Mostrando postagens com marcador A VIDA EM PRIMEIRO LUGAR. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador A VIDA EM PRIMEIRO LUGAR. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 1 de julho de 2005

O GRITO DOS EXCLUÍDOS E O GRITO DAS EXCLUÍDAS. ONDE ESTÃO OS NOSSOS DIREITOS ? A VIDA EM PRIMEIRO LUGAR !



A PAZ ESTEJA COM VOCÊ !

Vida em primeiro lugar: Onde estão nossos direitos? Vamos às ruas para construir um projeto popular
O Grito dos Excluídos é uma manifestação popular , é um espaço de profecia, sempre aberto e plural de pessoas, grupos, entidades, igrejas e movimentos sociais comprometidos com as causas dos excluídos.


Os próprios excluídos, junto com os movimentos e entidades que os defendem, trazem à luz o protesto oculto nos esconderijos da sociedade e, ao mesmo tempo, o anseio por mudanças.

O Grito tem origem no Setor Pastoral Social da CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil), atualizando à reflexão da Campanha da Fraternidade de 1995, cujo lema – Eras tu, Senhor – aborda o tema Fraternidade e Excluídos.

Desde o início, conta com numerosos parceiros ligados às demais Igrejas do CONIC (Conselho Nacional de Igrejas Cristãs), aos movimentos sociais, entidades e organizações. A iniciativa é descoberta: os agentes e lideranças apenas abrem um canal para que o Grito sufocado venha a público. A bem dizer o Grito brota do chão e encontra em seus organizadores suficiente sensibilidade para dar-lhe forma e visibilidade.



O Grito dos Excluídos combate as causas e os efeitos da exclusão social como o desemprego, a miséria, a discriminação, a violência, o preconceito, as injustiças, a prepotência , as desigualdades, entre outros. Os diversos atores sociais se dão conta de que é necessário e urgente dar visibilidade sócio-política à indignação que fermenta nos porões da sociedade, os excluídos/as. Se o mercado tem o direito de dobrar as autoridades políticas com seu “nervosismo”, os setores marginalizados da população também podem e devem tornar pública sua condição de excluídos.


Muita comoção e indignação durante o velório da Sabrina Dummond (foto Neidson Moreira - O Imp / D.A. Press)

Mais um caso de homofobia. A vítima foi  Sabrina Dummond. Presidenta da Associação de Travestis e das Transexuais do Maranhão (Atrama), ela foi mais uma morta por motivação homofóbica no Brasil.

Seu corpo foi velado no domingo, 13/12, na sede da escola de Samba Flor do Samba (Desterro), local escolhido por amigos, de acordo com o desejo da própria Sabrina revelando ainda em vida. Houve muita comoção e indignação por parte de familiares e amigos. “Tudo isso é revoltante. Ela estava trabalhando e foi assassinada brutalmente”, desabafou  Andressa Sheron, amiga e secretária da Atrama. “Esse não pode ser mais um caso que vai cair no esquecimento e ficar sem solução. Esse assassino é um perigo para para toda a sociedade.”

Sabrina foi assassinada durante a noite do sábado, 12/12, com uma facada na altura do pescoço. O crime aconteceu na Avenida Guajajaras, bairro São Cristovão, São Luís-MA. De acordo com testemunhas, Sabrina estava realizando atividades educativas no local. Seu corpo foi achado em um terreno próximo da avenida, por volta das 22h. O assassino que evadiu do local, ainda não foi identificado e nem preso pela polícia.

Como presidenta da Atrama, Sabrina estava organizando a programação para o dia da Visibilidade Trans,  comemorado dia 29 de janeiro. Amigos dela informaram que manterão a programação da manifestação contra a discriminação pelo sexo e ainda preveem outras manifestações. “Ainda este ano vamos fazer uma mobilização contra o assassinato de Sabrina e outros casos”, confirmou Andressa.



LOUVADO SEJA NOSSO SENHOR JESUS CRISTO !
PARA SEMPRE SEJA LOUVADO !