quinta-feira, 21 de maio de 2009

Deputado acusado de homicídio será julgado semana que vem. O deputado estadual Geraldo Moreira é acusado pelo Ministério Público de ser o mandante do assassinato do médico Carlos Alberto Peres Miranda. Para o delegado Gilberto Ribeiro provas são suficientes.



Enviado por Marcelo Gomes - 21.5.2009 7h05m
NO BANCO DOS RÉUS
Deputado acusado de homicídio será julgado semana que vem

REPORTAGEM DO JORNAL EXTRA
http://extra.globo.com/geral/casodepolicia/#188081

Está marcado para a próxima segunda-feira, às 13h, o julgamento do deputado estadual Geraldo Moreira (PMN) no processo em que ele é acusado de ser o mandante do assassinato do médico Carlos Alberto Peres Miranda, de 55 anos. O crime ocorreu no dia 14 de março do ano passado, na Tijuca. O parlamentar é acusado pelo Ministério Público de homicídio triplamente qualificado. Por ter foro privilegiado, ele será julgado pelo Órgão Especial do Tribunal de Justiça (TJ), composto pelos 25 desembargadores mais antigos da corte.

Além da agravante de ser apontado pelo Ministério Público como mandante do crime, o parlamentar foi denunciado por motivo torpe: ordenar o assassinato do namorado da ex-mulher, a assistente social Leila Mayworm Costa, porque ele estaria "exercendo forte influência" sobre ela na partilha de bens. Também pesou contra o deputado o fato de o crime ter sido cometido com a vítima sendo surpreendida ao volante de seu carro, quando "foi covardemente abatida", e em local de grande movimento, expondo a risco quem passava pela Rua Andrade Neves, na Tijuca.

Os outros cinco acusados da execução do médico - entre eles dois PMs - respondem à ação penal na 3ª Vara Criminal e serão julgados pelo Tribunal do Júri, já que não possuem foro privilegiado.


O crime
O médico Carlos Alberto Peres Miranda foi executado a tiros, por volta das 9h do dia 14 de março de 2008. Ulisses Matheus Costa, de 23 anos, e Leandro Rosa da Silva, de 27, foram presos logo após o crime. Eles contaram à polícia que tinham sido contratados por PMs e ex-policiais para matar o médico, a pedido de um empresário da Baixada. Um dos PMs, Marcelo Gonçalves Brasil, de 31 anos, do 39º BPM (Belford Roxo), foi preso na mesma noite do crime. No mesmo batalhão, também foi detido Ivan Luiz Bayer. O ex-PM Aílton Silva Diniz, o Abel, teve a prisão temporária decretada. Os assassinos teriam recebido R$ 25 mil pela execução.

O crime ocorreu na altura do número 451 da Rua Andrade Neves, na Tijuca. O médico dirigia seu Peugeot 306 quando foi atacado e morreu na hora. O corpo dele ficou quase dez horas no asfalto à espera da remoção. Carlos Alberto era professor da Uerj e diretor-presidente de uma operadora de planos de saúde.


PERFIL DO PARLAMENTAR
Deputado estadual pelo terceiro mandato consecutivo, Geraldo Moreira ganhou expressão após ser eleito presidente da Comissão de Defesa dos Direitos Humanos e Cidadania da Alerj, durante o governo de Rosinha Garotinho. No cargo, ele atuou em casos de grande repercussão, como as investigações da Chacina da Baixada, ocorrida em Queimados e Nova Iguaçu, em 2005. Apesar da militância nos direitos humanos, uma das principais bandeiras do deputado é o setor de transportes. Sua base eleitoral é Duque de Caxias. O lema do deputado é " o ser humano em primeiro lugar ".


MORTO CONSIDEROU BAIXO VALOR QUE EX-MULHER DO DEPUTADO RECEBERIA NA PARTILHA DE BENS.
De acordo com a denúncia do MP, Moreira teria decidido matar o médico Carlos Alberto após descobrir que ele estava orientando Leila Mayworm Costa, ex-mulher do parlamentar, a não ceder na partilha de bens.
A separação de Leila e Moreira é litigiosa, e tramita na 9 Vara de Família.
Ela mora num apartamento em Ipanema, avaliado em R$ 1 milhão, que está sendo reivindicado pelo deputado. Moreira teria oferecido R$ 50 mil à ex-mulher na partilha de bens, valor que o médico considerou baixo para uma relação de 21 anos.
Com a ajuda de uma testemunha, a polícia descobriu a amizade entre o deputado e o PM Marcelo Brasil. A testemunha revelou ter feito, a pedido do deputado, um levantamento da região da Tijuca, onde o médico foi morto. A vítima foi executada em 14 de março de 2008, na Rua Andrade Neves, na Tijuca.



CRIMINOSOS CONFESSARAM CRIME ENCOMENDADO POR VINGANÇA
Ulisses Mateus Costa (E) e Leandro Rosa Silva, acusados do assassinato do médico Carlos Alberto Peres Miranda, 55 anos, executado a tiros na Ruz Andrade Neves, na Tijuca, Zona Norte do Rio de Janeiro. Os criminosos foram presos por policiais do 6 BPM (Tijuca) após perseguição e troca de tiros pelas ruas do bairro. Durante a perseguição houve correria e pânico entre os pedestres e duas pessoas foram atropeladas pelos bandidos. Leandro e Ulisses confessaram ter cometido o crime a mando de um empresário da baixada fluminense por vingança.

7 ANOS DE PRISÃO
Leandro conduzia a moto que emparelhou com o Peugeot 306 que a vítima dirigia, e Ulisses desferiu os tiros de pistola que mataram o médico. Em 12 de fevereiro de 2010 eles teriam sido condenados a sete anos de prisão cada um.



Margareth sofre a morte de seu irmão assassinado



PMS DE BELFORD ROXO DAVAM COBERTURA AO CRIME

As investigações indicam que motivações passionais e financeiras levaram Geraldo Moreira a encomendar a morte do médico. Até agora foram presos os PMs Marcelo Gonçalves Brasil e Ivan Bayer, ambos do 39º BPM (Belford Roxo) — que davam cobertura aos pistoleiros no dia do assassinato —, e os executores do crime Leandro Rosa da Silva e Ulisses Matheus Costa. O único foragido é o ex-PM Aílton Silva Diniz, o Abel, que também estaria no carro que deu cobertura aos pistoleiros. Todos foram denunciados ao 3º Tribunal do Júri. “Ele matou dois coelhos numa cajadada só. Eliminou o homem de quem tinha ciúmes e que atrapalhava seu acordo na separação”, explicou o delegado da 19ª DP.

As investigações levaram ao nome do deputado a partir da descoberta de que ele teria sido responsável por reconduzir, em uma manobra política, os dois policiais à corporação. Brasil e Bayer haviam sido expulsos em 2004, após serem acusados pela morte de um menino de 12 anos em Saracuruna, Duque de Caxias. A polícia descobriu também que, atualmente, eles e Abel dominavam a milícia na região. Como já se sabia que Carlos Alberto namorava a ex-mulher do deputado, Leila Mayworm Costa, havia quase dois anos, o quebra-cabeça começou a ser montado. Até os agentes chegarem a uma testemunha-chave, ligada a Geraldo Moreira, que no depoimento do início desta semana deu novos detalhes sobre a suposta participação do parlamentar. Agora, ela deverá ser incluída no Programa de Proteção à Testemunha do MP.


DEPUTADO GERALDO MOREIRA TERIA SIDO RESPONSÁVEL POR RECONDUZIR,  EM UMA MANOBRA POLÍTICA OS DOIS POLICIAIS EXPULSOS À CORPORAÇÃO APÓS SEREM ACUSADOS PELA MORTE DE UM MENINO DE 12 ANOS EM SARACURUNA. OS POLICIAIS ATUAVAM NA MILÍCIA DE SARACURUNA E ERAM SUBORDINADOS A ABEL.
Outro ex-policial militar que também estaria no carro e davam cobertura aos pistoleiros era Ailton Silva Diniz, o "Abel", que seria preso em 2012 por policiais da 60 DP (Campos Elísios). O criminoso era apontado como chefe da milícia de Saracuruna em Duque de Caxias, onde explora sinal de TV a cabo, cobra "pedágios" de moradores, além de agir como agiota, expulsando as vítimas de seus imóveis quando elas não pagam as dívidas. O criminoso estava sendo monitorado pela polícia e foi preso em sua residência. Segundo o delegado titular da unidade, Felipe Curi, Ailton Silva Diniz, o "Abel" seria responsável por uma série de homicídios investigados na unidade e as testemunhas não formalizam seus depoimentos com medo de serem executadas por ele.




REVOLTA COM MENSAGEM
Segundo o inquérito apresentado a Marfan, a insatisfação de Moreira com o médico se acentuou no início de outubro. Em 27 de setembro, Leila, sua mulher durante 21 anos, entrou com uma ação pedindo a divisão de bens. O processo está na 9ª Vara de Família e ganhou o número 2007.001.152658-3. Semanas mais tarde, Geraldo teria interceptado, no celular da ex-mulher, uma mensagem de texto na qual o médico dizia “estar decepcionado” porque Leila assinara um documento relativo à ação sem consultar sua irmã, que é advogada. Como não sabia mexer no telefone, ele teria pedido ajuda a uma assistente do gabinete. Foi a partir daí, segundo a polícia, que ele teria decidido matar o médico, acreditando que não teria partido de Leila a ideia da partilha de bens.


PARA CHEFE DE POLÍCIA , PROVAS SÃO SUFICIENTES
No fim da tarde de quarta-feira, o chefe de Polícia Civil, delegado Gilberto Ribeiro, telefonou para o procurador-geral Marfan Vieira para marcar reunião. O encontro era para apresentar o desfecho da investigação da morte do médico Carlos Alberto Peres Miranda. Por volta das 19h30, Gilberto chegou ao Ministério Público, no Centro, com o delegado da 19ª DP (Tijuca), Walter Alves de Oliveira, e outros dois agentes. Para Ribeiro, o inquérito, com três volumes, havia sido encerrado, com provas suficientes para denunciar o deputado Geraldo Moreira como mandante do crime. Marfan entregou o inquérito ao procurador Antônio José, da Assessoria de Feitos da Atribuição Originária Criminal. O próximo passo é chamar o deputado para depor na semana que vem. Não está descartada ainda a hipótese de quebra de sigilo telefônico do parlamentar.


CORPO DO MÉDICO FICOU QUASE 10 HORAS NO ASFALTO ESPERANDO REMOÇÃO

A DENÚNCIA CONTRA O DEPUTADO GERALDO MOREIRA POR HOMICÍDIO TRIPLAMENTE QUALIFICADO (motivo torpe, impossibilidade de defesa da vítima e expor outras pessoas a perigo, já que o crime ocorreu no meio da rua) foi feita e duas semanas depois foi aceita integralmente pelo Órgão Especial do Tribunal de Justiça.



Revolta e muita tristeza marcaram os semblantes de familiares e amigos, ontem, durante o enterro do médico Carlos Alberto Peres Miranda, 55 anos, no Cemitério São Francisco Xavier, no Caju. No momento do enterro,equipes da 19ª DP (Tijuca) faziam buscas na Baixada Fluminense para tentar descobrir o paradeiro do ex-PM conhecido como Abel, suspeito do crime. Três acusados — entre eles o PM Marcelo Gonçalves Brasil, 31, do 39º BPM (Belford Roxo) — estão presos. Investigadores já sabem que os quatro homens se encontraram na Praça de Saracuruna, em Duque de Caxias, onde moram, na sexta-feira. De lá seguiram para o local do crime, na Tijuca. Leandro Rosa da Silva, 26, e o atirador Ulisses Matheus Costa, 23, estavam numa moto. No Palio azul, que pertence a Brasil, estavam o PM e Abel. Os dois são seguranças de um candidato a vereador em Saracuruna. A polícia tem ainda informações de que havia uma terceira pessoa no carro — um outro PM do 39º BPM. De acordo com os policiais, Abel foi a pessoa contratada pelo mandante do crime e, por R$ 15 mil, repassou o ‘serviço’ para Ulisses e Leandro. Eles ganhariam R$ 10 mil e R$ 5 mil, respectivamente. Na delegacia, os dois revelaram que o PM Marcelo Brasil foi um dos que encomendaram a execução.

Acusados foram expulsos da PM - Ulisses e Leandro foram presos em flagrante. Brasil e Abel tiveram mandados de prisão preventiva (30 dias) expedidos pela Justiça. O PM negou participação no crime após se apresentar à delegacia sexta-feira. Abel continua foragido. Em 2004, os dois foram expulsos da PM acusados da morte de um menino de 12 anos, na Baixada. Brasil foi reintegrado em 2006. Abel cumpriu pena no Presídio Ary Franco até 2005. Ele já tinha passagem por roubo na área da 17ª DP (São Cristóvão).O delegado Walter Alves quer ouvir parentes do médico e testemunhas amanhã. . O médico era divorciado e tinha duas filhas. Uma delas completa 26 anos hoje.



FOLHA ON LINE 15/03/2008 - 18h22

Colaboração para a Folha Online


Leandro Rosa da Silva, 27, e Ulisses Mateus Costa, 24, que estavam em uma moto, dispararam dois tiros em Miranda e fugiram em seguida, mas foram flagrados por um carro da PM que transitava próximo ao local. Depois de perseguição com troca de tiros, os dois homens foram presos pela polícia e levados à 19ª DP, no mesmo bairro.

Ao serem interrogados, Silva e Costa indicaram o nome do soldado como mandante do crime.Brasil se entregou na 19ª DP junto de um advogado às 3h da madrugada deste sábado. Ele pertence ao 39º BPM (Batalhão da Polícia Militar), em Belford Roxo.

A polícia confirmou a prisão temporária de Brasil por 30 dias. Ele e os outros dois acusados já foram transferidos para a Polinter na tarde deste sábado, segundo informações da 19ª DP. 

Louvado seja Nosso Senhor Jesus Cristo para sempre.

terça-feira, 12 de maio de 2009

Extavio de oficios e processos na Secretaria Municipal de Educação de Belford Roxo - SEMED . Sobre a servidora Faiza Khálida Fagundes Coutinho - Ofício número 165 que formula a resposta do Ofício número 73/SEMED/2009. GABINETE do Secretário Municipal de Educação de Belford Roxo William Alberto Campos Rocha - PORTARIA SEMED NÚMERO 36 DE 08 DE MAIO DE 2009


GABINETE DO SECRETÁRIO
PORTARIA SEMED NÚMERO 36 DE 08 DE MAIO DE 2009


" Designa comissão de sindicância para apurar o extavio de oficios e processos na Secretaria Municipal de Educação - SEMED "


ARTIGO PRIMEIRO - Determinar a abertura de sindicância a fim de buscar o Ofício número 165 que formula a resposta do Ofício número 73/SEMED/2009, referente a servidora Faiza Khálida Fagundes Coutinho, mais anexos do ofício 026/09 da disposição do Professor José Brito Filho com relatório:


ARTIGO SEGUNDO- Determinar a abertura de sindicância a fim de buscar processos de NÚMERO 15/10/02 e 07/364/05 referente ao Colégio Novo Milênio do XV Ltda.


ARTIGO TERCEIRO- Determinar Comissão de Sindicância, constituída pelos servidores Antônio Carlos Lustosa, matrícula número 10/14714, Valéria Claudia Santos S.da Silva, matrícula número 10/5580 e Joelma Milão de Lemos, matrícula número 10/147/27, para sob a presidência do primeiro, constituírem a respectiva comissão.


ARTIGO QUARTO - Os trabalhos desta Comissão deverão estar concluídos dentro do prazo de 30 ( trinta ) dias a partir da publicação desta Portaria.


ARTIGO QUINTO - Esta portaria entrou em vigor na data de sua publicação dia 12 de maio de 2009.


William Alberto Campos Rocha

Secretário Municipal de Educação

http://www.jornalhoje.inf.br/bxd12.htm





Louvado seja Nosso Senhor Jesus Cristo para sempre.

sexta-feira, 3 de abril de 2009

Não condene alguém com transtorno bipolar com sintomas psicóticos no mundo do trabalho. É o meu conselho, é o que eu posso ensinar e dizer às pessoas para que o mundo seja um pouco melhor diante do quadro em que eu, professora Faiza Khálida, matrículas 5508 e 14725, vivi no meu emprego de professora concursada e efetiva da Prefeitura Municipal de Belford Roxo.

"Não há 2 pessoas com doença bipolar iguais. Cada experiência é diferente. Muitas sofrem da doença há muitos anos e estão a receber tratamento eficaz. Outras ainda aguardam por um diagnóstico. Muitas das pessoas afetadas pela doença bipolar são prestadoras de cuidados, amigos ou membros da família. Cada um destes terá a sua própria história para contar e seu próprio caminho para percorrer. Para a maioria, será difícil. Algumas vezes, constituirá um desafio e poderá haver riscos ao longo deste caminho.
Felizmente, já muitos fizeram este percurso e, com base nas suas experiências, é possível ultrapassar os obstáculos e prepararmos para o futuro".


Quando se fala em doença mental, existem vários lados de uma mesma história: o lado do doente, do médico, das pessoas que lidam com o doente, etc.











Eu vou falar alguma coisa relacionada ao lado de quem sofre a doença mental denominada transtorno bipolar com sintomas psicóticos. Certamente não vou agradar a maioria das pessoas que lidam com os doentes, ao público em geral e quem sabe a alguns profissionais da saúde também. Graças a Deus eu passei por muito poucos profissionais da saúde que me atenderam mal, mas infelizmente eles existem também.










Logicamente o fato da pessoa ser doente, ter uma doença mental não a torna incapaz para sempre, mas existe essa possibilidade sim. No trabalho, especificamente, a pessoa com transtorno bipolar psicótica pode ser considerada maluca, doida, infeliz, preguiçosa, mau-caráter, perigosa, mal profissional, ou seja, é de um tudo porque depende de cada caso e de cada realidade. As pessoas são diversas e as realidades também.



Eu por exemplo não assumo compromisso desde quando eu tive a consciência da doença mental porque eu sei após longo tempo que não sou capaz de prever como vou estar e agir daqui a algum tempo. Posso estar bem para executar tal atividade, prejudicada, tentando bater cabeça enfrentando todo tipo de dificuldade interna e externa incluindo o preconceito, e também posso estar totalmente incapacitada vivendo uma outra realidade e momento que não pode ser compreendida pela maioria das pessoas que não entendem o que significa ter quadros de delírios, euforias, alucinações e outros eventos fora do senso considerado comum.



Eu sou doida? Quem não é? Quem não foi ou não será? Jesus Cristo talvez tenha dito ou foi considerado louco aos olhos do mundo. Eu tenho uma facilidade de escrever mais que eu tenho em dizer porque é momento mais profuso para eu esclarecer ou contar sobre o que deve ser dito de alguma forma.




Voltando ao julgamento das pessoas no mundo social, familiar e do trabalho, o doente é visto com desdém. Os problemas são distorcidos como se o doente fosse um preguiçoso,  um medroso, alguém sem espiritualidade, sem caráter, irresponsável e até um criminoso.




Comigo, a depressão em diferentes estágios reprime as minhas atitudes e o meu convívio social. Eu já fiquei longo tempo trancada dentro do quarto. Muito tempo sem ter o convívio com o mundo fora da minha casa. Anos seguidos longe de tudo que havia construído na vida considerado como laço social, fora do esporte, da música, do trabalho e até das consultas médicas também.





Com relação aos momentos de euforia sinto que foram extremamente danosos a mim porque me fizeram gastar enorme quantidade de dinheiro por exemplo ou me expor a situações em que eu corri risco de vida também exemplificando.



As situações psicóticas também causam angústia e sofrimento. E só muito tempo depois que eu pude, no meu caso e no caso de alguns poucos médicos muito especializados no assunto, importante dizer, afirmar e diferenciar com precisão o que era realidade e o que era sintoma psicótico.




Enfim, se você chegou até aqui nesse texto eu espero que você procure estudar mais o assunto porque eu fui por muito tempo julgada principalmente no meu trabalho de professora concursada efetiva da rede municipal de Belford Roxo como alguém capaz de responder plenamente pelos meus atos quando eu não podia e, enfim, devido ao fator externo como o preconceito principalmente e ao fator interno como a doença eu perdi o meu emprego no momento em que eu mais precisava ter a compreensão e a assistência de toda a sociedade ao meu redor para inclusive caminhar em direção a minha saúde, dignidade, igualdade e cidadania plenas,  direitos primordiais e "primeiros" de todas as pessoas.




O que eu posso dizer a fim de que outros não passem o mesmo que eu passei: não julgue, não condene porque até os juízes de fato e de direito levam anos para processarem todo um quadro de saúde mental e contextos de uma vida, considerando muitos fatores, relatos e documentos, antes de tomarem uma decisão.



Não queira ser você deus para dizer e julgar a pessoa com transtorno bipolar psicótico, principalmente no mundo do trabalho porque você não é capaz de fazer um relatório sob o ponto de vista de quem viveu o problema da doença em um determinado ambiente social estressor em estágios, momentos e sob o quadro bioquímico influenciado inclusive pelo uso de  medicamentos e alterações biológicas. De fato, só o doente mesmo pode precisar.




(Professora Faiza Khálida Fagundes Coutinho - Prefeitura Municipal de Belford Roxo, matrículas 5508 e 14725, Identidade 09089680-4, CPF 024114147-81)

Bendito o preciosíssimo sangue do Senhor Jesus Cristo.
Jesus é o Caminho.
Louvado o Senhor Jesus Cristo para sempre.





CLICAR NOS LINKS ABAIXO:

1- Secretaria de Educação e Procuradoria Municipal de Belford Roxo me puniram por escrever nos diários de classe que tinha fortes dores de cabeça na escola e que a escola para mim era um lugar de traumas emocionais e profissionais.


2- Em processo administrativo de 2003 eu pedi para que a Prefeitura Municipal de Belford Roxo custeasse um tratamento Psicológico e Psiquiátrico para mim alegando que eu não me encontrava mais depois de tudo que havia passado no serviço público da rede de educação em condições de desempenhar minhas funções equilibradamente, mas eu não fui atendida. No mesmo parágrafo do processo de 2003 arquivado pela Procuradoria do Município, eu registrei " que inúmeras vezes me encontrava chorando e relembrando esses tristes episódios no trabalho que não conseguia mais tirá-los da minha cabeça sentindo um vazio muito grande e outros sintomas psiquiátricos que não conseguia explicar pedindo em nome do Senhor Jesus Cristo ajuda médica ".



3- Havia descaso com meu estado psicológico e mental.



4- Procuradores de Belford Roxo não levavam em conta meu estado mental.




5- A perturbação mental começou em 2002 quando fui ameaçada de ruína e morte pela subsecretária de educação de Belford Roxo após anos sofrendo homofobia em escola municipal.


6- Nova ameaça de morte em escola em 2007 piorou meu quadro psicológico e mental.


7- Roubo dos meus 2 aparelhos portáteis que eu utilizava para dar aulas contribuiu para meu estado de abatimento, desânimo, desmotivação e depressão.


8- Relatório técnico sobre meu desempenho em 2002 me trouxe danos  profissionais e pessoais.


9- Primeira parte - sobre danos gerados pelo relatório técnico de 2002.


10- Segunda parte - sobre danos gerados por relatório técnico de 2002.



11- Mais um evento traumático comigo ficou impune devido ao meu estado de abatimento, apatia e inércia. Eu fui retirada à força de dentro do banheiro feminino da Prefeitura e jogada no chão da escada por aproximadamente 8 guardas-municipais a mando do subsecretário Paulo Allevato.


12- Funcionários públicos municipais de Belford Roxo desrespeitavam a identidade de gênero de transgêneros, travestis e transexuais.


13- Procurador de Belford Roxo LORIVAL ALMEIDA DE OLIVEIRA mentiu dizendo que eu havia recebido cópia de processo para ter como me defender. Na ESCOLA MUNICIPAL JORGE AYRES DE LIMA não me deram cópia de nada e de nenhum processo. Não me deixaram ler o processo ou tirar cópia dele. 


14- Orientadora se mobilizava para me tirar de escola municipal de Belford Roxo e me prejudicava, exclusão e isolamento.


15- Em 2009, o subsecretário municipal de Educação de Belford Roxo Miguel de Sousa Ramiro que prometeu mandar a minha frequência pelo período coberto pelo LAUDO MÉDICO PSIQUIÁTRICO, 2 semanas depois disse para mim que havia esquecido de tudo inclusive do MEU LAUDO MÉDICO mediante a pressão do supervisor educacional, consultor e assessor jurídico Jorge Silva (mat. 54368). OFÍCIOS REFERENTES A MIM FORAM EXTRAVIADOS NA SEMED (secretaria municipal de educação de Belford Roxo).

16- A PREFEITURA MUNICIPAL DE BELFORD ROXO, A PROCURADORIA MUNICIPAL E A SECRETARIA DE EDUCAÇÃO NUNCA ADMITIAM EM PUNIÇÃO, OCORRÊNCIA, RELATOS, RELATÓRIOS, PROCEDIMENTOS ADMINISTRATIVOS E INQUÉRITOS, INCLUSIVE OS QUE ME DEMITIRAM DEFINITIVAMENTE DO FUNCIONALISMO PÚBLICO MUNICIPAL, QUE EU ATRAVESSAVA TANTO UM PROCESSO BIOQUÍMICO DIÁRIO QUE AFETAVA  TODA A MINHA MENTE E TODO O MEU CORPO COMO TAMBÉM  ATRAVESSAVA UMA REALIDADE QUE ME CAUSAVA SOFRIMENTO.


17- O RELATÓRIO SOBRE O II CONSELHO DE CLASSE DE 2007 NA ESCOLA MUNICIPAL JORGE AYRES DE LIMA FEITO PELA ORIENTADORA PEDAGÓGICA CONCEIÇÃO COM O OBJETIVO discriminatório DE ME PREJUDICAR.


18- 2002 foi o ano em que pela primeira vez eu senti que havia ficado doente por causa do trabalho.


19- Procuradora de Belford Roxo DÉBORA FERNANDES CORDEIRO PINTO (matrícula 80/28.585) também ligada a igreja evangélica recusou por 2 vezes o meu pedido de readmissão. FOI CURTA E GROSSA. NÃO COMENTOU SOBRE O LAUDO MÉDICO APRESENTADO. NÃO SE INTERESSOU EM AVERIGUAR O QUADRO PSIQUIÁTRICO. NÃO FEZ REFERÊNCIA AOS PROBLEMAS SOCIAIS E AO PRECONCEITO NO TRABALHO. IGNOROU TUDO SIMPLESMENTE.


20- A minha demissão na Prefeitura de Belford Roxo.


21- Defesa de inquéritos, processos e procedimentos administrativos e disciplinares referentes a professora em processo transexualizador da Prefeitura de Belford Roxo Faiza Khálida.





22- A minha doença transtorno bipolar com sintomas psicóticos.




23- História - professora Faiza Khálida da rede municipal de educação de Belford Roxo. 





24- Praticamente todos na Prefeitura Municipal de Belford Roxo sabiam que eu lutava contra um preconceito que impactava a minha saúde psicológica e mental. A administração Pública de Belford Roxo se fez de cega.O PIOR CEGO É AQUELE QUE NÃO QUER VER.


25- Psicólogo do programa Rio Sem Homofobia esteve na Procuradoria de Belford Roxo explicando o meu adoecimento, nem assim houve reconhecimento, avaliação ou consideração  do meu quadro de doença descritos em laudos médicos e psicológicos.


26- Extravio de ofício e processo na Secretaria de Educação referente a professora em processo transexualizador Faiza Khálida.


27- Processo Judicial número 0004742-25.2012.8.19.0008 se encontra na segunda Vara Cível de Belford Roxo desde 02/03/2012.



28- A violência de gênero, o assédio moral, a desvalorização do magistério e o constrangimento no trabalho em Belford Roxo são realidades. O Brasil é o país que mais mata travestis e transexuais no mundo. Tudo isso também leva a Educação Municipal de Belford Roxo para o último lugar no Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (IDEB) na Baixada Fluminense.

Por que me julgas se desconheces o que sofro? 

"Todos nós podemos ajudar o portator do transtorno bipolar:
  • Não estigmatizando
  • Apoiando
  • Reabilitando
  • Integrando

DIGA NÃO AO PRECONCEITO

domingo, 22 de março de 2009

O RELATÓRIO SOBRE O II CONSELHO DE CLASSE DE 2007 NA ESCOLA MUNICIPAL JORGE AYRES DE LIMA FEITO PELA ORIENTADORA PEDAGÓGICA CONCEIÇÃO COM O OBJETIVO discriminatório DE ME PREJUDICAR. (professora Faiza Khálida)





Em 2007 eu participei de um Conselho de Classe realizado no turno da tarde na Escola Municipal Jorge Ayres de Lima que foi presidido pela orientadora pedagógica Maria da Conceição da Silva Pereira, chamada pelo apelido Conceição, funcionária contratada sem concurso público, que foi colocada para trabalhar na escola, segundo informações, por intermédio do vereador Badia (Obadias da Motta).


FOTO: Vereador de Belford Roxo Badia
(Obadias da Motta)

Eu não deveria ter participado desta reunião porque em nada esta reunião contribuiu para a melhora da minha atividade profissional nesta escola. Ao contrário, ter participado desta reunião foi uma experiência extremamente negativa e prejudicial.



Aconteceu que na primeira oportunidade posterior esta reunião, que foi provavelmente o segundo Conselho de Classe realizado em 2007, assim que cheguei na escola, eu fui abordada pelo supervisor escolar  Leandro Oliveira da Silva que se encontrava visivelmente constrangido de estar sendo obrigado a falar comigo naquele instante.




Eu estranhei muito essa abordagem porque eu trabalhava na escola municipal Jorge Ayres de Lima sem nenhuma interferência do supervisor escolar, mas com a chegada da orientadora Conceição à escola Jorge Ayres isso mudou. Ela me ameaçava nesta escola continuadamente que eu iria me ver com o supervisor Leandro Oliveira da Silva e com a Secretária de Educação Maíses Rangel Suhett.  Eu escutava constantemente essas ameaças e me sentia muito mal,  porque, além de outras consequências que ocorriam no meu estado psicológico e mental,  isso era concretizado com o acompanhamento de relatório, relato, procedimento, ocorrência, encaminhamento para outras instâncias, inquérito administrativo disciplinar.



A orientadora Conceição conversava com alunos da Escola Municipal Jorge Ayres de Lima (EMJAL)  sobre mim e dizia para eles que não havia nenhum motivo para que eles gostassem de mim. Ela não entendia isso. Os alunos me contavam que ela perguntava isso para eles como se fosse errado que os alunos da Escola nutrissem afeto e respeito por mim.




FOTO: orientadora pedagógica Conceição
(Maria da Conceição da Silva Pereira)


A Conceição, na posição de orientadora, não deveria questionar os alunos que gostavam de mim por que eles tinham essa conduta, porque todos os seres humanos são dignos de serem amados.




A orientadora Conceição neste ano, em 2007, me ameaçou de morte pessoalmente dentro da sala dela na escola municipal  Jorge Ayres de Lima.



Antes de me ameaçar de morte a orientadora Conceição me disse que eu tinha que sair daquela escola porque eu sou transexual, porque ela conhecia a Bíblia e porque a Bíblia me condenava.






A orientadora Conceição se utilizou de uma pessoa da localidade para danificar a minha câmera digital que eu tirava fotos com os alunos dentro da escola municipal Jorge Ayres. Logo a seguir o aparelho de som portátil que eu utilizava para dar aulas na Escola Municipal Jorge Ayres foi roubado.




Voltando ao assunto, eu fui abordada pelo supervisor Leandro na escola em um dia útil após a realização deste Conselho de Classe. Antes de me dizer o que se tratava, ele me pediu desculpas, me disse que foi pressionado pela orientadora pedagógica Conceição e teria de realizar uma reunião comigo por exigência dela.

Esta reunião com o supervisor foi realizada porque a orientadora Conceição elaborou um relatório sobre o Conselho de Classe. Neste relatório que deveria ser sobre o Conselho de Classe, ela relatava o meu comportamento durante a reunião e fazia afirmações que me deixavam em uma situação onde eu deveria ser punida. Não se tratou de um relatório comum sobre um conselho de classe. Foi um documento elaborado com o objetivo de me prejudicar.




Esse relatório que me prejudicava foi entregue ao supervisor Leandro. O supervisor Leandro Oliveira da Silva atendeu a solicitação da orientadora pedagógica Conceição e me perguntou onde eu gostaria que fosse realizada a reunião. Ele me perguntou se eu gostaria que a reunião fosse realizada na secretaria da escola Municipal Jorge Ayres que ficava ao lado da sala dos professores ou dentro da sala da orientadora pedagógica Conceição.




FOTO: Supervisor escolar Leandro Oliveira da Silva

Eu disse ao supervisor Leandro que eu preferia que a reunião fosse realizada na secretaria da escola porque eu já havia sido ameaçada pela orientadora Conceição dentro da sala dela, então, eu não conseguia entrar mais na sala dela.

A reunião realizada pelo supervisor Leandro Oliveira da Silva contou com a minha presença, mais a presença da orientadora pedagógica Conceição e a secretária da escola Rose (Rosimere Bittencourt Silva de Oliveira). A secretária da escola Rose fazia o registro desta reunião. O supervisor Leandro falou nesta reunião sobre o documento elaborado pela orientadora pedagógica Conceição. Ele afirmou que este relatório elaborado pela Conceição  era um documento sem valor porque esse documento não deveria ter sido feito pela orientadora pedagógica Conceição e porque a orientadora Conceição acumulou os cargos de presidente do conselho, orientadora pedagógica e escrivã neste Conselho de Classe.

A orientadora pedagógica havia dito no Conselho de Classe através de uma dinâmica esquisita que mais parecia um ritual de magia negra que era para nós professores pensarmos que ela era deus. Nós tivemos que queimar numa lixeira os nossos desejos e os nossos sonhos e passar a pensar que a nossa vida  estava na mão dela. Ela realmente agiu como deus nesse conselho, com onipotência. Ela presidiu o Conselho de Classe, ela foi a única orientadora do Conselho  e ela foi a pessoa que fez o relatório do conselho de classe escrevendo exatamente apenas o que ela desejou escrever.

O supervisor Leandro também disse na reunião que o relatório do Conselho de Classe feito pela orientadora Conceição não era válido porque o diretor José Carlos Neto Filho e a Coordenadora do turno da tarde Cássia Conceição Fernandes de Oliveira não participaram deste Conselho. Além disso, este Conselho não contou com a presença de representantes dos funcionários de apoio e dos alunos.

Apesar do supervisor educacional Leandro Oliveira da Silva ter colocado que a situação estava encerrada ali e o problema resolvido definitivamente, a orientadora pedagógica Conceição não se deu por vencida nesta reunião. Ela, visivelmente querendo me atingir, disse que era para o supervisor Leandro ler em voz alta aquele relatório preparado por ela para que eu tomasse conhecimento do que ela havia feito contra mim.




O supervisor Leandro já havia falado que o problema morreria ali naquela reunião e já havia dito para a orientadora Conceição que aquele relatório não tinha valor legal, mas a orientadora Conceição levou este relatório ilegal adiante para outras esferas da Prefeitura Municipal de Belford Roxo, passando pela SEMED (Secretaria Municipal de Educação) e indo parar na Procuradoria Municipal de Belford Roxo para análise de inquérito administrativo disciplinar.





O supervisor Leandro teve que ler em voz alta, visivelmente constrangido, todo aquele relatório preparado por ela que ele já havia anunciado ser ilegal. Após ler o relatório da OP Conceição sobre o II Conselho de Classe realizado na escola Municipal Jorge Ayres, o supervisor Leandro de Oliveira da Silva disse que a orientadora Maria da Conceição Silva Pereira deveria RASGAR AQUELE RELATÓRIO NA MINHA FRENTE E ME PEDIR DESCULPAS POR TODA AQUELA SITUAÇÃO CONSTRANGEDORA. Naquela reunião na frente da secretária da escola Rose (Rosimere Bittencourt de Oliveira) e do supervisor Leandro, a orientadora pedagógica Conceição RASGOU O RELATÓRIO E me pediu desculpas, mas infelizmente, as desculpas dela eram falsas porque ela continuou a me prejudicar E LEVOU O RELATÓRIO ADIANTE. Essas desculpas foram dadas por ela para mim naquela reunião apenas para atender a decisão do supervisor Leandro Oliveira da Silva naquele momento e ela não sofrer nenhuma consequência naquela reunião.




A secretária da escola Rosimery Bitencourt de Oliveira, que estava fazendo o registro da reunião não se segurou e falou ao término da reunião para a orientadora Conceição que ela não devia trabalhar oprimindo professores da escola que trabalhavam. Percebendo a intenção da orientadora Conceição em  prejudicar a mim apenas, mostrando um tratamento diferenciado e  discriminatório diante do comportamento de outros professores, ela interrogou a Conceição o que ela faria então com o professor José Carlos Neto Filho porque ele largava os alunos na sala de aula sem professor durante o horário de suas aulas e  até saía da escola. O professor Neto era professor de história e diretor da escola naquele instante.



(Professora Faiza Khálida Fagundes Coutinho - matrículas 5508 e 14725 , identidade 09089680-4, CPF 024114147-81, Prefeitura Municipal de Belford Roxo)



Bendito é o preciosíssimo sangue do Senhor Jesus Cristo.

Jesus é o caminho.
Louvado seja Nosso Senhor Jesus Cristo para sempre. 




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17- Mais um evento traumático comigo ficou impune devido ao meu estado de abatimento, apatia e inércia. Eu fui retirada à força de dentro do banheiro feminino da Prefeitura e jogada no chão da escada por aproximadamente 8 guardas-municipais a mando do subsecretário Paulo Allevato.


18- Procuradora de Belford Roxo DÉBORA FERNANDES CORDEIRO PINTO (matrícula 80/28.585) também ligada a igreja evangélica recusou por 2 vezes o meu pedido de readmissão. FOI CURTA E GROSSA. NÃO COMENTOU SOBRE O LAUDO MÉDICO APRESENTADO. NÃO SE INTERESSOU EM AVERIGUAR O QUADRO PSIQUIÁTRICO. NÃO FEZ REFERÊNCIA AOS PROBLEMAS SOCIAIS E AO PRECONCEITO NO TRABALHO. IGNOROU TUDO SIMPLESMENTE.


19-  Em processo administrativo de 2003 arquivado pela PROCURADORIA eu pedi socorro e registrei "que inúmeras vezes me encontrava chorando e relembrando esses tristes episódios no trabalho que não conseguia mais tirá-los da minha cabeça sentindo sintomas psiquiátricos  pedindo em nome do Senhor Jesus Cristo ajuda médica e psicológica ".


20-  Não condene alguém com transtorno bipolar com sintomas psicóticos no mundo do trabalho. É o que eu posso ensinar às pessoas para que o mundo seja um pouco melhor  diante do quadro em que eu vivi no meu emprego de professora concursada e efetiva da Prefeitura Municipal de Belford Roxo.


21- Processos e Atos administrativos de Demissão nas 2 matrículas municipais de Belford Roxo em 2010.


22- Defesa de inquéritos e procedimentos administrativos referentes a professora em processo transexualizador Faiza Khálida.
 

23- O RELATÓRIO SOBRE O II CONSELHO DE CLASSE DE 2007 NA ESCOLA MUNICIPAL JORGE AYRES DE LIMA FEITO PELA ORIENTADORA PEDAGÓGICA CONCEIÇÃO COM O OBJETIVO discriminatório DE ME PREJUDICAR.


24- 2002 foi o ano em que pela primeira vez eu senti que havia ficado doente por causa do trabalho.



25- História - professora Faiza Khálida da rede municipal de educação de Belford Roxo. 


26- Praticamente todos na Prefeitura Municipal de Belford Roxo sabiam que eu lutava contra um preconceito que impactava a minha saúde psicológica e mental. A administração Pública de Belford Roxo se fez de cega.O PIOR CEGO É AQUELE QUE NÃO QUER VER.


27- Psicólogo do programa Rio Sem Homofobia esteve na Procuradoria de Belford Roxo explicando o meu adoecimento, nem assim houve reconhecimento, avaliação ou consideração  do meu quadro de doença descritos em laudos médicos e psicológicos.


28- Extravio de ofício e processo na Secretaria de Educação referente a professora em processo transexualizador Faiza Khálida.


29- Processo Judicial número 0004742-25.2012.8.19.0008 se encontra na segunda Vara Cível de Belford Roxo desde 02/03/2012.



30- A violência de gênero, o assédio moral, a desvalorização do magistério e o constrangimento no trabalho em Belford Roxo são realidades. O Brasil é o país que mais mata travestis e transexuais no mundo. Tudo isso também leva a Educação Municipal de Belford Roxo para o último lugar no Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (IDEB) na Baixada Fluminense.
A pessoa que pratica o mal precisa de apenas 1 motivo para praticar o preconceito


 "Quem julga as pessoas não tem tempo para amá-las".