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sexta-feira, 18 de novembro de 2011

Creche do Barro Vermelho em Belford Roxo. CRIANÇINHAS FAZEM MALABARISMO PARA ENTRAR NA CRECHE SE ARRICANDO A CAIR. HÁ LIXEIRA AO AR LIVRE E ÁGUA PARADA PARA A PROLIFERAÇÃO DO MOSQUITO DA DENGUE, CHICUNGUNHA E ZIKA.


https://www.youtube.com/watch?v=gz7_OXSCN_M
18 de novembro de 2011.

Criancinhas da creche de Belford Roxo têm que se equilibrar em cima do cimento, se arriscando a cair para fugir da água suja da lama. A água parada e o lamaçal ao redor da creche é um transtorno. 

Estudantes e adultos também se arriscam nessa travessia onde há lixo e água parada.


Toda vez que chove é essa agonia para chegar até a entrada da creche. Para as crianças entrarem na creche elas tem que fazer malabarismo. Essa é a situação e ainda tem lixeira vizinha ao ar livre com lixo e poça d`água parada para proliferação do mosquito da dengue, chicungunha e vírus da zika. Pedimos uma pequena consideração da Prefeitura de Belford Roxo e também da Secretaria de Educação do Municipio pelas nossas crianças.


Louvado seja Nosso Senhor Jesus Cristo para sempre.

sexta-feira, 1 de julho de 2011

Descaso total em Belford Roxo. Moradores do Barro Vermelho em Belford Roxo já fizeram várias reclamações junto à Prefeitura sobre o abandono do bairro, mas os problemas continuam sem solução.

JORNAL O DIA
Click do Leitor: Descaso total em Belford Roxo



Belford Roxo - Entulho e lixo se acumulam na Rua 18, esquina com travessa 20, no Conjunto Barro Vermelho, em Belford Roxo, denuncia Dagmar S. da Silva. A leitora reclama que moradores da região já fizeram várias reclamações junto à prefeitura sobre o abandono do bairro, mas os problemas continuam sem solução.

Louvado seja Nosso Senhor Jesus Cristo para sempre.

BELFORD ROXO: Em dias de sol se come poeira e, em tempos de chuva, afunda-se na lama.

O DIA

FOTO: Leitora Dagmar Santos
( O DIA )



Louvado seja Nosso Senhor Jesus Cristo para sempre.

sexta-feira, 1 de julho de 2005

Rua Gatapara, Barro Vermelho, atrás do Fórum. Se chover, só de bota


" RUA GATAPARA, BARRO VERMELHO ATRÁS DO FÓRUM SE CHUVER, SÓ DE BOTA... "
http://www.orkut.com.br/Main#AlbumZoom.aspx?uid=5477167874213884502&pid=1213148685267&aid=1213040362$pid=1213148685267

Louvado seja Nosso Senhor Jesus Cristo para sempre.


OBRAS DO PAC NÃO SÃO FEITAS EM BELFORD ROXO

Cratera em rua de Belford Roxo
http://odia.terra.com.br/portal/conexaoleitor/html/2009/6/click_do_leitor_cratera_em_rua_de_belford_roxo_20757.html
Foto: Leitora Maristela Pinto Nogueira para O DIA

Belford Roxo - A cratera acima, na Rua Andira, antiga Rua Dezoito, esquina com Travessa 21, no Conjunto Barro Vermelho, em Belford Roxo, é apenas uma das muitas a prejudicar as ruas do município, denuncia a leitora Maristela Pinto Nogueira. Ela pede à prefeitura que acabe com os buracos nas vias de Belford Roxo.

Os moradores de Belford Roxo reclamam do desrespeito ao cronograma do PAC - Foto: Cléber Júnior / Extra

JORNAL EXTRA

Obras do PAC não são feitas em Belford Roxo

RIO - O Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) na Baixada Fluminense também não levou benefício algum aos moradores de Belford Roxo. Das 12 obras visitadas na cidade, apenas duas estavam sendo tocadas - ambas são parceria dos governos federal e estadual - e, mesmo assim, vêm sendo alvo de críticas da população. Outras quatro estavam paradas e sete sequer saíram do papel ( assista ao vídeo sobre os transtornos em Belford Roxo ).

Nas ruas Aldebaram, no bairro Jardim Silvana; Nunes Sampaio, em Andrade Araújo; e Alberto Cocoza, em Nova Aurora; os moradores têm algo em comum: eles se auto-intitulam os "sem obras". Todas as três vias constam no cronograma de obras saneamento - orçadas em R$ 5,3 milhões -, mas ninguém viu sequer um funcionário do PAC trabalhando nelas.


- A única obra que tivemos aqui foi há cinco anos. No mais, são os moradores que cuidam para melhorar isso aqui. Fizemos as calçadas, por exemplo - disse a dona de casa Lídia da Silva Cruz, de 48 anos, moradora da Rua Aldebaram.


A única obra que tivemos aqui foi há cinco anos. No mais, são os moradores que cuidam para melhorar isso aqui


Já a dona de casa Cristina Cardoso dos Santos, de 48 anos, moradora da Rua Alberto Cocoza, contou que nunca ouviu nem ao menos comentários de que a via seria beneficiada pelo PAC:


- Moro aqui há 16 anos e nunca vi obra alguma.


A situação não é diferente na Favela da Pera, no Centro. Lá, o projeto de urbanização está orçado em R$ 6,1 milhões. No Lote XV, também não saiu do papel o programa habitacional na localidade de Granja Guanabara. Nada mudou também nos bairros São Vicente e Jardim Santa Marta.




Estação de esgoto fica abandonada

Enquanto uns se queixam de obras que não começaram, os que chegaram a sentir um gostinho do PAC agora só têm reclamações a fazer. É o caso de quem mora na Rua Haway, no Parque São Leopoldo. Segundo o vendedor autônomo Reinaldo de Noronha da Silva, de 26 anos, uma placa anunciando um programa de saneamento foi instalada no início da via e o trabalho começou em agosto do ano passado.


- Mas o serviço parou na véspera da eleição e nunca mais foi retomado. Só o que fizeram foi escavar a rua e colocar manilhas. Mas como elas não foram ligadas à rede, o esgoto volta para os bueiros, que chegam a borbulhar - contou ele, acrescentando: - Pensamos que tudo iria melhorar, mas só piorou.


Ainda de acordo com Reinaldo, a tubulação da Rua Haway deveria estar ligada a uma estação de tratamento construída na Rua Joaquim da Costa Lima, no bairro Santa Amélia. Mas lá, o que se vê são buracos e construções abandonadas.


Em Nova Aurora, moradores afirmam que foram instaladas manilhas em trechos de algumas ruas - mas a pavimentação ficou pela metade.


Construções são criticadas

Mesmo as obras que estão andando são alvo de críticas: no Conjunto Carlos Lamarca, um assentamento de sem-teto onde estão sendo construídas 70 unidades habitacionais, os futuros moradores queixam-se de lentidão no trabalho. O investimento previsto é de R$ 2,2 milhões.

Além disso, houve irregularidade na execução das obras, de acordo com denúncias dos próprios funcionários: como a distância mínima entre as casas não foi respeitada, algumas unidades tiveram que ser reconstruídas. Também não há rede de água nem de energia - teriam sido feitas ligações clandestinas na execução das obras, responsabilidade do governo do estado.

No Barro Vermelho, as obras foram retomadas recentemente, após paralisação de quatro meses, segundo a população.


Operação Anos Dourados da PF
Ministério Público Federal, deflagrou, a operação "Anos Dourados", contra esquema de fraudes em benefícios. Quatrocentos e vinte Policiais Federais cumpriram 69 mandados de prisão temporária e 95 mandados de busca e apreensão. A operação contou com o apoio de 20 analistas previdenciários.

No Rio de Janeiro, houve equipes na Baixada Fluminense em Belford Roxo.


A polícia procurou donos de cartórios, advogados e empresários.


O esquema, que contava com cerca de 100 pessoas, consistia na inserção falsa de informações que indicassem período de trabalho executado para obter benefícios da previdência. Para isso, os fraudadores se valiam de empresas, em nome das quais prestavam informações incorretas à previdência.

Louvado seja Nosso Senhor Jesus Cristo para sempre.

Motoristas e carteiros que trabalham nos Correios de Nova Iguaçu estão sendo vítimas de assalto em Belford Roxo. Mauro César Freitas de Souza, de 36, já foi assaltado dez vezes. Ele revela que há colegas de trabalho que já passaram por esta situação mais de vinte vezes. O carteiro cita o Morro da Palmeiras, e os bairros Bom Pastor, Barro Vermelho e Jardim Redentor como os locais mais perigosos. Neste último, as entregas de encomendas não estão sendo feitas. "A possibilidade de um assalto é de 100%. Os bandidos nos perseguem e esperam a Kombi entrar em uma rua tranquila para darem início à ação. Embora continue trabalhando como carteiro, Mauro César revela que teve síndrome do pânico após os dez assaltos pelos quais passou. “Precisei fazer tratamento com um psicólogo” conta.


Motoristas e carteiros que trabalham no Centro de Entrega de Encomendas (CEE) dos Correios de Nova Iguaçu estão sendo vítimas de assalto. A denúncia é dos próprios funcionários. Segundo eles, os roubos das cargas acontecem principalmente em Belford Roxo.

Carteiro há 11 anos, Mauro César Freitas de Souza, de 36, precisa usar as duas mãos para contar quantas vezes já foi assaltado. Para ele, a pacificação de comunidades do Rio de Janeiro contribuiu para o aumento de assaltos na região. “Já fui assaltado dez vezes. Mais da metade dos assaltos foi nos últimos três anos, desde a implantação das UPPs”, conta ele.

Embora o número de assaltos sofridos por Mauro César seja assustador, ele revela que há colegas de trabalho que já passaram por esta situação mais de vinte vezes. O carteiro cita o Morro da Palmeiras, e os bairros Bom Pastor, Barro Vermelho e Jardim Redentor como os locais mais perigosos. Neste último, as entregas de encomendas não estão sendo feitas."A possibilidade de um assalto é de 100%. Os bandidos nos perseguem e esperam a Kombi entrar em uma rua tranquila para darem início à ação. Os Correios enviam uma carta ao destinatário avisando que a encomenda deverá ser retirada no CEE", conta Mauro César.

Todos os veículos de entrega dos Correios contam com equipamento de segurança que permite fazer rastreamento. É possível, também, enviar um sinal para que uma central seja alertada sobre um assalto. Mauro explica que, ainda assim, os bandidos não se sentem inibidos e continuam cometendo os crimes. “Não adianta fugir e se arriscar, pois no dia seguinte estaremos no mesmo lugar”.


Carteiro teve síndrome do pânico 

Embora continue trabalhando como carteiro, Mauro César revela que teve síndrome do pânico após os dez assaltos pelos quais passou. “Precisei fazer tratamento com um psicólogo” conta.

Em nota, os Correios esclarecem que “no caso de roubo de carga, os clientes envolvidos são indenizados”. A empresa também garantiu que não há áreas de restrição em Belford Roxo, mas sim “entregas diferenciadas para alguns tipos de encomendas”.

A assessoria de comunicação da Polícia Federal informou que há investigações sendo feitas pela Delegacia de Polícia Federal em Nova Iguaçu. Porém, destacou que “não é possível repassar à imprensa nenhuma informação sob pena de atrapalhar todo o trabalho até agora realizado”.

Louvado seja Nosso Senhor Jesus Cristo para sempre.