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quinta-feira, 18 de junho de 2015

UMA PACIENTE TEVE O ÚTERO RETIRADO DURANTE UMA CIRURGIA DE VESÍCULA EM UM HOSPITAL DE BELFORD ROXO NA BAIXADA FLUMINENSE. ESSA PACIENTE É A kÁTIA REGINA VARGAS DE ARAÚJO DE 45 ANOS E FOI ELA QUEM INFORMOU AO MARIDO QUE HOUVE ESSA TROCA, ESSE PROBLEMA DURANTE A CIRURGIA NA CASA DE SAÚDE E MATERNIDADE NOSSA SENHORA DA GLÓRIA. A kÁTIA SOUBE POR UMA ENFERMEIRA ESSE PROBLEMA. ELA FEZ ESSE PROCEDIMENTO ATRAVÉS DE UMA PARCERIA DO SUS, UM CONVÊNIO DO SUS. Segundo a Secretaria Estadual de Saúde, a Casa de Saúde e Maternidade Nossa Senhora da Glória já havia sido interditada no final de março deste ano por falta de equipamentos, inadequação de estrutura física no processo de trabalho e por indisponibilidade de recursos humanos. Ainda de acordo com a secretaria, a casa de saúde foi reaberta um mês depois após resolver os problemas.


Louvado seja Nosso Senhor Jesus Cristo para sempre.


BELFORD ROXO - A família de uma mulher de 45 anos acusa a equipe médica da Casa de Saúde Maternidade Nossa Senhora da Glória, em Belford Roxo, na Baixada Fluminense, de ter cometido um erro médico: a cuidadora de idosos Kátia Regina Vargas Araújo, de 45 anos, teve o útero retirado em cirurgia que serviria para a extração da vesícula biliar.


Kátia foi submetida ao procedimento nesta quarta-feira, 17. Às 6h da manhã desta quinta-feira, 18, ela ligou para o marido, Arnaldo Pinto Araújo, de 49 anos, dizendo que houve um erro da equipe médica. Algumas pessoas da enfermagem levantaram a hipótese de um engano, já que outra paciente chamada Kátia, que de fato precisava ter o útero operado, aguardava cirurgia no mesmo dia.
A família desde então tenta falar com o médico responsável pela operação, mas ele não foi encontrado. Ele é substituto do profissional que ia operá-la originalmente. Segundo Araújo, a mulher sofre com enjoos e aguardava o procedimento, feito através de um convênio entre o hospital, que é particular, e o Sistema Único de Saúde (SUS), desde dezembro do ano passado. A vesícula de Kátia não foi retirada.

"Conversei com a minha mulher e ela estava tranquila, mas surpresa com a operação" , disse Araújo. Pais de dois filhos, de 21 e 19 anos, eles são casados há 25 anos, completados nesta quarta-feira. "Olha o presente que eu recebi de bodas de prata: minha mulher internada. Seria bom se a operação tivesse sido a certa", criticou.


Desde que conseguiu ver a mulher, na manhã desta quinta, Araújo conta que vem sendo impedido pela equipe do hospital de encontrá-la novamente. Segundo ele, a alta está prevista para esta sexta-feira, 19. Araújo disse também que a operação estava marcada para 28 de maio, mas a Casa de Saúde Maternidade Nossa Senhora da Glória estava fechada. Um dia antes, a Secretaria Estadual de Saúde havia notificado a unidade por diversas irregularidades observadas em vistoria, que acarretavam risco sanitário.
Procurada por telefone, a Casa de Saúde Maternidade Nossa Senhora da Glória não atendeu a reportagem até as 14h desta quinta-feira.

Via Estadão

sexta-feira, 6 de março de 2015

Abortos eram realizados na Rua Adisabel em Nova Aurora no município de Belford Roxo em tapete. Nem cama tinha. O espaço era de 3 metros quadrados. Eram feitos 15 abortos por mês. traficantes e milicianos disputam o poder na localidade, mas as pessoas se arriscavam para fazer o aborto.

Uma mulher foi presa enquanto realizava um aborto em uma clínica clandestina em Belford Roxo, na Baixada Fluminense. Rosane Barboza, de 50 anos, foi presa em flagrante na noite de quinta-feira (5) na casa onde atendia as mulheres.

Na casa, eles apreenderam medicamentos veterinários, um ‘bico de pato’, cinco unidades de vacina e uma seringa sem agulha.

Em depoimento, a suspeita disse que realizava cerca de 15 abortos por mês. Rosana também contou como aprendeu a fazer o procedimento.
— Ninguém me ensinou a fazer nada. Primeiro aprendi a fazer em mim, depois eu fazia nas meninas.

Os policiais chegaram na casa, que fica em uma região disputada pelo tráfico e pela milícia, após uma denúncia. De acordo com as investigações, os abortos eram praticados num quarto com menos de 3 m² em cima de um tapete, sem as menores condições de higiene.

Uma grávida de dois meses também foi detida. Ela tem 25 anos e sete filhos e estava se preparando para fazer o segundo aborto na mesma clínica quando os policiais chegaram. Rosane já foi presa pelo mesmo crime há oito anos.  Agora ela vai responder por aborto com consentimento, cuja pena pode ser de 1 a 4 anos de prisão.

A mulher que pretendia fazer o aborto está grávida de dois meses e iria pagar R$ 100 pelo procedimento. Ela tem 25 anos e sete filhos e estava se preparando para fazer o segundo aborto na mesma clínica quando os policiais chegaram. Ainda segundo os agentes, em seu depoimento Rosani confessou que faz abortos desde 2006 e cobra entre R$ 100 a R$ 600.

A grávida, que não teve a identidade revelada e pretendia passar pelo procedimento sem o consentimento do marido, vai responder em liberdade.

Louvado seja Nosso Senhor Jesus Cristo para sempre.

sexta-feira, 1 de julho de 2005