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sábado, 2 de julho de 2011

ZITO admite que errou ao ter lançado o seu irmão WALDIR ZITO em Belford Roxo.

O DIA - http://odia.terra.com.br/politica/htm/_foi_um_erro_politico__206654.asp - 17/10/2008 00:55:00‘Foi um erro político’
O Prefeito eleito de Duque de Caxias, o deputado estadual José Camilo Zito (PSDB), admite que errou. Foi há oito anos, quando ajudou a eleger o irmão, Waldir Zito, prefeito em Belford Roxo. “Foi um erro político ter lançado Waldir Zito. Hoje eu não faria isso, disse Zito, que nesta eleição não tirou os pés de Caxias e  não apoiou nenhum candidato da família. Também no PSDB, Waldir Zito tentou ser vereador em Belford Roxo e teve apenas 350 votos. Andréia Zito afirmou que o pai não pode ser responsabilizado pelo insucesso de Waldir Zito. “A candidatura do tio Waldir surgiu por sugestão de nosso grupo político. A idéia não foi só do meu pai”, explicou. O sociólogo e cientista político Orlando Júnior, do Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano e Regional (IPPUR), da UFRJ, disse que a influência de Zito é grande apenas em Caxias”, analisa.
Louvado seja Nosso Senhor Jesus Cristo para sempre.

sexta-feira, 31 de dezembro de 2004

Dinheiro do povo sofrido de Belford Roxo sumiu . MÁFIA DO LIXO IMPROBIDADE ADMINISTRATIVA: WALDIR ZITO E EMPRESA MASTERCON RESPONSÁVEIS PELA RECUPERAÇÃO DO LIXÃO. IBAMA REPASSOU MAIS DE R$ 1,5 MILHÃO. Zito admitiu que errou ao lançar parentes na carreira política: FOI UM ERRO TER LANÇADO WALDIR ZITO NA POLÍTICA . HOJE EU NÃO FARIA ISSO. NAS ÚLTIMAS ELEIÇÕES , O IRMÃO DE ZITO AMARGOU UMA ACACHAPANTE DERROTA NA DISPUTA POR UMA VAGA NA CÂMARA DE BELFORD ROXO ONDE FORA PREFEITO : ( Teve apenas 350 votos ). Paulo César Machado de Oliveira e André Luis Lucena de Oliveria receberam as verbas sem ter conluído a obra desta forma enriquecendo-se ilicitamente. A DESÍDIA de JORGE DA SILVA AMORELLI , ex-secretário-Geral de Belford Roxo ficou comprovada. JORGE DA SILVA AMORELLI POUCO SE IMPORTAVA SE OS SERVIÇOS ESTAVAM SENDO DE FATO REALIZADOS. OUTRA IRREGULARIDADE : DINHEIRO REPASSADO A PREFEITURA DE BELFORD ROXO, SIMPLESMENTE, SUMIU, DESAPARECEU DOS COFRES DA PREFEITURA. Waldir Zito péssimo governo : A sua avaliação era extremamente negativa, tão negativa que reconheceu que não haveria chances de vitória eleitoral mesmo quando ele teria o controle da máquina, mais recursos financeiros do que seus adversários, mais tempo de televisão , não haveria milagre com uma avaliação tão negativa.



ZITO Lançou  o irmão WALDIR ZITO na carreira política . Foi irresponsável !
Belford Roxo , infelizmente, acreditou .



Zito admitiu que errou ao lançar parentes na carreira política.


Mas a população de Belford Roxo teve que aguentar este erro.

Nas últimas eleições,  o irmão de Zito,Valdir, amargou uma acachapante derrota na disputa por uma vaga na Câmara de Belford Roxo, onde fora prefeito (teve apenas 350 votos).

negligência  IMPROBIDADE

(processo nº 2009.51.10.002121-0)
IMPROBIDADE ADMINISTRATIVA

O Ibama repassou mais de R$ 1,5 milhão para a construção de um aterro sanitário e recuperação das áreas degradadas com o uso do lixão do município de Belford Roxo. O prefeito Waldir Zito assinou um convênio em junho de 2000 com o Ibama para construir um aterro e recuperar as áreas do lixão.

http://politica.estadao.com.br/noticias/geral,mpf-acusa-ex-prefeito-de-belford-roxo-de-improbidade,335923
http://tv-novabel.blogspot.com.br/2014/06/ex-prefeito-de-belford-roxo-waldir-zito.html

TCE APONTOU WALDIR ZITO COMO MAU GESTOR COM 14 REPROVAÇÕES DE CONTAS.

Waldir Camilo Zito dos Santos - CPF 565.758.587-91
https://drive.google.com/file/d/0B6jcN0epIMGwT00yZVFtR2VXazg/edit

VISTORIA DO IBAMA CONSTATOU QUE AS OBRAS NÃO TINHAM SIDO CONCLUÍDAS.
A DEGRADAÇÃO AMBIENTAL persistia nos dois vazadouros que deveriam estar fechados , com grande volume de chorume CONTAMINANDO OS RIOS DAS VELHAS E BABI.
Uma vistoria do Ibama constatou que as obras do aterro não tinham sido concluídas. O Ibama relatou que o objetivo do convênio não foi alcançado, pois a degradação ambiental persistia nos dois vazadouros que deveriam estar fechados, com grande volume de chorume (resíduo líquido do lixo) contaminando os rios das Velhas e Babi.


WALDIR ZITO FOI UM PREFEITO OMISSO
A ação narra ainda que o ex-prefeito de Belford Roxo foi omisso a respeito da derrubada do muro do aterro em construção, que virou depósito de lixo. Além disso, Waldir Zito permitiu que o aterro fosse saqueado, pois não providenciou vigilância no local.


EMPRESA MASTERCON descaso

Os administradores da Empresa MASTERCON são :
Paulo César Machado de Oliveira e André Luis Lucena de Oliveira.



Em dezembro de 2000 foi o primeiro desembolso de recursos. Em 2003 a degradação ambiental ainda existia, com grande QUANTIDADE DE CHORUME CONTAMINANDO OS RIO DAS VELHAS E O RIO BABI com outro vazadouro crescendo. 

Em 2001 a FEEMA INTIMOU O Poder Municipal a resolver o problema.
O IBAMA deu 2 autos de infrações um em 2002, outro em 2004.
Em 2004 o aterro não apenas não foi construído como a situação piorou.
Waldir Zito deu 42 mil reais da Prefeitura para a MASTERCON.  Waldir Zito não tomou qualquer providência para retirar o lixo depositado irregularmente , para finalizar as obras, para reaver as quantias retiradas pela empresa MASTERCON permitindo que a EMPRESA MASTERCOM enriquecesse ILICITAMENTE às custas do PATRIMÔNIO PÚBLICO.


(fls. 410/412 do anexo 1 do PA 1.30.017.000515/2003-97DOC 04).
PAULO CÉSAR MACHADO DE OLIVEIRA E ANDRÉ LUIS LUCENA DE OLIVEIRA  ENRIQUECERAM ILICITAMENTE

PAULO CÉSAR MACHADO DE OLIVEIRA RECEBEU AS VERBAS PARA CONSTRUIR O ATERRO SEM TER CONCLUÍDO A OBRA.


A DESÍDIA DE JORGE DA SILVA AMORELLI
  ( Secretário-Geral de Belford Roxo na época )
POUCO SE IMPORTAVA SE OS SERVIÇOS ESTAVAM SENDO DE FATO REALIZADOS. SABIA QUE O LIXO ESTAVA SENDO DEPOSITADO NAS OBRAS PARA A CONSTRUÇÃO DO FUTURO ATERRO. ESTAVA CIENTE DOS FATOS E COMPARECEU AO LOCAL. AGIU NEGLIGENTEMENTE. LIBEROU VERBAS PÚBLICAS SEM ESTRITA OBSERVÂNCIA DAS NORMAS PERTINENTES E PERMITIU QUE TERCEIRO ENRIQUECESSE ILICITAMENTE.

Improbidade Administrativa
(fl. 82 do IPL 191/06 DOC 04),
1.500.000,00 repassado
300.000,00 da própria Prefeitura de Belford Roxo
130.000,00 Aplicação Financeira
42.000,00 despesas feitas após o convênio
Valor da responsabilização chegaria  a R$ 1.800.000,00

DANO AMBIENTAL
Prefeitura de Belford Roxo foi mutada em 2001 por causar poluição resultando em danos a saúde humana, animais, flora em desacordo com as norma legais.



RÉUS
Além de Waldir Zito e da Mastercon, são réus no processo
Paulo César Machado de Oliveira e André Luis Lucena de Oliveira (administradores da empresa),
Jorge da Silva Amorelli (então secretário-geral de Belford Roxo),
 Djalma Henrique da Silva Aguiar e Marco Antonio Novello Marques (ex-secretário e ex-subsecretário de obras).

Assessoria de Comunicação Social
Procuradoria da República no Estado do Rio de Janeiro
Telefones: (21) 2107-9488 / 2107-9460



ESTADÃO
MPF acusa ex-prefeito de Belford Roxo de improbidade
RITA CIRNE - Agência Estado

O Ministério Público Federal no Rio de Janeiro (MPF-RJ) propôs ação de improbidade administrativa contra o ex-prefeito de Belford Roxo Waldir Zito, a empresa Mastercon Engenharia e Projetos e outros cinco responsáveis pela construção de um aterro sanitário e pela recuperação das áreas degradadas com o uso do lixão do município.

O aterro estava previsto em convênio assinado em junho de 2000 pelo então prefeito e pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), que repassou mais de R$ 1,5 milhão do Programa de Despoluição da Baía de Guanabara (valor obtido por meio de multas pagas pela Petrobras). A ação, movida pelo procurador da República Renato Machado, tramita na Justiça Federal em São João de Meriti.

O MPF quer que a Justiça condene os réus a repararem os danos causados, ressarcindo o município no valor do convênio, com juros, e às penas previstas na lei de improbidade administrativa (lei nº 8.429/92), como a suspensão dos direitos políticos, a proibição de contratar com o serviço público e o pagamento de multa. O primeiro desembolso de verbas do convênio ocorreu em dezembro de 2000 e o município contratou a Mastercon em 2003. Naquele ano, uma vistoria do Ibama constatou que as obras do aterro não tinham sido concluídas, mas equipamentos e material permanente, como um trator e um caminhão, tinham sido comprados. O Ibama relatou que, apesar de parte da obra ter sido executada, o objetivo do convênio não foi alcançado, pois a degradação ambiental persistia nos dois vazadouros que deveriam estar fechados, com grande volume de chorume (resíduo líquido do lixo) contaminando os rios das Velhas e Babi. Assim, a gerência do Ibama decidiu rejeitar as contas apresentadas pelo município relativas aos repasses. Além de Waldir Zito e da Mastercon, são réus no processo Paulo César Machado de Oliveira e André Luis Lucena de Oliveira (administradores da empresa), Jorge da Silva Amorelli (então secretário-geral de Belford Roxo), Djalma Henrique da Silva Aguiar e Marco Antonio Novello Marques (ex-secretário e ex-subsecretário de obras).



MÁFIA DO LIXO
MPF processa ex-prefeito de Belford Roxo por negligência em obra de aterro sanitário.

O Ministério Público Federal propôs ação de improbidade administrativa contra o ex-prefeito de Belford Roxo, Waldir Zito, a empresa Mastercon Engenharia e Projetos e outros cinco responsáveis pela construção de um aterro sanitário e pela recuperação das áreas degradadas com o uso do lixão do município.

O aterro estava previsto em convênio assinado em junho de 2000 pelo então prefeito e pelo Ibama, que repassou mais de R$ 1,5 milhão do Programa de Despoluição da Baía de Guanabara (valor obtido por meio de multas pagas pela Petrobras). A ação, movida pelo procurador da República Renato Machado, tramita na Justiça Federal em São João de Meriti (processo nº 2009.51.10.002121-0). O MPF quer que a Justiça condene os réus a repararem os danos causados, ressarcindo o município no valor do convênio, com juros, e às penas previstas na lei de improbidade administrativa (nº 8.429/92), como a suspensão dos direitos políticos, a proibição de contratar com o serviço público e o pagamento de multa. O primeiro desembolso de verbas do convênio ocorreu em dezembro de 2000 e o Município contratou a Mastercon em 2003. Naquele ano, uma vistoria do Ibama constatou que as obras do aterro não tinham sido concluídas, mas equipamentos e material permanente, como um trator e um caminhão, tinham sido comprados. O Ibama relatou que, apesar de parte da obra ter sido executada, o objetivo do convênio não foi alcançado, pois a degradação ambiental persistia nos dois locais que deveriam estar fechados, com grande volume de chorume (resíduo líquido do lixo) contaminando os rios das Velhas e Babi. Assim, a gerência do Ibama decidiu rejeitar as contas apresentadas pelo Município relativas aos repasses. A ação narra ainda que o ex-prefeito de Belford Roxo foi omisso a respeito da derrubada do muro do aterro em construção, que virou depósito de lixo antes do fim das obras. Além disso, Waldir Zito permitiu que o aterro fosse saqueado, pois não providenciou vigilância no local. Além de Waldir Zito e da Mastercon, são réus no processo Paulo César Machado de Oliveira e André Luis Lucena de Oliveira (administradores da empresa), Jorge da Silva Amorelli (então secretário-geral de Belford Roxo), Djalma Henrique da Silva Aguiar e Marco Antonio Novello Marques (ex-secretário e ex-subsecretário de obras).

MPF entra com ação de improbidade administrativa contra ex-prefeito fluminense



OUTRA IRREGULARIDADE


AMBITO JURÍDICO
http://www.ambito-juridico.com.br/site/index.php?n_link=visualiza_noticia&id_caderno=20&id_noticia=18172

MPF entra com ação de improbidade administrativa contra ex-prefeito fluminense
25/07/2007 - 21:09
Fonte: STF

FORAM CONSTATADAS IRREGULARIDADES  NO MANDATO DE WALDIR ZITO
R$ 26.654,73

O ex-prefeito Waldir Zito é acusado de irregularidades na prestação de contas ao governo federal das verbas do Programa Nacional de Aids e Doenças Sexualmente Transmissíveis (DST), repassadas pelo Ministério da Saúde.

Segundo o procurador da República responsável pela ação, Carlos Bruno Ferreira da Silva, há irregularidades nos dois repasses feitos à prefeitura de Belford Roxo, na Baixada Fluminense, durante o mandato de Waldir Zito, que foi prefeito de 2001 a 2004. O procurador disse que foi chamado pelo Ministério da Saúde depois que foram constatadas as irregularidades.

Ele informou ainda que o primeiro repasse, no valor de R$ 28.224, foi feito em 2002, e o segundo, no ano seguinte, atingiu R$ 39.915. Desse total, segundo o procurador, gastos de R$ 26.654,73 não foram justificados pelo ex-prefeito.

"O fato é que R$ 26 mil de verba federal foram entregues à prefeitura de R$ 26.654,73 Belford Roxo e essa verba sumiu, desapareceu. O ex-prefeito não consegue justificar onde colocou, onde estão as notas fiscais ou onde a verba foi aplicada. A verba simplesmente desapareceu dos cofres da prefeitura", informou o procurador.


WALDIR ZITO PÉSSIMO GOVERNO
http://www.psdbac.com.br/lermais_materias.php?cd_materias=283


Em 2004, o irmão do então prefeito de Duque de Caxias, Waldir Zito, governava o município vizinho de Belford Roxo. A sua avaliação era extremamente negativa, a soma de ótimo e bom chegava a apenas 5%. Assim como Pitta em São Paulo, ele não se candidatou. Isso sugere que, para um determinado nível de avaliação negativa, os candidatos reconhecem que não há chances de vitória eleitoral, nem quando eles têm o controle da máquina, mais recursos financeiros do que seus adversários, mais tempo de televisão e o que for. Ou seja, para avaliações muito negativas não há milagre.


MAIS OUTRA IRREGULARIDADE
http://extra.globo.com/noticias/rio/ministerio-publico-processa-waldir-zito-ex-prefeito-de-belford-roxo-393887.html

O Ministério Público Federal (MPF) em São João de Meriti moveu uma ação civil pública por improbidade administrativa contra o ex-prefeito de Belford Roxo, Waldir Zito, pelo seu indevido de verbas do Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome , em 2004. Segundo a Controladoria-Geral da União, Zito não teria aplicado cerca de R$ 160 mil destinados ao Projeto Sentinela, que visa ao combate à exploração sexual infanto-juvenil. Assim, o MPF quer que o ex-prefeito seja condenado a ressarcir integralmente os cofres públicos. Segundo o Ministério do Desenvolvimento Social, os recursos do convênio não foram aplicados da maneira prevista nem devolvidos à União.


Louvado seja Nosso Senhor Jesus Cristo.
Para sempre Nosso Senhor Jesus Cristo seja louvado.

quarta-feira, 10 de abril de 2002

2002 foi o ano em que pela primeira vez eu senti que havia ficado doente por causa do trabalho - Transtorno bipolar com sintomas psicóticos. (Professora Faiza Khálida, matrículas 5508 e 14725 - PREFEITURA MUNICIPAL DE BELFORD ROXO)

 FOTO: Ex-prefeito de Belford Roxo Waldir Zito

Waldir Zito foi Prefeito de Belford Roxo entre 2001 e 2004. Ele foi eleito porque o povo de Belford Roxo acreditou nas promessas do político Zito, que era prefeito de Duque de Caxias.

O próprio político Zito admitiu que foi um erro ele ter lançado o seu irmão na carreira política. Ele disse posteriormente que ele não faria mais isso se pudesse voltar atrás.

FOTO: político de Duque de Caxias José Camilo Zito

Mas por causa desso erro de Zito, o povo de Belford Roxo teve que aguentar o irmão dele como Prefeito por 4 anos. Belford Roxo continuou em situação precária de abandono sem resolução dos problemas sociais, e, os problemas ainda pioraram.


AGINDO COM INTOLERÂNCIA
FOTO: prefeito Zito proibiu manifestação de homossexuais, travestis e transexuais por causar desconforto em igrejas.

Em 2009, quando foi prefeito de Duque de Caxias Zito agiu com intolerância e preconceito mesmo perante a presença de 50 mil pessoas proibindo a realização da Parada da Diversidade LGBT também chamada de Parada Gay. Zito alegou que o evento onde homossexuais, lésbicas, travestis e transexuais se manifestavam era contra a vontade de pastores evangélicos e da Igreja Católica, causava desconforto nas igrejas e era contra os valores da família. Ele proibiu que os trios elétricos chegassem a Avenida Brigadeiro embora os organizadores tivessem a documentação oficial. A discriminação se tornou mais evidente porque Zito autorizou a Marcha para Jesus. E também porque um Ministro que foi à Caxias para participar do evento contra o preconceito lembrou que não houve incidentes nos 3 últimos anos em que ele participou da parada.

Zito conseguiu que seu irmão Waldir apontado como mau gestor pelos Tribunais de Contas fosse Prefeito de Belford Roxo entre 2000 a 2004

Waldir Zito foi um prefeito tão ruim que ele nem se candidatou à reeleição. Em 2004 apenas 5% dos moradores de Belford Roxo consideravam a gestão dele boa. A avaliação dele enquanto gestor era extremamente negativa. Mesmo com o controle da máquina administrativa e tendo maiores recursos financeiros que os adversários dele tinham, não havia milagre que pudesse reelegê-lo com um novo mandato na Prefeitura Municipal de Belford Roxo.

Em 2008, Waldir Zito voltou a cena política. Ele tentou ser vereador de Belford Roxo e se candidatou. Mas ele não conseguiu. Teve apenas 350 votos. Essa quantidade baixa de votos foi considerada uma derrota acachapante, uma situação amarga para quem teve a máquina administrativa em suas mãos.

Acontece que além de ter sido um péssimo governante, Waldir Zito teve 14 contas suas reprovadas no Tribunal de Contas do Estado do Rio de Janeiro.

Uma situação envolveu o repasse de mais de R$ 1,5 milhão para a construção de obras que não foram concluídas. A degradação ambiental continuava e os rios continuavam sendo poluídos. O dinheiro foi para a empresa MASTERCOM que enriqueceu ilicitamente com o dinheiro público.

Outra irregularidade ocorrida durante o mandato do Prefeito Waldir Zito foi noticiada pelo Supremo Tribunal Federal. O Procurador da República Carlos Bruno Ferreira da Silva informou duas irregularidades em dois repasses feitos a Prefeitura de Belford Roxo. R$ 26.654,73 sumiram simplesmente dos cofres da Prefeitura Municipal de Belford Roxo.

Mais outra irregularidade ocorrida foi no valor de R$ 160 mil do Projeto Sentinela que deveria ter sido usado no combate à exploração sexual infanto-juvenil. O Ministério Público se empenhava para que o ex-prefeito Waldir Zito devolvesse o dinheiro aos cofres públicos.

"O preconceito é o vírus mais devastador da humanidade. Ele acaba com a solidariedade, o humanismo e o respeito ao próximo".


AMEAÇA DE MORTE

Durante o mandato do ex-prefeito de Belford Roxo Waldir Zito, em 2002, eu enfrentei uma das situações mais traumáticas da minha vida. Eu fui ameaçada, pela subsecretária de educação de Belford Roxo Rosângela Maria Gonçalves de Oliveira de morte e de ser totalmente arruinada, dentro da Secretaria de Educação do Município de Belford Roxo denominada na época SEMED. Diziam na época que ela tinha toda essa prepotência por ser ligada ao politico Zito. Zito era na época um político muito influente na Baixada Fluminense, conseguia eleger até pessoas de sua família e tinha admiração de muitas pessoas também porque seria matador e, matando, teria "limpado" a cidade de Duque de Caxias. Era comentado na época que Zito não era penalizado pelas mortes ocorridas porque um juiz que seria também político e amigo de Zito o livrava.
FOTO: Subsecretária de Educação de Belford Roxo
 de 2000 até 2004
 Rosângela Maria Gonçalves de Oliveira



Além de me ameaçar de morte, a subsecretária de educação Rosângela Maria me ameaçava também de me demitir da Prefeitura Municipal de Belford Roxo e fazer que eu nunca conseguisse mais arrumar emprego por causa de um relatório técnico que havia sobre mim feito pela diretora Vera Lúcia Castelar (mat. 53165) da Escola Municipal São Bento onde eu lecionava por quase 8 anos.

FOTO: diretora da Prefeitura de Belford Roxo
 Vera Lúcia Castelar (mat. 53165)



Um tempo depois após eu ter uma melhora de uma depressão profunda ocasionada por causa deste contexto profissional, eu me dirigi até o gabinete do Prefeito de Belford Roxo Waldir Zito e pedi para falar com ele. Infelizmente a subsecretária de Educação Rosângela Maria por telefone disse que eu deveria ser proibida de falar com o prefeito.

"A pior violência é o preconceito".



Eu estava muito transtornada porque a subsecretária de educação Rosângela Maria Gonçalves de Oliveira me proibia de chegar a 100 metros da Escola Municipal São Bento, onde eu trabalhava, através de intimidação, coação e chantagem. A diretora da escola Vera Lúcia Castelar (mat. 53165) dentro da secretaria de educação dizia que ela não me aceitava na escola. Eu era julgada dentro da escola por 8 supervisores da secretaria municipal de educação. O supervisor Jorge Silva (mat. 54368) quis liderar a comissão dos supervisores, entre eles, Joelma Milão de Lemos (mat. 10/147/27) e Antônio Carlos Lustosa (mat. 54434 ou 10/14714). Eu não assinava mais o ponto. Eu não podia sair de casa ou aguentaria as consequências feitas pela subsecretária de educação Rosângela Maria. Podia ser demitida por faltas.




Um professor da mesma escola que denunciou a HOMOFOBIA QUE ME ACONTECIA PARA O DDH (DISQUE DEFESA HOMOSSEXUAL) e uma ONG de direitos humanos de Nova Iguaçu, cidade vizinha, e também realizou reuniões na Escola Municipal São Bento sobre essa situação profissional discriminatória foi assassinado no auge da tensão. Nem ao enterro dele eu pude ir porque me disseram que caso eu fosse, eu poderia morrer também.
FOTO: Escola Municipal São Bento



A professora Leila Bonine dizia para alunos da Escola Municipal São Bento, que faziam manifestação e abaixo-assinado contra o preconceito que eu passava e para que a diretora Vera Lúcia Castelar me aceitasse na escola, que eles não deveriam me ajudar porque eu deveria ser impedida de lecionar na escola  já que eu era HOMOSSEXUAL e a IGREJA CATÓLICA me CONDENAVA.
Foto: professora católica Leila Bonine




Além de tudo isso ter me ocorrido, eu vinha sendo muito prejudicada por sofrer discriminação dentro da escola em que eu trabalhava e então eu cheguei em um estado de DEPRESSÃO. Foi a primeira vez que eu percebi que estava DOENTE e que essa doença tinha relação com o meu TRABALHO profissional como funcionária pública da Prefeitura Municipal de Belford Roxo. Foi no ano de 2002.






Esse link traz registros de órgãos de saúde públicos e particular, receitas médicas controladas e parte de processo administrativo arquivado pela Procuradoria Municipal de Belford Roxo que constatam no ANO DE 2003 os sintomas depressivos, a doença (profissional) e a necessidade de psicoterapia por causa do adoecimento psíquico:

" Escola sem homofobia "



Assim como eu sofria, muita gente sofreu com o descaso e as irregularidades que foram cometidas. Waldir Zito, irmão do político Zito, foi um Prefeito tão ruim que nem se candidatou a reeleição. Sua rejeição na cidade de Belford Roxo era para mais de 95%. Esgoto a céu aberto, poeira, buraco, faltava tudo. O povo contava histórias na época que o próprio Zito tinha que buscar sabe lá onde o irmão Waldir cheio de cachaça em estado de petição de miséria.






(Professora Faiza Khálida Fagundes Coutinho - Prefeitura Municipal de Belford Roxo, matrículas 5508 e 14725, Identidade 09089680-4, CPF 024114147-81)

Que Deus tenha o professor homossexual " Marcus " da Escola Municipal São Bento de geografia junto Dele em bom lugar.

Bendito é o preciosíssimo sangue do Senhor Jesus Cristo.

Jesus é o caminho.

Louvado seja o Senhor Jesus Cristo para sempre.


CLICAR PARA ACESSAR OS LINKS: 

1- Folha 03 do Processo 04/002061/03 - Diretora Vera e orientadora pedagógica Fátima da Escola Municipal São Bento sacanearam a professora Faiza Khálida mentindo em relatório técnico de 2002 dizendo que ela não entregou o planejamento.





2- O RELATÓRIO TÉCNICO APARECEU para ME chantagear e PARA ME AFASTAR DA ESCOLA MUNICIPAL. 8 supervisores da Secretaria de Educação de Belford Roxo analisaram o relatório. Depois, O RELATÓRIO SUMIU. Depois, O RELATÓRIO nunca EXISTIU na Secretaria de Educação de Belford Roxo. (processo 04/3149/03)




3- Os problemas ocasionados pelo relatório técnico discriminatório e procedimento administrativo discriminatório decorrente nunca foram resolvidos (PARTE 1).


4- Os problemas ocasionados pelo relatório técnico discriminatório e procedimento administrativo discriminatório decorrente nunca foram resolvidos. (PARTE 2)


5-  Em processo administrativo de 2003 arquivado pela PROCURADORIA eu pedi socorro e registrei "que inúmeras vezes me encontrava chorando e relembrando esses tristes episódios no trabalho que não conseguia mais tirá-los da minha cabeça sentindo sintomas psiquiátricos  pedindo em nome do Senhor Jesus Cristo ajuda médica e psicológica ".





6- O RELATÓRIO SOBRE O II CONSELHO DE CLASSE DE 2007 NA ESCOLA MUNICIPAL JORGE AYRES DE LIMA FEITO PELA ORIENTADORA PEDAGÓGICA CONCEIÇÃO COM O OBJETIVO discriminatório DE ME PREJUDICAR.


7- O PROCESSO ADMINISTRATIVO DA PREFEITURA MUNICIPAL DE BELFORD ROXO NÚMERO 04/002743/03 - Assunto: PROVIDÊNCIAS POR DISCRIMINAÇÃO - Data: 07/10/2003 - Era desrespeitada no exercício da minha função, dava aulas sendo chamada de viado, discriminada, me jogavam terra. Fiquei perturbada, fragilizada, desorientada, com os nervos pronto pra explodir, paranoica, EM DEPRESSÃO com as pessoas que ficavam me chamando de Xxxxxxxxx debochando da minha sexualidade.








8- Processo Administrativo 04/001497/03 - Data 04/06/2003 - HOMOFOBIA - " Tem muita gente que tem ódio de homossexual e o preconceito é muito grande nas escolas. É um ambiente doentio. Eu sendo professora não aguentei. Fui humilhada muitas vezes. Me disseram que eu teria de ser perfeita se quisesse continuar a ser professora ".






9- A falta de aceitação social, intolerância, maldade e preconceito me causavam sofrimento.











11- Em maio de 2008 a médica psiquiátrica verificou que dificilmente haveria SOLUÇÃO do meu QUADRO DE DEPRESSÃO porque NÃO HAVIA RESOLUÇÃO DOS PROBLEMAS SOCIAIS referentes ao meu trabalho que me estressavam.


12- 5 anos depois eu fui novamente ameaçada de morte no meu trabalho como professora da rede municipal de educação da Prefeitura de Belford Roxo.




13- Anos depois, meus 2 aparelhos portáteis que eu usava em meu trabalho de professora da rede municipal de Belford Roxo foram roubados ao mesmo tempo nas 2 escolas em que eu trabalhava e nem o registro disso foi feito.


14- Mais um evento traumático comigo ficou impune devido ao meu estado de abatimento, apatia e inércia. Eu fui retirada à força de dentro do banheiro feminino da Prefeitura e jogada no chão da escada por aproximadamente 8 guardas-municipais a mando do subsecretário Paulo Allevato.







15- Procuradores de Belford Roxo se recusavam a tomar conhecimento de que eu havia sido ameaçada de morte, trabalhava sobre pressão e sofria preconceito; e também a dar acesso a processo a advogada da Secretaria Estadual de Direitos Humanos.



16- Meu estado psicológico e mental era ignorado como se me ver mal e transtornada fosse justamente o que se desejasse. 





17- Secretaria de Educação e Procuradoria Municipal de Belford Roxo abafavam o problema da discriminação.


18- Orientadora se mobilizava para me tirar de escola municipal de Belford Roxo e me prejudicava. Exclusão e isolamento.


19- Procurador de Belford Roxo LORIVAL ALMEIDA DE OLIVEIRA mentiu dizendo que eu havia recebido cópia de processo para ter como me defender. Na ESCOLA MUNICIPAL JORGE AYRES DE LIMA não me deram cópia de nada e de nenhum processo. Não me deixaram ler o processo ou tirar cópia dele. 


20- Funcionários públicos municipais de Belford Roxo desrespeitavam a identidade de gênero de transgêneros, travestis e transexuais.


















21- Em 2009, o subsecretário municipal de Educação de Belford Roxo Miguel de Sousa Ramiro que prometeu mandar a minha frequência pelo período coberto pelo LAUDO MÉDICO PSIQUIÁTRICO, 2 semanas depois disse para mim que havia esquecido de tudo inclusive do MEU LAUDO MÉDICO mediante a pressão do supervisor educacional, consultor e assessor jurídico Jorge Silva (mat. 54368). OFÍCIOS REFERENTES A MIM FORAM EXTRAVIADOS NA SEMED (secretaria municipal de educação de Belford Roxo).


22- A PREFEITURA MUNICIPAL DE BELFORD ROXO, A PROCURADORIA MUNICIPAL E A SECRETARIA DE EDUCAÇÃO NUNCA ADMITIAM EM PUNIÇÃO, OCORRÊNCIA, RELATOS, RELATÓRIOS, PROCEDIMENTOS ADMINISTRATIVOS E INQUÉRITOS, INCLUSIVE OS QUE ME DEMITIRAM DEFINITIVAMENTE DO FUNCIONALISMO PÚBLICO MUNICIPAL, QUE EU ATRAVESSAVA TANTO UM PROCESSO BIOQUÍMICO DIÁRIO QUE AFETAVA  TODA A MINHA MENTE E TODO O MEU CORPO COMO TAMBÉM  ATRAVESSAVA UMA REALIDADE QUE ME CAUSAVA SOFRIMENTO.





23- Procuradora de Belford Roxo DÉBORA FERNANDES CORDEIRO PINTO (matrícula 80/28.585), outro procurador municipal também ligado a igreja evangélica, recusou por 2 vezes o meu pedido de readmissão. FOI CURTA E GROSSA. NÃO COMENTOU SOBRE O LAUDO MÉDICO APRESENTADO. NÃO SE INTERESSOU EM AVERIGUAR O QUADRO PSIQUIÁTRICO. NÃO FEZ REFERÊNCIA AOS PROBLEMAS SOCIAIS E AO PRECONCEITO NO TRABALHO. IGNOROU TUDO SIMPLESMENTE.


24- Em 1/10/2005 o Jornal O DIA informava na sua reportagem que eu havia começado a tomar hormônios em 2002 e a fazer procedimentos como o laser, que eu enfrentava um processo transexualizador e que eu necessitava inclusive da adequação burocrática e administrativa. O jornal O DIA também informava que eu fazia acompanhamento com psicólogos e tomava remédios como calmantes e antidepressivos por determinação médica.


25-  Não condene alguém com transtorno bipolar com sintomas psicóticos no mundo do trabalho. É o que eu posso ensinar às pessoas para que o mundo seja um pouco melhor  diante do quadro em que eu vivi no meu emprego de professora concursada e efetiva da Prefeitura Municipal de Belford Roxo.

26- A demissão em Belford Roxo em 2010.





27- Defesa dos inquéritos disciplinares e administrativos referentes a professora em processo transexualizador Faiza Khálida (NUDIVERSIS - Núcleo de Defesa da Diversidade Sexual e dos Direitos Homoafetivos da Defensoria Pública do Estado do Rio de Janeiro).


28- Praticamente todos na Prefeitura Municipal de Belford Roxo sabiam que eu lutava contra um preconceito que impactava a minha saúde psicológica e mental. A administração Pública de Belford Roxo se fez de cega.O PIOR CEGO É AQUELE QUE NÃO QUER VER.


29- Psicólogo do programa Rio Sem Homofobia esteve na Procuradoria de Belford Roxo explicando o meu adoecimento, nem assim houve reconhecimento, avaliação ou consideração  do meu quadro de doença descritos em laudos médicos e psicológicos.


30- Extravio de ofício e processo na Secretaria de Educação referente a professora em processo transexualizador Faiza Khálida.


31- Processo Judicial número 0004742-25.2012.8.19.0008 se encontra na segunda Vara Cível de Belford Roxo desde 02/03/2012.



32- A violência de gênero, o assédio moral, a desvalorização do magistério e o constrangimento no trabalho em Belford Roxo são realidades. O Brasil é o país que mais mata travestis e transexuais no mundo. Tudo isso também leva a Educação Municipal de Belford Roxo para o último lugar no Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (IDEB) na Baixada Fluminense.




33- Esclarecendo a minha incapacidade laborativa e social  no meu trabalho de professora na Prefeitura Municipal de Belford Roxo.


NÃO FIQUE CALADO DIANTE DA HOMOFOBIA