A professora do Ensino Médio e Superior Camila Godoi foi demitida na virada de semestre de 2015 nas 2 escolas onde trabalhou há 20 anos, o Colégio Anglo Jacareí e o Colégio Cristão de Jundiaí porque os mantenedores de ambas as escolas tomaram conhecimento de que ela é uma mulher transgênera; e, se preparava para viver, a partir de 2016, publicamente como mulher.
As demissões ocorreram mesmo ela sendo uma profissional respeitada entre os alunos, os funcionários e os demais professores ao longo dos 20 anos. A professora Camila contava com o apoio das pessoas para assumir a sua identidade de gênero a partir do ano seguinte.
Quando souberam da demissão da professora, os alunos começaram uma campanha no Facebook de apoio que se alastrou e tomou grandes proporções.
DEPOIMENTO de Helo Rutfon
"Com 20 anos de docência, Camila Godoi conhecia e entendia seus alunos de forma invejável. Lecionava física com irreverência e clareza, o que a fazia admirada por muitos alunos. Sei que deixou saudade nos tantos alunos que foram se formando por esse caminho. E deixou também tantas outras lições sobre pessoas, sobre respeito e sobre igualdade.
E agora eu tenho certeza ela é capaz de ensinar muito mais, pois livre das amarras que as faziam ser aquilo que não era, todas as suas capacidades seriam redobradas, já que junto a sua competência, andaria a sua felicidade. Mas, infelizmente, essa felicidade incomoda muita gente que não aprendeu na sala de aula, nas redes sociais, em casa ou na vida, que ser aquilo que somos e respeitarmos ao próximo é muito mais importante que os conteúdos escolares.
É triste pensar que a Escola muitas vezes não dá conta de ensinar aquilo que se propõe ainda lá no ensino básico: respeitar o coleguinha. Mais lamentável ainda é ver escolas ensinando o oposto a todos os seus alunos: a intolerância. A brilhante, competente e admirada professora, com 20 anos de docência, ao se assumir mulher transgênera recebe como resposta das duas escolas em que trabalha a demissão. Não é o primeiro caso, mas não podemos aceitar que essas instituições continuem condenando à margem essa população".
DEPOIMENTO de Ana Carolina Oliveira
" Ontem foi dia do estudante e resolvi homenagear a Camila, uma das professoras que fez parte da minha vida escolar. Camila entrava na sala e em dois minutos enchia o quadro com suas fórmulas de física. Enquanto esperava que nós, seus alunos, copiássemos a matéria, ía de carteira em carteira nos cumprimentando pelo nome, olhando em nossos olhos e realmente sendo uma profissional que fazia a diferença. Ainda faz e ainda é.
Escolhi a Camila para homenagear no dia do estudante, pois conheci Camila como Eduardo. Um Eduardo que fazia seus alunos aprenderem num "vapti vaupti" e fazia questão de escrever "vai curintia" cada vez que seu time ganhava. Mas Camila não se sentia Eduardo. Camila se libertou das algemas da sociedade, dos preconceitos e dos esteriótipos. Camila enfrentou e ainda enfrenta desafios que muitos de nós não conseguiríamos, por simplesmente ser quem ela é. Obrigada Camila, por apesar de sofrer transfobia, continuar nos dando essa grande aula sobre a vida, sobre respeito e sobre a felicidade.
Vim convidar você, que leu este post até aqui, para se unir a nós nessa causa e sermos todos Camila. Uma exemplar professora de Física que foi demitida de seus dois empregos por simplesmente não ser Eduardo. Camila, você definitivamente marcou muito além da minha vida escolar. Tenho certeza que muitos "Recordar é viver" serão escritos em novas salas de aulas que você irá lecionar.
Que um dia eu seja uma mulher tão corajosa, tão forte e tão poderosa como você é.
#somostodosCamila
LÍVIA ALMEIDA
"Tive o prazer de trabalhar com a professora Camila Godoi no Colégio e sei que ela é uma pessoa fantástica e com um caráter excelente".
DEPOIMENTO de Cilene Marcondes
"Camila é uma grande amiga. Uma mulher que precisa ser mais forte que todas as mulheres, o que por si já é injusto.
Cá é uma mulher trans. E que há pouco tempo reuniu forças para assumir seu gênero. Por isso, já sofreu todo tipo de perda e medo.
Mas sofrer a pior forma de exclusão em escolas onde ela educou por 20 anos, com excelência e total admiração e respeito dos alunos e colegas é inadimissível. É o oposto de educar. Isso é reforçar toda forma de preconceito, ódio e violência.
Os administradores dessas escolas têm sim o dever de responder legalmente pelo ato misógeno e hipócrita.
Cá, SOMOS TODOS CAMILA!"
DEPOIMENTO de Marylin Lima
" Na escola ela ainda não era Camila. E a escola estava a par da transgeneridade há um tempo. A demissão foi por ela ser uma mulher transgênera sim. Como homem hétero cis, conquistou muito profissionalmente. Agora, como mulher trans, em processo para viver como tal de vez, está vivenciando perdas. Inadmissível".
Esta é Camila.
E sua história nas escolas foi interrompida por ignorância e estupidez de quem não compreende as dores de pessoas transexuais.
Ela foi demitida por pura e simplesmente assumir a sua transexualidade.
Eu a conheço pessoalmente e, por questão de meses, não fui seu aluno no colegial. Hoje sou seu amigo pessoal.
É por isso que hoje eu faço parte dessa campanha por ela, pelo direito de trabalhar, de sermos nós mesmos.
#somostodoscamila
A professora Camila fez vídeos falando sobre a sua experiência como mulher transgênera na internet.
DEPOIMENTO de Erick Barbi
" Uma profissional que leciona e encanta alunos há 20 anos.Esta é Camila.
E sua história nas escolas foi interrompida por ignorância e estupidez de quem não compreende as dores de pessoas transexuais.
Ela foi demitida por pura e simplesmente assumir a sua transexualidade.
Eu a conheço pessoalmente e, por questão de meses, não fui seu aluno no colegial. Hoje sou seu amigo pessoal.
É por isso que hoje eu faço parte dessa campanha por ela, pelo direito de trabalhar, de sermos nós mesmos.
#somostodoscamila
DEPOIMENTO de Allan Marrone Marcolino
"Recentemente, uma professora amiga minha foi demitida. Quando eu tive aulas com ela conheci uma professora excelente, sempre muito didática, empenhada e disposta a ajudar os alunos. Isso não mudou desde então. O que mudou foi apenas o gênero com que ela se apresenta. Camila é uma mulher transgênera que foi demitida de escolas em que dava aula porque tinha finalmente encontrado coragem e força para assumir sua identidade. O que essas escolas fizeram ao agir desse modo tem um nome: transfobia. O que elas estão ensinando aos alunos? Que é certo reproduzir a mesma violência que a gente vê todos os dias contra as pessoas trans, marginalizando-as e excluindo-as do mercado de trabalho, desrespeitando as suas identidades e a sua dignidade enquanto pessoas. Não podemos deixar que escolas continuem reproduzindo o pensamento que sustenta esse ódio que exclui, xinga, estupra e mata. Ao invés de colocar essas questões em pauta nas salas de aula, ensinando nossos alunos sobre todas as possibilidades de expressão de gênero e sexualidade, essas escolas estão lhes ensinando o ódio e a exclusão. Por isso hoje eu venho aqui para dizer não à transfobia nas escolas.
Camila tinha dois empregos, ambos como professora, quando atendia por Eduardo. Camila não se sentia Eduardo.
Quando cansou de se reprimir e decidiu mostrar às pessoas quem relamente é, foi demitida.
Quantas Camilas ainda terão que perder seus empregos para aceitarmos que nem todos nascem cis-gêneros?
Quanto tempo vamos demorar para entender que não temos o direito de impor a maneira com que as pessoas devem se vestir ou se enxergar? Se a Camila não se sente Eduardo, eu tenho algum direito de desrespeitar isso?
Estamos falando de um SER HUMANO que leciona há 20 anos, já foi primeira colocada geral em vestibulares da UNICAMP e agora está desempregada por causa de preconceito!
Será que agora que ela se veste como mulher (porque ela sempre foi mulher, mesmo que você não entenda/ concorde) ela desaprendeu como ensinar física à seus alunos? Será que agora o seu currículo tem menos valos?
Diga não à transfobia nas escolas, diga não ao preconceito.
"Me desculpe pelo esboço, linhas tortas e partes inacabadas, faz um ano que não desenho, perdi um pouco a prática, mas me surgiu um momento de inspiração que eu não podia deixar se esvair". (Leticia Martins)

"Camila é uma excelente profissional. Todos que tivemos o privilégio de estar na sua companhia podemos atestar isso".
Eu a admiro e a respeito!"
Sendo assim, como pode uma professora competente e paciente ser demitida única e exclusivamente pela sua identidade de gênero?
NÃO JULGUE O QUE VOCÊ NÃO ENTENDE! Sabe quem fazia isso? Hitler".
A Escola demitiu Camila por um e-mail informando que os alunos não deveriam tomar conhecimento desse lado de sua vida pessoal.
ASSUNTO: Colégio Cristão - IMPORTANTE
Olá, Godoi
Desde o dia em que você, dignamente, nos comunicou sobre sua condição pessoal, venho tentando conduzir o assunto da forma mais "justa" possível, considerando que sua conduta profissional é merecedora de elogios.
No entanto era imprescindível que o sigilo dessa sua condição fosse mantido junto à comunidade escolar, devido aos valores que a instituição escolheu defender quando estabeleceu o nome Cristão.
Sabemos que seus planos de vida já previam o futuro desligamento do Colégio, mas, infelizmente, teremos que antecipar esse fato para esse semestre.
Precisamos formalizar o seu desligamento e, para tanto, poderemos ir ao seu encontro amanhã, no endereço em que estiver. Peço, apenas, que nos comunique qual o melhor horário e local.
Aguardo
Meu eterno abraço
Diretora Pedagógica
Colégio Cristão Jundiaí
Elogiaram a conduta dela como professora e afirmaram que estavam a demitindo por causa da aparência e que não seria demitida se tivesse ficado no armário".
... O diretor a trata incessantemente no masculino.
... O delegado que combate o preconceito trata a professora no masculino ...
Nos posicionamos ao lado da professora. Estamos ultrajadas com essa injustiça transfóbica e queremos a sua reintegração. Todo apoio à Camila!
A professora Camila Godoi confirma que o mercado de trabalho tem um preconceito MUITO GRANDE com as pessoas transgêneras.
Camila destaca a importância de não constranger as pessoas ao nosso redor usando nomes, pronomes e adjetivos de forma inadequada.
DEPOIMENTO de Mariana Pereira
"Graças a professora Camila Godoi aprendi inúmeras coisas que vou poder levar comigo dyrante minha vida toda. Amo ela muito! Diga não à transfobia, #somostodoscamila".
DEPOIMENTO de Gabriela Franciscon
"Camila é uma mulher trans, assumida há pouco tempo.Camila tinha dois empregos, ambos como professora, quando atendia por Eduardo. Camila não se sentia Eduardo.
Quando cansou de se reprimir e decidiu mostrar às pessoas quem relamente é, foi demitida.
Quantas Camilas ainda terão que perder seus empregos para aceitarmos que nem todos nascem cis-gêneros?
Quanto tempo vamos demorar para entender que não temos o direito de impor a maneira com que as pessoas devem se vestir ou se enxergar? Se a Camila não se sente Eduardo, eu tenho algum direito de desrespeitar isso?
Estamos falando de um SER HUMANO que leciona há 20 anos, já foi primeira colocada geral em vestibulares da UNICAMP e agora está desempregada por causa de preconceito!
Será que agora que ela se veste como mulher (porque ela sempre foi mulher, mesmo que você não entenda/ concorde) ela desaprendeu como ensinar física à seus alunos? Será que agora o seu currículo tem menos valos?
Diga não à transfobia nas escolas, diga não ao preconceito.
Izadora Amaral
"Diante das dificuldades e preconceitos, sinto-me na obrigação de agradecer a professora Camila, dizer que ela é uma excelente professora e pessoa. Graças a toda ajuda seja na química ou me incentivando na vida difícil de cursinho, eu consegui ir muito além de todas as minhas expectativas. Obrigada, espero que a senhora conquiste todos os sonhos, assim como (graças a sua ajuda) eu consegui conquistar os meus".
Carolina Maio Cavalcante
"Eu era aluna dela e super entendo e apoio tudo. Ela é uma ÓTIMA PROFESSORA".
Maria Vanessa M. Cruz
"Homenageando a minha querida amiga e professora Camila Godoi (Camila Em Flor), por ter sido demitida por duas escolas pelo preconceito".
Leticia Martins
"Eu só queria passar pra deixar minha singela demonstração de carinho, apoio e admiração pela minha queridíssima ex-professora. Um grande beijo". "Tamo junto"."Me desculpe pelo esboço, linhas tortas e partes inacabadas, faz um ano que não desenho, perdi um pouco a prática, mas me surgiu um momento de inspiração que eu não podia deixar se esvair". (Leticia Martins)
Ex alunos
"Nós, ex alunos, nos posicionamos contra toda e qualquer manifestação de transfobia. Estamos com você nessa, Camila!"
Marcella Hammel Bortolato
"Sempre houve reclamação quanto ao baixo rendimento de outros professores em sala de aula, mas nenhum outro foi demitido até então".
Gileide Oliveira

"Camila é uma excelente profissional. Todos que tivemos o privilégio de estar na sua companhia podemos atestar isso".
Olívia Sato Stella
"Professora super competente, paciente e com uma didática fantástica ..."
Paloma Alvares
"Depois de ver várias pessoas entrando nessa campanha, e depois de ver o triste e transfóbico caso da demissão da minha antiga professora e amiga Camila da escola onde estudava ir parar até mesmo na televisão, resolvi também entrar na campanha Somos Todxs Camila, para demonstrar minha indignação com esse caso tão absurdo, e também para demonstrar o apoio e o carinho que eu sinto não só pela Camila, mas por todxs xs trans, que todos os dias sentem o peso de tanto preconceito não só nas escolas, mas em TODOS os setores da sociedade ... TRANSFOBIA NÃO PASSARÁ!"
Ana Paula Tezin Bezerra
"Quem dera se todos os docentes fossem metade do que a Camila Godoi é: íntegra, esforçada e dedicada.Eu a admiro e a respeito!"
Juliana Quintino Vieira Galdi
"Fui aluna da Camila de 2005 a 2007 e sou testemunha da sua competência. Gente, sou de Humanas, não sei fazer conta, e perdi a conta (ha!) de quantas vezes ela ficou comigo após a aula me explicando o que quer que fosse quantas vezes fosse necessário até eu entender. E eu entendia.Sendo assim, como pode uma professora competente e paciente ser demitida única e exclusivamente pela sua identidade de gênero?
NÃO JULGUE O QUE VOCÊ NÃO ENTENDE! Sabe quem fazia isso? Hitler".
A Escola demitiu Camila por um e-mail informando que os alunos não deveriam tomar conhecimento desse lado de sua vida pessoal.
ASSUNTO: Colégio Cristão - IMPORTANTE
Olá, Godoi
Desde o dia em que você, dignamente, nos comunicou sobre sua condição pessoal, venho tentando conduzir o assunto da forma mais "justa" possível, considerando que sua conduta profissional é merecedora de elogios.
No entanto era imprescindível que o sigilo dessa sua condição fosse mantido junto à comunidade escolar, devido aos valores que a instituição escolheu defender quando estabeleceu o nome Cristão.
Sabemos que seus planos de vida já previam o futuro desligamento do Colégio, mas, infelizmente, teremos que antecipar esse fato para esse semestre.
Precisamos formalizar o seu desligamento e, para tanto, poderemos ir ao seu encontro amanhã, no endereço em que estiver. Peço, apenas, que nos comunique qual o melhor horário e local.
Aguardo
Meu eterno abraço
Diretora Pedagógica
Colégio Cristão Jundiaí
Luisa Stern (Advogada)
"Show de horror, pelo fato em si. A demissão da professora Camila Em Flor porque ela assumiu sua identidade feminina e isso violaria os princípios "cristãos" da escola.Elogiaram a conduta dela como professora e afirmaram que estavam a demitindo por causa da aparência e que não seria demitida se tivesse ficado no armário".
Luiza Coppieters
"Um show de horror atrás do outro, da empresa (autodenominada cristã) à mídia ... Tratam a Camila no masculino ...... O diretor a trata incessantemente no masculino.
... O delegado que combate o preconceito trata a professora no masculino ...
Fernanda Vedrossi
"O duro é saber que boa parte dos transfóbicos são "colegas" professores"
COLETIVO ABRE ALAS
O Coletivo Abre Alas repudia qualquer tipo de atitude transfóbica. Manifestamos nosso apoio à professora Camila Godoi que foi femitida de duas escolas em que trabalha após se assumir enquanto mulher trans. Quando relatou às direções das escolas que iniciaria seu processo de transição em 2016, uma das instituições a demitiu, alegando corte de gastos, e a outra exigiu que a professora omitisse a sua identidade de gênero. Hoje, Camila luta na justiça pela sua reintegração aos cargos que ocupava. Nos posicionamos ao lado da professora. Estamos ultrajadas com essa injustiça transfóbica e queremos a sua reintegração. Todo apoio à Camila!
Lu Martins
A luta dela que foi minha professora, e por sinal excelente, comove a todos e demonstra o PRECONCEITO ainda existente, pois como profissional sempre foi impecável e foi mandada embora. É uma pena. A luta das pessoas transgêneras é sofrida.
O Vídeo-blog de Camila já alcançou 10 mil visualizações
A professora Camila Godoi confirma que o mercado de trabalho tem um preconceito MUITO GRANDE com as pessoas transgêneras.
Camila destaca a importância de não constranger as pessoas ao nosso redor usando nomes, pronomes e adjetivos de forma inadequada.
Na internet Camila fez um diálogo respeitoso sobre o tema "transgeneridade".
Camila Godoi explicou que todas as pessoas merecem respeito e amor.
Camila Godoi falou que em qualquer relacionamento afetivo, deve trazer muita paz e muito amor.
Camila falou que ela é apenas ela mesma na sua essência.
"Eu tive o privilégio de estudar numa das melhores universidades do Brasil e do mundo - a UNICAMP - e a oportunidade de construir, ao longo de vinte anos, uma carreira sólida e de sucesso. E, mesmo assim, bastou a minha transgeneneridade tornar-se pública para eu ser humilhada com duas demissões simultâneas. Se, com todos os meus privilégios, eu sofri tamanha violência, é muito importante não esquecermos a maioria da população brasileira - muito mais vulnerável do que eu - que sofre todos os dias com o machismo, o racismo, o capacitismo, a gordofobia, a homofobia, a transfobia e diversas outras formas mais sutis de discriminação e preconceito. Precisamos lutar - todos juntos - para construirmos uma nação mais solidária e tolerante".
A PRÁTICA SISTEMÁTICA E TRANSFÓBICA DA DEMISSÃO DE PROFESSORAS TRANSEXUAIS E O PRECONCEITO NO MERCADO DE TRABALHO. TRANSFOBIA NAS ESCOLAS E NA EDUCAÇÃO PÚBLICA E PARTICULAR. Luíza Coppieters, Camila Godoi, Vitória Bacon, Laysa Carolina Machado, Sangita, Nicolly Bueno, "Natiely", Dávila Medeiros, Mayte Pradocampos, Herbe de Sousa, Thalia Agnys e Faiza Khálida foram algumas professoras





























