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segunda-feira, 11 de julho de 2016

DOIS ADOLESCENTES CONFESSARAM TER ESPANCADO A TRANSEXUAL NICKOLLE ROCHA DE 19 ANOS ATÉ A MORTE. De acordo com a polícia, Nickolle morreu de traumatismo craniano com lesões como deslocamento da mandíbula. A jovem era considerada querida e educada pelos vizinhos. ELA FOI A RAINHA DA DIVERSIDADE RS EM 2014. "As pessoas não querem ver o outro feliz", disse a mãe da jovem transexual assassinada.

 
R7


Adolescentes espancam transexual até a morte no RS

Suspeitos teriam agredido a jovem de 19 anos após divergências durante uma relação sexual


Dois adolescentes confessaram ter espancado a transexual Nickolle Rocha, de 19 anos, em Cachoeira do Sul (RS). A declaração foi feita na delegacia, após os dois serem ouvidos separadamente e terem caído em contradição. Porém, os suspeitos alegaram que não sabiam que ela havia morrido em decorrência da violência cometida contra ela.

De acordo com a polícia, Nickolle morreu de traumatismo craniano com lesões como deslocamento da mandíbula.

A polícia contou com o auxílio de uma amiga da vítima para chegar à autoria do crime. As duas saíram juntas na noite de domingo (10), quando foram abordadas pelos suspeitos, que eram conhecidos de Nickolle. 

Os adolescentes, de 15 e 16 anos, bateram em Nickolle após divergências durante uma relação sexual.
Os adolescentes afirmaram à polícia que acreditavam que a vítima estava desacordada e foram para casa.

Como os jovens não foram pegos em flagrante, e também pela ausência do laudo no momento do interrogatório, não foi pedida a internação imediata dos adolescentes.
Nickolle foi coroada Rainha da Diversidade RS em 2014 .

Os suspeitos aguardarão a decisão da Justiça na casa de parentes.
A jovem era considerada querida e educada pelos vizinhos.
Nas redes sociais, a mãe de Nickolle deixou uma comovente mensagem: "Teus pais te amarão eternamente. Descansa em paz filha amada. [A] Justiça sera feita, acredite. Você não merecia morrer assim. Deus te abençoe com lágrimas. Te amo filha eterna. Escrito por sua mãe, que sempre vai te amar. Filha, fique com Deus".

Mãe de Nickolle lamenta violência contra a filha
(Foto: Reprodução/RBS TV)

Com informações da Rádio Guaíba.

sexta-feira, 1 de julho de 2011

DEPUTADO ESTADUAL JORGE BABU (PTN) CONFIRMOU QUE OS CRIMES CONTRA HOMOSSEXUAIS SÃO TRATADOS DE FORMA DIFERENTE. MATARAM HÁ 12 ANOS E NINGUÉM FEZ NADA.

Parada Gay levou milhares de pessoas às ruas de Madureira Foto: Agência O Dia


O DIA



Parada Contra a Homofobia leva 1,7 milhão de pessoas a Madureira


Participantes lotaram as ruas do bairro, defenderam a liberdade de expressão e pediram a criação de delegacia para homossexuais .

Rio - Duas semanas após o cancelamento da Parada LGBT em Duque de Caxias, os frequentadores do evento, finalmente, puderam festejar. No domingo, cerca de um milhão e 700 mil pessoas, segundo estimativa da coordenação, lotaram as ruas de Madureira para lutar contra o preconceito e reivindicar delegacia especializada no atendimento de gays, lésbicas e travestis.

Presidente do grupo LGBT e coordenadora da parada, Loren Alexander afirmou que o evento é uma forma de acabar com a violência contra os homossexuais.


“Estamos aqui para lutar pela liberdade de expressão. Queremos delegacia especializada para atender aos homossexuais”.

Mentor do projeto de lei que prevê a criação da delegacia, o deputado estadual Jorge Babu (PTN-RJ) também compareceu ao evento. Ele confirmou que os crimes referentes aos homossexuais são tratados de forma diferente.

“O rapaz que cortava meu cabelo há 12 anos era homossexual e foi morto por um grupo de garotos. Até hoje, ninguém fez nada”, contou.


Padrinho do evento, o apresentador Leão Lobo atentou para o problema da homofobia.



“É ótimo ter uma parada gay em Madureira, pois é um bairro muito família. Isso mostra que podemos festejar sem vulgaridade e sem violência”, afirmou.



O promoter Amin Kader também defendeu a criação da delegacia.

“Existe delegacia para turistas. Deve haver para os homossexuais também”.

Louvado seja Nosso Senhor Jesus Cristo para sempre.