Mostrando postagens com marcador COMPRA DE DECISÃO JUDICIAL. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador COMPRA DE DECISÃO JUDICIAL. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 1 de julho de 2011

HÁ PELO MENOS 10 ANOS QUE EXISTEM FAVORECIMENTOS EM PROCESSOS JUDICIAIS NO RIO DE JANEIRO PARA POLÍTICOS , TABELIÃES E EMPRESÁRIOS EM TROCA DE DINHEIRO. ADVOGADOS SEM CONCURSO PÚBLICO NOMEADOS OFICIAIS DE CARTÓRIOS NO RIO DE JANEIRO. CARTÓRIO ROMPEU CONTRATO COM LOBISTA E SOFREU DEVASSA DO TJ. O QUE OCORRE NOS BASTIDORES DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA FLUMINENSE: A Relação do Desembargador Roberto Wider com Lobista. Desembargador Motta Moraes pediu e bicheiros pagaram festa para PRESIDENTES DE TREs. MOTTA MORAES FEZ DISCURSO PARA HOMENAGEAR BICHEIRO PRESO NA OPERAÇÃO FURACÃO. MOTTA MORAIS RESPONDE A SINDICÂNCIA POR TER FAVORECIDO CANDIDATO A PREFEITO. OPERAÇÃO FAROL DA COLINA DA POLÍCIA FEDERAL MOSTRA QUE EX-MULHER DO DESEMBARGADOR ROBERTO WIDER REMETEU U$ 10 MIL PARA UM BANCO PORTUGUÊS POR UM ESQUEMA PARALELO. RELAÇÕES OCULTAS DA MAÇONARIA. Nove políticos e um advogado afirmam que Raschkovsky, desde 2006, oferece blindagem jurídica a candidatos com problemas no Tribunal Regional Eleitoral do Rio desde quando Wider presidia o TRE. AMIGO DO DESEMBARGADOR DO TRIBUNAL ELEITORAL DO RIO DE JANEIRO PEDIA DE R$ 200 MIL A R$ 10 MILHÕES PARA NÃO IMPUGNAR OU CASSAR CANDIDATOS. ROBERTO WIDER TEVE VOTO DECISIVO PELO AVAL DO REGISTRO DE UM TERRENO MILIONÁRIO NA BARRA DA TIJUCA COMPRADO POR 2 AUDITORES FISCAIS INVESTIGADOS POR LAVAGEM DE DINHEIRO. O Casal de auditores Vanildo Pereira da Silva e a analista tributária Mirian Affonso Martins que tem renda inferior a R$ 30 mil mensais acumulou somente em transações imobiliárias ocorridas nos últimos oito anos um patrimônio estimado em pelo menos R$ 16 milhões. ROBERTO WIDER QUANDO ERA DESEMBARGADOR DA 5 CÂMARA CÍVEL PERMITIU A ALIENAÇÃO DO IMÓVEL ENVOLVENDO O BARRA COUNTRY CLUB BENEFICIANDO OS SEUS AMIGOS EMPRESÁRIOS ROBERTO SIDI E ROBERTO LANDAU. ROBERTO WIDER ATROPELOU O REGIMENTO INTERNO QUE DIZ QUE A PRERROGATIVA É DO PRESIDENTE DA CÂMARA CÍVEL AO DETERMINAR A SUSPENSÃO DO GRAVAME QUE IMPEDIA A VENDA DO TERRENO OCUPADO HOJE PELO HOTEL SHERATON NA AVENIDA SERNAMBETIBA 3200 PARA DUAS INCORPORADORAS IMOBILIÁRIAS. ROBERTO WIDER FEZ NEGÓCIOS COM OS SEUS AMIGOS EMPRESÁRIOS ROBERTO SIDI E ROBERTO LANDAU QUE SÃO SÓCIOS DA ENGECAU EMPREENDIMENTOS LTDA , INCORPORADORA FAVORECIDA COM A VENDA DO BARRA COUNTRY CLUB.

DECISÃO UNÂNIME
O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) afastou em decisão unânime POR VOTAÇÃO  O corregedor do Tribunal de Justiça do Rio  desembargador Roberto Wider na última terça-feira.

DECISÕES JUDICIAIS EM TROCA DE PROPINA
RELAÇÕES ENTRE O LOBISTA EDUARDO RASCHKOVISKY E O CORREGEDOR-GERAL DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO RJ DESEMBARGADOR ROBERTO WIDER
CARTÓRIO TEM QUE REPASSAR 14% TODO MÊS AO LOBISTA
As relações suspeitas entre o lobista Eduardo Raschkovsky e o corregedor-geral do Tribunal de Justiça do Rio desembargador Roberto Wider

RETALIAÇÃO AO CARTÓRIO QUE CORTOU PAGAMENTO PARA LOBISTA
 O 15º Ofício de Notas da Capital, com unidades no Centro e na Barra da Tijuca, sofre correição extraordinária. O cartório tem contrato assinado com o escritório L. Montenegro Associados, administrado por Raschkovsky, que o obriga a repassar todo mês 14% de sua receita bruta ao lobista. Um edital fixado na porta da sede do cartório na Barra da Tijuca (Shopping Downtown) informa que o juiz Eduardo Perez Oberg (da Corregedoria) iniciou, naquela data, os trabalhos correicionais (verificação de abusos e irregularidades de titulares de cartórios). E pede que notícias de irregularidades ou sugestões sejam encaminhadas, em duas vias, à sede da Corregedoria. Além do juiz, a investigação mobiliza dez funcionários do órgão. Um dos 60 funcionários do 15º Ofício disse que a equipe estava "virando o cartório de cabeça para baixo, checando todos os documentos". CARTÓRIO CORTOU O PAGAMENTO. LOBISTA TERIA SE IRRITADO. CARTÓRIO FOI INSPECIONADO.
CARTÓRIO TINHA DE PAGAR R$ 280 mil mensais
O que ocorre no Judiciário fluminense?

MOTTA MORAES FOI O SUCESSOR DE ROBERTO WIDER NO TJ.
UM DOS ACESSORES DO  LOBISTA Eduardo Raschkovsky  QUE VENDIA FACILIDADES EM NOME DOS DESEMBARGADORES TAMBÉM FREQUENTAVA A PRESIDÊNCIA DO TRIBUNAL NESTE PERÍODO.

DESEMBARGADOR MOTTA MORAES PEDIU E BICHEIROS PAGARAM FESTA PARA PRESIDENTES DE TREs

MOTTA MORAES FEZ DISCURSO PARA HOMENAGEAR BICHEIRO PRESO NA OPERAÇÃO FURACÃO
Ao discursar no coquetel, Motta Moraes homenageou os bicheiros Aniz Abraão David, o Anísio, e Luizinho Drummond, ambos da cúpula da Liga. Anísio foi preso na Operação Furacão, em 2007 .

MOTTA MORAES RESPONDE SINDICÂNCIA POR TER FAVORECIDO CANDIDATO A PREFEITO



LOBISTA AGIA HÁ PELO MENOS 10 ANOS NOS BASTIDORES DA JUSTIÇA DO RIO DE JANEIRO OFERECENDO SETENÇAS E OUTRAS FACILIDADES EM TROCA DE VANTAGENS FINANCEIRAS.

VENDA DE SENTENÇAS NO RIO
http://oglobo.globo.com/pais/noblat/posts/2009/11/09/cnj-vai-investigar-venda-de-sentencas-no-rio-239348.asp
O empresário e estudante de direito Eduardo Raschkovsky usa sua influência junto a magistrados — principalmente Wider — para negociar sentenças judiciais.

O corregedor de Justiça do Rio , desembargador Roberto Wider é amigo íntimo de Eduardo, que abriu os salões de sua casa no Itanhangá, na Barra da Tijuca, para várias homenagens ao magistrado, a última delas oferecida no dia 22 de outubro.
Sócio de doleiros investigados pela polícia (um deles por associação ao narcotráfico) e envolvido em manobras obscuras do Grupo Opportunity, o que lhe rendeu uma denúncia de tentativa de corrupção, Eduardo foi acusado por cinco políticos e um advogado, todos em caráter reservado por temer perseguições, de pedir valores entre R$ 200 mil e R$ 10 milhões para protegê-los de decisões sobre impugnação de candidaturas e cassação de mandatos. A assédio começou quando Wider era presidente do Tribunal Regional Eleitoral do Rio (2006-2008).
O presidente da Associação dos Magistrados do Brasil (AMB), Mozart Valadares, defendeu uma apuração rigorosa das denúncias, ainda que envolvam autoridade do Poder Judiciário do Rio.

LOBISTA OFERECE BLINDAGEM POLÍTICA A CANDIDATOS DESDE QUANDO WIDER PRESIDIA O TRE DO RIO
Nove políticos e um advogado  afirmam que Raschkovsky, desde 2006, oferece blindagem jurídica a candidatos com problemas no Tribunal Regional Eleitoral do Rio desde quando Wider presidia o TRE.

http://oglobo.globo.com/pais/mat/2009/11/16/cnj-fara-acompanhamento-paralelo-investigacao-da-corregedoria-do-tj-em-cartorio-914795800.asp

LOBBY NO RIO DE JANEIRO
A SÚBITA DEVASSA ORDENADA PELO CORREGEDOR-GERAL DE "JUSTIÇA" DO RIO ROBERTO WIDER APÓS O CARTÓRIO NÃO REPASSAR DINHEIRO AO LOBISTA QUE VIAJOU COM CORREGEDOR PARO O EXTERIOR
A súbita devassa ordenada semana passada pelo corregedor-geral de Justiça do Rio, desembargador Roberto Wider. A devassa de Wider aconteceu após o rompimento, por parte do 15º Ofício - que tem sedes no Centro e na Barra -, de um contrato de prestação de serviços que o cartório mantinha com o escritório L. Montenegro Advogados Associados. Pelo contrato, o cartório era obrigado a repassar, mensalmente, 14% de sua renda bruta (cerca de R$ 280 mil) ao escritório, que é administrado pelo empresário e estudante de direito Eduardo Raschkovsky.
Raschkovsky é amigo de Roberto Wider . Ambos, além de se frequentarem, viajaram juntos para o exterior. Nove políticos e um advogado afirmam que Raschkovsky, desde 2006, oferece blindagem jurídica a candidatos com problemas no Tribunal Regional Eleitoral do Rio desde quando Wider presidia o TRE.

10 FUNCIONÁRIOS DA CORREGEDORIA LIDERADOS PELO JUIZ EDUARDO OBERG REVIRARAM TODOS OS ARQUIVOS DO CARTÓRIO. NÃO HAVIA UMA EXPLICAÇÃO CLARA SOBRE A SÚBITA DEVASSA
Liderados pelo juiz Eduardo Oberg, dez funcionários da Corregedoria-Geral de Justiça do Rio reviram, desde então, todos os arquivos do cartório. No aviso afixado na porta do 15º Ofício, na sede da Barra, não havia uma explicação clara sobre a correição extraordinária.



 
CARTÓRIOS PARA AMIGO DO AMIGO
deu em o globo

Cartórios para amigos do amigo
De Chico Otavio e Cássio Bruno:









LOBISTA NÃO SE INTIMIDOU NEM COM JUÍZA E CONTINUA BUSCANDO CLIENTES EM ASSÉDIOS REGADOS A VINHO EM SUA CASA NO ITANHANGÁ, E CONVIVENDO COM MAGISTRADOS.

NO DIA 22 DE OUTUBRO LOBISTA ABRIU OS SALÕES DA SUA CASA PARA HOMENAGEAR O DESEMBARGADOR ROBERTO WIDER


http://oglobo.globo.com/pais/mat/2009/12/09/cpi-que-investiga-venda-de-sentencas-no-rio-decide-quebrar-sigilos-do-lobista-eduardo-raschkovsky-915126754.asp

OPERAÇÃO FAROL DA COLINA DA POLÍCIA FEDERAL MOSTRA QUE EX-MULHER DO DESEMBARGADOR ROBERTO WIDER REMETEU U$ 10 MIL PARA UM BANCO PORTUGUÊS POR UM ESQUEMA PARALELO.

O ESQUEMA PARALELO DO JUDICIÁRIO DO RIO DE JANEIRO

DINHEIRO COMPRAVA  A SUSPENSÃO DE REGISTROS NO TRE NAS ÚLTIMAS 2 ELEIÇÕES

LOBISTA EDUARDO RASCHKOVSKY OFERECIA BLINDAGEM PARA CANDIDATOS EM PROCESSOS ELEITORAIS EM TROCA DE VANTAGENS FINANCEIRAS EVITANDO A SUSPENSÃO DE SEUS REGISTROS NO TRE NOS ÚLTIMOS 2 PLEITOS

RELAÇÕES COM DESEMBARGADORES GARANTIA BLINDAGEM EM PROCESSOS
Raschkovsky negociava sentenças com políticos para blindá-los em processos em troca de vantagens financeiras. O lobista utilizava suas relações no Judiciário fluminense, como com o amigo e então presidente do Tribunal Regional Eleitoral do Rio (TRE-RJ), desembargador Roberto Wider..

TRÁFICO DE INFLUÊNCIA OCULTO NA JUSTIÇA DO RIO DE JANEIRO



Raschkovsky negociava sentenças com políticos para blindá-los em processos em troca de vantagens financeiras. O lobista utilizava suas relações no Judiciário fluminense, como com o amigo e então presidente do Tribunal Regional Eleitoral do Rio (TRE-RJ), desembargador Roberto Wider.

O único deputado da ALERJ contra a CPI foi Délio Leal. Que teria ligações OCULTAS na MAÇONARIA. 
Délio Leal (PMDB), por sua vez, foi o único parlamentar presente no plenário que mostrou insatisfação com a abertura da Comissão.

Nove políticos e um advogado afirmam que Raschkovsky, desde 2006, oferece blindagem jurídica a candidatos com problemas no Tribunal Regional Eleitoral do Rio desde quando Wider presidia o TRE.

DECISÕES JUDICIAIS PARA FAVORECER OS AMIGOS E EMPRESÁRIOS ROBERTO SIDI E ROBERTO LANDAU
O Desembargador Roberto Wider é acusado ainda de favorecer, em decisões judiciais, os amigos e empresários Roberto Sidi e Roberto Landau em conturbada venda de terrenos na Barra da Tijuca.


http://oglobo.globo.com/pais/mat/2009/11/23/cpi-na-alerj-comecara-ouvindo-raschkovsky-lobista-acusado-de-chantagear-politicos-914899184.asp

DESEMBARGADOR ROBERTO WIDER NOMEOU 2 ADVOGADOS LIGADOS AO ESCRITÓRIO DO SEU AMIGO E COMPARSA LOBISTA PARA OS CARGOS DE OFICIAIS DE CARTÓRIOS DO RIO DE JANEIRO E DE SÃO GONÇALO:  Alexandre de Paula Ruy Barbosa e Carlos Roberto Fernandes Alves.
... as nomeações feitas por ele, em março deste ano , de dois advogados ligados ao escritório L. Montenegro Advogados Associados para os cargos de oficiais de cartórios do Rio de Janeiro e de São Gonçalo. Alexandre de Paula Ruy Barbosa assumiu o 11º Ofício de Notas da Comarca da Capital e Carlos Roberto Fernandes Alves, o 6º Ofício de Justiça da Comarca de São Gonçalo. O escritório é administrado por Raschkovsky.
http://oglobo.globo.com//pais/mat/2009/11/20/juizes-concluem-inspecao-em-cartorio-no-rio-914864592.asp


LOBISTA OFERECIA FESTAS NA SUA CASA PARA DESEMBARGADORES
As reportagens, assinadas por Chico Otavio e Cássio Bruno, no jornal O GLOBO, mostraram que a influência de Raschkovsky não se limitava às festas que o lobista oferecia a desembargadores em sua casa. Ele vendia decisões judiciais para empresários e tabeliães. Na gestão de Wider na corregedoria, dois advogados de seu escritório foram nomeados oficiais de cartórios de notas.

Lobista interferia em nomeações de oficiais de cartórios de notas feitas pelo desembargador, além de negociar com políticos despachos do corregedor, quando ele presidia o Tribunal Eleitoral do estado

LOBISTA AMIGO DO DESEMBARGADOR PEDIA VALORES ENTRE R$ 200 MIL E R$ 1O MILHÕES PARA NÃO IMPUGNAR NEM CASSAR CANDIDATOS DO RIO DE JANEIRO
Sócio de doleiros investigados pela polícia (um deles por associação ao narcotráfico) e envolvido em manobras obscuras do Grupo Opportunity, o que lhe rendeu uma denúncia de tentativa de corrupção, Eduardo foi acusado por cinco políticos e um advogado, todos em caráter reservado por temer perseguições, de pedir valores entre R$ 200 mil e R$ 10 milhões para protegê-los de decisões sobre impugnação de candidaturas e cassação de mandatos. A assédio começou quando Wider era presidente do Tribunal Regional Eleitoral do Rio (2006-2008).

Raschkovsky se encontrava frequentemente com Wider e o homenageou com festa em sua casa no dia 22 de outubro.

Lobista e desembargador se encontram com frequência

OUTROS INTEGRANTES DA CORREGEDORIA CONTARAM QUE QUANDO  O DESEMBARGADOR ROBERTO WIDER TOMOU A INICIATIVA DE SE AFASTAR PRIMEIRO DA CORREGEDORIA-GERAL POR 30 DIAS ERA PORQUE ELE JÁ SERIA AFASTADO, COMO REALMENTE ELE FOI, MESMO TEMPOS DEPOIS.


Raschkovsky e Wider se encontram, no mínimo, uma vez por semana. Muitas vezes, jantam juntos no Iate Clube, segundo um dos garçons do restaurante, e um frequenta a casa do outro. No jantar que o lobista ofereceu em sua homenagem, em 22 de outubro do ano passado, o desembargador cruzou o portão do condomínio no Itanhangá no carro da segurança do anfitrião. Também já viajaram juntos para Israel e Inglaterra, em 2005, e passam fins de semana na casa de Eduardo em Nogueira, distrito de Petrópolis.

Em pelo menos uma ocasião, essa amizade se desdobrou em ação prática: sócios de Eduardo ajudaram a então mulher de Wider, Vera Lúcia Teixeira dos Santos, a fazer uma remessa de dólares para Portugal - para uma agência do Banco Comercial Português em Lisboa - pelo esquema paralelo ao Banco Central e investigado pela Operação Farol da Colina, da PF.


Wider era desembargador da 5ª Câmara Cível, no início desta década, quando teve o nome vinculado à conturbada venda de terrenos ocupados por dois clubes da Barra da Tijuca. No caso envolvendo o Barra Country Club, atuou como magistrado em decisão que permitiu a alienação do imóvel. Na outra, do Canaveral, aparece como um dos sócios do clube.


Nos dois casos, os beneficiados foram os mesmos: os empresários Roberto Sidi e Roberto Landau, amigos de Wider. Em pelo menos um destes casos, o juiz que atuou na primeira instância - responsável por uma sentença contrária aos amigos de Wider - foi procurado por Raschkovsky, que queria saber se o magistrado estava seguro da decisão.





A sessão desta quarta do Órgão, que era pública, tornou-se secreta para que o desembargador pudesse anunciar a decisão. Outros integrantes do Tribunal contaram que Wider tomou a iniciativa antes que o próprio tribunal, debaixo de forte pressão dos tribunais superiores de Brasília, optasse pelo afastamento.


ROBERTO WIDER TEVE VOTO DECISIVO PELO AVAL DO REGISTRO DE UM TERRENO MILIONÁRIO NA BARRA DA TIJUCA COMPRADO POR 2 AUDITORES FISCAIS INVESTIGADOS POR LAVAGEM DE DINHEIRO.

O Casal de auditores Vanildo Pereira da Silva e a analista tributária Mirian Affonso Martins que tem renda inferior a R$ 30 mil mensais acumulou somente em transações imobiliárias ocorridas nos últimos oito anos um patrimônio estimado em pelo menos R$ 16 milhões.

RIO - O registro de um terreno na Barra da Tijuca, Zona Oeste do Rio de Janeiro, que teria sido comprado por R$ 10 milhões por dois auditores fiscais, está no centro de uma polêmica no Tribunal de Justiça do Rio (TJ-RJ). A operação, que teve voto favorável do desembargador Roberto Wider, corregedor licenciado do TJ , foi barrada pelo Órgão Especial do tribunal. 

O auditor fiscal Vanildo Pereira da Silva e a analista tributária Mirian Affonso Martins, investigados por lavagem de dinheiro, queriam registrar o terreno. Para lavrar a escritura, eles chegaram a obter, com voto decisivo de Wider, o aval do Conselho da Magistratura. Mas liminar concedida por outro desembargador, Nametala Jorge, em mandado de segurança proposto pelo Ministério Público, mandou sustar a operação.
Com renda mensal inferior a R$ 30 mil mensais, o casal acumulou, somente em transações imobiliárias ocorridas nos últimos oito anos, um patrimônio estimado em pelo menos R$ 16 milhões (o valor é baseado em pesquisa nos cartórios do município). A riqueza do casal levou a corregedoria da Receita Federal a instaurar sindicância. A medida provocou também a abertura de um inquérito na Polícia Federal.



O auditor fiscal Vanildo Pereira da Silva e a analista tributária Miriam Affonso Martins não foram localizados.

O auditor fiscal Vanildo Pereira da Silva e a analista tributária Mirian Affonso Martins, investigados por lavagem de dinheiro, queriam registrar o terreno. Para lavrar a escritura, eles chegaram a obter, com voto decisivo de Wider, o aval do Conselho da Magistratura. Com renda mensal inferior a R$ 30 mil mensais, o casal acumulou, somente em transações imobiliárias ocorridas nos últimos oito anos, um patrimônio estimado em pelo menos R$ 16 milhões.

O registro de um terreno na Barra da Tijuca, Zona Oeste do Rio de Janeiro, que teria sido comprado por R$ 10 milhões por dois auditores fiscais, está no centro de uma polêmica no Tribunal de Justiça do Rio (TJ-RJ). A operação, que teve voto favorável do desembargador Roberto Wider, corregedor licenciado do TJ , foi barrada pelo Órgão Especial do tribunal.

O auditor fiscal Vanildo Pereira da Silva e a analista tributária Mirian Affonso Martins, investigados por lavagem de dinheiro, queriam registrar o terreno. Para lavrar a escritura, eles chegaram a obter, com voto decisivo de Wider, o aval do Conselho da Magistratura. Mas liminar concedida por outro desembargador, Nametala Jorge, em mandado de segurança proposto pelo Ministério Público, mandou sustar a operação.
Com renda mensal inferior a R$ 30 mil mensais, o casal acumulou, somente em transações imobiliárias ocorridas nos últimos oito anos, um patrimônio estimado em pelo menos R$ 16 milhões (o valor é baseado em pesquisa nos cartórios do município). A riqueza do casal levou a corregedoria da Receita Federal a instaurar sindicância. A medida provocou também a abertura de um inquérito na Polícia Federal.

O auditor fiscal Vanildo Pereira da Silva e a analista tributária Miriam Affonso Martins não foram localizados.

Wider feriu os princípios da imparcialidade, da impessoalidade e da lealdade institucional ao presentear amigos de Raschkovsky com cartórios e ao perseguir uma tabeliã que havia rompido um contrato com o lobista.


 
ROBERTO WIDER QUANDO ERA DESEMBARGADOR DA 5 CÂMARA CÍVEL PERMITIU A ALIENAÇÃO DO IMÓVEL ENVOLVENDO O BARRA COUNTRY CLUB BENEFICIANDO OS SEUS AMIGOS EMPRESÁRIOS ROBERTO SIDI E ROBERTO LANDAU.  ROBERTO WIDER ATROPELOU O REGIMENTO INTERNO QUE DIZ QUE A PRERROGATIVA É DO PRESIDENTE DA CÂMARA CÍVEL AO DETERMINAR A SUSPENSÃO DO GRAVAME QUE IMPEDIA A VENDA DO TERRENO OCUPADO HOJE PELO HOTEL SHERATON NA AVENIDA SERNAMBETIBA 3200 PARA DUAS INCORPORADORAS IMOBILIÁRIAS.  ROBERTO WIDER FEZ NEGÓCIOS COM OS SEUS AMIGOS EMPRESÁRIOS ROBERTO SIDI E ROBERTO LANDAU QUE SÃO SÓCIOS DA ENGECAU EMPREENDIMENTOS LTDA , INCORPORADORA FAVORECIDA COM A VENDA DO BARRA COUNTRY CLUB

Peças extraídas do outro processo (Canaveral) e certidões de imóveis revelam que Wider fez negócios com Sidi e Landau, sócios da Engecau Empreendimentos Ltda, uma das incorporadoras favorecidas com a venda do Barra Country Club.
Wider atuou em favor de Roberto Sidi e Roberto Landau em conturbada venda de terrenos ocupados na Barra

http://oglobo.globo.com/pais/mat/2009/12/05/justica-barra-transacao-milionaria-de-terreno-que-roberto-wider-do-tj-rj-aprovou-915073851.asp

RIO - O corregedor-geral de Justiça do Rio, Roberto Wider, era desembargador da 5 Câmara Cível, no início desta década, quando teve o nome vinculado à conturbada venda de terrenos ocupados, à época, por dois clubes da Barra da Tijuca. No No primeiro, envolvendo o Barra Country Club, atuou como magistrado em decisão que permitiu a alienação do imóvel. Na outra, do Canaveral, aparece como um dos sócios do clube. Nos dois casos, os beneficiados foram os mesmos: os empresários Roberto Sidi e Roberto Landau, amigos de Wider.

ROBERTO WIDER APARECE COMO UM DOS SÓCIOS DO CARNAVERAL CLUBE NA BARRA DA TIJUCA. ROBERTO WIDER TEVE SEU NOME VINCULADO A ESTA CONTURBADA VENDA BENEFICIANDO OS SEUS AMIGOS EMPRESÁRIOS ROBERTO SIDI E ROBERTO LANDAU.

Em pelo menos um destes casos, o juiz que atuou na primeira instância - responsável por uma sentença contrária aos amigos de Wider - foi procurado por Eduardo Raschkovsky. O lobista queria saber se o magistrado estava seguro da decisão.

Tanto a venda do Barra Country como a do Canaveral rendem controvérsias até hoje na Justiça. No caso do Barra Country (cujo terreno é hoje ocupado pelo hotel Sheraton, na Avenida Sernambetiba 3.200), uma das ações que bloqueava, na época, a venda do terreno fora movida por advogado insatisfeito com os honorários pagos por um dos interessados no negócio.

Magistrado suspendeu medida que vetava venda

O advogado ganhou na primeira instância, mas os réus recorreram. Então, como relator da ação de cobrança, Wider reformou a sentença e foi além: atropelou o regimento interno ao determinar a suspensão, no Registro Geral de Imóveis, do gravame que impedia a venda do clube para duas incorporadoras imobiliárias - o regimento diz que a medida é prerrogativa do presidente da Câmara Cível.

Peças extraídas do outro processo (Canaveral) e certidões de imóveis revelam que Wider fez negócios com Sidi e Landau, sócios da Engecau Empreendimentos Ltda, uma das incorporadoras favorecidas com a venda do Barra Country Club.







Eleições 2008


http://oglobo.globo.com/pais/eleicoes2008/mat/2008/10/04/os_candidatos_com_ficha_suja_pedem_passagem_fique_atento-548552785.asp


51 CÂNDIDATOS RESPONDIAM A PROCESSO OU JÁ ERAM CONDENADOS POR CRIMES COMO HOMICÍDIO, ROUBO, FURTO, FORMAÇÃO DE QUADRILHA , TRÁFICO DE DROGAS E ESTELIONATO.

A Justiça Eleitoral não tinha feito a seleção dos candidatos.
http://oglobo.globo.com/pais/eleicoes2008/mat/2008/07/31/cabral_volta_pedir_uso_das_forcas_federais_antes_durante_depois_das_eleicoes_-547499185.asp

DEU EM O ESTADO DE SÃO PAULO
ROBERTO WIDER DESCARTOU REFORÇO IMEDIATO NAS ELEIÇÕES









BLOG DO NOBLAT
http://oglobo.globo.com/pais/noblat/posts/2008/09/15/presidente-do-tre-rj-rebate-relator-da-onu-126401.asp
25 homicídios por 100 mil habitantes . Taxa dos homicídios no país era duas vezes superior à média mundial.



RJ TV / JORNAL O GLOBO


O CNJ vai investigar irregularidades que teriam sido praticadas pelo magistrado em casos ligados a cartórios extrajudiciais, onde são feitos, por exemplo, testamentos públicos e escrituras. Pela decisão do conselho, Roberto Wider fica afastado do cargo de corregedor do Tribunal de Justiça até o fim do processo.

Ele ainda não se pronunciou sobre a decisão. As investigações começaram em novembro. Reportagens publicadas pelo jornal O Globo denunciaram que o desembargador teria ligações com Eduardo Raschkovsky, que - segundo o jornal - é um lobbista suspeito de oferecer favorecimento em processos judiciais a políticos, tabeliães e empresários, em troca de dinheiro.
Ainda segundo o jornal, Roberto Wider nomeou sem concurso público dois advogados ligados a Rachkosvky para cargos de oficiais de cartórios.

Durante o início das investigações do CNJ, Roberto Wider pediu afastamento da corregedoria por 30dias. Alegou que não queria ser acusado de atrapalhar o trabalho do conselho. Ele voltou ao cargo em dezembro.

Louvado seja Nosso Senhor Jesus Cristo para sempre.

DESEMBARGADORES CORRUPTOS DO TOCANTINS. ESQUEMA DE VENDA DE SENTENÇAS.



VOCÊ TEM UMA CAUSA NA JUSTIÇA E PERDE PORQUE VOCÊ NÃO TEM DINHEIRO PARA COMPRAR O JUIZ , O DESEMBARGADOR , O ADVOGADO E O MINISTÉRIO PÚBLICO INCLUSIVE . NEPOTISMO ROLANDO NO JUDICIÁRIO. COMÉRCIO DA DECISÃO JUDICIAL. JUÍZES E DESEMBARGADORES VENDENDO SENTENÇAS NO ESPÍRITO SANTO.INTEGRANTES DO MINISTÉRIO PÚBLICO ENVOLVIDOS. ADVOGADOS ENVOLVIDOS NO ESQUEMA E EMPRESÁRIOS TAMBÉM ENVOLVIDOS NO ESQUEMA . ELES JULGAM, CONDENAM, ABSOLVEM E OS BANDIDOS (OS GRANDES) SÃO ELES MESMOS . ESQUEMA DE VENDA DE SENTENÇAS NO ESPÍRITO SANTO.


MAGISTRADOS VENDENDO SENTENÇAS

19/2/2010 11h40
OPERAÇÃO NAUFRÁGIO
OPERAÇÃO TITANIC
Diz a  investigação feita no Inquérito 589/DF do Superior Tribunal de Justiça (STJ), conhecido como Operação Naufrágio, que apurou a  prática de infrações penais por autoridades do Poder Judiciário no Espírito Santo descobertos em outra investigação (Operação Titanic). A denúncia indica a participação dos denunciados em um “esquema de corrupção sem precedentes, que tinha por objeto a comercialização de decisões judiciais”.


TRIBUNAL VIROU RENTÁVEL BALCÃO DE NEGÓCIOS
Para viabilizar a atividade criminosa, a quadrilha teceu uma rede no TJ/ES. Isso ocorreu logo após a posse de Frederico Pimentel na presidência do tribunal, que manteve o procedimento manual de distribuição de processos. Assim, os processos de seu interesse eram direcionados para os magistrados integrantes do esquema. Com pleno domínio sobre as principais funções do tribunal, os denunciados promoveram intervenções em ações judiciais, transformando o TJ/ES em um rentável balcão de negócios, que se iniciava com o protocolo da petição, passando pelo sorteio viciado do relator, até o julgamento do feito, com a prolação da decisão conforme interesses próprios ou de terceiros em troca de vantagens pecuniárias.

PROPINAS PARA FUNCIONÁRIOS PÚBLICOS
Do outro lado, os advogados Paulo Guerra Duque, Johnny Estefano Ramos Lievori, Gilson Mansur Letaif Filho e Pedro Celso Pereira recrutavam os clientes interessados no sucesso de suas demandas, o que significava o recebimento de honorários advocatícios e de propinas para eles próprios e para os funcionários públicos. Ao advogado Flávio Cheim cabia a função de consultor dos demais advogados.

FORMAÇÃO DE QUADRILHA PARA LUCRAR FÁCIL
PODER ECONÔMICO E PADRÃO DE VIDA SUPERIORES AO QUE ERAM CAPAZES DE REALIZAR COM SUAS ATIVIDADES LÍCITAS
“Não resta dúvida de que o motivo para a formação da quadrilha e a consequente prática de outros crimes reside na busca do lucro fácil: uma prestação jurisdicional em que o que menos conta é o melhor argumento. As vultosas quantias em litígio levadas à apreciação do TJ-ES tornavam a atividade da quadrilha extremamente lucrativa, proporcionando aos envolvidos um poder econômico e padrão de vida superiores ao que eram capazes de realizar com suas atividades profissionais lícitas”, diz o subprocurador, na denúncia. De acordo com a peça, os denunciados usavam códigos em conversas telefônicas em que apelidaram o tribunal de “casa de caridade” e seus membros de “criancinhas abandonadas”, bem como comparavam a estrutura do órgão à hierarquia da Igreja Católica.

LAVAGEM DE DINHEIRO
O dinheiro obtido pelas atividades ilícitas era guardado em casa em espécie ou era usado para adquirir bens para si ou terceiros, “em procedimento que muito se assemelha às hipóteses legais de lavagem de dinheiro."

NEPOTISMO
FRAUDE NOS CONCURSOS PÚBLICOS DA JUSTIÇA
CARGOS ESTRATÉGICOS PARA FAMILIARES E AMIGOS
Concurso e nepotismo – As investigações também revelaram a prática de nepotismo, fraude nos concursos públicos das carreiras da Justiça Estadual e negócios com cartórios. Os cargos estratégicos do TJ/ES foram ocupados por familiares e amigos dos denunciados, por meio de nomeação em cargo em comissão, para consecução de objetivos escusos. Como exemplo, pode-se citar a nomeação das filhas e genro do presidente do tribunal, Frederico Pimentel, para seu gabinete. Quando o ingresso não ocorreu por nomeação para cargo em comissão, a entrada de integrantes do esquema se deu por meio de fraudes em concurso público.

FRAUDE NO CONCURSO TINHA INTENÇÃO DE MANIPULAR O INGRESSO DE JUÍZES
De acordo com a denúncia, a fraude em concursos públicos tinha duas frentes: a intenção da quadrilha de manipular o ingresso de futuros juízes substitutos no concurso em andamento durante a gestão de Pimentel e a fraude consumada nos concursos anteriores para o provimento de cargos de nível médio e superior das carreiras do Judiciário capixaba. A manipulação do concurso para magistratura não chegou a ser executada devido à realização da operação pela Polícia Federal.


DIVERSOS CARGOS ESTRATÉGICOS DA QUADRILHA
As nomeações para diversos cargos estratégicos também possibilitaram a diversificação das atividades da quadrilha, que passou a “investir” em negócios com cartórios, especificamente a criação de um cartório em Cariacica – o que gerou discórdia na família Pimentel.


DENÚNCIA DOS CRIMES
Os denunciados são acusados de formação de quadrilha (art. 288 do Código Penal), corrupção ativa majorada (art. 333, parágrafo único, do Código Penal), corrupção passiva majorada (art. 317, § 1º, do CP), corrupção passiva privilegiada (art. 317, § 2º, do CP), exploração de prestígio (art. 357 do CP), apropriação de rendas públicas municipais (art. 1º, I, do Decreto-lei nº 201/67), prevaricação (art. 319 do CP), falsidade ideológica (art. 299 do CP), advocacia administrativa (art. 321 do CP), violação de sigilo funcional qualificado (art. 325, § 2º, combinado com art. 71 do CP), estelionato majorado (art. 171, § 3º, do CP).

Pedidos – Na denúncia, apresentada no dia 5 de fevereiro, o subprocurador-geral da República Carlos Vasconcelos pediu a revogação do segredo de justiça, decretada ontem, 18 de fevereiro, pela ministra Laurita Vaz, relatora do caso no STJ. O subprocurador também pede o afastamento dos cargos Frederico Guilherme Pimentel, Frederico Luis Schaider, Larissa Pignaton Sarcinelli Pimentel e Larissa Schaider Pimentel Cortes. Ele pede, ainda, a perda do cargo, função pública ou mandato eletivo, bem como dos bens adquiridos com a prática dos crimes.

Denunciados:
Confira a seguir a lista de acusados e os crimes pelos quais foram denunciados:


1. ADRIANO MARIANO SCOPEL – Empresário – corrupção ativa majorada (artigo 333 parágrafo único do CP);

2. ALINALDO FARIA DE SOUZA – Desembargador do TJES – corrupção passiva privilegiada (artigo 317 parágrafo 2º do CP; corrupção passiva privilegiada – duas vezes (artigo 317 parágrafo 2º, na forma do artigo 71, ambos do CP); prevaricação (artigo 319 combinado com 71 do CP);

3. ALOÍSIO VAREJÃO– Vereador da Câmara Municipal de Vitória – corrupção ativa majorada (artigo 333 parágrafo único do CP);

4. BÁRBARA PIGNATON SARCINELLI - Servidora demitida do Tribunal de Justiça do Estado do Espírito Santo, do qual era Diretora Judiciária de Registro, Preparo e Distribuição – quadrilha (artigo 288 do CP); corrupção passiva privilegiada (artigo 317 parágrafo 2º do CP); corrupção passiva majorada (artigo 317 parágrafo 1º combinado com artigo 29, ambos do CP); corrupção passiva privilegiada, prevaricação e falsidade ideológica (artigos 317 parágrafo 2º; 319 e artigo 299 parágrafo único, na forma do artigo 69, todos do CP); corrupção passiva privilegiada (artigo 317 parágrafo 2º do CP); Peculato (artigo 312 combinado com artigo 29 do CP) e abandono de função qualificada (artigo 323 parágrafo 1º do CP);

5. CRISTÓVÃO DE SOUZA PIMENTA – Juiz de Direito da Vara dos Feitos da Fazenda Pública Municipal da Comarca de Vitória – corrupção passiva majorada (artigo 317 parágrafo 1º do CP);

6. DILSON ANTÔNIO VAREJÃO– Assessor do Vereador Aloísio Varejão – corrupção ativa (artigo 333 combinado com 29, ambos do CP) e exploração de prestígio majorada (artigo 357 parágrafo único combinado com artigo 29, ambos do CP);

7. DIONE SCHAIDER PIMENTEL ARRUDA – Servidora demitida do Tribunal de Justiça do Espírito Santo – quadrilha (artigo 288 do CP); corrupção passiva majorada (artigo 317 parágrafo 1º combinado com artigo 29, ambos do CP);

8. ELIEZER SIQUEIRA DE SOUZA – Procurador de Justiça do Ministério Público do Estado do Espírito Santo – corrupção passiva privilegiada (artigo 317 parágrafo 2º do Código Penal);

9. ELPÍDIO JOSÉ DUQUE – Desembargador do TJES – quadrilha (artigo 288 do CP); corrupção passiva majorada (artigo 317 parágrafo 1º do CP); corrupção passiva majorada (artigo 317 parágrafo 1.° do CP); corrupção passiva privilegiada (artigo 317 parágrafo 2º do CP);

10. FELIPE SARDEMBERG MACHADO – Servidor demitido do Tribunal de Justiça do Espírito Santo – quadrilha (artigo 288 do CP); corrupção ativa majorada (artigo 333 parágrafo único do CP);

11. FLÁVIO CHEIM JORGE – Advogado – quadrilha (artigo 288 do CP);

12. FRANCISCO JOSÉ PRATES DE MATOS – ex-Prefeito de Pedro Canário – crime de responsabilidade (artigo 1º I do Decreto-Lei nº 201/67) e corrupção ativa majorada (artigo 333 parágrafo único do CP);

13. FREDERICO GUILHERME PIMENTEL – Desembargador do TJES – quadrilha (artigo 288 do CP); corrupção passiva majorada (artigo 317 parágrafo 1º do CP); corrupção passiva majorada (artigo 317 parágrafo 1º do CP); corrupção passiva privilegiada (artigo 317 parágrafo 2º do CP); advocacia administrativa qualificada (artigo 321 parágrafo único do CP); advocacia administrativa qualificada (artigo 321 parágrafo único do CP); violação de sigilo funcional qualificado repetidamente (artigo 325 parágrafo 2º combinado com 71 do CP) e estelionato majorado (artigo 171 parágrafo 3º do CP); Peculato (artigo 312 do CP) e exercício funcional ilegalmente antecipado ou prolongado (artigo 324 do CP);

14. FREDERICO LUIS SCHAIDER PIMENTEL – Juiz de Direito da Vara dos Feitos da Fazenda Pública Estadual de Cariacica – quadrilha (artigo 288 do CP); corrupção passiva majorada (artigo 317, parágrafo 1º, combinado com artigo 29, ambos do CP); corrupção passiva majorada (artigo 317, parágrafo 1º, combinado com artigo 29, ambos do CP); exploração de prestígio (artigo 357 do CP); exploração de prestígio (artigo 357 do CP); advocacia administrativa qualificada (artigo 321, parágrafo único, do CP);

15. GILSON LETAIF MANSUR FILHO – Advogado – exploração de prestígio (CP artigo 357); advocacia administrativa qualificada (artigo 321, parágrafo único, combinado com artigo 29, ambos do CP) e corrupção ativa majorada (artigo 333, parágrafo único, do CP);

16. HENRIQUE ROCHA MARTINS ARRUDA – Advogado – quadrilha (artigo 288 do CP); corrupção passiva majorada (artigo 317, parágrafo 1º, combinado com artigo 29, ambos do CP);

17. JOHNNY ESTEFANO RAMOS LIEVORI – Advogado – quadrilha (artigo 288 do CP); exploração de prestígio (artigo 357 combinado com artigo 29 do CP); corrupção ativa majorada (artigo 333, parágrafo único, combinado com artigo 29 do CP); exploração de prestígio (artigo 357 do CP);

18. JOSENIDER VAREJÃO TAVARES - Desembargador do TJES – quadrilha (artigo 288 do CP); corrupção passiva majorada (artigo 317, parágrafo 1º, do CP); advocacia administrativa qualificada e corrupção ativa majorada, em concurso formal (artigos 321 parágrafo único; 333, parágrafo único, combinado com 29, combinado com70, todos do Código Penal); corrupção ativa (artigo 333 do CP, o segundo combinado com artigo 29 do CP); exploração de prestígio majorada (artigo 357 parágrafo único do CP); advocacia administrativa qualificada (artigo 321, parágrafo único, do CP) e corrupção passiva privilegiada (artigo 317, parágrafo 2º, do CP); advocacia administrativa qualificada (artigo 321, parágrafo único, do CP); advocacia administrativa qualificada (artigo 321, parágrafo único, do CP);

19. LARISSA PIGNATON SARCINELLI PIMENTEL – Juíza de Direito da 9ª Vara Criminal de Vitória – quadrilha (artigo 288 do CP); corrupção passiva majorada (artigo 317, parágrafo 1º, combinado com artigo 29, ambos do CP);

20. LARISSA SCHAIDER PIMENTEL CORTES – Servidora do Tribunal de Justiça do Estado do Espírito Santo – quadrilha (artigo 288 do CP); corrupção passiva majorada (artigo 317, parágrafo 1º, combinado com artigo 29, ambos do CP);

21. LEANDRO SÁ FORTES – Assessor da Presidência, demitido, do Tribunal de Justiça do Estado do Espírito Santo – quadrilha (artigo 288 do CP); corrupção passiva majorada (artigo 317, parágrafo 1º, combinado com artigo 29, ambos do CP);

22. PAULO GUERRA DUQUE – Advogado – quadrilha (artigo 288 do CP); corrupção passiva majorada (artigo 317, parágrafo 1º, combinado com artigo 29, ambos do CP); exploração de prestígio (artigo 357 combinado com artigo 29 do CP); corrupção ativa majorada (artigo 333 parágrafo único combinado com artigo 29 do CP); corrupção passiva majorada e exploração de prestígio (CP artigo 317, parágrafo 1º, combinado com 29, e artigo 357, na forma do artigo 69); exploração de prestígio (artigo 357 do CP)

23. PEDRO CELSO PEREIRA – Advogado – quadrilha (artigo 288 do CP); exploração de prestígio (artigo 357 do CP); corrupção ativa majorada (artigo 333, parágrafo único, do CP); corrupção ativa (artigo 333 do CP, o segundo combinado com artigo 29 do CP); corrupção ativa (artigo 333, combinado com 29, ambos do CP) e exploração de prestígio majorada (artigo 357, parágrafo único, combinado com artigo 29, ambos do CP); advocacia administrativa qualificada (artigo 321, parágrafo único, combinado com artigo 29, ambos do CP); advocacia administrativa qualificada (artigo 321, parágrafo único, artigo 29 do CP); advocacia administrativa qualificada (artigo 321, parágrafo único, combinado com 29 do CP);

24. PEDRO SCOPEL – Empresário – corrupção ativa majorada (artigo 333, parágrafo único do CP);

25. ROBERTA SCHAIDER PIMENTEL – Servidora do Tribunal de Justiça do Estado Espírito Santo – quadrilha (artigo 288 do CP); corrupção passiva majorada (artigo 317, parágrafo 1º, combinado com artigo 29, ambos do CP); advocacia administrativa qualificada (artigo 321, parágrafo único, combinado com 29 do CP)

26. ROBSON LUIZ ALBANEZ – Juiz de Direito da 6ª Vara Cível de Vitória – corrupção passiva majorada – duas vezes (artigo 317, parágrafo 1º, na forma do artigo 71, ambos do CP).

INFORMAÇÕES
Secretaria de Comunicação Social
Procuradoria Geral da República
(61) 3105-6404/6408


JORNAL O REBATE
http://www.jornalorebate.com.br/site/index2.php?option=com_content&task=view&id=3221&pop=1&page=280&Itemid=274

ELES JULGAM, CONDENAM, ABSOLVEM E OS BANDIDOS (OS GRANDES) SÃO ELES MESMOS

(recebidas, editadas e comentadas por Laerte Braga denúncias formuladas no extinto estado do Espírito Santo (hoje fazenda VALE/ARACRUZ/SAMARCO)


O ESCÂNDALO DO JUDICIÁRIO CAPIXABA - O NEPOTISMO
É o cerne  da questão ponta de lança das negociatas envolvendo desembargadores, juízes e advogados em


LISTA DE PARENTES JÁ TEM MAIS DE 100 NOMES
O presidente interino do órgão, Álvaro Bourguignon, considere regular a situação dos concursados no Tribunal. A lista de parentes de desembargadores, juízes e até de servidores do TJES incluídos na folha de pagamento do órgão já tem mais de 100 nomes. Os desembargadores decidiram retirar os servidores em cargos comissionados e fazê-los retornar aos cargos para os quais prestaram concurso.


MULHERES DOS DESEMBARGADORES ATUANDO NO ÓRGÃO - NEPOTISMO CRUZADO
Além dos 72 nomes levantados pelo Ministério Público Federal (MPF), em um organograma divulgado no último fim de semana, muitos outros vínculos familiares e de confiança vieram à tona. As mulheres dos desembargadores, por exemplo, estão atuando no órgão, em um esquema de nepotismo cruzado.




A mulher do desembargador Pedro Valls Feu Rosa está lotada no gabinete do desembargador Sérgio Bizotto e a de Bizotto, no de Feu Rosa. A mulher do desembargador Maurílio Almeida de Abreu está no gabinete do desembargador Samuel Meira Brasil.


PARENTES DO GRUPO DOMINA O PODER JUDICIÁRIO DO ESTADO
CONCURSO FRAUDADO
ESTADO REFÉM DA CORRUPÇÃO E NEPOTISMO QUE CULMINAM COM ASSASSINATO DE JUIZ
Em uma denúncia feita por um candidato inscrito no concurso de 2004, certame que se encontra sob suspeita de fraude, mostra a indignação do mercado jurídico com o rateio feito no Judiciário entre parentes e aliados do grupo que hoje domina o poder no Estado. A denúncia afirma que há fraude no concurso, para beneficiar parentes de desembargadores, juízes, sindicalistas, políticos, procuradores, "ou seja, todas as 'autoridades constituídas' do Estado, o que comprova um conluio entre poderes e seus dirigentes, tornando o Estado refém da corrupção e do nepotismo que culminam com assassinato de juiz, compra de vaga de conselheiro do Tribunal de Contas, de sentenças, enriquecimento ilícito e muito mais", afirma a denúncia.


A lista do concursando traz nomes diferentes dos conhecidos até o momento, como Érika Fernandes Pimentel, parente do presidente afastado do TJES, Frederico Guilherme Pimentel. Ligado a Moulin, na lista dos candidatos aparece Sérgio Luiz Spalenza Moulin. Já na lista do MPF ficou de fora a relação dos parentes de Jorge Góes Coutinho, a enteada do desembargador Lívia Pestana.


Outro fato curioso da lista divulgada pelo concursado é a citação de três pessoas ligadas ao desembargador Pedro Valls Feu Rosa e que não aparecem na lista do MPF. São elas: Luciana Merçon, Luciana Soares Miguel e Marcelo Cacciari de Aguiar.

Uma pessoa ligada ao procurador José Paulo Nogueira da Gama, André Mendonça Nogueira da Gama, também é citado. Embora não seja membro do Tribunal de Justiça, o procurador tem sido o representante do Ministério Público Estadual (MPE) na cadeira reservada ao órgão no Pleno do TJES.


ATÉ MEMBRO DO SINDICATO TEM PARENTE NO ÓRGÃO
Até mesmo os membros do sindicato que representa a categoria têm parentes no órgão. O atual presidente do Sindijudiciários, Carlos Thadeu Teixeira, aparece na estrutura do MPF, com um filho e a uma filha lotados no TJES. Ele alega que este parentesco não tem relação com os escândalos recentemente divulgados e que já estava no órgão quando os filhos entraram.


Mas ele não é o único. O sindicalista Agenor Cola tem dois parentes no Tribunal, Josiane Pires Chagas e Jorge Junqueira Cola. O presidente da Associação dos Servidores do Poder Judiciário (Ajudes), na época, Fernando Cola, tem a mulher, Oildes Lourdes Souza Cola, e a irmã, Gláucia Cola Sarres, lotadas no TJES.


FEUDOS FAMILIARES DOMINAM OS FÓRUNS
O concurso realizado para p preenchimento de vagas no quadro do funcionalismo do Tribunal de Justiça foi realizado pela Fundação Ceciliano Abel de Almeida. E não é apenas dentro da estrutura de servidores que está o nepotismo no Judiciário capixaba. Nas comarcas de todo o Estado verdadeiros feudos familiares dominam os fóruns.


ATÉ O GENRO É JUIZ
O juiz aprovado no concurso de 2004 Erildo Martins Neto, titular das Varas de Santa Maria de Jetibá e Guarapari, é filho da juíza Regina Maria Corrêa Martins, de Vila Velha, ex-funcionária do TJES. A filha dela, Fernanda Corrêa Martins, também é juíza de Vila Velha e de Vitória. O genro de Regina, Eliezer Mattos Scherrer Júnior, também é juiz em Vila Velha.


O juiz de Vitória Carlos Simões Fonseca é marido da juíza, também da Capital, Janete Vargas Simões. A juíza Marianne Júdice de Mattos Farina é filha do já falecido desembargador Renato de Mattos, que dá nome ao prédio do Tribunal. Ela é casada com Alexandre Farina, ex-oficial de Justiça que também virou juiz depois de chefiar o setor de distribuição do TJES.


SÓ O PRESIDENTE TEM 17 PARENTES NO ÓRGÃO
Dos 24 desembargadores na ativa do Estado, 17 aparecem no organograma do MPF como tendo parentes empregados. Nas investigações do Ministério Público Federal, o presidente afastado do Tribunal de Justiça, Frederico Guilherme Pimentel, é o que aparece com o maior número de familiares no órgão – ao todo, são 17.


DESEMBARGADOR TEM 11 PARENTES
O desembargador Alemer Ferraz Moulin tem 11 parentes, pela lista do MPF, sendo um deles juiz. Mas uma rápida olhada na lista de juízes em atividade no Estado revela outros nomes comuns, como Carlos Magno Moulin Lima, titular em Vila Velha; Felipe Bertrand Sardenberg Moulin, titular em São José do Calçado; e Marlucia Ferraz Moulin, juíza de Vila Velha.




EX-PRESIDENTE  TEM 9 PARENTES
O ex-presidente do TJ-ES Adalto Dias Tristão tem nove parentes no órgão, sendo que o MPF listou sete, faltando no organograma a chefe de gabinete do desembargador, Emilia Coutinho Lourenço, e um dos inscritos no concurso de juiz, Rubens Tristão.

ATÉ O CORREGEDOR
Até o corregedor do Tribunal, desembargador Rômulo Taddey, aparece no organograma com três pessoas ligadas a ele. Mas na lista do TJES aparece ainda uma quarta parente, Karina Taddei Lyra do Nascimento. Elpídio Duque também aparece com um casal de filhos e uma sobrinha. Há, porém, na lista de funcionários uma outra pessoa com o mesmo sobrenome. Trata-se de Lucia Helena Duque.
O desembargador Alinaldo Faria aparece na lista tendo como parente apenas um oficial de Justiça. Mas há um outro oficial de Justiça com o mesmo sobrenome de Alinaldo: é o oficial de Justiça em Conceição da Barra, Alexandre Barbosa de Souza, e o juiz da mesma Comarca Marcos Antônio Barbosa de Souza.


Na lista do presidente do Tribunal Regional Eleitoral (TRE), desembargador Manoel Alves Rabelo, faltou também o nome do genro, o juiz Luciano Costa Bragatto, da Comarca de Vitória. Foram citados também no organograma do MPF os desembargadores Maurílio Almeida de Abreu, Sergio Bizzoto Pessoa de Mendonça, Annibal de Rezende Lima, Sergio Luiz Teixeira, Arnaldo Santos Souza, José Luiz Barreto Vivas, Ronaldo Gonçalves de Souza, Jorge Góes Coutinho, Carlos Henrique Rios do Amaral e Josenider Varejão.


O desembargador Carlos Henrique aparece apenas com a mulher, Ilma de Fátima Amaral de Abreu, mas na lista de funcionários aparece também o nome do filho dele, Carlos Henrique Rios do Amaral Filho. O caso de Feu Rosa deve ser analisado com cautela, já que ele tem ligações também com a família Miguel, mas nem todos os juízes com este sobrenome são ligados ao desembargador. Com o sobrenome do desembargador, alguns juízes também podem ser colocados na lista: Bruno de Oliveira Feu Rosa, de Ibatiba; Joana Augusta Tavares Feu Rosa, da Serra, e Marcos Valls Feu Rosa, de Vitória.

Há ainda, na lista de juízes, parentes de membros do TJES que não estão mais na ativa. O desembargador aposentado Geraldo Corrêa da Silva, ex-presidente do TJES, além de fazer dois filhos juízes, também colocou a mulher no Tribunal. A juíza Rachel Durão Correia Lima é filha do finado desembargador Geraldo Correia Lima. A juíza de Marataízes, Cláudia Copolillo Ayres, é parente do desembargador aposentado Paulo Copolillo.


A juíza Isabella Rossi Naumann Chaves é filha do finado desembargador Walter Naumann e irmã do ex-juiz Walter Naumann Jr., que "se aposentou" compulsoriamente, após rumoroso processo disciplinar. Parente do desembargador aposentado Moacir Cortes, Maria Nazareth Cortes, é juíza na Capital. Também na Capital atua o juiz Paulo Abiguenem Abib, parente do desembargador aposentado Amin Abiguenem.


O capataz desse trem de doido é Paulo Hartung. Tem o título de governador do estado. Um dos senadores tem negócios de família com o governador de Minas, Aécio Neves. É o senador Gérson Camata que costuma afirmar que "as FARCs atuam no Espírito Santo e em Minas. Imagine se o Judiciário capixaba atuasse no País inteiro. O que não significa que esteja longe disso.





FOLHA