segunda-feira, 14 de agosto de 2017

O Espancamento da trans Bruna Stephany

Em 16 de setembro de 2013, há 5 anos, ficávamos chocados com o espancamento de Bruna Stephany, de 24 anos, próximo do Parque Juca Mulato por uma gangue de 9 (nove) pessoas. Durante a covardia transfóbica, os nove criminosos gritavam Filha da P..! Mata! Esfola! Vamos acabar com a sua laia! As testemunhas relataram que as pessoas passavam ao lado do corpo dela desmaiado e ensanguentado, mas não chamavam pelo socorro. Foram guardas-municipais que conduziram ela para o Hospital Municipal.

A Bruna Stephany morava com outras colegas e longe da família que não aceitava a sua identidade de gênero e assim devido as hostilidades sociais somente conseguiu sucesso na prostituição para prover a sua sobrevivência.

Quando Bruna foi atacada com paus e pedras, ela estava acompanhada de um cliente e dentro do carro que foi atingido pelos paus e pedras. O cliente relatou ao Jornal Gazeta o ocorrido e clamava por Justiça.

Stephany, na época, clamava por Justiça, dizia que não mexia na vida de ninguém e que pagava os seus impostos como os demais. A amiga Júlia confirmava os fatos brutais transfóbicos ocorridos com Stephany como testemunha.

Stepnany confirmou as hostilizações sofridas. Começou na Estação Ferroviária com 5 pessoas xingando ela primeiramente. Depois, eram 9 nove brutamontes, todos de moto. No Juca Mulato, perseguiram a ela e ao cliente onde tudo ocorreu. As agressões foram tantas que ela corria risco de perder a visão do olho direito conforme os laudos e os exames efetuados no Hospital Municipal. O olho não lhe permitia ver nada, somente breu. Foram constatadas escoriações e também hematomas. E foi apontado que os murros e socos recebidos por ela objetivaram os olhos. Para estancar a hemorragia, ela recebeu vários pontos.

Em entrevista, com fala mansa e jeito delicado, Stephany disse “Não consegui sequer me defender. Eu apaguei, desacordei e devo ter batido a cabeça no chão quando eu caí. Com certeza recebi chutes e pontapés violentos porque meu corpo estava todo dolorido”. Ela foi atingida não apenas no aspecto físico da sua dignidade humana, mas também na parte essencial de si mesma: a parte psíquica.

Stephany relatou que gays, transexuais, negros e pobres são minorias desprovidas muitas vezes em uma sociedade que lê a Bíblia, adora a Deus, comunga da hóstia sagrada na Igreja Católica, grita Aleluia, mas que ainda não aprendeu a ser cristã de fato ao ponto de amar os outros e ao próximo.

As amigas Emily Arraes e Júlia Oliveira, na época, procuraram a redação do gazeta para clamar por Justiça. Queriam que os agressores fossem investigados e presos e que passassem uns dias pelo menos na cadeia para refletirem os seus atos e fossem menos violentos já que em casos de minorias muita gente não espera uma resposta da Justiça e da Polícia como é dada a casos de pessoas abastadas e incluídas socialmente.

A residência em que as 2 amigas da vítima espancada moravam ficava na Vila Figueiredo e era constantemente atingida por pedaços de paus, pedras e outros objetos atirados pelas pessoas que não aceitavam tanto o fato de elas serem trans, travestis como também o fato de terem que se prostituir.

Julia dizia ao Gazeta que já estava atordoada e queria Respeito a sua individualidade e falava que em São Paulo não presenciava tanta hostilidade aos gays e trans como nesta cidade.

Na época, o militante lgbt Bruno Mendozza e organizador da Parada Gay de Mogi Guaçu explicou que era fundamental que se conseguisse fazer um boletim de Ocorrência da agressão covarde  preconceituosa sofrida. O investigador na presença da imprensa prometeu que haveria diligências e investigações dos suspeitos e falou que tinha certeza da conotação transfóbica da agressão e roubo, pois levaram o dinheiro e os documentos da trans agredida. Perante a imprensa a Policia Civil afirmava que estava com imagens que levariam aos autores da barbaridade, porém, o fato é que muitos casos deveriam ser investigados por uma Delegacia especializada em Crimes de Preconceito, Intolerância e Discriminações inclusive a LGBTs porque em muitos casos os policiais e investigadores são héteros cisgêneros e há inclusive relatos de humilhações de LGBTs em Delegacias.

https://faizakhalida.blogspot.com.br/2017/08/o-espancamento-da-trans-bruna-stephany.html

Louvado O Senhor Jesus Cristo para sempre.

Travesti sofreu violência dentro da sua própria casa. Uma hipótese levantada é que Charliane respondia insultos na rua quando a constrangiam pela sua identidade quando ela andava na comunidade João paulo II. Ela não tem antecedentes criminais.


Pelo menos dois homens entraram na residência onde uma travesti morava para tentar assassiná-la no Ceará. Os familiares da vítima teriam entrado em luta corporal com os suspeitos. Informações do 26º Distrito Policial. Uma hipótese levantada é que Charliane respondia insultos na rua quando a constrangiam pela sua identidade quando ela andava na comunidade João Paulo II. Ela não tem antecedentes criminais.

Este é pelo menos o sexto caso de violência contra travestis no Ceará que pôde vir a público em 2017. 



Transexuais assassinados no Ceará

31/7Gaby Sousa, 21 anosAssassinada a tiros em Maracanaú

2/7 Rayane, 35 anos. Assassinada com 15 tiros em Horizonte

2/ 7 Larissa. Assassinada com 5 tiros no Vicente Pinzón

25/6Salomé Bracho, 25 anos. Assassinada a tiros por dois homens em São Luís do Curu

15/6Julhão Petruk, 20 anos. Homem trans assassinado com tiros no rosto no bairro Autran Nunes

15/5Ketlin, 31 anos. Encontrada morta a facadas em Juazeiro do Norte

9/5Jennifer Holanda. Assassinada a tiros em Itaitinga

27/4Pinha Priscila. Assassinada por espancamento no Conjunto José Walter

12/4Hérika Izidoro. Morreu dois meses depois de ser espancada e atirada de um viaduto na avenida José Bastos.

15/2Dandara dos Santos, 42 anos. Assassinada após espancamento no bairro Bom Jardim

30/1Paola Oliveira, 30 anos. Encontrada morta em Russas, com marcas de espancamento.


http://cnews.com.br/cnews/noticias/115678/travesti_e_baleada_durante_atentado_em_fortaleza

http://aranews.com.br/portal/index.php/regional/1094-travesti-vitima-de-tentativa-de-assassinato-na-sabiaguaba

Louvado seja O Senhor Jesus Cristo para sempre.

domingo, 13 de agosto de 2017

Família, dinheiro, bens, festa e posição social. Eu penso hoje que nem sempre pessoas por serem de nossa família irão nos fazer bem. Deus, o Espírito Santo e Jesus segundo eu pude vivenciar está sempre conosco na alegria e na tristeza, na bonança e na pobreza, mas há pessoas em nossa família que nem sempre tem esses valores.

Na minha vida  de transição de gênero transexual nada foi fácil, ao contrário. Um dos dias mais difíceis para mim foi quando em meio ao tormento que só eu sentia de questões sociais e de trabalho, além do trabalho, havia muito bullying nas ruas, e eu estava pronta finalmente para viajar e fazer a minha cirurgia de readequação sexual na Tailândia. Eu só contei para a minha irmã e para a minha mãe um ano antes porque achei naquele momento que deveria dizê-las. Seriam minha "família". Uma amiga minha da época me falou conhecendo a minha realidade: "quando você for fazer algo nunca conte a ninguém antes, conte depois que tudo aconteceu, ninguém mesmo". No dia de eu viajar e sair de casa para outro país para operar, a minha irmã apareceu parecendo o "demônio" aqui em casa. Disse que eu não ía sair para viajar, que ela não deixava, que o carro em que eu iria para o aeroporto não era meu, que era do meu pai que já era falecido. Ela sabia que eu já estava sem poder tomar os remédios (antidepressivos pelo preconceito e depressão consequente) porque eu iria operar e não podia tomar nada meses antes, mas ela me colocou muita pressão em um momento em que eu mais precisava do apoio dela. Eu só consegui sair de casa porque eu dei um tapa na cara dela, aí ela se abalou, ela se estremeceu, aparentemente foi como se o "demônio" tivesse saído do corpo dela e eu consegui viajar com a ajuda de um vizinho que fazia biscate dirigindo com o carro mesmo que era meu inclusive porque eu também era filha do meu pai falecido, mas era proibida de usar pela minha irmã o carro naquele momento. Essas questões de bens minha irmã sempre vem conversar comigo, sobre dinheiro, gastos, administração dos bens, conta bancária da minha mãe. Depois ela sumiu, foi se dedicar a família que ela considerava o ex-marido dela. Nós passávamos dias de Ano Novo e festas muitas vezes sem a presença dela, sozinhas aqui em Xerém, porém eu respeitava isso porque ela queria o ex-marido. Ela veio um dia aqui na minha casa assim que a Prefeitura de Belford Roxo me demitiu nas 2 matrículas me dizer com todas as letras que eu não batesse na porta da  casa dela mais quando minha mãe morresse porque ela não ía me ajudar porque iria acabar com o casamento dela, ou seja, o valor da família para ela era o dinheiro ou uma irmã empregada, no meu caso uma irmã desempregada não podia bater na porta da casa dela quando minha mãe falecesse e eu só tivesse ela como família. Isso para mim e para Jesus Cristo não é o significado de família. Quando eu estava na Tailândia, havia uma amiga professora com que eu tinha relação de confiança como uma verdadeira irmã. Eu lá operada e essa amiga professora me dizia que minha irmã procurava ela para saber se eu tinha dinheiro na conta minha conta bancária, como era o dinheiro que eu supostamente teria, com muito interesse no suposto dinheiro. Eu fiquei horrorizada lá principalmente porque havia a tragédia da Tsunami e eu poderia ter morrido e a preocupação deveria ser o meu bem-estar. Quando eu retornei ao Brasil, a minha irmã me procurava insistentemente para vender o carro que ela dizia não ser meu, mas precisava da minha assinatura e contratou advogados para passar o carro e vender contra a minha vontade. Ela tentou muitas vezes, em uma oportunidade em que ela me colocou muita pressão psicológica eu cheguei a falar para ela enfiar o carro no cú dela, e há pouco tempo ela vendeu o carro através de cambalacho falsificando a assinatura do meu pai através de um profissional despachante, e não me deu um tostão do dinheiro da venda do carro. Ela vendeu a preço de banana um carro ótimo em boas condições. Quando o marido dela deu um chute na bunda dela, ela voltou a procurar a família, inicialmente ela queria que eu desse tudo o que eu teria para ela comprar um apartamento para ela morar lá no Rio de Janeiro, que eu deveria confiar nela e dar o meu suposto dinheiro e vender meu suposto bem para ela comprar um apartamento, e ela passou a nos procurar novamente de 15 em 15 dias, mas é uma pessoa que não me faz bem. Sempre tenho que me explicar para ela, ela me deixa estressada, embora ela saiba de toda a dificuldade na minha vida. Quando ela não está em casa eu sinto paz, quando ela vem aqui de 15 em 15 dias, essas conversas sobre dinheiro, que eu não sou dona da casa, conversas sobre a conta bancária da minha mãe, isso não me faz bem, ela não me acrescenta nada infelizmente, só me traz estresse. Da última vez hoje, ela conversou em particular comigo mandando eu me meter na vida financeira da minha mãe porque ela está gastando muito dinheiro e ela disse que eu tinha que botar para fora de casa golpistas e interesseiros do dinheiro da minha mãe. Depois na frente da minha mãe com outra conversa e outro tom, quando eu fiz o que ela me mandou, fui me meter na conversa do dinheiro, ela mandou eu calar a boca. Foi quando eu tive que fazer o que ela havia me pedido, colocar golpista e interesseiros no olho grande do dinheiro da minha mãe no seu lugar. Disse para ela que ela, minha irmã, tem olho e gosta de dinheiro. Ela me acusou de rebolar e dançar na rua. Eu acusei ela de dançar e rebolar com o dinheiro da minha mãe que pagou o salão da festa dela R$2000,00. Eu disse que eu rebolo de graça todo dia sem pedir dinheiro a ninguém. Ela me chamou de maluca. Eu disse que sou maluca mas não faço mal a ninguém, vivo a minha maluquice no meu canto, não me meto na vida e no dinheiro dos outros. Ela disse novamente que a casa não é minha que eu fosse procurar uma casa para morar, e eu tive que esclarecer que se eu estou na casa é porque tenho direito também, mas não estou apegada nem a casa nem a dinheiro. Uma pessoa que se apega aos bens, as festas e a posições é uma pessoa infeliz porque isso não dura para sempre. Por fim eu disse que minha família é a família de Jesus, ela na minha frente negou a Jesus e disse que Jesus não é a família dela. Eu penso hoje que nem sempre pessoas por serem de nossa família irão nos fazer bem. Deus, o Espírito Santo e Jesus segundo eu pude vivenciar está sempre conosco na alegria e na tristeza, na bonança e na pobreza, mas a família nem sempre tem esses valores. Quando você tiver no momento mais difícil de sua vida você normalmente percebe quem são seus verdadeiros amigos, quem são aqueles que gostam de você como família independente se você tem ou não dinheiro e posição social.

(Faiza Khálida Fagundes Coutinho - CPF 024114147-81)


Louvado O Senhor Jesus Cristo para sempre.

Nicole é mais uma mulher transexual demitida depois de denunciar discriminação no trabalho A discriminação teria ocorrido (a confirmar) no âmbito da empresa Bio Mundo. Uma funcionária vendedora no Shopping Gilberto Salomão no Lago Sul do Distrito Federal, de 23 anos, que é transexual, foi demitida depois que ela denunciou inclusive para a direção do seu trabalho-empresa discriminação, agressão física e agressão moral por um funcionário da empresa. Novo Mundo seria uma empresa de produtos naturais (a confirmar) (61)3248-1972/3248-7472 lojabiomundo@gmail.com

Nicole é mais uma mulher transexual demitida depois de denunciar discriminação no trabalho
http://g1.globo.com/distrito-federal/noticia/funcionaria-transexual-e-demitida-apos-denunciar-agressao-e-discriminacao-no-df.ghtml
A discriminação teria ocorrido (a confirmar) no âmbito da empresa Bio Mundo que seria de produtos naturais (a confirmar)
(61)3248-1972/3248-7472
lojabiomundo@gmail.com
https://www.lojabiomundo.com.br/nossas-lojas-1
Uma funcionária vendedora no Shopping Gilberto Salomão no Lago Sul do Distrito Federal, de 23 anos, que é transexual, foi demitida depois que ela denunciou inclusive para a direção do seu trabalho-empresa discriminação, agressão física e agressão moral por um funcionário da empresa.

Nicolle está em transição de gênero do masculino para o feminino, mas assim que ela chegou na empresa já foi alertada por outra funcionária que teria que tomar cuidado com esse rapaz porque ele ter preconceito e ser machista. Isso se concretizou desde o seu início na empresa, nos primeiros momentos, a transexual Nicolle já ouvia piadinhas e risos na cara. Ela deixava passar porque precisava do emprego para pagar a sua Faculdade. Esse rapaz dentro da empresa falou que o pai da transexual Nicolle tinha que bater nela até ela virar homem, que dessa forma ela estaria agora como um homem. Em seus procedimentos no atendimento ao cliente, ela já recebeu chutes de colega de trabalho e chorava no banheiro da empresa Bio Mundo. Nicole contou o ocorrido para a gerência da loja e para a central da empresa Bio Mundo. Nicole sempre buscou ajuda da empresa e nunca encontrou ajuda.

No setor de psicologia da Faculdade em que Nicole estuda, ela foi orientada que procurasse o Conselho de Direitos Humanos do DF, que convocou o dono da empresa para uma Conciliação, mas o proprietário não compareceu a reunião marcada na sexta-feira 11. Em vez disso mandou um advogado. Nesta Reunião Conciliatória o presidente do Conselho Michel Platini disse que seria proposto que o dono da empresa recontratasse a transexual Nicole e fizesse uma oficina de capacitação aos colaboradores ensinando como tratar a clientela LGBT e lgbts funcionários.

Como não houve o acordo, a denúncia será encaminhada para a Delegacia de Repressão aos Crimes por Discriminação e Orientação Sexual onde a empresa será responsabilizada. Infelizmente isso já devia ser feito desde o primeiro episódio de preconceito na empresa. Tudo começa com pequenos crimes de discriminação e de identidade de gênero, piadinhas, desrespeitos e ao passar do tempo as consequências podem se tornam mais graves.

https://faizakhalida.blogspot.com.br/2017/08/nicole-e-mais-uma-mulher-transexual.html

G1
http://g1.globo.com/distrito-federal/noticia/funcionaria-transexual-e-demitida-apos-denunciar-agressao-e-discriminacao-no-df.ghtml

 Louvado O Senhor Jesus Cristo para sempre.

sábado, 12 de agosto de 2017

Sensação de ter havido mais um caso de homofobia em Hospital (Hospital Balbino de Olaria). "Todo paciente homossexual que tem AIDS tem que morrer" teria sido dito. Rio sem Homofobia precisa registrar e apurar o caso.

http://www.sbt.com.br/jornalismo/sbtnoticias/noticias/93923/Paciente-denuncia-enfermeiro-por-agressao-e-homofobia.html

Um paciente com AIDS teria sido agredido por um enfermeiro dentro do Hospital Balbino de Olaria (Zona Norte). O motivo da agressão seria banal, seria uma pia do Hospital. A agressão moral sofrida pelo paciente com AIDS no Hospital Balbino causou vergonha, sofrimento, revolta, indignação, sensação de preconceito e discriminação. Ele relatou que também sofreu violência física pelo auxiliar de enfermagem do Hospital Balbino. Ele ficou com marcas no seu corpo todo, lesões na pele e no sentimento. O enfermeiro teria falado até na frente do policial que batia mesmo no paciente.

A família da vítima paciente do Hospital Balbino está processando o Hospital. As palavras usadas pelo enfermeiro diziam que todo homossexual que tem AIDS tem que morrer. Esse comportamento fez com que o paciente se sentisse péssimo, sem valor nenhum.

No dia 18 o paciente deu entrada com quadro grave de infecção urinária e ficou internado sob efeitos de antibióticos. A pia do quarto dele caiu e após ele ter pedido inúmeras vezes para a reparação da pia, ele desceu até a recepção onde foi agredido verbalmente e fisicamente pelo auxiliar de enfermagem que até agora não foi identificado.É assim que as coisas funcionam no Hospital Balbino, batendo em paciente? Mais um sentimento de desrespeito e homofobia no atendimento de saúde.

https://faizakhalida.blogspot.com.br/2017/08/sensacao-de-ter-havido-mais-um-caso-de.html

http://www.sbt.com.br/jornalismo/sbtnoticias/noticias/93923/Paciente-denuncia-enfermeiro-por-agressao-e-homofobia.html

Louvado O Senhor Jesus Cristo para sempre.

Homem trans foi internado em como após ataque transfóbico no Rio de Janeiro em 2 de agosto, mas a família só conseguiu encontrá-lo praticamente 1 semana depois.

Homem trans espancado e encontrado em poça de sangue contraiu pneumonia em Hospital Público de Duque de Caxias. 2 braços quebrados, ficou apenas com 2 dentes da boca e teve traumatismo craniano. Foi encontrado em uma poça de sengue com convulsões, e pela Família uma semana depois. Durante atos de transfobia, ele ouvia coisas como "se você é homem, vai apanhar como homem".
http://dentrodomeio.com.br/2017/08/14/homem-trans-respira-com-aparelhos/

O homem trans que foi espancado está internado na UTI do Hospital de Saracuruna em Duque de Caxias no Rio de Janeiro na altura da Rodovia Washington Luís . Ele foi encontrado pela família uma semana depois de ter sido espancado. Os seus dois braços foram quebrados. Ele ficou com apenas dois dentes da boca e teve traumatismo craniano. A irmã dele contou ao G1 que ele foi encontrado em uma poça de sangue caído com convulsões devido a um traumatismo craniano. Ele precisou ser reanimado pelo Corpo de Bombeiros. No Hospital em Duque de Caxias, o homem trans contraiu pneumonia. Não foi a primeira vez que o homem trans foi agredido segundo a irmã dele. Durante os atos de transfobia, ele ouvia coisas como "se você é homem, vai apanhar como homem".



G1
http://g1.globo.com/rio-de-janeiro/noticia/transgenero-e-internada-em-coma-apos-ataque-homofobico-no-rio.ghtml

A Polícia do Rio de Janeiro investiga mais um crime de TRANSFOBIA. Um homem trans foi também covardemente agredido no início deste mês, mas a família só descobriu dias depois.

O rapaz transexual deu entrada no Hospital no dia 2 de agosto em estado grave, mas a irmã do transexual só descobriu o que tinha acontecido com ele quase uma semana depois. Disse a irmã da vítima ao Portal G1: “Ele foi encontrado caído em uma poça de sangue com convulsões devido a um traumatismo craniano. Precisou ser reanimado por uma equipe do Corpo de Bombeiros. Já chegou aqui no Hospital em coma e foi direcionado para a UTI”

A irmã do rapaz trans, Helen, contou que ele se reconhece como homem. Falou que seu irmão é um transgênero masculino que já tinha sido vítima de várias outras situações de preconceito e violência pela vizinhança, o que o fez mudar de casa.

Helen contou sobre agressões e hostilidades sofridas por seu irmão: “Houve outras agressões. Eram coisas ditas como, por exemplo, ‘seu lugar não é aqui’, ‘você é homem e vai apanhar como homem’... Todos os ataques que eram sofridos ele tentava mudar de local para evitar novos confrontos”.

A Secretaria Estadual de Direito Humanos recebeu no primeiro trimestre deste ano uma denúncia a cada dois dias de alguém que foi vítima de agressão física ou psicológica por conta da orientação sexual ou de gênero, mas estes registros ainda estão longe de representar a realidade. Isso porque o crime de homofobia e o crime de transfobia não são reconhecidos por lei, o que dificulta um levantamento das estatísticas e a punição aos agressores.

Os crimes de transfobia e homofobia são tipificados como uma lesão corporal qualquer quando são crimes com outras características a mais inclusive a presença do ódio, intolerância, hostilidade, discriminação, acepção de pessoas, não aceitação do outro e preconceito: O advogado Marcel de Freitas Nascimento explicou essa dificuldade real: “É uma dificuldade geral que existe para um cidadão registrar qualquer tipo de ocorrência no Rio de Janeiro, em especial qualquer coisa que esteja relacionada à homofobia e a transfobia. Hoje a homofobia e a transfobia são tipificadas como uma lesão corporal qualquer”


Até para fazer o boletim de ocorrência da grave agressão sofrida pelo irmão, Helen teve que pedir a ajuda de um advogado. “É uma dificuldade geral que existe para um cidadão registrar qualquer tipo de ocorrência no Rio de Janeiro, em especial qualquer coisa que esteja relacionada à homofobia. Hoje a homofobia e a transfobia são tipificadas como uma lesão corporal qualquer”, disse o advogado Marcel de Freitas Nascimento


O superintendente do programa Rio sem Homofobia, Fabiano Abreu, reforçou a necessidade de mudança na Lei porque o crimes contra transexuais, homossexuais, lgbtfobia cresceu muito. Ele ressaltou que já passou do tempo de se ter uma Delegacia Especializada nesses crimes de minorias vítimas de intolerâncias porque isso é o que já deveria ser feito. Minorias possuem cidadania e pagam seus impostos como os demais.

Helen, irmã do rapaz agredido, disse ao G1 que qualquer pessoa que sofra um ataque de gênero como o seu irmão sofreu deve denunciar, mesmo sendo ameaças, lesões. Isso deve ser feito porque seu irmão não fez isso e os ataques ficaram cada vez mais agressivos. Isso não pode continuar.

Louvado seja O Senhor Jesus Cristo para sempre.

Vaso Novo. Ministério Flordelis.


Senhor tu me conheces
Tu és a minha vida
E tudo que há em mim,
Te pertence meu Senhor
Quero ser um vaso
Em Tuas mãos
Quebra me renova
Ponha em mim a Tua unção
Pra que eu possa Te adorar

Rei dos reis estou aqui
Faz de mim
Um verdadeiro adorador
Um novo canto de louvor
Que alegra o Teu coração
Um louvor que quebra
Todos os grilhões
Que liberta corações
(Que) faz a alma reviver
Faz o Espírito de Deus
Se mover, se mover
Em meu ser

Dai-me um coração
Segundo o Teu coração
Sonda-me
Vê se há em mim
Algum caminho mau
Não me deixe olhar pra trás
Me ensina a olhar pra Ti
Quero viver nos teus átrios
Viver para Ti,
Viver pra Te adorar
O Espírito de Deus
Está neste lugar
Ele se move em você

Louvado seja O Senhor Jesus Cristo para sempre.

terça-feira, 8 de agosto de 2017

Pastor foi assassinado pelo seu parceiro homoafetivo. O pastor era bispo da Primeira Igreja Quadrangular de Vitória.

https://homofobiamata.wordpress.com/2017/08/07/ericsson-roza-soares-pastor-36-anos-facadas-dhpp-es-vila-velha/

O pastor Ericsson Roza Soares foi assassinado a facadas dentro do apartamento em que morava pelo parceiro de 21 anos pedreiro com que teria relação homoafetiva mesmo sendo dependente químico. O pastor Ericsson ajudava financeiramente o seu parceiro homoafetivo que o assassinou pagando o aluguel dele e o tratamento para que ele se livrasse das drogas.

O corpo do pastor foi encontrada na suíte do apartamento. A faca usada pelo assassino foi deixada em cima da mesa. Provavelmente houve luta corporal pois a casa estava revirada com objetos quebrados.


ERICSSON ROZA SOARES / PASTOR – 36 ANOS / FACADAS / DHPP / ES, VILA VELHA
"Alegre e brincalhão são as características que definiam o pastor Ericsson"
O pastor Ericsson Roza Soares morava no apartamento em que foi assassinado a facadas,  na madrugada desta segunda-feira (7/08/2017), na Praia da Costa, Vila Velha. O pastor era bispo da Primeira Igreja Quadrangular de Vitória.
O pintor Lourival Pacheco, que frequenta a igreja há 13 anos, disse que o pastor ajudava a pessoa que o matou e que o religioso não tinha inimizades. "Era tudo para nós. Nosso pastor, nosso amigo, nosso querido", falou Lourival.
Em depoimento informal, o suspeito disse que mantinha uma relação homoafetiva com o pastor e que, ele decidiu acabar com a relação devido à atividade de Ericsson como pastor.
Segundo o agressor, a vítima não teria aceitado o fim do relacionamento e uma discussão foi iniciada. Durante a briga, o ajudante de pedreiro acabou matando o pastor.
http://g1.globo.com/espirito-santo/noticia/pastor-e-morto-a-facadas-em-apartamento-na-praia-da-costa-e-pedreiro-confessa-crime-no-es.ghtml

Louvado O Senhor Jesus Cristo para sempre.

segunda-feira, 7 de agosto de 2017

A transexual Bruna Laclose foi morta a facadas por um homem dominado com espírito ruim segundo o próprio assassino.

http://www.diariopopular.com.br/index.php?n_sistema=3056&id_noticia=MTI2MjA3&id_area=Ng==&chave=4d2cd1956964201
https://homofobiamata.wordpress.com/2017/08/06/bruna-laclose-facadas-rs-pinheiro-machado/

Um homem matou a transexual Bruna Laclose a facadas no início da manhã deste domingo em Pinheiro Machado. Minutos depois, ele ainda esfaqueou uma outra vítima, que foi encaminhada ao Pronto-Socorro de Pelotas e está fora de perigo. O criminoso disse à polícia que estava "possuído por um espírito ruim".

O crime ocorreu na madrugada deste domingo 06/07/2017 em Pinheiro Machado, na Região da Campanha. O homem segundo ele mesmo endemoniado ou possuído pelo mal discutiu com Bruna em frente a uma Boate na Rua Protásio Alves por volta das 6 horas. Ela foi esfaqueada, não resistiu aos ferimentos e morreu no local.

A Brigada Militar encontrou o homem 2 horas após os esfaqueamentos, próximo a Rua Tiradentes, enquanto ele tentava fugir. Ele estava com 2 facas sujas de sangue e confessou o crime justificando aos policiais os ataques dizendo que estava possuído. Ele foi preso em flagrante e encaminhado ao Presídio Regional de Bagé.

Louvado seja O Senhor Jesus Cristo para sempre.

Meu nome é Faiza Khálida Fagundes Coutinho e eu sou Corredora de Rua. Na data de hoje, 07/08/2017 eu já tinha ído a Praça da Pedreira como de costume quando retornei na Vila um grupo de estudantes me avisaram sussurrando que eu seria atacada por um cachorro e tossiam para mim. Mais a frente havia uma menina com namorado me olhando. Quando cheguei perto a menina soltou o cachorro da corrente e jogou em mim em minha direção levemente. O cachorro pit bull branco veio para me matar em fúria e cravou meu dedo da mão. A menina não mandava o cachorro parar de me atacar. Algo me fez soltar do cachorro e algo fez a menina ir próximo de mim quando eu empurrei ela para o cachorro dela. Aí sim, ela mandou o cachorro parar e ela prendeu novamente o cachorro na corrente. O meu dedo apenas foi ferido por obra e graça de Nosso Senhor Jesus Cristo. Deixei o registro escrito a mão na Delegacia 61 de Xerém com o Sr. Mirus no horário de 12:48 desta segunda-feira, assinado com número da identidade e cpf. DENÚNCIA DE BAIRRO DELEGACIA ONLINE POLÍCIA CIVIL. Comunicado Pré-registro Nº: 0592017/319691-07. OUTRA OCORRÊNCIA FEITA DELEGACIA DE XERÉM 61 061-01213/2017 NÚMERO DO BAM DA EMERGÊNCIA DO POSTO DE SAÚDE DE XERÉM 51.150. Encontrei LEI Nº 3205, DE 09 DE ABRIL DE 1999. Diz que é proibido pitbull na rua e próximo de escola como foi o caso. Estudantes passaram na rua. É permitido se maior de 18 anos e com enforcador ou focinheira. Tenho dúvidas se era de menor e não tinha enforcador focinheira. O proprietário do cão e o condutor são os responsáveis pelos danos e respondem as sanções penais e legais. É obrigatório o animal estar registrado, vacinado e esterilizado. Qualquer pessoa pode requisitar força policial em descumprimento de qualquer dessas exigências. As sanções são multa, apreensão do animal, reparação e compensação dos danos. Em caso de reincidência se acumulam. 08/08/2017. De madrugada estava no posto de saúde e tomei a primeira dose da vacina antitetânica. Estive na Delegacia de manhã, à tarde fui fazer Corpo de Delito lá no centro de Duque de Caxias e depois fui até o Hospital Infantil tomar a primeira dose da vacina antirrábica. Terei de tomar mais 3 doses. A próxima será no Hospital Infantil na próxima sexta-feira lá no centro de Duque de Caxias. Só de viagem e caminhada vai 1 hora e mais a espera do ônibus. TRANSTORNO, MAS ESTOU DE PÉ. TRATAMENTO DE BICHO Posto de saúde de Xerém não tem o soro antirrábico, manda para Hospital Infantil para tomar soro que manda para o Hospital Moacyr do Carmo que manda para o Lourenço Jorge na Barra da Tijuca para tomar soro, mas o Hospital Infantil manda voltar para o Hospital Moacyr do Carmo novamente. Esse vai para cá e vai para lá para tomar soro é tratamento de bicho que a rede municipal de saúde de Duque de Caxias faz ou é falta de organização, descaso ou incompetência. Outro transtorno no atendimento da rede municipal de saúde de Duque de Caxias é o tratamento "ele foi mordido por um cão", "ele isso", "ele aquilo". Deixei claro na rede pública municipal de Duque de Caxias e bem explicadinho que caso o profissional se recuse a me chamar de "ela" (no feminino), que o profissional ao me atender use outros pronomes e tratamentos neutros como "a pessoa", mas não use o pronome "ele", me tratando no masculino porque o tratamento desses atendimentos me causam mal-estar. Eu deixei claro no Hospital Infantil que tenho direito de ser atendida com dignidade por profissionais que não tenham problemas em me tratar adequadamente no gênero feminino, os outros não precisam serem punidos, mas também não precisam me atender se for para ferir suas opiniões, se forem contrários a determinações do Ministério da Saúde, ou se for para me gerar constrangimentos e mal-estar em atendimento de saúde pública. No posto de saúde de Xerém a Enfeira Juliana Leite Silva se responsabilizou por escrito em me recusar a me dar a cópia do BAM 51.150 o que nunca ocorreu antes na história da Polícia pericial em Duque de Caxias. A Polícia já solicitou que a funcionária Juliana Leite Silva tenha bons préstimos no seu serviço em relação a mim e me forneça a cópia do BAM 51.150 já que é meu direito assegurado. Segui em frente, fui adiante e Depois de falatórios desnecessários no atendimento do Hospital Infantil em 11/08/2017 na Vacinação, tomei a segunda dose da vacina antirrábica. Eu já estava vacinada a não me abater com esses atendimentos após conversar na véspera em consulta PROVIDENCIAL com o psicólogo do programa RIO SEM HOMOFOBIA. O Caminho está sendo feito. Faltam 2 vacinas e o soro. Todas as artimanhas do inferno estão caindo até aqui. Estou de pé. Jesus está na causa.



Meu nome é Faiza Khálida Fagundes Coutinho e eu sou Corredora de Rua. Na data de hoje, 07/08/2017 eu já tinha ído a Praça da Pedreira como de costume quando retornei na Vila um grupo de estudantes me avisaram sussurrando que eu seria atacada por um cachorro e tossiam para mim. Mais a frente havia uma menina com namorado me olhando. Quando cheguei perto a menina soltou o cachorro da corrente e jogou em mim em minha direção levemente. O cachorro pit bull branco veio para me matar em fúria e cravou meu dedo da mão. A menina não mandava o cachorro parar de me atacar. Algo me fez soltar do cachorro e algo fez a menina ir próximo de mim quando eu empurrei ela para o cachorro dela. Aí sim, ela mandou o cachorro parar e ela prendeu novamente o cachorro na corrente. O meu dedo apenas foi ferido por obra e graça de Nosso Senhor Jesus Cristo.

Deixei o registro escrito a mão na Delegacia 61 de Xerém com o Sr. Mirus no horário de 12:48 desta segunda-feira, assinado com número da identidade e cpf



Pré-registro Nº: 0592017/319691-07 
OUTRA OCORRÊNCIA FEITA DELEGACIA DE XERÉM 61
061-01213/2017



NÚMERO DO BAM DA EMERGÊNCIA DO POSTO DE SAÚDE DE XERÉM 51.150




PEDIDO DO CORPO DE DELITO PEDIDO COM ASSINATURA DO DELAGADO DA 61 DELEGACIA
PEDIDO DO CORPO DE DELITO PEDIDO COM ASSINATURA DO DELAGADO DA 61 DELEGACIA








A ocorrência se deu na rua praticamente próximo ao portão do Colégio Paroquial Jesus Maria José de um lado e os Blocos do outro. Acredito que o nome da rua seja Rua Madre Maria Rosa Viterbo.


POLÍCIA INFORMADA DO ENDEREÇO DA DONA DO CÃO

TERMO CIRCUNSTANCIAL ADITADO
NÚMERO 061-01213/2017-01
Doutora MICHELLE MARINHO MARTINS
Justificativa do Aditamento
Retorno da Vítima a esta UPRJ na data de 09/09/2017 por volta das 12h30min fornecendo endereço da proprietária do cão.
Endereço do animal pit bull branco feroz informado ao Posto de Saúde de Xerém
UPH-Xerém
Ficha ANTIMENTO ANTI-RÁBICO HUMANO
MINISTÉRIO DA SAÚDE
SISTEMA DE NOTIFICAÇÃO
UPH-Xerém
Animal reside em Bloco 4, Entrada 3, Apartamento 401
Funcionária Lucia Neiva
Técnica de Enfermagem
COREN RJ 2979
Prefeitura Municipal de Duque de Caxias

LEI Nº 3205, DE 09 DE ABRIL DE 1999. Diz que é proibido pitbull na rua e próximo de escola como foi o caso. Estudantes passaram na rua. É permitido se maior de 18 anos e com enforcador ou focinheira. Tenho dúvidas se era de menor e não tinha enforcador focinheira. O proprietário do cão e o condutor são os responsáveis pelos danos e respondem as sanções penais e legais. É obrigatório o animal estar registrado, vacinado e esterilizado. Qualquer pessoa pode requisitar força policial em descumprimento de qualquer dessas exigências. As sanções são multa, apreensão do animal, reparação e compensação dos danos. Em caso de reincidência se acumulam


LEI Nº 3205, DE 09 DE ABRIL DE 1999.
DISPÕE SOBRE A IMPORTAÇÃO, COMERCIALIZAÇÃO, CRIAÇÃO E PORTE DE CÃES DA RAÇA PITT-BULL, E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS.

O Governador do Estado do Rio de Janeiro, 
Faço saber que a Assembléia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro decreta e eu sanciono a seguinte Lei:

Art. 4º - Ficam vedadas:
II – a permanência de animais ferozes em logradouros públicos, precipuamente, locais em que haja concentração de pessoas, tais como ruas, praças, jardins e parques públicos, e nas proximidades de hospitais, ambulatórios e unidades de ensino públicos e particulares. (NR)

"O CACHORRO SE ENCONTRAVA NA FRENTE DO COLÉGIO PAROQUIAL JESUS MARIA JOSÉ E ESTUDANTES COM CAMISAS DE ESCOLAS PÚBLICAS CAMINHAVAM NESSA RUA"

§ 1º - A circulação de animais ferozes nos locais referidos no inciso II deste artigo será permitida desde que conduzidos por maiores de 18 (dezoito) anos através de guias com enforcador e focinheira apropriados para a tipologia racial de cada animal.(NR)

"TENHO DÚVIDAS SE A GAROTA ERA MENOR DE IDADE"

§ 2º - Considera-se animal feroz, para efeito do que determina esta Lei, todo animal de pequeno, médio e grande porte que tem índole de fera e coloca em risco a integridade do cidadão, mais especificamente os cães pitbull, fila, doberman e rotweiller. (NR)

"PITBULL É CONSIDERADO PELA LEI ANIMAL FEROZ QUE COLOCA EM RISCO A INTEGRIDADE DO CIDADÃO SEJA PEQUENO, MÉDIO OU GRANDE PORTE".

* Art. 5º - Os proprietários e/ou condutores de cães da raça pitbull, ou dela derivada, bem como fila, doberman e rotweiller são responsáveis pelos danos que venham a ser causados pelo animal sob sua guarda, ficando sujeitos às sanções penais e legais existentes, além daquelas dispostas no art. 7º desta Lei. (NR)
* Nova redação dada pela Lei nº 4597/2005.

Art. 6º - Os donos de cães pitt-bull, ou de raças dela derivadas, ficam obrigados a registrar seus animais no órgão Estadual competente com atuação nos municípios, e comprovar que eles foram esterilizados e estão com as vacinas em dia.

Art. 7º - O não cumprimento do disposto nesta Lei acarretará ao infrator, proprietário e/ou condutor as seguintes sanções, independentemente de outras sanções legais existentes e pertinentes:

I – multa de 05 (cinco) a 5.000 (cinco mil) UFIR´s, que deverá ser aplicada em dobro e progressivamente, nos casos de reincidência à infração;

II – apreensão do animal nas hipóteses de reincidência, abandono do animal ou ataque deste a pessoa ou a outro animal;

III – reparação ou compensação de danos causados independentemente da agressão ter sido contra pessoas e/ou animais. (NR)

§ 1º - A aplicação da multa prevista no inciso I deste artigo independe da aplicação do disposto nos seus incisos II e III.

§ 3º - No caso de aplicação do inciso II, poderá o dono ser considerado fiel depositário, estando sujeito às multas, reparações, indenizações e restrições determinadas. (AC)

* Nova redação dada pela Lei nº 4597/2005.

* Art. 10 - Art. 9º - Esta Lei entrará em vigor, na data de sua publicação, revogadas as disposições em contrário.
* Renumerado pela Lei nº 4597/2005.

Rio de Janeiro, 09 de abril de 1999.

ANTHONY GAROTINHO
Governador

A médica da Emergência do Posto de saúde de Xerém Soraia Ramada CRM 5294954-0
Mandou eu tomar Antitetânica
e Antirrábica por 4 vezes:
1) 08/08/2017
2) 11/08/2017
3) 15/08/2017
4) 22/08/2017
e curativo com povidine ou álcool 70%


A enfermeira da urgência do Posto de Xerém
limpou e fez o curativo:
08/08/2017 
De madrugada estava no posto de saúde e tomei a primeira dose da vacina antitetânica. Estive na Delegacia de manhã, à tarde fui fazer Corpo de Delito lá no centro de Duque de Caxias e depois fui até o Hospital Infantil tomar a primeira dose da vacina antirrábica. Terei de tomar mais 3 doses. A próxima será no Hospital Infantil na próxima sexta-feira lá no centro de Duque de Caxias. Só de viagem e caminhada vai 1 hora e mais a espera do ônibus. TRANSTORNO, MAS ESTOU DE PÉ.


NEGAÇÃO/PROIBIÇÃO DE FORNECIMENTO DE CÓPIA DO BAM A PACIENTE-USUÁRIA FAIZA DO POSTO MÉDICO DE XERÉM
Não fornecemos o BAM conforme a solicitação verbalizada pela usuária Faiza Sra Juliana Leite A. Silva Enfermeira (PREFEITURA MUNICIPAL DE DUQUE DE CAXIAS) Nunca ocorreu isso antes de se negar cópia do documento médico ao paciente. O usuário tem direito.



POLÍCIA SOLICITA BONS PRÉSTIMOS 
Polícia solicita bons préstimos a Sra. Juliana Leite Silva enfermeira que assumiu a responsabilidade para não fornecer cópia do BAM a usuária Faiza Khálida atacada por um pitbullem Xerém e atendida na emergência desta unidade de saúde da Prefeitura Municipal de Duque de Caxias.



TRATAMENTO "ELE"" NAS UNIDADES DA PREFEITURA DE DUQUE DE CAXIAS ESTÁ ME CAUSANDO MAL ESTAR."ELE FOI MORDIDO"


Ainda que eu já tenha sido funcionária da Prefeitura Municipal de Duque de Caxias com arquivo de dados sigilosos e particulares sobre a minha pregressa, ainda que haja comentários em âmbito de unidades de saúde da Prefeitura de Duque de Caxias sobre dados sigilosos e particulares da minha vida pregressa, eu solicito que eu seja tratada utilizando sempre o pronome ela porque a realização de atendimentos nas Unidades de Saúde de Duque de Caxias com ele foi mordido, ele isso, ele aquilo está me causando muito mal-estar.


Sexo transgênico Foi mordido no dedo por um cão Não foi feito o soro Para vacina só com soro Constrangimento, preconceito, dificuldades, discriminação transfobia Prefeitura de Duque de Caxias Vacinação Antirrábica. denúncia na Ouvidoria HMMRC 31880
Posto de saúde de Xerém não tem o soro antirrábico, manda para Hospital Infantil para tomar soro que manda para o Hospital Moacyr do Carmo que manda para o Lourenço Jorge na Barra da Tijuca para tomar soro, mas o Hospital Infantil manda voltar para o Hospital Moacyr do Carmo novamente. Esse vai para cá e vai para lá para tomar soro é tratamento de bicho que a rede municipal de saúde de Duque de Caxias faz ou é falta de organização, descaso ou incompetência. Outro transtorno no atendimento da rede municipal de saúde de Duque de Caxias é o tratamento "ele foi mordido por um cão", "ele isso", "ele aquilo". Deixei claro na rede pública municipal de Duque de Caxias e bem explicadinho que caso o profissional se recuse a me chamar de "ela" (no feminino), que o profissional ao me atender use outros pronomes e tratamentos neutros como "a pessoa", mas não use o pronome "ele", me tratando no masculino porque o tratamento desses atendimentos me causam mal-estar. Eu deixei claro no Hospital Infantil que tenho direito de ser atendida com dignidade por profissionais que não tenham problemas em me tratar adequadamente no gênero feminino, os outros não precisam serem punidos, mas também não precisam me atender se for para ferir suas opiniões, se forem contrários a determinações do Ministério da Saúde, ou se for para me gerar constrangimentos e mal-estar em atendimento de saúde pública. No posto de saúde de Xerém a Enfeira Juliana Leite Silva se responsabilizou por escrito em me recusar a me dar a cópia do BAM 51.150 o que nunca ocorreu antes na história da Polícia pericial em Duque de Caxias. A Polícia já solicitou que a funcionária Juliana Leite Silva tenha bons préstimos no seu serviço em relação a mim e me forneça a cópia do BAM 51.150 já que é meu direito assegurado. Segui em frente, fui adiante e Depois de falatórios desnecessários no atendimento do Hospital Infantil em 11/08/2017 na Vacinação, tomei a segunda dose da vacina antirrábica. Eu já estava vacinada a não me abater com esses atendimentos após conversar na véspera em consulta PROVIDENCIAL com o psicólogo do programa RIO SEM HOMOFOBIA. O Caminho está sendo feito. Faltam 2 vacinas e o soro.  Todas as artimanhas do inferno estão caindo até aqui.  Estou de pé. Jesus está na causa. 


Louvada O Senhor Jesus Cristo para sempre