Todos são iguais perante a lei sem distinção de qualquer natureza. Todas as políticas públicas devem promover os direitos de todo ser humano, agindo nos princípios da democracia , cidadania e justiça social. A Lei. A Constituição Federal. Não cabem o preconceito, a intolerância e a discriminação em um Estado Democrático de Direito.
Forças ocultas acabaram com grupo de trabalho da Operação Lava Jato em Curitiba
A DECISÃO EXTREMAMENTE IMPORTANTE FOI COMUNICADA INFORMALMENTE
Essa Operação considerada de Desmanche da Operação Lava Jato foi atribuída ao Diretor-geral da Polícia Federal por interferência política.
Os Procuradores Operação da Lava Jato passarão a ter de se ocupar com outras OPERAÇÕES prejudicando TODO o trabalho de produção de PROVAS E AS NOVAS INVESTIGAÇÕES REFERENTES AO PSDB e PMDB.
É uma espécie de asfixia, de sangria a OPERAÇÃO LAVA JATO conforme relatou um investigador da Polícia Federal. Essa Operação de DESMANCHE da LAVA JATO VEM SENDO POSTA EM PRÁTICA com a diminuição de 9 para 4 delegados, e a diminuição de agentes, peritos e escrivãs. Em consequência tudo passa a ser mais difícil e mais lento. Já há centenas de mídias sem análises. Um dos Delegados reservadamente por medo das represálias relatou que paga para trabalhar.
A ministra de eucaristia da Paróquia Bom Jesus da Penha, na Zona Norte do Rio, Marlene Pereira de Oliveira, de 51 anos foi morta na madrugada deste domingo a facadas, em sua casa, também na Penha. Ela é lembrada por amigos como uma mulher "muito religiosa". O apartamento onde ela morava, na Avenida Nossa Senhora da Penha, foi invadido e Marlene levou pelo menos 18 facadas, teve as pernas machucadas por pregos colocados num pedaço de madeira e o corpo incendiado.
Frequentadora da Paróquia há mais de 20 anos, Marlene era ministra da Eucaristia há 14. Amigo da cuidadora de idosos há anos, o padre José Everaldo Germano, de 56 anos, disse que ainda não consegue entender o que teria motivado o crime.
O apartamento da religiosa ficava na entrada de uma das comunidades do Complexo da Penha. Marlene, inclusive, já foi moradora da Vila Cruzeiro. O imóvel ficou carbonizado e totalmente destruído. Os documentos da religiosa foram queimados junto ao corpo dela. Há marcas do fogo nas paredes e a cama foi completamente incendiada.
A Paróquia que frequentava mantém seis templos em comunidades do complexo de favelas. De acordo com amigos, Marlene frequentava todas. Ainda segundo relato de frequentadores do local, era comum ouvir o barulho de troca de tiros durante as celebrações.
Para o pároco José Everaldo, Marlene não aparentava ter inimigos. Na igreja todos a descrevem como uma mulher "muito religiosa, solidária e alegre".
- Ela era uma evangelizadora em várias dimensões, uma mulher do bem. A família dela era a igreja, nós eramos uma extensão da casa dela - contou.
De acordo com a Polícia Civil, a Delegacia de Homicídios segue investigando o caso.
O senador Aécio Neves foi à sede da polícia Federal em Brasília prestar depoimento no inquérito que investiga se ele atuou para maquiar dados da CPI dos Correios em 2005 escondendo a relação entre o Banco Rural e o mensalão mineiro.
AÉCIO NEVES FOI DEPOR ESCONDIDO NA POLÍCIA FEDERAL
AÉCIO DEPÕE SEM AVISO A IMPRENSA PARA TIRAR FOTO E FILMAGEM
O ex-diretor da Petrobras, Paulo Roberto Costa disse em depoimento ao
Ministério Público Federal que a PROPINA para Renan furou o teto dos 3 por cento destinado aos políticos.
VICIOSO EM PROPINA
O engenheiro Shinko
Nakandakari que era o operador de propina da Galvão Engenharia e o
doleiro Alberto Youssef afirmaram que houve pagamento de PROPINA nas
contratações da obra de Refinaria Premium I, em Bacabeira, no Maranhão.
RENAM CALHEIROS CHAMOU NO GABINETE PARA RECLAMAR DA FALTA DE PROPINA
Em
2 de junho de 2016 foi divulgado o depoimento de Cerveró que afirmou
que em 2012, o senador Renan Calheiros o chamou em seu gabinete no
Senado para reclamar da FALTA DE PROPINA.
PRESIDENTE DO SENADO RESPONDE A 9 PROCESSOS NA LAVA JATO
Renan Calheiros até abril de 2016 respondia a nove processos na Lava Jato.
PRESIDENTE DO SENADO RENAN CALHEIROS ATRAPALHANDO INVESTIGAÇÕES CONTRA CORRUPÇÃO
O Procurador-Geral da República pediu a prisão de Renan Calheiros. De acordo com o PGR, ele tentou mudar a decisão do Supremo que prevê a prisão de condenados a partir da segunda instância, planejou mudar a lei para permitir delação premiada apenas para pessoas em liberdade, e não para presos investigados e também pressionou para que acordos de leniência das empresas pudessem esvaziar as investigações.
ENVOLVIMENTO EM VENDA DE EMENDAS A MEDIDAS PROVISÓRIAS RELACIONADAS AO SETOR AUTOMOTIVO EDITADAS PELO GOVERNO FEDERAL
Em final de abril de 2016, a ministra do Supremo Cármen Lúcia do Supremo Tribunal Federal abriu inquérito para apurar o envolvimento do presidente do Senado Renan Calheiros com a venda de emendas a medidas provisórias relacionadas ao setor automotivo editadas pelo governo federal. É o 12 (décimo segundo) inquérito que Renan responde no STF.
ADVOGADO SEM CONSTAR NO CADASTRO NACIONAL DA OAB
José Renan Vasconcelos Calheiros apesar de ter estudado Direito e ser frequentemente apontado como advogado, seu nome não consta no Cadastro Nacional (CNA) da OAB como inscrito em nenhuma das seccionais da Ordem.
Em 2007 ele renunciou ao cargo de Presidente do Senado Federal do Brasil após VÁRIAS DENÚNCIAS DE CORRUPÇÃO contra si polarizarem na opinião pública.
IMPROBIDADE ADMINISTRATIVA - EVOLUÇÃO PATRIMONIAL INCOMPATÍVEL COM O CARGO
O Ministério Público em Brasília já denunciou o senador por improbidade administrativa na 14ª Vara Federal do DF. Na ação, os procuradores acusaram Renan de se enriquecer ilicitamente, de ter evolução patrimonial incompatível com o cargo e forjar documentos para comprar que tinha dinheiro para bancar despesas pagas.
PENSÃO DA FILHA E ALUGUEL PAGOS COM DINHEIRO DE LOBISTA
Em 2007, sua ex-amante, a jornalista Mônica Veloso, o acusou de usar o dinheiro do lobista Cláudio Gontijo, da empreiteira Mendes Júnior, para pagar suas despesas com a pensão da filha e o aluguel de um imóvel. A Mendes Júnior pagou pelo menos R$ 246 mil para Mônica Veloso. O lobista e o senador confirmaram na época os repasses à jornalista. Renan não conseguiu comprovar de que maneira pagou uma dívida de R$ 100 mil de pensão alimentícia da filha. O peemedebista beneficiou a empreiteira com emendas ao orçamento nos anos de 2005 e 2006 ao sugerir o direcionamento de recursos para obras tocadas pela empresa no Porto de Maceió.