Mostrando postagens com marcador MILÍCIA MATA HUMILHA VIOLENTA EXPULSA ESPANCA TORTURA E PERSEGUE NO RIO DE JANEIRO. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador MILÍCIA MATA HUMILHA VIOLENTA EXPULSA ESPANCA TORTURA E PERSEGUE NO RIO DE JANEIRO. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2016

Jovem tranquilo e trabalhador foi morto e torturado pela milícia. O corpo foi encontrado embaixo da ponte que divide São João de Meriti e Belford Roxo, na Baixada Fluminense. Amigos cantaram música para o rapaz que era muito querido.

Familiares se despediram do mototaxista morto na Baixada Fluminense. De acordo com moradores, Vitor Monteiro Couto, 17 anos, foi assassinado por milicianos. Apesar de não ter habilitação, o jovem trabalhava como mototaxista há quatro meses. Desde sábado a família procurava pelo rapaz. O corpo foi encontrado embaixo da ponte que divide São João de Meriti e Belford Roxo, na Baixada Fluminense. Ele tinha marca de tiros e tortura. De acordo com a mae, a vitima era uma pessoa muito querida. A DH (Divisão de Homícidios) assumiu o caso

Louvado seja Nosso Senhor Jesus Cristo.

sexta-feira, 1 de julho de 2011

A SERPENTE SAIU DO OVO.

O GLOBO / RÁDIO DO MORENO / ZUENIR VENTURA







Foi preciso um filme de sucesso, o "Tropa de elite 2", para o grande público descobrir que nos morros e periferia do Rio existia algo pior do que os traficantes: as milícias. Enquanto esse ovo de serpente vinha há anos sendo chocado, autoridades como o então prefeito Cesar Maia as elogiavam como "defesas comunitárias", "um mal menor". É bem verdade que ele não foi o único. O ex-capitão da PM Rodrigo Pimentel, que serviu de inspiração para o personagem do capitão Nascimento, acredita que "todo político que ocupou cargo no Executivo nos últimos dez anos de alguma forma interagiu com milicianos". Em entrevista ao site UOL, ele confessou: "Num primeiro momento, não só eu, mas outros policiais também entenderam as milícias como um 'mal necessário'." Poucos perceberam que elas não eram apenas um caso de polícia, mas de política.



MORADOR SE SENTE ACUADO EM LOCAL QUE FOI NASCIDO E CRIADO. ESTÁ MARCADO PARA MORRER. MILÍCIA TERIA DETERMINADO A MORTE DO MORADOR. SE NÃO FIZER O QUE A MILÍCIA QUER , A MILÍCIA MATA O MORADOR. A MILÍCIA É SANGUINÁRIA MESMO. ESSE TERROR. UM HOMEM ALTO PEGOU A FILHA DO COLO DA MÃE COLOCOU UMA PISTOLA NA CABEÇA DELA E DISSE CADÊ SEU MARIDO SE VOCÊ NÃO FOR CHAMAR ELE EU VOU ATIRAR NA CABEÇA DELA E NA SUA CABEÇA TAMBÉM. O COLEGA VIU O MILICIANO COM A PISTOLA NA CABEÇA DA FILHA DO AMIGO. AÍ ELE JOGOU A MENINA NO CHÃO E A CRIANÇA COMEÇOU A CHORAR. AÍ O MILICIANO FALOU PRA ESPOSA OLHA AVISA PRA ELE QUE EU NÃO CONSEGUI FAZER O QUE EU QUERIA MAS AVISA PRA ELE QUE DE NOITE EU VOU VOLTAR AQUI E VOU MATAR VOCÊ , A CRIANÇA , SEU MARIDO , TODO MUNDO. JÁ TEM 1 LISTA DE AMIGOS MORADORES QUE FORAM MORTOS PELA MILÍCIA POR SE RECUSAREM A TRABALHAR PARA ELES COMO MILICIANOS.

MORADOR SE SENTE ACUADO EM LOCAL QUE FOI NASCIDO E CRIADO. ESTÁ MARCADO PARA MORRER. MILÍCIA TERIA DETERMINADO A MORTE DO MORADOR. SE NÃO FIZER O QUE A MILÍCIA QUER , A MILÍCIA MATA O MORADOR. A MILÍCIA É SANGUINÁRIA MESMO. ESSE TERROR. UM HOMEM ALTO PEGOU A FILHA DO COLO DA MÃE COLOCOU UMA PISTOLA NA CABEÇA DELA E DISSE CADÊ SEU MARIDO SE VOCÊ NÃO FOR CHAMAR ELE EU VOU ATIRAR NA CABEÇA DELA E NA SUA CABEÇA TAMBÉM. O COLEGA VIU O MILICIANO COM A PISTOLA NA CABEÇA DA FILHA DO AMIGO. AÍ ELE JOGOU A MENINA NO CHÃO E A CRIANÇA COMEÇOU A CHORAR. AÍ O MILICIANO FALOU PRA ESPOSA OLHA AVISA PRA ELE QUE EU NÃO CONSEGUI FAZER O QUE EU QUERIA MAS AVISA PRA ELE QUE DE NOITE EU VOU VOLTAR AQUI E VOU MATAR VOCÊ , A CRIANÇA , SEU MARIDO , TODO MUNDO. JÁ TEM 1 LISTA DE AMIGOS MORADORES QUE FORAM MORTOS PELA MILÍCIA POR SE RECUSAREM A TRABALHAR PARA ELES COMO MILICIANOS.



Família ameaçada por milícia na Baixada Fluminense


Louvado seja Nosso Senhor Jesus Cristo para sempre.
Louvado seja Nosso Senhor Jesus Cristo para sempre.

O Debate da Segurança Pública não é o debate da POLÍCIA . É o debate de quem tem direito a dignidade humana. Não é o debate da vida particular de cada pessoa que fazem os puxa-sacos atrás de cargos. Temos uma política pública muito próxima do apartheid. 1 miliciano no Rio que não seja dono de 1 Centro Social. A Milícia é o oposto da Cultura de Direitos. O Braço do terror e da Assistência nunca foram contraditórios. Nenhum Deputado Miliciano se candidata pelo "Partido da Milícia". Todos os Milicianos se disseram agentes da Ordem. O discurso de todos eles é colocar ORDEM no lugar. O Vereador Miliciano do Rio de Janeiro que foi preso saiu por causa de faltas !!!! Sensacional ! O crime está organizado dentro do órgão público, da máquina pública se aproveitando da falha do sistema prisional. Quem decide qual e quando haverá um evento cultural e quando haverá a coleta do lixo é a polícia a mando de grandes investimentos. A comunidade não tem o esgoto , não tem a creche. Se está na guerra, mas o que existe é o silêncio. O interesse é porque AS FAVELAS são a protagonista do novo modelo de cidade. O grande debate sobre segurança Pública é o debate sobre DIGNIDADE. , não é sobre quem perdeu seu celular na esquina. É quem tem a garantia do seu direito de dignidade humana e quem não tem.

A Milícia é o dono do território do Rio de Janeiro.
Os Centros sociais dos deputados corruptos que se elegem no Rio de Janeiro estão localizados nessas áreas.
A Milícia é o projeto de poder de uma elite corrupta "dominando policiais" .
Homens de preto mataram homens de preto quase todos de preto.
O Serviço Público que é oferecido a população é falho.
Ano passado uma Escola Pública ficou fechada por 7 meses.
A milícia acontece onde não há a cultura de direitos. O braço do terror e da Assistência nunca foram contraditórios.
Por outro lado os milicianos perceberam que não apenas poderiam ajudar o "rei" a ser "rei", mas poderiam frequentar os palácios.
Nenhum Deputado Miliciano se candidata pelo "Partido da Milícia". Eles são candidatos por um partido que disputa eleição.
São candidatos do partido que está no poder . A Milícia não tem o discurso do crime. A Milícia tem o discurso da ordem. Todos os Milicianos se disseram agentes da Ordem. O discurso de todos eles é colocar ORDEM no lugar.
O Vereador Miliciano do Rio de Janeiro que foi preso saiu por causa de faltas !!!!  Sensacional ! por telefone em sua defesa havia dito já trabalhei no governo da Rosinha .:. Pena que não foi só ele , tem os outros também.
O crime está organizado dentro do órgão público, da máquina pública se aproveitando da falha do sistema prisional.
Quem decide qual e quando haverá um evento cultural e quando haverá a coleta do lixo é a polícia a mando de grandes investimentos. A comunidade não tem o esgoto , não tem a creche. Está na guerra, mas o que existe é o silêncio.
O interesse é porque AS FAVELAS são a protagonista do novo modelo de cidade. Os moradores não tem instrumentos de consulta; Não tem instrumento de participação; Não tem instrumento de decisão.
O grande debate sobre segurança Pública é o debate sobre DIGNIDADE humana , não é sobre quem perdeu seu celular na esquina. É quem tem a garantia do seu direito de dignidade humana e quem não tem.
O Debate da Segurança Pública não é o debate da POLÍCIA . É o debate de quem tem direito a dignidade humana.

Temos uma política Pública muito próxima do apartheid.

sexta-feira, 1 de julho de 2005

GAYS SÃO CAÇADOS NAS FAVELAS DO RIO PELO TRÁFICO E PELA MILÍCIA. A POLÍCIA TAMBÉM DISCRIMINA E PERSEGUE.

O DIA /MAHOMED SAIGG
http://odia.terra.com.br/portal/rio/html/2009/9/gays_sao_cacados_nas_favelas_do_rio_pelo_trafico_e_pela_milicia_33514.html

Gays são caçados nas favelas do Rio pelo tráfico e pela milícia

Violência afeta ao menos um homossexual por dia nas comunidades. 

No País, um morre a cada 2 dias

RIO DE JANEIRO

Rio - Eles não cometeram nenhum crime. Mas a decisão de assumir a homossexualidade bastou para que fossem condenados. Moradores de favelas da cidade do Rio e da Baixada Fluminense, gays, lésbicas, travestis e transgêneros vêm sendo caçados por traficantes e milicianos nas comunidades onde moram. Espancados e humilhados em público, muitos acabam assassinados. Outros, com um pouco mais de sorte, são ‘apenas’ expulsos das favelas — após sessões de tortura. Levantamento da ONG Conexão G, com sede no Complexo da Maré, revela que todos os dias pelo menos um homossexual é agredido nas comunidades carentes cariocas. E a violência provocada pelo preconceito não para de crescer. Pesquisa feita pelo Grupo Gay da Bahia — referência na luta contra a homofobia no Brasil desde 1980 — mostra que o número de assassinatos de homossexuais cresceu 55% no País entre 2007 e 2008, quando foram identificados 190 casos, média de mais de um a cada dois dias. Doze deles no Rio.

PAÍS MAIS HOMOFÓBICO DO MUNDO

Com um homossexual assassinado a cada dois dias, o Brasil passou a ser considerado o País mais homofóbico do mundo, seguido por México, que registrou 35 casos ano passado, e Estados Unidos, com 25. Presidente do Grupo Conexão G, Gilmar Santos alerta que este número pode ser ainda maior. “A opressão contra os homossexuais nas favelas vem aumentando a cada dia. Nas pesquisas de campo a gente descobre que a maioria dos casos não é registrada. E, mesmo quando as vítimas resolvem procurar a polícia, muitos preferem não revelar sua orientação sexual por temer mais violência”, explica.

O DIA /Ricardo Vila Verde

http://odia.terra.com.br/portal/rio/html/2009/9/manifestacao_em_frente_ao_palacio_laranjeiras_cobra_acoes_de_cabral_33718.html


Manifestação em frente ao Palácio Laranjeiras cobra ações de Cabral 

Manifestantes fizeram, no início da noite deste 7 de Setembro, um protesto em frente ao Palácio das Laranjeiras onde o governador Sérgio Cabral se reuniu com a bancada federal do Rio. Os manifestantes são ligados ao movimento 'Fora Sarney'.
Os manifestantes faziam muito barulho, chamando a atenção de quem passava e gritaram palavras de ordem, como 'Fala Cabral', e 'Cabral amigo de Sarney'.

Louuvado seja Nosso Senhor Jesus Cristo para sempre.

PMS do Rio de Janeiro BATEM EM HOMOSSEXUAL COM A JUSTIFICATIVA " QUE VIADO TEM QUE MORRER ". PMS SÃO TÃO PRECONCEITUOSOS QUANTO OS TRAFICANTES

http://odia.terra.com.br/portal/rio/html/2009/9/pacificacao_ainda_nao_pos_fim_a_homofobia_33601.html

Pacificação ainda não pôs fim à homofobia

Homossexuais de comunidades ocupadas sofrem agressão de PMsPOR MAHOMED SAIGG, RIO DE JANEIRO

Rio - Perseguidos por sua orientação sexual, nem mesmo os gays, lésbicas e travestis que moram nas favelas ocupadas pela Polícia Militar no Rio de Janeiro estão livres da homofobia. Assim como acontece nas comunidades dominadas pelo tráfico e pela milícia, o preconceito ainda impera nessas regiões. Em todas, eles são obrigados a seguir uma espécie de ‘manual do bom comportamento’, que determina o que podem e o que não podem fazer. Entre as restrições: usar roupas curtas e decotadas, namorar em público e exagerar no consumo de álcool e no uso de maquiagem e acessórios, como brincos e pulseiras. Manter um comportamento discreto também faz parte das exigências.

Vando (E) e Kelly não têm medo de denunciar agressão de PMs no Santa Marta

Cerceados, muitos homossexuais se desesperam. “Não aguento mais tanta repressão. Não consigo mais ser eu mesmo! Antes da ocupação, também tínhamos problemas, mas agora a situação piorou muito, porque com a polícia não tem conversa, estamos sempre errados”, reclama o cabeleireiro Vando Silva, 20 anos. Morador do Morro Santa Marta, em Botafogo, ele foi agredido por policiais. “Eles me bateram porque disseram que ‘veado’ tinha que morrer”, denuncia. Assim como Vando, a travesti Kelly Sanches, 23, também reclama do comportamento dos policiais que ocupam o Santa Marta. “Eles são tão preconceituosos quanto os traficantes. A diferença é que são mais abusados. Aproveitam a ‘autoridade’ que têm para abusar da gente. Principalmente durante as revistas, onde aproveitam para passar a mão na bunda e no peito da gente”, acusa Kelly. Douglas Ribeiro, 18, é outro gay que garante ter sido espancado por PMs na favela. “Eu ia para uma festa e vi uma briga na descida do morro. Quando os policiais chegaram, os caras já tinham fugido. Aí os policiais vieram pra cima de mim dizendo que a culpa era minha. Eles usaram até cassetete. E, enquanto me batiam, diziam que aquilo era para eu aprender a virar homem”, detalhou Douglas.Popular entre os moradores do Dona Marta, a comerciante Grazielle Santos, 22, é outra que engrossa a lista de reclamações contra os PMs da Unidade Pacificadora da comunidade. Lésbica, ela diz que o fato de já ter tido várias namoradas irrita alguns PMs que, por ‘ciúmes’, acabam a agredindo por isso.“Eles ficam me ameaçando dizendo que vão acabar comigo, que eu nunca vou ter o que eles têm, e que não entendem como posso conseguir tantas garotas. Agem como se estivessem com inveja de mim porque saio com meninas em que talvez estejam interessados. Eu me sinto mal com tudo isso. Afinal, eles estão no comando por aqui, e podem fazer o que bem quiserem, né!”, lamenta Grazielle.


RIO SEM HOMOFOBIA

Superintendente de Direitos Individuais, Coletivos e Difusos da Secretaria Estadual de Direitos Humanos, o ativista Cláudio Nascimento admite que, nas favelas, ela é mais violenta do que no asfalto. “Dentro da comunidade LGBT, esse grupo é a ponta de lança dos setores mais excluídos. Além de serem homossexuais, ainda vivem numa situação de exclusão econômica e social, o que os coloca num caldeirão de opressão”.

Denúncias de homofobia não conseguem ser registradas.
Comandante da Companhia de Policiamento Comunitário do Morro Santa Marta, a capitã Pricila de Oliveira disse que estava surpresa com as denúncias de abuso e preconceito contra os policiais. “Nunca recebemos reclamações de abusos ou atitudes homofóbicas cometidas pelos policiais.“A opção sexual não aumenta as suspeitas contra nenhum cidadão”, completa a capitã Pricila.

Vítimas da Milícia e Traficantes

Julgamento severo a quem desrespeita as regras dos traficantes ou milicianos 

A punição para quem não segue as rígidas regras impostas por traficantes ou milicianos é pesada. Em alguns casos, fatal. Vítima dessa violência, a transgênera Carla, 39 anos, pagou alto preço por desrespeitar as normas impostas por traficantes do Morro do Dendê, na Ilha do Governador. Vaidosa, ela conta que sempre gostou de se maquiar e usar roupas curtas e decotadas. “Mas esse meu jeito irritou os traficantes, que mandaram me dar uma surra. Usaram até pedaços de pau. Quebraram meus braços. Só não me mataram porque um taxista ameaçou chamar a polícia”, conta Carla, que traz no corpo as marcas da agressão. Moradora de uma comunidade controlada pela milícia, na Zona Oeste do Rio, a jovem Denise, 18, que é lésbica, também escapou da morte por pouco. Depois de ter sido ‘descoberta’, ela passou a ser perseguida pelos milicianos. “Esse pesadelo só acabou depois que eu fugi da favela. Mas antes me bateram muito e tentaram estuprar minha namorada”, lembra Denise.

Louvado seja Nosso Senhor Jesus Cristo para sempre.