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quarta-feira, 22 de fevereiro de 2017

LEVY FIDELIX HOMOFÓBICO. FOI CONDENADO A pagar R$ 25.070 por ter feito declarações homofóbicas. DISCURSO DE ÓDIO.

http://odia.ig.com.br/brasil/2017-02-22/levy-fidelix-e-condenado-em-r-25-mil-por-frase-homofobica-em-debate-de-2014.html
O DIA
No Twitter, Silas Malafaia defende discurso de Fidelix


DISCURSO DE ÓDIO
A fala de Levy Fidelix contra os homossexuais foi classificada por diversas entidades, entre elas a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), como um discurso de ódio.


Fidelix fez uma associação entre homossexualidade e pedofilia, classificou a homossexualidade como algo "contagioso" e ainda categorizou os homossexuais como doentes mentais. Ele se recusou pedir desculpas para a comunidade LGBT.

CANDIDATOS CONDENARAM A INTOLERÂNCIA, DESRESPEITO E DISCRIMINAÇÃO DE LEVI FIDELIX
A candidata Marina Silva, do Partido Socialista Brasileiro (PSB), classificou o discurso de Fidelix como "uma visão de completa intolerância com a diversidade social, cultural, que caracteriza o nosso País, com o respeito que se deve ter às pessoas, independente da condição social, cor e orientação sexual." Aécio Neves, do Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB), repudiou as declarações e classificou o episódio como "lamentável", além de defender que "todo tipo de discriminação é crime." Dilma Rousseff, candidata do Partido dos Trabalhadores (PT), afirmou que "o Brasil já atingiu um patamar de civilidade suficientemente alto para não conviver mais com a discriminação que leve à violência" e disse que "a homofobia tem que ser criminalizada".



Levy Fidelix é condenado em R$ 25 mil por frase homofóbica em debate de 2014


Então candidato pelo PRTB, político afirmou que 'órgão excretor não reproduz' e associou homossexualidade à pedofilia e doenças mentais


ESTADÃO CONTEÚDO
São Paulo - A Secretaria da Justiça e da Defesa da Cidadania de São Paulo manteve a condenação do presidente do PRTB, Levy Fidelix, foi multado por "prática de discriminação homofóbica". Fidelix deverá pagar R$ 25.070 por ter feito declarações homofóbicas durante debate das eleições de 2014.

A multa foi estipulada em 1.000 UFESPs. O valor da UFESP para o período de 1º de janeiro a 31 de dezembro de 2017 é de R$ 25,07. A denúncia de discriminação homofóbica foi formulada pela Coordenação de Política para a Diversidade Sexual do Estado de São Paulo contra Levy Fidelix.

Durante o debate de 2014, a candidata Luciana Genro (PSOL) fez uma pergunta a Fidelix sobre suas políticas para a defesa dos direitos da chamada comunidade LGBT, de lésbicas, gays, bissexuais e transexuais, no caso de ser eleito. Na resposta, o candidato do PRTB associou a homossexualidade à pedofilia e a doenças mentais e fez uma espécie de conclamação da maioria para um "enfrentamento" da minoria sexual.

"Aparelho excretor não reproduz", disse Fidelix. "Como é que pode um pai de família, um avô, ficar aqui escorado porque tem medo de perder voto? Prefiro não ter esses votos, mas ser um pai, um avô que tem vergonha na cara, que instrua seu filho, que instrua seu neto. Vamos acabar com essa historinha. Eu vi agora o santo padre, o papa, expurgar - fez muito bem - do Vaticano um pedófilo."

Mais à frente, afirmou: "Então, gente, vamos ter coragem. Nós somos maioria, vamos enfrentar essa minoria. Vamos enfrentá-los. Não tenha medo de dizer 'sou pai, uma mãe, vovô', e o mais importante é que esses que têm esses problemas realmente sejam atendidos no plano psicológico e afetivo, mas bem longe da gente, bem longe mesmo porque aqui não dá."


Louvado O Senhor Jesus Cristo para sempre.


quinta-feira, 12 de janeiro de 2017

TIO PATERNO DO ADOLESCENTE MORTO A FACADAS PELA MÃE EM CRAVINHOS SÃO PAULO AFIRMA QUE A MÃE NÃO ACEITAVA A HOMOSSEXUALIDADE DELE. JOVEM DISSE ANTES DE MORRER QUE FOI AGREDIDO PELA MÃE POR SER GAY.


A mãe do jovem, Tatiana Lozano Pereira, e o marido, Alex Pereira (Foto: Reprodução/EPTV)
Tatiana relatou que matou o filho a facadas e, com a ajuda do padrasto da vítima, Alex Canteli Pereira, levou o corpo até um canavial e o queimou (Foto: Reprodução / Facebook)
https://www.acidadeon.com/ribeiraopreto/cotidiano/policia/NOT,2,2,1219335,Mae+confessa+a+Policia+Civil+de+Cravinhos+ter+matado+filho+de+19+anos.aspx

G1
http://g1.globo.com/sp/ribeirao-preto-franca/noticia/2017/01/tio-de-jovem-morto-diz-que-mae-nao-aceitava-que-filho-fosse-homossexual.html

Tatiana Lozano, gerente de supermercado, de 32 anos,  confessou para a polícia que matou filho, Itaberli Lozano, de 17 anos, a facadas durante briga. O tio paterno do adolescente morto disse que ela não aceitava a homossexualidade do jovem. O corpo foi achado carbonizado em um canavial. O padrastro, o tratorista Alex Pereira, de 30 anos, disse que levou o corpo até o canavial onde foi incendiado.

Facas usadas no crime e pulseira encontrada junto ao corpo foram apreendidas (Foto: Reprodução/EPTV)

Já havia a desconfiança sobre a mãe porque ela não quis prestar queixa. O rapaz morto era educado, trabalhava e haveria decidido ir morar com a avó paterna por discutir muito com a mãe em 27 de dezembro do ano passado. Dia 29 de dezembro, teria voltado para casa após receber uma ligação da mãe no celular, depois não foi mais visto.



Os pais contaram que levaram o corpo porque não queriam ficar com isso em casa.

Itaberli Lozano foi encontrado morto em canavial na Rodovia José Fregonezi (Foto: Reprodução/Facebook)




Mãe confessou à Polícia Civil ter matado o filho, Itaberlly Lozano, na madrugada do dia 29 de dezembro (Foto: Reprodução / Facebook)


HOMOFOBIA

JOVEM DISSE ANTES DE MORRER QUE FOI AGREDIDO PELA MÃE POR SER GAY
Em post no Facebook, adolescente diz que foi espancado pela mãe por ser gay (Foto: Reprodução/Facebook)

G1


Dois dias antes de ser morto, o adolescente Itaberly Lozano de 17 anos, afirmou em uma postagem no Facebook que foi agredido pela mãe por ser homossexual. As imagens da publicação acabou sendo apagada depois, mas foram recuperadas por amigos do jovem e entregues ao Ministério Público.

O promotor acredita que foi a própria mãe, Tatiana, quem apagou a postagem quando ele foi assassinado, porque ela estava com o celular dele na madrugada do crime. 

Na publicação, o adolescente relata que foi espancado pela mulher que chamava de mãe por ser gay e que Tatiana colocou uma renca de moleques para agredi-lo. Lozano diz ainda que foi para a casa de amigos em Franca (SP) para fugir das ameaças.

Em depoimento, a mãe contou que havia aliciado dois jovens para darem um corretivo no filho. Um dos rapazes confessou ter espancado Lozano. Uma testemunha afirmou que ambos espancaram e enforcaram a vítima. Em seguida, a mãe esfaqueou o próprio filho.

O promotor Wanderley Trindade afirmou que denunciará a gerente de supermecado Tatiana Lozano Pereira, de 32 anos, por crime de homofobia. 
Louvado seja O Senhor Jesus Cristo para sempre.

quarta-feira, 16 de novembro de 2016

Atitude da coordenação do Colégio Elite da unidade Campo Grande II ao aluno gay está repercutindo no facebook. Ela pediu que o jovem mantivesse uma distância segura de outro amigo que também é homossexual. Ele foi convocado a participar de uma reunião onde o motivo foi a reclamação de que ele estava beijando um amigo na frente da escola. A mãe do aluno recebeu ligação dizendo que ela tinha que conversar com o filho sobre a opção sexual dele e contou que depois disso começaram as perseguições. Ele foi também acusado pela escola de ter xingado o pai de um aluno quando sequer estava no local do suposto xingamento. O ALUNO CONTOU QUE SENTE A REALIDADE DE COMO A SEXUALIDADE É TRATADA EM MUITOS COLÉGIOS.

http://oglobo.globo.com/sociedade/jovem-acusa-coordenacao-de-escola-por-atitude-homofobica-20474854

Um jovem gay de 15 anos denunciou uma escola particular da Zona Oeste do Rio de Janeiro. Bruno Oliveira relatou que a coordenação da unidade Campo Grande II do Colégio Elite pediu que ele mantivesse uma distância segura de outro amigo que também é homossexual.

O estudante contou que começou a ser repreendido pela escola no ano passado após dar um selinho no colega quando ambos foram levados para a coordenação:
"Era fim do ano letivo, estava todo mundo já mais tranquilo com o término das atividades escolares. Nós sentamos no meio da sala de estudos. Tinha mais gente por lá, inclusive um casal hétero logo atrás de nós se beijando. Eu e esse meu amigo demos um selinho. Um selinho, repito. Apareceu uma funcionária da escola e levou a gente para a coordenação. Disse que a gente não podia fazer aquilo".

Após o caso, o aluno contou que a escola passou a vigiá-lo e diante da aproximação com outro estudante do mesmo sexo acabava parando na diretoria. 

"Mês passado eu estava na porta da escola com uma amiga e outro amigo chegou. Nos cumprimentamos com um abraço, sentamos em roda e ficamos conversando. Uma funcionária da coordenação foi lá na roda chamar eu e esse amigo para ir na sala dela. Chegamos lá e a diretora foi convocada a participar da reunião. O motivo era que alguns pais estavam reclamando que a gente estava se beijando na frente da escola. A gente tinha dado um abraço."

_A gente sai de casa para estudar e chega no lugar e sofre isso. Pintei o cabelo de rosa, mas com tudo isso perdi a vontade e queria até mudar de cor. Depois que pintei o cabelo tudo ficou pior,  me sinto bastante perseguido. Chegou no limite.

Bruno contou que foi acusado pela escola de ter xingado o pai de um aluno. A mãe de Bruno contou que Bruno sequer estava na porta do colégio quando o xingamento teria ocorrido.

Mãe de Bruno, Maria Emília de Oliveira contou que ano passado ligaram para ela dizendo que o Bruno tinha beijado um amigo na escola e eu perguntei: Qual é o problema? Disseram que eu tinha que conversar com ele para  saber sobre a sexualidade dele, sobre a opção sexual, usaram esse termo. Passou um ano e começaram as perseguições - diz Maria Emília.

A atitude da escola em relação ao aluno que é gay está repercutindo no facebook.
 
Louvado seja O Senhor Jesus Cristo

segunda-feira, 18 de janeiro de 2016

Pastor Silas Malafaia vive atacando os gays, os homossexuais. Mestre em genética prova as coisas erradas que o Pastor Silas Malafaia fala sobre orientação sexual e identidade de gênero. O Pastor Silas Malafaia é radical para atacar os homossexuais, mas não tem coragem de atacar a maçonaria, embora ele tenha dito que a maçonaria não é da luz.


Silas Malafaia faz gestos do ocultismo
Silas Malafaia acredita que a maçonaria não é para os crentes, para as pessoas que têm Jesus e que são da Luz e também não concorda que um cristão pertença a maçonaria. Mas ele não ousa pregar o que ele acredita porque ele teme perder o seu programa na TV. Será que ele é tão santo assim quando demonstra coragem e destemor para atacar os gays na TV?

Segundo Silas Malafaia para quem é luz a maçonaria não presta. O que então estão fazendo os pastores que estão na maçonaria lá dentro? Se o Silas Malafaia sabe desses pastores que estão lá na maçonaria, então porque o Pastor Silas Malafaia se cala diante dessa realidade de tantos pastores, bispos  envolvidos com a maçonaria? Por que ele não alerta esses pastores, não fala a realidade, a verdade e o nome dessas pessoas envolvidas com o oculto? Por que o Pastor Silas Malafaia não faz pregação contra a maçonaria? Por que o Pastor Silas Malafaia não alerta os seus irmãos sobre esse perigo?

Ele disse que ele não é louco de falar sobre a maçonaria porque se falar vai perder seus privilégios e inclusive o seu horário na TV. Ele é um OMISSO diante dessa realidade da qual VIVEM esses pastores.

Não estaria o Silas Malafaia preocupado com a alma desses pastores?

Ele é capaz de permitir que os seus irmão vão para o inferno, segundo a sua visão, do que perder o seu privilégio na televisão.

Por que ele teme os homens que podem só fazer mal ao corpo? Ele não é tão santo assim.


Silas Malafaia pediu a permanência do Presidente da Câmara Eduardo Cunha que foi denunciado na operação Lava Jato como receptor de 5 milhões de reais em propina


Jesus não estaria em uma "Marcha para Jesus" com um Defensor da Pena de Morte

Pastor Silas Malafaia sempre falou bem e pedia voto para o Crivela. Depois passou a fazer vídeo para falar mal do Crivela de quem sempre falou bem antes

Mais é um vendido mesmo. Sempre falou bem do Crivela, pedia voto para o mesmo. Agora perde seu programa de TV para a...
Posted by Não Sou Vlogueiro - NSV on Segunda, 20 de outubro de 2014

Mestre em Genética prova as coisas erradas que Pastor Silas Malafaia fala sobre orientação sexual



Existe uma contribuição dos genes na manifestação da orientação sexual e da identidade de gênero. Há mais de 90 estudos, mais de 90 fontes na genéticas.

São conhecidas 1500 espécies de animais que manifestam comportamento homossexual.


http://www.amigodecristo.com/2013/02/evangelicos-lancam-peticao-online-contra-pastor-silas-malafaia.html

Louvado seja Nosso Senhor Jesus Cristo para sempre.

quarta-feira, 21 de outubro de 2015

Padre da Igreja Católica por 25 anos (de 1984 a 2009), vivendo em 4 estados, João Marcos Porto Maciel, conhecido como Dom Marcos de Santa Helena, responde por estupro de vulnerável, posse irregular de arma de fogo, curandeirismo, estelionato e racismo. Uma das vítima de pedofilia fez um livro contando em detalhes os abusos que sofreu quando participava de um coral da Igreja Católica.


http://diariodesantamaria.clicrbs.com.br/rs/geral-policia/noticia/2015/08/negado-o-pedido-de-liberdade-provisoria-para-ex-padre-suspeito-de-pedofilia-4820749.html
O Ex- padre João Marcos Porto Maciel responde processo criminal por estupro de vulnerável e posse irregular de arma de fogo (ele tinha o registro de duas espingardas apreendidas no mosteiro onde vivia, mas eles estavam vencidos).

Em fevereiro deste ano, também foi indiciado pelo delegado Fabrício de Santis Conceição por curandeirismo e estelionato.

Ele ainda responde a outro processo por racismo contra um funcionário, negro, de uma madeireira da cidade.
http://diariodesantamaria.clicrbs.com.br/rs/geral-policia/noticia/2015/02/justica-determina-prisao-preventiva-de-ex-padre-suspeito-de-pedofilia-em-cacapava-do-sul-4695314.html
O Ex-padre atuava no município de Caçapava do Sul. Ele é conhecido como Dom Marcos de Santa Helena. Foi preso em 9 de dezembro de 2014 por estupro de adolescentes desde 1961. Foi  membro das Igrejas Católica e Anglicana, e, atuava em um monastério da Igreja Veterodoxa antes de ser preso.


AS PROVAS
http://diariodesantamaria.clicrbs.com.br/rs/geral-policia/noticia/2014/12/as-provas-da-policia-para-prender-dom-marcos-por-pedofilia-4659709.html
O Inquérito tem mais de 500 páginas.

2 Jovens e 4 Homens afirmaram ter sido vítimas do religioso , que, fazia carícias, beijava os meninos na boca e os obrigava a praticar sexo oral e, em alguns casos, anal.


Os 2 garotos, hoje com 17 e 18 anos sofreram abusos em forma de carícias, beijos na boca e masturbação. Tinham menos de 14 anos, um deles era órfão.

O violoncelista Alexandre Diel, 42, de São Leopoldo, também relatou à polícia ter sido vítima na juventude, ao participar de um coral dirigido por Dom Marcos.

Um agricultor de 61 anos, em Santana da Boa Vista, contou que foi abusado há mais de 50 anos, entre 1961 e 1964, quando tinha entre 8 e 11 anos. Era coroinha da Igreja e queria aprender a tocar flauta com o irmão João, então nome usado por Dom Marcos que ainda não era padre. Hoje é casado, mas, disse chorando, que até os 30 anos, não teve coragem de se relacionar com uma mulher.

Uma empregada doméstica de um homem que tem hoje 42 anos, que foi aluno de Dom Marcos, e está internado em uma clínica psiquiátrica relatou em depoimento que o homem foi dopado e violentado pelo religioso.

O livro Sem medo de falar - Relato de uma vítima de pedofilia, do empresário Marcelo Ribeiro, 49 anos, contou em detalhes, os abusos que sofreu dos 12 aos 15 anos.

O delegado contou que todas as pessoas que não se conhecem relataram a mesma conduta, com assédio à noite, no quarto do suspeito ou da vítima.
http://zh.clicrbs.com.br/rs/noticias/noticia/2014/12/ex-padre-e-preso-por-suspeita-de-pedofilia-em-cacapava-do-sul-4659629.html

A Polícia apreendeu 10 computadores e DVDs, um revólver calibre 38 e uma espingarda calibre 12.



Livro contou em detalhes os abusos sexuais
http://diariodesantamaria.clicrbs.com.br/rs/geral-policia/noticia/2014/12/acordei-com-ele-na-minha-cama-afirma-autor-de-livro-que-relata-os-abusos-4659637.html
http://diariodesantamaria.clicrbs.com.br/rs/geral-policia/noticia/2014/12/acordei-com-ele-na-minha-cama-afirma-autor-de-livro-que-relata-os-abusos-4659637.html

O livro "Sem Medo de Falar _ Relato de Uma Vítima de Pedofilia" do empresário Marcelo Ribeiro, 49 anos, conta em detalhes como foram os abusos sexuais que sofreu dos 12 aos 15 anos. O assédio começou aos 9 anos quando participava de um coral da Igreja Católica da Cidade de Novo Hamburgo, na Região Metropolitana de Porto Alegre.
"Tudo começou em uma viagem, quando eu acordei com ele na minha cama. Eu já tinha uma obediência total por ele, ele era o nosso maestro" ... "Não havia desejo, era obediência. Ele já havia me beijado escondido várias vezes quando fizemos sexo pela primeira vez, na casa paroquial. O maestro dizia que a nossa história era de amor".

Um violoncelista contou que também foi vítima do ex-padre.




Ex-padre cobrava entre R$ 100 e R$ 500 por rituais pela internet
Em depoimento ao delegado Dom Marcos contou que realizava exorcismos, e conseguia tirar o demônio do corpo das pessoas.
http://diariodesantamaria.clicrbs.com.br/rs/geral-policia/noticia/2014/12/segundo-monges-ex-padre-cobrava-entre-r-100-e-r-500-por-rituais-pela-internet-4661262.html
Dois monges revelaram ao delegado que o ex-padre João Marcos Porto Maciel, mais conhecido como Dom Marcos de Santa Helena, fazia atendimentos de parapsicologia à distância e recebia entre R$ 100 e R$ 500 pelo serviço.

Dom Marcos cobrava por rezas que eram uma espécie de exorcismo do demônio. Essa prática ocorria com frequência e era uma das principais fontes de renda da Ordem de Santa Cecília, fundada por Dom Marcos e ligada à Igreja Veterodoxa.

No dia da prisão, foram apreendidos R$ 6 mil, além de 400 dólares no local. Isso pode explicar a origem do dinheiro.



O Ex-padre foi excomungado da Igreja Católica em 2009 por apostasia (afastar-se da doutrina) e expulso da Anglicana em 2011 por "alta traição e atitudes sorrateiras".



http://diariodesantamaria.clicrbs.com.br/rs/geral-policia/noticia/2014/12/a-vida-religiosa-de-dom-marcos-4659640.html

A Vida religiosa de Dom Marcos

1950 a 1956 - Coroinha na Igreja Matriz Nossa Senhora da Assunção, em Caçapava do Sul. Foi catequista.

1956 a 1958 - Seminário São José, em Santa Maria.

1958 a 1961 - Instituto dos Oblatos Diocesanos.

1961 a 1962 - Trabalho pastoral e musical em Santana da Boa Vista.

1962 a 1963 - Coral do Instituto de Menores, de Pelotas.

1963 a 1968 - Coral dos Meninos Cantores da Catedral de Frederico Westphalen.

1969 - Foi estudar alemão e realizou trabalho com o Coral Meninos Canarinhos de Petrópolis.

1969 a 1971 - Foi estudar na Europa. Estagiou em coros na Alemanha e Espanha.

1971 a 1974 - Retornou para Frederico Westphalen.

1974 - Começou a trabalhar como professor de música, na Academia do Comércio, em Minas Gerais.

1975 a 1980 - Fundou e trabalhou no Coral Os Bem Te Vis, da Catedral de Diamantina, em Minas Gerais.

1981 - Fundou o Coral Os Bem Te Vis, de Novo Hamburgo.

1984 - Foi ordenado padre, na Catedral São Luiz, de Novo Hamburgo. Ficou na paróquia até 1986.

1989 - Pároco da paróquia da Ressurreição, em Santa Maria.

1990 a 1997 - Pároco da Paróquia Santa Catarina de Alexandria, em São Leopoldo.

1997 - Foi para Caçapava do Sul com alguns noviços.

1998 - Fundou a ordem de Santa Cecília em Caçapava do Sul dentro da Igreja Católica, no local onde hoje funciona a abadia.

2009 - Foi excomungado da Igreja Católica e se tornou presbítero da Igreja Anglicana do Brasil.

2011 - Foi expulso da Igreja Anglicana e passou a ordem de Santa Cecília para a Igreja Veterodoxa do Ocidente.














LOUVADO SEJA NOSSO SENHOR JESUS CRISTO
PARA SEMPRE SEJA LOUVADO

sexta-feira, 9 de outubro de 2015

Padre católico Gino Flaim disse que algumas crianças são culpadas por pedofilia que ocorre dentro do clero, que religiosos caem em tentação, criticou a homossexualidade e disse que a Igreja é uma comunidade de pecadores.

O Padre católico Gino Flaim, de 75 anos, da Diocese da Cidade de Trento, afirmou que as crianças eram em parte responsáveis pelos casos de pedofilia envolvendo religiosos. Ele disse que compreende alguns padres que cometem o crime.

"Infelizmente, há crianças que procuram afeto, porque eles não têm em casa e se encontram algum padre, este pode cair em tentação. Eu entendo isso", disse o padre em entrevista ao canal italiano "La7". Perguntado se as crianças eram em parte responsáveis pelos casos de pedofilia, Flaim respondeu: "Em muitos casos, sim".

Nos últimos 15 anos, a Igreja Católica Romana tem sido abalada por escândalos sexuais envolvendo sacerdotes. A instituição foi duramente criticada por não excomungar os religiosos que cometeram esse tipo de crime.


Italiano entende a pedofilia, mas não os gays
http://ultimosegundo.ig.com.br/mundo/2015-10-06/padre-e-afastado-apos-dizer-que-entende-pedofilia-mas-nao-os-gays.html
O Padre Gino Flaim é colaborador na Igreja San Pio X, em Trento.

PADRE GINO FLAIM ATACOU HOMOSSEXUALIDADE, MAS DEFENDEU PEDOFILIA
Em outra declaração o Padre classificou a homossexualidade como uma doença e disse que a Igreja é uma comunidade de pecadores. O Padre Gino Flaim disse que está acostumado a lidar com essas situações.

http://www.jornalacidade.com.br/noticias/NOT,0,0,1107031,Diocese+italiana+destitui+padre+por+comentarios+sobre+pedofilia.aspx
http://noticias.gospelprime.com.br/padre-defende-pedofilia-ataca-homossexualidade/
O GLOBO
http://oglobo.globo.com/sociedade/padre-diz-que-algumas-criancas-sao-culpadas-por-pedofilia-17722784#ixzz3o4kVsP6T
http://oglobo.globo.com/sociedade/padre-diz-que-algumas-criancas-sao-culpadas-por-pedofilia-17722784#ixzz3o4llVmNL 


LOUVADO SEJA NOSSO SENHOR JESUS CRISTO
PARA SEMPRE SEJA LOUVADO

segunda-feira, 5 de setembro de 2011

DÉBORA FERNANDES CORDEIRO PINTO (matrícula 80/28.585) era mais uma funcionária pública de Belford Roxo ligada a igrejas evangélicas ou católica. Ela recusou por 2 vezes o meu pedido de readmissão em 09/08/2011 e 29/08/2011. FOI CURTA E GROSSA EM SUA DECISÃO DE ME MANTER EXCLUÍDA DO SERVIÇO PÚBLICO MUNICIPAL. NÃO COMENTOU SOBRE O LAUDO MÉDICO APRESENTADO. NÃO SE INTERESSOU EM AVERIGUAR O QUADRO PSIQUIÁTRICO DESCRITO. NÃO FEZ REFERÊNCIA AOS PROBLEMAS SOCIAIS E AO PRECONCEITO QUE EU, PROFESSORA FAIZA KHÁLIDA (MAT. 5508 E 14725), RELATEI NO TRABALHO RELACIONADOS A HOMOSSEXUALIDADE E A TRANSEXUALIDADE. IGNOROU TUDO SIMPLESMENTE.


 Olhe!
Olhe de novo e veja ALÉM do PRECONCEITO.

"Quer mesmo se parecer com Cristo?
Abandone os julgamentos e ame mais.


Em 2011, após alguma melhora do quadro alucinatório e psicótico, eu fui orientada por uma pessoa da minha família, que também se abatia com o meu sofrimento e transtorno mental, a buscar ajuda do "Programa Rio sem Homofobia" do governo do estado do Rio de Janeiro onde eu fiquei ciente que havia sido demitida através de contato por telefone da advogada com um funcionário de cargo elevado da secretaria de educação de Belford Roxo. O funcionário da secretaria de educação de Belford Roxo disse para a advogada do programa "Rio sem homofobia" que eu era uma excelente professora. Chegando em casa, eu mesma  liguei a ele e ele me disse que já era para eu ter voltado a trabalhar lá no município de Belford Roxo porque eu havia sofrido PRECONCEITO. Ele me passou os números dos processos e das Portarias publicadas que se referiam a minha demissão. Ele também informou a data em que essas portarias foram publicadas.







Eu superei o pavor também psicótico que antes eu tinha de ir a Belford Roxo e também à Prefeitura do município e lá dentro no protocolo da Prefeitura eu pedi que fosse aberto um processo (04/2006/2011) e (04/3380/2011). Eu informei as minhas matrículas, números dos processos, portarias e data de demissão que o funcionário de cargo elevado da secretaria de educação de Belford Roxo havia me  informado. Eu apresentei o laudo médico psiquiátrico da doutora e receitas médicas. Informei os telefones da médica, CRM, CPF e o endereço onde a doutora psiquiatra atende. Apresentei o período coberto pelo quadro de doença. Além da doença incapacitante, eu informei sobre os problemas sociais, de estresse e de rejeição relacionados a minha condição de gênero (transexual) em meu trabalho.






PARTE DO PROCESSO DE 2003 escrito à mão COM ASSINATURA E MATRÍCULAS MUNICIPAIS. "... Peço a Prefeitura que custeie para mim um tratamento Psicológico e Psiquiátrico pois sei que não me encontro mais, depois de tudo isso, no meu senso normal ..." de Ruim no Psicológico .por PRECONCEITO, BULLYING, INJUSTIÇA

Esse meu processo foi enviado à Procuradora Municipal Débora Fernandes C. Pinto (matrícula 80/28.585) para que ela decidisse. Tecnicamente ele foi chamado de Pedido de Readmissão pela procuradora municipal. A Dr.ª Débora não atendeu ao meu pedido em 09/08/2011. Não comentou sobre o laudo médico apresentado por mim. Não se pronunciou em averiguar com a médica por telefone ou em fazer qualquer outro contato sobre o meu quadro psiquiátrico. Não fez nenhuma referência aos problemas sociais que eu havia relatado sobre o meu trabalho relacionados a transexualidade. A Procuradora foi curta e grossa como dizem as pessoas no popular.



Usuária Faiza Khálida Fagundes Coutinho - "a pressão social e o constrangimento sofridos fizeram com que apresentasse sintomas de depressão, relatados pela psiquiatra no prontuário da usuária, e este fato a fez deixar de comparecer ao trabalho". IEDE from Ruim no Psicológico .por PRECONCEITO, BULLYING, INJUSTIÇA



Quando eu li o que a Procuradora Débora havia escrito eu achei que ela não tinha lido o que eu apresentei no processo porque ela ignorou simplesmente. Não deu um parecer sobre o que eu havia apresentado. Simplesmente decidiu negando o meu pedido. Então eu novamente repeti que não tinha condições para trabalhar devido a doença incapacitante e que só depois eu pude dar entrada naquele processo informando a minha condição de saúde após longo período de tratamento e uso de remédios.




Essa pessoa da minha família, muito atingida com a minha situação, soube da decisão injusta e insensível da procuradora Débora. Essa pessoa chegou até a elaborar uma carta e me pediu que eu a anexasse ao processo para atingir o coração dessa criatura. Essa pessoa da minha família sofria muito com o meu sofrimento, chorava por minha causa e queria me tirar daquela realidade de depressão, alucinação e transtorno bipolar.





FOTOS: Procuradora Municipal de Belford Roxo Débora Fernandes Cordeiro Pinto (matrícula 80/28.585)







Nesta carta a pessoa da minha família relatou que eu tive o transtorno bipolar incapacitante. Não podia ficar sem os remédios. Tinha de tomar os remédios na medida e na hora certa. Informou que esta doença vinha se somatizando desde a primeira escola municipal de Belford Roxo em que eu trabalhei.  Afirmou que eu sofri homofobia, desrespeito, humilhação, ameaça de morte, ameaça de ser arruinada profissionalmente, zombarias, injúrias e constrangimentos. Relatou que devido a isso eu entrei em profunda depressão, estresse, traumas, fobias, desequilíbrio emocional e profundo isolamento. Informou que o meu estado mental somente foi "restabelecido" naquele ano. 



Eu ainda relatei para a Procuradora Municipal Débora que eu estava também na condição de transexualidade, que eu fazia uso de medicamentos, procedimentos que alteravam e mexiam no meu estado mental. Eu vinha sentindo a homofobia no meu trabalho desde antes de 2003 quando eu estive na urgência do centro psiquiátrico do Rio de Janeiro com vontade de me matar, muito agressiva, chorando com facilidade e daí, começei a fazer uso de remédios psiquiátricos para conseguir trabalhar. Relatei que isso constou de vários processos administrativos da época.




Eu informei não apenas o uso diário de remédios, mas também a depressão que eu sentia com a discriminação, a rejeição no meio profissional. Falei que trabalhava sendo ofendida de viado, tomava banho de terra na escola, ficava perturbada, sentia tristeza, não conseguia tirar essas coisas da cabeça. Citei que trabalhei como professora tapa-buraco, ouvia que eu tinha que sair da escola porque eu era transexual e essas condenações vinham também através de relatórios, ocorrência, processo. Falei que eu não conseguia nem trabalhar, nem me defender mais porque estava me sentindo muito perseguida e totalmente doente. Declarei que eu já havia procurado o Procurador-Geral, mas ele não quis tomar conhecimento do que eu passava. Disse que o último secretário de educação William Campos não me recebia nem respondia os meus relatos que eu enviava para ele.














A advogada e um psicólogo do projeto Rio sem Homofobia me levaram até a Procuradoria Municipal de Belford Roxo para expor a minha situação e o que havia ocorrido. Nesse momento, eu já estava sendo assistida psicologicamente também pelo projeto. O próprio psicólogo que me atendia regularmente conversou pessoalmente com procuradores da Prefeitura Municipal de Belford Roxo. 



O Processo novamente retornou para a decisão da procuradora municipal Débora Fernandes C. Pinto. Desta vez, ela foi ainda mais curta e grossa como dizem no popular. Simplesmente negou novamente o meu pedido em 29/08/2011.



Eu procurei uma resposta por que motivo poderia uma pessoa agir assim com tanta falta de sensibilidade com relação a aquilo que eu passei, perante uma vida de trabalho com doença, usando remédio, passando preconceito. Não seria ela também um ser humano que pudesse estar doente?




Segundo me informaram a Procuradora Municipal Débora Fernandes C. Pinto que decidiu por 2 vezes manter a minha demissão nos meus 2 empregos na Prefeitura Municipal de Belford Roxo é evangélica, crente. Muitos crentes e também católicos têm uma opinião fundamentalista religiosa. Eles acreditam que Jesus Cristo e a Bíblia condenam as pessoas transexuais, travestis, lésbicas, transgêneras, homossexuais e todos os LGBTs. Eu me senti infelizmente condenada pela Procuradora Municipal na sua decisão de me manter excluída do serviço público municipal. Ela sabia que eu estava em tratamento de saúde, estava sob acompanhamento médico e como funcionária pública eu tinha todo o direito de ter reconhecido o período em que me apresentava comprometida em meu estado psicológico e mental.




Na minha caminhada de professora em escolas municipais eu recebia a condenação de pessoas religiosas. Eram pessoas que se diziam ser da Igreja Católica e crentes da igreja evangélica. O discurso era o mesmo: que a Bíblia ou Deus me condenava pelo motivo de eu ser homossexual, travesti ou transexual. Era sempre uma situação constrangedora porque as pessoas se colocavam no lugar de juízes e me colocavam no lugar de réu, de eu estar sendo julgada para sofrer alguma punição.



Me foi dito que a Dr.ª Débora é da Igreja Evangélica e tem orgulho de ser cristã. Ser cristã é muito mais que proferir palavras vazias e louvores intensos. É agir verdadeiramente através de suas atitudes de amor a Deus na pessoa do próximo. O próximo é aquele que ninguém ama muitas vezes.





Eu acredito no evangelho, eu acredito em Jesus, mas eu não acredito nas pessoas evangélicas que não vivem o Evangelho. A Dr.ª Débora me fez lembrar essas pessoas que amam entoar louvores a Deus, mas não se decidem em favor do próximo que é aquele que precisa de ajuda, de socorro, de solidariedade, de uma palavra amiga, de uma palavra de conforto em momento de dificuldade, de  situação extrema, de exclusão social, de acepção de pessoas, de desrespeito, de isolamento, de transtorno, de doença. Pessoas assim, se condenam quando condenam o semelhante porque falta amor em suas atitudes.





Existem muito evangélicos que seguem os ensinamentos de pastores, passam horas se dedicando a leitura da Bíblia, mas é uma perda de tempo se eles não têm amor. O amor é a caridade com o próximo. Segundo me informaram a Dr.ª Débora dizia ser louca por Jesus. Eu acho que alguém que quer seguir realmente a Jesus deveria amar o seu próximo como ama a si mesmo. Eu penso que ela como procuradora, funcionária pública não gostaria de ficar desempregada, sem os seus vencimentos e ainda precisando recuperar a sua saúde.
 



As pessoas que são evangélicas e desfazem de seus semelhantes que se encontram em situações de preconceito, discriminação, homofobia, transfobia, isolamento ou transtorno dentro da sociedade como eu me encontrava naquele contexto na Prefeitura Municipal de Belford Roxo, talvez um dia, venham a ser interrogadas por Deus pelo que deixaram de fazer a Ele ou ao próximo enquanto estiveram na terra. Talvez um dia essas pessoas perguntem a Deus após as suas mortes: "quando deixamos de te dar o que comer na pessoa do próximo?", "quando não te demos dignidade e cidadania na pessoa do próximo?", etc. Talvez Deus venha a falar para eles: "quando negastes isso a quem estava oprimido, foi a Mim também que não fizeste".


"Existem aqueles que não têm amor pelo ser humano".



(Professora Faiza Khálida Fagundes Coutinho - matrículas 5508 e 14725 – PMBR, identidade  09089680-4, CPF 024114147-81)

 "Amarás o teu próximo como a ti mesmo". 

Bendito é o preciosíssimo sangue do Senhor Jesus Cristo.




  Jesus é o caminho.
 Louvado seja O Senhor Jesus Cristo para sempre. 

CLICAR ABAIXO PARA LER TEXTOS E DEPOIMENTOS:

1- Em processo administrativo de 2003 eu pedi para que a Prefeitura Municipal de Belford Roxo custeasse um tratamento Psicológico e Psiquiátrico para mim alegando que eu não me encontrava mais depois de tudo que havia passado no serviço público da rede de educação em condições de desempenhar minhas funções equilibradamente, mas eu não fui atendida. No mesmo parágrafo do processo de 2003 arquivado pela Procuradoria do Município, eu registrei " que inúmeras vezes me encontrava chorando e relembrando esses tristes episódios no trabalho que não conseguia mais tirá-los da minha cabeça sentindo um vazio muito grande e outros sintomas psiquiátricos que não conseguia explicar pedindo em nome do Senhor Jesus Cristo ajuda médica ".


2- A PREFEITURA MUNICIPAL DE BELFORD ROXO, A PROCURADORIA MUNICIPAL E A SECRETARIA DE EDUCAÇÃO NUNCA ADMITIAM EM PUNIÇÃO, OCORRÊNCIA, RELATOS, RELATÓRIOS, PROCEDIMENTOS ADMINISTRATIVOS E INQUÉRITOS, INCLUSIVE OS QUE ME DEMITIRAM DEFINITIVAMENTE DO FUNCIONALISMO PÚBLICO MUNICIPAL, QUE EU ATRAVESSAVA TANTO UM PROCESSO BIOQUÍMICO DIÁRIO QUE AFETAVA  TODA A MINHA MENTE E TODO O MEU CORPO COMO TAMBÉM  ATRAVESSAVA UMA REALIDADE QUE ME CAUSAVA SOFRIMENTO.



3- Procuradores de Belford Roxo se recusavam a tomar conhecimento de que eu havia sido ameaçada de morte, trabalhava sobre pressão e sofria preconceito; e também a dar acesso a processo a advogada da Secretaria Estadual de Direitos Humanos.



4- Secretaria de Educação e Procuradoria Municipal de Belford Roxo abafavam o problema da discriminação.




5- Procurador de Belford Roxo LORIVAL ALMEIDA DE OLIVEIRA mentiu dizendo que eu havia recebido cópia de processo para ter como me defender. Na ESCOLA MUNICIPAL JORGE AYRES DE LIMA não me deram cópia de nada e de nenhum processo. Não me deixaram ler o processo ou tirar cópia dele. 



6- Funcionários públicos municipais de Belford Roxo desrespeitavam a identidade de gênero de transgêneros, travestis e transexuais.




7- Meu estado psicológico e mental era ignorado como se me ver mal e transtornada fosse justamente o que se desejasse. 





8- Em 2009, o subsecretário municipal de Educação de Belford Roxo Miguel de Sousa Ramiro que prometeu mandar a minha frequência pelo período coberto pelo LAUDO MÉDICO PSIQUIÁTRICO, 2 semanas depois disse para mim que havia esquecido de tudo inclusive do MEU LAUDO MÉDICO mediante a pressão do supervisor educacional, consultor e assessor jurídico Jorge Silva (mat. 54368). OFÍCIOS REFERENTES A MIM FORAM EXTRAVIADOS NA SEMED (secretaria municipal de educação de Belford Roxo).




9- Orientadora se mobilizava para me tirar de escola municipal de Belford Roxo e me prejudicava. Exclusão e isolamento.



10- O RELATÓRIO SOBRE O II CONSELHO DE CLASSE DE 2007 NA ESCOLA MUNICIPAL JORGE AYRES DE LIMA FEITO PELA ORIENTADORA PEDAGÓGICA CONCEIÇÃO COM O OBJETIVO discriminatório DE ME PREJUDICAR.


 
11- A falta de aceitação social, intolerância, maldade e preconceito me causavam sofrimento.


 
12- Mais um evento traumático comigo ficou impune devido ao meu estado de abatimento, apatia e inércia. Eu fui retirada à força de dentro do banheiro feminino da Prefeitura e jogada no chão da escada por aproximadamente 8 guardas-municipais a mando do subsecretário Paulo Allevato.




13- 5 anos depois eu fui novamente ameaçada de morte no meu trabalho como professora da rede municipal de educação da Prefeitura de Belford Roxo.
 


14- Meus 2 aparelhos portáteis que eu usava em meu trabalho de professora da rede municipal de Belford Roxo foram roubados ao mesmo tempo nas 2 escolas em que eu trabalhava e nem o registro disso foi feito.




15- O RELATÓRIO TÉCNICO APARECEU para ME chantagear e PARA ME AFASTAR DA ESCOLA MUNICIPAL. 8 supervisores da Secretaria de Educação de Belford Roxo analisaram o relatório. Depois, O RELATÓRIO SUMIU. Depois, O RELATÓRIO nunca EXISTIU na Secretaria de Educação de Belford Roxo. (processo 04/3149/03)




16- Os problemas ocasionados pelo relatório técnico e procedimento administrativo decorrente nunca foram resolvidos (PARTE 1).



17- Os problemas ocasionados pelo relatório técnico e procedimento administrativo decorrente nunca foram resolvidos. (PARTE 2)



18- Em maio de 2008 a médica psiquiátrica verificou que dificilmente haveria SOLUÇÃO do meu QUADRO DE DEPRESSÃO porque NÃO HAVIA RESOLUÇÃO DOS PROBLEMAS SOCIAIS referentes ao meu trabalho que me estressavam.



19- 2002 foi o ano em que pela primeira vez eu senti que havia ficado doente por causa do trabalho.


20- A minha Demissão nas 2 matrículas da Prefeitura de Belford Roxo.


21- Defesa dos inquéritos disciplinares e administrativos referentes a professora em processo transexualizador Faiza Khálida (NUDIVERSIS - Núcleo de Defesa da Diversidade Sexual e dos Direitos Homoafetivos da Defensoria Pública do Estado do Rio de Janeiro).


22- Praticamente todos na Prefeitura Municipal de Belford Roxo sabiam que eu lutava contra um preconceito que impactava a minha saúde psicológica e mental. A administração Pública de Belford Roxo se fez de cega.O PIOR CEGO É AQUELE QUE NÃO QUER VER.


23- Psicólogo do programa Rio Sem Homofobia esteve na Procuradoria de Belford Roxo explicando o meu adoecimento, nem assim houve reconhecimento, avaliação ou consideração  do meu quadro de doença descritos em laudos médicos e psicológicos.


24- Extravio de ofício e processo na Secretaria de Educação referente a professora em processo transexualizador Faiza Khálida.


25- Processo Judicial número 0004742-25.2012.8.19.0008 se encontra na segunda Vara Cível de Belford Roxo desde 02/03/2012.



26- A violência de gênero, o assédio moral, a desvalorização do magistério e o constrangimento no trabalho em Belford Roxo são realidades. O Brasil é o país que mais mata travestis e transexuais no mundo. Tudo isso também leva a Educação Municipal de Belford Roxo para o último lugar no Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (IDEB) na Baixada Fluminense.


27- Esclarecendo a minha incapacidade laborativa e social no meu trabalho na Prefeitura Municipal de Belford Roxo.

Ame o seu próximo (seja lá como ele for) !
Mateus 22:37-39
"Seja a mão de Deus para ajudar o seu próximo."
NÃO FIQUE CALADO DIANTE DA HOMOFOBIA E DA TRANSFOBIA