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terça-feira, 9 de maio de 2017

O Vereador de Caratinga, Ronilson Marcílio Alves (PTC) foi condenado a cinco anos e quatro meses de prisão. O político cobrou R$ 200 mil para não divulgar um vídeo íntimo envolvendo um padre da cidade. Outras três pessoas que participaram do crime também foram condenadas, entre elas, o homem que aparecia tendo relação íntima com o padre religioso. O primeiro contato do parlamentar com o padre foi no início de novembro de 2016, quando ele ligou para o religioso dizendo que estava com o vídeo e tinha intenção de divulgá-lo ou repassá-lo a terceiros. Alguns dias após a primeira ameça, segundo a ação, o vereador foi até a caso do padre, acompanhado de um outro homem, para tratar da intermediação. Eles afirmavam ainda que uma terceira pessoa estaria disposta a divulgar as imagens, caso não o padre cedesse às chantagens. Após quebra de sigilo telefônico, a Justiça teve acesso a uma ligação onde Ronilson negocia com uma pessoa do esquema, a possibilidade de diminuir o valor exigido do padre, que aceitou pagar R$ 90 mil. Segundo o processo, o padre marcou um encontro com os envolvidos e acionou à polícia. Os quatro homens foram presos em flagrante e a PM apreendeu os vídeos usados para extorquir o religioso. Na decisão, o juiz afirma que a conduta de Ronilson, que já atuava como vereador, é incompatível com o cargo ocupado por ele, “o que gera uma grave violação de seu dever para com a Administração Pública, sendo imperiosa a decretação da perda do cargo”, diz. O G1 também procurou a diocese de Caratinga, mas ninguém foi encontrado para comentar o caso.

http://g1.globo.com/mg/vales-mg/noticia/vereador-e-condenado-e-perde-mandato-por-ameacar-divulgar-video-intimo-de-padre.ghtml

Por G1 Vales
09/05/2017 12h44  Atualizado há 31 minutos

Vereador tomou posse algemado. Ele foi condenado a cinco anos e quatro meses de prisão. (Foto: Reprodução/Inter TV)

Vereador é condenado e perde mandato por ameaçar divulgar vídeo íntimo de padre

Ronilson Marcílio Alves (PTC) tomou posse algemado na Câmara de Caratinga em janeiro deste ano; segundo a Justiça, vereador cobrou R$ 200 mil para não divulgar imagens do religioso.

O Vereador de Caratinga, Ronilson Marcílio Alves (PTC), que tomou posse, preso e algemado, em janeiro deste ano, foi condenado a cinco anos e quatro meses de prisão em regime semiaberto por corrupção passiva e concussão, além da perda do mandato. Na ocasião da posse, a polícia informou que o parlamentar estava preso por extorsão, mas não deu detalhes do caso, porque seguia em segredo de Justiça. Nesta terça-feira (9), O G1 teve acesso ao processo, e, segundo a ação, o político cobrou R$ 200 mil para não divulgar um vídeo íntimo envolvendo um padre da cidade. Outras três pessoas que participaram do crime também foram condenadas, entre elas, o homem que aparecia tendo relação íntima com o religioso.

Ainda segundo a Justiça, o primeiro contato do parlamentar com o padre foi no início de novembro de 2016, quando ele ligou para o religioso dizendo que estava com o vídeo e tinha intenção de divulgá-lo ou repassá-lo a terceiros. Na ocasião, Ronilson teria se oferecido para intermediar a negociação da entrega do material ao padre, o que para a Justiça era uma forma de camuflar a participação dele no esquema.

Alguns dias após a primeira ameça, segundo a ação, o vereador foi até a caso do padre, acompanhado de um outro homem, para tratar da intermediação. Eles afirmavam ainda que uma terceira pessoa estaria disposta a divulgar as imagens, caso não o padre cedesse às chantagens. Após quebra de sigilo telefônico, a Justiça teve acesso a uma ligação onde Ronilson negocia com uma pessoa do esquema, a possibilidade de diminuir o valor exigido do padre, que aceitou pagar R$ 90 mil. Segundo o processo, o padre marcou um encontro com os envolvidos e acionou à polícia. Os quatro homens foram presos em flagrante e a PM apreendeu os vídeos usados para extorquir o religioso.

Na decisão, o juiz afirma que a conduta de Ronilson, que já atuava como vereador, é incompatível com o cargo ocupado por ele, “o que gera uma grave violação de seu dever para com a Administração Pública, sendo imperiosa a decretação da perda do cargo”, diz.

Por telefone, o advogado do vereador, Dário Soares Júnior, informou ao G1 que vai recorrer da decisão nas instâncias superiores e negou a participação do parlamentar no crime. O G1 também procurou a diocese de Caratinga, mas ninguém foi encontrado para comentar o caso.

Posse do Vereador

Ronilson Marcílio Alves (PTC) foi reeleito vereador pela terceira vez e tomou posse algemado na Câmara Municipal em janeiro deste ano. Na época, a polícia informou que ele estava preso por extorsão, mas não deu detalhes do caso porque o processo seguia em segredo de Justiça.

Louvado O Senhor Jesus Cristo para sempre.

domingo, 9 de abril de 2017

CNBB (IGREJA CATÓLICA) CONTRA AS REFORMAS DO PRESIDENTE MICHEL TEMER. NOTA DA CNBB AFIRMOU QUE A REFORMA DO GOVERNO TEMER ESCOLHE O CAMINHO DA EXCLUSÃO SOCIAL. A REFORMA DE MICHEL TEMER SERÁ CRITICADA NAS MISSAS DA IGREJA CATÓLICA. As reformas deixam de fora os interesses básicos do cidadão.

UOL
Crítica às reformas de Temer, CNBB pretende levar o tema a missas e comunidades
O secretário-geral da CNBB, Dom Leonardo Steiner, 66

Reformas como a trabalhista e a previdenciária, nos moldes propostos pelo governo do presidente Michel Temer (PDMB), podem até atender aos apelos do mercado, mas deixam de fora interesses básicos do cidadão –justamente o maior afetado por elas, e o que menos ou nada foi chamado a participar dessa discussão.

A opinião é da CNBB (Confederação Nacional dos Bispos do Brasil), entidade que, nas últimas semanas, se reuniu com representantes da CUT (Central Única dos Trabalhadores) e de outras centrais sindicais no debate por uma agenda de mobilização contra as reformas. No último dia 23, a confederação divulgou uma nota em que criticou duramente a reforma previdenciária ao afirmar, por exemplo, que a proposta defendida pelo governo "escolhe o caminho da exclusão social".

"Por que não discutir abertamente com a sociedade temas como esses, mas sem se preocupar em sinalizar apenas para o mercado, e sim, preocupado com o cidadão? Não é possível, a partir de um gabinete, determinar o que um cidadão pode ou não", afirma o secretário-geral da CNBB, Dom Leonardo Ulrich Steiner, 66.

Arcebispo auxiliar de Brasília e desde 2001 secretário-geral da entidade, Steiner falou ao UOL sobre como a representação máxima dos bispos, de um país ainda de maioria católica, pretende atuar em relação às medidas defendidas por Temer, seja em posicionamentos oficiais –além de nota do mês passado, o assunto deve entrar na pauta da Assembleia Geral anual da CNBB, no final deste mês --, seja em ações práticas nas comunidades eclesiásticas –como, por exemplo, a abordagem crítica das reformas em missas.

"Não é uma posição político-partidária, mas política, no sentido da polis, do cuidado de todas as pessoas. É importante que se debata e que se converse sobre isso. E faremos", afirmou.
Leia, a seguir, a entrevista concedida por telefone.

*

UOL – Como a CNBB avalia a reforma da previdência defendida pelo governo do presidente Michel Temer?

DOM LUCIANO STEINER – Temos várias observações que já expressamos aos deputados, por meio do presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e também ao presidente Michel Temer, mas falamos disso explicitamente em uma nota.

A primeira preocupação é a necessidade de um debate com a sociedade. Uma reforma dessas não pode ser algo que o Executivo envie à Câmara e, depois, ao Senado, para que, após, se decida --ainda mais quando se envolvem milhões de pessoas.

Outra preocupação é sobre quais os dados reais, qual a dinâmica da Previdência, seja a Previdência Social, seja também a que envolve os funcionários públicos. É preciso colocar a sociedade a par, porque, sabendo do que se trata, não se negará a buscar, também, soluções para os problemas.

E há outra preocupação de que um dos argumentos é de que essas reformas "precisam sinalizar ao mercado". Ora: é o mercado que importa ou o cidadão e a cidadã brasileira que são importantes?

E como fica essa reforma em relação aos povos indígenas? Como ela fica para o agricultor familiar? Os povos indígenas e todas as pessoas, o Estado tem obrigação de assistir na velhice. Simplesmente colocar homens e mulheres no mesmo patamar da aposentadoria é não levar em consideração a jornada dupla ou tripla por parte da mulher. Ela tem algumas responsabilidades maiores do que tem o homem.

Além disso, exigem determinado tempo de trabalho mesmo para determinadas profissões que são muito exigentes, como professor. Ou mesmo o agricultor. Nasci em uma família de agricultores –como esperar que alguém chegue aos 65 anos [mínimos, para se aposentar] de sol a sol, após uma vida marcada também por decepções com as colheitas? São várias as questões que precisariam ser aprofundadas. Mas a maior preocupação nossa é como o Estado deve cumprir sua responsabilidade com as pessoas idosas, mas também as que se aposentam e não têm determinada assistência. Também as pessoas que sofrem acidentes, ou as que nascem com dificuldades de locomoção ou intelectuais.

Por que não discutir abertamente com a sociedade temas como esses, mas sem se preocupar em sinalizar apenas para o mercado, e sim, preocupado com o cidadão? Não é possível, a partir de um gabinete, determinar o que um cidadão pode ou não.

UOL – O senhor sente que se tenta aprovar essas medidas sem que a sociedade seja ouvida?

STEINER – Essa não é só uma sensação, é algo real. Tanto que esta havendo manifestações em que as pessoas querem ser ouvidas, elas querem participar. Acho que todo mundo entende que haja uma necessidade de determinadas mudanças. Mas não pode ser algo elaborado por um pequeno grupo. E por que não discutir os altos salários, as altas aposentadorias? Por que não incluir todo mundo no debate? Creio que isso é muito importante, porque estamos falando do nosso futuro.

UOL – Na nota emitida mês passado, contrária às reformas, a CNBB afirmou que "O debate sobre a Previdência não pode ficar restrito a uma disputa ideológico-partidária, sujeito a influências de grupos dos mais diversos interesses." Um trecho como esse cita também bancadas como a da bala e a evangélica no Poder Legislativo?

STEINER – Não estamos falando dessas bancadas, especificamente. Estamos falando de pessoas que tenham interesse de facilitar o mercado em detrimento do cidadão. É uma questão ética. A Constituição Federal de 1988 colocou uma questão muito importante: criou uma espécie de solidariedade social com a Previdência. Sentimos que essa solidariedade social dentro dessa nova proposta está sendo rompida.

UOL – E qual o efeito mais imediato desse "rompimento"?

STEINER – Qual a contribuição que podem dar, por exemplo, para as pessoas que vivem de uma cultura de subsistência? Ainda não temos incluídas na Previdência todas as pessoas. Tivemos o acréscimo de 13 milhões de pessoas que estavam fora da Previdência Social, mas, com a Constituição, devagar, foram sendo incluídas. Com a nova reforma, temos a sensação de que elas serão completamente excluídas. Temos povos indígenas e outros pequenos que ainda não têm contato com a sociedade --e como serão inseridos? Como essas comunidades distantes, como os quilombolas, serão inseridas? Existe um corte muito claro da solidariedade social.

UOL –  "Mais que apoio político, é preciso apoio humanitário" às reformas, salientou esta semana o presidente da CUT, Vagner Freitas, depois de se reunir com a CNBB para falar sobre as reformas em curso. Na prática, o que isso vai significar?

STEINER – É preciso apoio humanitário no sentido de haver solidariedade social: o Estado deve cuidar dos mais frágeis e assistir as pessoas. Se em uma família nasce uma criança que tenha necessidades especiais, por exemplo, pode ser que, até determinado tempo, essa família dê conta dessa situação. Se não conseguir, o Estado terá que suprir, isso é uma questão de humanidade. Mas também é preciso fazer a diferenciação entre homem e mulher na questão de idade mínima, bem como às profissões que têm uma exigência maior, e não só pelo aspecto da insalubridade. Exigir de todos dentro de uma mesma regra demonstra falta de solidariedade social.

Isso está expresso também no fato de que não se pode pensar na Previdência apenas como contribuição do trabalhador e da cota patronal. O Estado, na coleta que faz de impostos, também tem uma obrigação. Isso eu também chamo de solidariedade social. Não se pode pensar simplesmente que a contribuição do trabalhador e a cota patronal serão suficientes para assistir tantas pessoas. É claro que não serão suficientes. É preciso criar então outros mecanismos que ajudem nessa solidariedade social.

UOL – De que maneira a CNBB considera que é preciso "movimentar a sociedade" em relação às reformas, como dirigentes da entidade colocaram, publicamente, nos últimos dias?

STEINER – Debatendo isso, o que já está acontecendo, hoje, por exemplo, pelo diálogo nas comunidades e nas audiências públicas em diversos municípios. Buscamos criar consciência e levar as pessoas a perceberem as dificuldades dessa reforma e propor, de outro lado, soluções. Não vemos, aliás, nenhum problema de que pessoas se manifestem sobre isso, publicamente, nas ruas. Aliás, são importantes as manifestações para que o Congresso e o Executivo percebam que a sociedade está atenta agora, e não apenas em relação às eleições de 2018.

UOL – O presidente da CNBB, Dom Sergio da Rocha, afirmou em entrevistas que o tema das reformas precisa ser debatido nas comunidades, mas deixou a forma como isso será feito a critério dos bispos diocesanos. O senhor vê com bons olhos um padre abordar criticamente a reforma em uma missa, por exemplo?

STEINER - Sugerimos aos bispos para lerem a nota da CNBB [sobre a reforma da previdência] nas missas. Não é uma posição político-partidária, mas política, no sentido da polis, do cuidado de todas as pessoas. É importante que se debata e que se converse sobre isso. E faremos. É importante lembrar, aliás, que a própria lei impõe restrições à atuação político-partidária dentro das igrejas. Mas abordar questões tão importantes sobre a questão do trabalho, da previdência, e outras, como aborto, têm a ver com política, só que no sentido do bem comum. Aqui não se está atacando o governo, mas se está atacando propostas – e dialogando sobre propostas. Acho que é bem diferente.

UOL – Há alguma conversa entre a Igreja Católica e outras religiões sobre essas reformas?

STEINER – Não temos nada estabelecido nesse sentido, nada oficial, ainda que haja, claro, um diálogo entre as religiões. Mesmo porque várias igrejas têm tomado essa iniciativa também e emitido notas, como fizemos.

UOL - Em que ponto se verificou a necessidade de a Igreja chamar para si essa articulação – lembrando que a CNBB tem se reunido, nos últimos dias, com entidades como a CUT e outras centrais sindicais?

STEINER –A CNBB é procurada para debater muitos temas, não se recusa a receber ninguém --inclusive quem tem posições contrárias. Nesses momentos de maior tensão muitas entidades e pessoas nos procuram. Claro que isso ajuda a refletir, e tudo o mais. Mas em se tratando de temas que envolvem os mais pobres e os mais fragilizados, temos nos manifestado e procurado dialogar com Executivo e Congresso. Sempre temos feito isso.

UOL - As reformas do governo Temer podem pautar de alguma forma a Assembleia Geral da CNBB [que acontece de 26 de abril a 5 de maio]? Como será a participação da entidade, este ano, nos eventos do 1º de Maio, que devem ter um contorno político forte por conta das reformas?

STEINER – A pauta e os temas das assembleias são sempre preparados com antecedência; as notas e manifestações são decididas no início. Mas sempre temos nos manifestado como CNBB para o 1º de Maio. Certamente acontecerá de novo este ano, da mesma forma que vai haver uma manifestação dos bispos na assembleia sobre as reformas.

UOL – Ao se referir à reforma, a CNBB tem se mostrado preocupada com aqueles que ficam expostos à vulnerabilidade social e chegou a defender que "nenhuma solução para equilibrar um possível déficit pode prescindir de valores éticos-sociais e solidários." Nesse contexto, como a entidade avalia o cenário atual de polarização política no país, e em que medida discursos como o do deputado Jair Bolsonaro, que se coloca pré-candidato à Presidência, mas que, em declarações recentes, fez ataques à figura da mulher e do negro, contribui ou não para isso?

STEINER – Creio que, em relação à reforma da Previdência e outras reformas, não existe muita polarização. E acho que a polarização está diminuindo cada vez mais. Existe uma tensão crescente, mas não na sociedade: é uma tensão no sentido de que essa reforma, do jeito que está, não deve passar.

Penso que sobre a polarização politica, existe hoje, de um modo geral, mais possibilidade de diálogo.

Sobre os discursos, internamente ainda não conversamos oficialmente sobre isso. Mas é claro que todas as declarações que levam ao descarte das pessoas ou ao preconceito nunca são convenientes a um debate político --isso prejudica a própria política, que é muito importante. Vemos crescer um preconceito contra a política, mas ela é necessária até como elemento que ajude na construção da harmonização social.

Louvado O Senhor Jesus Cristo para sempre.

terça-feira, 28 de março de 2017

Jair Bolsonaro e o deputado do Pros Eros Biondini da Renovação Carismática da Igreja Católica gastam R$ 28 mil mensais com Correios.

https://noticias.uol.com.br/politica/ultimas-noticias/2017/03/27/filha-de-jefferson-deputado-do-pros-e-bolsonaro-gastam-r-28-mil-mensais-com-correios.htm

Deputado do Pros e Bolsonaro gastam R$ 28 mil mensais com Correios

Em um ano, 564 deputados federais, entre eleitos e suplentes, utilizaram R$ 3.987.966,95 em serviços postais da chamada cota parlamentar, verba indenizatória concedida pela Câmara dos Deputados - são cerca de R$ 332 mil mensais.

Os parlamentares que mais utilizaram os serviços postais da chamada cota parlamentar, verba indenizatória concedida pela Câmara dos Deputados Eros Biondini (Pros-MG) e Jair Bolsonaro (PSC-RJ). Eles gastaram o equivalente a 8,41% do total de gastos dos demais deputados, ao mesmo tempo em que o trio representa apenas 0,53% do total que pediu ressarcimento à Câmara pelas despesas. A média mensal de despesas é de R$ 27.951.

Um só deputado enviou mais de 149 mil cartas no ano. Eros e Bolsonaro foram os campeões de envio de correspondência. O deputado mineiro, integrante da Renovação Carismática da Igreja Católica e ex-apresentador do programa "Mais Brasil", da TV Canção Nova, enviou 149.009 cartas no período, além de 233 correspondências registradas. Seu gasto com correspondências foi de R$ 115.636,72.

Louvado seja O Senhor Jesus Cristo para sempre.

quinta-feira, 16 de março de 2017

Pastor Stefani Saad. Ex-maçom grau 33 fala da maçonaria. Ex-maçom grau 33, o  Pr. Stefani Saad foi guarda de selo no estado do Espírito Santo por mais de 10 anos e falou de fatos ocorridos neste tempo. "A igreja está sendo usada pelo diabo". "A igreja é caixa 2". "Satanás está dentro da igreja evangélica. Onde está a mentira está satanás. Eu tinha honra e glória na maçonaria. Viajei 23 países nunca paguei nada." O  Pr. Stefani Saad Denunciou que Pastores de Igrejas Cristãs de Grande Influência são maçons. Pessoas sem escrúpulos enganam as ovelhas  das igrejas evangélicas porque Jesus renunciou ao Prestígio e ao Poder. "Pastores evangélicos buscam na maçonaria com satanás o que Jesus rejeitou e condenou  no deserto: PODER E GLÓRIA". "A ordem maçônica é um bom lugar para ir para o inferno de trenó inclusive". "Satanás disse se prostrares e me adorais te darei o reino (poder e glória), os pastores maçons são agentes de satanás". "AROLDE DE OLIVEIRA É MAÇOM". "SILAS MALAFAIA É MAÇOM". "Quase todas as lideranças evangélicas no país são maçons. Se eles forem perguntados se são maçons, pelas leis maçônicas, terão de negar até a morte". "Nós estamos levando novamente o Senhor Jesus para a cruz". "A gente está preocupado com uso e costumes: usar saia, ensinar que é pecado beber fumar bailar mas não é pecado mater o povo analfabeto com insanidade comportamental e sem cidadania". "A igreja virou um comércio com muito lucro". "Não abram as portas para os cantores evangélicos de estrelatos. Para ter sucesso tem que ser maçom. Cantores evangélicos de sucesso e pastores com mais de 5000 membros com fortunas são maçons". "É difícil largar condições financeiras e status para seguir o evangelho de Jesus". O  Pr Stefani Saad deixou a Maconaria e resolveu abrir a  boca, fez testemunho, revelações e desapareceu.


Pastor Stefani Saad
 Ex-maçom 33º grau
Mensagem e Alerta para a Igreja Brasileira do ex-maçom grau 33
"A igreja está sendo usada pelo diabo".
"Pastores evangélicos buscam na maçonaria com satanás o que Jesus rejeitou e condenou  no deserto: PODER E GLÓRIA".
"A ordem maçônica é um bom lugar para ir para o inferno de trenó inclusive".
"Satanás disse se prostrares e me adorais te darei o reino (poder e glória), os pastores maçons são agentes de satanás"
"AROLDE DE OLIVEIRA É MAÇOM"
"SILAS MALAFAIA É MAÇOM"
"A gente está preocupado com uso e costumes: usar saia, ensinar que é pecado beber fumar bailar mas não é pecado mater o povo analfabeto com insanidade comportamental e sem cidadania"
"As nossas igrejas se tornaram uma insanidade com pastores e lideranças sem escrúpulos".
 "A igreja virou um comércio com muito lucro".

O  Pr Stefani Saad deixou a Maconaria e resolveu abrir a  boca, fez testemunho, revelações e desapareceu.
 
Ex-maçom grau 33, o  Pr. Stefani Saad foi guarda de selo no estado do Espírito Santo por mais de 10 anos e falou de fatos ocorridos neste tempo.
O  Pr. Stefani Saad Denunciou que Pastores de Igrejas Cristãs de Grande Influência são maçons.
Pessoas sem escrúpulos enganam as ovelhas  das igrejas evangélicas porque Jesus renunciou ao Prestígio e ao Poder.
"Satanás está dentro da igreja evangélica. Onde está a mentira está satanás. Eu tinha honra e glória na maçonaria. Viajei 23 países nunca paguei nada."

"Não abram as portas para os cantores evangélicos de estrelatos. Para ter sucesso tem que ser maçom. Cantores evangélicos de sucesso e pastores com mais de 5000 membros com fortunas são maçons".

"Quase todas as lideranças evangélicas no país são maçons. Se eles forem perguntados se são maçons, pelas leis maçônicas, terão de negar até a morte".

"É difícil largar condições financeiras e status para seguir o evangelho de Jesus".

"A igreja é caixa 2".

"Nós estamos levando novamente o Senhor Jesus para a cruz".



Louvado seja O Senhor Jesus Cristo para sempre.

sexta-feira, 24 de agosto de 2012

A ideologia maçônica na Igreja Católica. Apologia da Maçonaria na Missa. Catolicismo dá bênção para o ocultismo durante a liturgia e celebra em intenção da Loja Maçônica. UMA VELA PARA DEUS E OUTRA PARA A MAÇONARIA. MAU EXEMPLO. EXALTAÇÃO DE SÍMBOLOS MAÇÔNICOS EM IGREJAS CATÓLICAS.





https://fratresinunum.com/2012/08/24/missa-dia-do-macom/

Missa em homenagem a Maçonaria na Diocese de Pesqueira em Pernambuco

As fotos da Missa celebrada em 24/08/2012 em apologia a Maçonaria pelo Padre Geraldo de Magela Silva foram divulgadas na página da própria Maçonaria. O padre Geraldo é pároco da Paróquia Nossa Senhora da Conceição em Belo Jardim, Pernambuco.



http://imagensdaapostasia.blogspot.com.br/2010/05/dom-bernardino-marchio-bispo-de-caruaru.html
Dom Bernardino Marchió (Bispo de Caruaru - PE) com maçons em 2010

https://verdadeiromododever.wordpress.com/2010/06/30/absurdomissa-em-intencao-da-loja-maconica-em-matipo/
30/06/2010
Missa em intenção da Loja Maçônica em Matipó
A Paróquia de São João Batista na cidade de Matipó em MG sob a responsabilidade dos Padres JoséBosco de Resende e Luiz Martins Neiva em Missa em intenção da Loja Maçônica João Mendes Magalhães.

Missa celebrada pelo Bispo Diocesano em PESQUEIRA pelo Dia do Maçom em 19 de agosto às 19 horas.
 http://goipe.chez.com/gabinete.html


 Missa da Maçonaria em Cajazeiras 22/08/2012
 http://regeneracaocajazeirense.blogspot.com.br/2012/08/missa-pelo-dia-do-macom-em-cajazeiras.html

Na noite de 22 de agosto os Maçons da região de Cajazeiras - PB de várias Lojas foram homenageados na Missa presidida pelo padre Janilson pároco.


2011
http://jornaloguarany.blogspot.com.br/2011/12/maconaria-e-igreja-catolica-romana.html
O Bispo Emérito da Diocese Itabira-Coronel Fabriciano MG, Dom Lelis Lara, consultor Jurídico da CNBB deu palestra no Templo da Loja Maçônica  União de Ipatinga no centro dessa cidade.

http://oseias46a.blogspot.com.br/2013/11/igreja-catolica-apostolica-romana.html


FAMOSA IGREJA DE CANELA NO RIO GRANDE DO SUL
 

IMAGEM FOTOGRAFADA NA CATEDRAL DA SÉ EM SÃO PAULO


Católica em Liege , Bélgica

Católica de Lubaczow , Polônia

IGREJA CATÓLICA EM PRAGA

 SÍMBOLO DA MAÇONARIA NO ALTAR DA IGREJA


Louvado seja O Senhor Jesus Cristo para sempre.