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terça-feira, 23 de maio de 2017

PUNIÇÃO BRUTAL 83 chibatadas e prisão - Homens são açoitados em público na Indonésia por terem feito sexo gay

https://noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/bbc/2017/05/23/homens-sao-acoitados-em-publico-na-indonesia-por-terem-feito-sexo-gay.htm
Homens são açoitados em público na Indonésia por terem feito sexo gay
Os dois homens foram flagrados juntos na cama por uma patrulha do bairro. Em um palco montado um homem traja uma vestimenta branca enquanto reza, mas se trata de uma punição brutal.
Homens se revezaram para aplicar dezenas de golpes com vara. O motivo? Houve o flagrante de um homem fazendo sexo com outro homem. Eles estavam dentro de casa e no quarto. A patrulha de bairro invadiu a casa e o quarto para pegá-los na cama. Uma multidão compareceu para assistir com celulares prontos para registrar tudo. "Com mais força!", gritaram.
Na segunda 141 homens foram presos em uma sauna gay. Os homens de 20 e 23 anos receberam 83 chibatadas após ficarem presos por 2 meses. Um deles estava concluindo a Faculdade de Medicina e agora foi expulso pela Faculdade.
A repórter da BBC se encontrou com um deles antes da punição e o descreveu como aterrorizado, pálido e tendo vermelhidão pela pele. A repórter não pôde conversar com ele com privacidade e sentiu intimidação.
Louvado O Senhor Jesus Cristo para sempre.

sábado, 15 de abril de 2017

MPF entra com ação contra Bolsonaro por por declarações ofensivas a negros e quilombolas Procuradores pedem indenização de R$ 300 mil por dano moral coletivo. "Fui num quilombo. O afrodescendente mais leve lá pesava sete arrobas. Não fazem nada! Eu acho que nem para procriador ele serve mais". VISÃO DISTORCIDA, EXPRESSÕES INJURIOSAS, PRECONCEITUOSAS E DISCRIMINATÓRIAS. Para os procuradores, a fala de Bolsonaro desumaniza as pessoas negras, retirando-lhes a honra e a dignidade ao associá-las à condição de animal. Ultrapassa qualquer limite constitucional. Bolsonaro afirmou que não vai ter "um centímetro demarcado" para reservas indígenas, caso seja eleito. Em uma outra parte do discurso, ele afirma que ter uma filha mulher, depois de ter quatro homens, foi fruto de uma "fraquejada". 150 pessoas dacomunidade judaica protestaram durante a palestra chamando Bolsonaro de algo como fascista e torturador e fazendo maméria de pessoas troturadas e mortas na ditadura.

O GLOBO
http://oglobo.globo.com/brasil/mpf-entra-com-acao-contra-bolsonaro-por-por-declaracoes-ofensivas-negros-quilombolas-21188576

MPF entra com ação contra Bolsonaro por por declarações ofensivas a negros e quilombolas
Procuradores pedem indenização de R$ 300 mil por dano moral coletivo
O deputado Jair Bolsonaro discursou no clube Hebraica Rio - Reprodução
RIO — Ministério Público Federal entrou nesta segunda-feira com ação civil pública contra o deputado federal Jair Bolsonaro por danos morais coletivos às comunidades quilombolas e à população negra em geral. Em palestra no Clube Hebraica, em Larajeiras, no Rio, no início do mês, o deputado disse: "Fui num quilombo. O afrodescendente mais leve lá pesava sete arrobas. Não fazem nada! Eu acho que nem para procriador ele serve mais. Mais de R$ 1 bilhão por ano é gastado com eles".
A ação pede indenização de R$ 300 mil pelos danos morais coletivos causados ao povo quilombola e à população negra em geral, a ser revertida em projetos de valorização da cultura e história dos quilombos, a serem indicados pela Fundação Cultural Palmares.
Os procuradores Ana Padilha e Renato Machado sustentam que o deputado “utilizou informações distorcidas, expressões injuriosas, preconceituosas e discriminatórias com o claro propósito de ofender, ridicularizar, maltratar e desumanizar as comunidades quilombolas e a população negra”.
Para os procuradores, a fala de Bolsonaro desumaniza as pessoas negras, retirando-lhes a honra e a dignidade ao associá-las à condição de animal.
“Com base nas humilhantes ofensas, é evidente que não podemos entender que o réu está acobertado pela liberdade de expressão, quando claramente ultrapassa qualquer limite constitucional, ofendendo a honra, a imagem e a dignidade das pessoas citadas, com base em atitudes inquestionavelmente preconceituosas e discriminatórias, consubstanciadas nas afirmações proferidas pelo réu na ocasião em comento”, concluem os procuradores na ação.
Bolsonaro é alvo de processos na Câmara por incitação ao estupro e apologia à ditadura militar. Durante seu discurso na Hebraica, o deputado disse também que, se for eleito presidente em 2018, todo cidadão vai ter uma arma de fogo dentro de casa. Além disso, Bolsonaro afirmou que não vai ter "um centímetro demarcado" para reservas indígenas, caso seja eleito.
Em uma outra parte do discurso, ele afirma que ter uma filha mulher, depois de ter quatro homens, foi fruto de uma "fraquejada".
O convite para Bolsonaro palestrar veio do presidente do clube no Rio, Luiz Mairovitch, após o deputado ter sido vetado em evento similar no clube de São Paulo, após polêmica entre integrantes da comunidade.


MANIFESTANTES PROTESTARAM DO LADO DE FORA

Durante a palestra do deputado na segunda-feira, um grupo de cerca de 150 pessoas da comunidade judaica protestou em frente à Hebraica, em Laranjeiras, gritando palavras de ordem como: "Judeu e sionista não apoia facista" e "quem permite torturar se esquece da shoá".

Em um dos momentos mais fortes do protesto, articulado por movimentos juvenis da comunidade judaica, uma pessoa gritou nomes de judeus mortos na ditadura, como o jornalista Vladimir Herzog e a psicóloga Iara Iavelberg, e os manifestantes respondiam: presente.

http://blogs.ne10.uol.com.br/jamildo/2017/04/10/mpf-aciona-bolsonaro-por-declaracoes-contra-quilombolas/

Louvado O Senhor Jesus Cristo para sempre

segunda-feira, 20 de março de 2017

NA DITADURA QUE BOLSONARO APOIOU CASO SÉRGIO MORO E DELTAN DALLAGNOL INVESTIGASSEM O PRIMEIRO ASSESSOR DE MINISTRO SERIAM FUZILADOS. NÃO HAVERIA LAVA JATO. Bolsonaro não foi comprado, porque as empreiteiras buscavam políticos competentes o suficiente para participar de discussões e decisões importantes. Em 30 anos de carreira legislativa, o máximo que Bolsonaro produziu em troca de seu alto salário de deputado foram duas ou três piadas sobre gays, diz colunista. Não se deixe enganar: todas as doações foram dinheiro do crime. O que havia eram ditaduras, como a que Bolsonaro apoiou, que teriam fuzilado Sergio Moro e Deltan Dallagnol quando suas investigações chegassem no primeiro assessor de ministro. Os esquemas vinham de décadas.

FOLHA
http://www1.folha.uol.com.br/colunas/celso-rocha-de-barros/2017/03/1867937-nao-se-deixe-enganar-todas-as-doacoes-foram-dinheiro-do-crime.shtml

Bolsonaro não foi comprado, porque as empreiteiras buscavam políticos competentes, diz colunista

O que havia eram ditaduras, como a que Bolsonaro apoiou, que teriam fuzilado Sergio Moro e Deltan Dallagnol quando suas investigações chegassem no primeiro assessor de ministro.

Os esquemas vinham de décadas.


A esta altura, não se sabe bem o que seria considerado uma surpresa na lista de Janot. A única dúvida é se alguém politicamente relevante ficará de fora (Marina Silva talvez?). Os outros que talvez comemorem sua ausência, como Bolsonaro, não foram comprados, porque as empreiteiras buscavam políticos competentes o suficiente para participar de discussões e decisões importantes. Em 30 anos de carreira legislativa, o máximo que Bolsonaro produziu em troca de seu alto salário de deputado foram duas ou três piadas sobre gays.

Os outros grandes quadros da política brasileira devem aparecer na lista. Sim, é importante saber o grau de envolvimento de cada um dos citados. Mas não se deixe enganar pela discussão sobre caixa um e caixa dois: o dinheiro pode ter entrado pelas mais variadas reentrâncias, mas sua origem é um cartel de empreiteiras que roubava dinheiro dos contribuintes. O cartel dava dinheiro para políticos em troca de tolerância à sua manipulação de preços. Todas as doações foram dinheiro do crime.

Alguns dos acusados terão negociado essa transação pessoalmente, outros o terão feito por meio de subordinados. Outros terão recebido dinheiro por serem aliados ou correligionários de alguém importante que vendeu um favor. Deveriam ter perguntado por que estavam recebendo dinheiro de empresas que faziam o grosso de seus negócios com o governo, mas não perguntaram.

De qualquer jeito, fica claro que o sistema era esse, e já fazia tempo que era. Os esquemas vinham de décadas. Portanto, a primeira lição a tirar do episódio é: não, nunca houve uma época em que tudo fosse mais honesto.

O que havia eram ditaduras, como a que Bolsonaro apoiou, que teriam fuzilado Sergio Moro e Deltan Dallagnol quando suas investigações chegassem no primeiro assessor de ministro.

Em segundo lugar, não é razoável supor que todos esses políticos sejam gente pior que nós. Se todos aceitaram dinheiro do cartel, é porque devia mesmo ser muito difícil se eleger sem aceitá-lo. Portanto, enquanto a polícia e o Judiciário cumprem seu papel, precisamos pensar em formas de tornar nossas campanhas mais baratas. Se não mudarmos essas regras, mesmo que elejamos 500 Pepes Mujicas em 2018, em 2022 todos serão Eduardos Cunhas.

Em terceiro lugar, a Lava Jato é o início de uma transição de um tipo de capitalismo em que a proximidade entre Estado e empresas se dava por captura, para um outro tipo, que esperamos mais dinâmico e transparente. Devemos discutir com mais vigor quais serão as regras desse novo arranjo, até para evitar a possibilidade de que a transição seja interrompida.

O custo de combater a corrupção nestes últimos anos foi muito alto: parte de nossa crise atual se deve ao desmantelamento de empresas que compravam deputados e fraudavam licitações, mas eram também responsáveis por parte importante do investimento nacional. Se conseguirmos reorganizar nossa economia, agora dentro da lei, esse PIB perdido nos últimos anos será recuperado rápido, será pago várias vezes. Mas se pararmos no meio do caminho, ele terá sido perdido por nada.

Precisamos repensar o modelo de negócios brasileiro e precisamos de campanhas mais baratas. E, talvez, agora que ninguém pode fingir que é moralmente superior ao outro, consigamos discutir isso como adultos.

Não se deixe enganar: todas as doações foram dinheiro do crime

terça-feira, 15 de novembro de 2016

TRANSFOBIA NO PAQUISTÃO. MULHER TRANSEXUAL FOI CHICOTEADA COM CINTO DE COURO COMO CASTIGO.

https://catracalivre.com.br/geral/cidadania/indicacao/no-paquistao-trans-e-amarrada-e-agredida-por-gangue/
Uma mulher transexual foi chicoteada violentamente no Paquistão como "castigo por seus maus hábitos". As imagens chocantes circularam pela internet mostrando a mulher em uma cama e sendo agredida com um cinto de couro.

O suposto líder dos agressores que se identificou como "Jajja" disse ao site "Dunya News" que era amigo da vítima.

Louvado seja O Senhor Jesus Cristo para sempre.

quarta-feira, 31 de agosto de 2016

Cabo eleitoral Alan Biancardi Moreira foi assassinado em Belford Roxo. Ele apoiava o candidato a vereador do município Alex do Gás e tinha 30 anos. Eles foram sequestrados. O grupo sofreu tortura. Alex do Gás conseguiu fugir porque se jogou de uma ribanceira. Já o cabo eleitoral Alan Moreira foi executado.


Cabo eleitoral Alan Biancardi Moreira foi assassinado em Belford Roxo

O agente político Alan Moreira foi morto a tiros no município da Baixada Fluminense após ser sequestrado e fazer campanha eleitoral. Ele apoiava o candidato a vereador do município Alex do Gás (PMDB) e tinha 30 anos.

Alan Moreira, o candidato a vereador Alex do Gás e a mulher do político voltavam de um churrasco quando foram sequestrados. O grupo sofreu tortura. Alex do Gás (Alex Martins da Silva) conseguiu fugir porque se jogou de uma ribanceira. Já o cabo eleitoral Alan Moreira foi executado.

Louvado o Senhor Jesus Cristo para sempre.

segunda-feira, 18 de abril de 2016

O PARLAMENTAR JAIR BOLSONARO FEZ APOLOGIA À TORTURA E AO CRIME ENALTECENDO UM CRIMINOSO MONSTRUOSO


O PARLAMENTAR JAIR BOLSONARO FEZ APOLOGIA À TORTURA E AO CRIME ENALTECENDO UM CRIMINOSO MONSTRUOSO
HOMENAGEM AO TORTURADOR PROVOCOU FORTES REAÇÕES DE INDIGNAÇÃO POR TODO O PAÍS: 500 pessoas foram torturadas e 50 pessoas foram assassinadas.

"O Coronel Ustra não era um ser humano. Ele era uma monstruosidade e degeneração da espécie humana."

BOLSONARO OFENDEU OS BRASILEIROS AO HOMENAGEAR TORTURADOR. "Torturadores são covardes e assassinos. O tipo mais baixo que um ser humano pode ser".
MAIS DE 17000 MIL PESSOAS ACIONARAM A PROCURADORIA CONTRA ESSA ATITUDE EXECRÁVEL E REVOLTANTE DE HOMENAGEAR UM MONSTRO.

A sociedade brasileira repudiou a homenagem de Jair Bolsonaro na Câmara dos Deputados ao maior TORTURADOR QUE O BRASIL CONHECEU, o ex-chefe do DOI-CODI Carlos Brilhante Ustra que é reconhecido pela Justiça como TORTURADOR. Personalidades importantes como Fernando Henrique Cardoso e Instituições como a OAB (Ordem dos Advogados do Brasil)  ficaram chocadas e estarrecidas com a atitude deprimente e execrável do deputado Bolsonaro.

Sob o comando do Coronel da ditadura homenageado por Jair Bolsonaro pelo menos 50 pessoas foram assassinadas e outras 500 pessoas foram torturadas. A tortura é crime hediondo, de lesa-humanidade.
O Coronel Ustra comandava a prática de tortura e agia à margem da Lei. A Constituição condena a tortura.
OAB PEDIU A CASSAÇÃO DO DEPUTADO BOLSONARO: "Chegando a Presidência vou dar um GOLPE e fechar o Congresso Nacional matando 30 mil".

LOUVADO SEJA NOSSO SENHOR JESUS CRISTO
PARA SEMPRE SEJA LOUVADO

sexta-feira, 1 de julho de 2011

A professora de inglês Elane de Souza Vieira, de 53 anos, que trabalhava como babá de um menino de dois anos e seis meses, numa casa em condomínio de luxo no Recreio dos Bandeirantes, foi presa acusada de tentar afogar a criança em uma banheira de hidromassagem da residência, no fim da noite de sexta-feira. A tia do garoto teria flagrado a cena após ouvir gritos e chamado a polícia.


JORNAL O DIA


Babá foi vista pela tia empurrado criança em banheira


Rio - A professora de inglês Elane de Souza Vieira, de 53 anos, que trabalhava como babá de um menino de dois anos e seis meses, numa casa em condomínio de luxo no Recreio dos Bandeirantes, foi presa acusada de tentar afogar a criança em uma banheira de hidromassagem da residência, no fim da noite de sexta-feira. A tia do garoto teria flagrado a cena após ouvir gritos e chamado a polícia. Indiciada na 16ª DP (Barra da Tijuca) por tortura, Elane negou o crime, garantindo que apenas tentava segurar o menino que chorava durante o banho.

Os pais da criança haviam saído cerca de 30 minutos antes. O filho ficou aos cuidados da babá, que trabalhava na casa há 30 dias para complementar a renda, pois estaria sem receber há quatro meses no Pró-Jovem de Miguel Couto, em Nova Iguaçu, onde dá aulas para estudantes de 5ª a 8ª séries. A tia do menino - uma cabeleireira de 28 anos que mora fora do País e chegou ao Rio há três dias - contou ter escutado o sobrinho chorando e chamando pelos pais.

"Quando subi e entrei no banheiro, ela estava empurrando ele para baixo pela cabeça e pelos pés. Parece que foi Deus quem me mandou voltar para o Brasil para salvar meu sobrinho",
afirmou.
Ao ser interpelada, Elane teria tentado fugir, mas foi detida por seguranças na portaria do condomínio até a chegada de policiais do 31º BPM (Barra da Tijuca), que a levaram para a delegacia. No caminho, um PM teria gravado a babá dizendo que iria dar um castigo na criança porque ela estava chorando muito. O delegado Robinson Gomes, adjunto da 16ª DP (Barra), disse que vai anexar a gravação ao inquérito. Segundo ele, escoriações nas costas do menino indicariam que a acusada pode ter cometido o crime. Segundo ele, a pena para tortura é de dois a oito anos de prisão, mas que pode ser aumenta em até dois terços pelo agravante de a vítima ser menor. Moradora de Belford Roxo, Elane negou as acusações. "Ele estava chorando durante o banho, mas as pessoas confundiram tudo, achando que eu estivesse afogando. Jamais faria uma coisa dessas", disse ela, que deverá aguardar uma decisão da Justiça na prisão, pois tortura é crime inafiançável. Mãe diz que já desconfiava de babá. A mãe do menino disse que já começava a desconfiar da babá. "Na primeira semana, meu filho apareceu com a mão inchada. O comportamento dele também mudou. Não estava comendo quase nada", lembrou ela, que é empresária, assim como o marido. Ainda com a voz trêmula, a mãe da criança contou que havia recebido de uma grande amiga ótimas referências sobre Elane, apesar de ela nunca ter trabalhado como babá. "É uma professora, tem nível superiror, não dá para entender. Foi uma coisa absurda. Nenhuma mãe suporta ver isso", afirmou.

MORADORA DE BOFORD ROXO , PROFESSORA E BABÁ , TERIA TENTADO AFOGAR CRIANÇA DE 2 ANOS

RJ TV

A PROFESSORA DE 53 ANOS , QUE MORA EM BELFORD ROXO, FOI PRESA EM FLAGRANTE ACUSADA DE TORTURA A UMA CRIANÇA DE 2 ANOS DURANTE O BANHO.

UM POLICIAL MILITAR GRAVOU A ACUSADA CONFESSANDO O CRIME.

UMA PESSOA DE CONFIANÇA DA FAMÍLIA INDICOU A BABÁ.



Babá é suspeita de tentar afogar criança de dois anos


Elaine de Souza Vieira, que também se apresentou como professora, foi presa em flagrante acusada de cometer crime de tortura com pena de até oito anos de prisão.

Uma babá é suspeita de tentar afogar uma criança de dois anos durante o banho. Ela foi presa depois que os pais chamaram a polícia. A família do garoto prestou depoimento na delegacia da Barra da Tijuca. A tia dele, que preferiu não mostrar o rosto, disse que a babá estava dando banho no menino por volta das 18h e ele chorava muito. A própria tia chamou os pais da criança, que imediatamente ligaram para a polícia. A babá de 53 anos, que mora em Belford Roxo, nega a acusação. Mas o subdelegado Robson Gomes diz que um policial militar gravou pelo celular a babá confessando o crime. Elaine de Souza Vieira, que também se apresentou como professora, foi presa em flagrante acusada de cometer crime de tortura com pena de até oito anos de prisão. Segundo a mãe do menino, já fazia um mês que a babá prestava o serviço. Ela teria sido contratada depois de uma indicação, feita por uma pessoa de confiança da família.

Louvado seja Nosso Senhor Jesus Cristo para sempre.