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domingo, 1 de julho de 2012

Bairro Jardim das Acácias em Belford Roxo: abandono e sofrimento há mais de 30 anos. Não há saneamento básico, coleta de lixo regular e posto de saúde. Carro, ambulância ou caminhão de entrega não entra quando chove. Moradores perdem sofá, colchão, fogão com a chuva e têm que retirar a lama dos cômodos. Rua Jabotia, rua Fiscalização, Rua Civilizados, rua Araucária entre outras estão tomadas por matagal e valas negras a céu aberto. Ratos saem da vala de esgoto e invadem a residência.


Geni da Silva Pereira tem 60 anos. Ela mora no bairro Jardim das Acácias em Belford Roxo há mais de 30 anos. Desesperada, ela relata o abandono do bairro e diz que só Deus para livrar os moradores de lá desse sofrimento.

A maioria dos moradores se sentem desrespeitados pelo poder público há anos. Não há saneamento básico, coleta de lixo regular e posto de saúde. O vigilante José Olimpio de 51 anos disse que parece que eles moram no fim do mundo.

Ele contou indignado que carro, ambulância ou caminhão de entrega não entra quando chove. Mesmo com sol forte a Rua Ariri, portal de entrada do bairro estava intransitável por conta das poças de lama.

As ruas estão tomadas por matagal e valas negras a céu aberto. Roselene da Silva de 46 anos disse que eles têm que virar malabaristas para entrar e sair de casa. Ela tem obstáculo formado por mato, lama e esgoto em frente ao seu portão. Ela disse que deixou o bairro da Posse em Nova Iguaçu para morar nesse inferno. Ela desolada contou que já perdeu sofá, colchão e fogão e passa a madrugada retirando lama dos cômodos.

Geni da Silva Pereira conta que ratos saem da vala de esgoto e invadem a residência. "Já nao sei para quem apelar já que o governo desconhece a nossa existência".

http://belfordroxoonline.blogspot.com.br/2012/07/jardim-das-acacias-em-belford-roxo-nao.html

sexta-feira, 1 de julho de 2011

Belford Roxo, tem a segunda maior média do país de internação por diarreia. No período, o Sistema Único de Saúde (SUS) desembolsou R$ 138.375/100 mil habitantes, o segundo maior gasto do país. Os dados de 2010 mostram que 39,3% do esgoto da cidade eram coletados e apenas 2,21%, tratados, a sexta pior colocação entre as cidades analisadas. Há muita lama, água suja, ruas sem asfalto e muito esburacadas, lixo por toda parte, valão sujo e falta de iluminação, além do mau cheiro. É muita poeira, muita doença, muito bicho, o risco é grande”. As empresas não querem entregar os produtos aqui por causa dos buracos. A falta de produto acaba afastando as pessoas. Quando chove empoça muita água, fora os bichos. Tem muitos ratos”.



Belford Roxo, tem a segunda maior média do país de internação por diarreia, com 367,1 por 100 mil habitantes, atrás de Ananindeua, no Pará. É o que mostra a pesquisa Esgotamento Sanitário Inadequado e Impactos na Saúde da População, feita pela Organização da Sociedade Civil de Interesse Público (Oscip) Instituto Trata Brasil, com dados de 2008 a 2011.
 
O estudo, que avaliou os 100 municípios mais populosos do país, mostra que, em 2011, 66,1% das internações foram de crianças, o que colocou a cidade na 11ª posição dentre os piores resultados. No período, o Sistema Único de Saúde (SUS) desembolsou R$ 138.375/100 mil habitantes, o segundo maior gasto do país. Os dados de 2010 mostram que 39,3% do esgoto da cidade eram coletados e apenas 2,21%, tratados, a sexta pior colocação entre as cidades analisadas.

Pelas ruas de localidades como São Francisco e Xavantes, visitadas , há muita lama, água suja, ruas sem asfalto e muito esburacadas, lixo por toda parte, valão sujo e falta de iluminação, além do mau cheiro. A cabeleireira Jaciara Batista, de 44 anos, diz que a falta de cuidado com a cidade afasta os clientes. “Já falamos com o prefeito e a desculpa dele é que é impossível resolver tudo de uma vez. É muita poeira, muita doença, muito bicho, o risco é grande”.

A comerciante Rosângela Moreira, de 35 anos, conta que também tem prejuízos com os fornecedores. “As empresas não querem entregar os produtos aqui por causa dos buracos. A falta de produto acaba afastando as pessoas. Quando chove empoça muita água, fora os bichos. Tem muitos ratos”.

Aos 70 anos, a dona de casa Maria do Nascimento mora há 42 anos perto do Rio Botas e diz que já foi até picada por cobra. “O mau cheiro que fica dentro de casa, a quantidade de ratos, de cobras. Nesses dias, que abriu um solzinho, você olhava ali para o canto e não via apenas uma cobra, via várias”, conta. Além disso, ela relata que, nas cheias, a água invade as casas.

“Todo ano a prefeitura diz que colocará manilha para resolver um pouco o problema das cheias, mas abre a vala e nunca resolve nada, apenas piora. 

A prefeitura de Belford Roxo foi procurada para comentar os dados da pesquisa e as condições de saneamento básico da cidade, mas não se pronunciou até o fechamento da matéria.

Fonte: Agência Brasil


Louvado seja Nosso Senhor Jesus Cristo para sempre.

sexta-feira, 1 de julho de 2005

Há uma casa na Rua Abaeté no bairro Recantus / Babi no município de Belford Roxo que está abandonada há 2 anos e servindo de abrigo para ratos, insetos e mosquitos da dengue. O local também serve de esconderijo para os marginais.


Há uma casa na Rua Abaeté no bairro Recantus / Babi no município de Belford Roxo que está abandonada há 2 anos e servindo de abrigo para ratos, insetos e mosquitos da dengue. O local também serve de esconderijo para os marginais.

Louvado seja Nosso Senhor Jesus Cristo para sempre.