domingo, 16 de julho de 2017

Moro inocentou mulher de Cunha com assinaturas dela na conta propina e condena Lula por documento sem assinatura. A JUSTIÇA DE UM JUIZ MAÇOM. Depois de condenar Lula por papel rasurado sem assinatura, o Juiz Maçom Sérgio Moro absolveu Cláudia Cruz mulher de Cunha mesmo com todas as provas e movimentações na conta propina que ela mesma movimentou. O JUIZ MAÇOM TEM CORAÇÃO GENEROSO OU É IMPLACÁVEL A DEPENDER DO INTERESSE MAÇÔNICO.

https://falandoverdades.com.br/2017/07/13/moro-inocentou-mulher-de-cunha-com-assinaturas-dela-na-conta-propina-e-condena-lula-por-documento-sem-assinatura/
A MAÇONARIA JULGA COM DIFERENÇA PESSOAS
Uma verdadeira farsa representa o juiz de Curitiba Sérgio Moro é constatado por site FALANDO VERDADE após verificar OS DOIS PESOS DUAS MEDIDAS do Judiciário brasileiro ligado a MAÇONARIA.
JUIZ MAÇOM FAZ CONSPIRAÇÃO COM A JUSTIÇA

Depois de condenar Lula por papel rasurado sem assinatura, o Juiz Maçom Sérgio Moro absolveu Cláudia Cruz mulher de Cunha mesmo com todas provas e movimentações na conta propina que ela mesma movimentou.
A JUSTIÇA DA MAÇONARIA NÃO É JUSTA
é a injustiça
A assinatura da jornalista Cláudia Cordeiro Cruz, mulher de Eduardo Cunha (PMDB-RJ), aparece na ficha de abertura da conta Kopek, aberta no braço suíço do banco Merryl Lynch (atualmente Julius Bär). No documento, consta que a ficha foi assinada em 20 de janeiro de 2008, no Rio, e entregue a uma representante da instituição.
A MAÇONARIA É O CÂNCER NO JUDICIÁRIO

ASSINATURA DE CLAUDIA CRUZ
Assinatura de Claudia Cruz, mulher de cunha, em ficha de abertura de conta



PERÍCIA DO MINISTÉRIO PÚBLICO CONFIRMOU ASSINATURA
Segundo um relatório de perícia do Ministério Público Federal, a assinatura da ficha do Merryl Lynch coincide com a do passaporte da jornalista. A Kopek foi aberta em fevereiro de 2008 e foi usada para pagamentos de despesas pessoais da família de Eduardo Cunha, segundo a Procuradoria. Entre as quais cursos na Inglaterra e na Espanha e aulas de tênis nos Estados Unidos.


JUIZ MORO IGNOROU PROVA CONFIRMADA POR  PERÍCIA EM NOME DO INTERESSE MAÇÔNICO

No dossiê bancário enviado pelo Julius Bär, anexado ao inquérito, também há documentos de Danielle Dytz da Cunha, filha do primeiro casamento do deputado. Ela aparece porque recebeu um cartão de crédito vinculado à Kopek.

A Kopek recebeu cerca de US$ 1 milhão de uma das contas atribuídas a Cunha por onde, segundo os investigadores, circulou dinheiro pago ao deputado a título de “comissão” pelo lobista João Henriques, que intermediou a venda de um campo de petróleo à Petrobras no Benin (África Ocidental)

Louvado O Senhor Jesus Cristo para sempre

Um comentário:

NÃO FALTA DINHEIRO . FALTA FAZER O DINHEIRO CHEGAR PARA QUEM PRECISA.