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terça-feira, 21 de junho de 2016

A Teologia triunfalista e a coerência doutrinária da cantora Eyshila foram questionadas após a morte do filho dela chamado Matheus com um Pastor. PASTOR FEZ PROFECIA QUE DEUS MANDOU ELE DIZER SOBRE O FILHO DA CANTORA EYSHILA QUE FALECEU.


A cantora Eyshila saiu do hospital muito abalada com uma amiga
(Foto: Rafael Godinho / Ego)

Sobre o velório o representante da família falou: “Não haverá velório. O corpo sairá do hospital direto para o enterro.

"Se o que o profeta proclamar em nome do Senhor não acontecer nem se cumprir essa mensagem não veio do Senhor". Deuteronômio 18:22


TAMBÉM REGIS DANESE E FAMÍLIA, MUITOS AMIGOS, EVANGÉLICOS E FÃS CANTARAM MÚSICA PROFETIZANDO E ACREDITANDO NA CURA DO MATEUS QUE FALECEU.


"A cantora EYSHILA faz parte de um tipo de cristianismo triunfalista que acredita que pode determinar Cura Divina. A Teologia da cantora Eyshila, O TRIUNFALISMO, foi questionada após a morte do filho dela".

 Louvado seja Jesus Cristo para sempre.

segunda-feira, 20 de junho de 2016

A ordem Illuminati é uma ordem maçônica, ocultista e luciferana. Conforme se avança de grau na ordem Illuminati , se rreconhece que Lúcifer é o próprio deus. IGREJA CATÓLICA CONDENA A MAÇONARIA. QUEM ENTRA NA MAÇONARIA COLOCA-SE NO CAMINHO DE CONDENAÇÃO. QUEM ENTRA NA MAÇONARIA ROMPE A COMUNHÃO COM DEUS, COM A IGREJA, ESTÁ EM PECADO GRAVE E NÃO PODE COMUNGAR. O PAPA DA IGREJA CATÓLICA DISSE QUE A MAÇONARIA É O REINO DE SATANÁS.


MAÇOM GRAU 33 CONFESSA QUE LÚCIFER É O DEUS DA MAÇONARIA

Gabriel Lopes de Rojas é fundador e grão mestre da ordem Illuminati.

A ordem Illuminati é uma ordem maçônica, ocultista e luciferana. Para os iniciados dos primeiros graus Lúcifer é anjo de luz. Para os iniciados dos altos graus Lúcifer é o próprio deus.



ENSINAMENTO DA IGREJA: QUEM ENTRA NA MAÇONARIA, COLOCA-SE NO CAMINHO DE CONDENAÇÃO


Mais uma vez por causa da omissão de padres e bispos, um grande número de homens bons acabam inscrevendo-se na maçonaria, atraídos pela projeção social, vantagens ou menos fins filantrópicos.

A grande maioria daquele que ingressam nessa organização secreta, desconhecem a incompatibilidade entre a filosofia dessa instituição e a doutrina cristã.

A Igreja, desde o surgimento da seita maçônica, sempre alertou os fiéis a respeito da impossibilidade de um católico entrar na maçonaria sem que perca a comunhão com Deus e com a Igreja.

O Papa Leão XIII escreveu uma encíclica a respeito da maçonaria onde denuncia e condena os desvios de sua doutrina, uma vez que sempre se esforçou para arregimentar seus pares entres os católicos desavisados.

A maçonaria sempre foi o maior inimigo externo da Igreja. Sempre atuou para travar a ação da Igreja no mundo e também para implodi-la por dentro, infiltrando nela muitos de seus membros ou corrompendo outros dentro da Igreja, que ainda que não se filiem a seita secreta, estão debaixo de seu comando.

Pelo fato de o Código de Direito Canônico de 1983 não tratar especificamente da excomunhão dos que entram na maçonaria, alguns começaram a pensar e/ou a difundir falsamente que estava liberado o ingresso na dita agremiação. Foi preciso que a Congregação para doutrina da fé lançasse um documento em dezembro de 1983 explicando que a disciplina da Igreja não havia mudado e que os católicos que ingressassem na maçonaria estariam em estado de pecado mortal e não poderiam ser receber a Sagrada Eucaristia. E mais...NÃO caberia aos padres ou bispos mudarem essa disciplina...

terça-feira, 13 de outubro de 2015

"A Igreja Católica é homofóbica, cheia de medo e ódio", disse o Padre Polonês Krysztof Charamsa, sacerdote há 17 anos. Ele tornou público um manifesto no qual pede o fim da discriminação de pessoas homossexuais por parte da Igreja Católica. "Sou um Padre Gay e estou feliz em poder dizer isso abertamente".



"Un gay no puede salir del armario completamente si no es haciendo mucho ruido". Lo dice el monseñor Krzysztof Charamsa, prelado católico y gay. Ahí es nada.
Posted by PlayGround on Sexta, 16 de outubro de 2015
Foto: Liane Aguiar BCC Brasil.
"A Igreja Católica é homofóbica, cheia de medo e ódio", disse o padre gay afastado pelo Vaticano.

Em entrevista à BBC Brasil, o padre polonês relatou o drama de viver a vida toda no armário, numa quase esquizofrenia de não aceitação de si mesmo. Você não pode imaginar o sentimento de culpa que um gay sente.

Sacerdote católico há 17 anos, o polonês Krysztof Charamsa, de 43 anos, causou alvoroço dentro e fora do Vaticano após se declarar homossexual e apresentar seu companheiro, o catalão Eduard Planas, em Roma.

O Padre anunciou ser um LGBT no dia 3/10/2015, véspera do início do Sínodo dos Bispos, reunião em que líderes da Igreja Católica discutiram até 24 de outubro, questões relacionadas à família.

O Padre acredita que um Sínodo que quer falar da família não pode excluir nenhum modelo familiar. Homossexuais, lésbicas e transexuais têm o direito ao amor e a construir famílias.

O Padre Charamsa também tornou público um "Manifesto" no qual pediu o fim da discriminação de pessoas homossexuais por parte da Igreja Católica.

Após o anúncio, o Padre Charamsa foi afastado do seu trabalho como funcionário da Congregação para a Doutrina da Fé (o antigo Santo Ofício, cuja função é promover e tutelar a doutrina da fé e da moral em todo o mundo católico), onde também era secretário-adjunto da Comissão Internacional Teológica. Além disso, foi demitido das Universidades Católicas em que dava aulas, em Roma. 

Apesar das consequências imediatas, o Padre afirmou que se sente aliviado. "Sou um Padre gay e estou feliz em poder dizer isso abertamente", declarou nesta entrevista, concedida em um hotel em Badalona, perto de Barcelona, na Espanha.


BBC Brasil - Após anunciar sua homossexualidade, o senhor tem recebido demonstrações de apoio e críticas. Como vê a repercussão da sua declaração?

Padre Krysztof Charamsa - Por parte do Vaticano, a consequência foi automática. Perdi o meu trabalho na Congregação e nas universidades pontifícias. Por outro lado, tenho recebido palavras de conforto, apoio, gratidão e relatos de pessoas que se sentem identificadas e liberadas com o meu gesto. Admito que foi um gesto dramático, quase de desespero diante de uma igreja que considero homofóbica, cheia de medo e de  ódio. Eu vivi o pesadelo da homofobia da minha igreja.


Charamsa com namorado; ele foi suspenso de seus cargos
(Foto: Alessandra Tarantino/AP)



BBC Brasil - Por que o senhor diz que a Igreja é homofóbica?

Charamsa - Porque ainda não é capaz de encarar a realidade, não deu o passo dado pela medicina e pelas leis de alguns Estados. Não há nada o que curar na homossexualidade, não é delito ser homossexual. Não se pode viver a vida no armário, numa quase esquizofrenia de não aceitação de si mesmo. Você não pode imaginar o sentimento de culpa de um gay crente! A mentalidade cristã fundiu em nós que ser homossexual é pecaminoso e diabólico.


BBC Brasil - Qual é o desafio da Igreja Católica para atrair esse coletivo?

Charamsa - A igreja não faz nada para atrair essas pessoas! Eu trabalhava na Congregação para a Doutrina da Fé, que preparou, de 1975 até hoje, quatro documentos sobre a homossexualidade em termos negativos, não à luz da ciência moderna. Os documentos dizem que todo desejo ou ato homossexual não é humano. Como se pode falar assim de uma grande comunidade que sempre existiu em cada época da história?


BBC Brasil - Quando o senhor decidiu que era o momento de dizer ao mundo que é gay?

Padre Charamsa - Sair do armário é um processo difícil e longo, mas hoje vejo o quanto foi necessário e salvífico para mim, me fez feliz, me fez forte. Ao tomar essa decisão, pensei também nas pessoas que por anos vivem em um armário de medo e de ódio.

Foto: Liane Aguiar / BBC Brasil

BBC Brasil - Por que resolveu fazer esse anúncio justo às vésperas do início do Sínodo dos Bispos?

Charamsa - Eu queria chamar a atenção da minha igreja que um Sínodo que quer falar da Família não pode excluir nenhum modelo familiar. Homossexuais, lésbicas e transexuais têm direito ao amor e a construir famílias. Mas até agora o assunto foi marginalizado e estigmatizado.



BBC Brasil - O sr. acredita que a Igreja Católica admitirá o sacerdócio sem celibato?

Padre Charamsa - Isso certamente acontecerá. Diferente da igreja latina, na oriental um padre pode escolher ser celibatário ou casado. Celibato não é uma verdade de fé, é uma disciplina, uma imposição. Vamos em direção a um celibato opcional, muito mais saudável.



BCC Brasil - No Brasil, o Congresso discute o Estatuto da Família, que delimita o conceito de família para homem, mulher e filhos. Até que ponto a igreja influencia discussões desse tipo?

Padre Charamsa - A igreja é uma autoridade mundial e em países latino-americanos sua influência é muito forte, mas pode ser fonte de profundo sofrimento. A igreja tem a ideia falsa de que homossexuais não podem formar família. Acredita que só buscam sexo. Isso é horrível. Não somos maníacos que buscam prazer sexual, somos humanos que buscam amor.


BBC Brasil - Nos últimos anos, a Igreja Católica no Brasil tem perdido fiéis para outras igrejas. Qual o desafio diante desse êxodo?

Charamsa - No Brasil, algumas comunidades evangélicas deram um passo importante para entender os homossexuais. Na Europa, entre anglicanos e evangélicos, já há um pensamento mais adequado sobre homossexualidade. A ética sexual necessita de uma profunnda revolução, adequada a uma nova consciência de humanidade e sexualidade.


BBC Brasil - O senhor disse que lhe emocionaram as palavras do papa Francisco, voltando de uma viagem ao Brasil, quando afirmou: "Quem sou eu para julgar um gay?". Por que lhe marcou?

Padre Charamsa - Estou muito agradecido ao papa Francisco, ele é um verdadeiro homem de Deus. As pessoas veem sua transparência, sua verdade, querem escutá-lo. O papa Francisco disse essa frase, mas na igreja há uma instrução de 2005 que julga todos os gays e contradiz suas palavras.


BBC Brasil - O senhor escreveu ao papa para explicar a declaração que faria. Acha que ele vai responder sua carta?

Padre Charamsa - Não sei. Mas comuniquei ao papa Francisco meu estado de ânimo, de alma, de coração. Pedi que a reunião de Bispos que ele preside possa discutir não somente a família heterossexual, mas todas as famílias.


BBC Brasil - Acha que a igreja vai proibi-lo de exercer o sacerdócio?

Padre Charamsa - Sim, é possível.


BBC Brasil - Que planos o senhor tem? Pensa ser ativista dos gays católicos?

Charamsa - Ainda não sei, mas penso servir os valores da minha vocação. Sou um padre chamado por Deus como homossexual. Quem viveu tanto tempo no armário precisa de uma palavra de aceitação, esperança, reconhecimento de sua dignidade. Esta é a mensagem do cristianismo: o que podemos dar a esse mundo senão o amor?


O Padre Charamsa disse que quem viveu tanto tempo no armário precisa de uma palavra de aceitação, esperança e reconhecimento de sua dignidade.

Liana Aguiar - De Barcelona para a BBC Brasil
G1
http://g1.globo.com/mundo/noticia/2015/10/igreja-e-homofobica-cheia-de-medo-e-odio-diz-padre-gay-afastado-pelo-vaticano.html



Veja o vídeo de Sergio Fiúla sobre o Padre Charamsa e sua saída do armário


 
LOUVADO SEJA NOSSO SENHOR JESUS CRISTO
PARA SEMPRE SEJA LOUVADO

sábado, 2 de julho de 2005

IGREJA QUE POSSUI 4,6 MILHÕES DE ADEPTOS FACILITOU O PROCESSO PARA QUE GAYS E LÉSBICAS SE TORNEM PASTORES. APROVADO POR 559 VOTOS A FAVOR .

FOLHA

http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u613362.shtml

22/08/2009 - 08h43

Igreja luterana dos EUA permitirá que gays se tornem pastores

ED STODDARD da Reuters, em Dallas

A maior denominação luterana dos Estados Unidos facilitou o processo para que gays e lésbicas em relações estáveis tornem-se pastores, encerrando uma política na qual eles poderiam ser clérigos caso permanecessem em celibato.

A Igreja Luterana Evangélica dos EUA encorajou suas congregações a encontrarem meios de apoiar ou reconhecer membros em "relações do mesmo sexo, comprovadamente duradouras e monogâmicas".

A resolução é uma das mais liberais em qualquer denominação norte-americana em questões de orientação sexual. A igreja, que possui 4,6 milhões de adeptos, adotou a resolução em seu encontro bienal em Mineápolis.

"É sobre pessoas em relações comprometidas do mesmo sexo", disse John Brooks, diretor de comunicação e um dos porta-vozes da Igreja Luterana Evangélica.

Anteriormente, gays e lésbicas eram impedidos de participar das cerimônias a não ser que permanecessem em celibato. Aprovada por 559 votos a favor e 441 contra, a resolução afirma que a igreja se comprometerá a buscar soluções para que pessoas em "relações do mesmo sexo, comprovadamente duradouras e monogâmicas sirvam como líderes incluídos nesta igreja".

A decisão aplica-se a pastores e obreiros. A assembleia ainda tem de aprovar mudanças procedimentais para levar a resolução adiante. Segundo Brooks, a nova política da igreja deverá ser adotada a partir de 2010.

A iniciativa cerca de um mês depois de a Igreja Episcopal dos EUA decidir, na prática, abolir o compromisso de ser "austera" ao analisar candidatos gays ao episcopado.

A Igreja Episcopal, uma ramificação norte-americana do Anglicanismo, está desenvolvendo os rituais e as liturgias oficiais para abençoar casamentos homossexuais

Louvado seja Nosso Senhor Jesus Cristo para sempre.