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terça-feira, 31 de maio de 2016

TATÁ WERNECK ESCORREGOU NA TRANSFOBIA MAIS UMA VEZ COM MÚSICA. Você acha que ela mereceu ser DESTAQUE em Prêmio contra o PRECONCEITO?

MAIS UMA TRANSFOBIA DA TATÁ WERNECK : "UM AMIGO METADE TRAVECO"

 


III Prêmio Rio sem Preconceito

da COORDENADORIA ESPECIAL DA DIVERSIDADE SEXUAL da Prefeitura do Rio/ CEDS-RIO
 

http://on.ig.com.br/som/2015-09-17/banda-de-tata-werneck-lanca-musica-transfobica-e-gera-revolta-nas-redes-sociais.html


Personalidade em III RIO SEM PRECONCEITO revolta comunidade TRANS  com música transfóbica
http://pheeno.com.br/2015/09/liderada-por-tata-werneck-banda-renatinho-lanca-musica-transfobica-e-revolta-internautas/
"As vezes tenho medo de travesti. Rosto feminino e masculino ao mesmo tempo", canta a atriz e comediante Tatá Werneck na música Travesti de Fogo. Apesar do tom humorístico, a música se mostra TRANSFÓBICA!

A letra ainda diz que travestis carregam navalhas na bolsa e "matam pessoas mil". Nas redes sociais, internautas contestaram a canção. "O mundo precisa de música tão escrota pra reforçar a transfobia", ironizou um seguidor no Facebook. Outra fã disse que achou a letra pejorativa.

LIDERADA POR TATÁ WERNECK, BANDA RENATINHO LANÇA MÚSICA TRANSFÓBICA



TATÁ WERNECK NO PRÊMIO CONTRA O PRECONCEITO DA PREFEITURA DO RIO DE JANEIRO REVOLTOU A COMUNIDADE TRANS E INTERNALTAS

(Walerya Araujo): "Ela ainda participou do evento Rio Sem Preconceito essa semana. Hipocrisia pura".

(Jorge Antonio): " "ELE usa saia e EU CONCORDO".  Cê não tem que concordar com nada não, só vive sua vidinha. Muito tiro no pé Nossa."
(Daniela Andrade): "Que repugnância que estou dessa Tatá Werneck e sua banda.

Quase coloquei meu estômago pra fora lendo o lixo de desculpa que os parasitas da banda escreveram.

Agem como se o tal humor fosse isento de viéis ideológico, agem como se estivessem fazendo humor inteligente. Quando é que vão ridicularizar os assassinos das travestis e mulheres transexuais no mundo, isso sim seria um serviço.

Mas sabem que todos riem de travesti, o riso é fácil, então vamos ficar apenas nesse raso preconceito e ignorância mesmo.
Quer dizer pessoas trans e travestis apontam transfobia e ELES QUE NÃO SOFREM TRANSFOBIA decidem que não houve transfobia na transfobia que estão propagando.

Viva o Brasil assassino de travestis e transexuais, o Brasil que só nos quer quando estamos sendo tratadas  como deboche, doentes mentais, seres exóticos, sem humanidade.

Ainda que mintam descaradamente o oposto, afinal é só humor né? Transfobia é arte".

(Eli Ruan Pereira): "Você foi totalmente infeliz e transfóbica com a música TRAVESTI DE FOGO, você faz a citação que tem medo? medo do quê? você é uma pessoa ignorante, vamos lá! Você violou o Direito de Igualdade, o Direito à vida, Direito da Dignidade da Pessoa Humana, Democracia e Estado Laico, utilizando de um mecanismo "artístico" para realizar a sua transfobia e marginalizando a imagem das travestis e ressalto aos transexuais e tranSgêneros. Você vai falar eu tenho direito de expressão, te respondo seu direito de expressão não é uma ferramenta para que você possa realizar seus atos de ódio, intolerância, preconceito e discriminações, música? cadê a música? o que eu ouvi foi uma tempestade de transfobia com um barulho ... Para a sua informação no Estado de São Paulo temos a Lei 10.948/01 que dispõe sobre a penalidade a prática de discriminação em razão de orientação sexual e identidade de gênero. Prazer, sou um Homem Transexual, quero respeito, assim como você eu sou um cidadão que paga impostos e não vou aceitar discriminações".

(Bruna Marx):" ... é claro que iria usar o sofrimento de pessoas oprimidas historicamente como trampolim para se alavancar na mídia. Estigmatizando e marginalizando ainda mais essas pessoas no país que mais mata Travestis e Transexuais do mundo!
Mais uma prova de como as pessoas se sentem confortáveis para perpetuar seus preconceitos quando não há leis que nos amparem e que os punam!!! Transfobia nossa de cada dia ... "
(Danielle Sabatinni): "Tatá Werneck, obrigada pelo desserviço, por ajudar a Transfobia no Brasil, onde mais se mata Travestis e Transexuais no mundo!"
Dedicado a Tata Werneck, e a fantástica letra da música "Traveti de Fogo", dedico também a todas as outras formas de preconceito. E outra vez repito; Basta de aceitar e ouvir pitacos de pessoas que não entendem nada do assunto. Amorrrrr... Quer criticar? Quer julgar? Vai conhecer de perto, vai sentir na pele o que é ser... Chega de pessoas mal informadas falando o que quer... BASTA. Não aceitar é seu problema, Respeitar é seu dever, e meu direito.Danielle Marques #travesti #transexual #semnavalhanabolsa #semcaradehomem #ficadica #vaiestudarsuaprofissao #naocantanao
Posted by Danielle Marques on Terça, 22 de setembro de 2015
(Danielle Marques): "... a Tatá Werneck, e a ... letra da música "Travesti de Fogo", dedico também a todas as outras formas de preconceito. E outra vez repito; Basta de aceitar e ouvir pitacos de pessoas que não entendem nada do assunto. Amor, quer criticar? Quer julgar? Vai conhecer de perto, vai sentir na pele o que é ser ... Chega de pessoas mal informadas falando o que quer. BASTA. Não aceitar é seu problema. Respeitar é seu dever, e meu direito.
https://www.facebook.com/danielle.marques.1694/videos/10153618187594710/

BANDA EXCLUIU COMENTÁRIOS DE TRANS NO PEDIDO DE DESCULPAS E BLOQUEOU TRANS PARA NÃO COMENTAREM

(Luanna Araujo): "Gente eu estou Passada. Eu fiz um Comentário Babado no Post do Pedido de Desculpas da Banda na Página Oficial, e excluíram o meu comentário e me bloquearam para que eu não possa mais comentar!"


(Daniella Saturno Saturno): "Sou travesti, sou formada. Não sou marginal, não tenho família, tenho uma vida. Achei um absurdo este vídeo; luto todos os dias para isto não acontecer e vocês chegam com uma música acabando com a população T. Acho isto uma falta de respeito às travestis de bem que estão fazendo suas vidas trabalhando honestamente todos os dias por uma sociedade melhor. Lamentável!"



"Só ajudou a TRANSFOBIA nos enxergar parabéns! Se este foi o intuito conseguiram e parabens a Tatá Werneck que mais uma vez nos mostrou a sua transfobia quando VOCÊ fala abertamente no palco com suas supostas brincadeiras a palavra TRAVECO palavra que nós da comunidade TTS tanto odiamos. Se ponha no nosso lugar e veja se VOCÊ  iria gostar de ser chamada de piranha ou coisa pior na rua, então não queira para os outros o que VOCÊ não desejaria para você própria".


(Steffany Faria): "Por acaso VOCÊS já pensaram que por causa desta suposta música VOCÊS contribuíram para as pessoas na rua se acharem no direito de nos chamarem de VIADO E TRAVECOS MARGINAIS ? Vocês tem noção do que é passar na rua e as pessoas nos olhando como se fôssemos BICHOS. De onde vocês tiram essa ideia absurda de que TODA TRAVESTI ANDA ARMADA COM NAVALHA? Isso não é transfobia? O que seria humor se nós fizéssemos alguma música falando que toda banda de rock não presta, que é uma bosta e que a TATÁ WERNECK é uma  péssima atriz criando em cima de um palco com todos aplaudindo; será que vocês iriam gostar, achar bonito tal coisa? Vocês sabiam que por causa deste projeto de música nesta hora e neste momento deve ter alguma travesti sendo humilhada e agredida na rua, tudo por tal do tão falado humor de vocês? Eu como sendo uma travesti e moderar um dos maiores grupos do FACEBOOK O MUNDO T-GIRL, me senti "repugnada" com tal coisa e venho em nome DE TODAS DO GRUPO mostrar meu REPÚDIO a esta música que só ajudou a TRANSFOBIA  a nos enxergar".

(Cavallo André): "... criminaliza e generaliza todas as travestis. Mandou muito mal ... Ela passou de todos os limites! Fala que tem medo de travesti! Que travesti mata e anda com navalha na bolsa! NESSE NÍVEL!".

(Kamilla Alves): "Meu único desgosto é saber que na atualidade as travestis não andam com gillete na boca dando espaço pra imbecis como esse projeto nos fazendo chacota".

(Indianara Sophia Fenix): "Tranfóbica e reforça estigmas sobre travestis ..."

(Rose Annie MacFergus): "O pior de transfóbicos é serem transfóbicos e sempre dizerem que não são ou que isso não existe".

(Ro MacFergus): "Já não gostava dessa pessoa por causa de inúmeros vídeos em que trata mulheres trans como "TRAVECOS" ... já discuti com essa pessoa e sei que tudo que ela fala é só mentiras ... pega o seu pedido de desculpras e enfie no seu ... ... "

(Rose A. Macfergus - Rô ): "Lixo podre e fedido ... transfobia nojenta".

(Bruno Luiz Gordo Ribeiro) : "Tatá, ficou bem bosta e preconceituoso ..."

(No face da banda): "É muito fácil fazer piada com opressão dos outros, esse humor é sujo e tosco"

(Joga Emi): "Que vergonha ... até eu que tenho 11 ANOS não sou tão ignorante! Transfobia reinou nessa msc. QUE VERGONHA!"

(W. C. Gonzales): "Como tem gente que valoriza pessoas assim é visível ... as piadinhas que ela faz de duplo sentido de conotação sexual".

(Dany Fontana): "... É por essas coisas e esse humor idiota que sofremos bullying na rua".

(Samantha Pereira):"Não aguentei ouvir nem 5 segundos, é repugnante".

(Stela Silva): "Não sou travesti, mas para sentir indignação não preciso ser. Nojo e repulsa eu também senti. Sou mulher, lésbica e humana e isso basta para imaginar, somente imaginar o que as travestis sentiram ao ver esse clipe de extremo mal gosto".

(Vivian Machado): "A Tatá Werneck inúmeras vezes ridicularizou as travestis no programa do Multishow. Ela se refere no masculino, marginaliza as trans, transmite preconceito puro".

(Magna Stone): "Eu fiquei extremamente decepcionada com essa atitude dela e não é a primeira vez que ela faz isso".

(Gabriella Gabii): "Já percebi que ela era transfóbica desde aquele programa dela ... no multishow!"

(Daniele Pallotino): "Transfóbico! Chato! Ruim! Nem pra humor e nem pra música essa porcaria  de ... serve. Que decepção com a Tatá ..."
(CanaID): "... Estigmatizam ainda mais pessoas que já são extremamente desumanizadas pela sociedade. Elas não assassinam, e sim são assassinadas. Parabéns pela mediocridade e desserviço".

(Alexandre Duarte Leite):"Realmente muito preconceituoso ..."

(Tainá Lopes): "Não consegui ver até o final. Uma merda de voz, música e letra. Vergonha alheia. Desserviço político"

(Émerson Santos): "Que horror. Lamentável. Transfobia mata".

(Victoria Sa): "Não é a primeira vez que vejo essa menina soltar transfobia ..."

(Pastora): "Eu entrei pensando ah deve ser mais um mimimi, mas não a letra é realmente desnecessária. Poderia evitar essa".

(Jonathan Felipe): "Vergonha Tatá ...Vergonha ..."

(Gustavo Gomes) "tão ruim quanto ..."



Tatá werneck travesty também é gente.
Desabafo sobre a Polemica respondida hoje da Tata werneck com as travestis... Certa ou errada essa é minha opinião e meu direito de resposta ! DEMOCRACIA
Posted by Mc Trans on Domingo, 20 de setembro de 2015




(Elza Montenegro):"Que cagada gente".

(Giselle Salomão Baronne): "Sou TRANSEXUAL, não tem porque você ter medo de mim, pois AJUDO pessoas mil. E na minha bolsa não tem navalha, tem DOIS DIPLOMAS e muita maquiagem. Essa última é para eu ser mais linda do que já sou. Pode admirar minha beleza FEMININA, POIS É ... SOU transexual sim. E estou aqui, mas às vezes tenho medo da ignorância. Mas ela não me impedirá de ser quem eu sou. TRANSEXUAL, MULHER, CIDADÃ, PROFISSIONAL E UMA PESSOA BOA. Um beijo de ombro para a ignorância. By Marcia Beatrice".

(Maicon Novais): " humor marcado de preconceito".

(Daniel Franco de Oliveira): "Putz cara ... que música sem noção e preconceituosa".

(Ariadna Alvin): "... Primeiro crime da Tatá: Transfobia. Segundo crime: ser sem graça pra cacete ..."

(Diana Lemos): "A merda já foi jogada no ventilador!"

(Peito): " ... deve ser porque ficou conhecida agora né ... Vai raciocinar ..."

(Nosly Bento): "Devia gastar seu tempo melhorando ..., não disseminando preconceitos! ..."

(Emerson): "Talvez a existência dela seja desnecessária".

(Aislan Lima): "passando pra negativar esse lixo transfóbico!".

(Victória Barros):"Que horror. Aproveitando pra deixar meu dislike. Transfobia não passará".

(Guilherme Cavalcante):"Credo, que desnecessário! Nem engraçado é!"

(Baby Miku): "Gente CIS pra falar de travesti é a pior coisa que existe. Quando é transfóbica então pqp".

(Dayvison Lopes): "Porque ter medo de travesti? Não curti essa música, amo Tatá mais dessa vez não tem como te defender amiga. Sério!"

(Chriss Wolf): "Ridículo! Em pleno século 21 e ainda tem CIS que faz piadinha dessas! Já basta essa ..., agora piorou. Trans e Travestis já sofrem transfobia e ódio o tempo todo, ainda faz uma música horrível dessas! VERGONHA!"

(Daniele Goulart): "Transfobia a gente vê por aqui".

(Dai Moreira): " ... Ela foi preconceituosa sim".

(Fabio Bernal): "Uma pessoa como ela que está a frente de um veículo de comunicação tem que saber se expressar, não sair falando asneiras cantando ... essa distinta atriz não só com nota de esclarecimento vai se retratar ..."

(May Marques): " as pessoas acham que só por serem artistas tem o direito de denegrir ... e depois ficar tudo bem quando pedem desculpas ...".

(Camila Araujo):"Ela merece um processo ... se mexer no bolso dela, aí ela vai aprender ... falta de respeito".

(Jaqueline Haack): "Ela foi infeliz, nossa que música rídula essa, eu não ando com faca, assim como muitas, só queremos viver em paz e com dignidade".

(Ísis Masson): "Também sou travesti e me senti muito ofendida".

(Maria Fortunato):"... Só quem passa preconceito sabe o quanto isso dói na alma ..."

(Thiago Rafael): "Sinceramente ela foi tão infeliz com essa "letra musical" ..."

(Rúben Sylva Lourenço): "Em Portugal, essa ... era processada".

(Romagaga): "Tendo ou não a intenção de ofender, mas ofendeu! ... é muito fácil ... dizerem que não foi a intenção ... foi preconceito sim e temos que nos impor ... sou transexual e não aceito isso".

(Júlio Cartez): "Transfóbicos"

(Lucas Schneider): "... A Tatá Werneck faz um humor totalmente deturpante ... Por que com travesti todo humor é permissível? Por que travesti tem de ser motivo de chacota? ... Hipócritas são aqueles que acham normal um humor negro fazer alusão às transexuais como se quisessem defender esta classe".

(João Felipa): "... Se não teve a intenção por que colocou a palavra travesti? Utilizasse outro termo. Se ela sabe de tudo isso que ocorre no Brasil e no mundo pensasse antes".

(Danilo Alves): "Um lixo desnecessário".

(Betty Hoyos): "... os humoristas envolvidos ... mas uma vez conseguiram provar que babaquice é e sempre será a zona de conforto de vocês ... essa letra é péssima, esse tipo de "humor" é péssimo e eu não entendo em como  em todo o processo de criação dessa monstruosidade não teve um que pensou "gente, talvez isso seja ofensivo demais ... talvez dê merda , não vamos fazer não, minha decepção não tem medida".

(Daenerys Targaryen): "... tenho medo de gente que cria uma bosta de letra dessas".

(Theodoro CT):"Não se deve ter medo de travestis! Nem se deve ter esse preconceito, medonha e ignorante porque o preconceito sim, assassina pessoas mil! Tenho nojo dessa música ..."

(Mariana Rocha): "Galera, não é questão de levar tudo a sério ou não, fazer humor com minorias e se aproveitando do sofrimento de pessoas que sofrem demais em um país onde mais acontecem mortes de travestis no mundo inteiro não tem graça. É desumana uma música assim, é desumano achar humor na dor e no sofrimento do outro e se aproveitar disso, é desumano dizer que não tem nada demais em fazer tudo isso. As travestis não agem como a música diz, matando mil, pelo contrário, as pessoas matam travestis mil todos os dias. O Brasil é líder em mortes de travestis diante de um ranking mundial".

(Magô Tonhon): " ... letra infeliz ... um lixo de produto musical ... rir do oprimido é facílimo".

(Márcia Monks): "Preconceituosa! ... Nojo! Estou muito decepcionada por ela ser transfóbica! Esse tipo de piadinha sem graça mata travestis todos os dias!"

(Shadow Triomphe); " ... Me senti horrível ouvindo isso ... Musicalmente é feio, politicamente também. Mas foda-se né? Isso aqui é tudo humor. Não."

(Jarderson Barbosa):" Lixo total".

(Paulo Felipe): "Vergonha alheia de dividir o mesmo planeta com esses cinco ..."

(Mijorra): "Que merda, hein?"

(Armando Januário): "Valeu pela música transfóbica, Tatá Werneck. Definindo sua musiqueta em uma só palavra: LIXO!"

(Vitor Prates): "Uma música dessa no país que mais mata travestis e transexuais no mundo é uma vergonha. Nojo de vocês!"

(Luísa Motta): "Que música mais escrota, nunca fiquei tão decepcionada . Por que realmente precisamos de mais músicas transfóbicas ..."

(Rafael Felipe Augusto Horta): "Que música mais nojenta altamente transfóbica"

(Bruno): " ... essa música extremamente transfóbica ..."

(Rafael Santos): "Que música é essa?! Pretendia ser engraçada mas não foi ... falar dessa forma de travestis já discriminadas, promove ainda mais o preconceito ..."

(JR Fisher): "... Que letra imbecil ..."

(danteUP OP): "Que horrível. Transfóbico e mal feito".

(Helena Barros): "Tá feio, tá escroto".

(Fernanda Silveira): "PORCARIA".

(Elton Souza): "Nojo".

(Leandro Alves): " ... assim não tem como te defender".

(Anderson Nakassawa Pires): "... Não entende nada sobre humor e muito menos respeito".

(Nina Ricci): "Só uma coisa a dizer: que vergonha dessas pessoas que compuseram e estão compondo essa música ridícula e transfóbica! muita vergonha".

(Ketelyn Ramos): "... Isso se chama apologia ao crime Sra Tatá!"

(Guilherme Almendra): "Tatá, total Baixa! Transfobia ... Humor não é sinal de Preconceito".

(Felipe Sousa): "que música lixo..."

(João Carlos): "Que coisa ridícula ...".

(Rafael S. Calsaverine): "Eu tenho medo é de pseudo humorista que usa preconceito como escada".

(Gustavo Schnurr): " ... fazer parte de uma música tão agressiva e transfóbica ...".

(Chichi Luna Montalbetti): "Cara, sério que vocês não tiveram senso crítico quando fizeram a letra? que porcaria transfóbica!".

(Samuel Santos): "... quantas pessoas trans são humilhadas, expulsas de casa, impedidas de usar banheiros, impedidas de conseguir trabalhos convencionais, impedidas de frequentarem escolas e faculdades e são assassinadas todos os dias no Brasil que é o país onde mais mata travestis e transexuais no mundo?! Vocês ao menos tem ideia do quanto essa música pode reforçar ainda mais os preconceitos que essas pessoas são forçadas a conviver todos os dias?! ... não fariam um lixo desses. Transfobia mata e vocês são ... nojo".

(Daniel Gonçalves): "Música muito desnecessária".

(Thinai Gonçalves): "... humor pejorativo só faz um grande desfavor à sociedade".

(Letícia Navarro): "No vídeo podemos ver 5 pessoas CIS, heteros, brancas e privilegiadas por natureza mais uma vez promovendo um trabalho preconceituoso e que pode ser considerado um desserviço. Vocês poderiam ter um pouqinho menos de ignorância e se tocar que travestis e transexuais já sofrem o bastante, afinal, já vivemos no país que lidera os números de ataques e mortes dessa minoria. Antes de escrever uma música dizendo que tem medo de alguma minoria, pense se VOCÊ não é quem realmente oferece perigo. São pessoas com esse pensamento que oferecem um real perigo a sociedade. ... tá feio, estão pagando mico ...".

(Lunna Barreto Gomes): "Tatá ... AC/ Tatá Werneck. Troféu pela música: Travesti de fogo"

(Gabriel Felix): " ... sem falar do teor preconceituoso da letra".

(Meire Seixas): " É fácil falar mesmo ... fazer humor, falar merda pra caralho, só vejo isso falando com os oprimidos, sempre é assim, piada com preto, com gay, ... com favelado não tem graça".

(Fabi Marques): "MÚSICA RIDÍCULA. Sou TRAVESTI. (TRANSEXUAL). Estudo, trabalho. Não tenho navalha na bolsa".

(Stanley Kings): "As vezes tenho medo de TRANSFOBIA. Isso sim mata pessoas mil. E não só com navalha, com pedrada, com socos e chutes, com tiros e com mil coisas que a imaginação doente do ser humano pode pensar ...".

(Stanley Kings): "Não me põe no meio de todo mundo não. Só gente escrota tem medo de travesti".

(Eli Ruan Pereira): "Nossa, totalmente transfóbica, preconceituosa e ainda marginaliza as travestis, esquece que todos os dias travestis, transexuais, trangêneros são brutalmente mortos por conta da discriminação, apenas esse lixo e essa atriz que caiu muito em meu conceito utilizando este veículo para multiplicar o ódio e a intolerância e ainda tem a cara de pau de pedir desculpas, claro né Tatá, não é você que corre risco de vida devido a intolerância e o preconceito".

(Lee Stardar): "O que "mata pessoas mil" são discursos transfóbicos como esse! Triste isso".

(Júlio Policarpo): "Que horror! Um lixo! Se divertir com a desgraça do outro é desumano, absurdo e abominável, mais ainda quando se é um profissional que pratica tal ato ... é tanta coisa a se falar que tou até seem ânimo pra digitar, apenas ratifico que isso é um lixo de humor e que pessoas morrem por causa de lixos como esse.
Feliz vai ser o dia em que as pessoas se comoverem com a dor dos outros e que se utilizarão de suas funções e posicionamentos para denunciar todo e qualquer tipo de injúria, intolerância, desrespeito e violência para com outro ser".

(Sabryna Doll):"Cara de homem tem ela".

(Aldair Onofre): " a música também diz que as travestis têm "navalhas" na bolsa e matam pessoas; que eu saiba são pessoas que as matam".

(Monique Moon): "Não tenho nem estômago pra dar view pra esse lixo no youtube".

(Johann Abdon Barcelos Cabral): "além da transfobia explícita ... valeu pelo desserviço aí explícito Tatá".

(Paula Costa): "Se as pessoas soubessem o quanto corta como uma facada quando alguém nos trata assim, pensariam muito bem antes de nos ferir. Falta bom senso, falta respeito, e principalmente leis para isso ter um fim, mas como isso em nosso país não funciona na maioria das vezes, é continuar nos unindo para que ao menos não cresça isso em nosso convívio".

(Karina Melo): "Sempre achei essa mulher ..., desde quando li uma matéria quando ela falava que era vegetariana e depois foi vista comendo carne ... essa quer tá na mídia a qualquer custo, seja mentindo ou oprimindo ..."

(Renato Chagas): "Mas a desculpinha esfarrapada é: agora não pode falar nada ... não queridinha Tatá . É uma questão de ser escroto mesmo; e o pior ... uma falta de respeito extrema!"

(Tadeu Nascimento): " ... quero ver eles fazerem humor com Político poderoso, é fácil com quem tá na merda, com quem raramente vence na vida por causa de um sistema monstro desse".

(Tadeu Nascimento): "... Cheio das manas travestis morrendo por aí, era só essa que faltava".

(Tadeu Nascimento): "Não reconheceram p... nenhuma. Fui banido de lá".

(Tadeu Nascimento): "A letra não é complexa ... É CHOCANTE".

(Ricardo Wagner): "Só o absurdo de dizer que todas andam com navalhas, já se percebe o nível ... Esse tipo de "artista" não tem o meu ..."

(Ricardo Wagner): "Vão continuar cantando essa "música" ... "

(Ricardo Wagner): "É sempre assim: fazem as cagadas e depois vem com a cara mais lisa pedir desculpas. Deviam pensar antes".

(Rochelle Garcia Nunes): "Essa moça só se complica cada dia mais. Tá sem graça e com essa ela se ferrou. Fez uma referência criminosa na música".

(Sara Livia Priscila Cristiane Fenix): "... tenho nojo ... sinto nojo ..."

(Marcelinho): "   "As vezes tenho medo de travesti" . Então vá a um/uma psiquiatra se resolver ... queridinha".

(Mario Pimenta): "nossa que vexame"

(Michely Correa): "Extremo mau gosto. Desnecessária".

(Marcus Andrade): " ... Na minha percepção subjetiva aqui tem 90% de transfobia ..."

(Carollyne Lacerda): "Tatá, assim não tem como te defender amiga".

(Marília Gabriela): "Letra de péssimo gosto ..."

(Arce Correia): "Navalha na lábia e na carne alheia é fácil de usar. Saber o quanto dói a carne sangrando só quem sabe sente! ..."

(Andressa Piovani): "Que música é essa gente! Que nojo! Essa mulher ...! ...! Não sabia da existência dessa música. Se é que se pode chamar de música".

(Cris Cabana Cabana): " ... se é que se pode chamar isso de música ... francamente ... Ela tocou em 2012 na MTV, não me diga que ela repetiu esse feito em outro lugar? Achei o vídeo ela deveria ter tirado isso do ar".

(Claudia Lara): "... chega de nos usarem para comédia, para circos, a ignorância é uma doença e essa com certeza precisa se tratar".

(Carlos Berg): "... Como diz a letra de magnífica Rita Lee e Zélia Duncan "Só quem já morreu na fogueira sabe o que é ser carvão! Quem não sofre preconceito na pele acha tudo muito engraçado".

(Charles Lacerda): "... Essa música tem que ser queimada ... NÃO A TRANSFOBIA ..."

(Rafaela Rezende): "... um ser que não entende nada do que somos ... As pessoas precisam mesmo parar com essas agreções e dizer que isso é humor. Já chega!"

(Laura Adami): "Infelizmente vivemos em um mundo em que as pessoas julgam "o diferente", mas se esquecem que na verdade são todos iguais. Todos têm direito de gostar ou não, mas o respeito é essencial ..."

(Eduarda Laru): "É muito fácil pedir desculpas hoje! Primeiro tripudiamos e depois ainda nos chamam de burra que não entendemos o sentido da música. Ai por favor!"

(Iyá Oyá Balé Ngin `Ngan): "Fez uma música NOJENTA depois vem pedir desculpa , me poupe!"

(Claudete Moraes): "Sem comentários quer aparecer e não sabe, pendure uma jaca e uma melancia que funciona".

(Marta): "... Para permanecer no Globo tá quase vendendo a alma pro diabo".

(Luy Rodrigues): "Pesado! Putz! Ficou feio! Muito ofensivo e desnecessário ... Rotular não vale".

(Úrsula Guimaraes): "Que lixo. Não mascare transfobia com papinho de que era pra ser engraçado".

(Breno Pagliacci): " .. uma letra transfóbica e cafajeste dessa".

(Joana Leoncio): " a "música" é uma bosta transfóbica".

(Marcos Bastos Miranda): "Ridicularizando e criminalizando as travestis, reforçando a transfobia, deixando à margem da sociedade essas mulheres que já são marginalizadas por muitos ..."

(Deusina Lopes): "Estranha essa opção falando de travesti ter cara masculina e feminina, canivete nos bolsos, medos, etc, é pejorativa a abordagem ..."

(Raiza Silva): "Pra que isso? Bela bosta!"

(Ale San): "Reforçar o preconceito ..."

(Mariel Fernandes): "BEM desnecessário!"

(Valéria Borges): "Essa bandinha TRANSFÓBICA merece ser relegada ao fracasso. Tou cansada desses pseudo artistas que só sabem produzir desserviços aos grupos OPRIMIDOS".

(Vivi Sampaio): " ... Eu relamente não entendo esse tipo de comportamento. ... Respeito é bom e todo mundo gosta".

(Larissa Benjamin): "Que bosta de música".

(Arthur Souza): "Ela sempre fez isso. Só que antes não era música. Era programa de humor".

(Adriane Garcia): " ... já teve outras manifestações de GLBTfobias da parte dela e isso aí só comprova que muita gente precisa desconstruir seus preconceitos. É absurdo!"

(Andrea De Aguiar Vogado): " meu repúdio MASTER pra ela".

(Emy Ly): "Essa gente acha que ser comediante dá carta branca pra disseminar discursos de ódio".

(Janaina Souza): "não tem graça e não desculpo".

(Pablo Almeida): "... Fazer humor assim é fácil ..."

(Liana Alice): "... escracham seres marginalizados ... num clipe com os caras rindo das piadas de letra preconceituosa".

(Amauri Lins): "Discurso de ódio não tem graça nenhuma. Transfobia não é piada!".

(Ruano Berenguel)"Humor que sacaneio minoria não é engraçado, é maldoso".

(Juliana T. Gomes): "Humor que mata, humor que fere, humor que faz apologia ao preconceito ...". "Privilegiado é assim mesmo, pouco se importa pro sofrimento alheio".

(Bezerra Eduardo): "Onde está o humor em ser trans no Brasil?"

(Ailton Dias): "É tudo muito ruim. Um conjunto de feiuras".

(Juliana Juju): "Ridículo isso"

(Tatiana Rocha): "Fico indignada ..."

(Ricardo Wagner): "... vou ali dar a descarga".

(Washington Cozac): "Vomitei".

(Aline Petrine): "Vomitei".

(Vinicius Lopes): "Que bosta!"

(Tatyani Rodrigues): "Que bosta, cara".

(Nayane Barros): "Que lixo".

(Catarina Margarizo): "Que merda!"

(Adamo Almeida): "Essa só mexendo no bolso"

(Jéssica Leonardo): "E aí? Vão continuar promovendo essa "música"?"

(Alan Rodrigues): "... esse foi um fora sem precedentes".

A TRANSFOBIA É UM CRIME E ALGO ABOMINÁVEL
Tatá Werneck foi fortemente criticada por causa da música "Travesti de fogo" que ela cantou e divulgou em projeto musical, a letra foi fortemente criticada nas redes sociais. O Brasil é o país que mais mata travestis no mundo. Diz-se que a média de vida não chega aos 30 anos. É uma população extremamente vulnerável, que sofre preconceito, discriminação e falta de políticas públicas. As situações de violência física e emocional a que elas estão submetidas são inúmeras. As pessoas não tem os seus direitos respeitados.

APRESENTAÇÃO EM 29/11/2012
https://www.youtube.com/watch?v=19DkfbjhMsc



(Rodrigo Farias): "Desde 2012 ela cantava essa música na MTV e eu já achava um absurdo".

(Fabiana Brantes): "Essa música nem é nova, vi ela cantar uma vez na MTV, morreu pra mim aí".

(Fabiana Brantes): "Ela reclamou que não leram a música até o final. Eu li e WTF?"

A Banda fez show em julho de 2015 no Parque do Ibirapuera em São Paulo. A música existe desde 2012.

CLIPE COM A MÚSICA TRANSFÓBICA
https://www.youtube.com/watch?t=9&v=By1rO-NRadE

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OUTRAS OPINIÕES

"Só restou lamentar em Evento de Tal Proporção tamanha falta de conhecimento ou respeito".

"Tratou-se de Prêmio contra a Homofobia mesmo porque a Transfobia foi o que mais rolou".


COORDENADORIA ESPECIAL DA DIVERSIDADE SEXUAL da Prefeitura do Rio/ CEDS-RIO

Comentou-se que, fora da fachada, no real, a Coordenadoria é alheia a TRANSFOBIA.
 
(Luiz Fernando Prado Uchoa): "O que esperar de uma Coordenadoria alheia a transfobia".

(Indiana Sophia Fenix): "Carlos Tufvesson, sua CEDS e seu RIO SEM PRECONCEITO QUE TEM PENCAS DE PRECONCEITO E TRANSFOBIA COM BI HOMEM, GAY AFEMINADA PRETA POBRE E TRAVECA ..."

segunda-feira, 21 de março de 2016

A MULHER TRANSEXUAL KAUANA VITÓRIA DA SILVA DE 22 ANOS FOI CONSTRANGIDA NO HOSPITAL ESTADUAL ADÃO PEREIRA NUNES DE DUQUE DE CAXIAS NA BAIXADA FLUMINENSE POR MÉDICOS E FUNCIONÁRIOS. OS FUNCIONÁRIOS SE RECUSAVAM A CHAMÁ-LA PELO SEU NOME SOCIAL E A CHAMAVAM DE ELE. ELA FICOU INTERNADA POR 4 DIAS E CHEGOU A SER LEVADA PARA O CENTRO CIRÚRGICO EM QUE SÓ HAVIA HOMENS. ELA FEZ POR 2 VEZES JEJUM DE 12 HORAS PARA ENTRAR NA CIRURGIA SEMPRE CANCELADA PELOS MÉDICOS. ELA RECEBEU ALTA COM DORES NO PEITO E FEBRE E SEM A PROMESSA DE RETIRAR A PRÓTESE PARA TRATAR INFECÇÃO. O MARIDO DE KAUANA PEDIA PARA CHAMÁ-LA PELO NOME SOCIAL E PELO MENOS COLOCASSEM O NOME SOCIAL DELA ENTRE PARÊNTESES MAS ELES DISSERAM QUE NÃO ERA POSSÍVEL E ELA SE SENTIA HUMILHADA CADA VEZ QUE A CHAMAVAM PARA DAR OS REMÉDIOS. SEGUNDO CIRURGIÃO PLÁSTICO A PRÓTESE PRECISA SER RETIRADA O MAIS RÁPIDO POSSÍVEL POIS PODE LEVAR A ÓBITO MAS O CASAL NÃO TEM CONDIÇÕES DE ARCAR COM ESSA OPERAÇÃO EM OUTRO LUGAR.

 Transexual com infecção no seio denuncia hospital público por preconceito e omissão

Quando deu entrada no Hospital estadual Adão Pereira Nunes em Duque de Caxias na Baixada Fluminense, a estudante de técnica de enfermagem Kauana Vitória da Silva de 22 anos sentia febre e dores causadas por complicações de uma prótese de silicone colocada nos seios há dois anos. Diagnosticada com mastite - infecção na mama -, ela, que é uma transexual, foi constrangida por médicos e funcionários, que a chamavam de ele e se recusavam a dizer o seu nome social. No pulso, o registro da paciente identificava com identidade masculina. Quatro dias depois, a promessa médica de retirar a prótese para tratar a infecção não foi cumprida: Kauana recebeu alta sem a cirurgia.

_ Eles me trataram que nem bicho. Aliás, nem bicho a gente trata assim. Voltei para casa com febre e muitas dores no peito - conta Kauana, que relembra o constrangimento: _ Sempre me chamavam e tratavam como homem, as pessoas me olhavam e eu tinha que explicar.

Por duas noites, Kauana fez jejum de 12 horas para entrar na cirurgia sempre cancelada pelos médicos. Ela chegou a ser levada para a sala cirúrgica em que só havia homens e após ela buscar a assistência social do hospital exigindo que fosse transferida para a ala feminina, ela recebeu alta alegando que ela não precisava de cirurgia. 

Ela havia sido colocada na clínica cirúrgica e mandaram que ela se preparasse para a operação. 

O marido de Kauana, Lucas Souza dos Santos de 19 anos a acompanhou durante os 4 dias de internação. Preocupado com o estado de saúde da mulher, ele também reclamou do tratamento na unidade e disse que o casal não tem condições de arcar com a retirada da prótese fora de um hospital público.

_ Nós pedimos para chamar só pelo nome social, eles disseram que não era possível. O que custava colocarem o nome social dela entre parênteses pelo menos? Assim ela não precisava ser humilhada cada vez que a chamavam para dar os remédios _ diz Lucas que mora com Kauana em Saracuruna bairro de Duque de Caxias: _ Eu só não quero perder a minha mulher. Disseram que ela não podia ser atendida no hospital público, mas nós não temos condições de arcar com essa operação em outro lugar.

Os médicos do hospital disseram que Kauana devia se tratar com o cirurgião que implantou a prótese, mas aclínica que fica na Tijuca, Zona Norte do Rio, de José Vieira Júnior, responsável pela cirurgia, foi fechada. O cirurgião plástico responde a processos na Justiça e já operou mulheres que tiveram sérias complicações nos seios e pelo menos uma delas morreu.

Kauana e o marido - foto do arquivo pessoal

LEIA AQUI A REPORTAGEM DO JORNAL EXTRA

LEIA A REPORTAGEM NO JORNAL O GLOBO AQUI

 Risco de infecção pode levar à óbito

Em casos de infecções como a de Kauana, a prótese precisa ser retirada o mais rápido possível, pois oferece risco de óbito. É o que explica o cirurgião plástico José de Gervais:

— Pode causar septicemia, infecção generalizada nos órgãos que pode levar à morte. Tem que ser retirado rápido, pois essa infecção já está consumindo o organismo e deixando ela mais fragilizada.

O diretor do Grupo Atobá de diversidade sexual, Carlos Alberto Migon, repudiou a atitude dos médicos:

— O hospital deveria estar preparado para receber seus pacientes e precisa aceitar o nome social dela. Sua saúde agora é prioridade, mas quando ela melhorar é preciso denunciar, já que a cidadania dela não foi reconhecida.

Louvado seja Nosso Senhor Jesus Cristo para sempre.

sexta-feira, 16 de outubro de 2015

DESRESPEITO À POPULAÇÃO TRANS E TRAVESTIS NA CLÍNICA DA FAMÍLIA DO RIO DE JANEIRO. O MUNICÍPIO DO RIO DE JANEIRO NÃO TEM RESPEITO A IDENTIDADE DE GÊNERO.

Bárbara Aires chegou hoje, dia 16/10/2015, pela manhã às 11:25, na Clínica da Família do Catete e foi se cadastrar. Ela estava precisando se consultar em algumas especialidades.

Como a Bárbara divide o apartamento, ela não tem o comprovante de residência. Na reunião que a Bárbara teve com o Secretário de Saúde, Daniel Soranz, quando ela questionou sobre os casos das travestis e pessoas trans nessa situação, ele informou que não era necessário.

O agente de saúde não quis cadastrar a Bárbara. Ela informou ao agente sobre a orientação

O agente de saúde deve cadastrar o usuário e posteriormente fazer uma visita para confirmar o endereço.

A Bárbara Aires informou ao agente sobre a orientação que o Secretário de Saúde Daniel deu a ela e o agente simplesmente deu de ombros e disse, "É O PROCEDIMENTO". A Bárbara ligou para o Daniel e ele orientou o agente, que então cadastrou a Bárbara. A Bárbara achou que os problemas tinham se resolvido.

Um outro agente que estava na sala contava para os outros agentes presentes uma história de uma usuária, aparentemente UMA PESSOA TRANS, se referindo a ela como TRAVECÃO, TRAVECO, VIADO, e tratando de ELE o tempo todo.

Já com a Bárbara, o agente que a cadastrava, em momento algum perguntou a ela como ela gostaria de ser chamada, e não solicitou o seu nome social para o seu cartão, fazendo-o somente com o nome civil.

Houve 3 graves tratamentos inadequados.

É importante que todos saibam a não obrigatoriedade do comprovante de residência. Pra isso existem os agentes comunitários de cada região.

Os termos usados as pessoas trans foram desrespeitosos e não houve o uso do nome social. Isso foi DESRESPEITO.

Imediatamente a Bárbara informou o ocorrido na administração, Kátia e Pedro Henrique. A Bárbara também fez por escrito de próprio punho, e realizou denúncias na Ouvidoria do Ministério Público, 127. Além de demorar mais de 30 minutos, a atendente ainda tentou seduzir a Bárbara para não denunciar. A Bárbara denunciou também no 1746, que é da prefeitura, e levou 20 minutos. O prazo são 20 dias e 5 dias úteis, respectivamente.

A Bárbara também ligou na CEDS, 2976-9137, e informou o ocorrido, irão recebê-la na segunda-feira para oficializar a denúncia.

Qualquer desrespeito em órgãos públicos ou por agentes públicos DEVE SER DENUNCIADO. Não se intimidem por ninguém, nem por órgão algum. Não se amedrontem. É preciso denunciar para mudar essa realidade preconceituosa.

Os fatos ocorreram no CMS Manoel Jose Ferreira.

LOUVADO SEJA NOSSO SENHOR JESUS CRISTO
PARA SEMPRE SEJA LOUVADO


quinta-feira, 1 de março de 2012

Professora transexual, travesti ridículo, professor homossexual, professor gay, sodomizado, sodomita número 1 de Belford Roxo, professor que mudou de sexo, professor que era homem e virou mulher, viadinho, senhor cirurgicamente modificado, aberração e bichona eram alguns termos como se referiam a mim em meu trabalho de docente na Prefeitura Municipal de Belford Roxo.
















Meu nome é Faiza. Eu era conhecida como Faíza. Comecei a trabalhar no Município de Belford Roxo no cargo de professor em 1995 após ser aprovada no concurso público para o magistério. As minhas matrículas são 5508 e 14725.







Eu escolhi trabalhar na Escola Municipal São Bento porque era o local de melhor acesso para mim e assim consegui por tirar uma ótima colocação no meu primeiro concurso público e também no meu segundo concurso público da Prefeitura de Belford Roxo tirando a primeira colocação.

Desde o início de meu trabalho, eu era alvo de chacotas, xingamentos e ofensas na escola durante o meu período de trabalho. Pessoas entravam na unidade educacional e eu era atingida com pedras, terra, lama e cocô sendo chamada de viado enquanto eu dava aulas.



FOTO: Coordenadora de turno da Escola Municipal São Bento
 Denise Pereira


A minha situação emocional e psicológica atingiu um nível de insuportabilidade depois de 8 anos de dedicação nessa unidade escolar em 2002 após Vera Lúcia Castelar (mat. 53165) se tornar diretora. Ela me acusava até do preconceito que eu passava na escola e preparou um relatório técnico para me impedir de permanecer, trabalhar e acessar esta unidade educacional no dia seguinte em que eu discuti, muito abalada psicologicamente, com a coordenadora do turno da tarde Denise Pereira.



 FOTOS: diretora Vera Lucia Castelar (mat. 53.165)


 


A discussão com a coordenadora Denise Pereira ocorreu porque a diretora Vera Lúcia Castelar autorizava que a coordenadora Denise Pereira e o inspetor do turno saíssem às 17 horas. Eu acredito que a coordenadora Denise Pereira largava a escola diariamente mais cedo para não se atrasar na Faculdade. Aparentemente eu permanecia sozinha cumprindo horário na Escola Municipal São Bento. O portão permanecia aberto e as agressões a mim se intensificavam nesse momento com os agressores entrando livremente na unidade escolar. O meu estado psicológico e mental ficava muito abalado e alterado. Nesse dia da discussão, não sei o motivo, a coordenadora Denise Pereira permaneceu na escola, provavelmente porque a diretora resolveu estar na escola nesse dia e horário. Após esse horário, eu dispensei um aluno que havia terminado a atividade sem saber que nesse dia a coordenadora Denise Pereira não havia ído embora mais cedo. A coordenadora empurrou o aluno de volta para sala dizendo que não poderia sair mais cedo. Eu, muito alterada, disse que ficava sozinha na escola sendo agredida enquanto ela saía mais cedo e isso também não podia acontecer e nós discutimos. Com raiva a coordenadora Denise e o inspetor cumprindo ordens foram os únicos dentre toda comunidade escolar que assinaram o relatório técnico da diretora Vera Lucia Castelar. O relatório assinado pela coordenadora Denise Pereira, o inpetor Alex e a diretora Vera Lucia Castelar constava a MENTIRA de que eu não havia entregado o planejamento. A professora Rosemar de ciências da mesma escola havia imprimido o planejamento para mim em seu computador e nós havíamos entregado juntas. Esta professora indignada relatava na escola a mentira e sacanagem feita comigo neste relatório.










FOTO: subsecretária municipal de educação Rosângela Maria Gonçalves de Oliveira


Através de chantagem pela existência deste relatório técnico, eu fui ameaçada de morte e de ruína completa pela subsecretária de educação Rosângela Maria Gonçalves de Oliveira e coagida a fazer exatamente o que elas queriam. Mesmo com funcionários da escola e alunos realizando reuniões e abaixo-assinado contra o preconceito que eu enfrentava, as gestoras públicas, a subsecretária Rosângela Maria Gonçalves de Oliveira e a diretora Vera Lúcia Castelar, não aceitavam a minha presença na Escola Municipal São Bento. Para alunos meus que denunciavam a discriminação e pediam que eu não fosse excluída de lá era falado que eles não deveriam se solidarizar em meu favor porque eu deveria sair da escola por ser homossexual e porque a Igreja Católica condenava o "homossexualismo". 





FOTO: professora católica Leila Bonine da Escola Municipal São Bento
Dizia para os alunos que protestavam contra o preconceito comigo na escola que eu deveria sair da escola porque a Igreja Católica condenava o "homossexualismo".

Não conseguindo me demitir naquele momento a subsecretária Rosângela Maria Gonçalves de Oliveira tentou me enviar para trabalhar no local de pior acesso para mim que seria Nova Aurora, mas a professora que lá lecionava não quis sair de lá. Então foi decidido que em uma matrícula eu iria para a Escola Municipal Jorge Ayres de Lima porque havia um professor que também era vítima de homofobia e tinha sido assassinado.


Procurando ajuda médica em uma emergência psiquiátrica em 2003, eu passei a fazer uso de medicação psicotrópica para conseguir trabalhar, suportar o sofrimento que eu sentia. Foi colocado naquele momento em documento médico do hospital público anexado a processos administrativos na Prefeitura Municipal de Belford Roxo que eu tinha necessidade de tratamento psicológico e psiquiátrico.





Além dos remédios para depressão, ansiedade, fobia, irritação, nervosismo, dor de cabeça, ideações suicidas e outros  transtornos, eu fazia uso de hormônios femininos pois era transexual feminina.











Na outra matrícula fui enviada para trabalhar na Escola Municipal Edson Santos, após ter que ficar indo em escolas municipais perguntando se havia vaga para eu trabalhar a mando da secretaria de educação e da funcionária Ivani que me comunicava ser impossível ela me tratar no gênero feminino como uma mulher professora e que me negava que eu tirasse cópias de processo administrativo que se referia a mim. Nunca havia vaga porque ninguém queria um professor rotulado por questões sexuais. Após realizar a cirurgia de transgenitalização ou readequação genital chamada popularmente como mudança de sexo, eu fui novamente devolvida da Escola Municipal Professor Edson Santos logo que retornei operada e havia anunciado que definitivamente seria identificada pelo nome social feminino.


Na escola municipal Jorge Ayres de Lima era proibido que eu usasse saia ou vestido. As amantes do diretor da escola ficavam na sala dos professores e na sala da direção lendo a Bíblia para mim condenando a transexualidade. Durante as aulas eu precisava enfrentar os questionamentos de alunos que diziam que pastores evangélicos me condenavam em suas igrejas. Grande parte das aulas era para que eu tentasse convencer as pessoas que eu deveria ser respeitada. O próprio diretor da escola José Carlos Neto Filho me desrespeitava na frente dos alunos enquanto eu dava aulas e em outras situações. Ele gostava de falar como era a foto com aparência masculina que se encontrava em meus assentos funcionais na secretaria de educação de Belford Roxo. Me colocava para dar aulas para ele de história no lugar dele. Dizia que eu tinha um buraco no meio das pernas e na secretaria municipal de educação de Belford Roxo mantinha contato íntimo com o funcionário Marcelino Santos de Araújo (mat. 17994) que me atingia com insultos transfóbicos na internet.











"Lembrei do preconceito, da opressão".







Eu também tinha que dar aulas de outras disciplinas que não eram a minha como ciências, matemática e estudos sociais. Tinha de dar aulas para alunos de diferentes turmas e disciplinas ao mesmo tempo. Tinha de dar aulas para criancinhas da primeira a quarta série do antigo primário. Entrava e saía das turmas sem planejamento, horário, hora certa para entrar e sair. Eu surtava na Escola Municipal Jorge Ayres de Lima. Com frequência mal começava ou terminava o assunto. O diretor Neto anunciava que eu era um professor tapa-buraco, não tinha diário e não poderia reprovar.





Em 2007 após ser novamente ameaçada de morte desta vez pela orientadora pedagógica da escola Maria da Conceição da Silva Pereira que dizia que eu não podia ser professora porque a Bíblia condenava o "transexualismo", apresentei piora dos sintomas psiquiátricos. Desta vez com sintomas psicóticos.

FOTOS: Orientadora pedagógica e psicopedagoga Conceição
(Maria da Conceição da Silva Pereira) 
Assessora do vereador Badia





Em maio de 2008 foi constatado que eu deveria permanecer afastada das minhas atividades laborativas na Prefeitura Municipal de Belford Roxo porque não havia resolução das situações que me abalavam. A orientadora Conceição me queria fora da escola, ela mandou um rapaz de olhos claros danificar a minha câmera digital que eu tirava fotos com os alunos da escola na minha frente e na frente dela na sala dos professores. Os meus dois aparelhos de som que eu utilizava para trabalhar sumiram ao mesmo tempos nas 2 escolas municipais em que eu estava lotada. Em uma Prefeitura Municipal eu fui expulsa à força do banheiro feminino, chamada de homem, arrastada e jogada no chão das escadas com a roupa de baixo à mostra juntamente com minha bolsa e dinheiro espalhados pelo chão.  Eu também fui punida em processo administrativo disciplinar promovido por essa mesma orientadora pedagógica chamada de Conceição que também promovia abaixo-assinado com pais dos alunos para me tirar da escola. Alunos da escola  recebiam abordagem desta orientadora pedagoga para não gostarem de mim. Na internet diziam que como eu tinha decidido ser travesti e ser professora aguentaria as consequências. Me chamavam de sodomita número 1 de Belford Roxo, sodomizado e senhor cirurgicamente modificado entre outras ofensas. Eu sentia a experiência da exclusão, do isolamento. Sentia que a Secretaria Municipal de Educação e a Procuradoria de Belford Roxo ignoravam e abafavam a minha vivência do preconceito e suas consequências, as alterações químicas e hormonais que eu atravessava através do processo transexualizador, o uso de medicação psiquiátrica e a necessidade de permanecer afastada de minhas atividades laborativas por motivo de doença conforme documento médico.









Em 2009 eu fui levada por uma funcionária pública municipal de Belford Roxo, Creusa, que soube que eu precisava de ajuda, até a secretaria municipal de educação de Belford Roxo onde nós mostramos o LAUDO MÉDICO psiquiátrico para o subsecretário de educação Miguel de Sousa Ramiro. O subsecretário Miguel nos prometeu enviar a minha frequência e resolver definitivamente a questão do lançamento de faltas minhas pelo período coberto no documento médico, mas 2 semanas depois, pressionado pelo supervisor educacional, assessor e consultor jurídico Jorge Silva, ele me disse por telefone que havia esquecido de tudo o que ele nos prometeu, inclusive do meu LAUDO MÉDICO PSIQUIÁTRICO e que ele só faria o que o assessor jurídico e supervisor Jorge Silva o mandasse.



Em um dia, após vivência de intensa agonia, sofrimento e audições persecutórias perturbadoras, cheguei a ver o Espírito Santo no alto do céu como uma águia enorme que veio até onde eu estava onde eu moro e Deus fez uma aliança comigo.



Em 2011 foi estabelecido o diagnóstico da minha doença - transtorno bipolar com sintomas psicóticos e após alguma melhora dos sintomas psicóticos foi aberto um processo pedindo a anulação da minha demissão. A Procuradora de Belford Roxo ligada a igreja evangélica Débora Fernandes Cordeiro Pinto recusou o meu pedido de "readmissão" por 2 vezes. A Comissão Revisora de Inquéritos Administrativos também recusou através da Secretaria de Políticas Públicas de Belford Roxo, órgão do irmão do Prefeito Alcides Rolim do PT, me dizendo que eu parasse de de recorrer na Prefeitura porque essa questão lá já estava mais que resolvida politicamente, embora eu tivesse apresentado toda a justificativa, documento, nome, CRM, telefone e endereço do consultório da médica psiquiatra clínica que me medicava e me acompanhava durante o agravamento psicológico mental e incapacidade laborativa. Na Secretaria de Políticas Públicas de Belford Roxo me foi dito que se eu tivesse algo a dizer que não aparecesse mais lá, pois eu não seria bem-vinda, que eu fosse resolver na Justiça. 



Assim eu fui encaminhada pelo programa RIO SEM HOMOFOBIA para o NÚCLEO DE DEFESA DA DIVERSIDADE SEXUAL E DOS DIREITOS HOMOAFETIVOS DA DEFENSORIA PÚBLICA DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO ( NUDIVERSIS ) que entrou na Justiça pedindo a anulação da minha demissão em março de 2012.


(Faiza Khálida Fagundes Coutinho - Prefeitura Municipal de Belford Roxo matrículas 5508 e 14725, Identidade 09089680-4, CPF 024114147-81)

Bendito é o preciosíssimo sangue do Senhor Jesus Cristo.

Jesus é o caminho.
Louvado seja o Senhor Jesus Cristo para sempre.




CLICAR ABAIXO PARA A LEITURA COMPLETA:


1- O PROCESSO ADMINISTRATIVO DA PREFEITURA MUNICIPAL DE BELFORD ROXO NÚMERO 04/002743/03 - Assunto: PROVIDÊNCIAS POR DISCRIMINAÇÃO - Data: 07/10/2003 - Era desrespeitada no exercício da minha função, dava aulas sendo chamada de viado, discriminada, me jogavam terra. Fiquei perturbada, fragilizada, desorientada, com os nervos pronto pra explodir, paranoica, EM DEPRESSÃO com as pessoas que ficavam me chamando de Xxxxxxxxx debochando da minha sexualidade.



2- Minha doença profissional começou em 2002 quando inclusive fui ameaçada de morte. Em 2003 após conseguir procurar ajuda médica passei a fazer uso de remédios psicotrópicos para conseguir exercer minhas funções como professora da rede municipal de Belford Roxo.




3- Após ser novamente ameaçada de morte em 2007 pela orientadora pedagógica que disse que eu tinha que sair da escola por ser transexual e que me perseguia, voltei a ter agravamento de quadro psicológico e emocional.



4- Em maio de 2008 a médica psiquiátrica verificou que dificilmente haveria SOLUÇÃO do meu QUADRO DE DEPRESSÃO porque NÃO HAVIA RESOLUÇÃO DOS PROBLEMAS SOCIAIS referentes ao meu trabalho que me estressavam.



5- Em meio ao contexto de perseguição meus 2 aparelhos de som que eu utilizava para dar aulas foram roubados ao mesmo tempo nas 2 escolas municipais de Belford Roxo em que eu lecionava.



6- Mais um evento traumático comigo ficou impune devido ao meu estado de abatimento, apatia e inércia. Eu fui retirada à força de dentro do banheiro feminino da Prefeitura e jogada no chão da escada por aproximadamente 8 guardas-municipais a mando do subsecretário Paulo Allevato.


7- O suicídio era um dos pensamentos diários. Os remédios não faziam o efeito.


8- Meu estado psicológico e mental era ignorado como que me ver mal e transtornada fosse justamente o que se desejasse. 


9- Funcionários públicos municipais de Belford Roxo desrespeitavam a identidade de gênero de mulheres travestis e transexuais.


10- Orientadora pedagógica se mobilizava para me tirar da escola e me prejudicava. Vivenciava exclusão e isolamento.



11- Procuradores de Belford Roxo e Agentes de Inquérito Administrativo ignoravam o preconceito, o processo transexualizador, o uso de medicações psicotrópicas, hormônios  e alterações bioquímas e hormonais.




12- Relatório técnico de conhecimento de supervisores educacionais de Belford Roxo que posteriormente sumiu e foi anunciado como inexistente foi usado para me ameaçar e impedir que eu acessasse, permanecesse e trabalhasse em escola que lecionava a 8 anos.



13- Os danos ocasionados pelo relatório técnico e procedimento administrativo decorrente nunca foram resolvidos.



14- Os problemas ocasionados pelo relatório técnico e procedimento administrativo decorrente nunca foram resolvidos. (PARTE 2)






16- Secretaria de Educação e Procuradoria Municipal de Belford Roxo abafavam o problema da discriminação.


17- Procurador-geral Lorival Almeida de Oliveira mentiu dizendo que eu recebi cópia de processo para me defender. Não me permitiram tirar cópia nem ler o processo que me puniu. 


18- Em 2009, o subsecretário municipal de Educação de Belford Roxo Miguel de Sousa Ramiro que prometeu mandar a minha frequência pelo período coberto pelo LAUDO MÉDICO PSIQUIÁTRICO, 2 semanas depois disse para mim que havia esquecido de tudo inclusive do MEU LAUDO MÉDICO mediante a pressão do supervisor educacional, consultor e assessor jurídico Jorge Silva (mat. 54368). OFÍCIOS REFERENTES A MIM FORAM EXTRAVIADOS NA SEMED (secretaria municipal de educação de Belford Roxo).


19- A PREFEITURA MUNICIPAL DE BELFORD ROXO, A PROCURADORIA MUNICIPAL E A SECRETARIA DE EDUCAÇÃO NUNCA ADMITIAM EM PUNIÇÃO, OCORRÊNCIA, RELATOS, RELATÓRIOS, PROCEDIMENTOS ADMINISTRATIVOS E INQUÉRITOS, INCLUSIVE OS QUE ME DEMITIRAM DEFINITIVAMENTE DO FUNCIONALISMO PÚBLICO MUNICIPAL, QUE EU ATRAVESSAVA TANTO UM PROCESSO BIOQUÍMICO DIÁRIO QUE AFETAVA  TODA A MINHA MENTE E TODO O MEU CORPO COMO TAMBÉM  ATRAVESSAVA UMA REALIDADE QUE ME CAUSAVA SOFRIMENTO.


20- O RELATÓRIO SOBRE O II CONSELHO DE CLASSE DE 2007 NA ESCOLA MUNICIPAL JORGE AYRES DE LIMA FEITO PELA ORIENTADORA PEDAGÓGICA CONCEIÇÃO COM O OBJETIVO discriminatório DE ME PREJUDICAR.


21- Procuradora de Belford Roxo DÉBORA FERNANDES CORDEIRO PINTO (matrícula 80/28.585) também ligada a igrejas evangélica recusou por 2 vezes o meu pedido de readmissão. FOI CURTA E GROSSA. NÃO COMENTOU SOBRE O LAUDO MÉDICO APRESENTADO. NÃO SE INTERESSOU EM AVERIGUAR O QUADRO PSIQUIÁTRICO. NÃO FEZ REFERÊNCIA AOS PROBLEMAS SOCIAIS E AO PRECONCEITO NO TRABALHO. IGNOROU TUDO SIMPLESMENTE.


22- Demissão em 2010.







29- Esclarecendo a minha incapacidade laborativa e social no meu trabalho de professora da Prefeitura de Belford Roxo.




Não fique calado diante da homofobia e da transfobia. 
Louvado O Senhor Jesus Cristo para sempre.