Todos são iguais perante a lei sem distinção de qualquer natureza. Todas as políticas públicas devem promover os direitos de todo ser humano, agindo nos princípios da democracia , cidadania e justiça social. A Lei. A Constituição Federal. Não cabem o preconceito, a intolerância e a discriminação em um Estado Democrático de Direito.
Mostrando postagens com marcador Limpacol substituta da Locanty na coleta de lixo em Belford Roxo. Mostrar todas as postagens
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https://www.youtube.com/watch?v=LRA7u2NBKUg
7 de novembro de 2012.
Belford Roxo sofre com o lixo espalhado pelas ruas - Reportagem do RJ TV 1 (primeira) edição de 07/11/2012.
Caminhão de lixo não passa em Belford Roxo e há lixo por toda parte e a cada dia aumenta. As crianças brincam perto da lixarada e das moscas. Há lixo perto de escolas, UPA, creche e moradias. Os moradores tacam fogo e vivem com ar poluído e carregado. As crianças vivem espirrando e com asma.
Louvado seja Nosso Senhor Jesus Cristo para sempre.
O JUIZ PAULO ROBERTO CAMPOS FRAGOSO AFIRMA QUE ZITO TEM UM PERFIL INCOMPATÍVEL COM O MANDATO E FALTA CONDIÇÃO MORAL PARA O EXERCÍCIO DO CARGO.
ZITO ENQUANTO CANDIDATO NÃO TEVE A SUA VIDA PREGRESSA LEVADA EM CONTA E REPETIU DURANTE A CAMPANHA ELEITORAL AUTITUDES AUTORITÁRIAS.
CANDIDATO FICHA SUJA : ZITO FORA RÉU por crime previsto na Lei de Licitações.
ZITO também respondera a 11 ações civis por improbidade administrativa.
Ministério Público Estadual PROCESSARA por improbidade administrativa.
Entre os processos a que respondera na Justiça Cível de Duque de Caxias, Zito, ao lado de seu irmão Zito, ex-prefeito de Belford Roxo, réu num processo instaurado pelo MP depois de investigar, por dois anos, as suspeitas de fraude na contratação da empresa Locanty para a coleta de lixo em Duque de Caxias.
O cartório da 148ª. Zona informara que ele fora citado.
Zito fora condenado por improbidade
Uma decisão da 4ª Vara Federal de São João de Meriti suspendeu por três anos os direitos políticos do prefeito de Duque de Caxias, José Camilo Zito. O réu foi condenado por improbidade administrativa. A decisão é de 16 de julho.A ação foi proposta pelo Ministério Público Federal.
Além de suspender os direitos políticos de Zito o juiz Fabrício Antonio Soares determinou a seguinte sanção: proibição de contratar com o poder público ou receber benefícios ou incentivos fiscais ou creditícios, pelo prazo de três anos. Também determinou multa a ser revertida para a União.
O MPF argumenta que ambos deixaram de cumprir a lei que determina que os municípios devem notificar partidos, sindicatos e organizações patronais das verbas federais repassadas às administrações municipais.
Louvado seja Nosso Senhor Jesus Cristo para sempre.
Um homem cata lixo em Belford Roxo, no lixão da Babi: para reduzir o impacto das urnas e, em certos casos, tentar tirar vantagem dele, algumas empresas abrem os seus cofres para candidatos a prefeito
Limpeza é o negócio, mas o serviço prestado não garante uma população livre de toda a sujeira. Empresas privadas recebem mensalmente R$ 40 milhões das prefeituras. Um negócio milionário, onde a relação entre contratado e contratante nem sempre segue as regras do jogo. Enquanto as empresas doam dinheiro para campanhas políticas (20 candidatos nas duas últimas eleições), os prefeitos brindam o setor com contratos de até 30 anos de duração, muitos deles emergenciais, assinados com dispensa do processo de licitação.
A empresas são contratadas por licitação, emergência ou concessão - alguns contratos incluem também varrição das ruas e destinação do lixo. Uma delas, a Serviflu Limpezas Urbanas e Industriais, ganha R$ 5,2 milhões mensais para atender a quatro municípios (Nilópolis, Belford Roxo, Nova Iguaçu e São Gonçalo). Wilton Sales é o gerente da Serviflu.
Lixo representa até 15% dos gastos
As prefeituras gastam muito com lixo. O professor José Araruna, do Departamento de Engenharia Civil da PUC-Rio, diz que a coleta e a destinação de resíduos sólidos comprometem de 7% a 15% dos orçamentos municipais. Como as prefeituras chegam a gastar até 60% dos recursos com folha de pagamento, o lixo muitas vezes lidera a lista das outras despesas.
- O lixo é um bom negócio para as empresas. Geralmente, os prazos dos contratos são longos e o dinheiro é líquido e certo, já que o serviço não pode parar - disse Araruna.
Para reduzir o impacto das urnas e, em certos casos, tirar vantagem dele, empresas abrem os seus cofres para os candidatos.
Em 2004 , Maria Lúcia dos Santos, em Belford Roxo recebeu R$ 50 mil da Limpacol.
Da lista de contemplados, também fazem parte o ex-deputado Álvaro Lins .
Não é claro o retorno que essas empresas esperam ter com as doações, mas os problemas gerados por este tipo de relação já começam a bater à porta o Ministério Público e do Tribunal de Contas do Estado (TCE-RJ). Auditores do TCE já descobriram pelo menos três contratos emergenciais (com dispensa de licitação) firmados sem justificativa , na Baixada.
Emergência impede licitação pública
O TCE fiscaliza com dificuldade os contratos do lixo. Além da falta de documentação, nunca encaminhada nos prazos exigidos, não é fácil acompanhar a execução do serviço. Somente investigações mais profundas conseguem mostrar os vícios do setor. Em São Gonçalo, o MP abriu inquérito para apurar a precariedade do serviço de coleta de lixo prestado pela Serviflu.
- Vamos entrar com uma ação contra a prefeitura e a empresa - disse a promotora Renata Neme Cavalcanti, da 1ª Promotoria de Tutela Coletiva da cidade.
Investigações anteriores já renderam processos. A Operação Mapa, maior até agora promovida pelo MP contra a indústria do lixo, comprovou em 2003 que a Limpacol, substituta da Locanty na coleta de lixo em Belford Roxo, tinha vínculos com a antecessora: seu responsável técnico era sócio da Locanty e a empresa operava sem caminhões próprios, usando os veículos da primeira.
Hoje, a cidade é atendida pela Serviflu, que recolhe mensalmente 12 mil toneladas de lixo e os despeja no lixão do Babi, bairro da cidade. No meio de um entra e sai constante de caminhões, pelo menos 120 catadores reviram diariamente o lixão em busca da sobrevivência.
A maioria chega a trabalhar 12 horas. Nem eles escapam da indústria do lixo. Um grupo denunciou um suposto esquema que os obrigaria a comercializar objetos encontrados no local por preços abaixo do mercado para um único ferro-velho.
- Todos trabalham em regime de escravidão. Tudo o que a gente encontra aqui tem que vender para o ferro-velho, que paga baixo. Quem contraria esse esquema é ameaçado - contou um dos catadores
Louvado seja Nosso Senhor Jesus Cristo para sempre.