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quarta-feira, 7 de outubro de 2015

EDUARDO CUNHA MANDOU CORTAR A LUZ E O AR-CONDICIONADO EM SALA SEM JANELAS E AMEDRONTOU ÍNDIOS QUE DENUNCIAVAM GRUPO DE EXTERMÍNIO NA CÂMARA, 98 MORTES.

O Presidente da Câmara Federal, deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), no final da noite desta segunda-feira, 05 de outubro de 2015, mandou a polícia cercar o Plenário 1 da chamada "Casa do Povo", desligar o ar-condicionado e as luzes da sala sem janelas com o intuito de acabar com uma vigília iniciada por cerca de 200 indígenas, quilombolas, pescadores e camponeses.
O Presidente da Câmara se negou a receber as lideranças. Entre cantos, rituais e falas de denúncias, chegou a informação de que a polícia tinha sido acionada por Cunha e a Tropa de Choque estava pronta para retirar todos à força. Pelas redes sociais, o presidente da Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara, deputado Paulo Pimenta (PT/RS), confirmava as informações e ressaltava o clima tenso.

Na tentativa de realizar a Audiência Pública "cortaram o microfone".

Mesmo na escuridão, indígenas passaram a dançar o Toré e a cantar suas rezas. Os presentes se alternavam no "gogó" e seguiram com a audiência pública denunciando a ação criminosa e assassina contra as comunidades. A imprensa foi proibida de chegar perto do Plenário. Do lado de fora da Câmara, jornalistas se aglomeravam.


"Faz escuro, mas eu canto". Continua a resistência de pescadores/as, quilombolas, indígenas e outros povos e Comunidades Tradicionais dentro da câmara dos deputados.
Posted by Articulação dos Povos e Comunidades Tradicionais on Segunda, 5 de outubro de 2015
Nas redes sociais, a solidariedade tomou conta de centenas de postagens e mensagens de apoio, além de frases de repúdio ao presidente da Câmara. A vigília reivindicava a demarcação de terras indígenas, além de denunciar a ação de milícias e grupos de extermínio contra as lideranças em luta por direitos.
De acordo com dados da violência no campo sistematizados pela Comissão Pastoral da Terra (CPT), nos últimos 10 anos, povos indígenas e comunidades tradicionais enfrentaram 5.7771 conflitos; 4.568 pessoas foram vítimas de violência; 1064 sofreram ameaças de morte; 178 sofreram tentativas de assassinato e 98 foram assassinadas.
Daniel Guarani e Kaiowá lembraram que no Mato Grosso do Sul "Um boi vale mais que a vida de um índio".

http://cimi.org.br/site/pt-br/?system=news&conteudo_id=8392&action=read
http://noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/agencia-estado/2015/10/06/indios-passam-a-noite-em-plenario-da-camara-apos-nao-serem-recebidos-por-cunha.htm
http://www.pragmatismopolitico.com.br/2015/10/eduardo-cunha-deixa-indios-no-escuro-e-no-calor.html


LOUVADO SEJA NOSSO SENHOR JESUS CRISTO
PARA SEMPRE SEJA LOUVADO

sexta-feira, 1 de julho de 2005

O padre Orlando Barbosa recebeu ameaças de morte e foi seguido por um grupo de homens na capital do estado do Amazonas e em Careiro da Várzea (AM). O padre Orlando Barbosa teve sua casa invadida em 26 de julho deste ano. Na ocasião, foram levados computador, documentos e aparelhos de celular.

Padre do Amazonas é ameaçado de morte e sai do estado

Ele teve casa invadida após atuar contra a construção do porto na região.


O Religioso foi seguido por vários homens em Careiro da Várzea (AM).

O padre Orlando Barbosa recebeu ameaças de morte e foi seguido por um grupo de homens na capital do estado do Amazonas e em Careiro da Várzea (AM).

O padre lutava contra a construção de um porto na região do encontro das águas dos rios Negro e Solimões.  É um lugar lindo, um verdadeiro cartão-postal brasileiro.

PORTO CAUSA PREJUÍZOS A ECONOMIA E AO MEIO AMBIENTE

Há questões ambientais importantes a serem consideradas e que são impeditivas para o funcionamento de um porto e o aumento do tráfego de embarcações na região."

O padre Orlando Barbosa teve sua casa invadida em 26 de julho deste ano.
Na ocasião, foram levados computador, documentos e aparelhos de celular.

"Ele vinha recebendo ameaças desde que foram canceladas várias audiências públicas para discutir a construção do porto no local.
Mas isso foi uma decisão da Justiça e que tinha o objetivo de mostrar à população local os prejuízos que o empreendimento pode causar à economia e ao meio ambiente".A sensação de insegurança aumentou na região.

SERES DESUMANOS
"Se o porto for construído, as vilas de pescadores serão extintas, E SERÁ UMA BARBARIDADE COM OS ÍNDIOS. Há um sítio arqueológico muito grande no local. "

Louvado seja Nosso Senhor Jesus Cristo para sempre.