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sábado, 2 de julho de 2016

A PRÁTICA SISTEMÁTICA E TRANSFÓBICA DA DEMISSÃO DE PROFESSORAS TRANSEXUAIS E O PRECONCEITO NO MERCADO DE TRABALHO. TRANSFOBIA NAS ESCOLAS E NA EDUCAÇÃO PÚBLICA E PARTICULAR. Luíza Coppieters, Camila Godoi, Vitória Bacon, Laysa Carolina Machado, Sangita, Nicolly Bueno, "Natiely", Dávila Medeiros, Mayte Pradocampos, Herbe de Sousa, Mara Michele, Thalia Agnys e Faiza Khálida foram algumas professoras transgêneras, transexuais ou travestis que foram demitidas, perseguidas com relatórios difamatórios, desviadas de função, desprezadas, devolvidas, agredidas, discriminadas, rejeitadas, difamadas, julgadas, condenadas, que sofreram desgastes emocionais, bullying, chacotas, assédio, constrangimento ou que passaram a ter problemas de saúde como depressão e síndrome do pânico por causa do preconceito às suas identidades de gênero.



Luíza Coppieters
Como Luizão, deu aula no Anglo por 5 anos. Ao virar Luiza, foi demitida. Quando os patrões souberam começou a ser pressionada para não errar. Aulas dos primeiros anos foram cortadas. Salário teve corte, seus grupos de debates foram cancelados, e mesmo com licença médica por depressão sem conseguir sair de casa, síndrome do pânico e tentativas de suicídio devido a esses problemas, o Colégio Anglo a demitiu por “problemas profissionais”.

http://faizakhalida.blogspot.com.br/2015/07/professora-transexual-e-demitida-por.html



Camila Godoi
Camila Godoi, professora do Ensino Médio e mulher transgênera, foi demitida por assumir a sua identidade de gênero nas 2 Escolas onde trabalhava há 20 anos.

A professora do Ensino Médio e Superior Camila Godoi foi demitida na virada de semestre de 2015 nas 2 escolas onde trabalhou há 20 anos, o Colégio Anglo Jacareí e o Colégio Cristão de Jundiaí porque os mantenedores de ambas as escolas tomaram conhecimento de que ela é uma mulher transgênera; e,  se preparava para viver, a partir de 2016, publicamente como mulher.
As demissões ocorreram mesmo ela sendo uma profissional respeitada entre os alunos, os funcionários e os demais professores ao longo dos 20 anos. A professora Camila contava com o apoio das pessoas para assumir a sua identidade de gênero a partir do ano seguinte.
Quando souberam da demissão da professora, os alunos começaram uma campanha no Facebook de apoio que se alastrou e tomou grandes proporções.
A Escola demitiu Camila por um e-mail informando que os alunos não deveriam tomar conhecimento desse lado de sua vida pessoal.

"No entanto era imprescindível que o sigilo dessa sua condição fosse mantido junto à comunidade escolar, devido aos valores que a instituição escolheu defender quando estabeleceu o nome Cristão".



Sangita
(A Hijra professora virou moradora de rua) 

A Hijra Sangita, foi demitida de seu emprego (era professor) por ter a imagem de um rapaz efeminado, resultou em sua demissão. Ela mudou-se para Mumbai para melhor qualidade de vida e aceitação de sua identidade de gênero, mas o preconceito continuou a gritar mais alto, e por falta de opção no mercado de trabalho e não aceitar ser uma profissional do sexo, hoje Sangita é moradora de rua.




"Natiely"
(professora transexual não operada)
DESPREZO DO GOVERNO E DA SECRETARIA DE EDUCAÇÃO
Ela trabalhou durante 9 anos como educadora do governo do estado de Goiás. Em 2013 recebeu várias facadas de um aluno e  ficou entre a vida e a morte. Apesar dos 9 anos de serviços recebeu o desprezo do governo e da Secretaria de Educação.




DÁVILA MEDEIROS , EX-PROFESSORA TRANSEXUAL, TAMBÉM FOI VÍTIMA DA TRANSFOBIA

A ex-professora Dávila Medeiros também já foi vítima da transfobia. Ela trabalhou cinco anos na Educação e ela tem plena consciência de que foi tirada da Educação desde os instantes em que ela começou a usar roupas femininas. Segundo a ex-professora Dávila Medeiros a sociedade condena e julga  tanto as transexuais que trabalham como professora como as transexuais que trabalham como stripper ou na prostituição.




MAYTE PRADOCAMPOS TEVE QUE ABRIR MÃO DO SEU GRANDE SONHO

Mayte Pradocampos  também já foi professora. Quando ela lecionava, o grande problema era com os pais das crianças que não admitiam que os filhos deles a chamassem de professora. Ela ficou muito triste nessa fase de sua vida porque ser professora era o seu grande sonho. Ela teve que abrir mão de lecionar e buscar outra atividade para viver.




Vitória Bacon
Vitória Bacon é professora transexual do estado de Rondônia o que lhe rendeu muita discriminação de gestores e pais de alunos. (PROGRAMA VIVA PORTO VELHO)

http://www.gentedeopiniao.com.br/noticia/vitoria-bacon-e-suzana-goncalves-no-viva-porto-velho/80448
PERSEGUIÇÕES COM RELATÓRIOS DIFAMATÓRIOS
"Ela sofreu perseguições por parte de diretores, professores, pais e alunos por ser transexual. O fato de se vestir como mulher  afetou a moral e os bons costumes evangélicos. O caso chegou ao ponto de diretores de escolas acirrarem os pais dos alunos para reclamarem do mau exemplo dado às crianças por uma pessoa transexual feminina se vestir de mulher, originando relatórios difamatórios sem direito à autodefesa.

http://portugalgay.pt/news/Y250609A/brasil_professora_transexual_discriminada_em_rondonia

CARTA ENVIADA PELA PROFESSORA VITÓRIA BACON PARA A IMPRENSA:
"Em todas escolas que executei atividades docentes, percebia desde o instante que tomava posse a não aceitação dos diretores, professores e alunos. Estes, começando pelos diretores, alegam que uma pessoa transexual ou travesti não possui as devidas condições sociais para atuar em sala de aula. A questão de nos travestirmos como mulher acaba afetando a moral e o costume de uma cidade que com uma altíssima porcentagem de evangélicos. Isso acaba sendo o nosso “calcanhar de aquiles”".
http://www.imprensapopular.com/see.asp?codnews=3233&categoria=reportagem&chamada=Professora+se+diz+impedida+de+dar+aulas+por+ser+transexual


A professora transexual Vitória Bacon recorreu a Justiça para trabalhar após ficar sem conseguir se manter contratada por nenhuma instituição. "“Eles faziam chacotas, tinham o apoio de alguns responsáveis pelas escolas e sempre acabam se reunindo para me ‘devolver’ à Seduc".




Nicolly Bueno
(transexual)
SAÚDE ABALADA
PAIS NÃO CONCORDAVAM COM DECISÃO DE ASSUMIR TRANSEXUALIDADE E O SETOR JURÍDICO DA PREFEITURA NEGOU DIREITO AO NOME SOCIAL
A Professora de Ensino Fundamental Nicolly Bueno da Rede Municipal de Ensino de Presidente Venceslau  desde que assumiu a identidade transgênera passou a trabalhar no Centro Cultural “Salvador Lopes” passando a ter problemas pessoais e de saúde se afastando para fazer tratamento. Até o momento não tem uma sala adequada para que ela possa continuar a desenvolver o seu trabalho, disse em entrevista.
O impasse vivido por Nicolly Bueno não é recente. Há anos, ainda na gestão do ex-prefeito Ernane Erbela, alguns pais não concordavam com sua decisão de assumir a transexualidade e a professora passou a trabalhar com projetos.
“Naquele momento foi uma decisão do ex prefeito. O setor jurídico da Prefeitura Municipal, por exemplo, me negou o uso do meu nome social, alegando falta de legislação local a respeito. Já na universidade, a diretoria técnica enviou comunicado a todos os docentes sobre a decisão do meu direito ao uso do nome social, inclusive na lista de chamada. Isto mostra que nosso município está retrógrado neste sentido e não tem feito nada até o momento em relação à igualdade de direitos dos cidadãos transgêneros”, finalizou Nicolly Bueno.
http://debateepitacio.blogspot.com.br/2014/05/professora-transexual-devera-assumir_27.html





Laysa Carolina Machado
(diretora, professora e atriz)
FOI DEMITIDA APÓS SAIR EM PÚBLICO COM SEU PRIMEIRO VESTIDO SOB ACUSAÇÃO DE "SUBVERSÃO"
"O preconceito se esconde e escamoteia no seio da docência, culturalmente velada, bem elaborado e fatalmente irônica". 
http://www.nlucon.com/2014/05/laysa-carolina-machado-diretora-transexual-entrevista.html
Diretora transexual de colégio público eleita democraticamente diz ter de "matar um leão por segundo".
Na cidade natal, no interior do Paraná, enfrentou rejeição da família e foi demitida do colégio católico em que lecionava sob acusação de "subversão" depois de sair em público com seu primeiro vestido, aos 27 anos.   "Eu fui execrada. Perdi tudo: amigos, emprego."
No Colégio Estadual Chico Mendes, onde está desde 2004, ela diz que enfrentou preconceito especialmente dos colegas de trabalho. "Eram risinhos, chacotas. O pensamento de algumas pessoas era assim: como que pode travesti dando aula? Travesti tem que estar na prostituição, e não aqui."




Herbe de Sousa
 (professora de escola pública e travesti)
 
Desde os 5 anos a hoje a funcionária da rede pública municipal de Caieiras na Grande São Paulo sofre bullying, agressões e assédios na escola, no transporte público e nas ruas devido a sua sexualidade.
http://www1.folha.uol.com.br/empreendedorsocial/minhahistoria/2016/05/1767302-sou-travesti-e-nao-me-prostituo-diz-professora-de-escola-publica-de-sp.shtml




Thalia Agnys
AVISO DE REUNIÃO REUNIÃO  COM SECRETÁRIA DE EDUCAÇÃO PARA TRATAR DO BEIJO DA PROFESSORA TRANSEXUAL EM SEU NAMORADO

A professora transexual Thalia foi avisada pela Vice-diretora da Escola Municipal Mateus Viana em Caiacó, onde ela trabalha, de que a Secretária Municipal de Educação marcou uma reunião com ela para tratar sobretudo do beijo que a professora deu em seu namorado. Esta Reunião aconteceu na segunda-feira, dia 09/11/2015, no Centro Administrativo. Estiveram nesta reunião além da professora Thalia e uma amiga, a  Sra. Secretária de Educação, 3 Pedagogas, a diretora e a vice-diretora da escola. Esse evento causou um enorme desgaste emocional à professora transgênera que luta diariamente para ser quem ela é. Esse episódio terminou em protesto nas ruas de Caicó e chamou a atenção da sociedade, da imprensa.
http://faizakhalida.blogspot.com.br/2015/11/a-professora-transexual-thalia-foi.html



Marina Reidel
(professora transexual, docente há mais de 20 anos)
PRECONCEITO DOS COLEGAS DE TRABALHO.
A GENTE SE SENTE UMA ILHA NA ESCOLA.
Marina Reidel revelou em entrevista que enfrenta o preconceito dos colegas de trabalho. Comentários como "você é um homem de peito" ou dúvidas sobre sua competência profissional apareceram. A dificuldade enfrentada por ela se repetia nos relatos de outras professoras transexuais. “A gente se sente uma ilha na escola".
http://www.pragmatismopolitico.com.br/2014/02/professora-transexual-preconceito-esta-nos-docentes-nao-nos-alunos.html




Primeira Doutora Travesti e professora universitária Luma Andrade
Luma Andrade foi preterida pelo Ministro da Educação do Pros para ser reitora da universidade pública contrariando o pedido dos estudantes preferindo escolher um nome desconhecido da comunidade escolar.
"REPRODUÇÃO DE VIOLÊNCIAS"

"Quando você institui um modelo você cria vários modelos que devem ser descartados. E nós temos vários Hitleres vivos pro aí que utilizam do jurídico, da biomedicina e da religiosidade para continuar fundamentando o pensamento que tem o objetivo de negar sujeitos que não estão de acordo com os padrões hegemônicos. Isso que causa as consequências que nós temos vistos de não aceitar as diversidades sexuais. Dentro das diferenças não dá para se comportar como iguais porque nós somos todos diferentes: fisicamente, mentalmente, psicologicamente. Se não der abertura para as diferenças nós vamos continuar reproduzindo violências".


"Algumas pessoas falam que se fossem estudar com professor homossexual não estudava, discriminam. Tem muitas cenas estranhas". (Camila Melo Costa Oliveira, aluna da oitava série)





 Sayonara Naider Bonfim Nogueira
(professora de geografia e travesti)
“A escola ainda é um motor de exclusão”, diz professora travesti Sayonara Nogueira.
"São 15 anos lecionando num espaço muitas vezes hostil para a diversidade".
http://www.nlucon.com/2015/10/a-escola-ainda-e-um-motor-de-exclusao.html


Mara Michele

http://sintep2.org.br/sintep/exibir.php?exibir=1&id_l=4942

Mara Michele, técnica em Desenvolvilmento Infantil (TDI) concursada vem sofrendo constrangimentos e discriminação por sua identidade de gênero em seu ambiente trabalho no Centro de Educação Infantil Vovó Teresinha por parte da direção (gestão da escola) e por uma funcionária da escola que é pastora de uma igreja onde os pais de um aluno de cinco anos frequenta. Ela é pastora na igreja dos pais da criança, e não respeita a identidade de gênero dela, se recusando a chamar ela pelo seu nome social”, O abalo gerado nela pelos vários constrangimentos vivenciados fez com que a técnica concursada fosse  buscar alguma ajuda da Defensoria Pública que cobra uma atitude real da Secretária Municipal de Educação de Alto Paraguai Sandra Real contra essa violação de direitos humanos e constitucionais.


Educadora denuncia discriminação de gênero em escola.


O Sindicato dos Trabalhadores no Ensino Público de Mato Grosso (Sintep/MT), cobra esclarecimentos da Secretaria Municipal de Educação de Alto Paraguai e da direção do Centro de Educação Infantil Vovó Nezinha, no município, sobre suposto ato discriminatório no exercício profissional, contra a técnica em Desenvolvimento Infantil (TDI), socialmente identificada como Maria Michelle Ferreira de Almeida.

Maria Michelle é o nome social de José Maria Ferreira de Almeida. A técnica atua há três anos na escola, após tomar posse no Concurso Municipal. Há alguns meses ela passou a sofrer discriminação por sua identidade de gênero, por parte da direção do Centro de Educação, tendo inclusive recebido uma “orientação” para que não frequentasse a escola no período fora da jornada de trabalho.

Segundo ela, a motivação da gestão para os atos teria partido da reação de uma criança de cinco anos, que frequenta o Centro Infantil no contraturno de sua jornada. “Por vezes cobrimos uma colega de outro período, e criança me vê na escola”, disse. Porém o preconceito tem sido evidenciado também por uma funcionária. “Ela é pastora na igreja dos pais da criança, e não respeita a minha identidade de gênero, se recusando a me chamar pelo meu nome social”, relata. Pelos vários constrangimentos vivenciados a técnica foi buscar reparação na Defensoria Pública e tem recebido apoio de movimentos LGBT’s de vários estados brasileiros.

O Sintep/MT, como entidade de defesa dos direitos dos/as trabalhadores/as da educação pública, e atuante na questão dos direitos humanos, condena qualquer ato de preconceito e cobra do governo municipal, em específico da secretária de educação, Sandra Carvalho, assim como da direção do Centro Educacional, um posicionamento sobre atitude inconstitucional.

“Defendemos a escola humanizadora, pública, democrática, laica e socialmente referenciada. Por esse motivo, repudiamos quaisquer formas de discriminação, seja por credo, etnia, gênero, condição social ou outro”, destaca a vice presidente do Sindicato, Jocilene Barboza.

O ocorrido no Centro Educacional Vovó Nezinha fere o artigo 5ª da Constituição Federal quando discrimina pela identidade de gênero ou orientação sexual. E mais, contradiz a Resolução CNE nº 2/2012 que estabelece as diretrizes para a educação em direitos humanos e a Parecer nº 010/2009 do Conselho Estadual de Educação (CEE-MT) que reconhece o nome social.

Assessoria/Sintep-MT

VER TAMBÉM 
O PRECONCEITO SISTEMÁTICO COM TRANSEXUAIS NO MERCADO DE TRABALHO EDUCAÇÃO PÚBLICA E PARTICULAR

Louvado O Senhor Jesus Cristo para sempre.

quinta-feira, 15 de outubro de 2015

Faculdade Cásper Líbero - Há relato que a Instituição é cada vez mais preconceituosa. Recentemente um homem transexual foi expulso pela direção, depois de se revoltar por ser tratado como mulher, de ser exposto a classe pela professora Marina Negri, de Redação Publicitária, e ficar isolado perante a classe. O aluno já se encontrava desestabilizado emocionalmente após travar uma luta na Faculdade pelo respeito ao seu nome social. O diretor Carlos Roberto da Costa reconheceu a má postura e má conduta da professora Marina Negri expondo o aluno transexual Samuel Silva perante à classe e alimentando fatos mesmo após orientação de aguardar o resultado da sindicância para se manifestar.

Um Abaixo-assinado na internet de ex-alunos da Faculdade Cásper Líbero relatou que a Instituição é cada vez mais preconceituosa: Em fevereiro de 2012 um calouro da Cásper Líbero foi preso com fitas adesivas a um poste na Avenida Paulista. Meninas também foram obrigadas a simular sexo oral com pepinos e bananas. A Frente Feminista sofreu agressões por alunos e professores. Nenhum desses abusos gerou reação da Intituição. A Faculdade até agora não aderiu a qualquer programa social de inclusão.




Em 2012 a Faculdade demitiu professor com câncer, em licença médica,  que morreu no ano seguinte. Faculdade disse que demissão foi por questões internas.
Em 2012 a Cásper Líbero demitiu o professor e jornalista Edson Flosi, com 16 anos de casa que lutava há 2 anos contra o câncer. O professor afirmou: "Não deram nenhum motivo para a demissão. Eu nem sabia que ía ser demitido. O que me magoou foi o tratamento tão repugnante a um professor que trabalhou por 16 anos. De repente eles chegaram e falaram que eu estava despedido. A maneira que eu fui tratado me magoou muito". http://www.cartamaior.com.br/?/Editoria/Educacao/Descaso-da-administracao-ameaca-credibilidade-da-Casper-Libero%0D%0A/13/24797
http://www.portalimprensa.com.br/noticias/brasil/47950/casper+libero+convida+jornalista+edson+flosi++bra+reassumir+suas+funcoes+na+faculdade

Alunos protestaram contra demissão do professor com câncer
http://www1.folha.uol.com.br/educacao/2012/03/1063127-demissao-de-professor-causa-protestos-na-casper-libero-em-sp.shtmlSindicato dos Jornalistas emitiu nota de repúdio contra a demissão de Flosi


Professor Caio Túlio Costa, em 2012, relatou falta de estrutura da Faculdade e ensino deficiente
Ainda em 2012 o professor Caio Túlio Costa escreveu uma carta relatando que a Faculdade reduziu o salário dos professores, a quantidade de alunos espremidos em salas despreparadas para receber quase 60 alunos, a falta de salas climatizadas, a falta de salas de aulas com proteção acústica, a falta de lousas adequadas, a falta de incentivos e parcerias e a inexistência total e absoluta de um sistema de mérito.
O Professor Caio Túlio disse: "Demitir alguém doente é imoral".


Calouro da Faculdade Cásper Líbero do curso de Publicidade e Propaganda foi amarrado a poste (10/02/2014)
http://vestibular.uol.com.br/noticias/redacao/2014/02/11/em-trote-calouros-da-casper-libero-simulam-sexo-oral-na-avenida-paulista.htm
http://vestibular.uol.com.br/noticias/redacao/2014/02/11/em-trote-calouros-da-casper-libero-simulam-sexo-oral-na-avenida-paulista.htm
Muitos estudantes se queixaram de maus tratos aos calouros

Alunos da Cásper Líbero simulam sexo oral na Avenida
Estudantes tiveram que enfiar pepino na boca e esfregado no rosto em alusão a um pênis em trotes humilhantes.

Imagem no Instagram dizia "Vai bixete, chupa! E chupa com amor que é o lema da sua Faculdade.

ENDEREÇO DA CARTA DE REPÚDIO À FACULDADE CÁSPER LÍBERO



ENDEREÇO MANIFESTO PELA ACEITAÇÃO DE TRANSEXUAIS E TRAVESTIS NAS UNIVERSIDADES

Diz o manifesto
"Pessoas travestis e transexuais abandonam ou são excluídas do ambiente escolar. Instituições Escolares causam uma série de violências contra essas pessoas: verbal, psicológica, física, institucional. São pessoas expulsas de casa, da escola, silenciadas, jogadas para a marginalidade e por fim mortas". As pessoas que conseguem fugir desse destino precisam enfrentar um mundo que tenta incessantemente corrigi-las ou colocá-las de volta no lugar da marginalização, no gueto".


Samuel Silva era o único homem trans da Faculdade

Recentemente o aluno transexual Samuel Silva foi expulso da Faculdade Cásper Líbero. O coordenador da Faculdade Walter Freoa referia-se ao aluno Samuel usando o pronome feminino e nome de mulher para provocá-lo e lembrava-o qual era o seu gênero biológico humilhando o aluno.

A Faculdade que expulsou o aluno trans, manteve na instituição o coordenador Walter Freoa; gerando uma sensação de humilhação pública e exclusão ao aluno trans Samuel; que, ainda, passou receber mensagens transfóbicas pela internet..

https://medium.com/jornalistas-livres/transfobia-e-ass%C3%A9dio-moral-na-casper-l%C3%ADbero-d0abc17372a0

O ex-aluno transexual Samuel Silva tem 22 anos. Na Faculdade Cásper Líbero, ele cursava o 3 ano de Publicidade e Propaganda. No seu facebook ele emitiu uma opinião sobre o procedimento da professora Marina Negri de passar um filme para os alunos assistirem em inglês e sem legendas. 

A professora Marina Negri, poderia reavaliar o seu procedimento, mas levou a questão para toda a classe expondo o aluno. Samuel ficou isolado perante a classe, em um clima insustentável e desestabilizado emocionalmente.

A Faculdade não tinha nenhum programa de inclusão para alunos trans. O aluno já se encontrava esgotado  emocionalmente, após uma intensa batalha na Faculdade pelo respeito ao seu nome social. Em uma reunião convocada pelo coordenador Walter Freoa para discutir o episódio, o aluno Samuel entrou na reunião reivindicando a sua participação e o seu direito de fala, contra a vontade do coordenador que, para humilhá-lo passou a chamá-lo pelo nome de mulher . O estudante saiu do local da reunião irritado e acabou  esbarrando no coordenador do curso Walter Freoa que o tratava pelo gênero feminino.

O aluno pagava para a Faculdade R$ 1.708,46 de mensalidade.

http://www.revistaforum.com.br/blog/2015/10/estou-assustado-com-medo-de-sair-de-casa/


COORDENADOR WALTER FREOA

Coordenador do Curso de Publicidade e Propaganda
Professor da Graduação e da Pós-graduação na Faculdade Cásper Líbero
Técnicas de Publicidade e Propaganda
Administração em Publicidade





A MÁ CONDUTA DA PROFESSORA MARINA NEGRI
O diretor da Faculdade Cásper Líbero, Carlos Roberto da Costa, reconheceu a má conduta e a má postura  da professora Marina Negri expondo o aluno transexual Samuel Silva perante à classe e alimentando a divulgação dos fatos decorrentes mesmo após a orientação de aguardar o resultado da sindicância para se manifestar. No Jornal Estadão o diretor relatou que a professora Marina Negri cometeu assédio público ao aluno da Faculdade.

http://sao-paulo.estadao.com.br/noticias/geral,casper-libero-decide-expulsar-transexual,1779078


DIRETOR DA CÁSPER LÍBERO CARLOS ROBERTO DA COSTA


O PRECONCEITO NAS ESCOLAS

Travestis e transexuais têm grande dificuldade em permanecer na escola seja como aluno ou como profissionais , justamente por causa desse tipo de perseguição e humilhação que Samuel foi vítima.

Neste ano, 2015, professoras transgêneras competentes foram demitidas de seus trabalhos nas escolas após assumirem suas transgeneridades.

Vereadores e Deputados de muitas cidades brasileiras , precionados pelas igrejas católica e evangélicas, retiraram dos Planos Municipais de Educação o debate de gênero nas escolas que poderia melhorar esta realidade.



Mensagem transfóbica enviada para o Homem Trans Samuel Silva
MAIS MENSAGEM DE ÓDIO
http://www.revistaforum.com.br/semanal/leo-moreira-sa-transfobia-nao-e-assassinato/

Em entrevista à revista Fórum o ator e dramaturgo Leo Moreira Sá falou sobre o caso de Samuel Silva.

Revista Fórum - Na sua perspectiva, o que caracteriza o caso de Samuel como transfobia?

Leo - Transfobia não se constitui só quando uma travesti, uma mulher transexual ou um homem trans é assassinado num crime de ódio. Esse é o último ato de um enredo cruel de tortura e violência cotidiana.

A transfobia são também as pequenas e grandes mortes sociais, quando te tiram a voz, quando desqualificam o seu discurso baseado num modelo hegemônico cisgênero, quando te negam ou negligenciam o acesso a cidadania que temos por direito.

O questionamento da professora não foi apenas para questionar a capacidade intelectual do Samuel - que por si só já seria uma violência -, mas veio revestido com um discurso cruel, no qual se subentende o seguinte pensamento: você não faz parte, porque é inferior e não é normal, e eu te provo isso quando demonstro que, comparado com todos os colegas cis, você é o único que não foi capaz, porque é o único transexual".

Além disso, houve a defesa da professora, mesmo ela estando errada, por parte dos colegas que o isolaram. E, na sequência, Samuel foi "compulsoriamente transferido" e o coordenador que não respeitou sua identidade de gênero permaneceu no corpo docente. Tudo isso é transfobia.

https://medium.com/jornalistas-livres/transfobia-e-ass%C3%A9dio-moral-na-casper-l%C3%ADbero-d0abc17372a0

LOUVADO SEJA NOSSO SENHOR JESUS CRISTO
PARA SEMPRE SEJA LOUVADO

terça-feira, 13 de outubro de 2015

"A Igreja Católica é homofóbica, cheia de medo e ódio", disse o Padre Polonês Krysztof Charamsa, sacerdote há 17 anos. Ele tornou público um manifesto no qual pede o fim da discriminação de pessoas homossexuais por parte da Igreja Católica. "Sou um Padre Gay e estou feliz em poder dizer isso abertamente".



"Un gay no puede salir del armario completamente si no es haciendo mucho ruido". Lo dice el monseñor Krzysztof Charamsa, prelado católico y gay. Ahí es nada.
Posted by PlayGround on Sexta, 16 de outubro de 2015
Foto: Liane Aguiar BCC Brasil.
"A Igreja Católica é homofóbica, cheia de medo e ódio", disse o padre gay afastado pelo Vaticano.

Em entrevista à BBC Brasil, o padre polonês relatou o drama de viver a vida toda no armário, numa quase esquizofrenia de não aceitação de si mesmo. Você não pode imaginar o sentimento de culpa que um gay sente.

Sacerdote católico há 17 anos, o polonês Krysztof Charamsa, de 43 anos, causou alvoroço dentro e fora do Vaticano após se declarar homossexual e apresentar seu companheiro, o catalão Eduard Planas, em Roma.

O Padre anunciou ser um LGBT no dia 3/10/2015, véspera do início do Sínodo dos Bispos, reunião em que líderes da Igreja Católica discutiram até 24 de outubro, questões relacionadas à família.

O Padre acredita que um Sínodo que quer falar da família não pode excluir nenhum modelo familiar. Homossexuais, lésbicas e transexuais têm o direito ao amor e a construir famílias.

O Padre Charamsa também tornou público um "Manifesto" no qual pediu o fim da discriminação de pessoas homossexuais por parte da Igreja Católica.

Após o anúncio, o Padre Charamsa foi afastado do seu trabalho como funcionário da Congregação para a Doutrina da Fé (o antigo Santo Ofício, cuja função é promover e tutelar a doutrina da fé e da moral em todo o mundo católico), onde também era secretário-adjunto da Comissão Internacional Teológica. Além disso, foi demitido das Universidades Católicas em que dava aulas, em Roma. 

Apesar das consequências imediatas, o Padre afirmou que se sente aliviado. "Sou um Padre gay e estou feliz em poder dizer isso abertamente", declarou nesta entrevista, concedida em um hotel em Badalona, perto de Barcelona, na Espanha.


BBC Brasil - Após anunciar sua homossexualidade, o senhor tem recebido demonstrações de apoio e críticas. Como vê a repercussão da sua declaração?

Padre Krysztof Charamsa - Por parte do Vaticano, a consequência foi automática. Perdi o meu trabalho na Congregação e nas universidades pontifícias. Por outro lado, tenho recebido palavras de conforto, apoio, gratidão e relatos de pessoas que se sentem identificadas e liberadas com o meu gesto. Admito que foi um gesto dramático, quase de desespero diante de uma igreja que considero homofóbica, cheia de medo e de  ódio. Eu vivi o pesadelo da homofobia da minha igreja.


Charamsa com namorado; ele foi suspenso de seus cargos
(Foto: Alessandra Tarantino/AP)



BBC Brasil - Por que o senhor diz que a Igreja é homofóbica?

Charamsa - Porque ainda não é capaz de encarar a realidade, não deu o passo dado pela medicina e pelas leis de alguns Estados. Não há nada o que curar na homossexualidade, não é delito ser homossexual. Não se pode viver a vida no armário, numa quase esquizofrenia de não aceitação de si mesmo. Você não pode imaginar o sentimento de culpa de um gay crente! A mentalidade cristã fundiu em nós que ser homossexual é pecaminoso e diabólico.


BBC Brasil - Qual é o desafio da Igreja Católica para atrair esse coletivo?

Charamsa - A igreja não faz nada para atrair essas pessoas! Eu trabalhava na Congregação para a Doutrina da Fé, que preparou, de 1975 até hoje, quatro documentos sobre a homossexualidade em termos negativos, não à luz da ciência moderna. Os documentos dizem que todo desejo ou ato homossexual não é humano. Como se pode falar assim de uma grande comunidade que sempre existiu em cada época da história?


BBC Brasil - Quando o senhor decidiu que era o momento de dizer ao mundo que é gay?

Padre Charamsa - Sair do armário é um processo difícil e longo, mas hoje vejo o quanto foi necessário e salvífico para mim, me fez feliz, me fez forte. Ao tomar essa decisão, pensei também nas pessoas que por anos vivem em um armário de medo e de ódio.

Foto: Liane Aguiar / BBC Brasil

BBC Brasil - Por que resolveu fazer esse anúncio justo às vésperas do início do Sínodo dos Bispos?

Charamsa - Eu queria chamar a atenção da minha igreja que um Sínodo que quer falar da Família não pode excluir nenhum modelo familiar. Homossexuais, lésbicas e transexuais têm direito ao amor e a construir famílias. Mas até agora o assunto foi marginalizado e estigmatizado.



BBC Brasil - O sr. acredita que a Igreja Católica admitirá o sacerdócio sem celibato?

Padre Charamsa - Isso certamente acontecerá. Diferente da igreja latina, na oriental um padre pode escolher ser celibatário ou casado. Celibato não é uma verdade de fé, é uma disciplina, uma imposição. Vamos em direção a um celibato opcional, muito mais saudável.



BCC Brasil - No Brasil, o Congresso discute o Estatuto da Família, que delimita o conceito de família para homem, mulher e filhos. Até que ponto a igreja influencia discussões desse tipo?

Padre Charamsa - A igreja é uma autoridade mundial e em países latino-americanos sua influência é muito forte, mas pode ser fonte de profundo sofrimento. A igreja tem a ideia falsa de que homossexuais não podem formar família. Acredita que só buscam sexo. Isso é horrível. Não somos maníacos que buscam prazer sexual, somos humanos que buscam amor.


BBC Brasil - Nos últimos anos, a Igreja Católica no Brasil tem perdido fiéis para outras igrejas. Qual o desafio diante desse êxodo?

Charamsa - No Brasil, algumas comunidades evangélicas deram um passo importante para entender os homossexuais. Na Europa, entre anglicanos e evangélicos, já há um pensamento mais adequado sobre homossexualidade. A ética sexual necessita de uma profunnda revolução, adequada a uma nova consciência de humanidade e sexualidade.


BBC Brasil - O senhor disse que lhe emocionaram as palavras do papa Francisco, voltando de uma viagem ao Brasil, quando afirmou: "Quem sou eu para julgar um gay?". Por que lhe marcou?

Padre Charamsa - Estou muito agradecido ao papa Francisco, ele é um verdadeiro homem de Deus. As pessoas veem sua transparência, sua verdade, querem escutá-lo. O papa Francisco disse essa frase, mas na igreja há uma instrução de 2005 que julga todos os gays e contradiz suas palavras.


BBC Brasil - O senhor escreveu ao papa para explicar a declaração que faria. Acha que ele vai responder sua carta?

Padre Charamsa - Não sei. Mas comuniquei ao papa Francisco meu estado de ânimo, de alma, de coração. Pedi que a reunião de Bispos que ele preside possa discutir não somente a família heterossexual, mas todas as famílias.


BBC Brasil - Acha que a igreja vai proibi-lo de exercer o sacerdócio?

Padre Charamsa - Sim, é possível.


BBC Brasil - Que planos o senhor tem? Pensa ser ativista dos gays católicos?

Charamsa - Ainda não sei, mas penso servir os valores da minha vocação. Sou um padre chamado por Deus como homossexual. Quem viveu tanto tempo no armário precisa de uma palavra de aceitação, esperança, reconhecimento de sua dignidade. Esta é a mensagem do cristianismo: o que podemos dar a esse mundo senão o amor?


O Padre Charamsa disse que quem viveu tanto tempo no armário precisa de uma palavra de aceitação, esperança e reconhecimento de sua dignidade.

Liana Aguiar - De Barcelona para a BBC Brasil
G1
http://g1.globo.com/mundo/noticia/2015/10/igreja-e-homofobica-cheia-de-medo-e-odio-diz-padre-gay-afastado-pelo-vaticano.html



Veja o vídeo de Sergio Fiúla sobre o Padre Charamsa e sua saída do armário


 
LOUVADO SEJA NOSSO SENHOR JESUS CRISTO
PARA SEMPRE SEJA LOUVADO

sexta-feira, 1 de julho de 2005

ADOÇÃO POR HOMOSSEXUAIS

A verdadeira Igreja de Jesus Cristo aprova que homossexuais adotem porque está voltada para algo muito mais fundamental, que é o Amor infinitamente misericordioso , que é o próprio Deus . Agora, na Igreja , é tempo de reflexão sobre o sentido do sacramento . A Palavra de Deus diz que Deus é Amor . Deus diz: “Não julgueis para não serdes julgados " . Contudo entre os apóstolos que comungavam do sacramento e da vida de Jesus , se encontrava Judas , que o traiu”.

É a lei da Igreja, para seus fiéis. Amar o próximo . Não julgar.
A Bíblia Sagrada diz que a família de Jesus é todo aquele que acredita e faz a vontade de Deus.

Toda pessoa deve ser plenamente respeitada na sua dignidade humana e encorajada a seguir o plano de Deus , vista na sua totalidade de membro do corpo de Cristo.

Respeitando nossos irmãos e irmãs sem estabelecer quem seria o primeiro na Igreja, quem estaria excluído . Esses comportamentos de exclusão não conformes com a lei moral, nem o reconhecimento de uma prática verdadeiramente cristã e evangélica.

Jesus não foi chefe de estado . Jesus estabeleceu um Reino de Paz, Amor e Respeito, que nasce da mais profunda comunhão com o próprio Deus.

O Bem Comum é a dignidade.

O fundamentalismo religioso é inconstitucional e criminoso quando fundamenta exclusão, preconceitos e discriminações.

O dever do Estado é promover o Bem Comum , a Cidadania, o Respeito e Tolerância às diferenças. Isso  não ocorre com as influências daqueles que se julgam melhor que seus semelhantes.

Como cristãos temos a obrigação de dizer que quem julga seus semelhantes não está servido ao verdadeiro Deus que é o Nosso Senhor Jesus Cristo.

Quem não está com Jesus amando e respeitando seu semelhante , procure ver no sacramento o sentido , a validade, e a eficácia do Amor infinitamente misericordioso de Nosso Deus

Louvado seja Nosso Senhor Jesus Cristo para sempre.