Todos são iguais perante a lei sem distinção de qualquer natureza. Todas as políticas públicas devem promover os direitos de todo ser humano, agindo nos princípios da democracia , cidadania e justiça social. A Lei. A Constituição Federal. Não cabem o preconceito, a intolerância e a discriminação em um Estado Democrático de Direito.
Francisco José Vieira Guedes é o Tio Chico. Tio Chico é ex- bruxo, ex-maçom grau 32 e filho de grão-mestre do estado do Ceará.
RITUAL DO BODE
Para ser maçom são muitas exigências. Eu fui convidado para ser maçom pelo meu pai que era grão-mestre grau 33 da maçonaria do Ceará e eu entrei na maçonaria. O meu pai foi me ensinando e orientando, pois ele queria que eu chegasse ao grau 33. Eu fui levado de um cômodo para o outro onde faz os rituais. Ao chegar naquele cômodo, eu encontrei um bode. A maçonaria não passa de um ritual de ocultismo, de magia negra da elite da classe alta. Eu entrei. O bode incorpora o demônio exu belzebu, elevem como santo, senhor dos exércitos, satanás tranfigurado. Eu cheguei orientado pelos maçons para adorar, dobrar o joelho e beijar o animal incorporado.
Eu falei essas palavras para o bode achando que estava falando para Deus. "Ó senhor dos exércitos, nesse momento eu entrego a minha alma nas tuas mãos, dando o nome completo. Eu entrego a alma da minha filha com 7 meses de idade, eu entrego a vida da minha mãe e da minha esposa e faço uma aliança contigo". Foi tirado do meu braço direito em uma seringa descartável 15 ml de sangue e foi aplicado no animal. A maioria dos líderes do nosso país está entregue no satanismo". Com 2 anos a minha filha foi morta em um ritual de magia negra em troca de bens materiais, nome, fama e sucesso. Essa fama levou que eu prejudicasse a mim mesmo e toda a minha família. Me acusaram e eu me envolvi com muitas coisas erradas.
Tio Chico já sofreu atentado de morte e tem sido ameaçado como menciona no seu testemunho.
Tio Chico contou que recentemente violentaram e mataram sua filha de 12 anos com dois tiros na cabeça. Ligaram pra ele e disseram que fizeram isso para ele calar a boca pois estava falando demais. Ele prontamente como um mensageiro que tem compromisso com Deus, retrucou dizendo que agora o mundo inteiro vai saber por sua boca quem é satanás.
Dandara foi brutalmente assassinada no dia 15 de fevereiro.
No vídeo, um filma enquanto os outros agridem com pedaços de pau, chutes, chinelo e socos e pedem para ela subir em uma carriola.
Ela é chamada de “viado sem peito”, “imundiça” de calcinha e tudo” e é constantemente agredida.
Na filmagem, é possível ver Dandara ensanguentada e com as roupas rasgadas.
Após ser cruelmente agredida de diversas formas, ao mesmo tempo em que os homens a ofendem verbalmente, é colocada pelos criminosos em um carrinho de mão.
O vídeo é interrompido abruptamente, no momento em que um dos indivíduos empurra o carrinho com a vítima e quem está filmando comenta "os cara vão matar o VIADO".
Violência, Dandara apresentava sinais de agressão na cabeça e por todo o corpo. Deboche: “Eles vão matar o viado”.
O crime aconteceu no dia 15 de fevereiro, no Bairro Bom Jardim
CHUTES NA CABEÇA E MARCAS DE SANGUE
O vídeo, gravado por uma pessoa que está com o grupo de agressores, mostra parte da violência. Três homens dão chutes e batem em Dandara com um chinelo. Ela fica com marcas de sangue pelo corpo e não consegue reagir. Os suspeitos ordenam que a travesti suba em um carrinho de mão. Machucada, ela não consegue levantar e cai novamente ao chão, quando dois agressores dão chutes direto na cabeça da vítima.
LGBTFOBIA
Mesmo com pedidos de misericórdia da vítima, os agressores levam Dandara em um carro de mão até um local no bairro e, já longe da câmera, a mataram com tiros de revólver.
Após chutes, pauladas, pedradas e chineladas, estando ensaguentada e bastante ferida, a travesti Dandara ainda ouve uma série de ataques transfóbicos, diante de pessoas que assistem imóveis às agressões.
Dandara tinha uma história parecida com tantas outras de transgêneros. Na adolescência se viu mulher e decidiu trocar de sexo. Passou a sofrer com o preconceito, e segundo um amigo, já havia sido vítima de agressão no bairro onde mora por conta do preconceito.
"A sociedade liga muito o transgênero a algo errado e acaba muitas vezes colocando a culpa na vítima. Quando sai alguma notícia de morte, se indaga logo se estava prostituindo, usando drogas.
As pessoas são assim, ninguém é lesbica, gay, travesti ou transexual por livre escolha. As pessoas se deixam levar pelo discurso de ódio de políticos fascistas e líderes religiosos fundamentalistas.
O divino mestre Jesus Cristo da Galileia em seu tempo, se fez presente entre pecadores, leprosos, pobres e demais classes segregadas pela “família tradicional” daquela época.
"Qualquer pessoa poderia ter protegido a Dandara". "Infelizmente, foi motivo de riso do grupo que cometeu o crime porque matar travesti, transsexual é que nem caçar bicho. As pessoas acham que aquilo tudo é normal. Precisamos de apoio político e educacional. São necessárias ações institucionais para acabar com a condição que as pessoas trans não estejam na condição de vulnerabilidade".
Homicídio A travesti foi espancada até a morte no CE
Crime foi em fevereiro e ganhou repercussão após vídeo ser compartilhado.
Caso está sendo investigado pelo 32º Distrito Policial.
A Polícia do Ceará investiga o homicídio da travesti Dandara do Santos, de 42 anos, após ter sido espancada até a morte em Fortaleza. O crime aconteceu no dia 15 de fevereiro, no Bairro Bom Jardim, e ganhou repercussão nas redes sociais após o compartilhamento do vídeo que mostra a travesti sendo agredida por um grupo de homens no meio da rua.
O vídeo, gravado por uma pessoa que está com o grupo de agressores, mostra parte da violência. Três homens dão chutes e batem em Dandara com um chinelo. Ela fica com marcas de sangue pelo corpo e não consegue reagir. Os suspeitos ordenam que a travesti suba em um carrinho de mão. Machucada, ela não consegue levantar e cai novamente ao chão, quando dois agressores dão chutes direto na cabeça da vítima.
O governo do Ceará emitiu uma nota de repúdio em relação aos "atos de violência e intolerância como o que praticado contra Dandara dos Santos", morta por brutal espancamento".
O vídeo tem 1 minuto e 20 segundos e termina quando eles colocam a vítima no carrinho de mão e descem a rua. Segundo a polícia, depois dessa gravação, o grupo espancou a travesti até a morte.
O caso está sendo investigado pelo 32º Distrito Policial. Em nota, a polícia informou que as investigações estão "bem adiantadas, porém não é possível repassar detalhes para não comprometer o trabalho policial". Nas redes sociais, internautas lamentaram o caso e denunciaram a intolerância e crime de transfobia.
Crimes que manifestam preconceito e intolerância contra direitos humanos individuais, pluralismo e diversidade são cometidos. Há casos em que a sociedade é excludente e injusta nas questões relativas à população LGBT.
A travesti Hérica Izidoro, 24, foi espancada na avenida José Bastos, na madrugada do último domingo, 12, após voltar de uma festa de Pré-Carnaval. Ela sofreu traumatismo craniano e o estado de saúde é grave.
“No bar da esquina um rapaz, muito debochado, disse que a travesti apanhou ‘até dizer chega’.
Ela foi encontrada muito lesionada, com exposição de massa encefálica, BRAÇO FRATURADO, traumatismo craniano
10 HOMENS JOGARAM A TRAVESTI ÉRIKA IZIDORO DE CIMA DO VIADUTO
Outra travesti, Hérika Izidoro, foi também agredida por vários homens em 2 veículos. Depois de provocarem nela graves lesões, os homens jogaram a travesti Hérika de um viaduto da Avenida muito movimentada. Ela foi encontrada muito lesionada, com exposição de massa encefálica, BRAÇO FRATURADO, traumatismo craniano e foi internada em estado grave no Instituto Doutor José Frota.
MEL (MELISSA) FREITAS
Múltiplas fraturas, nas pernas e na bacia
A travesti jogada de passarela tentou se agarrar em grades, mas teve mãos pisoteadas
Três homens agrediram covardemente uma trans e a sua irmã na Zona Oeste do Rio de Janeiro. Eles foram presos. Um vídeo circulou nas redes sociais demonstrando que a sequência das agressões deles contra a trans continuou mesmo depois que ela estava caída no chão e sem chances de se defender. Eles responderão pelo crime de tentativa de homicídio. O crime aconteceu no domingo. Varias pessoas assistem à cena, mas ninguém as defende.
Rodrigo um dos agressores e os outros dois perceberam que colocaram a vida da trans em risco pelas características dos inúmeros golpes e pela circunstância que a vítima estava. Eles demonstraram consciência deste fato.
O homem sem camisa que aparece no vídeo é Rodrigo Luiz Silva Soares. Os outros dois são Jorge Batista Ignácio (de camisa branca) e Cleiton da Silva (que aparece no final do vídeo segurando uma camisa na mão). Eles foram presos nesta quarta-feira dia 14 de setembro. Nas imagens que mostram as agressões, eles chutam a trans. A irmã dela tenta defendê-la, mas também é agredida. Os agressores bateram na vítima até ela ficar desacordada.
As vítimas foram levadas ao Hospital Municipal Pedro II após as agressões.
Toda confusão começou dentro da van que elas entraram ao sair de uma festa na madrugada do domingo.
Os três autores foram identificados na tarde de terça-feira e, com base nas provas colhidas, foi determinada a prisão temporária deles. Eles prestaram depoimento e se reconheceram nas imagens do vídeo como sendo os agressores da trans. As vítimas prestaram depoimento com detalhes do crime.
O Delegado Daniel Mayr da 36 DP (Santa Cruz) explicou que eles três chutaram a trans enquanto ela já estava desmaiada. A irmã da vítima confirmou a versão que a trans foi alvo de agressões verbais homofóbicas agressivas ao entrar na van.
O vídeo com a agressão continua sendo compartilhado na internet com mais de 4 milhões de visualizações, 22 mil comentários, 18 mil curtidas e 45 mil compartilhamentos.
A TRANSFOBIA É REVOLTANTE
O SER HUMANO É CRUEL VÊ A TRANSFOBIA E NÃO FAZ NADA
Louvado seja o Senhor Jesus Cristo para sempre
TRANSFOBIA EM UNIDADE DE SAÚDE DA BAHIA. Natural de Itapetinga, a transexual NATYLA MOTA, após ser esfaqueada e espancada na saída de uma festa, teve NEGADO SOCORRO dentro do hospital. A jovem permaneceu caída no corredor, sequer foi socorrida pelos técnicos presentes. https://www.youtube.com/watch?v=Rx1K8EeqVM0
A transexual Natyla Mota, de 21 anos, após ser atingida por 7 facadas e socorrida por amigos e familiares ao Hospital da cidade, em Itapetinga no sudoeste da Bahia, continuou ser agredida fisicamente e verbalmente no interior da unidade de saúde como mostra o vídeo divulgado nas redes sociais.
Em uma festa na cidade, um casal ridicularizava a transexual por causa da identidade de gênero dela por ela ser trans e ela revidou verbalmente. O casal esperou ela fora da festa juntamente com mais 2 mulheres amigas desse casal e na saída dela eles deflagraram 7 facadas, chutes, pontapés, socos. Além da violência cometida, o ato continuou dentro do Hospital. O Hospital também é culpado pela omissão de socorro.
O casal agressor foi apontado como sendo Luciano Ferraz e Jeane.
Uma mulher transexual foi chicoteada violentamente no Paquistão como "castigo por seus maus hábitos". As imagens chocantes circularam pela internet mostrando a mulher em uma cama e sendo agredida com um cinto de couro.
O suposto líder dos agressores que se identificou como "Jajja" disse ao site "Dunya News" que era amigo da vítima.