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quarta-feira, 16 de agosto de 2017

STJ manteve por unanimidade a condenação do politico Jair Bolsonaro por ofensas a deputada Maria do Rosário. Bom seria se todas as mulheres incluindo as negras, as trans e as pobres deixassem de receber insultos, ofensas e constrangimentos de qualquer espécie de deputado ou político. E inclusive pudessem receber amparo da Justiça pelos danos morais que enfrentam diariamente por políticos, apadrinhados e capangas de políticos.


G1
http://g1.globo.com/politica/noticia/stj-mantem-condenacao-de-bolsonaro-por-ofensas-a-maria-do-rosario.ghtml


STJ manteve por unanimidade a condenação do politico Jair Bolsonaro por ofensas a deputada Maria do Rosário

O deputado foi condenado por unanimidade a pagar R$ 10 mil a Maria do Rosário por dizer que ela não merece ser estuprada por ser 'muito feia'. O deputado Bolsonaro disse que recorrerá ao STF, onde ele já é réu.

A Terceira Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) manteve nesta terça-feira (15), por unanimidade, a condenação do deputado Jair Bolsonaro (PSC-RJ) pelas ofensas dirigidas à também deputada Maria do Rosário (PT-RS).

O político Bolsonaro havia sido condenado pelo Tribunal de Justiça do Distrito Federal (TJ-DF), em 2015, a pagar indenização de R$ 10 mil à Maria do Rosário por danos morais, mas em seguida ele recorreu.

Ainda segundo a decisão do Tribunal, Bolsonaro deveria se retratar publicamente em jornais, no Facebook e no Youtube.

Em 2014, Bolsonaro afirmou que Maria do Rosário não merecia ser estuprada porque ele a considera "muito feia" e a deputada não faz o "tipo" dele. Por essa mesma declaração, o deputado é réu no Supremo Tribunal Federal (STF).

O deputado Bolsonaro disse ser "lógico" que ele irá recorrer ao STF. Após a decisão do STJ, Maria do Rosário disse que a condenação é uma "vitória de todas as mulheres brasileiras". "Nós tivemos coragem de enfrentar um parlamentar, uma autoridade pública, que usa o espaço público para fomentar a violência. Não é uma vitória de uma ou de outra mulher, é de todas nós", afirmou.

Bom seria se todas as mulheres incluindo as negras, as trans e as pobres deixassem de receber insultos de qualquer espécie de deputado ou político. E inclusive pudessem receber amparo da Justiça pelos danos morais que enfrentam diariamente por políticos, apadrinhados e capangas de políticos.


O julgamento

Durante o julgamento desta terça, a relatora do caso, ministra Nancy Andrighi, votou contra o recurso de Bolsonaro, alegando que, ao falar que Maria do Rosário não merecia ser estuprada, o deputado "atribuiu ao crime a qualidade de prêmio, de benefício à vítima".

"A expressão 'não merece ser estuprada' constitui uma expressão vil que menospreza a dignidade de qualquer mulher, como se uma violência brutal pudesse ser considerada uma benesse, algo bom para acontecer com uma mulher."

Em seguida, a ministra contestou uma das principais teses da defesa, de que Bolsonaro não poderia ser responsabilizado em razão da imunidade parlamentar. Segundo o Artigo 53 da Constituição, "os deputados são invioláveis por suas opiniões, palavras e votos no exercício das funções do mandato."
"Em manifestações que não guardam nenhum relação com a função parlamentar, sem teor minimamente político, afasta-se a relação com a imunidade parlamentar. Considerando que as ofensas foram vinculadas pela imprensa e pela internet, a localização é meramente acidental", observou a ministra relatora.

Entenda a polêmica

Em 9 de dezembro de 2014, Bolsonaro subiu à tribuna da Câmara e afirmou que não estupraria Maria do Rosário "porque ela não merece", e chamou a deputada de "mentirosa, deslavada e covarde".
Uma semana depois, a Procuradoria Geral da República (PGR) denunciou Bolsonaro ao STF por incitação ao estupro. Maria do Rosário também apresentou queixa-crime contra o deputado.
Em junho do ano passado, o Supremo analisou a denúncia e tornou Bolsonaro réu. Na semana passada, Maria do Rosário foi intimada a depor no processo e, após a fase de depoimentos, será a vez de Bolsonaro ser interrogado.

Caberá ao Supremo, então, decidir se condena ou absolve o parlamentar.

Louvado seja O Senhor Jesus Cristo para sempre.

terça-feira, 23 de maio de 2017

Jair Bolsonaro recebeu propina da JBS Friboi ILEGALIDADE R$ 200 mil. CONFISSÃO ADMITIDA: Qual partido não recebe propina? CORRUPÇÃO. Jair Bolsonaro disse que tudo bem que botasse o dinheiro na sua conta, mas que colocasse R$ 100 na conta do seu filho. O próprio deputado Bolsonaro concordou que o seu partido cometeu uma ilegalidade ao repassar o dinheiro da JBS para sua campanha e se justificou "você queria que eu fizesse o que?" Bolsonaro admitiu que o PP recebeu propina da JBS: "partido recebeu propina sim, mas qual partido não recebe propina? "Eu sabia que era dinheiro da Friboi". Apesar de consentir com a ilegalidade cometida pelo partido a qual era filiado, Bolsonaro pediu em tom forte que não fosse rotulado de corrupto.

JOVEM PAN
http://jovempan.uol.com.br/programas/jornal-da-manha/ao-explicar-r-200-mil-da-jbs-bolsonaro-admite-que-pp-recebeu-propina-qual-partido-nao-recebe.html


Ao explicar R$ 200 mil da JBS, Bolsonaro admite que PP recebeu propina: Qual partido não recebe?"
Partido recebeu propina
Os dados do Tribunal Superior Eleitoral dão conta de que o deputado federal Jair Bolsonaro (PSC-RJ) recebeu R$ 200 mil do grupo JBS durante sua campanha de 2014.
BOTA NA CONTA DO MEU FILHO
O deputado Jair Bolsonaro encaminhou o dinheiro ao seu partido que na época era o PP. No Jornal da Manhã desta terça-feira 23 de maio de 2017 o deputado Bolsonaro confirmou que enviou o dinheiro ao seu partido.

CANDIDATO DE PARTIDO QUE RECEBE PROPINA
Jair Bolsonaro recebeu um telefonema do presidente do seu partido dizendo que ía botar R$ 300 mil na sua conta. Jair Bolsonaro disse que tudo bem, mas que colocasse R$ 100 na conta do seu filho.
TUDO BEM BOTA 200 NA MINHA (CONTA)
O próprio deputado Bolsonaro concordou que o seu partido cometeu uma ilegalidade ao repassar o dinheiro da JBS para sua campanha e se justificou "você queria que eu fizesse o que?"

ILEGALIDADE
Bolsonaro admitiu que o PP recebeu propina da JBS: "partido recebeu propina sim, mas qual partido não recebe propina? "Eu sabia que era dinheiro da Friboi". Apesar de consentir com a ilegalidade cometida pelo partido a qual era filiado, Bolsonaro pediu em tom forte que não fosse rotulado de corrupto.

O comentarista Marco Antonio Villa e Jair Bolsonaro ficaram frente a frente no Jornal da Manhã desta terça-feira 23 de maio de 2017 por cerca de 45 minutos. O encontro aconteceu ao vivo.


Louvado O Senhor Jesus Cristo para sempre.

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2017

PRESIDENTE MICHEL TEMER NOMEOU MOREIRA FRANCO 3 DIAS ANTES DA HOMOLOGAÇÃO DAS DELAÇÕES DA ODEBRECHT E MOREIRA ESCAPA DA JURISDIÇÃO DE SÉRGIO MORO EM DESVIO DE FINALIDADE, MAS JUIZ EDUARDO ROCHA SUSPENDEU NOMEAÇÃO DE MOREIRA FRANCO COMO MINISTRO POR ASSUMIR O CARGO PARA ESCAPAR DO JUIZ FEDERAL SÉRGIO MORO. WELLINGTON MOREIRA FRANCO FOI CITADO NA DELAÇÃO DA ODEBRECHT NA OPERAÇÃO LAVA JATO. Moreira é citado 34 vezes na delação premiada de Cláudio Melo Filho, ex-vice-presidente de Relações Institucionais da Odebrecht. Ele é apelidado de "Angorá" nos depoimentos do executivo. Também a juíza Regina Coeli Formisano, da 6ª Vara Federal do Rio, concedeu liminar nesta quinta-feira em que suspende a nomeação de Moreira Franco como ministro da Secretaria-Geral da Presidência. "conferir foro privilegiado ao Senhor Moreira Franco, conforme amplamente divulgado na mídia nacional". TERCEIRO JUIZ, Juiz Anselmo Gonçalves da Silva, BARRA NOMEAÇÃO DE MOREIRA FRANCO APELIDADO ANGORÁ NA CORRUPÇÃO. "NOMEAÇÃO PARA BLINDAR MOREIRA FRANCO CONTRA PRISÃO DE JUIZ DE PRIMEIRO GRAU NÍTIDO DESVIO DE FINALIDADE ATENTATÓRIO AOS PRINCÍPIOS DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA". Ministro do STF Celso de Mello: desvio de finalidade e fraude à Constituição. Moreira Franco é um um dos caciques do PMDB e amigo do Presidente Michel Temer


O GLOBO
http://oglobo.globo.com/brasil/guerra-de-liminares-nova-decisao-impede-nomeacao-de-moreira-franco-20899454
Ministro do STF Celso de Mello

"cumpre todos os requisitos clássicos do desvio de finalidade'"

"repercutirá, 'ilegalmente, na sequência das investigações e em eventual apreciação de pedido de prisão formulado contra ele', dando causa  a um contexto de fraude à Constituição""

UOL
O ministro estipulou prazo de 24 horas para que o presidente da República explique por que recriou um ministério extinto e por que optou por Moreira Franco para assumir a pasta.


"Após enfatizar que o 'ato ilegal de criação de Ministério para concessão de prerrogativa de função cumpre todos os requisitos clássicos das hipóteses sempre narradas como exemplificativas do desvio de finalidade', o autor desta ação mandamental adverte que a permanência do Senhor Wellington Moreira Franco no cargo de Ministro de Estado, por implicar deslocamento da competência penal, para esta Suprema Corte, do órgão judiciário de primeira instância, repercutirá, 'ilegalmente, na sequência das investigações e em eventual apreciação de pedido de prisão formulado contra ele', dando causa – segundo alega o impetrante – a um contexto claramente revelador de fraude à Constituição", dizem os despachos de Celso de Mello, ambos com o mesmo conteúdo.


Juiz Anselmo Gonçalves da Silva

"NOMEAÇÃO PARA BLINDAR MOREIRA FRANCO CONTRA PRISÃO DE JUIZ DE PRIMEIRO GRAU NÍTIDO DESVIO DE FINALIDADE ATENTATÓRIO AOS PRINCÍPIOS DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA"

"A nomeação aqui combatida realmente tem por objetivo blindar o senhor Moreira Franco contra eventual decreto de prisão por parte de juízes de primeiro grau de jurisdição, o que revela nítido desvio de finalidade atentatório aos princípios da administração pública, podendo e devendo ser reprimido no âmbito judicial"


ATO LESIVO PRATICADO PELOPRESIDENTE MICHEL TEMER
Michel Temer adotou a máxima "faça o que eu digo, não faça o que eu faço", pois em escritos acadêmicos anteriores, o presidente disse que o ato lesivo "pode ser praticado por autoridade constituída e sob a forma legal"


FOLHA
http://www.brasil247.com/pt/247/poder/279642/Terceiro-juiz-barra-nomea%C3%A7%C3%A3o-de-Moreira-Franco.htm

A Justiça do Amapá concedeu uma nova liminar suspendo a posse de Moreira Franco para a Secretaria Geral da Presidência.

A Justiça Federal do Amapá concedeu no início da noite desta quinta-feira (09) uma nova liminar suspendo a posse de Moreira Franco para a Secretaria Geral da Presidência.

O autor da ação foi o senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP). O juiz que deferiu o pedido de afastamento foi Anselmo Gonçalves da Silva, da 1ª vara federal do Estado.

Em sua decisão, o magistrado diz que Michel Temer adotou a máxima "faça o que eu digo, não faça o que eu faço", pois em escritos acadêmicos anteriores, o presidente disse que o ato lesivo "pode ser praticado por autoridade constituída e sob a forma legal".

Para o juiz, Temer ainda se contradisse ao anunciar o compromisso de reduzir a estrutura estatal e, logo depois, recriar um ministério.

Silva afirma que "para piorar" o escolhido para ocupar o cargo teve o nome citado 34 vezes na delação premiada de Cláudio Melo Filho, ex-vice-presidente de Relações Institucionais da Odebrecht.

"A nomeação aqui combatida realmente tem por objetivo blindar o senhor Moreira Franco contra eventual decreto de prisão por parte de juízes de primeiro grau de jurisdição, o que revela nítido desvio de finalidade atentatório aos princípios da administração pública, podendo e devendo ser reprimido no âmbito judicial", declarou Silva.

O juiz do Amapá afirmou também que o caso é "rigorosamente semelhante" ao da nomeação do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva para o cargo de ministro da Casa Civil, no governo Dilma Rousseff.

Essa é a terceira liminar contrária à ação do presidente Temer de nomear Moreira Franco. Um juiz do Distrito Federal e um do Rio de Janeiro também foram favoráveis à suspensão da posse.




JUÍZA REGINA COELI FORMISANO

"conferir foro privilegiado ao Senhor Moreira Franco, conforme amplamente divulgado na mídia nacional"

"o clamor público, por ato protecionista, que não foge aos olhos, do mais humilde dos brasileiros"

"hoje encontram-se indignados e perplexos ao ver o seu Presidente, adotar a mesma postura da ex-Presidente impedida e que pretendia também, blindar o ex-presidente Luiz Ignácio Lula da Silva"


RIO - A juíza Regina Coeli Formisano, da 6ª Vara Federal do Rio, concedeu liminar nesta quinta-feira em que suspende a nomeação de Moreira Franco como ministro da Secretaria-Geral da Presidência. Um juiz de Brasília já havia tomado a mesma decisão, mas ela foi revertida em instância superior após recurso da Advocacia-Geral da União.

A magistrada acolheu uma ação popular contra a nomeação de Moreira Franco. Ele foi citado na Lava-Jato e, com a nomeação do presidente Michel Temer, passaria a ter foro privilegiado e só poderia ser investigado pelo Supremo Tribunal Federal (STF). Com a decisão da juíza, ele não pode assumir o cargo novamente. Na decisão, Regina pede desculpas a Temer pela “insurgência”.

"Tudo leva a esse entendimento, especialmente pelo fato de que referida recriação de ministério já extinto, em cumprimento a promessas de redução da estrutura estatal, ter-se dado de forma açodada e através de Medida Provisória, que tem por pré-requisito exige providencias urgentes e inadiáveis. Não se afigura tal situação no caso em tela, justificando o manejo do instrumento emergencial, a não ser a possibilidade de conferir foro privilegiado ao Senhor Moreira Franco, conforme amplamente divulgado na mídia nacional. Sem mencionar o clamor público, por ato protecionista, que não foge aos olhos, do mais humilde dos brasileiros", escreveu a magistrada.

A juíza disse ter conhecimento da distribuição de diversas ações similares por todo o país pedindo a suspensão da nomeação e comparou ainda a nomeação de Moreira, feita por Temer, com a indicação de Lula para o ministério, feita pela ex-presidente Dilma Rousseff. Na ocasião, a nomeação de Lula foi suspensa pela Justiça.

“Por outro lado, também não se afigura coerente, que suas promessas ao assumir o mais alto posto da Republica sejam traídas, exatamente por quem as lançou no rol de esperança dos brasileiros, que hoje encontram-se indignados e perplexos ao ver o seu Presidente, adotar a mesma postura da ex-Presidente impedida e que pretendia também, blindar o ex-presidente Luiz Ignácio Lula da Silva”, diz a magistrada.


https://noticias.uol.com.br/politica/ultimas-noticias/2017/02/08/juiz-do-df-suspende-nomeacao-de-moreira-franco-a-ministerio.htm


JUIZ EDUARDO ROCHA

"TENTAR ASSUMIR O CARGO PARA ESCAPAR DA JURISDIÇÃO DO JUIZ FEDERAL SÉRGIO MORO"

"desvio de finalidade" na nomeação de Moreira Franco com o objetivo de dar foro privilegiado ao peemedebista.

"mencionado, com conteúdo comprometedor, na delação da Odebrecht no âmbito da Operação Lava Jato"

O juiz federal Eduardo Rocha Penteado, da 14ª Vara Federal do Distrito Federal, suspendeu nesta quarta-feira (8), em decisão liminar (provisória), a nomeação de Moreira Franco como ministro da Secretaria-Geral da Presidência. Ele é um dos principais aliados do presidente Michel Temer.

Na decisão, o juiz compara o caso de Moreira Franco, citado por delatores da Lava Jato, com o do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que teve a posse na Casa Civil barrada sob suspeita de tentar assumir o cargo para escapar da jurisdição do juiz federal Sergio Moro.

"É dos autos que Wellington Moreira Franco foi mencionado, com conteúdo comprometedor, na delação da Odebrecht no âmbito da Operação Lava Jato. É dos autos, também, que a sua nomeação como Ministro de Estado ocorreu apenas três dias após a homologação das delações, o que implicará na mudança de foro. Sendo assim, indícios análogos aos que justificaram o afastamento determinado no Mandado de Segurança nº 34.070/DF [que impediu a posse de Lula] se fazem presentes no caso concreto", afirma o juiz em sua decisão.

Na semana passada, Temer nomeou o peemedebista, que deixa a função de secretário-executivo do Programa de Parceria para Investimentos para exercer a função de ministro-chefe da Secretaria-Geral da Presidência da República.

A ação afirma que houve "desvio de finalidade" na nomeação de Moreira Franco com o objetivo de dar foro privilegiado ao peemedebista. Como ministro, Franco só pode ser investigado pelo STF (Supremo Tribunal Federal), e não pelo juiz Sergio Moro, responsável pela Operação Lava Jato na primeira instância do Judiciário.

Políticos de oposição também questionaram a posse do ministro na Justiça. O PSOL e o senador da Rede Randolfe Rodrigues (AP) entraram com ações contra a nomeação de Moreira tanto na Justiça Federal quanto no STF. No Supremo, o caso será relatado pelo ministro Celso de Mello, que ainda não se manifestou sobre o caso.

O senador da Rede também enviou representações à PGR (Procuradoria-Geral da República) pedindo que seja investigado se foi cometido o crime de obstrução da justiça na nomeação de Moreira.

Citado em delação
O veterano Moreira Franco, um dos caciques do PMDB e amigo de Temer, havia se tornado ministro de Estado três dias depois de homologação das delações da Odebrecht pela presidente do STF, Cármen Lúcia.

Moreira é citado 34 vezes na delação premiada de Cláudio Melo Filho, ex-vice-presidente de Relações Institucionais da Odebrecht. Ele é apelidado de "Angorá" nos depoimentos do executivo.

Em 2015, ele chegou a criticar o excesso de pastas do governo Dilma -- Franco foi ministro da Secretaria de Assuntos Estratégicos e da Aviação Civil da ex-presidente. "O PMDB abraçou a tese de diminuição do número de ministérios, que é a diminuição da máquina pública. O governo pede à população sacrifícios para garantir o ajuste fiscal. O Brasil precisa. Está gastando demais e está arrecadando de menos. Mas nós precisamos que o governo dê o exemplo", afirmou. (*Colaborou Daniela Garcia, de São Paulo)

Louvado O Senhor Jesus Cristo para sempre.