIO SEM HOMOFOBIA. O Caminho está sendo feito. Faltam 2 vacinas e o soro. Todas as artimanhas do inferno estão caindo até aqui. Estou de pé. Jesus está na causa.



Meu nome é Faiza Khálida Fagundes Coutinho e eu sou Corredora de Rua. Na data de hoje, 07/08/2017 eu já tinha ído a Praça da Pedreira como de costume quando retornei na Vila um grupo de estudantes me avisaram sussurrando que eu seria atacada por um cachorro e tossiam para mim. Mais a frente havia uma menina com namorado me olhando. Quando cheguei perto a menina soltou o cachorro da corrente e jogou em mim em minha direção levemente. O cachorro pit bull branco veio para me matar em fúria e cravou meu dedo da mão. A menina não mandava o cachorro parar de me atacar. Algo me fez soltar do cachorro e algo fez a menina ir próximo de mim quando eu empurrei ela para o cachorro dela. Aí sim, ela mandou o cachorro parar e ela prendeu novamente o cachorro na corrente. O meu dedo apenas foi ferido por obra e graça de Nosso Senhor Jesus Cristo.

Deixei o registro escrito a mão na Delegacia 61 de Xerém com o Sr. Mirus no horário de 12:48 desta segunda-feira, assinado com número da identidade e cpf



Pré-registro Nº: 0592017/319691-07 
OUTRA OCORRÊNCIA FEITA DELEGACIA DE XERÉM 61
061-01213/2017



NÚMERO DO BAM DA EMERGÊNCIA DO POSTO DE SAÚDE DE XERÉM 51.150




PEDIDO DO CORPO DE DELITO PEDIDO COM ASSINATURA DO DELAGADO DA 61 DELEGACIA
PEDIDO DO CORPO DE DELITO PEDIDO COM ASSINATURA DO DELAGADO DA 61 DELEGACIA








A ocorrência se deu na rua praticamente próximo ao portão do Colégio Paroquial Jesus Maria José de um lado e os Blocos do outro. Acredito que o nome da rua seja Rua Madre Maria Rosa Viterbo.


POLÍCIA INFORMADA DO ENDEREÇO DA DONA DO CÃO

TERMO CIRCUNSTANCIAL ADITADO
NÚMERO 061-01213/2017-01
Doutora MICHELLE MARINHO MARTINS
Justificativa do Aditamento
Retorno da Vítima a esta UPRJ na data de 09/09/2017 por volta das 12h30min fornecendo endereço da proprietária do cão.
Endereço do animal pit bull branco feroz informado ao Posto de Saúde de Xerém
UPH-Xerém
Ficha ANTIMENTO ANTI-RÁBICO HUMANO
MINISTÉRIO DA SAÚDE
SISTEMA DE NOTIFICAÇÃO
UPH-Xerém
Animal reside em Bloco 4, Entrada 3, Apartamento 401
Funcionária Lucia Neiva
Técnica de Enfermagem
COREN RJ 2979
Prefeitura Municipal de Duque de Caxias

LEI Nº 3205, DE 09 DE ABRIL DE 1999. Diz que é proibido pitbull na rua e próximo de escola como foi o caso. Estudantes passaram na rua. É permitido se maior de 18 anos e com enforcador ou focinheira. Tenho dúvidas se era de menor e não tinha enforcador focinheira. O proprietário do cão e o condutor são os responsáveis pelos danos e respondem as sanções penais e legais. É obrigatório o animal estar registrado, vacinado e esterilizado. Qualquer pessoa pode requisitar força policial em descumprimento de qualquer dessas exigências. As sanções são multa, apreensão do animal, reparação e compensação dos danos. Em caso de reincidência se acumulam


LEI Nº 3205, DE 09 DE ABRIL DE 1999.
DISPÕE SOBRE A IMPORTAÇÃO, COMERCIALIZAÇÃO, CRIAÇÃO E PORTE DE CÃES DA RAÇA PITT-BULL, E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS.

O Governador do Estado do Rio de Janeiro, 
Faço saber que a Assembléia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro decreta e eu sanciono a seguinte Lei:

Art. 4º - Ficam vedadas:
II – a permanência de animais ferozes em logradouros públicos, precipuamente, locais em que haja concentração de pessoas, tais como ruas, praças, jardins e parques públicos, e nas proximidades de hospitais, ambulatórios e unidades de ensino públicos e particulares. (NR)

"O CACHORRO SE ENCONTRAVA NA FRENTE DO COLÉGIO PAROQUIAL JESUS MARIA JOSÉ E ESTUDANTES COM CAMISAS DE ESCOLAS PÚBLICAS CAMINHAVAM NESSA RUA"

§ 1º - A circulação de animais ferozes nos locais referidos no inciso II deste artigo será permitida desde que conduzidos por maiores de 18 (dezoito) anos através de guias com enforcador e focinheira apropriados para a tipologia racial de cada animal.(NR)

"TENHO DÚVIDAS SE A GAROTA ERA MENOR DE IDADE"

§ 2º - Considera-se animal feroz, para efeito do que determina esta Lei, todo animal de pequeno, médio e grande porte que tem índole de fera e coloca em risco a integridade do cidadão, mais especificamente os cães pitbull, fila, doberman e rotweiller. (NR)

"PITBULL É CONSIDERADO PELA LEI ANIMAL FEROZ QUE COLOCA EM RISCO A INTEGRIDADE DO CIDADÃO SEJA PEQUENO, MÉDIO OU GRANDE PORTE".

* Art. 5º - Os proprietários e/ou condutores de cães da raça pitbull, ou dela derivada, bem como fila, doberman e rotweiller são responsáveis pelos danos que venham a ser causados pelo animal sob sua guarda, ficando sujeitos às sanções penais e legais existentes, além daquelas dispostas no art. 7º desta Lei. (NR)
* Nova redação dada pela Lei nº 4597/2005.

Art. 6º - Os donos de cães pitt-bull, ou de raças dela derivadas, ficam obrigados a registrar seus animais no órgão Estadual competente com atuação nos municípios, e comprovar que eles foram esterilizados e estão com as vacinas em dia.

Art. 7º - O não cumprimento do disposto nesta Lei acarretará ao infrator, proprietário e/ou condutor as seguintes sanções, independentemente de outras sanções legais existentes e pertinentes:

I – multa de 05 (cinco) a 5.000 (cinco mil) UFIR´s, que deverá ser aplicada em dobro e progressivamente, nos casos de reincidência à infração;

II – apreensão do animal nas hipóteses de reincidência, abandono do animal ou ataque deste a pessoa ou a outro animal;

III – reparação ou compensação de danos causados independentemente da agressão ter sido contra pessoas e/ou animais. (NR)

§ 1º - A aplicação da multa prevista no inciso I deste artigo independe da aplicação do disposto nos seus incisos II e III.

§ 3º - No caso de aplicação do inciso II, poderá o dono ser considerado fiel depositário, estando sujeito às multas, reparações, indenizações e restrições determinadas. (AC)

* Nova redação dada pela Lei nº 4597/2005.

* Art. 10 - Art. 9º - Esta Lei entrará em vigor, na data de sua publicação, revogadas as disposições em contrário.
* Renumerado pela Lei nº 4597/2005.

Rio de Janeiro, 09 de abril de 1999.

ANTHONY GAROTINHO
Governador

A médica da Emergência do Posto de saúde de Xerém Soraia Ramada CRM 5294954-0
Mandou eu tomar Antitetânica
e Antirrábica por 4 vezes:
1) 08/08/2017
2) 11/08/2017
3) 15/08/2017
4) 22/08/2017
e curativo com povidine ou álcool 70%


A enfermeira da urgência do Posto de Xerém
limpou e fez o curativo:
08/08/2017 
De madrugada estava no posto de saúde e tomei a primeira dose da vacina antitetânica. Estive na Delegacia de manhã, à tarde fui fazer Corpo de Delito lá no centro de Duque de Caxias e depois fui até o Hospital Infantil tomar a primeira dose da vacina antirrábica. Terei de tomar mais 3 doses. A próxima será no Hospital Infantil na próxima sexta-feira lá no centro de Duque de Caxias. Só de viagem e caminhada vai 1 hora e mais a espera do ônibus. TRANSTORNO, MAS ESTOU DE PÉ.


NEGAÇÃO/PROIBIÇÃO DE FORNECIMENTO DE CÓPIA DO BAM A PACIENTE-USUÁRIA FAIZA DO POSTO MÉDICO DE XERÉM
Não fornecemos o BAM conforme a solicitação verbalizada pela usuária Faiza Sra Juliana Leite A. Silva Enfermeira (PREFEITURA MUNICIPAL DE DUQUE DE CAXIAS) Nunca ocorreu isso antes de se negar cópia do documento médico ao paciente. O usuário tem direito.



POLÍCIA SOLICITA BONS PRÉSTIMOS 
Polícia solicita bons préstimos a Sra. Juliana Leite Silva enfermeira que assumiu a responsabilidade para não fornecer cópia do BAM a usuária Faiza Khálida atacada por um pitbullem Xerém e atendida na emergência desta unidade de saúde da Prefeitura Municipal de Duque de Caxias.



TRATAMENTO "ELE"" NAS UNIDADES DA PREFEITURA DE DUQUE DE CAXIAS ESTÁ ME CAUSANDO MAL ESTAR."ELE FOI MORDIDO"


Ainda que eu já tenha sido funcionária da Prefeitura Municipal de Duque de Caxias com arquivo de dados sigilosos e particulares sobre a minha pregressa, ainda que haja comentários em âmbito de unidades de saúde da Prefeitura de Duque de Caxias sobre dados sigilosos e particulares da minha vida pregressa, eu solicito que eu seja tratada utilizando sempre o pronome ela porque a realização de atendimentos nas Unidades de Saúde de Duque de Caxias com ele foi mordido, ele isso, ele aquilo está me causando muito mal-estar.


Sexo transgênico Foi mordido no dedo por um cão Não foi feito o soro Para vacina só com soro Constrangimento, preconceito, dificuldades, discriminação transfobia Prefeitura de Duque de Caxias Vacinação Antirrábica. denúncia na Ouvidoria HMMRC 31880
Posto de saúde de Xerém não tem o soro antirrábico, manda para Hospital Infantil para tomar soro que manda para o Hospital Moacyr do Carmo que manda para o Lourenço Jorge na Barra da Tijuca para tomar soro, mas o Hospital Infantil manda voltar para o Hospital Moacyr do Carmo novamente. Esse vai para cá e vai para lá para tomar soro é tratamento de bicho que a rede municipal de saúde de Duque de Caxias faz ou é falta de organização, descaso ou incompetência. Outro transtorno no atendimento da rede municipal de saúde de Duque de Caxias é o tratamento "ele foi mordido por um cão", "ele isso", "ele aquilo". Deixei claro na rede pública municipal de Duque de Caxias e bem explicadinho que caso o profissional se recuse a me chamar de "ela" (no feminino), que o profissional ao me atender use outros pronomes e tratamentos neutros como "a pessoa", mas não use o pronome "ele", me tratando no masculino porque o tratamento desses atendimentos me causam mal-estar. Eu deixei claro no Hospital Infantil que tenho direito de ser atendida com dignidade por profissionais que não tenham problemas em me tratar adequadamente no gênero feminino, os outros não precisam serem punidos, mas também não precisam me atender se for para ferir suas opiniões, se forem contrários a determinações do Ministério da Saúde, ou se for para me gerar constrangimentos e mal-estar em atendimento de saúde pública. No posto de saúde de Xerém a Enfeira Juliana Leite Silva se responsabilizou por escrito em me recusar a me dar a cópia do BAM 51.150 o que nunca ocorreu antes na história da Polícia pericial em Duque de Caxias. A Polícia já solicitou que a funcionária Juliana Leite Silva tenha bons préstimos no seu serviço em relação a mim e me forneça a cópia do BAM 51.150 já que é meu direito assegurado. Segui em frente, fui adiante e Depois de falatórios desnecessários no atendimento do Hospital Infantil em 11/08/2017 na Vacinação, tomei a segunda dose da vacina antirrábica. Eu já estava vacinada a não me abater com esses atendimentos após conversar na véspera em consulta PROVIDENCIAL com o psicólogo do programa RIO SEM HOMOFOBIA. O Caminho está sendo feito. Faltam 2 vacinas e o soro.  Todas as artimanhas do inferno estão caindo até aqui.  Estou de pé. Jesus está na causa. 


Louvada O Senhor Jesus Cristo para sempre